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	<title>booking.com &#8211; Infratic</title>
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	<title>booking.com &#8211; Infratic</title>
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		<title>Booking.com confirma ataque hacker e vazamento de dados de clientes</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/booking-com-confirma-ataque-hacker-e-vazamento-de-dados-de-clientes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 18:37:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ataque hacker]]></category>
		<category><![CDATA[booking.com]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[A Booking.com confirmou nesta segunda-feira (13) que hackers acessaram dados pessoais de uma parcela de seus usuários. O ataque expôs informações sensíveis de viajantes, incluindo nomes completos, e-mails, endereços físicos, números de telefone e detalhes específicos de reservas efetuadas na plataforma. O que foi exposto no vazamento? De acordo com notificações enviadas pela empresa e relatadas pelo The Guardian, a invasão permitiu que “terceiros não autorizados” visualizassem informações associadas a reservas anteriores. Além dos dados cadastrais básicos, a empresa admitiu que qualquer informação compartilhada diretamente com as acomodações via chat ou formulários também pode ter sido comprometida. Em comunicado enviado ao TechCrunch, a porta-voz da Booking.com, Courtney Camp, afirmou que a empresa detectou uma “atividade suspeita” e tomou medidas imediatas para conter o incidente. Como parte do protocolo de segurança, a plataforma atualizou os números de PIN das reservas afetadas. Golpes via WhatsApp e histórico de ataques Relatos de usuários no Reddit indicam que os dados roubados já estão sendo utilizados para fins maliciosos. Um dos clientes afetados informou ao TechCrunch que recebeu mensagens de phishing via WhatsApp duas semanas antes do anúncio oficial, contendo detalhes precisos de sua reserva para tentar aplicar golpes financeiros. Apesar da gravidade, a Booking.com garantiu ao The Guardian que informações financeiras, como números de cartões de crédito, não foram acessadas nesta invasão específica. Este não é o primeiro problema de segurança enfrentado pela companhia: Em 2018: a empresa foi multada em 475 mil euros por demorar 22 dias para reportar um vazamento que afetou 4 mil pessoas. Em 2024: hackers utilizaram stalkerwares em computadores de hotéis para capturar telas de administração do portal da Booking.com. Falta de transparência sobre o alcance Até o momento, a Booking.com – que pertence ao grupo Booking Holdings, dono também do Agoda e Kayak – se recusou a revelar o número exato de clientes impactados por esta nova brecha. A empresa limita-se a dizer que está notificando os usuários atingidos individualmente por e-mail. O Olhar Digital entrou em contato com a assessoria da Booking.com para verificar se usuários brasileiros foram afetados pelo incidente e quais medidas adicionais de proteção estão sendo oferecidas aos clientes no país. Até o fechamento desta matéria, não houve retorno. O post Booking.com confirma ataque hacker e vazamento de dados de clientes apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A <strong>Booking.com</strong> confirmou nesta segunda-feira (13) que hackers acessaram dados pessoais de uma parcela de seus usuários. O ataque expôs informações sensíveis de viajantes, incluindo nomes completos, e-mails, endereços físicos, números de telefone e detalhes específicos de reservas efetuadas na plataforma.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-que-foi-exposto-no-vazamento">O que foi exposto no vazamento?</h2>
<p>De acordo com notificações enviadas pela empresa e relatadas pelo <em><a href="https://www.theguardian.com/technology/2026/apr/13/booking-com-customers-hack-exposed-data" target="_blank" rel="noreferrer noopener">The Guardian</a></em>, a invasão permitiu que “terceiros não autorizados” visualizassem informações associadas a reservas anteriores. Além dos dados cadastrais básicos, a empresa admitiu que qualquer informação compartilhada diretamente com as acomodações via chat ou formulários também pode ter sido comprometida.</p>
<p>Em comunicado enviado ao <em><a href="https://techcrunch.com/2026/04/13/booking-com-confirms-hackers-accessed-customers-data/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">TechCrunch</a></em>, a porta-voz da Booking.com, Courtney Camp, afirmou que a empresa detectou uma “atividade suspeita” e tomou medidas imediatas para conter o incidente. Como parte do protocolo de segurança, a plataforma atualizou os números de PIN das reservas afetadas.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-golpes-via-whatsapp-e-historico-de-ataques">Golpes via WhatsApp e histórico de ataques</h2>
<p>Relatos de <a href="https://www.reddit.com/r/Bookingcom/comments/1sji0gf/serious_security_breach_confirmed_by_bookingcom/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">usuários no <em>Reddit</em></a> indicam que os dados roubados já estão sendo utilizados para fins maliciosos. Um dos clientes afetados informou ao <em>TechCrunch</em> que recebeu mensagens de <a href="https://olhardigital.com.br/2022/12/19/tira-duvidas/o-que-e-phishing-e-como-se-proteger-desse-golpe-na-internet/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">phishing</a> via WhatsApp duas semanas antes do anúncio oficial, contendo detalhes precisos de sua reserva para tentar aplicar golpes financeiros.</p>
<p>Apesar da gravidade, a Booking.com garantiu ao <em>The Guardian</em> que informações financeiras, como números de cartões de crédito, não foram acessadas nesta invasão específica.</p>
<p>Este não é o primeiro problema de segurança enfrentado pela companhia:</p>
<ul>
<li><strong>Em 2018:</strong> a empresa foi multada em 475 mil euros por demorar 22 dias para reportar um vazamento que afetou 4 mil pessoas.</li>
<li><strong>Em 2024:</strong> hackers utilizaram stalkerwares em computadores de hotéis para capturar telas de administração do portal da Booking.com.</li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-falta-de-transparencia-sobre-o-alcance">Falta de transparência sobre o alcance</h2>
<p>Até o momento, a Booking.com – que pertence ao grupo Booking Holdings, dono também do Agoda e Kayak – se recusou a revelar o número exato de clientes impactados por esta nova brecha. A empresa limita-se a dizer que está notificando os usuários atingidos individualmente por e-mail.</p>
<p>O <strong>Olhar Digital</strong> entrou em contato com a assessoria da Booking.com para verificar se usuários brasileiros foram afetados pelo incidente e quais medidas adicionais de proteção estão sendo oferecidas aos clientes no país. Até o fechamento desta matéria, não houve retorno.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/04/13/seguranca/booking-com-confirma-ataque-hacker-e-vazamento-de-dados-de-clientes/">Booking.com confirma ataque hacker e vazamento de dados de clientes</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Golpe faz você pagar em dobro pela sua reserva</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/golpe-faz-voce-pagar-em-dobro-pela-sua-reserva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 21:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[airbnb]]></category>
		<category><![CDATA[booking.com]]></category>
		<category><![CDATA[Expedia]]></category>
		<category><![CDATA[golpe]]></category>
		<category><![CDATA[golpe cibernético]]></category>
		<category><![CDATA[phishing]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/golpe-faz-voce-pagar-em-dobro-pela-sua-reserva/</guid>

					<description><![CDATA[Uma campanha de phishing em larga escala que explora contas de parceiros do Booking.com tem comprometido sistemas de hotéis e dados de clientes, segundo relatório da empresa de segurança Sekoia.io. O esquema, ativo desde pelo menos abril de 2025, faz vítimas realizarem pagamentos duplos — ao hotel e ao criminoso — após a obtenção de credenciais e o uso de páginas falsas que imitam plataformas de reserva. Esquema faz vítimas realizarem pagamentos duplos — ao hotel e ao criminoso (Imagem: Miljan Zivkovic/Shutterstock) Ataque em poucas linhas Pesquisadores da Sekoia.io identificaram uma operação criminosa que começou com o envio de e-mails maliciosos originados de contas legítimas de hotéis ou de mensagens que se faziam passar pelo Booking.com; Cada mensagem continha um link que levava a vítima por uma cadeia de redirecionamentos antes de acionar a tática de engenharia social conhecida como ClickFix; Ao seguir o fluxo, a vítima era induzida a executar um comando PowerShell que baixava um malware identificado como PureRAT; O trojan permite que os invasores controlem remotamente as máquinas infectadas, roubem credenciais, capturem telas e exfiltrem dados sensíveis — além de possuir uma arquitetura modular que possibilita inclusão de plugins para ampliar funcionalidades. Como as fraudes se desenvolviam Analistas acreditam que o ataque inicial mirava funcionários de hotéis para roubar credenciais de plataformas de reserva, como Booking.com, Airbnb e Expedia. Com esses dados, os criminosos ou vendiam as credenciais em fóruns de crime cibernético, ou as utilizavam diretamente em esquemas fraudulentos. Com acesso às credenciais de parceiros, os atacantes passaram a contatar hóspedes por e-mail ou WhatsApp alegando problemas com uma suposta verificação bancária. As mensagens incluíam detalhes reais da reserva, o que aumentava a credibilidade do golpe, e direcionavam as vítimas a páginas falsas do Booking.com projetadas para colher informações de pagamento. Essas páginas foram hospedadas atrás de proteção da Cloudflare e tinham infraestrutura ligada à Rússia, segundo o relatório. Mensagens incluíam detalhes reais da reserva, o que aumentava a credibilidade do golpe (Imagem: Povozniuk/iStock) Leia mais: Não caia nestes 5 golpes com IA! Veja como se proteger Não caia nesses golpes! 10 armadilhas online mais comuns para idosos Golpe financeiro: o que fazer se cair em um? Comércio de credenciais e dimensão financeira A Sekoia.io observou um mercado ativo de credenciais do Booking.com em fóruns de língua russa. Os detalhes de acesso eram vendidos como cookies de autenticação ou pares de login e senha, com preços variando entre US$ 5 (R$ 26,37, na conversão direta) e US$ 5 mil (R$ 26,3 mil), conforme o valor percebido da conta. Um usuário identificado como “moderator_booking” teriam alegado ter obtido mais de US$ 20 milhões (R$ 105,4 milhões) em lucros, segundo o Infosecurity Magazine. Os investigadores também registraram expansão das operações para incluir contas da Agoda, indicando uma profissionalização crescente do crime cibernético voltado ao setor de hospitalidade. Segundo a Sekoia.io, há relatos de vítimas que foram obrigadas a pagar duas vezes pela mesma reserva, reafirmando o impacto financeiro direto sobre hóspedes enganados pelo esquema. “Avaliamos com alto grau de certeza que o cliente vítima desse esquema fraudulento pagou duas vezes pela reserva: uma vez ao hotel e outra ao cibercriminoso,” escreveu a Sekoia.io. A empresa acrescentou ainda que a investigação revelou centenas de domínios maliciosos ativos por vários meses: “A análise da infraestrutura do adversário revelou centenas de domínios maliciosos ativos por vários meses até outubro de 2025, demonstrando uma campanha resiliente e provavelmente lucrativa.” O relatório detalha a cadeia técnica do golpe: uso de contas legítimas ou spoofing de remetente para dar veracidade às mensagens; redirecionamentos que terminavam em páginas de engenharia social (ClickFix); solicitação de execução de comando PowerShell que instalava o PureRAT; e páginas falsas hospedadas com proteção Cloudflare e relacionadas a infraestrutura russa. O PureRAT, por sua vez, oferecia ao atacante controle remoto total do dispositivo comprometido, incluindo roubo de credenciais por captura de tela e execução de módulos adicionais por meio de plugins. Sites, como Booking.com e AirBnb, são usados nas fraudes (Imagem: II.studio/Shutterstock) A Sekoia.io afirmou ainda que continua monitorando a infraestrutura adversária e aperfeiçoando métodos de detecção para ajudar a proteger plataformas de reserva e seus clientes. No relatório, a empresa enfatiza a resiliência e a provável lucratividade da campanha, devido à existência de centenas de domínios maliciosos ativos por meses. O que dizem as citadas O Olhar Digital pediu às empresas citadas — Booking.com, Expedia e AirBnb — e aguarda retorno. O post Golpe faz você pagar em dobro pela sua reserva apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Uma campanha de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/phishing/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">phishing</a> em <strong>larga escala</strong> que explora contas de parceiros do <strong>Booking.com</strong> tem comprometido sistemas de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/hotel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">hotéis</a> e <strong>dados</strong> de clientes, segundo relatório da empresa de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/seguranca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">segurança</a> <strong>Sekoia.io</strong>.</p>
<p>O esquema, ativo desde pelo menos <strong>abril de 2025</strong>, faz vítimas realizarem <strong>pagamentos duplos</strong> — ao hotel e ao criminoso — após a obtenção de credenciais e o uso de <strong>páginas falsas</strong> que imitam <a href="https://olhardigital.com.br/tag/plataformas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">plataformas</a> de reserva.</p>
</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Compras-online-1024x576.png" alt="Compras online" class="wp-image-1146206" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Compras-online-1024x576.png 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Compras-online-300x169.png 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Compras-online-768x432.png 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Compras-online-1536x864.png 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Compras-online-2048x1152.png 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Compras-online-1920x1080.png 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Compras-online-1280x720.png 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Compras-online-150x84.png 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Esquema faz vítimas realizarem pagamentos duplos — ao hotel e ao criminoso (Imagem: Miljan Zivkovic/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-ataque-em-poucas-linhas">Ataque em poucas linhas</h2>
<ul>
<li>Pesquisadores da Sekoia.io identificaram uma operação criminosa que começou com o envio de <strong>e-mails maliciosos</strong> originados de contas legítimas de hotéis ou de mensagens que se faziam passar pelo Booking.com;</li>
<li>Cada mensagem continha um <strong>link</strong> que levava a vítima por uma cadeia de redirecionamentos antes de acionar a tática de engenharia social conhecida como <strong>ClickFix</strong>;</li>
<li>Ao seguir o fluxo, a vítima era induzida a executar um comando PowerShell que baixava um malware identificado como <strong>PureRAT</strong>;</li>
<li>O trojan permite que os invasores <strong>controlem remotamente</strong> as máquinas infectadas, <strong>roubem credenciais</strong>, <strong>capturem telas</strong> e <strong>exfiltrem dados sensíveis</strong> — além de possuir uma <strong>arquitetura modular</strong> que possibilita inclusão de <strong>plugins</strong> para ampliar funcionalidades.</li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-as-fraudes-se-desenvolviam">Como as fraudes se desenvolviam</h2>
<p>Analistas acreditam que o ataque inicial mirava <strong>funcionários de hotéis</strong> para roubar credenciais de plataformas de reserva, como <strong>Booking.com, Airbnb e Expedia</strong>. Com esses dados, os criminosos ou vendiam as credenciais em fóruns de crime cibernético, ou as utilizavam diretamente em esquemas fraudulentos.</p>
<p>Com acesso às credenciais de parceiros, os atacantes passaram a contatar hóspedes por <strong>e-mail ou WhatsApp</strong> alegando <strong>problemas</strong> com uma suposta verificação bancária.</p>
<p>As mensagens incluíam <strong>detalhes reais</strong> da reserva, o que aumentava a credibilidade do golpe, e direcionavam as vítimas a <strong>páginas falsas</strong> do Booking.com projetadas para colher informações de pagamento. Essas páginas foram hospedadas atrás de proteção da <strong>Cloudflare</strong> e tinham infraestrutura ligada à <strong>Rússia</strong>, segundo o relatório.</p>
</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/11/mulher-preocupada-no-celular-1024x683.jpg" alt="Mulher preocupada no celular" class="wp-image-1215053" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/mulher-preocupada-no-celular-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/mulher-preocupada-no-celular-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/mulher-preocupada-no-celular-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/mulher-preocupada-no-celular-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/mulher-preocupada-no-celular-2048x1365.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/mulher-preocupada-no-celular-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Mensagens incluíam detalhes reais da reserva, o que aumentava a credibilidade do golpe (Imagem: Povozniuk/iStock)</figcaption></figure>
</div>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2024/08/25/dicas-e-tutoriais/nao-caia-nestes-5-golpes-com-ia-veja-como-se-proteger/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Não caia nestes 5 golpes com IA! Veja como se proteger</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2024/10/28/seguranca/nao-caia-nesses-golpes-10-armadilhas-online-mais-comuns-para-idosos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Não caia nesses golpes! 10 armadilhas online mais comuns para idosos</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2024/01/19/dicas-e-tutoriais/golpe-financeiro-o-que-fazer-se-cair-em-um/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Golpe financeiro: o que fazer se cair em um?</a></li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-comercio-de-credenciais-e-dimensao-financeira">Comércio de credenciais e dimensão financeira</h2>
<p>A Sekoia.io observou um <strong>mercado ativo</strong> de credenciais do Booking.com em fóruns de língua russa. Os detalhes de acesso eram vendidos como cookies de autenticação ou pares de login e senha, com preços variando entre <strong>US$ 5 (R$ 26,37, na conversão direta) e US$ 5 mil (R$ 26,3 mil)</strong>, conforme o valor percebido da conta. Um usuário identificado como “<strong>moderator_booking</strong>” teriam alegado ter obtido <strong>mais de US$ 20 milhões (R$ 105,4 milhões)</strong> em lucros, segundo o <em><a href="https://www.infosecurity-magazine.com/news/i-paid-twice-phishing-campaign/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Infosecurity Magazine</a></em>.</p>
<p>Os investigadores também registraram expansão das operações para incluir contas da <strong>Agoda</strong>, indicando uma profissionalização crescente do crime cibernético voltado ao setor de <strong>hospitalidade</strong>.</p>
<p>Segundo a Sekoia.io, há relatos de vítimas que foram obrigadas a pagar <strong>duas vezes</strong> pela mesma reserva, reafirmando o <strong>impacto financeiro direto</strong> sobre hóspedes enganados pelo esquema. “Avaliamos com <strong>alto grau de certeza</strong> que o cliente vítima desse esquema fraudulento pagou duas vezes pela reserva: uma vez ao hotel e outra ao cibercriminoso,” <a href="https://blog.sekoia.io/phishing-campaigns-i-paid-twice-targeting-booking-com-hotels-and-customers/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">escreveu</a> a Sekoia.io.</p>
<p>A empresa acrescentou ainda que a investigação revelou <strong>centenas de domínios maliciosos ativos</strong> por <strong>vários meses</strong>: “A análise da infraestrutura do adversário revelou centenas de domínios maliciosos ativos por vários meses até <strong>outubro de 2025</strong>, demonstrando uma <strong>campanha resiliente e provavelmente lucrativa</strong>.”</p>
<p>O relatório detalha a <strong>cadeia técnica</strong> do golpe: uso de contas legítimas ou <strong>spoofing</strong> de remetente para dar veracidade às mensagens; <strong>redirecionamentos</strong> que terminavam em páginas de engenharia social (ClickFix); solicitação de execução de comando <strong>PowerShell</strong> que instalava o PureRAT; e páginas falsas hospedadas com proteção Cloudflare e relacionadas a infraestrutura russa.</p>
<p>O PureRAT, por sua vez, oferecia ao atacante <strong>controle remoto total</strong> do dispositivo comprometido, incluindo roubo de credenciais por <strong>captura de tela</strong> e <strong>execução de módulos adicionais</strong> por meio de plugins.</p>
</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="1000" height="667" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2023/03/shutterstock_1450447361.jpg" alt="Página do Booking.com" class="wp-image-489686" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/03/shutterstock_1450447361.jpg 1000w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/03/shutterstock_1450447361-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/03/shutterstock_1450447361-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/03/shutterstock_1450447361-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px"><figcaption class="wp-element-caption">Sites, como Booking.com e AirBnb, são usados nas fraudes (Imagem: II.studio/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<p>A Sekoia.io afirmou ainda que <strong>continua monitorando</strong> a infraestrutura adversária e <strong>aperfeiçoando métodos de detecção</strong> para ajudar a proteger plataformas de reserva e seus clientes. No relatório, a empresa enfatiza a <strong>resiliência e a provável lucratividade</strong> da campanha, devido à existência de centenas de domínios maliciosos ativos por meses.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-que-dizem-as-citadas">O que dizem as citadas</h2>
<p>O <strong>Olhar Digital</strong> pediu às empresas citadas — Booking.com, Expedia e AirBnb — e aguarda retorno.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/11/seguranca/golpe-faz-voce-pagar-em-dobro-pela-sua-reserva/">Golpe faz você pagar em dobro pela sua reserva</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
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