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	<title>câmeras de segurança &#8211; Infratic</title>
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	<title>câmeras de segurança &#8211; Infratic</title>
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		<title>Câmeras de segurança com IA podem prever crimes, mas existe um risco…</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 15:10:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[câmeras de segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Câmeras de segurança equipadas com inteligência artificial já são usadas por empresas para identificar comportamentos suspeitos no Brasil. O objetivo é usar os dispositivos para combater os crimes antes que eles aconteçam. A tecnologia, conhecida como policiamento preditivo, atrai o interesse do setor privado, mas também causa preocupação. A ausência de regulação e o risco de uso desses sistemas para vigiar pessoas que não estão praticando nenhum delito estão entre os principais temores. Como funciona esse sistema As imagens captadas pelas câmeras antes eram analisadas por operadores humanos. Hoje, são processadas por sistemas que emitem alertas quando detectam situações fora do padrão — como alguém que permanece parado por muito tempo no mesmo local. Os sistemas são treinados com imagens de situações consideradas normais e, a partir disso, identificam quando algo foge desse padrão. Esse processo exige cerca de duas semanas de análise para formar uma base de dados suficiente para reconhecer o padrão de uma imagem. A ferramenta analisa apenas movimentações suspeitas de pessoas, e não suas características físicas. Ela não identifica o rosto para analisar o comportamento, por exemplo. O sistema não toma nenhuma ação por conta própria ao identificar uma situação suspeita. Câmeras são equipadas com IA (Imagem: Vinícius de Melo/Agência Brasília) Alertas sobre o uso da IA Especialistas alertam que esse tipo de ferramenta pode restringir o direito de ir e vir dos cidadãos. A maior preocupação é que cidadãos comuns possam ser identificados como criminosos. Por conta disso, eles reforçam a necessidade de estudos independentes para avaliar a precisão de sistemas de policiamento preditivo. A ideia é garantir a ausência de vieses dos sistemas. Limitações no uso da tecnologia já foram identificadas em outros países. Um dos casos mais conhecidos é o do PredPol, que reunia dados como data, hora e local de crimes para orientar onde policiais deveriam fazer rondas nos momentos sem ocorrências nos Estados Unidos. O sistema levou policiais a patrulharem ainda mais bairros com renda familiar mais baixa e menor proporção de moradores brancos. O PredPol deixou de ser usado em 2020 pela polícia de Los Angeles após pressão de grupos ativistas que criticaram a falta de eficiência do programa e a vigilância excessiva em comunidades negras e latinas. Especialistas alertam para possibilidade de falhas no sistema Imagem: Gorodenkoff/Shutterstock O que diz a legislação brasileira O Brasil não tem uma lei específica para regulamentar sistemas de policiamento preditivo. A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) estabelece regras para o tratamento de informações sensíveis, como a biometria facial. Uma portaria publicada em 2025 pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública determinou que as polícias podem usar inteligência artificial, mas devem realizar revisões humanas em casos de possíveis riscos a direitos fundamentais. Um projeto de lei em discussão no Congresso pode classificar como de alto risco os sistemas de IA usados por policiais para analisar grandes volumes de dados e identificar padrões e perfis comportamentais. O texto, aprovado no Senado e em discussão na Câmara, prevê que ferramentas classificadas como de alto risco tenham supervisão humana, passem por avaliação de impacto, garantam o direito à explicação às pessoas afetadas e adotem medidas para evitar discriminações. O post Câmeras de segurança com IA podem prever crimes, mas existe um risco… apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Câmeras de segurança equipadas com <a href="https://olhardigital.com.br/tag/inteligencia-artificial/" target="_blank" rel="noopener">inteligência artificial</a> já são usadas por empresas para identificar comportamentos suspeitos no Brasil. O objetivo é usar os dispositivos para combater os crimes antes que eles aconteçam.</p>
<p>A tecnologia, conhecida como policiamento preditivo, atrai o interesse do setor privado, mas também causa preocupação. A ausência de regulação e o risco de uso desses sistemas para vigiar pessoas que não estão praticando nenhum delito estão entre os principais temores.</p>
<h2>Como funciona esse sistema</h2>
<p>As imagens captadas pelas câmeras antes eram analisadas por operadores humanos. Hoje, são processadas por sistemas que emitem alertas quando detectam situações fora do padrão — como alguém que permanece parado por muito tempo no mesmo local.</p>
<p>Os sistemas são treinados com imagens de situações consideradas normais e, a partir disso, identificam quando algo foge desse padrão. Esse processo exige cerca de duas semanas de análise para formar uma base de dados suficiente para reconhecer o padrão de uma imagem.</p>
<p>A ferramenta analisa apenas movimentações suspeitas de pessoas, e não suas características físicas. Ela não identifica o rosto para analisar o comportamento, por exemplo. O sistema não toma nenhuma ação por conta própria ao identificar uma situação suspeita.</p>
<div id="attachment_565567" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-565567" class="wp-image-565567 size-large" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2023/08/Destaque-Cameras-reconhecimento-facial-SP-1024x576.jpg" alt="Câmeras de segurança com reconhecimento facial em local público" width="1024" height="576" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/08/Destaque-Cameras-reconhecimento-facial-SP-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/08/Destaque-Cameras-reconhecimento-facial-SP-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/08/Destaque-Cameras-reconhecimento-facial-SP-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/08/Destaque-Cameras-reconhecimento-facial-SP-150x84.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/08/Destaque-Cameras-reconhecimento-facial-SP.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"></p>
<p id="caption-attachment-565567" class="wp-caption-text">Câmeras são equipadas com IA (Imagem: Vinícius de Melo/Agência Brasília)</p>
</div>
<h2>Alertas sobre o uso da IA</h2>
<ul>
<li>Especialistas alertam que esse tipo de ferramenta pode restringir o direito de ir e vir dos cidadãos.</li>
<li>A maior preocupação é que cidadãos comuns possam ser identificados como criminosos.</li>
<li>Por conta disso, eles reforçam a necessidade de estudos independentes para avaliar a precisão de sistemas de policiamento preditivo.</li>
<li>A ideia é garantir a ausência de vieses dos sistemas.</li>
<li>Limitações no uso da tecnologia já foram identificadas em outros países.</li>
<li>Um dos casos mais conhecidos é o do PredPol, que reunia dados como data, hora e local de crimes para orientar onde policiais deveriam fazer rondas nos momentos sem ocorrências nos Estados Unidos.</li>
<li>O sistema levou policiais a patrulharem ainda mais bairros com renda familiar mais baixa e menor proporção de moradores brancos.</li>
<li>O PredPol deixou de ser usado em 2020 pela polícia de Los Angeles após pressão de grupos ativistas que criticaram a falta de eficiência do programa e a vigilância excessiva em comunidades negras e latinas.</li>
</ul>
<div id="attachment_682116" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-682116" class="wp-image-682116 size-large" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2024/01/reconhecimento-facial-1024x576.jpg" alt="reconhecimento facial" width="1024" height="576" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/01/reconhecimento-facial-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/01/reconhecimento-facial-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/01/reconhecimento-facial-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/01/reconhecimento-facial-150x84.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/01/reconhecimento-facial-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/01/reconhecimento-facial.jpg 1350w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"></p>
<p id="caption-attachment-682116" class="wp-caption-text">Especialistas alertam para possibilidade de falhas no sistema Imagem: Gorodenkoff/Shutterstock</p>
</div>
<h2>O que diz a legislação brasileira</h2>
<p>O Brasil não tem uma lei específica para regulamentar sistemas de policiamento preditivo. A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) estabelece regras para o tratamento de informações sensíveis, como a biometria facial.</p>
<p>Uma portaria publicada em 2025 pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública determinou que as polícias podem usar inteligência artificial, mas devem realizar revisões humanas em casos de possíveis riscos a direitos fundamentais. Um projeto de lei em discussão no Congresso pode classificar como de alto risco os sistemas de IA usados por policiais para analisar grandes volumes de dados e identificar padrões e perfis comportamentais.</p>
<p>O texto, aprovado no Senado e em discussão na Câmara, prevê que ferramentas classificadas como de alto risco tenham supervisão humana, passem por avaliação de impacto, garantam o direito à explicação às pessoas afetadas e adotem medidas para evitar discriminações.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/08/09/inteligencia-artificial/cameras-de-seguranca-com-ia-podem-prever-crimes-mas-existe-um-risco/">Câmeras de segurança com IA podem prever crimes, mas existe um risco…</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Falha permite que imagens de câmeras de vigilância sejam acessadas livremente</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/falha-permite-que-imagens-de-cameras-de-vigilancia-sejam-acessadas-livremente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 20:20:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[câmeras de segurança]]></category>
		<category><![CDATA[câmeras inteligentes]]></category>
		<category><![CDATA[falha de segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[monitoramento por câmeras]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 60 câmeras de vigilância da empresa Flock, conectadas à internet, ficaram acessíveis ao público, permitindo que qualquer pessoa assistisse às imagens ao vivo, sem precisar de nome de usuário ou senha. A descoberta foi feita pelo YouTuber de tecnologia Benn Jordan e pela 404 Media, levantando preocupações sobre privacidade e segurança, explicou o The Verge. Falha expõe câmeras de vigilância ao público; qualquer pessoa podia assistir às imagens ao vivo sem login. Imagem: gorodenkoff / iStock Observações impressionantes de Jordan A Flock fornece tecnologia de câmeras inteligentes para milhares de agências de segurança pública e empresas em todo o país. Recentemente, a empresa firmou parceria com a Ring, permitindo que clientes solicitem imagens de usuários pelo aplicativo Neighbors. Algumas câmeras da Flock são projetadas para escanear placas de veículos, enquanto outras, como as Condor, podem girar, inclinar e dar zoom automaticamente para rastrear pessoas e carros. Em seu vídeo, Jordan compartilhou algumas situações captadas pelas câmeras: Um homem saindo de casa em Nova York pela manhã. Uma mulher correndo sozinha em uma trilha na Geórgia. Um homem andando de patins e fazendo pausa para assistir a vídeos no celular. Um casal discutindo em uma feira de rua em Atlanta. Segundo Jordan, a inteligência artificial das câmeras aplicava automaticamente zoom nos alvos, registrando detalhes das ações das pessoas sem intervenção humana. Câmeras com IA conseguem girar, inclinar e dar zoom, captando detalhes de atividades cotidianas de pessoas e veículos. Imagem: Al More/Shutterstock Como as falhas foram descobertas Jordan trabalhou com Jon “GainSec” Gaines, que já havia identificado vulnerabilidades no sistema da Flock. Usando o Shodan, mecanismo de busca de dispositivos conectados à internet, eles localizaram transmissões ao vivo e painéis de controle administrativos da Flock. Leia mais: Câmeras em totens urbanos geram alerta sobre privacidade Programa Muralha Paulista é questionado por uso de dados sensíveis Em breve, você pode ser multado por… ônibus. Entenda! Esses painéis permitiam não só visualizar as câmeras, mas também baixar arquivos de vídeo dos últimos 30 dias, alterar configurações, excluir gravações, acessar logs e executar diagnósticos — tudo sem necessidade de credenciais de acesso. Vulnerabilidade permitia visualizar câmeras e alterar configurações sem precisar de credenciais. Imagem: Trismegist san/Shutterstock A resposta da Flock Em visitas a alguns dos locais monitorados, Jordan e Jason Koebler, da 404 Media, confirmaram que as filmagens públicas correspondiam a locais reais. “Tratou-se de uma falha de configuração limitada em um número muito pequeno de dispositivos, e o problema já foi corrigido”, explicou um porta-voz da Flock. O post Falha permite que imagens de câmeras de vigilância sejam acessadas livremente apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Mais de 60 <a href="https://olhardigital.com.br/tag/cameras-de-seguranca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">câmeras de vigilância</a> da empresa Flock, conectadas à <a href="https://olhardigital.com.br/tag/internet/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">internet</a>, ficaram acessíveis ao público, permitindo que qualquer pessoa assistisse às imagens ao vivo, sem precisar de nome de usuário ou senha.</p>
<p>A descoberta foi feita pelo YouTuber de tecnologia Benn Jordan e pela 404 Media, levantando preocupações sobre privacidade e segurança, explicou o <a href="https://www.theverge.com/news/849624/flock-ai-camera-feeds-exposed-benn-jordan" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>The Verge</em></a>.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/10/cameras-de-vigilancia-1024x576.jpg" alt="Falha expõe câmeras de vigilância ao público; qualquer pessoa podia assistir às imagens ao vivo sem login." class="wp-image-1198782" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/cameras-de-vigilancia-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/cameras-de-vigilancia-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/cameras-de-vigilancia-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/cameras-de-vigilancia-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/cameras-de-vigilancia-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/cameras-de-vigilancia-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/cameras-de-vigilancia-150x84.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/cameras-de-vigilancia.jpg 2000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Falha expõe câmeras de vigilância ao público; qualquer pessoa podia assistir às imagens ao vivo sem login. Imagem: gorodenkoff / iStock</em></figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-observacoes-impressionantes-de-jordan"><strong>Observações impressionantes de Jordan</strong></h2>
<p>A Flock fornece tecnologia de câmeras inteligentes para milhares de agências de segurança pública e empresas em todo o país. Recentemente, a empresa firmou parceria com a Ring, permitindo que clientes solicitem imagens de usuários pelo aplicativo Neighbors.</p>
<p>Algumas câmeras da Flock são projetadas para escanear placas de veículos, enquanto outras, como as Condor, podem girar, inclinar e dar zoom automaticamente para rastrear pessoas e carros.</p>
<p>Em seu vídeo, Jordan compartilhou algumas situações captadas pelas câmeras:</p>
<ul>
<li>Um homem saindo de casa em Nova York pela manhã.</li>
<li>Uma mulher correndo sozinha em uma trilha na Geórgia.</li>
<li>Um homem andando de patins e fazendo pausa para assistir a vídeos no celular.</li>
<li>Um casal discutindo em uma feira de rua em Atlanta.</li>
</ul>
<p>Segundo Jordan, a <a href="https://olhardigital.com.br/tag/inteligencia-artificial/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inteligência artificial</a> das câmeras aplicava automaticamente zoom nos alvos, registrando detalhes das ações das pessoas sem intervenção humana.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2024/11/shutterstock_2349602587-1024x683.jpg" alt="Câmeras com IA conseguem girar, inclinar e dar zoom, captando detalhes de atividades cotidianas de pessoas e veículos." class="wp-image-1007950" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/shutterstock_2349602587-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/shutterstock_2349602587-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/shutterstock_2349602587-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/shutterstock_2349602587-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/shutterstock_2349602587-150x100.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/shutterstock_2349602587.jpg 1620w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Câmeras com IA conseguem girar, inclinar e dar zoom, captando detalhes de atividades cotidianas de pessoas e veículos. Imagem: Al More/Shutterstock</em></figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-as-falhas-foram-descobertas"><strong>Como as falhas foram descobertas</strong></h2>
<p>Jordan trabalhou com Jon “GainSec” Gaines, que já havia identificado vulnerabilidades no sistema da Flock. Usando o Shodan, mecanismo de busca de dispositivos conectados à internet, eles localizaram transmissões ao vivo e painéis de controle administrativos da Flock.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/11/seguranca/cameras-em-totens-urbanos-geram-alerta-sobre-privacidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Câmeras em totens urbanos geram alerta sobre privacidade</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/12/17/seguranca/programa-muralha-paulista-e-questionado-por-uso-de-dados-sensiveis/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Programa Muralha Paulista é questionado por uso de dados sensíveis</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/08/21/carros-e-tecnologia/em-breve-voce-pode-ser-multado-por-onibus-entenda/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Em breve, você pode ser multado por… ônibus. Entenda!</a></li>
</ul>
<p>Esses painéis permitiam não só visualizar as câmeras, mas também baixar arquivos de vídeo dos últimos 30 dias, alterar configurações, excluir gravações, acessar logs e executar diagnósticos — tudo sem necessidade de credenciais de acesso.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2024/10/monitoramento-1-1024x576.jpg" alt="Vulnerabilidade permitia visualizar câmeras e alterar configurações sem precisar de credenciais." class="wp-image-982981" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/monitoramento-1-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/monitoramento-1-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/monitoramento-1-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/monitoramento-1-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/monitoramento-1-2048x1152.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/monitoramento-1-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/monitoramento-1-150x84.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/monitoramento-1-1280x720.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Vulnerabilidade permitia visualizar câmeras e alterar configurações sem precisar de credenciais. Imagem: Trismegist san/Shutterstock</em></figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-a-resposta-da-flock"><strong>A resposta da Flock</strong></h2>
<p>Em visitas a alguns dos locais monitorados, Jordan e Jason Koebler, da 404 Media, confirmaram que as filmagens públicas correspondiam a locais reais.</p>
<p>“Tratou-se de uma falha de configuração limitada em um número muito pequeno de dispositivos, e o problema já foi corrigido”, explicou um porta-voz da Flock.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/12/23/seguranca/falha-permite-que-imagens-de-cameras-de-vigilancia-sejam-acessadas-livremente/">Falha permite que imagens de câmeras de vigilância sejam acessadas livremente</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Câmeras em totens urbanos geram alerta sobre privacidade</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/cameras-em-totens-urbanos-geram-alerta-sobre-privacidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Oct 2025 13:32:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câmeras]]></category>
		<category><![CDATA[câmeras de segurança]]></category>
		<category><![CDATA[privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[Vigilância]]></category>
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					<description><![CDATA[Torres equipadas com câmeras e luzes de LED estão se espalhando pelas ruas de grandes cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, instaladas em frente a prédios residenciais como promessa de aumentar a segurança. Mas, segundo especialistas, essa expansão ocorre sem qualquer regulação específica e pode representar riscos à privacidade. Essas estruturas — também chamadas de totens de vigilância — são oferecidas por empresas privadas e monitoram o movimento ao redor dos condomínios. As imagens ficam disponíveis em aplicativos e, em alguns casos, há botões de pânico que acionam a central de monitoramento. Apesar da popularização, não há comprovação de que esses equipamentos reduzam a criminalidade, e pesquisadores apontam que eles apenas criam sensação de segurança. Imagens de vias públicas nas mãos de empresas privadas e condomínios podem gerar uso indevido (Imagem: gorodenkoff / iStock) Falta de regras e padronização De acordo com o g1, nenhuma das duas capitais tem normas específicas para a instalação dessas torres. Em São Paulo, a prefeitura permite o uso em áreas privadas, como recuos de prédios, sem necessidade de autorização. Já no Rio, a escolha dos locais fica a critério das empresas, embora o município tenha determinado a remoção de equipamentos instalados em espaços públicos até o fim de 2025. A coordenadora do projeto O Panóptico, Thallita Lima, afirmou ao g1 que não há “padronização técnica” e alerta para o impacto desses dispositivos no espaço urbano. “Há totens posicionados em plena calçada, o que amplia o alcance da vigilância para além dos limites dos condomínios”, disse ela. Leia mais: Veja como transformar sua webcam numa câmera de vigilância O que as câmeras de trânsito podem e não podem fiscalizar? 5 melhores armazenamento em nuvem com foco em privacidade Conexão com programas públicos Em São Paulo, algumas empresas integram suas câmeras a sistemas municipais e estaduais, como o Smart Sampa e o Muralha Paulista, que monitoram veículos e pessoas procuradas. Segundo a prefeitura, cerca de 40 mil câmeras estão conectadas à rede pública, incluindo equipamentos de condomínios e empresas parceiras. Algumas empresas de segurança integram suas câmeras a sistemas como o Smart Sampa, da Prefeitura de São Paulo (Imagem: Prefeitura de SP / Divulgação) Mesmo assim, especialistas alertam para o risco de uso indevido das imagens. Para Thallita Lima, é necessário um protocolo robusto de segurança de dados para evitar vazamentos ou o uso indevido das gravações. “Essas imagens acabam circulando em grupos de mensagens, e isso pode gerar situações de exposição e até tentativas de justiça com as próprias mãos”, afirma. A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) informou ao g1 que o tema está entre as prioridades da agenda 2025–2026, especialmente no que diz respeito ao uso de biometria e vigilância por câmeras. A ANPD diz que vai priorizar o tema no futuro próximo (Imagem: ANPD/Reprodução) O post Câmeras em totens urbanos geram alerta sobre privacidade apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Torres equipadas com <a href="https://olhardigital.com.br/tag/cameras/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">câmeras</a> e luzes de LED estão se espalhando pelas ruas de grandes cidades como <strong>São Paulo e Rio de Janeiro</strong>, instaladas em frente a prédios residenciais como promessa de aumentar a <a href="https://olhardigital.com.br/tag/seguranca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">segurança</a>. Mas, segundo especialistas, essa expansão ocorre <strong>sem qualquer regulação específica</strong> e pode representar riscos à privacidade.</p>
<p>Essas estruturas — também chamadas de <strong>totens de vigilância</strong> — são oferecidas por empresas privadas e monitoram o movimento ao redor dos condomínios. As imagens ficam disponíveis em aplicativos e, em alguns casos, há <strong>botões de pânico</strong> que acionam a central de monitoramento. Apesar da popularização, <strong>não há comprovação de que esses equipamentos reduzam a criminalidade</strong>, e pesquisadores apontam que eles apenas criam sensação de segurança.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/10/cameras-de-vigilancia-1024x576.jpg" alt="câmeras de vigilância rua" class="wp-image-1198782" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/cameras-de-vigilancia-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/cameras-de-vigilancia-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/cameras-de-vigilancia-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/cameras-de-vigilancia-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/cameras-de-vigilancia-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/cameras-de-vigilancia-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/cameras-de-vigilancia-150x84.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/cameras-de-vigilancia.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Imagens de vias públicas nas mãos de empresas privadas e condomínios podem gerar uso indevido (Imagem: gorodenkoff / iStock)</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-falta-de-regras-e-padronizacao">Falta de regras e padronização</h2>
<p>De acordo com o <strong>g1</strong>, <strong>nenhuma das duas capitais tem normas específicas</strong> para a instalação dessas torres. Em São Paulo, a prefeitura permite o uso em áreas privadas, como recuos de prédios, sem necessidade de autorização. Já no Rio, a escolha dos locais fica a critério das empresas, embora o município tenha determinado a <strong>remoção de equipamentos instalados em espaços públicos</strong> até o fim de 2025.</p>
<p>A coordenadora do projeto <strong>O Panóptico</strong>, Thallita Lima, afirmou ao g1 que não há “padronização técnica” e alerta para o impacto desses dispositivos no espaço urbano. “Há totens posicionados em plena calçada, o que amplia o alcance da vigilância para além dos limites dos condomínios”, disse ela.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/03/28/dicas-e-tutoriais/veja-como-transformar-sua-webcam-numa-camera-de-vigilancia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Veja como transformar sua webcam numa câmera de vigilância</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/08/21/carros-e-tecnologia/o-que-as-cameras-de-transito-podem-e-nao-podem-fiscalizar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O que as câmeras de trânsito podem e não podem fiscalizar?</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/06/13/dicas-e-tutoriais/5-melhores-armazenamento-em-nuvem-com-foco-em-privacidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">5 melhores armazenamento em nuvem com foco em privacidade</a></li>
</ul>
<h3 class="wp-block-heading" id="h-conexao-com-programas-publicos">Conexão com programas públicos</h3>
<p>Em São Paulo, algumas empresas integram suas câmeras a sistemas municipais e estaduais, como o <strong>Smart Sampa</strong> e o <strong>Muralha Paulista</strong>, que monitoram <a href="https://olhardigital.com.br/tag/veiculos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">veículos</a> e pessoas procuradas. Segundo a prefeitura, cerca de <strong>40 mil câmeras estão conectadas</strong> à rede pública, incluindo equipamentos de condomínios e empresas parceiras.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="768" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/10/smart-sampa-1024x768.jpeg" alt="smart sampa" class="wp-image-1198783" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/smart-sampa-1024x768.jpeg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/smart-sampa-300x225.jpeg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/smart-sampa-768x576.jpeg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/smart-sampa-1536x1152.jpeg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/smart-sampa-150x113.jpeg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/smart-sampa.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Algumas empresas de segurança integram suas câmeras a sistemas como o Smart Sampa, da Prefeitura de São Paulo (Imagem: Prefeitura de SP / Divulgação)</figcaption></figure>
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<p>Mesmo assim, especialistas alertam para o <strong>risco de uso indevido das imagens</strong>. Para Thallita Lima, é necessário um protocolo robusto de segurança de dados para evitar vazamentos ou o uso indevido das gravações. “Essas imagens acabam circulando em grupos de mensagens, e isso pode gerar situações de exposição e até tentativas de justiça com as próprias mãos”, afirma.</p>
<p>A <strong>Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD)</strong> informou ao g1 que o tema está entre as prioridades da agenda 2025–2026, especialmente no que diz respeito ao uso de <strong><a href="https://olhardigital.com.br/tag/biometria/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">biometria</a> e vigilância por câmeras</strong>.</p>
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<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2024/08/anpd-autoridade-nacional-protecao-1024x576.jpeg" alt="logo da ANPD" class="wp-image-960138" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/anpd-autoridade-nacional-protecao-1024x576.jpeg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/anpd-autoridade-nacional-protecao-300x169.jpeg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/anpd-autoridade-nacional-protecao-768x432.jpeg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/anpd-autoridade-nacional-protecao-150x84.jpeg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/anpd-autoridade-nacional-protecao.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">A ANPD diz que vai priorizar o tema no futuro próximo (Imagem: ANPD/Reprodução)</figcaption></figure>
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