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	<title>criptografia de ponta a ponta &#8211; Infratic</title>
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		<title>FBI diz que criptografia não protege totalmente apps de mensagem</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 16:06:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aplicativos]]></category>
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					<description><![CDATA[A segurança de aplicativos de mensagens como WhatsApp e Signal voltou ao centro do debate após um alerta recente do FBI indicar que a criptografia de ponta a ponta não protege usuários da forma como muitos imaginam. Segundo a agência federal de investigação dos Estados Unidos, mesmo com esse tipo de proteção ativa, contas e dispositivos continuam vulneráveis a ataques que não envolvem a quebra da criptografia em si. O aviso aponta que usuários de iPhone e Android podem ter dados acessados por invasores que exploram falhas nos aparelhos ou em configurações específicas. O cenário ajuda a explicar casos recentes de malware distribuído via mensagens e até a possibilidade de acessar conteúdos apagados em aplicativos como o Signal. Signal é um aplicativo de mensagens com criptografia de ponta a ponta, usado para comunicações privadas em smartphones – Imagem: Melnikov Dmitriy / Shutterstock Criptografia protege o trânsito, não o dispositivo A principal distinção feita pelo FBI é que a criptografia de ponta a ponta atua apenas durante o envio das mensagens. Ou seja, ela protege o conteúdo enquanto ele está em trânsito entre um dispositivo e outro. No entanto, assim que a mensagem chega ao destino, ela é descriptografada e passa a depender da segurança do aparelho. Isso significa que, se um smartphone for comprometido, seja por acesso físico ou remoto, o conteúdo das conversas pode ser exposto. De acordo com o alerta, mais de 1 bilhão de smartphones já não recebem atualizações de segurança do sistema operacional. Esses dispositivos representam um ponto crítico, já que vulnerabilidades conhecidas podem ser exploradas em ataques mais recentes. Notificações e configurações ampliam riscos Um dos exemplos citados envolve a forma como notificações são armazenadas em dispositivos. A coleta de mensagens apagadas no Signal, segundo o FBI, não ocorreu por falha no aplicativo, mas sim pela maneira como o iPhone gerencia notificações. Se o usuário permite que notificações exibam o remetente e trechos da mensagem, essas informações podem ficar acessíveis no aparelho. A recomendação é revisar as configurações de notificações caso haja preocupação com esse tipo de exposição. Contas sequestradas e acesso indevido Outro vetor de ataque destacado envolve o comprometimento de contas. Golpes que levam usuários a compartilhar códigos de verificação ou a conectar dispositivos desconhecidos a aplicativos como WhatsApp e Signal podem permitir acesso completo às conversas. Segundo o FBI, campanhas recentes resultaram em acesso não autorizado a milhares de contas, permitindo que invasores visualizassem mensagens, listas de contatos e até enviassem conteúdos em nome das vítimas. FBI alertou para campanhas que resultaram no acesso não autorizado a contas de aplicativos de mensagens – Imagem: domoyega/iStock Embora o foco tenha sido o Signal em um dos casos, o órgão afirma que métodos semelhantes podem ser aplicados a outras plataformas de mensagens. Segurança depende do conjunto O alerta reforça que a criptografia de ponta a ponta continua funcionando corretamente e não foi quebrada. Ainda assim, ela não é suficiente para garantir a proteção total dos dados. Na prática, a segurança depende também do estado do dispositivo utilizado, das configurações adotadas e do comportamento do usuário ao interagir com links, códigos e acessos vinculados às contas. O post FBI diz que criptografia não protege totalmente apps de mensagem apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
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<p>A segurança de aplicativos de mensagens como <strong><a href="https://olhardigital.com.br/tag/whatsapp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">WhatsApp</a></strong> e Signal voltou ao centro do debate após um <a href="https://www.ic3.gov/PSA/2026/PSA260320" target="_blank" rel="noreferrer noopener">alerta</a> recente do FBI indicar que a <strong><a href="https://olhardigital.com.br/tag/criptografia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">criptografia</a> de ponta a ponta</strong> não protege usuários da forma como muitos imaginam. Segundo a agência federal de investigação dos Estados Unidos, mesmo com esse tipo de proteção ativa, contas e dispositivos continuam vulneráveis a ataques que não envolvem a quebra da criptografia em si.</p>
<p>O aviso aponta que <strong>usuários de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/iphone/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">iPhone</a> e <a href="https://olhardigital.com.br/tag/android/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Android</a></strong> podem ter dados acessados por invasores que exploram falhas nos aparelhos ou em configurações específicas. O cenário ajuda a explicar casos recentes de malware distribuído via mensagens e até a possibilidade de acessar conteúdos apagados em aplicativos como o <a href="https://olhardigital.com.br/tag/signal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Signal</a>.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/12/signal-app-1024x682.jpg" alt="logo do aplicativo de mensagens signal em um celular" class="wp-image-1227696" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/signal-app-1024x682.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/signal-app-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/signal-app-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/signal-app-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/signal-app-150x100.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/signal-app.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Signal é um aplicativo de mensagens com criptografia de ponta a ponta, usado para comunicações privadas em smartphones – Imagem: Melnikov Dmitriy / Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-criptografia-protege-o-transito-nao-o-dispositivo">Criptografia protege o trânsito, não o dispositivo</h2>
<p>A principal distinção feita pelo FBI é que a criptografia de ponta a ponta atua apenas durante o envio das mensagens. Ou seja, ela protege o conteúdo enquanto ele está em trânsito entre um dispositivo e outro.</p>
<p>No entanto, assim que a mensagem chega ao destino, ela é descriptografada e passa a depender da segurança do aparelho. Isso significa que, se um smartphone for comprometido, seja por acesso físico ou remoto, o conteúdo das conversas pode ser exposto.</p>
<p>De acordo com o alerta, mais de <strong>1 bilhão de smartphones</strong> já não recebem atualizações de segurança do sistema operacional. Esses dispositivos representam um ponto crítico, já que vulnerabilidades conhecidas podem ser exploradas em ataques mais recentes.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-notificacoes-e-configuracoes-ampliam-riscos">Notificações e configurações ampliam riscos</h2>
<p>Um dos exemplos citados envolve a forma como notificações são armazenadas em dispositivos. A coleta de mensagens apagadas no Signal, segundo o FBI, não ocorreu por falha no aplicativo, mas sim pela maneira como o iPhone gerencia notificações.</p>
<p>Se o usuário permite que notificações exibam o remetente e trechos da mensagem, essas informações podem ficar acessíveis no aparelho. A recomendação é revisar as configurações de notificações caso haja preocupação com esse tipo de exposição.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-contas-sequestradas-e-acesso-indevido">Contas sequestradas e acesso indevido</h2>
<p>Outro vetor de ataque destacado envolve o comprometimento de contas. <a href="https://olhardigital.com.br/tag/golpes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Golpes</a> que levam usuários a compartilhar códigos de verificação ou a conectar dispositivos desconhecidos a aplicativos como WhatsApp e Signal podem permitir acesso completo às conversas.</p>
<p>Segundo o FBI, campanhas recentes resultaram em <strong>acesso não autorizado a milhares de contas</strong>, permitindo que invasores visualizassem mensagens, listas de contatos e até enviassem conteúdos em nome das vítimas.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/12/fbi-1024x683.jpg" alt="fbi" class="wp-image-1229541" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/fbi-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/fbi-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/fbi-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/fbi-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/fbi-2048x1365.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/fbi-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">FBI alertou para campanhas que resultaram no acesso não autorizado a contas de aplicativos de mensagens – Imagem: domoyega/iStock</figcaption></figure>
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<p>Embora o foco tenha sido o Signal em um dos casos, o órgão afirma que métodos semelhantes podem ser aplicados a outras plataformas de mensagens.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-seguranca-depende-do-conjunto">Segurança depende do conjunto</h2>
<p>O alerta reforça que a criptografia de ponta a ponta continua funcionando corretamente e não foi quebrada. Ainda assim, ela não é suficiente para garantir a proteção total dos dados.</p>
<p>Na prática, a segurança depende também do estado do dispositivo utilizado, das configurações adotadas e do comportamento do usuário ao interagir com links, códigos e acessos vinculados às contas.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/04/13/seguranca/fbi-diz-que-criptografia-nao-protege-totalmente-apps-de-mensagem/">FBI diz que criptografia não protege totalmente apps de mensagem</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
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