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	<title>Estados Unidos &#8211; Infratic</title>
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	<title>Estados Unidos &#8211; Infratic</title>
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		<title>Hackers ligados à China atacaram NASA, Senado e órgãos dos EUA, diz governo</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/hackers-ligados-a-china-atacaram-nasa-senado-e-orgaos-dos-eua-diz-governo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 23:51:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Hackers]]></category>
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		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos afirmaram, nesta quarta-feira (26), ter interrompido uma operação de hackers ligada à China que, segundo o Departamento de Justiça estadunidense, realizou invasões e tentativas de acesso a redes sensíveis do governo e de outras organizações desde pelo menos 2018. Entre os alvos estavam sistemas do próprio Departamento de Justiça, da NASA, do Federal Reserve, o banco central dos EUA, e do Senado estadunidense. A operação também atingiu ou tentou atingir outras estruturas consideradas sensíveis nos EUA e em outros países. Como parte da ação, o Departamento de Justiça apreendeu os domínios de duas plataformas usadas para ataques cibernéticos, chamadas QScan e QTRouter. Segundo as autoridades estadunidenses, os serviços faziam parte da campanha de invasões. Um documento apresentado à Justiça identificou como vítimas o Departamento de Energia dos EUA, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos, os Institutos Nacionais de Saúde (NIH) e quatro empresas não identificadas dos Estados Unidos e da Coreia do Sul. As autoridades afirmam que as duas plataformas eram administradas pela Nanjing Xinjiuwei Network Technology Company, empresa sediada na China. De acordo com o Departamento de Justiça, entre os clientes da companhia estavam o Ministério da Segurança do Estado da China, responsável pela inteligência civil do país, e o Exército de Libertação Popular. A Nanjing Xinjiuwei não respondeu imediatamente a um pedido de comentário da Reuters feito fora do horário comercial. China nega acusações A embaixada da China em Washington contestou a acusação estadunidense; Um porta-voz afirmou que o governo chinês não conhecia os detalhes específicos mencionados pelo Departamento de Justiça, mas declarou que a China “se opõe firmemente e combate todas as formas de ataques cibernéticos de acordo com a lei”; O representante também acusou os Estados Unidos de utilizar questões de segurança cibernética para “difamar ou desacreditar a China” e de ampliar o conceito de segurança nacional para impor restrições discriminatórias a empresas chinesas; Segundo a embaixada, Pequim pretende proteger os direitos e interesses legítimos das empresas do país. Leia mais: Ataques começaram há pelo menos oito anos De acordo com o documento apresentado à Justiça, os hackers utilizaram ferramentas próprias para tentar comprometer infraestruturas críticas e outras redes sensíveis nos Estados Unidos e em diferentes países desde pelo menos 2018. Nem todas as tentativas tiveram sucesso. Em agosto de 2019, por exemplo, os invasores tentaram acessar redes da NASA explorando uma vulnerabilidade em uma rede privada virtual (VPN, na sigla em inglês), mas não conseguiram entrar nos sistemas. Já em setembro de 2024, os hackers conseguiram realizar invasões contra três laboratórios do Departamento de Energia, os Institutos Nacionais de Saúde, uma agência do Departamento de Saúde e Serviços Humanos e uma fabricante estadunidense de equipamentos de segurança. Uma ação conjunta de cibersegurança do FBI, da NSA e da Força Cibernética Nacional de Missão do Comando Cibernético dos EUA também detalhou outras atividades atribuídas ao grupo. Entre elas estão casos de roubo de dados de empresas do setor de defesa, instituições financeiras e universidades, registrados em maio de 2024. Mais recentemente, em março de 2026, os hackers fizeram varreduras em busca de vulnerabilidades e tentaram, sem sucesso, acessar redes do Senado dos EUA e de um hospital estadunidense. A NASA afirmou que não comenta incidentes específicos. O Departamento de Saúde e Serviços Humanos encaminhou as perguntas ao Departamento de Justiça, que não forneceu detalhes adicionais. Empresas privadas são usadas em operações, dizem especialistas O caso se soma a uma série de ataques atribuídos a grupos ligados à China contra redes governamentais e empresas privadas dos Estados Unidos nos últimos anos. Em março, o FBI informou ao Congresso que hackers haviam conseguido penetrar em determinadas redes de órgãos públicos relacionadas a pessoas que estavam sob investigação da agência. Reportagens publicadas posteriormente atribuíram a invasão à China. Hackers ligados ao país também foram associados a ataques contra redes de comissões da Câmara dos Representantes dos EUA e contra diversas grandes empresas de telecomunicações. Especialistas que acompanham as atividades cibernéticas chinesas afirmam que empresas privadas são frequentemente contratadas para realizar operações em nome de diferentes órgãos do governo chinês. “Na última década, o número de empresas que oferecem serviços especializados de invasão aumentou muito”, afirmou Dakota Cary, analista sobre a China da empresa de segurança digital SentinelOne, à Reuters. O post Hackers ligados à China atacaram NASA, Senado e órgãos dos EUA, diz governo apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Os <a href="https://olhardigital.com.br/tag/estados-unidos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Estados Unidos</a> afirmaram, nesta quarta-feira (26), ter interrompido uma operação de hackers ligada à <a href="https://olhardigital.com.br/tag/china/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">China</a> que, segundo o Departamento de Justiça estadunidense, realizou invasões e tentativas de acesso a redes sensíveis do governo e de outras organizações desde pelo menos 2018.</p>
<p>Entre os alvos estavam sistemas do próprio Departamento de Justiça, da <a href="https://olhardigital.com.br/tag/nasa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">NASA</a>, do Federal Reserve, o banco central dos EUA, e do Senado estadunidense. A operação também atingiu ou tentou atingir outras estruturas consideradas sensíveis nos EUA e em outros países.</p>
<p>Como parte da ação, o Departamento de Justiça apreendeu os domínios de duas plataformas usadas para ataques cibernéticos, chamadas <strong>QScan e QTRouter</strong>. Segundo as autoridades estadunidenses, os serviços faziam parte da campanha de invasões.</p>
<p>Um documento apresentado à Justiça identificou como vítimas o Departamento de Energia dos EUA, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos, os Institutos Nacionais de Saúde (NIH) e quatro empresas não identificadas dos Estados Unidos e da Coreia do Sul.</p>
<p>As autoridades afirmam que as duas plataformas eram administradas pela <strong>Nanjing Xinjiuwei Network Technology Company</strong>, empresa sediada na China. De acordo com o Departamento de Justiça, entre os clientes da companhia estavam o Ministério da Segurança do Estado da China, responsável pela inteligência civil do país, e o Exército de Libertação Popular.</p>
<p>A Nanjing Xinjiuwei não respondeu imediatamente a um pedido de comentário da <em><a href="https://www.reuters.com/world/china/china-sponsored-hacking-platforms-seized-by-us-justice-department-says-2026-08-26/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Reuters</a></em> feito fora do horário comercial.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-china-nega-acusacoes">China nega acusações</h2>
<ul>
<li>A embaixada da China em Washington contestou a acusação estadunidense;</li>
<li>Um porta-voz afirmou que o governo chinês não conhecia os detalhes específicos mencionados pelo Departamento de Justiça, mas declarou que a China “se opõe firmemente e combate todas as formas de ataques cibernéticos de acordo com a lei”;</li>
<li>O representante também acusou os Estados Unidos de utilizar questões de segurança cibernética para “difamar ou desacreditar a China” e de ampliar o conceito de segurança nacional para impor restrições discriminatórias a empresas chinesas;</li>
<li>Segundo a embaixada, Pequim pretende proteger os direitos e interesses legítimos das empresas do país.</li>
</ul>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li></li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-ataques-comecaram-ha-pelo-menos-oito-anos">Ataques começaram há pelo menos oito anos</h2>
<p>De acordo com o documento apresentado à Justiça, os hackers utilizaram ferramentas próprias para tentar comprometer infraestruturas críticas e outras redes sensíveis nos Estados Unidos e em diferentes países desde pelo menos <strong>2018</strong>. Nem todas as tentativas tiveram sucesso.</p>
<p>Em agosto de 2019, por exemplo, os invasores tentaram acessar redes da NASA explorando uma vulnerabilidade em uma rede privada virtual (VPN, na sigla em inglês), mas não conseguiram entrar nos sistemas.</p>
<p>Já em setembro de 2024, os hackers conseguiram realizar invasões contra <strong>três laboratórios do Departamento de Energia</strong>, os Institutos Nacionais de Saúde, uma agência do Departamento de Saúde e Serviços Humanos e uma fabricante estadunidense de equipamentos de segurança.</p>
<p>Uma ação conjunta de cibersegurança do FBI, da NSA e da Força Cibernética Nacional de Missão do Comando Cibernético dos EUA também detalhou outras atividades atribuídas ao grupo. Entre elas estão casos de <strong>roubo de dados de empresas do setor de defesa, instituições financeiras e universidades</strong>, registrados em maio de 2024.</p>
<p>Mais recentemente, em março de 2026, os hackers fizeram varreduras em busca de vulnerabilidades e tentaram, sem sucesso, acessar redes do Senado dos EUA e de um hospital estadunidense.</p>
<p>A NASA afirmou que não comenta incidentes específicos. O Departamento de Saúde e Serviços Humanos encaminhou as perguntas ao Departamento de Justiça, que não forneceu detalhes adicionais.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-empresas-privadas-sao-usadas-em-operacoes-dizem-especialistas">Empresas privadas são usadas em operações, dizem especialistas</h2>
<p>O caso se soma a uma série de ataques atribuídos a grupos ligados à China contra redes governamentais e empresas privadas dos Estados Unidos nos últimos anos.</p>
<p>Em março, o FBI informou ao Congresso que hackers haviam conseguido penetrar em determinadas redes de órgãos públicos relacionadas a pessoas que estavam sob investigação da agência. Reportagens publicadas posteriormente atribuíram a invasão à China.</p>
<p>Hackers ligados ao país também foram associados a ataques contra redes de comissões da Câmara dos Representantes dos EUA e contra diversas grandes empresas de telecomunicações.</p>
<p>Especialistas que acompanham as atividades cibernéticas chinesas afirmam que empresas privadas são frequentemente contratadas para realizar operações em nome de diferentes órgãos do governo chinês. “Na última década, o número de empresas que oferecem serviços especializados de invasão aumentou muito”, afirmou Dakota Cary, analista sobre a China da empresa de segurança digital SentinelOne, à <em>Reuters</em>.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/08/26/seguranca/hackers-ligados-a-china-atacaram-nasa-senado-e-orgaos-dos-eua-diz-governo/">Hackers ligados à China atacaram NASA, Senado e órgãos dos EUA, diz governo</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Hackers invadem sistemas de abastecimento de água nos Estados Unidos</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/hackers-invadem-sistemas-de-abastecimento-de-agua-nos-estados-unidos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 14:29:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ataque cibernético]]></category>
		<category><![CDATA[ataques cibernéticos]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[FBI]]></category>
		<category><![CDATA[Hackers]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Ataques cibernéticos contra sistemas de abastecimento de água e tratamento de esgoto levaram autoridades dos Estados Unidos a emitir um alerta para empresas do setor. Segundo o FBI e a Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA), sete concessionárias em diferentes estados foram afetadas desde 27 de julho de 2026, provocando falhas na operação dos sistemas. De acordo com o comunicado das autoridades, os ataques resultaram em problemas como perda de pressão na rede e alagamentos. O FBI informou que os invasores exploram dispositivos conectados à internet para assumir o controle de equipamentos essenciais ao funcionamento das instalações. FBI e EPA emitiram um alerta após ataques cibernéticos afetarem concessionárias de água em sete estados dos Estados Unidos – Imagem: domoyega/iStock Ataques cibernéticos alteram configurações de equipamentos críticos O FBI afirmou que os criminosos têm como alvo principal os Controladores Lógicos Programáveis (PLCs), equipamentos utilizados para automatizar processos industriais. A estratégia consiste em acessar remotamente dispositivos expostos à internet e alterar configurações, como endereços IP e senhas. Com essas mudanças, as concessionárias deixam de conseguir monitorar e controlar adequadamente seus sistemas. Segundo relatos recebidos pelo FBI, os ataques já causaram perda de pressão e inundações em instalações afetadas. O órgão também destacou que a redução da pressão pode gerar consequências além da interrupção do serviço. Nesse cenário, água subterrânea sem tratamento pode infiltrar-se nas tubulações, ampliando o impacto operacional enfrentado pelas empresas. Autoridades reforçam medidas de proteção Como resposta aos incidentes, FBI e EPA orientam as empresas do setor a reforçarem a segurança de suas redes. Entre as recomendações estão o uso de gateways seguros, firewalls, senhas mais robustas e listas de controle de acesso para restringir a comunicação apenas a dispositivos autorizados. O alerta foi divulgado após mais de 30 instalações municipais de água em Minnesota terem sido alvo de invasões ao longo da última semana. Segundo a NBC News, os ataques apresentavam características semelhantes às de uma campanha atribuída anteriormente a hackers ligados ao Irã. No entanto, as autoridades afirmam que a investigação continua e ainda não confirmaram oficialmente qualquer envolvimento do país. A Wired informou ter tido acesso a um memorando enviado aos integrantes do Water Information Sharing and Analysis Center (WaterISAC). O documento cita um alerta do Minnesota Fusion Center segundo o qual a atividade maliciosa observada em sistemas públicos de abastecimento de água no estado é compatível com uma campanha descrita anteriormente pela Agência de Segurança Cibernética e de Infraestrutura dos EUA (CISA). Em abril, a CISA já havia alertado que hackers associados ao Irã estavam mirando infraestruturas de água e outros tipos de organizações. Apesar dessa semelhança, os órgãos responsáveis pela investigação ainda não estabeleceram oficialmente uma ligação entre os ataques mais recentes e o país. O post Hackers invadem sistemas de abastecimento de água nos Estados Unidos apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong><strong><a href="https://olhardigital.com.br/tag/ataques-ciberneticos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ataques cibernéticos</a></strong></strong> contra sistemas de abastecimento de água e tratamento de esgoto levaram autoridades dos Estados Unidos a emitir um alerta para empresas do setor. Segundo o <strong><a href="https://olhardigital.com.br/tag/fbi/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">FBI</a></strong> e a Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA), sete concessionárias em diferentes estados foram afetadas desde 27 de julho de 2026, provocando falhas na operação dos sistemas.</p>
<p>De acordo com o <a href="https://www.fbi.gov/investigate/cyber/alerts/2026/malicious-cyber-actors-targeting-water-and-wastewater-sector-internet--facing-programmable-logic-controllers-causing-operational-disruptions" target="_blank" rel="noreferrer noopener">comunicado</a> das autoridades, os ataques resultaram em problemas como <strong>perda de pressão na rede</strong> e <strong>alagamentos</strong>. O FBI informou que os invasores exploram dispositivos conectados à internet para assumir o controle de equipamentos essenciais ao funcionamento das instalações.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/12/fbi-1024x683.jpg" alt="fbi" class="wp-image-1229541" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/fbi-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/fbi-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/fbi-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/fbi-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/fbi-2048x1365.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/fbi-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">FBI e EPA emitiram um alerta após ataques cibernéticos afetarem concessionárias de água em sete estados dos Estados Unidos – Imagem: domoyega/iStock</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-ataques-ciberneticos-alteram-configuracoes-de-equipamentos-criticos">Ataques cibernéticos alteram configurações de equipamentos críticos</h2>
<p>O FBI afirmou que os criminosos têm como alvo principal os <strong>Controladores Lógicos Programáveis (PLCs)</strong>, equipamentos utilizados para automatizar processos industriais. A estratégia consiste em acessar remotamente dispositivos expostos à internet e alterar configurações, como endereços IP e senhas.</p>
<p>Com essas mudanças, as concessionárias deixam de conseguir monitorar e controlar adequadamente seus sistemas. Segundo relatos recebidos pelo FBI, os ataques já causaram perda de pressão e inundações em instalações afetadas.</p>
<p>O órgão também destacou que a redução da pressão pode gerar consequências além da interrupção do serviço. Nesse cenário, água subterrânea sem tratamento pode infiltrar-se nas tubulações, ampliando o impacto operacional enfrentado pelas empresas.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-autoridades-reforcam-medidas-de-protecao">Autoridades reforçam medidas de proteção</h2>
<p>Como resposta aos incidentes, FBI e EPA orientam as empresas do setor a reforçarem a segurança de suas redes. Entre as recomendações estão o uso de gateways seguros, firewalls, senhas mais robustas e listas de controle de acesso para restringir a comunicação apenas a dispositivos autorizados.</p>
<p>O alerta foi divulgado após mais de 30 instalações municipais de água em Minnesota terem sido alvo de invasões ao longo da última semana. Segundo a <a href="https://www.nbcnews.com/tech/security/hackers-targeted-municipal-water-systems-7-states-week-fbi-says-rcna590210" target="_blank" rel="noreferrer noopener">NBC News</a>, os ataques apresentavam características semelhantes às de uma campanha atribuída anteriormente a hackers ligados ao Irã. No entanto, as autoridades afirmam que a investigação continua e ainda não confirmaram oficialmente qualquer envolvimento do país.</p>
<p>A <a href="https://www.wired.com/story/a-leaked-memo-ties-cyberattacks-on-minnesota-water-utilities-to-iran/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Wired</a> informou ter tido acesso a um memorando enviado aos integrantes do Water Information Sharing and Analysis Center (WaterISAC). O documento cita um alerta do Minnesota Fusion Center segundo o qual a atividade maliciosa observada em sistemas públicos de abastecimento de água no estado é compatível com uma campanha descrita anteriormente pela Agência de Segurança Cibernética e de Infraestrutura dos EUA (CISA).</p>
<p>Em abril, a CISA já havia alertado que <a href="https://olhardigital.com.br/tag/hackers/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">hackers</a> associados ao Irã estavam mirando infraestruturas de água e outros tipos de organizações. Apesar dessa semelhança, os órgãos responsáveis pela investigação ainda não estabeleceram oficialmente uma ligação entre os ataques mais recentes e o país.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/08/01/seguranca/hackers-invadem-sistemas-de-abastecimento-de-agua-nos-estados-unidos/">Hackers invadem sistemas de abastecimento de água nos Estados Unidos</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Ataque cibernético atinge plataforma estratégica do governo dos EUA</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/ataque-cibernetico-atinge-plataforma-estrategica-do-governo-dos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 16:47:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ataque cibernético]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Hackers]]></category>
		<category><![CDATA[Homeland Security]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O Departamento de Segurança Interna (DHS) investiga uma invasão à Homeland Security Information Network (HSIN), rede usada por órgãos federais, estaduais e autoridades policiais para trocar informações e coordenar operações. Embora o conteúdo da plataforma não seja classificado como sigiloso, a possível exposição desses dados reacendeu preocupações sobre a segurança dos sistemas do governo dos Estados Unidos, destaca o TechCrunch. O governo dos Estados Unidos afirma que isolou os sistemas afetados e iniciou uma investigação forense para apurar o ataque. – Imagem: Pixels Hunter/Shutterstock Ataque ainda tem muitas perguntas sem resposta As informações disponíveis indicam que os invasores acessaram servidores da HSIN entre o fim de maio e o início de junho. A rede é utilizada para compartilhar inteligência, organizar grandes operações e apoiar a resposta a situações de emergência. Em comunicado enviado por e-mail, um porta-voz do Departamento de Segurança Interna declarou: “Estamos cientes de um incidente cibernético recente envolvendo um ambiente específico e legado de compartilhamento de informações não classificadas.” Segundo o DHS, os sistemas afetados foram isolados, medidas para corrigir a vulnerabilidade já estão em andamento e uma investigação forense foi iniciada. Ainda não se sabe exatamente quais dados foram acessados nem o tamanho do possível vazamento. Os principais pontos conhecidos até agora são: A HSIN foi invadida entre o fim de maio e o início de junho. Os sistemas afetados foram isolados pelo DHS. A investigação sobre o ataque continua. O volume de dados comprometidos ainda é desconhecido. Plataforma já havia sofrido outro ataque cibernético Não é a primeira vez que a HSIN aparece ligada a uma falha de segurança. Em 2023, um incidente revelou que a plataforma armazenava informações pessoais compartilhadas entre autoridades policiais relacionadas à vigilância de cidadãos americanos. Para o senador Mark Warner, integrante do Comitê de Inteligência do Senado, a situação merece atenção especial. Em comunicado, ele afirmou: “As informações são altamente sensíveis, e sua exposição coloca em risco a segurança nacional.” Warner lembrou que a HSIN dá suporte aos jogos da Copa do Mundo realizados nos Estados Unidos e também foi usada no ano passado para coordenar a resposta ao acidente entre um jato da American Airlines e um helicóptero Black Hawk do Exército dos EUA, em Washington, D.C., que deixou 67 mortos. Até agora, não há informações sobre a identidade, a afiliação ou as motivações dos responsáveis pelo ataque. A identidade, a afiliação e as motivações dos responsáveis pelo ataque ainda são desconhecidas. – Imagem: iJeab/Shutterstock Falhas recentes aumentam a pressão O episódio ocorre depois de mais de um ano de cortes no DHS e na CISA durante a administração Trump. Além disso, desde janeiro de 2025, o governo federal acumulou outros incidentes, como o compartilhamento de informações sigilosas e planos de guerra por aplicativos não autorizados, a invasão de bancos de dados federais contendo informações pessoais de cidadãos americanos por integrantes do DOGE, liderado por Elon Musk, e o vazamento de credenciais de acesso por um prestador de serviços da CISA. Leia mais: IA revela falha em sistema que vende ingressos de grandes eventos Hackers roubam dados do LastPass, famoso sistema de gerenciamento de senhas Google processa hackers acusados de usar Gemini em esquema global de phishing Outro caso citado no mesmo período envolveu o FBI, que precisou declarar um “incidente cibernético grave” após expor números de telefone de pessoas monitoradas por agentes federais, o que poderia beneficiar esses alvos. Enquanto as investigações avançam, o novo ataque coloca novamente em evidência o desafio de proteger sistemas usados para compartilhar informações consideradas altamente sensíveis. O post Ataque cibernético atinge plataforma estratégica do governo dos EUA apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O Departamento de Segurança Interna (DHS) investiga uma invasão à <a href="https://olhardigital.com.br/tag/homeland-security/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Homeland Security</a> Information Network (HSIN), rede usada por órgãos federais, estaduais e autoridades policiais para trocar informações e coordenar operações.</p>
<p>Embora o conteúdo da plataforma não seja classificado como sigiloso, a possível exposição desses dados reacendeu preocupações sobre a segurança dos sistemas do governo dos <a href="https://olhardigital.com.br/tag/estados-unidos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Estados Unidos</a>, destaca o <em><a href="https://techcrunch.com/2026/07/02/us-government-says-it-got-hacked-again/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">TechCrunch</a></em>.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2022/02/ilustrativa-seguranca-eua-1024x682.jpg" alt="Imagem ilustrativa para reforço de proteção dos Estados Unidos contra ataques cibernéticos" class="wp-image-328788" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/02/ilustrativa-seguranca-eua-1024x682.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/02/ilustrativa-seguranca-eua-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/02/ilustrativa-seguranca-eua-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/02/ilustrativa-seguranca-eua-150x100.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/02/ilustrativa-seguranca-eua.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>O governo dos Estados Unidos afirma que isolou os sistemas afetados e iniciou uma investigação forense para apurar o ataque.</em> – Imagem: Pixels Hunter/Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-ataque-ainda-tem-muitas-perguntas-sem-resposta">Ataque ainda tem muitas perguntas sem resposta</h2>
<p>As informações disponíveis indicam que os invasores acessaram servidores da HSIN entre o fim de maio e o início de junho. A rede é utilizada para compartilhar inteligência, organizar grandes operações e apoiar a resposta a situações de emergência.</p>
<p>Em comunicado enviado por e-mail, um porta-voz do Departamento de Segurança Interna declarou: “Estamos cientes de um incidente cibernético recente envolvendo um ambiente específico e legado de compartilhamento de informações não classificadas.”</p>
<p>Segundo o DHS, os sistemas afetados foram isolados, medidas para corrigir a <a href="https://olhardigital.com.br/tag/vulnerabilidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vulnerabilidade</a> já estão em andamento e uma investigação forense foi iniciada. Ainda não se sabe exatamente quais dados foram acessados nem o tamanho do possível vazamento.</p>
<p>Os principais pontos conhecidos até agora são:</p>
<ul>
<li>A HSIN foi invadida entre o fim de maio e o início de junho.</li>
<li>Os sistemas afetados foram isolados pelo DHS.</li>
<li>A investigação sobre o ataque continua.</li>
<li>O volume de dados comprometidos ainda é desconhecido.</li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-plataforma-ja-havia-sofrido-outro-ataque-cibernetico">Plataforma já havia sofrido outro ataque cibernético</h2>
<p>Não é a primeira vez que a HSIN aparece ligada a uma <a href="https://olhardigital.com.br/tag/falha-de-seguranca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">falha de segurança</a>. Em 2023, um incidente revelou que a plataforma armazenava informações pessoais compartilhadas entre autoridades policiais relacionadas à vigilância de cidadãos americanos.</p>
<p>Para o senador Mark Warner, integrante do Comitê de Inteligência do Senado, a situação merece atenção especial. Em comunicado, ele afirmou: “As informações são altamente sensíveis, e sua exposição coloca em risco a segurança nacional.”</p>
<p>Warner lembrou que a HSIN dá suporte aos jogos da Copa do Mundo realizados nos Estados Unidos e também foi usada no ano passado para coordenar a resposta ao acidente entre um jato da American Airlines e um helicóptero Black Hawk do Exército dos EUA, em Washington, D.C., que deixou 67 mortos. Até agora, não há informações sobre a identidade, a afiliação ou as motivações dos responsáveis pelo ataque.</p>
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Destaque-Hacker-e-ciberseguranca-1024x576.jpg" alt="Foto de silhueta de hacker encapuzado" class="wp-image-1246360" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Destaque-Hacker-e-ciberseguranca-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Destaque-Hacker-e-ciberseguranca-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Destaque-Hacker-e-ciberseguranca-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Destaque-Hacker-e-ciberseguranca-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Destaque-Hacker-e-ciberseguranca-2048x1152.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Destaque-Hacker-e-ciberseguranca-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Destaque-Hacker-e-ciberseguranca-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Destaque-Hacker-e-ciberseguranca-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>A identidade, a afiliação e as motivações dos responsáveis pelo ataque ainda são desconhecidas.</em> – Imagem: iJeab/Shutterstock</figcaption></figure>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-falhas-recentes-aumentam-a-pressao">Falhas recentes aumentam a pressão</h2>
<p>O episódio ocorre depois de mais de um ano de cortes no DHS e na CISA durante a administração Trump. Além disso, desde janeiro de 2025, o governo federal acumulou outros incidentes, como o compartilhamento de informações sigilosas e planos de guerra por aplicativos não autorizados, a invasão de bancos de dados federais contendo informações pessoais de cidadãos americanos por integrantes do DOGE, liderado por Elon Musk, e o vazamento de credenciais de acesso por um prestador de serviços da CISA.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/07/01/seguranca/ia-revela-falha-em-sistema-que-vende-ingressos-de-grandes-eventos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IA revela falha em sistema que vende ingressos de grandes eventos</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/23/seguranca/hackers-roubam-dados-do-lastpass-famoso-sistema-de-gerenciamento-de-senhas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Hackers roubam dados do LastPass, famoso sistema de gerenciamento de senhas</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/12/seguranca/google-processa-hackers-acusados-de-usar-gemini-em-esquema-global-de-phishing/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Google processa hackers acusados de usar Gemini em esquema global de phishing</a></li>
</ul>
<p>Outro caso citado no mesmo período envolveu o FBI, que precisou declarar um “incidente cibernético grave” após expor números de telefone de pessoas monitoradas por agentes federais, o que poderia beneficiar esses alvos. Enquanto as investigações avançam, o novo ataque coloca novamente em evidência o desafio de proteger sistemas usados para compartilhar informações consideradas altamente sensíveis.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/07/02/seguranca/ataque-cibernetico-atinge-plataforma-estrategica-do-governo-dos-eua/">Ataque cibernético atinge plataforma estratégica do governo dos EUA</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
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		<title>EUA emitem alerta global sobre suposto roubo de IA por empresas chinesas</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/eua-emitem-alerta-global-sobre-suposto-roubo-de-ia-por-empresas-chinesas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 01:43:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[DeepSeek]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/eua-emitem-alerta-global-sobre-suposto-roubo-de-ia-por-empresas-chinesas/</guid>

					<description><![CDATA[O Departamento de Estado dos Estados Unidos ordenou um alerta diplomático global sobre supostos esforços generalizados de empresas chinesas, incluindo a startup de inteligência artificial (IA) DeepSeek, para roubar propriedade intelectual de laboratórios estadunidenses de IA, segundo documento diplomático obtido pela Reuters. O documento afirma que seu propósito é “alertar sobre os riscos de utilizar modelos de IA destilados de modelos proprietários dos EUA e estabelecer as bases para possível acompanhamento e contato do governo americano”. Processo de destilação e acusações A destilação é o processo de treinar modelos menores de IA usando saídas de modelos maiores e mais caros como parte de um esforço para reduzir os custos de treinamento de uma nova ferramenta poderosa de IA. A DeepSeek, startup chinesa cujo modelo de baixo custo surpreendeu o mundo no ano passado, lançou na sexta-feira uma prévia de um novo modelo altamente antecipado, adaptado para a tecnologia de chips Huawei, destacando a crescente autonomia da China no setor. O cabo também mencionou as empresas chinesas de IA Moonshot AI e MiniMax. O Departamento de Estado, a DeepSeek e a Embaixada Chinesa em Washington não responderam imediatamente aos pedidos de comentário. Leia mais: 7 aplicativos que usam IA para você testar no dia a dia 4 melhores inteligências artificiais para criar e editar vídeos EUA: 12 estados tentam frear expansão de data centers devido ao avanço da IA DeepSeek, que deixou o mundo da IA de queixo caído, estaria envolvida na atividade – Imagem: Mojahid Mottakin/Shutterstock Resposta Chinesa e Contexto Diplomático Esta semana, a Casa Branca fez acusações similares, que a Embaixada Chinesa em Washington chamou de “alegações infundadas”, acrescentando que Pequim “atribui grande importância à proteção dos direitos de propriedade intelectual”. O cabo, datado de sexta-feira e enviado a postos diplomáticos e consulares ao redor do mundo, instrui funcionários diplomáticos a falar com suas contrapartes estrangeiras sobre “preocupações com a extração e destilação de modelos de IA dos EUA por adversários”. “Um pedido e uma mensagem de protesto separados foram enviados a Pequim para serem discutidos com a China”, afirma o documento. Ele, que não foi reportado anteriormente, sinaliza que a administração Trump está levando a sério as crescentes preocupações sobre a destilação chinesa de modelos estadunidenses de IA. “Modelos de IA desenvolvidos a partir de campanhas de destilação sub-reptícias e não autorizadas permitem que atores estrangeiros lancem produtos que parecem ter desempenho comparável em benchmarks selecionados por uma fração do custo, mas não replicam o desempenho completo do sistema original”, disse o documento, acrescentando que as campanhas também “deliberadamente removem protocolos de segurança dos modelos resultantes e desfazem mecanismos que garantem que esses modelos de IA sejam ideologicamente neutros e busquem a verdade”. Advertências anteriores da OpenAI A OpenAI alertou legisladores estadunidenses que a DeepSeek estava mirando a fabricante do ChatGPT e as principais empresas de IA do país para replicar modelos e usá-los para seu próprio treinamento, reportou a Reuters em fevereiro. O memorando e o documento de acompanhamento, divulgados apenas semanas antes de o presidente estadunidense Donald Trump visitar o presidente chinês Xi Jinping em Pequim, prometem elevar as tensões em uma guerra tecnológica de longa data entre as superpotências rivais, que havia sido diminuída por uma distensão negociada em outubro passado. O post EUA emitem alerta global sobre suposto roubo de IA por empresas chinesas apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O Departamento de Estado dos Estados Unidos ordenou um <strong>alerta diplomático global</strong> sobre supostos esforços generalizados de empresas chinesas, incluindo a startup de inteligência artificial (IA) <strong>DeepSeek</strong>, para <strong>roubar</strong> propriedade intelectual de laboratórios estadunidenses de IA, segundo documento diplomático obtido pela <a href="https://www.reuters.com/world/china/us-state-dept-orders-global-warning-about-alleged-china-ai-thefts-by-deepseek-2026-04-24/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Reuters</em></a>.</p>
<p>O documento afirma que seu propósito é “alertar sobre os riscos de utilizar modelos de IA destilados de modelos proprietários dos EUA e estabelecer as bases para possível acompanhamento e contato do governo americano”.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-processo-de-destilacao-e-acusacoes">Processo de destilação e acusações</h2>
<p>A destilação é o processo de treinar modelos menores de IA usando saídas de modelos maiores e mais caros como parte de um esforço para reduzir os custos de treinamento de uma nova ferramenta poderosa de IA. A DeepSeek, startup chinesa cujo modelo de baixo custo surpreendeu o mundo no ano passado, lançou na sexta-feira uma prévia de um novo modelo altamente antecipado, adaptado para a tecnologia de chips Huawei, destacando a crescente autonomia da China no setor.</p>
<p>O cabo também mencionou as empresas chinesas de IA Moonshot AI e MiniMax. O Departamento de Estado, a DeepSeek e a Embaixada Chinesa em Washington não responderam imediatamente aos pedidos de comentário.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/20/dicas-e-tutoriais/7-aplicativos-que-usam-ia-para-voce-testar-no-dia-a-dia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">7 aplicativos que usam IA para você testar no dia a dia</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/05/dicas-e-tutoriais/4-melhores-inteligencias-artificiais-para-criar-e-editar-videos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">4 melhores inteligências artificiais para criar e editar vídeos</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/04/24/pro/eua-12-estados-tentam-frear-expansao-de-data-centers-devido-ao-avanco-da-ia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">EUA: 12 estados tentam frear expansão de data centers devido ao avanço da IA</a></li>
</ul>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="577" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/12/deepseek-1024x577.jpg" alt="Logo da DeepSeek em um smartphone na diagonal" class="wp-image-1225682" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/deepseek-1024x577.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/deepseek-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/deepseek-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/deepseek-1536x865.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/deepseek-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/deepseek-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/deepseek-150x84.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/deepseek.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">DeepSeek, que deixou o mundo da IA de queixo caído, estaria envolvida na atividade – Imagem: Mojahid Mottakin/Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-resposta-chinesa-e-contexto-diplomatico">Resposta Chinesa e Contexto Diplomático</h2>
<p><a href="https://olhardigital.com.br/2026/04/23/pro/estados-unidos-acusam-china-de-roubo-de-ia-em-escala-industrial/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Esta semana</a>, a Casa Branca fez acusações similares, que a Embaixada Chinesa em Washington chamou de “alegações infundadas”, acrescentando que Pequim “atribui grande importância à proteção dos direitos de propriedade intelectual”.</p>
<p>O cabo, datado de sexta-feira e enviado a postos diplomáticos e consulares ao redor do mundo, instrui funcionários diplomáticos a falar com suas contrapartes estrangeiras sobre “preocupações com a extração e destilação de modelos de IA dos EUA por adversários”.</p>
<p>“Um pedido e uma mensagem de protesto separados foram enviados a Pequim para serem discutidos com a China”, afirma o documento. Ele, que não foi reportado anteriormente, sinaliza que a administração Trump está levando a sério as crescentes preocupações sobre a <strong>destilação</strong> chinesa de modelos estadunidenses de IA.</p>
<p>“Modelos de IA desenvolvidos a partir de campanhas de destilação sub-reptícias e não autorizadas permitem que atores estrangeiros lancem produtos que parecem ter desempenho comparável em benchmarks selecionados por uma fração do custo, mas não replicam o desempenho completo do sistema original”, disse o documento, acrescentando que as campanhas também “deliberadamente removem protocolos de segurança dos modelos resultantes e desfazem mecanismos que garantem que esses modelos de IA sejam ideologicamente neutros e busquem a verdade”.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-advertencias-anteriores-da-openai">Advertências anteriores da OpenAI</h2>
<p>A OpenAI alertou legisladores estadunidenses que a DeepSeek estava mirando a fabricante do ChatGPT e as principais empresas de IA do país para replicar modelos e usá-los para seu próprio treinamento, reportou a <em>Reuters</em> em fevereiro.</p>
<p>O memorando e o documento de acompanhamento, divulgados apenas semanas antes de o presidente estadunidense Donald Trump visitar o presidente chinês Xi Jinping em Pequim, prometem elevar as tensões em uma guerra tecnológica de longa data entre as superpotências rivais, que havia sido diminuída por uma distensão negociada em outubro passado.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/04/24/inteligencia-artificial/eua-emitem-alerta-global-sobre-suposto-roubo-de-ia-por-empresas-chinesas/">EUA emitem alerta global sobre suposto roubo de IA por empresas chinesas</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
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		<title>EUA convocam cúpula com big techs por temor de nova IA “hacker” da Anthropic</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/eua-convocam-cupula-com-big-techs-por-temor-de-nova-ia-hacker-da-anthropic/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 23:38:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[big tech]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[governo dos eua]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Os bastidores do setor tecnológico em Washington ficaram agitados na última semana. Antes mesmo de a Anthropic oficializar o lançamento de seu novo modelo de IA, batizado de Mythos, o governo dos Estados Unidos realizou uma conferência telefônica privada com os principais CEOs do Vale do Silício na semana passada. De acordo com fontes familiarizadas com o assunto ouvidas pela CNBC, o encontro reuniu nomes de peso como Elon Musk (xAI), Dario Amodei (Anthropic), Sam Altman (OpenAI), Sundar Pichai (Google), Satya Nadella (Microsoft), além dos CEOs da CrowdStrike e Palo Alto Networks. O foco central foi a postura de segurança dos Grandes Modelos de Linguagem (LLMs) e como o governo deve reagir caso essas ferramentas facilitem a ação de hackers em larga escala. Segundo uma fonte ouvida pela CNBC, a Anthropic se manteve aberta ao diálogo desde o início, apresentando todas as capacidades do Mythos Preview para o governo dos Estados Unidos. “Envolver o governo desde o início – sobre o que o modelo pode fazer, onde estão os riscos e como os estamos gerenciando – foi uma prioridade desde o princípio.” A ameaça do modelo Mythos A urgência da reunião se justifica pelas capacidades do Mythos. Diferente de modelos voltados apenas para chat, o novo sistema da Anthropic foi projetado com um entendimento profundo de infraestrutura digital. Capacidade ofensiva: o modelo consegue identificar e explorar falhas em sistemas operacionais e navegadores. Acesso restrito: para mitigar riscos, a Anthropic limitou o lançamento a apenas 40 parceiros iniciais, incluindo Apple, Nvidia e as próprias gigantes Google e Microsoft. Transparência governamental: um porta-voz da Anthropic confirmou à CNBC que a empresa priorizou informar o governo sobre os riscos defensivos e ofensivos do Mythos antes de qualquer liberação externa. Alerta no setor financeiro A preocupação do governo Trump não se limitou às empresas de tecnologia. Como o Olhar Digital noticiou mais cedo, o secretário Scott Bessent e o presidente do Fed, Jerome Powell, também convocaram uma reunião de emergência com os CEOs dos maiores bancos dos EUA, como Goldman Sachs e Morgan Stanley. O temor das autoridades é que o Mythos, se cair em mãos erradas, possa ser utilizado para desestabilizar o sistema financeiro global por meio de ataques cibernéticos automatizados e ultra-sofisticados. Conflito judicial e político Apesar da colaboração recente sobre o Mythos, a relação entre a Anthropic e a Casa Branca é tensa. O governo Trump tem buscado banir a plataforma Claude (o chatbot principal da startup) de agências federais. Atualmente, a Anthropic enfrenta uma batalha jurídica complexa contra o Departamento de Defesa (DOD). Embora uma decisão judicial em São Francisco tenha suspendido temporariamente o banimento da empresa em alguns órgãos, um tribunal de apelações manteve, nesta semana, a proibição de contratos da Anthropic com o Pentágono, alegando riscos na cadeia de suprimentos. O post EUA convocam cúpula com big techs por temor de nova IA “hacker” da Anthropic apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Os bastidores do setor tecnológico em Washington ficaram agitados na última semana. Antes mesmo de a <a href="https://olhardigital.com.br/tag/anthropic/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Anthropic</a> oficializar o lançamento de <a href="https://olhardigital.com.br/2026/04/07/inteligencia-artificial/anthropic-lanca-novo-modelo-de-ia-para-fortalecer-ciberseguranca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">seu novo modelo de IA</a>, batizado de <strong>Mythos</strong>, o governo dos Estados Unidos realizou uma conferência telefônica privada com os principais CEOs do Vale do Silício na semana passada. </p>
<p>De acordo com fontes familiarizadas com o assunto ouvidas pela <em><a href="https://www.cnbc.com/2026/04/10/trump-white-house-ai-cyber-threat-anthropic-mythos.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CNBC</a></em>, o encontro reuniu nomes de peso como <strong>Elon Musk</strong> (xAI), <strong>Dario Amodei</strong> (Anthropic), <strong>Sam Altman</strong> (OpenAI), <strong>Sundar Pichai</strong> (Google), <strong>Satya Nadella</strong> (Microsoft), além dos CEOs da <strong>CrowdStrike</strong> e <strong>Palo Alto Networks</strong>. O foco central foi a postura de segurança dos Grandes Modelos de Linguagem (LLMs) e como o governo deve reagir caso essas ferramentas facilitem a ação de hackers em larga escala.</p>
<p>Segundo uma fonte ouvida pela <em>CNBC</em>, a Anthropic se manteve aberta ao diálogo desde o início, apresentando todas as capacidades do <strong>Mythos Preview</strong> para o governo dos Estados Unidos. “Envolver o governo desde o início – sobre o que o modelo pode fazer, onde estão os riscos e como os estamos gerenciando – foi uma prioridade desde o princípio.”</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-a-ameaca-do-modelo-mythos">A ameaça do modelo Mythos</h2>
<p>A urgência da reunião se justifica pelas capacidades do Mythos. Diferente de modelos voltados apenas para chat, o novo sistema da Anthropic foi projetado com um entendimento profundo de infraestrutura digital.</p>
<ul>
<li><strong>Capacidade ofensiva:</strong> o modelo consegue identificar e explorar falhas em sistemas operacionais e navegadores.</li>
<li><strong>Acesso restrito:</strong> para mitigar riscos, a Anthropic limitou o lançamento a apenas 40 parceiros iniciais, incluindo Apple, Nvidia e as próprias gigantes Google e Microsoft.</li>
<li><strong>Transparência governamental:</strong> um porta-voz da Anthropic confirmou à CNBC que a empresa priorizou informar o governo sobre os riscos defensivos e ofensivos do Mythos antes de qualquer liberação externa.</li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-alerta-no-setor-financeiro">Alerta no setor financeiro</h2>
<p>A preocupação do governo Trump não se limitou às empresas de tecnologia. Como o <strong>Olhar Digital</strong> noticiou mais cedo, o secretário Scott Bessent e o presidente do Fed, Jerome Powell, também convocaram uma <a href="https://olhardigital.com.br/2026/04/10/seguranca/eua-alertam-bancos-sobre-riscos-de-nova-ia-da-anthropic/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">reunião de emergência com os CEOs</a> dos maiores bancos dos EUA, como Goldman Sachs e Morgan Stanley.</p>
<p>O temor das autoridades é que o Mythos, se cair em mãos erradas, possa ser utilizado para desestabilizar o sistema financeiro global por meio de ataques cibernéticos automatizados e ultra-sofisticados.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-conflito-judicial-e-politico">Conflito judicial e político</h2>
<p>Apesar da colaboração recente sobre o Mythos, a relação entre a Anthropic e a Casa Branca é tensa. O governo Trump tem buscado banir a plataforma Claude (o chatbot principal da startup) de agências federais.</p>
<p>Atualmente, a Anthropic enfrenta uma batalha jurídica complexa contra o Departamento de Defesa (DOD). Embora uma decisão judicial em São Francisco tenha suspendido temporariamente o banimento da empresa em alguns órgãos, um tribunal de apelações manteve, nesta semana, a proibição de contratos da <a href="https://olhardigital.com.br/2026/04/08/pro/anthropic-tribunal-nega-pedido-para-suspender-decisao-do-pentagono/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Anthropic com o Pentágono</a>, alegando riscos na cadeia de suprimentos.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/04/10/seguranca/eua-convocam-cupula-com-big-techs-por-temor-de-nova-ia-hacker-da-anthropic/">EUA convocam cúpula com big techs por temor de nova IA “hacker” da Anthropic</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>ICE: as tecnologias usadas pela polícia de Trump para prender imigrantes</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/ice-as-tecnologias-usadas-pela-policia-de-trump-para-prender-imigrantes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 13:24:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/ice-as-tecnologias-usadas-pela-policia-de-trump-para-prender-imigrantes/</guid>

					<description><![CDATA[O Immigration and Customs Enforcement (ICE), órgão de imigração dos Estados Unidos, tornou-se a agência policial com maior orçamento do país após a aprovação de uma lei em 2025. Com esses recursos, a agência comprou tecnologias de vigilância avançadas para rastrear pessoas. A agência expandiu seu foco e agora também monitora redes de manifestantes que protestam contra o próprio ICE, incluindo cidadãos americanos que não são imigrantes. Grupos de direitos civis e parlamentares criticam o uso dessas ferramentas. Eles alegam que elas violam a privacidade e a liberdade de expressão. ICE usa tecnologias avançadas para monitorar suspeitos (imigrantes ou não) O ICE tem investido em ferramentas que vão de rastreadores a bancos de dados que mostram por onde celulares passaram. Além disso, um relatório do governo confirmou que o uso de inteligência artificial (IA) e reconhecimento facial cresceu muito nas operações da agência. Confira abaixo as tecnologias usadas pela polícia de Trump, segundo o Washington Post: Reconhecimento facial e biometria (NEC and Clearview AI) Os agentes usam um aplicativo chamado Mobile Fortify, da NEC, que permite escanear o rosto ou as digitais de alguém na rua e comparar na hora com dados do governo. Além disso, o ICE comprou uma ferramenta da B12 Technologies que identifica pessoas pela íris do olho a uma distância de quase 40 centímetros. O sistema Clearview AI, que usa fotos públicas da internet, também é utilizado. Embora devesse ser usado apenas em casos de exploração infantil, novos contratos de US$ 3,75 milhões (R$ 19,5 milhões) permitem que o ICE use a ferramenta para investigar qualquer agressão contra policiais. As empresas NEC e B12 Technologies não responderam aos pedidos de comentário do jornal. Já a Clearview AI afirmou que sua tecnologia funciona apenas como uma ferramenta de pesquisa para ajudar investigações após os fatos, utilizando somente imagens que já estão disponíveis publicamente na internet. Leitura de placas de veículos (Motorola Solutions and Thomson Reuters) O ICE usa câmeras que fotografam placas de carros em alta velocidade e guardam essas informações em grandes bancos de dados. Com isso, agentes conseguem ver por onde um veículo passou e descobrir, por exemplo, se alguém estaciona sempre num lugar diferente de onde mora. O ICE) tornou-se a agência policial com maior orçamento dos EUA após a aprovação de uma lei em 2025 (Imagem: IB Photography/Shutterstock) Mesmo quando empresas privadas tentam limitar o acesso do ICE, a agência consegue os dados pedindo ajuda para policiais locais que são parceiros. O sistema utilizado conta com mais de 20 bilhões de registros de placas. A Motorola Solutions e a Thomson Reuters não se pronunciaram sobre o fornecimento de dados ao ICE, segundo o jornal. A Flock Safety declarou que não possui o ICE como cliente. Além disso, a empresa ressaltou que apenas os departamentos de polícia locais (os donos dos dados) podem decidir com quem as informações serão compartilhadas. Simuladores de torres de celular (L3Harris) O ICE utiliza aparelhos chamados Stingrays, que fingem ser torres de celular para enganar celulares próximos e forçá-los a se conectar. Isso permite que os agentes descubram a localização de um celular em tempo real ou vejam quais aparelhos estão numa determinada área. Pela lei, o ICE deveria ter um mandado judicial para usar isso. Mas um relatório mostrou que os agentes muitas vezes ignoram essa regra. A agência justifica o uso sem autorização em casos de emergência ou perseguição de suspeitos. A L3Harris, fornecedora dos dispositivos que rastreiam a localização de celulares em tempo real, não respondeu aos pedidos de esclarecimento do jornal sobre o uso de seus equipamentos pelo ICE. Localização por aplicativos (Penlink) A agência compra informações de corretores de dados que coletam a localização de pessoas por meio de aplicativos comuns, como jogos e previsão do tempo. Como esses dados são vendidos comercialmente, o ICE consegue rastrear as pessoas sem precisar de um mandado judicial das operadoras de telefonia. Um dos sistemas comprados, o Webloc, permite criar uma “cerca digital” num mapa para monitorar os celulares que entrarem naquela área específica. O ICE já demonstrou interesse em ampliar ainda mais esse tipo de coleta de dados. A Penlink, responsável pelo sistema Webloc, preferiu não comentar sobre a venda de seus serviços de localização comercial para o governo, de acordo com o Washington Post. Invasão de aparelhos e recuperação de dados (Paragon Solutions, Cellebrite e Finaldata) O ICE possui ferramentas capazes de hackear celulares bloqueados, ler mensagens criptografadas e recuperar arquivos que foram apagados. Antes, essas técnicas eram usadas apenas contra o terrorismo, mas agora fazem parte da estratégia de deportação. Órgão de imigração dos Estados Unidos comprou tecnologias de vigilância avançadas para rastrear pessoas (Imagem: Mehaniq/Shutterstock) A agência comprou programas de empresas como a Cellebrite e Paragon Solutions, que permitem até o acesso remoto a um celular. Um pedido para comprar esses programas chegou a ser pausado pelo governo Biden, mas foi liberado pela gestão Trump em 2025. A Cellebrite afirmou que seu contrato com o governo foca em investigações de segurança nacional e destacou que sua tecnologia exige a posse física do celular e autorização legal para ser utilizada. A Finaldata não respondeu aos contatos do jornal. E a Paragon Solutions, que fabrica o software de invasão remota, não divulga informações de contato para o público, segundo o Washington Post. Drones e câmeras aéreas (Skydio e General Atomics) Drones pequenos, como o Skydio X10D, são usados para identificar pessoas a mais de um quilômetro de distância com câmeras de visão noturna e térmica. Esses aparelhos transmitem vídeo ao vivo para as bases da agência durante operações e protestos. Em casos maiores, drones militares chamados Predator podem vigiar áreas imensas de uma só vez, com centenas de câmeras coordenadas. Além disso, novas regras proíbem que outras pessoas controlem drones perto de onde o ICE estiver trabalhando. Assim, a agência de imigração tem controle total do céu. A Skydio, fabricante dos drones compactos usados em operações de campo, não se manifestou sobre o assunto, segundo o jornal. Um porta-voz da General Atomics, que produz]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O <strong>Immigration and Customs Enforcement (ICE)</strong>, órgão de imigração dos <a href="https://olhardigital.com.br/tag/estados-unidos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Estados Unidos</a>, tornou-se a agência policial com maior orçamento do país após a aprovação de uma lei em 2025. Com esses recursos, a agência comprou <strong>tecnologias de vigilância avançadas</strong> para rastrear pessoas.</p>
<p>A agência expandiu seu foco e agora também monitora <strong>redes de manifestantes</strong> que protestam contra o próprio ICE, incluindo cidadãos americanos que não são imigrantes. Grupos de direitos civis e parlamentares criticam o uso dessas ferramentas. Eles alegam que elas <strong>violam a privacidade e a liberdade de expressão</strong>.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-ice-usa-tecnologias-avancadas-para-monitorar-suspeitos-imigrantes-ou-nao">ICE usa tecnologias avançadas para monitorar suspeitos (imigrantes ou não)</h2>
<p>O ICE tem investido em ferramentas que vão de <strong>rastreadores</strong> a <strong>bancos de dados</strong> que mostram por onde celulares passaram. Além disso, um relatório do governo confirmou que o uso de <strong>inteligência artificial (IA)</strong> e <strong>reconhecimento facial</strong> cresceu muito nas operações da agência. Confira abaixo as tecnologias usadas pela polícia de Trump, <a href="https://www.washingtonpost.com/technology/interactive/2026/ice-surveillance-immigrants-protesters/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">segundo o <em>Washington Post</em></a>:</p>
<h3 class="wp-block-heading" id="h-reconhecimento-facial-e-biometria-nec-and-clearview-ai">Reconhecimento facial e biometria (NEC and Clearview AI)</h3>
<p>Os agentes usam um aplicativo chamado <strong>Mobile Fortify</strong>, da NEC, que permite escanear o rosto ou as digitais de alguém na rua e comparar na hora com dados do governo. Além disso, o ICE comprou uma ferramenta da B12 Technologies que identifica pessoas pela <strong>íris do olho</strong> a uma distância de quase 40 centímetros.</p>
<p>O sistema <strong>Clearview AI</strong>, que usa fotos públicas da internet, também é utilizado. Embora devesse ser usado apenas em casos de exploração infantil, novos contratos de <strong>US$ 3,75 milhões (R$ 19,5 milhões)</strong> permitem que o ICE use a ferramenta para investigar qualquer agressão contra policiais.</p>
<p>As empresas <strong>NEC</strong> e <strong>B12 Technologies</strong> não responderam aos pedidos de comentário do jornal. Já a <strong>Clearview AI</strong> afirmou que sua tecnologia funciona apenas como uma ferramenta de pesquisa para ajudar investigações após os fatos, utilizando somente imagens que já estão disponíveis publicamente na internet.</p>
<h3 class="wp-block-heading" id="h-leitura-de-placas-de-veiculos-motorola-solutions-and-thomson-reuters">Leitura de placas de veículos (Motorola Solutions and Thomson Reuters)</h3>
<p>O ICE usa câmeras que fotografam placas de carros em alta velocidade e guardam essas informações em <strong>grandes bancos de dados</strong>. Com isso, agentes conseguem ver por onde um veículo passou e descobrir, por exemplo, se alguém estaciona sempre num lugar diferente de onde mora.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/01/EUA-ICE-01-1024x576.jpg" alt="Lupa sobre página do ICE, dos Estados Unidos (EUA), aberta num computador Mac" class="wp-image-1251261" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/EUA-ICE-01-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/EUA-ICE-01-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/EUA-ICE-01-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/EUA-ICE-01-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/EUA-ICE-01-2048x1152.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/EUA-ICE-01-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/EUA-ICE-01-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/EUA-ICE-01-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">O ICE) tornou-se a agência policial com maior orçamento dos EUA após a aprovação de uma lei em 2025 (Imagem: IB Photography/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<p>Mesmo quando empresas privadas tentam limitar o acesso do ICE, a agência consegue os dados pedindo ajuda para <strong>policiais locais</strong> que são parceiros. O sistema utilizado conta com mais de <strong>20 bilhões de registros</strong> de placas.</p>
<p>A <strong>Motorola Solutions</strong> e a <strong>Thomson Reuters</strong> não se pronunciaram sobre o fornecimento de dados ao ICE, segundo o jornal. A <strong>Flock Safety</strong> declarou que não possui o ICE como cliente. Além disso, a empresa ressaltou que apenas os departamentos de polícia locais (os donos dos dados) podem decidir com quem as informações serão compartilhadas.</p>
<h3 class="wp-block-heading" id="h-simuladores-de-torres-de-celular-l3harris">Simuladores de torres de celular (L3Harris)</h3>
<p>O ICE utiliza aparelhos chamados <strong>Stingrays</strong>, que fingem ser torres de celular para enganar celulares próximos e forçá-los a se conectar. Isso permite que os agentes descubram a <strong>localização de um celular</strong> em tempo real ou vejam quais aparelhos estão numa determinada área.</p>
<p>Pela lei, o ICE deveria ter um mandado judicial para usar isso. Mas um relatório mostrou que os agentes muitas vezes <strong>ignoram essa regra</strong>. A agência justifica o uso sem autorização em casos de emergência ou perseguição de suspeitos.</p>
<p>A <strong>L3Harris</strong>, fornecedora dos dispositivos que rastreiam a localização de celulares em tempo real, não respondeu aos pedidos de esclarecimento do jornal sobre o uso de seus equipamentos pelo ICE.</p>
<h3 class="wp-block-heading" id="h-localizacao-por-aplicativos-penlink">Localização por aplicativos (Penlink)</h3>
<p>A agência compra informações de <strong>corretores de dados</strong> que coletam a localização de pessoas por meio de aplicativos comuns, como jogos e previsão do tempo. Como esses dados são vendidos comercialmente, o ICE consegue rastrear as pessoas sem precisar de um mandado judicial das operadoras de telefonia.</p>
<p>Um dos sistemas comprados, o <strong>Webloc</strong>, permite criar uma “cerca digital” num mapa para monitorar os celulares que entrarem naquela área específica. O ICE já demonstrou interesse em ampliar ainda mais esse tipo de <strong>coleta de dados</strong>.</p>
<p>A <strong>Penlink</strong>, responsável pelo sistema Webloc, preferiu não comentar sobre a venda de seus serviços de localização comercial para o governo, de acordo com o <em>Washington Post</em>.</p>
<h3 class="wp-block-heading" id="h-invasao-de-aparelhos-e-recuperacao-de-dados-paragon-solutions-cellebrite-e-finaldata">Invasão de aparelhos e recuperação de dados (Paragon Solutions, Cellebrite e Finaldata)</h3>
<p>O ICE possui ferramentas capazes de <strong>hackear celulares bloqueados</strong>, ler mensagens criptografadas e recuperar arquivos que foram apagados. Antes, essas técnicas eram usadas apenas contra o terrorismo, mas agora fazem parte da estratégia de <strong>deportação</strong>.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/01/EUA-ICE-02-1024x576.jpg" alt="Símbolo do Departamento de Segurança Nacional dos Estados Unidos (EUA) ao lado de distintivo do ICE; ambos estão em cima de documentos" class="wp-image-1251263" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/EUA-ICE-02-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/EUA-ICE-02-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/EUA-ICE-02-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/EUA-ICE-02-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/EUA-ICE-02-2048x1152.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/EUA-ICE-02-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/EUA-ICE-02-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/EUA-ICE-02-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Órgão de imigração dos Estados Unidos comprou tecnologias de vigilância avançadas para rastrear pessoas (Imagem: Mehaniq/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<p>A agência comprou programas de empresas como a <strong>Cellebrite e Paragon Solutions</strong>, que permitem até o acesso remoto a um celular. Um pedido para comprar esses programas chegou a ser pausado pelo governo Biden, mas foi liberado pela gestão Trump em 2025.</p>
<p>A <strong>Cellebrite</strong> afirmou que seu contrato com o governo foca em investigações de segurança nacional e destacou que sua tecnologia exige a posse física do celular e autorização legal para ser utilizada. A <strong>Finaldata</strong> não respondeu aos contatos do jornal. E a <strong>Paragon Solutions</strong>, que fabrica o software de invasão remota, não divulga informações de contato para o público, segundo o <em>Washington Post</em>.</p>
<h3 class="wp-block-heading" id="h-drones-e-cameras-aereas-skydio-e-general-atomics">Drones e câmeras aéreas (Skydio e General Atomics)</h3>
<p>Drones pequenos, como o <strong>Skydio X10D</strong>, são usados para identificar pessoas a mais de um quilômetro de distância com câmeras de <strong>visão noturna e térmica</strong>. Esses aparelhos transmitem vídeo ao vivo para as bases da agência durante operações e protestos.</p>
<p>Em casos maiores, drones militares chamados <strong>Predator</strong> podem vigiar áreas imensas de uma só vez, com centenas de câmeras coordenadas. Além disso, novas regras proíbem que outras pessoas controlem drones perto de onde o ICE estiver trabalhando. Assim, a agência de imigração tem <strong>controle total do céu</strong>.</p>
<p>A <strong>Skydio</strong>, fabricante dos drones compactos usados em operações de campo, não se manifestou sobre o assunto, segundo o jornal. Um porta-voz da <strong>General Atomics</strong>, que produz o drone Predator, explicou que o modelo básico inclui câmeras de alta definição e radares que enxergam através de nuvens e chuva. Mas disse não saber se o ICE fez atualizações extras no equipamento.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/01/29/seguranca/ice-as-tecnologias-usadas-pela-policia-de-trump-para-prender-imigrantes/">ICE: as tecnologias usadas pela polícia de Trump para prender imigrantes</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Segurança nacional: EUA restringem drones fabricados fora do país</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/seguranca-nacional-eua-restringem-drones-fabricados-fora-do-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Dec 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[dji]]></category>
		<category><![CDATA[Drone]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[proibição]]></category>
		<category><![CDATA[proteção de dados]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/seguranca-nacional-eua-restringem-drones-fabricados-fora-do-pais/</guid>

					<description><![CDATA[A Comissão Federal de Comunicações (FCC) dos EUA anunciou a proibição de novos drones e componentes fabricados fora do país, citando riscos à segurança nacional. A medida mira, principalmente, marcas chinesas populares no mercado americano, como DJI e Autel Robotics. A decisão permite exceções específicas concedidas pelo Departamento de Defesa e pelo Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês), caso os modelos sejam considerados seguros, segundo o Gizmodo. Por que a proibição foi adotada Segundo a FCC, drones e peças fabricados fora dos EUA representam “riscos inaceitáveis” à segurança nacional e à proteção de cidadãos estadunidenses. A lista de itens proibidos inclui equipamentos e serviços de comunicação que possam comprometer dados sensíveis. O documento informativo aponta que eventos futuros de grande porte, como a Copa do Mundo de 2026, o America250 e os Jogos Olímpicos de 2028 em Los Angeles, reforçam a necessidade de proteger o espaço aéreo do país. Drones de marcas chinesas enfrentam restrições nos EUA; algumas exceções podem ser aprovadas por órgãos de segurança (Imagem gerada por inteligência artificial-GPT/Olhar Digital) Histórico e impactos no mercado A proibição decorre de um projeto de lei de defesa aprovado no ano passado, que exigia análise dos riscos de drones estrangeiros, com foco em empresas chinesas, como SZ DJI Technology e Autel Robotics. Especialistas lembram que esforços para restringir drones chineses nos EUA já duram quase uma década. Em 2017, o Exército estadunidense proibiu drones da DJI por preocupações com segurança cibernética. Atualmente, a DJI domina de 70% a 90% do mercado comercial, governamental e recreativo nos EUA. Alguns usuários já começaram a estocar modelos antes da entrada em vigor da medida. Eventos de grande porte motivam a FCC a proibir drones e peças estrangeiras por risco à segurança nacional (Imagem: Andy Dean Photography/Shutterstock) Reações e posicionamento das empresas Um porta-voz da DJI declarou ao Gizmodo que a empresa está “decepcionada” e defende que seus produtos estão entre os mais seguros do mercado. Leia mais: Holanda adquire 100 radares para detectar drones após recentes avistamentos IA, drones e dados: automação é a nova base da agricultura moderna NASA testa drone no Vale da Morte para missões futuras em Marte “Como líder do setor, a DJI defende um mercado aberto e competitivo que beneficie todos os consumidores e usuários comerciais dos EUA, e continuará a fazê-lo”, afirmou o porta-voz, reforçando que avaliações governamentais e independentes comprovam a segurança dos equipamentos. Proibição de drones estrangeiros segue projeto de defesa que analisou riscos de empresas chinesas, como DJI e Autel (Imagem: Cristian Martin/iStock) O que muda para usuários e empresas que usam drones Varejistas podem vender modelos previamente aprovados. DHS e Departamento de Defesa podem liberar exceções para modelos específicos. Empresas chinesas enfrentam restrições na entrada de novos produtos. Usuários que dependem de drones comerciais ou recreativos devem planejar aquisições futuras. A decisão da FCC reforça a preocupação dos EUA com a segurança nacional e a proteção de dados sensíveis, enquanto a indústria de drones avalia os impactos regulatórios e logísticos da medida. O post Segurança nacional: EUA restringem drones fabricados fora do país apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A Comissão Federal de Comunicações (<a href="https://olhardigital.com.br/tag/fcc/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">FCC</a>) dos EUA anunciou a <strong>proibição</strong> de novos <a href="https://olhardigital.com.br/tag/drones/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">drones</a> e componentes fabricados fora do país, citando <strong>riscos</strong> à <a href="https://olhardigital.com.br/tag/seguranca-nacional/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">segurança nacional</a>. A medida mira, principalmente, marcas <strong>chinesas</strong> populares no mercado americano, como <strong><a href="https://olhardigital.com.br/tag/dji/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">DJI</a> e Autel Robotics</strong>.</p>
<p>A decisão permite <strong>exceções específicas</strong> concedidas pelo <a href="https://olhardigital.com.br/tag/departamento-de-defesa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Departamento de Defesa</a> e pelo Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês), caso os modelos sejam considerados <strong>seguros</strong>, segundo o <a href="https://gizmodo.com/the-u-s-has-officially-banned-new-foreign-made-drone-models-2000702978" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Gizmodo</em></a>.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-por-que-a-proibicao-foi-adotada"><strong>Por que a proibição foi adotada</strong></h2>
<p>Segundo a FCC, drones e peças fabricados fora dos EUA representam “<strong>riscos inaceitáveis</strong>” à segurança nacional e à proteção de cidadãos estadunidenses. A lista de itens proibidos inclui equipamentos e serviços de comunicação que possam <strong>comprometer dados sensíveis</strong>.</p>
<p>O documento informativo aponta que eventos futuros de grande porte, como a <a href="https://olhardigital.com.br/tag/copa-do-mundo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Copa do Mundo</a> de 2026, o America250 e os <a href="https://olhardigital.com.br/tag/jogos-olimpicos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jogos Olímpicos</a> de 2028 em Los Angeles, reforçam a <strong>necessidade</strong> de proteger o espaço aéreo do país.</p>
</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="585" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/12/area_realista_de_um_grande_parque_urbano_bras__55206-1024x585.jpeg" alt="Drones de marcas chinesas enfrentam restrições nos EUA; algumas exceções podem ser aprovadas por órgãos de segurança." class="wp-image-1234337" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/area_realista_de_um_grande_parque_urbano_bras__55206-1024x585.jpeg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/area_realista_de_um_grande_parque_urbano_bras__55206-300x171.jpeg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/area_realista_de_um_grande_parque_urbano_bras__55206-768x439.jpeg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/area_realista_de_um_grande_parque_urbano_bras__55206-150x86.jpeg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/area_realista_de_um_grande_parque_urbano_bras__55206.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Drones de marcas chinesas enfrentam restrições nos EUA; algumas exceções podem ser aprovadas por órgãos de segurança (Imagem gerada por inteligência artificial-GPT/Olhar Digital)</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-historico-e-impactos-no-mercado"><strong>Histórico e impactos no mercado</strong></h2>
<p>A proibição decorre de um projeto de lei de defesa aprovado no ano passado, que exigia análise dos riscos de drones estrangeiros, com foco em empresas chinesas, como SZ DJI Technology e Autel Robotics.</p>
<p>Especialistas lembram que esforços para restringir drones chineses nos EUA já duram quase <strong>uma década</strong>. Em <strong>2017</strong>, o Exército estadunidense <strong>proibiu</strong> drones da DJI por preocupações com segurança cibernética.</p>
<p>Atualmente, a DJI domina de <strong>70% a 90%</strong> do mercado comercial, governamental e recreativo nos EUA. Alguns usuários já começaram a <strong>estocar modelos</strong> antes da entrada em vigor da medida.</p>
</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="682" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/11/enxame-de-drones-1024x682.jpg" alt="Eventos de grande porte motivam a FCC a proibir drones e peças estrangeiras por risco à segurança nacional." class="wp-image-1225082" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/enxame-de-drones-1024x682.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/enxame-de-drones-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/enxame-de-drones-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/enxame-de-drones-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/enxame-de-drones-150x100.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/enxame-de-drones.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Eventos de grande porte motivam a FCC a proibir drones e peças estrangeiras por risco à segurança nacional (Imagem: Andy Dean Photography/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-reacoes-e-posicionamento-das-empresas"><strong>Reações e posicionamento das empresas</strong></h2>
<p>Um porta-voz da DJI declarou ao <em>Gizmodo</em> que a empresa está “<strong>decepcionada</strong>” e defende que seus produtos estão entre <strong>os mais seguros do mercado</strong>.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/28/pro/holanda-adquire-100-radares-para-detectar-drones-apos-recentes-avistamentos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Holanda adquire 100 radares para detectar drones após recentes avistamentos</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/25/agronegocios/ia-drones-e-dados-automacao-e-a-nova-base-da-agricultura-moderna/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IA, drones e dados: automação é a nova base da agricultura moderna</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/12/09/ciencia-e-espaco/nasa-testa-drone-no-vale-da-morte-para-missoes-futuras-em-marte/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">NASA testa drone no Vale da Morte para missões futuras em Marte</a></li>
</ul>
<p>“Como líder do setor, a DJI defende um mercado aberto e competitivo que beneficie todos os consumidores e usuários comerciais dos EUA, e continuará a fazê-lo”, afirmou o porta-voz, reforçando que avaliações governamentais e independentes comprovam a segurança dos equipamentos.</p>
</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/08/drone-2-1024x683.jpg" alt="A proibição de drones estrangeiros segue projeto de defesa que analisou riscos de empresas chinesas como DJI e Autel." class="wp-image-1173121" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/drone-2-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/drone-2-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/drone-2-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/drone-2-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/drone-2-2048x1365.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/drone-2-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Proibição de drones estrangeiros segue projeto de defesa que analisou riscos de empresas chinesas, como DJI e Autel (Imagem: Cristian Martin/iStock)</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-que-muda-para-usuarios-e-empresas-que-usam-drones"><strong>O que muda para usuários e empresas que usam drones</strong></h2>
<ul>
<li>Varejistas podem vender modelos <strong>previamente aprovados</strong>.</li>
<li>DHS e Departamento de Defesa podem liberar <strong>exceções</strong> para modelos específicos.</li>
<li>Empresas chinesas enfrentam <strong>restrições</strong> na entrada de novos produtos.</li>
<li>Usuários que dependem de drones comerciais ou recreativos devem <strong>planejar</strong> aquisições futuras.</li>
</ul>
<p>A decisão da FCC reforça a preocupação dos EUA com a segurança nacional e a proteção de dados sensíveis, enquanto a indústria de drones avalia os impactos regulatórios e logísticos da medida.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/12/24/seguranca/seguranca-nacional-eua-restringem-drones-fabricados-fora-do-pais/">Segurança nacional: EUA restringem drones fabricados fora do país</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Hackers invadem rede de comunicações internas do Congresso dos EUA</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/hackers-invadem-rede-de-comunicacoes-internas-do-congresso-dos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2025 21:01:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ataque hacker]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[hacker]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/hackers-invadem-rede-de-comunicacoes-internas-do-congresso-dos-eua/</guid>

					<description><![CDATA[O Escritório de Orçamento do Congresso dos EUA (CBO) confirmou ter sido hackeado por invasores ainda não identificados. O órgão, responsável por fornecer análises econômicas e estimativas de custos a parlamentares durante o processo orçamentário federal, informou que está conduzindo uma investigação interna e adotando novas medidas de segurança. As informações são do portal TechCrunch. Segundo a porta-voz Caitlin Emma, o CBO “identificou o incidente de segurança, tomou ações imediatas para contê-lo e implementou monitoramento e controles adicionais para proteger seus sistemas”. A confirmação veio após uma reportagem do The Washington Post, que revelou a invasão na quinta-feira (31). O CBO está conduzindo uma investigação interna e adotando novas medidas de segurança (Imagem: BeeBright / iStock) Hackers estrangeiros podem estar por trás do ataque nos EUA De acordo com o Washington Post, hackers estrangeiros teriam sido os responsáveis pela invasão, levantando preocupações de que comunicações internas, incluindo e-mails e registros de conversas entre parlamentares e pesquisadores do CBO, possam ter sido acessados. O Reuters também informou que o escritório do Sargento de Armas do Senado, órgão de segurança do Legislativo, alertou sobre a possibilidade de mensagens comprometidas serem usadas em ataques de phishing contra gabinetes e funcionários do Congresso. Ainda não se sabe como os invasores conseguiram acesso à rede do CBO, mas especialistas apontam para falhas conhecidas em um firewall antigo. Falhas de segurança e suspeita de vulnerabilidade em firewall O pesquisador de segurança Kevin Beaumont sugeriu na rede Bluesky que os hackers podem ter explorado vulnerabilidades em um firewall Cisco ASA desatualizado, utilizado pelo CBO. Segundo ele, o equipamento não havia recebido correções recentes e permanecia vulnerável a falhas que vinham sendo exploradas por grupos de hackers supostamente ligados ao governo chinês. Ainda não se sabe como os invasores conseguiram acesso à rede do CBO (Imagem: @Freepik/Freepik) Beaumont observou que o firewall estava ativo e sem atualização até 1º de outubro, data em que o governo federal dos EUA entrou em paralisação parcial. Após a divulgação do ataque, o pesquisador relatou que o dispositivo foi retirado do ar. Leia mais: Hackers podem invadir redes celulares à distância, diz estudo PF vai às ruas em operação contra grupos de ataques cibernéticos WhatsApp: ataque hacker com foco no Brasil pode roubar senhas O CBO se recusou a comentar as descobertas de Beaumont, e a Cisco ainda não respondeu aos pedidos de esclarecimento sobre o caso. A extensão do vazamento e o possível comprometimento de informações sigilosas do governo norte-americano continuam sob investigação. O post Hackers invadem rede de comunicações internas do Congresso dos EUA apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O Escritório de Orçamento do Congresso dos <a href="https://olhardigital.com.br/tag/eua" target="_blank" rel="noreferrer noopener">EUA</a> (CBO) confirmou ter sido <a href="https://olhardigital.com.br/tag/ataque-hacker/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">hackeado</a> por invasores ainda não identificados. O órgão, responsável por fornecer análises econômicas e estimativas de custos a parlamentares durante o processo orçamentário federal, informou que está conduzindo uma investigação interna e adotando novas medidas de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/seguranca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">segurança</a>. As informações são do portal <a href="https://techcrunch.com/2025/11/07/congressional-budget-office-confirms-it-was-hacked/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">TechCrunch</a>.</p>
<p>Segundo a porta-voz Caitlin Emma, o CBO “identificou o incidente de segurança, tomou ações imediatas para contê-lo e implementou monitoramento e controles adicionais para proteger seus sistemas”. A confirmação veio após uma reportagem do The Washington Post, que revelou a invasão na quinta-feira (31).</p>
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ataque-hacker-eua-1024x683.jpg" alt="ataque hacker eua" class="wp-image-1201300" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ataque-hacker-eua-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ataque-hacker-eua-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ataque-hacker-eua-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ataque-hacker-eua-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ataque-hacker-eua-2048x1365.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ataque-hacker-eua-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">O CBO está conduzindo uma investigação interna e adotando novas medidas de segurança (Imagem: BeeBright / iStock)</figcaption></figure>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-hackers-estrangeiros-podem-estar-por-tras-do-ataque-nos-eua">Hackers estrangeiros podem estar por trás do ataque nos EUA</h2>
<p>De acordo com o Washington Post, hackers estrangeiros teriam sido os responsáveis pela invasão, levantando preocupações de que comunicações internas, incluindo e-mails e registros de conversas entre parlamentares e pesquisadores do CBO, possam ter sido acessados.</p>
<p>O Reuters também informou que o escritório do Sargento de Armas do Senado, órgão de segurança do Legislativo, alertou sobre a possibilidade de mensagens comprometidas serem usadas em ataques de phishing contra gabinetes e funcionários do Congresso.</p>
<p>Ainda não se sabe como os invasores conseguiram acesso à rede do CBO, mas especialistas apontam para falhas conhecidas em um firewall antigo.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-falhas-de-seguranca-e-suspeita-de-vulnerabilidade-em-firewall">Falhas de segurança e suspeita de vulnerabilidade em firewall</h2>
<p>O pesquisador de segurança Kevin Beaumont sugeriu na rede Bluesky que os hackers podem ter explorado vulnerabilidades em um firewall Cisco ASA desatualizado, utilizado pelo CBO. Segundo ele, o equipamento não havia recebido correções recentes e permanecia vulnerável a falhas que vinham sendo exploradas por grupos de hackers supostamente ligados ao governo chinês.</p>
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Olhar-Digital-12-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-1132525" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Olhar-Digital-12-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Olhar-Digital-12-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Olhar-Digital-12-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Olhar-Digital-12-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Olhar-Digital-12-2048x1152.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Olhar-Digital-12-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Olhar-Digital-12-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Olhar-Digital-12-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Ainda não se sabe como os invasores conseguiram acesso à rede do CBO (Imagem: @Freepik/Freepik)</figcaption></figure>
<p>Beaumont observou que o firewall estava ativo e sem atualização até 1º de outubro, data em que o governo federal dos EUA entrou em paralisação parcial. Após a divulgação do ataque, o pesquisador relatou que o dispositivo foi retirado do ar.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/05/seguranca/hackers-podem-invadir-redes-celulares-a-distancia-diz-estudo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Hackers podem invadir redes celulares à distância, diz estudo</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/17/pro/pf-vai-as-ruas-em-operacao-contra-grupos-de-ataques-ciberneticos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PF vai às ruas em operação contra grupos de ataques cibernéticos</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/09/seguranca/whatsapp-ataque-hacker-com-foco-no-brasil-pode-roubar-senhas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">WhatsApp: ataque hacker com foco no Brasil pode roubar senhas</a></li>
</ul>
<p>O CBO se recusou a comentar as descobertas de Beaumont, e a Cisco ainda não respondeu aos pedidos de esclarecimento sobre o caso. A extensão do vazamento e o possível comprometimento de informações sigilosas do governo norte-americano continuam sob investigação.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/07/seguranca/hackers-invadem-rede-de-comunicacoes-internas-do-congresso-dos-eua/">Hackers invadem rede de comunicações internas do Congresso dos EUA</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
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		<title>China acusa EUA de ciberataque</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/china-acusa-eua-de-ciberataque/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Oct 2025 18:52:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[ciberataque]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/china-acusa-eua-de-ciberataque/</guid>

					<description><![CDATA[O governo chinês afirma ter encontrado indícios de um ataque cibernético dos Estados Unidos. O Ministério da Segurança do Estado da China publicou um comunicado em sua conta no WeChat, no qual afirmava que a Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA) havia realizado uma operação de ataque cibernético contra o Centro Nacional de Serviço de Tempo (NTSC).  O NTSC é responsável por gerar, manter e transmitir a hora padrão nacional, a “Hora de Pequim”. Para isso, opera o sistema de serviço de tempo de ondas longas e curtas, uma infraestrutura científica e tecnológica nacional. O instituo é ligado à Academia Chinesa de Ciências. Evidências indicam que o ataque cibernético teria se prolongado desde 2022 (Imagem: janews/Shutterstock) Segundo a Reuters, o ataque teria se prolongado por um longo período. O ministério afirmou ter encontrado indícios de dados e credenciais roubadas desde 2022. Essas informações foram utilizadas para espionar dispositivos móveis e sistemas de rede dos funcionários do centro.  A agência de inteligência norte-americana também teria explorado uma falha no serviço de mensagens de uma marca estrangeira de celulares para acessar os smartphones dos funcionários. A marca do dispositivo não foi divulgada.  Celulares de funcionários foram espionados (Imagem: Quality Stock Arts/Shutterstock) Leia mais: Do acampamento ao código: escoteiros dos EUA aprendem inteligência artificial Trump sabota acordo inédito que reduziria emissões marítimas Guerra dos chips: China usa terras raras para pressionar EUA Possíveis Consequências  A China alerta que violações graves como essa poderiam ter consequências sérias, incluindo a interrupção de:  Redes de comunicação;  Sistemas financeiros;  O fornecimento de energia;  O tempo padrão internacional.  Ataques e tensão bilateral  Também foram descobertos ataques realizados em 2023 e 2024, quando houve uma tentativa de atingir o sistema terrestre de cronometragem. A Embaixada dos Estados Unidos não se manifestou sobre as acusações.  Em meio a disputas comerciais, China e EUA trocam acusações mútuas (Imagem: Trump White House) China e Estados Unidos têm trocado cada vez mais acusações de ciberataques nos últimos anos, com ambos os países acusando o outro como sua principal ameaça cibernética.  As mais recentes acusações surgem em um cenário de tensões comerciais. O atrito atual se dá em razão do aumento dos controles de exportação de terras raras pela China e da ameaça dos EUA de elevar ainda mais as tarifas sobre produtos chineses.  O post China acusa EUA de ciberataque apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O governo <a href="https://olhardigital.com.br/tag/china/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">chinês</a> afirma ter encontrado indícios de um ataque cibernético dos Estados Unidos. O Ministério da Segurança do Estado da China publicou um comunicado em sua conta no WeChat, no qual afirmava que a Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA) havia realizado uma operação de ataque cibernético contra o Centro Nacional de Serviço de Tempo (NTSC). </p>
<p>O NTSC é responsável por gerar, manter e transmitir a hora padrão nacional, a “Hora de Pequim”. Para isso, opera o sistema de serviço de tempo de ondas longas e curtas, uma infraestrutura científica e tecnológica nacional. O instituo é ligado à Academia Chinesa de Ciências.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ciberataque-1024x683.jpg" alt="ciberataque" class="wp-image-1200179" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ciberataque-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ciberataque-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ciberataque-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ciberataque-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ciberataque-150x100.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ciberataque.jpg 2002w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Evidências indicam que o ataque cibernético teria se prolongado desde 2022 <br />(Imagem: janews/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<p>Segundo a <a href="https://www.reuters.com/world/china/china-accuses-us-cyber-breaches-national-time-centre-2025-10-19/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Reuters</a>, o ataque teria se prolongado por um longo período. O ministério afirmou ter encontrado indícios de dados e credenciais roubadas desde 2022. Essas informações foram utilizadas para espionar dispositivos móveis e sistemas de rede dos funcionários do centro. </p>
<p>A agência de inteligência norte-americana também teria explorado uma falha no serviço de mensagens de uma marca estrangeira de celulares para acessar os <em>smartphones</em> dos funcionários. A marca do dispositivo não foi divulgada. </p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ia_chip_eua_china-1024x682.jpg" alt="Representação de um processador com as bandeiras de China e EUA irradiando energia" class="wp-image-1201439" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ia_chip_eua_china-1024x682.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ia_chip_eua_china-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ia_chip_eua_china-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ia_chip_eua_china-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ia_chip_eua_china-2048x1365.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ia_chip_eua_china-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Celulares de funcionários foram espionados (Imagem: Quality Stock Arts/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/17/olha-isso/do-acampamento-ao-codigo-escoteiros-dos-eua-aprendem-inteligencia-artificial/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Do acampamento ao código: escoteiros dos EUA aprendem inteligência artificial</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/17/ciencia-e-espaco/trump-sabota-acordo-inedito-que-reduziria-emissoes-maritimas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Trump sabota acordo inédito que reduziria emissões marítimas</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/16/pro/guerra-dos-chips-china-usa-terras-raras-para-pressionar-eua/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Guerra dos chips: China usa terras raras para pressionar EUA</a></li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-possiveis-consequencias-nbsp">Possíveis Consequências </h2>
<p>A China alerta que violações graves como essa poderiam ter consequências sérias, incluindo a interrupção de: </p>
<ul>
<li>Redes de comunicação; </li>
</ul>
<ul>
<li>Sistemas financeiros; </li>
</ul>
<ul>
<li>O fornecimento de energia; </li>
</ul>
<ul>
<li>O tempo padrão internacional. </li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-ataques-e-tensao-bilateral-nbsp">Ataques e tensão bilateral </h2>
<p>Também foram descobertos ataques realizados em 2023 e 2024, quando houve uma tentativa de atingir o sistema terrestre de cronometragem. A Embaixada dos Estados Unidos não se manifestou sobre as acusações. </p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Trump-Xi-jin-ping-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-1203238" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Trump-Xi-jin-ping-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Trump-Xi-jin-ping-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Trump-Xi-jin-ping-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Trump-Xi-jin-ping-150x100.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Trump-Xi-jin-ping.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Em meio a disputas comerciais, China e EUA trocam acusações mútuas (Imagem: Trump White House)</figcaption></figure>
</div>
<p>China e Estados Unidos têm trocado cada vez mais acusações de ciberataques nos últimos anos, com ambos os países acusando o outro como sua principal ameaça cibernética. </p>
<p>As mais recentes acusações surgem em um cenário de tensões comerciais. O atrito atual se dá em razão do aumento dos controles de exportação de terras raras pela China e da ameaça dos EUA de elevar ainda mais as tarifas sobre produtos chineses. </p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/19/seguranca/china-acusa-eua-de-ciberataque/">China acusa EUA de ciberataque</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Shutdown ameaça segurança cibernética dos EUA</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/shutdown-ameaca-seguranca-cibernetica-dos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 15:59:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[segurança cibernética]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/shutdown-ameaca-seguranca-cibernetica-dos-eua/</guid>

					<description><![CDATA[O governo dos Estados Unidos está paralisado. Isso ocorreu após o Congresso norte-americano não conseguir chegar a um acordo para aprovar um projeto orçamentário para estender o financiamento federal. Conhecida como shutdown, a situação força as agências federais do país a reduzir quase todas as operações. Entre elas, está a Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura (CISA), o que representa um sério risco para os EUA. Governo dos EUA está paralisado (Imagem: Artem Onoprienko/iStock) Momento delicado para o setor A agência dispensou a maior parte de sua equipe em um momento de aumento do número de ataques hackers e outras ameaças cibernéticas. Muitas dessas operações são atribuídas ao governo da China, que nega qualquer tipo de ligação com os atos. De acordo com informações do The Washington Post, a CISA deve manter 889 funcionários, o que representa apenas 35% da sua força de trabalho original. De acordo com um porta-voz do órgão, a Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura “manterá as funções essenciais e continua totalmente comprometida em proteger a infraestrutura crítica do país”. Leia mais NASA: SpaceX e Blue Origin estão funcionando sem pagamento Mais de 15 mil funcionários da NASA entram em licença; entenda Ciberataque deixa supermercados com prateleiras vazias nos EUA Diminuição das operações da agência ocorre em um momento de aumento de ataques hackers (Imagem: Song_about_summer/Shutterstock) Lei sobre segurança cibernética não foi renovada A reportagem ainda afirma que, por coincidência, a principal lei que protege as empresas norte-americanas de ataques cibernéticos expirou nesta semana. Este cenário deixa o país ainda mais desprotegido de possíveis crimes virtuais. A renovação da legislação é apoiada por republicanos e democratas. Na Câmara, o projeto recebeu sinal verde, mas acabou sendo barrado no Senado justamente em função do impasse referente ao orçamento federal dos EUA. Situação pode levar ao colapso da segurança cibernética dos EUA (Imagem: TwinD/Shutterstock) O temor é que este cenário cause o colapso da segurança cibernética dos Estados Unidos. Além disso, também podem haver impactos globais, uma vez que a Casa Branca compartilha inteligência de ameaças virtuais com outras nações. O post Shutdown ameaça segurança cibernética dos EUA apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O governo dos <a href="https://olhardigital.com.br/tag/estados-unidos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Estados Unidos</a> está paralisado. Isso ocorreu após o Congresso norte-americano não conseguir chegar a um acordo para aprovar um projeto orçamentário para estender o financiamento federal. </p>
<p>Conhecida como shutdown, a situação força as agências federais do país a reduzir quase todas as operações. Entre elas, está a Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura (CISA), o que representa um sério risco para os EUA.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="675" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-2225035439-1024x675.jpg" alt="casa branca" class="wp-image-1168865" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-2225035439-1024x675.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-2225035439-300x198.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-2225035439-768x506.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-2225035439-1536x1012.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-2225035439-2048x1350.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-2225035439-150x99.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Governo dos EUA está paralisado (Imagem: Artem Onoprienko/iStock)</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-momento-delicado-para-o-setor"><strong>Momento delicado para o setor</strong></h2>
<ul>
<li>A agência dispensou a maior parte de sua equipe em um momento de aumento do número de ataques hackers e outras ameaças cibernéticas.</li>
<li>Muitas dessas operações são atribuídas ao governo da China, que nega qualquer tipo de ligação com os atos.</li>
<li>De acordo com informações do <a href="https://www.washingtonpost.com/technology/2025/10/02/cisa-shutdown-cybersecurity/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">The Washington Post</a>, a CISA deve manter 889 funcionários, o que representa apenas 35% da sua força de trabalho original.</li>
<li>De acordo com um porta-voz do órgão, a Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura “manterá as funções essenciais e continua totalmente comprometida em proteger a infraestrutura crítica do país”.</li>
</ul>
<p><strong>Leia mais</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/01/ciencia-e-espaco/nasa-mantem-equipes-de-spacex-e-blue-origin-ativas-mas-sem-pagamento-imediato/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">NASA: SpaceX e Blue Origin estão funcionando sem pagamento</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/01/ciencia-e-espaco/mais-de-15-mil-funcionarios-da-nasa-entram-em-licenca-entenda/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mais de 15 mil funcionários da NASA entram em licença; entenda</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/06/11/seguranca/ciberataque-deixa-supermercados-com-prateleiras-vazias-nos-eua/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ciberataque deixa supermercados com prateleiras vazias nos EUA</a></li>
</ul>
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<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/02/shutterstock_2473890027-1024x682.jpg" alt="senhas vazadas" class="wp-image-1063890" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/shutterstock_2473890027-1024x682.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/shutterstock_2473890027-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/shutterstock_2473890027-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/shutterstock_2473890027-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/shutterstock_2473890027-150x100.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/shutterstock_2473890027.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Diminuição das operações da agência ocorre em um momento de aumento de ataques hackers (Imagem: Song_about_summer/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-lei-sobre-seguranca-cibernetica-nao-foi-renovada"><strong>Lei sobre segurança cibernética não foi renovada</strong></h2>
<p>A reportagem ainda afirma que, por coincidência, a principal lei que protege as empresas norte-americanas de ataques cibernéticos expirou nesta semana. Este cenário deixa o país ainda mais desprotegido de possíveis crimes virtuais.</p>
<p>A renovação da legislação é apoiada por republicanos e democratas. Na Câmara, o projeto recebeu sinal verde, mas acabou sendo barrado no Senado justamente em função do impasse referente ao orçamento federal dos EUA.</p>
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<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="569" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2024/11/ataque_hacker-1024x569.jpg" alt="Pessoa com capuz atrás de um notebook" class="wp-image-1009788" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/ataque_hacker-1024x569.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/ataque_hacker-300x167.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/ataque_hacker-768x427.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/ataque_hacker-1536x853.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/ataque_hacker-2048x1138.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/ataque_hacker-150x83.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Situação pode levar ao colapso da segurança cibernética dos EUA (Imagem: TwinD/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<p>O temor é que este cenário cause o colapso da segurança cibernética dos Estados Unidos. Além disso, também podem haver impactos globais, uma vez que a Casa Branca compartilha inteligência de ameaças virtuais com outras nações.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/02/seguranca/shutdown-ameaca-seguranca-cibernetica-dos-eua/">Shutdown ameaça segurança cibernética dos EUA</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
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