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	<title>falha de segurança &#8211; Infratic</title>
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	<title>falha de segurança &#8211; Infratic</title>
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	<item>
		<title>Falha de segurança coloca usuários do Linux em risco</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/falha-de-seguranca-coloca-usuarios-do-linux-em-risco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 14:50:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[falha de segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma falha de segurança está colocando em risco grande parte das distribuições Linux lançadas desde 2017. Batizada de “Copy Fail” e identificada como CVE-2026-31431, a vulnerabilidade permite que usuários comuns elevem seus privilégios de acesso e assumam controle administrativo dos sistemas corrompidos. Segundo a empresa de segurança Theori, responsável pela descoberta, a exploração pode ser realizada por meio de um script em Python que funciona de forma ampla, sem necessidade de adaptações específicas para cada versão do Linux. Isso amplia o alcance da falha. Um dos pontos mais críticos da vulnerabilidade é a capacidade de passar despercebida por ferramentas de monitoramento tradicionais. De acordo com o engenheiro DevOps Jorijn Schrijvershof, o comportamento da falha dificulta a detecção porque não deixa rastros evidentes no sistema. Ou seja, as ferramentas de monitoramento simplesmente não conseguem detectá-la. Correções já foram aplicadas, mas usuários ainda precisam ficar atentos – Imagem: Spectral-Design/Shutterstock Descoberta de falha no Linux teve ajuda de IA A descoberta foi feita com o apoio de uma ferramenta de inteligência artificial chamada Xint Code. Um dos pesquisadores envolvidos, Taeyang Lee, utilizou o sistema para analisar o subsistema criptográfico do Linux. Em cerca de uma hora, a varredura automatizada identificou múltiplas vulnerabilidades, incluindo a Copy Fail. De acordo com o site Ars Technica, uma correção foi implementada no dia 1º de abril. No entanto, os detalhes da falha foram publicados antes das atualizações necessárias. Alguns sistemas já disponibilizaram correções adicionais, incluindo Arch Linux, Fedora (da Red Hat) e Amazon Linux. Mas muitas outras distribuições permanecem vulneráveis, o que exige atenção redobrada de administradores e usuários até que as correções sejam amplamente aplicadas. O post Falha de segurança coloca usuários do Linux em risco apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Uma falha de segurança está colocando em risco grande parte das distribuições <a href="https://olhardigital.com.br/tag/linux/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Linux </a>lançadas desde 2017. Batizada de “Copy Fail” e identificada como CVE-2026-31431, a vulnerabilidade permite que usuários comuns elevem seus privilégios de acesso e assumam controle administrativo dos sistemas corrompidos.</p>
<p>Segundo a empresa de segurança Theori, responsável pela descoberta, a exploração pode ser realizada por meio de um script em Python que funciona de forma ampla, sem necessidade de adaptações específicas para cada versão do Linux. Isso amplia o alcance da falha.</p>
<p>Um dos pontos mais críticos da vulnerabilidade é a capacidade de passar despercebida por ferramentas de monitoramento tradicionais. De acordo com o engenheiro DevOps <a href="https://jorijn.com/en/blog/copy-fail-cve-2026-31431-linux-kernel-bug-explained/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jorijn Schrijvershof</a>, o comportamento da falha dificulta a detecção porque não deixa rastros evidentes no sistema. Ou seja, as ferramentas de monitoramento simplesmente não conseguem detectá-la.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Linux-2-1024x576.jpg" alt="Sistema operacional" class="wp-image-1159697" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Linux-2-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Linux-2-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Linux-2-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Linux-2-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Linux-2-2048x1152.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Linux-2-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Linux-2-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Linux-2-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Correções já foram aplicadas, mas usuários ainda precisam ficar atentos – Imagem: Spectral-Design/Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-descoberta-de-falha-no-linux-teve-ajuda-de-ia">Descoberta de falha no Linux teve ajuda de IA</h2>
<p>A descoberta foi feita com o apoio de uma ferramenta de inteligência artificial chamada <a href="https://xint.io/blog/copy-fail-linux-distributions" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Xint Code</a>. Um dos pesquisadores envolvidos, Taeyang Lee, utilizou o sistema para analisar o subsistema criptográfico do Linux. Em cerca de uma hora, a varredura automatizada identificou múltiplas vulnerabilidades, incluindo a Copy Fail. </p>
<p>De acordo com o site <em><a href="https://arstechnica.com/security/2026/04/as-the-most-severe-linux-threat-in-years-surfaces-the-world-scrambles/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ars Technica</a></em>, uma correção foi implementada no dia 1º de abril. No entanto, os detalhes da falha foram publicados antes das atualizações necessárias.</p>
<p>Alguns sistemas já disponibilizaram correções adicionais, incluindo Arch Linux, Fedora (da Red Hat) e Amazon Linux. Mas muitas outras distribuições permanecem vulneráveis, o que exige atenção redobrada de administradores e usuários até que as correções sejam amplamente aplicadas.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/05/02/seguranca/falha-de-seguranca-coloca-usuarios-do-linux-em-risco/">Falha de segurança coloca usuários do Linux em risco</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Falha permite que imagens de câmeras de vigilância sejam acessadas livremente</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/falha-permite-que-imagens-de-cameras-de-vigilancia-sejam-acessadas-livremente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 20:20:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[câmeras de segurança]]></category>
		<category><![CDATA[câmeras inteligentes]]></category>
		<category><![CDATA[falha de segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[monitoramento por câmeras]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 60 câmeras de vigilância da empresa Flock, conectadas à internet, ficaram acessíveis ao público, permitindo que qualquer pessoa assistisse às imagens ao vivo, sem precisar de nome de usuário ou senha. A descoberta foi feita pelo YouTuber de tecnologia Benn Jordan e pela 404 Media, levantando preocupações sobre privacidade e segurança, explicou o The Verge. Falha expõe câmeras de vigilância ao público; qualquer pessoa podia assistir às imagens ao vivo sem login. Imagem: gorodenkoff / iStock Observações impressionantes de Jordan A Flock fornece tecnologia de câmeras inteligentes para milhares de agências de segurança pública e empresas em todo o país. Recentemente, a empresa firmou parceria com a Ring, permitindo que clientes solicitem imagens de usuários pelo aplicativo Neighbors. Algumas câmeras da Flock são projetadas para escanear placas de veículos, enquanto outras, como as Condor, podem girar, inclinar e dar zoom automaticamente para rastrear pessoas e carros. Em seu vídeo, Jordan compartilhou algumas situações captadas pelas câmeras: Um homem saindo de casa em Nova York pela manhã. Uma mulher correndo sozinha em uma trilha na Geórgia. Um homem andando de patins e fazendo pausa para assistir a vídeos no celular. Um casal discutindo em uma feira de rua em Atlanta. Segundo Jordan, a inteligência artificial das câmeras aplicava automaticamente zoom nos alvos, registrando detalhes das ações das pessoas sem intervenção humana. Câmeras com IA conseguem girar, inclinar e dar zoom, captando detalhes de atividades cotidianas de pessoas e veículos. Imagem: Al More/Shutterstock Como as falhas foram descobertas Jordan trabalhou com Jon “GainSec” Gaines, que já havia identificado vulnerabilidades no sistema da Flock. Usando o Shodan, mecanismo de busca de dispositivos conectados à internet, eles localizaram transmissões ao vivo e painéis de controle administrativos da Flock. Leia mais: Câmeras em totens urbanos geram alerta sobre privacidade Programa Muralha Paulista é questionado por uso de dados sensíveis Em breve, você pode ser multado por… ônibus. Entenda! Esses painéis permitiam não só visualizar as câmeras, mas também baixar arquivos de vídeo dos últimos 30 dias, alterar configurações, excluir gravações, acessar logs e executar diagnósticos — tudo sem necessidade de credenciais de acesso. Vulnerabilidade permitia visualizar câmeras e alterar configurações sem precisar de credenciais. Imagem: Trismegist san/Shutterstock A resposta da Flock Em visitas a alguns dos locais monitorados, Jordan e Jason Koebler, da 404 Media, confirmaram que as filmagens públicas correspondiam a locais reais. “Tratou-se de uma falha de configuração limitada em um número muito pequeno de dispositivos, e o problema já foi corrigido”, explicou um porta-voz da Flock. O post Falha permite que imagens de câmeras de vigilância sejam acessadas livremente apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Mais de 60 <a href="https://olhardigital.com.br/tag/cameras-de-seguranca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">câmeras de vigilância</a> da empresa Flock, conectadas à <a href="https://olhardigital.com.br/tag/internet/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">internet</a>, ficaram acessíveis ao público, permitindo que qualquer pessoa assistisse às imagens ao vivo, sem precisar de nome de usuário ou senha.</p>
<p>A descoberta foi feita pelo YouTuber de tecnologia Benn Jordan e pela 404 Media, levantando preocupações sobre privacidade e segurança, explicou o <a href="https://www.theverge.com/news/849624/flock-ai-camera-feeds-exposed-benn-jordan" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>The Verge</em></a>.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/10/cameras-de-vigilancia-1024x576.jpg" alt="Falha expõe câmeras de vigilância ao público; qualquer pessoa podia assistir às imagens ao vivo sem login." class="wp-image-1198782" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/cameras-de-vigilancia-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/cameras-de-vigilancia-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/cameras-de-vigilancia-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/cameras-de-vigilancia-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/cameras-de-vigilancia-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/cameras-de-vigilancia-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/cameras-de-vigilancia-150x84.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/cameras-de-vigilancia.jpg 2000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Falha expõe câmeras de vigilância ao público; qualquer pessoa podia assistir às imagens ao vivo sem login. Imagem: gorodenkoff / iStock</em></figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-observacoes-impressionantes-de-jordan"><strong>Observações impressionantes de Jordan</strong></h2>
<p>A Flock fornece tecnologia de câmeras inteligentes para milhares de agências de segurança pública e empresas em todo o país. Recentemente, a empresa firmou parceria com a Ring, permitindo que clientes solicitem imagens de usuários pelo aplicativo Neighbors.</p>
<p>Algumas câmeras da Flock são projetadas para escanear placas de veículos, enquanto outras, como as Condor, podem girar, inclinar e dar zoom automaticamente para rastrear pessoas e carros.</p>
<p>Em seu vídeo, Jordan compartilhou algumas situações captadas pelas câmeras:</p>
<ul>
<li>Um homem saindo de casa em Nova York pela manhã.</li>
<li>Uma mulher correndo sozinha em uma trilha na Geórgia.</li>
<li>Um homem andando de patins e fazendo pausa para assistir a vídeos no celular.</li>
<li>Um casal discutindo em uma feira de rua em Atlanta.</li>
</ul>
<p>Segundo Jordan, a <a href="https://olhardigital.com.br/tag/inteligencia-artificial/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inteligência artificial</a> das câmeras aplicava automaticamente zoom nos alvos, registrando detalhes das ações das pessoas sem intervenção humana.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2024/11/shutterstock_2349602587-1024x683.jpg" alt="Câmeras com IA conseguem girar, inclinar e dar zoom, captando detalhes de atividades cotidianas de pessoas e veículos." class="wp-image-1007950" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/shutterstock_2349602587-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/shutterstock_2349602587-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/shutterstock_2349602587-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/shutterstock_2349602587-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/shutterstock_2349602587-150x100.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/shutterstock_2349602587.jpg 1620w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Câmeras com IA conseguem girar, inclinar e dar zoom, captando detalhes de atividades cotidianas de pessoas e veículos. Imagem: Al More/Shutterstock</em></figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-as-falhas-foram-descobertas"><strong>Como as falhas foram descobertas</strong></h2>
<p>Jordan trabalhou com Jon “GainSec” Gaines, que já havia identificado vulnerabilidades no sistema da Flock. Usando o Shodan, mecanismo de busca de dispositivos conectados à internet, eles localizaram transmissões ao vivo e painéis de controle administrativos da Flock.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/11/seguranca/cameras-em-totens-urbanos-geram-alerta-sobre-privacidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Câmeras em totens urbanos geram alerta sobre privacidade</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/12/17/seguranca/programa-muralha-paulista-e-questionado-por-uso-de-dados-sensiveis/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Programa Muralha Paulista é questionado por uso de dados sensíveis</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/08/21/carros-e-tecnologia/em-breve-voce-pode-ser-multado-por-onibus-entenda/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Em breve, você pode ser multado por… ônibus. Entenda!</a></li>
</ul>
<p>Esses painéis permitiam não só visualizar as câmeras, mas também baixar arquivos de vídeo dos últimos 30 dias, alterar configurações, excluir gravações, acessar logs e executar diagnósticos — tudo sem necessidade de credenciais de acesso.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2024/10/monitoramento-1-1024x576.jpg" alt="Vulnerabilidade permitia visualizar câmeras e alterar configurações sem precisar de credenciais." class="wp-image-982981" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/monitoramento-1-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/monitoramento-1-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/monitoramento-1-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/monitoramento-1-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/monitoramento-1-2048x1152.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/monitoramento-1-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/monitoramento-1-150x84.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/monitoramento-1-1280x720.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Vulnerabilidade permitia visualizar câmeras e alterar configurações sem precisar de credenciais. Imagem: Trismegist san/Shutterstock</em></figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-a-resposta-da-flock"><strong>A resposta da Flock</strong></h2>
<p>Em visitas a alguns dos locais monitorados, Jordan e Jason Koebler, da 404 Media, confirmaram que as filmagens públicas correspondiam a locais reais.</p>
<p>“Tratou-se de uma falha de configuração limitada em um número muito pequeno de dispositivos, e o problema já foi corrigido”, explicou um porta-voz da Flock.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/12/23/seguranca/falha-permite-que-imagens-de-cameras-de-vigilancia-sejam-acessadas-livremente/">Falha permite que imagens de câmeras de vigilância sejam acessadas livremente</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Falha no WhatsApp expõe 3,5 bilhões de números e dados de perfil</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/falha-no-whatsapp-expoe-35-bilhoes-de-numeros-e-dados-de-perfil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 23:49:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[falha de segurança]]></category>
		<category><![CDATA[privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[WhatsApp]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/falha-no-whatsapp-expoe-35-bilhoes-de-numeros-e-dados-de-perfil/</guid>

					<description><![CDATA[O WhatsApp teve 3,5 bilhões de números expostos após pesquisadores explorarem uma falha simples no recurso de descoberta de contatos. O método revelou informações sensíveis, como fotos e textos de perfil, levantando alertas sobre privacidade na plataforma mais usada do mundo, comenta a Wired. Vazamento massivo no WhatsApp mostrou dados sensíveis de bilhões de contas, segundo estudo austríaco. Imagem: Dulin / Shutterstock O que os pesquisadores descobriram Um grupo de pesquisadores austríacos conseguiu extrair números de telefone de bilhões de contas do WhatsApp usando uma técnica extremamente simples: testar, em alta velocidade, todos os números possíveis na ferramenta de descoberta de contatos. Eles obtiveram 3,5 bilhões de números, além de fotos de perfil em 57% dos casos e textos de perfil em 29%. Segundo os pesquisadores, a Meta não impôs limites de requisições, o que permitiu verificar cerca de 100 milhões de números por hora. Até onde sabemos, esta é a exposição mais extensa de números de telefone e dados de usuários relacionados já documentada. Aljosha Judmayer, pesquisador da Universidade de Viena, em comunicado. Meta corrigiu brecha que permitia coletar números e perfis, mas levou meses para a correção e exposição já havia ocorrido em larga escala. Imagem: Tada Images/Shutterstock) Meta corrigiu a falha, mas tarde demais A Meta foi avisada sobre o problema em abril de 2025 pelos próprios pesquisadores, que apagaram sua base após o estudo. Entretanto, a empresa só implementou medidas robustas de limitação de taxa em outubro. Em resposta à Wired, a Meta agradeceu o alerta e classificou os dados expostos como “informações básicas de domínio público”, já que fotos e textos de perfil não aparecem para perfis privados. Leia mais: WhatsApp vem ganhando cada vez mais usuários nos Estados Unidos WhatsApp inicia testes para permitir múltiplas contas no iPhone Vírus que se espalha pelo WhatsApp pode roubar dados bancários Nitin Gupta, vice-presidente de engenharia do WhatsApp, reforçou que “não encontramos evidências de agentes maliciosos abusando desse vetor”. Ainda assim, segundo os pesquisadores, nada impedia que golpistas ou governos tivessem explorado a vulnerabilidade antes da correção. Análise também revela chaves repetidas e até compostas por zeros no WhatsApp, sugerindo uso de apps paralelos. Imagem: oasisamuel/Shutterstock Exposição já havia sido alertada anos antes A falha não era inédita. Em 2017, o pesquisador holandês Loran Kloeze já havia demonstrado a possibilidade de capturar números, fotos, textos e status online. O WhatsApp respondeu, à época, que as configurações de privacidade funcionavam como esperado. Agora, os pesquisadores austríacos foram além: elencaram todos os números do WhatsApp e analisaram quais contas deixavam informações públicas. Eles descobriram, por exemplo: Nos EUA, 44% exibiam fotos de perfil. Na Índia, 62% deixavam uma foto pública. No Brasil, 61% tinham fotos expostas. Além disso, encontraram milhões de contas em países onde o WhatsApp é proibido, como China (2,3 milhões) e Mianmar (1,6 milhão), o que poderia colocar esses usuários em risco. Números de telefone não foram projetados para serem usados como identificadores secretos de contas, mas é assim que são usados na prática. […] Isso é um problema. Aljosha Judmayer, pesquisador da Universidade de Viena, em comunicado. Problemas também com chaves criptográficas Os pesquisadores analisaram ainda as chaves criptográficas usadas para receber mensagens. Eles descobriram duplicações incomuns (algumas centenas de vezes) e até chaves compostas apenas por zeros. A suspeita é que isso esteja relacionado a clientes não autorizados do WhatsApp, muitas vezes usados por golpistas. O post Falha no WhatsApp expõe 3,5 bilhões de números e dados de perfil apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O <a href="https://olhardigital.com.br/tag/whatsapp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">WhatsApp</a> teve 3,5 bilhões de números expostos após pesquisadores explorarem uma falha simples no recurso de descoberta de contatos.</p>
<p>O método revelou informações sensíveis, como fotos e textos de perfil, levantando alertas sobre <a href="https://olhardigital.com.br/tag/privacidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">privacidade</a> na plataforma mais usada do mundo, comenta a <em><a href="https://www.wired.com/story/a-simple-whatsapp-security-flaw-exposed-billions-phone-numbers/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Wired</a></em>.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2019/01/esconder-foto-de-perfil-no-WhatsApp-1024x682.jpg" alt="Vazamento massivo no WhatsApp mostrou dados sensíveis de bilhões de contas, segundo estudo austríaco." class="wp-image-476583" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2019/01/esconder-foto-de-perfil-no-WhatsApp-1024x682.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2019/01/esconder-foto-de-perfil-no-WhatsApp-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2019/01/esconder-foto-de-perfil-no-WhatsApp-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2019/01/esconder-foto-de-perfil-no-WhatsApp-150x100.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2019/01/esconder-foto-de-perfil-no-WhatsApp.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Vazamento massivo no WhatsApp mostrou dados sensíveis de bilhões de contas, segundo estudo austríaco. Imagem: Dulin / Shutterstock</em></figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-que-os-pesquisadores-descobriram"><strong>O que os pesquisadores descobriram</strong></h2>
<p>Um grupo de pesquisadores austríacos conseguiu extrair números de telefone de bilhões de contas do WhatsApp usando uma técnica extremamente simples: testar, em alta velocidade, todos os números possíveis na ferramenta de descoberta de contatos.</p>
<p>Eles obtiveram 3,5 bilhões de números, além de fotos de perfil em 57% dos casos e textos de perfil em 29%. Segundo os pesquisadores, a <a href="https://olhardigital.com.br/tag/meta/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Meta</a> não impôs limites de requisições, o que permitiu verificar cerca de 100 milhões de números por hora.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Até onde sabemos, esta é a exposição mais extensa de números de telefone e dados de usuários relacionados já documentada.</p>
<p><cite>Aljosha Judmayer, pesquisador da Universidade de Viena, em comunicado.</cite></p></blockquote>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="682" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/10/meta_fachada-1024x682.jpg" alt="Meta corrigiu brecha que permitia coletar números e perfis, mas levou meses para a correção e exposição já havia ocorrido em larga escala. " class="wp-image-1208852" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/meta_fachada-1024x682.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/meta_fachada-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/meta_fachada-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/meta_fachada-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/meta_fachada-2048x1365.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/meta_fachada-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Meta corrigiu brecha que permitia coletar números e perfis, mas levou meses para a correção e exposição já havia ocorrido em larga escala. Imagem: Tada Images/Shutterstock)</em></figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-meta-corrigiu-a-falha-mas-tarde-demais"><strong>Meta corrigiu a falha, mas tarde demais</strong></h2>
<p>A Meta foi avisada sobre o problema em abril de 2025 pelos próprios pesquisadores, que apagaram sua base após o estudo. Entretanto, a empresa só implementou medidas robustas de limitação de taxa em outubro.</p>
<p>Em resposta à <em>Wired</em>, a Meta agradeceu o alerta e classificou os dados expostos como “informações básicas de domínio público”, já que fotos e textos de perfil não aparecem para perfis privados.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/17/internet-e-redes-sociais/whatsapp-vem-ganhando-cada-vez-mais-usuarios-nos-estados-unidos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">WhatsApp vem ganhando cada vez mais usuários nos Estados Unidos</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/18/internet-e-redes-sociais/whatsapp-inicia-testes-para-permitir-multiplas-contas-no-iphone/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">WhatsApp inicia testes para permitir múltiplas contas no iPhone</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/17/seguranca/virus-que-se-espalha-pelo-whatsapp-pode-roubar-dados-bancarios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Vírus que se espalha pelo WhatsApp pode roubar dados bancários</a></li>
</ul>
<p>Nitin Gupta, vice-presidente de engenharia do WhatsApp, reforçou que “não encontramos evidências de agentes maliciosos abusando desse vetor”.</p>
<p>Ainda assim, segundo os pesquisadores, nada impedia que golpistas ou governos tivessem explorado a vulnerabilidade antes da correção.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/10/whatsapp-spam-1024x683.jpg" alt="Análise revela chaves repetidas e até compostas por zeros no WhatsApp, sugerindo uso de apps paralelos." class="wp-image-1202877" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/whatsapp-spam-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/whatsapp-spam-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/whatsapp-spam-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/whatsapp-spam-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/whatsapp-spam-150x100.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/whatsapp-spam.jpg 2004w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Análise também revela chaves repetidas e até compostas por zeros no WhatsApp, sugerindo uso de apps paralelos. Imagem: oasisamuel/Shutterstock</em></figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-exposicao-ja-havia-sido-alertada-anos-antes"><strong>Exposição já havia sido alertada anos antes</strong></h2>
<p>A falha não era inédita. Em 2017, o pesquisador holandês Loran Kloeze já havia demonstrado a possibilidade de capturar números, fotos, textos e status online. O WhatsApp respondeu, à época, que as configurações de privacidade funcionavam como esperado.</p>
<p>Agora, os pesquisadores austríacos foram além: elencaram todos os números do WhatsApp e analisaram quais contas deixavam informações públicas.</p>
<p>Eles descobriram, por exemplo:</p>
<ul>
<li>Nos EUA, 44% exibiam fotos de perfil.</li>
<li>Na Índia, 62% deixavam uma foto pública.</li>
<li>No Brasil, 61% tinham fotos expostas.</li>
</ul>
<p>Além disso, encontraram milhões de contas em países onde o WhatsApp é proibido, como China (2,3 milhões) e Mianmar (1,6 milhão), o que poderia colocar esses usuários em risco.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Números de telefone não foram projetados para serem usados como identificadores secretos de contas, mas é assim que são usados na prática. […] Isso é um problema.</p>
<p><cite>Aljosha Judmayer, pesquisador da Universidade de Viena, em comunicado.</cite></p></blockquote>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-problemas-tambem-com-chaves-criptograficas"><strong>Problemas também com chaves criptográficas</strong></h2>
<p>Os pesquisadores analisaram ainda as chaves criptográficas usadas para receber mensagens. Eles descobriram duplicações incomuns (algumas centenas de vezes) e até chaves compostas apenas por zeros.</p>
<p>A suspeita é que isso esteja relacionado a clientes não autorizados do WhatsApp, muitas vezes usados por golpistas.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/18/seguranca/falha-no-whatsapp-expoe-35-bilhoes-de-numeros-e-dados-de-perfil/">Falha no WhatsApp expõe 3,5 bilhões de números e dados de perfil</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nem todas as VPNs são realmente seguras, revela estudo</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/nem-todas-as-vpns-sao-realmente-seguras-revela-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2025 08:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[falha de segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[VPN]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/nem-todas-as-vpns-sao-realmente-seguras-revela-estudo/</guid>

					<description><![CDATA[Centenas de milhões de pessoas utilizam VPNs ao redor do mundo. Essas redes privadas virtuais permitem navegar na internet de maneira anônima, ocultando o seu endereço IP e os dados de navegação de terceiros, como hackers e do próprio provedor de internet. Estas ferramentas também são importantes para contornar bloqueios de sites e acessar conteúdos restritos, especialmente em países mais fechados. No entanto, um novo estudo aponta que nem sempre os provedores adotam todas as medidas de segurança necessárias.   Alguns provedores dizem ser seguros, mas estão enganando os usuários (Imagem: earth phakphum/Shutterstock) Alguns serviços são pouco transparentes Um relatório da Open Technology Fund, organização independente sem fins lucrativos que promove a liberdade global na internet, revela deficiências em alguns provedores de VPN. A lista de problemas inclui relações de propriedade pouco transparentes. De acordo com o estudo, “muitos serviços de VPN ocultam seus verdadeiros proprietários por meio de estruturas empresariais complexas”. As empresas Innovative Connecting PTE, Autumn Breeze PTE e Lemon Clove PTE afirmam, por exemplo, que estão registradas em Cingapura. Mas, na realidade, seriam controladas por cidadãos chineses, o que significa que estariam sujeitas às leis da China de controle de informações. As consequências disso podem ser a prisão dos usuários. Lembrando que o uso de VPN é proibido em países como China, Rússia, Belarus, Irã e Coreia do Norte. As informações são do portal DW. Falhas de segurança podem permitir que criminosos acessem informações sensíveis (Imagem: Song_about_summer/Shutterstock) Outros problemas de segurança das VPNs O documento ainda alerta que vários serviços de VPN seriam desenvolvidos pela mesma empresa, ocultando as conexões entre si. No total, foram identificados provedores considerados altamente problemáticos, com 16 aplicativos e um total de mais de 700 milhões de downloads na Google Play Store. São eles o Turbo VPN, o VPN Proxy Master, o XY VPN e o 3X VPN – Smooth Browsing. Leia mais Meta contornou proteções de VPN e guia anônima no Android O que é uma VPN: saiba como funcionam as redes privadas virtuais  Chatbots de IA podem criar golpes de phishing eficazes O relatório aponta que centenas de milhões de usuários destes serviços acreditam estar protegidos. No entanto, a realidade é bem diferente. Isso porque os provedores utilizam o chamado protocolo de Shadowsocks (que não foi projetado para garantir privacidade) para estabelecer o túnel VPN. Produtos são oferecidos de forma gratuita na Google Play Store (Imagem: Mojahid Mottakin/Shtterstock) Outro problema é o uso de senhas programadas que são armazenadas nos aplicativos. Essa é considerada uma grave falha de segurança, uma vez que invasores podem ter acesso a essas senhas e, assim, descriptografar e ler todas as comunicações. Além disso, muitos provedores utilizam servidores alugados em data centers, o que significa que eles não têm controle total sobre o hardware. A conclusão do estudo é de que “infelizmente, na melhor das hipóteses, as VPNs podem transmitir uma falsa sensação de segurança e, na pior das hipóteses, comprometer totalmente a privacidade e a segurança. Por conta disso, os responsáveis pelo trabalho recomendam o uso de redes pagas, que, geralmente, são mais confiáveis e seguras. O post Nem todas as VPNs são realmente seguras, revela estudo apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Centenas de milhões de pessoas utilizam <a href="https://olhardigital.com.br/tag/vpn/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">VPNs</a> ao redor do mundo. Essas redes privadas virtuais permitem navegar na <a href="https://olhardigital.com.br/tag/internet/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">internet</a> de maneira anônima, ocultando o seu endereço IP e os dados de navegação de terceiros, como hackers e do próprio provedor de internet.</p>
<p>Estas ferramentas também são importantes para contornar bloqueios de sites e acessar conteúdos restritos, especialmente em países mais fechados. No entanto, um novo estudo aponta que nem sempre os provedores adotam todas as medidas de segurança necessárias.  </p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2024/10/vpn-1-1024x576.jpg" alt="vpn" class="wp-image-980271" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/vpn-1-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/vpn-1-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/vpn-1-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/vpn-1-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/vpn-1-2048x1152.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/vpn-1-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/vpn-1-150x84.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/vpn-1-1280x720.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Alguns provedores dizem ser seguros, mas estão enganando os usuários (Imagem: earth phakphum/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-alguns-servicos-sao-pouco-transparentes">Alguns serviços são pouco transparentes</h2>
<ul>
<li>Um <a href="https://www.opentech.fund/news/who-owns-operates-and-develops-your-vpn-matters-an-analysis-of-transparency-vs-anonymity-in-the-vpn-ecosystem-and-implications-for-users/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">relatório</a> da <em>Open Technology Fund</em>, organização independente sem fins lucrativos que promove a liberdade global na internet, revela deficiências em alguns provedores de VPN.</li>
<li>A lista de problemas inclui relações de propriedade pouco transparentes. </li>
<li>De acordo com o estudo, “muitos serviços de VPN ocultam seus verdadeiros proprietários por meio de estruturas empresariais complexas”. </li>
<li>As empresas Innovative Connecting PTE, Autumn Breeze PTE e Lemon Clove PTE afirmam, por exemplo, que estão registradas em Cingapura. </li>
<li>Mas, na realidade, seriam controladas por cidadãos chineses, o que significa que estariam sujeitas às leis da China de controle de informações.</li>
<li>As consequências disso podem ser a prisão dos usuários.</li>
<li>Lembrando que o uso de VPN é proibido em países como China, Rússia, Belarus, Irã e Coreia do Norte.</li>
<li>As informações são do portal <a href="https://www.dw.com/pt-br/usa-vpn-estudo-aponta-riscos-para-usu%C3%A1rios/a-74069996" target="_blank" rel="noreferrer noopener">DW</a>.</li>
</ul>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/06/segurana-1024x682.jpg" alt="Holograma de cadeado aberto" class="wp-image-1138706" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/segurana-1024x682.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/segurana-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/segurana-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/segurana-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/segurana-2048x1365.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/segurana-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Falhas de segurança podem permitir que criminosos acessem informações sensíveis (Imagem: Song_about_summer/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-outros-problemas-de-seguranca-das-vpns"><strong>Outros problemas de segurança das VPNs</strong></h2>
<p>O documento ainda alerta que vários serviços de VPN seriam desenvolvidos pela mesma empresa, ocultando as conexões entre si. No total, foram identificados provedores considerados altamente problemáticos, com 16 aplicativos e um total de mais de 700 milhões de downloads na Google Play Store. São eles o Turbo VPN, o VPN Proxy Master, o XY VPN e o 3X VPN – Smooth Browsing.</p>
<p><strong>Leia mais</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/06/07/seguranca/como-a-meta-contornou-protecoes-de-vpn-e-guia-anonima-no-android/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Meta contornou proteções de VPN e guia anônima no Android</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2024/08/22/videos/o-que-e-uma-vpn-saiba-como-funcionam-as-redes-privadas-virtuais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O que é uma VPN: saiba como funcionam as redes privadas virtuais </a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/09/17/seguranca/chatbots-de-ia-podem-criar-golpes-de-phishing-eficazes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Chatbots de IA podem criar golpes de phishing eficazes</a></li>
</ul>
<p>O relatório aponta que centenas de milhões de usuários destes serviços acreditam estar protegidos. No entanto, a realidade é bem diferente. Isso porque os provedores utilizam o chamado protocolo de Shadowsocks (que não foi projetado para garantir privacidade) para estabelecer o túnel VPN.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/01/play_store-1024x683.jpg" alt="Logotipo do Google Play em um smartphone" class="wp-image-1044455" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/play_store-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/play_store-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/play_store-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/play_store-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/play_store-2048x1366.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/play_store-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Produtos são oferecidos de forma gratuita na Google Play Store (Imagem: Mojahid Mottakin/Shtterstock)</figcaption></figure>
</div>
<p>Outro problema é o uso de senhas programadas que são armazenadas nos aplicativos. Essa é considerada uma grave falha de segurança, uma vez que invasores podem ter acesso a essas senhas e, assim, descriptografar e ler todas as comunicações. Além disso, muitos provedores utilizam servidores alugados em data centers, o que significa que eles não têm controle total sobre o hardware.</p>
<p>A conclusão do estudo é de que “infelizmente, na melhor das hipóteses, as VPNs podem transmitir uma falsa sensação de segurança e, na pior das hipóteses, comprometer totalmente a privacidade e a segurança. Por conta disso, os responsáveis pelo trabalho recomendam o uso de redes pagas, que, geralmente, são mais confiáveis e seguras.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/09/22/seguranca/nem-todos-os-vpns-sao-realmente-seguros-revela-estudo/">Nem todas as VPNs são realmente seguras, revela estudo</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>SAP alerta para falhas críticas em seus sistemas, que são usados no mundo todo</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/sap-alerta-para-falhas-criticas-em-seus-sistemas-que-sao-usados-no-mundo-todo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Sep 2025 23:08:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[falha de segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[A SAP emitiu um alerta de segurança para diversas falhas graves em seus produtos mais utilizados, incluindo o S/4HANA e o NetWeaver. A companhia alemã reforça que a aplicação imediata dos patches é essencial para reduzir a superfície de ataque e evitar incidentes que podem comprometer a integridade de sistemas corporativos, segundo informações do portal ArsTechnica. O problema mais crítico foi identificado no NetWeaver, plataforma que serve como base para diversas soluções empresariais da SAP. A vulnerabilidade, registrada como CVE-2025-42944, recebeu nota máxima de 10 na escala CVSS. (Imagem: Vitamin444 / Shutterstock.com) Trata-se de uma falha de desserialização. Hackers podem explorá-la para injetar comandos maliciosos a partir do envio de malware para uma brecha no sistema, colocando em risco toda a infraestrutura. Além dessa, a SAP listou outras três vulnerabilidades graves no NetWeaver, classificadas com notas de 9,9; 9,6 e 9,1. Embora ainda não haja indícios de exploração ativa, especialistas alertam para a necessidade de atualização imediata. S/4HANA já está na mira de criminosos digitais No caso do S/4HANA, sistema voltado à gestão de processos empresariais, a situação também é preocupante. Uma falha registrada como CVE-2025-42957, corrigida no mês passado, já está sendo explorada por criminosos digitais. Segundo a empresa de cibersegurança SecurityBridge, a vulnerabilidade recebeu nota 9,9 e permite que invasores, mesmo com credenciais básicas, comprometam totalmente o sistema. Conforme a empresa de segurança, o ataque é de baixa complexidade e pode ser realizado pela rede, bastando apenas uma conta de usuário comum. Isso aumenta o risco de que invasores externos, após obter acesso inicial via phishing, assumam o controle da infraestrutura. Os sistemas podem ser explorados por hackers (Imagem: @Freepik/Freepik) A SAP descreveu a falha como uma “porta dos fundos”, capaz de abrir caminho para roubo de dados, espionagem, fraude ou até instalação de ransomware. SAP reforça urgência na aplicação dos patches de segurança O pacote de correções divulgado pela companhia não se limita ao NetWeaver e ao S/4HANA. Outros produtos afetados incluem SAP Business One, Landscape Transformation Replication Server, Commerce Cloud, Datahub, Business Planning and Consolidation, HCM, BusinessObjects BI, Supplier Relationship Management e Fiori. As notas de severidade variam de 3,1 a 8,8. Leia mais: Brasil deve investir bilhões em cibersegurança até 2028, diz relatório Hackers: como lidar com a cibersegurança na era da IA Generativa? Por que IA é o pesadelo e a esperança da cibersegurança O alerta da SAP surge em um momento delicado, já que clientes da empresa estão distribuídos em praticamente todos os setores da economia. A companhia enfatiza que atrasar a instalação das atualizações pode deixar organizações vulneráveis a ataques cada vez mais sofisticados. O post SAP alerta para falhas críticas em seus sistemas, que são usados no mundo todo apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A SAP emitiu um alerta de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/seguranca-digital/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">segurança</a> para diversas falhas graves em seus produtos mais utilizados, incluindo o S/4HANA e o NetWeaver. A companhia alemã reforça que a aplicação imediata dos patches é essencial para reduzir a superfície de ataque e evitar incidentes que podem comprometer a integridade de sistemas corporativos, segundo informações do portal <a href="https://arstechnica.com/security/2025/09/as-hackers-exploit-one-high-severity-sap-flaw-company-warns-of-3-more/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>ArsTechnica</em></a>.</p>
<p>O problema mais crítico foi identificado no NetWeaver, plataforma que serve como base para diversas soluções empresariais da SAP. A vulnerabilidade, registrada como CVE-2025-42944, recebeu nota máxima de 10 na escala CVSS.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="655" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/07/seguranca-digital-1024x655.jpg" alt="segurança digital" class="wp-image-1151377" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/seguranca-digital-1024x655.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/seguranca-digital-300x192.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/seguranca-digital-768x492.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/seguranca-digital-1536x983.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/seguranca-digital-365x232.jpg 365w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/seguranca-digital-150x96.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/seguranca-digital.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">(Imagem: Vitamin444 / Shutterstock.com)</figcaption></figure>
</div>
<p>Trata-se de uma falha de desserialização. Hackers podem explorá-la para injetar comandos maliciosos a partir do envio de malware para uma brecha no sistema, colocando em risco toda a infraestrutura.</p>
<p>Além dessa, a SAP listou outras três vulnerabilidades graves no NetWeaver, classificadas com notas de 9,9; 9,6 e 9,1. Embora ainda não haja indícios de exploração ativa, especialistas alertam para a necessidade de atualização imediata.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-s-4hana-ja-esta-na-mira-de-criminosos-digitais">S/4HANA já está na mira de criminosos digitais</h2>
<p>No caso do S/4HANA, sistema voltado à gestão de processos empresariais, a situação também é preocupante. Uma falha registrada como CVE-2025-42957, corrigida no mês passado, já está sendo explorada por criminosos digitais.</p>
<p>Segundo a empresa de cibersegurança SecurityBridge, a vulnerabilidade recebeu nota 9,9 e permite que invasores, mesmo com credenciais básicas, comprometam totalmente o sistema.</p>
<p>Conforme a empresa de segurança, o ataque é de baixa complexidade e pode ser realizado pela rede, bastando apenas uma conta de usuário comum. Isso aumenta o risco de que invasores externos, após obter acesso inicial via <a href="https://olhardigital.com.br/2022/12/19/tira-duvidas/o-que-e-phishing-e-como-se-proteger-desse-golpe-na-internet/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">phishing</a>, assumam o controle da infraestrutura.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Olhar-Digital-16-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-1132534" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Olhar-Digital-16-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Olhar-Digital-16-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Olhar-Digital-16-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Olhar-Digital-16-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Olhar-Digital-16-2048x1152.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Olhar-Digital-16-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Olhar-Digital-16-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Olhar-Digital-16-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Os sistemas podem ser explorados por hackers (Imagem: @Freepik/Freepik)</figcaption></figure>
</div>
<p>A SAP descreveu a falha como uma “porta dos fundos”, capaz de abrir caminho para roubo de dados, espionagem, fraude ou até instalação de ransomware.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-sap-reforca-urgencia-na-aplicacao-dos-patches-de-seguranca">SAP reforça urgência na aplicação dos patches de segurança</h2>
<p>O pacote de correções divulgado pela companhia não se limita ao NetWeaver e ao S/4HANA. Outros produtos afetados incluem SAP Business One, Landscape Transformation Replication Server, Commerce Cloud, Datahub, Business Planning and Consolidation, HCM, BusinessObjects BI, Supplier Relationship Management e Fiori. As notas de severidade variam de 3,1 a 8,8.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/07/23/seguranca/brasil-aumentara-gastos-com-ciberseguranca-ate-2028-diz-relatorio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Brasil deve investir bilhões em cibersegurança até 2028, diz relatório</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/03/31/colunistas/hackers-como-lidar-com-a-ciberseguranca-na-era-da-ia-generativa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Hackers: como lidar com a cibersegurança na era da IA Generativa?</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/07/18/seguranca/por-que-ia-e-o-pesadelo-e-a-esperanca-da-ciberseguranca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Por que IA é o pesadelo e a esperança da cibersegurança</a></li>
</ul>
<p>O alerta da SAP surge em um momento delicado, já que clientes da empresa estão distribuídos em praticamente todos os setores da economia. A companhia enfatiza que atrasar a instalação das atualizações pode deixar organizações vulneráveis a ataques cada vez mais sofisticados.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/09/09/seguranca/sap-alerta-para-falhas-criticas-em-seus-sistemas-que-sao-usados-no-mundo-todo/">SAP alerta para falhas críticas em seus sistemas, que são usados no mundo todo</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Google usa IA e identifica falhas de segurança em softwares</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/google-usa-ia-e-identifica-falhas-de-seguranca-em-softwares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Aug 2025 23:23:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bug]]></category>
		<category><![CDATA[falha de segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[vulnerabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/google-usa-ia-e-identifica-falhas-de-seguranca-em-softwares/</guid>

					<description><![CDATA[O Google publicou o primeiro relatório de desempenho da IA Big Sleep, criada para “caçar” vulnerabilidades e bugs no ambiente digital. A tecnologia foi desenvolvida pelo DeepMind em parceria com hackers do programa Project Zero, também de propriedade da big tech. “Como parte do nosso compromisso com a transparência neste espaço, temos o orgulho de anunciar que relatamos as primeiras 20 vulnerabilidades descobertas usando nosso sistema ‘Big Sleep’ baseado em IA e desenvolvido pela Gemini”, escreveu Heather Adkins, vice-presidente de segurança do Google. As falhas de segurança foram encontradas principalmente em softwares de código aberto, como a biblioteca de áudio e vídeo FFmpeg e o pacote de edição de imagens ImageMagick. Não há detalhes, no entanto, sobre a gravidade das ocorrências — que ainda estão passando por correções. Falhas de segurança foram encontradas principalmente em softwares de código aberto (Imagem: themotioncloud/iStock) “Para garantir relatórios de alta qualidade e acionáveis, temos um especialista humano no processo antes de relatar, mas cada vulnerabilidade foi encontrada e reproduzida pelo agente de IA sem intervenção humana”, disse a porta-voz do Google, Kimberly Samra, ao site TechCrunch.  Pelo bem de todos O agente de IA foi anunciado no ano passado com o objetivo de buscar ativamente vulnerabilidades de segurança desconhecidas em softwares — demonstrando o potencial da IA para corrigir falhas antes que elas afetem os usuários. “Esses agentes de segurança cibernética são revolucionários , liberando as equipes de segurança para se concentrarem em ameaças de alta complexidade, aumentando drasticamente seu impacto e alcance”, diz a empresa. Novos agentes de IA podem corrigir falhas antes que elas afetem os usuários (Imagem: Alex Cristi/iStock) O Google acredita que os atuais LLMs podem realizar pesquisas de vulnerabilidades se forem aplicadas as ferramentas certas. Isso ajudará a tornar o processo de triagem e a correção de problemas mais baratas e eficazes no futuro, de acordo com a big tech. Leia Mais: 7 prints que você NUNCA deve deixar na galeria de fotos do celular 7 ataques hackers e vulnerabilidades comuns no PC Windows e como se proteger Google lança sua melhor IA só para assinantes do plano mais caro O que mais tem por aí? Outros sistemas de busca de bugs baseados em IA já estão disponíveis no mercado, com destaque para RunSybil e XBOW. Na maioria dos casos, no entanto, os agentes dependem da intervenção de um humano para verificar se a vulnerabilidade encontrada é legítima, destaca o TechCrunch. “Nossa missão é automatizar a intuição dos hackers e reduzir a velocidade e o custo da descoberta de vulnerabilidades a zero”, promete o RunSybil. “Seus adversários estão tentando descobrir como usar a IA para aumentar sua eficácia, então por que não jogar Sybil hoje mesmo e descobrir o que você está enfrentando?” XBOW é 80 vezes mais veloz do que testes manuais (Imagem: Reprodução) Já o XBOW ficou mundialmente conhecido após alcançar o topo de uma das tabelas de classificação dos EUA na plataforma de caça-bugs HackerOne. O sistema é “treinado pelos melhores hackers”, sendo 80 vezes mais veloz do que testes manuais. O post Google usa IA e identifica falhas de segurança em softwares apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O <a href="https://olhardigital.com.br/tag/google/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Google</a> publicou o <a href="https://issuetracker.google.com/issues?q=componentid:1836411&amp;s=type:desc&amp;s=issue_id:desc" target="_blank" rel="noreferrer noopener">primeiro relatório</a> de desempenho da <a href="https://olhardigital.com.br/tag/inteligencia-artificial/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IA</a> Big Sleep, criada para “caçar” vulnerabilidades e bugs no ambiente digital. A tecnologia foi desenvolvida pelo <a href="https://olhardigital.com.br/tag/google-deepmind/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">DeepMind</a> em parceria com <a href="https://olhardigital.com.br/tag/hackers/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">hackers</a> do programa Project Zero, também de propriedade da big tech.</p>
<p>“Como parte do nosso compromisso com a transparência neste espaço, temos o orgulho de anunciar que relatamos as primeiras 20 vulnerabilidades descobertas usando nosso sistema ‘Big Sleep’ baseado em IA e desenvolvido pela Gemini”, <a href="https://x.com/argvee/status/1952390039700431184" target="_blank" rel="noreferrer noopener">escreveu</a> Heather Adkins, vice-presidente de segurança do Google.</p>
<p>As falhas de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/seguranca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">segurança</a> foram encontradas principalmente em <a href="https://olhardigital.com.br/tag/software/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">softwares</a> de código aberto, como a biblioteca de áudio e vídeo FFmpeg e o pacote de edição de imagens ImageMagick. Não há detalhes, no entanto, sobre a gravidade das ocorrências — que ainda estão passando por correções.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-1007464396-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-1159790" style="width:840px;height:auto" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-1007464396-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-1007464396-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-1007464396-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-1007464396-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-1007464396-2048x1152.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-1007464396-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-1007464396-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-1007464396-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Falhas de segurança foram encontradas principalmente em softwares de código aberto (Imagem: themotioncloud/iStock)</figcaption></figure>
</div>
<p>“Para garantir relatórios de alta qualidade e acionáveis, temos um especialista humano no processo antes de relatar, mas cada vulnerabilidade foi encontrada e reproduzida pelo agente de IA sem intervenção humana”, disse a porta-voz do Google, Kimberly Samra, <a href="https://techcrunch.com/2025/08/04/google-says-its-ai-based-bug-hunter-found-20-security-vulnerabilities/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ao site TechCrunch</a>. </p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-pelo-bem-de-todos">Pelo bem de todos</h2>
<p>O agente de IA foi <a href="https://blog.google/technology/safety-security/cybersecurity-updates-summer-2025/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">anunciado no ano passado</a> com o objetivo de buscar ativamente vulnerabilidades de segurança desconhecidas em softwares — demonstrando o potencial da IA para corrigir falhas antes que elas afetem os usuários.</p>
<p>“Esses agentes de segurança cibernética são revolucionários , liberando as equipes de segurança para se concentrarem em ameaças de alta complexidade, aumentando drasticamente seu impacto e alcance”, <a href="https://googleprojectzero.blogspot.com/2024/10/from-naptime-to-big-sleep.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">diz a empresa</a>.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="582" src="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-2186231934-1-1024x582.jpg" alt="" class="wp-image-1159791" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-2186231934-1-1024x582.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-2186231934-1-300x171.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-2186231934-1-768x437.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-2186231934-1-1536x874.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-2186231934-1-2048x1165.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-2186231934-1-150x85.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Novos agentes de IA podem corrigir falhas antes que elas afetem os usuários (Imagem: Alex Cristi/iStock)</figcaption></figure>
</div>
<p>O Google acredita que os atuais LLMs podem realizar pesquisas de vulnerabilidades se forem aplicadas as ferramentas certas. Isso ajudará a tornar o processo de triagem e a correção de problemas mais baratas e eficazes no futuro, de acordo com a big tech.</p>
<p><strong>Leia Mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/07/24/dicas-e-tutoriais/7-prints-que-voce-nunca-deve-deixar-na-galeria-de-fotos-do-celular/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">7 prints que você NUNCA deve deixar na galeria de fotos do celular</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/06/13/seguranca/7-ataques-hackers-e-vulnerabilidades-comuns-no-pc-windows-e-como-se-proteger/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">7 ataques hackers e vulnerabilidades comuns no PC Windows e como se proteger</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/08/01/internet-e-redes-sociais/google-lanca-gemini-deep-think-para-assinantes-do-ai-ultra/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Google lança sua melhor IA só para assinantes do plano mais caro</a></li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-que-mais-tem-por-ai">O que mais tem por aí?</h2>
<p>Outros sistemas de busca de bugs baseados em IA já estão disponíveis no mercado, com destaque para RunSybil e XBOW. Na maioria dos casos, no entanto, os agentes dependem da intervenção de um humano para verificar se a vulnerabilidade encontrada é legítima, destaca o TechCrunch.</p>
<p>“Nossa missão é automatizar a intuição dos hackers e reduzir a velocidade e o custo da descoberta de vulnerabilidades a zero”, promete o RunSybil. “Seus adversários estão tentando descobrir como usar a IA para aumentar sua eficácia, então por que não jogar Sybil hoje mesmo e descobrir o que você está enfrentando?”</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="531" src="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-05-110350-1024x531.png" alt="" class="wp-image-1159797" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-05-110350-1024x531.png 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-05-110350-300x156.png 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-05-110350-768x398.png 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-05-110350-1536x796.png 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-05-110350-150x78.png 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-05-110350.png 2010w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">XBOW é 80 vezes mais veloz do que testes manuais (Imagem: Reprodução)</figcaption></figure>
</div>
<p>Já o <a href="https://xbow.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">XBOW</a> ficou mundialmente conhecido após alcançar o topo de uma das tabelas de classificação dos EUA na plataforma de caça-bugs HackerOne. O sistema é “treinado pelos melhores hackers”, sendo 80 vezes mais veloz do que testes manuais.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/08/04/seguranca/google-usa-ia-e-identifica-falhas-de-seguranca-em-softwares/">Google usa IA e identifica falhas de segurança em softwares</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
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		<title>Chrome corrige brecha crítica usada para espionagem; veja como se proteger</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/chrome-corrige-brecha-critica-usada-para-espionagem-veja-como-se-proteger/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Mar 2025 20:56:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[brecha]]></category>
		<category><![CDATA[falha de segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Google Chrome]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/chrome-corrige-brecha-critica-usada-para-espionagem-veja-como-se-proteger/</guid>

					<description><![CDATA[O Google lançou uma atualização emergencial para o navegador Chrome nesta terça-feira (25), visando corrigir uma vulnerabilidade crítica que permitia a espionagem de usuários por hackers. A falha, classificada como “dia zero” pela empresa de segurança cibernética Kaspersky, representa um risco significativo para quem utiliza o navegador no sistema Windows. Ameaça urgente A vulnerabilidade, identificada como CVE-2025-2783, foi descoberta pela Kaspersky antes mesmo do Google, indicando que cibercriminosos já estavam explorando a falha em ataques de phishing por e-mail. Golpistas enviavam mensagens com links maliciosos que, ao serem clicados em versões vulneráveis do Chrome, burlavam as defesas do navegador e permitiam a espionagem e interceptação de dados dos usuários. Como resolver falha crítica no Google Chrome A correção da falha já está disponível na versão 134.0.6998.177/.178 do Chrome para Windows. Para garantir a segurança, é crucial que os usuários atualizem o navegador seguindo os passos abaixo: Abra o Google Chrome. Clique no ícone de três pontos no canto superior direito. Selecione “Configurações”. Clique em “Sobre o Google Chrome”. O navegador verificará automaticamente se há atualizações disponíveis e as instalará. Reinicie o Chrome para concluir a atualização. A correção da falha já está disponível na versão 134.0.6998.177/.178 do Chrome para Windows. (Imagem: Captura de tela/Reprodução) Leia mais: Usando IA, o Chrome vai te ajudar a se livrar de golpes 5 motivos para NÃO usar o Google Chrome como navegador Como alterar privacidade de anúncios no Google Chrome Como jogar o game do dinossauro do Chrome mesmo com internet Caso a atualização ainda não esteja disponível no seu dispositivo, o Google recomenda aguardar, pois a distribuição pode levar alguns dias para alcançar todos os usuários. Além da atualização do Chrome, é fundamental manter a atenção redobrada com e-mails suspeitos e evitar clicar em links desconhecidos, especialmente aqueles que prometem ofertas ou promoções muito vantajosas. O post Chrome corrige brecha crítica usada para espionagem; veja como se proteger apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O <a href="https://olhardigital.com.br/tag/google-chrome/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Google</a> lançou uma atualização emergencial para o navegador <a href="https://olhardigital.com.br/tag/google-chrome/">Chrome</a> nesta terça-feira (25), <strong>visando corrigir uma vulnerabilidade crítica que permitia a espionagem de usuários por hackers</strong>. </p>
<p>A falha, classificada como “dia zero” pela empresa de segurança cibernética Kaspersky, representa um risco significativo para quem utiliza o navegador no sistema Windows.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-ameaca-urgente">Ameaça urgente</h2>
<p>A vulnerabilidade, identificada como CVE-2025-2783, foi <a href="https://www.kaspersky.com/about/press-releases/kaspersky-discovers-sophisticated-chrome-zero-day-exploit-used-in-active-attacks" target="_blank" rel="noreferrer noopener">descoberta pela Kaspersky</a> antes mesmo do Google, indicando que cibercriminosos já estavam explorando a falha em ataques de phishing por e-mail. </p>
<p><strong>Golpistas enviavam mensagens com links maliciosos que, ao serem clicados em versões vulneráveis do Chrome, burlavam as defesas do navegador e permitiam a espionagem e interceptação de dados dos usuários</strong>.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-resolver-falha-critica-no-google-chrome">Como resolver falha crítica no Google Chrome</h2>
<p>A correção da falha já está disponível na versão 134.0.6998.177/.178 do Chrome para Windows. Para garantir a segurança, <strong>é crucial que os usuários atualizem o navegador seguindo os passos abaixo</strong>:</p>
<ol>
<li>Abra o Google Chrome.</li>
<li>Clique no ícone de três pontos no canto superior direito.</li>
<li>Selecione “Configurações”.</li>
<li>Clique em “Sobre o Google Chrome”.</li>
<li>O navegador verificará automaticamente se há atualizações disponíveis e as instalará.</li>
<li>Reinicie o Chrome para concluir a atualização.</li>
</ol>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="631" src="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Screenshot-2025-03-26-at-17.45.24-1024x631.png" alt="" class="wp-image-1082307" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Screenshot-2025-03-26-at-17.45.24-1024x631.png 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Screenshot-2025-03-26-at-17.45.24-300x185.png 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Screenshot-2025-03-26-at-17.45.24-768x473.png 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Screenshot-2025-03-26-at-17.45.24-150x92.png 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Screenshot-2025-03-26-at-17.45.24.png 1215w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>A correção da falha já está disponível na versão 134.0.6998.177/.178 do Chrome para Windows. (Imagem: Captura de tela/Reprodução)</em></figcaption></figure>
</div>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2024/12/24/internet-e-redes-sociais/usando-ia-o-chrome-vai-te-ajudar-a-se-livrar-de-golpes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Usando IA, o Chrome vai te ajudar a se livrar de golpes</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2023/06/28/dicas-e-tutoriais/5-motivos-para-nao-usar-o-google-chrome-como-navegador/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">5 motivos para NÃO usar o Google Chrome como navegador</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2023/09/08/dicas-e-tutoriais/como-alterar-privacidade-de-anuncios-no-google-chrome/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Como alterar privacidade de anúncios no Google Chrome</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2023/06/26/dicas-e-tutoriais/como-jogar-o-game-do-dinossauro-do-chrome-mesmo-com-internet-2/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Como jogar o game do dinossauro do Chrome mesmo com internet</a></li>
</ul>
<p>Caso a atualização ainda não esteja disponível no seu dispositivo, o Google recomenda aguardar, pois a distribuição pode levar alguns dias para alcançar todos os usuários. Além da atualização do Chrome, é fundamental manter a atenção redobrada com e-mails suspeitos e evitar clicar em links desconhecidos, especialmente aqueles que prometem ofertas ou promoções muito vantajosas.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/03/26/seguranca/chrome-corrige-brecha-critica-usada-para-espionagem-veja-como-se-proteger/">Chrome corrige brecha crítica usada para espionagem; veja como se proteger</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como uma falha no ChatGPT gerou ataques cibernéticos em massa contra bancos</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/como-uma-falha-no-chatgpt-gerou-ataques-ciberneticos-em-massa-contra-bancos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2025 17:09:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ChatGPT]]></category>
		<category><![CDATA[falha de segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/como-uma-falha-no-chatgpt-gerou-ataques-ciberneticos-em-massa-contra-bancos/</guid>

					<description><![CDATA[Uma falha de segurança no sistema do ChatGPT está sendo explorada por criminosos virtuais para conduzir ataques contra instituições financeiras, revelou recentemente a empresa de segurança cibernética Veriti. A brecha de gravidade média (CVE-2024-27564) atinge a infraestrutura de inteligência artificial da OpenAI e permite a falsificação de solicitações do lado do servidor (SSRF), possibilitando que invasores enviem comandos maliciosos para outros servidores e serviços locais, simulando uma origem legítima. Falha no ChatGPT gerou onda de ataques Os cibercriminosos estão injetando URLs maliciosas em parâmetros de entrada do ChatGPT, forçando a IA a executar ações não autorizadas em seu nome. Bancos e fintechs, que dependem fortemente de serviços de IA, são os principais alvos, juntamente com empresas de saúde e órgãos governamentais dos Estados Unidos. Em uma semana, foram registradas mais de 10 mil tentativas de ataque originadas de um único endereço IP. Estados Unidos são o país mais afetado, concentrando 33% das tentativas de invasão. (Imagem: Robert Way/Shutterstock) As consequências da exploração dessa vulnerabilidade podem ser devastadoras, incluindo roubo de dados sensíveis de clientes e funcionários, transações financeiras fraudulentas e danos à reputação das marcas. Além disso, as empresas podem enfrentar sanções regulatórias por falhas na segurança de seus sistemas. Apesar da gravidade da situação, muitas organizações negligenciam vulnerabilidades de gravidade média, priorizando a correção de falhas críticas. Essa postura aumenta ainda mais o risco de ataques bem-sucedidos, já que os criminosos exploram justamente essas brechas menos protegidas. Os Estados Unidos são o país mais afetado, concentrando 33% das tentativas de invasão, seguidos pela Alemanha e Tailândia, com 7% cada. Indonésia, Colômbia e Reino Unido também figuram na lista dos mais atingidos. Leia mais: Chat GPT-4o: qual a diferença e o que muda em relação ao GPT-4? ChatGPT: como assinar o plano pago da inteligência artificial da OpenAI OpenAI fecha acordo bilionário para reduzir dependência da Microsoft Para mitigar os riscos, as empresas que utilizam o ChatGPT e outras soluções da OpenAI devem revisar suas configurações de segurança, especialmente em firewalls convencionais, firewalls de aplicativos web (WAF) e sistemas de prevenção de intrusões (IPS). A Veriti alerta que 35% das empresas estão desprotegidas devido a erros de configuração nessas ferramentas. Além disso, é fundamental monitorar os registros de tentativas de ataque e priorizar a correção de vulnerabilidades relacionadas à IA. A empresa de segurança cibernética ressalta que ataques automatizados exploram qualquer brecha, independentemente de sua classificação de gravidade. O post Como uma falha no ChatGPT gerou ataques cibernéticos em massa contra bancos apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Uma <strong>falha de segurança no sistema do <a href="https://olhardigital.com.br/tag/chatgpt/">ChatGPT</a> está sendo explorada por criminosos virtuais para conduzir ataques contra instituições financeiras</strong>, revelou recentemente a empresa de segurança cibernética <em>Veriti</em>. </p>
<p>A brecha de gravidade média (CVE-2024-27564) atinge a infraestrutura de inteligência artificial da <a href="https://olhardigital.com.br/tag/openai/">OpenAI</a> e permite a falsificação de solicitações do lado do servidor (SSRF), possibilitando que invasores enviem comandos maliciosos para outros servidores e serviços locais, simulando uma origem legítima.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-falha-no-chatgpt-gerou-onda-de-ataques">Falha no ChatGPT gerou onda de ataques</h2>
<p>Os cibercriminosos estão injetando URLs maliciosas em parâmetros de entrada do ChatGPT, forçando a IA a executar ações não autorizadas em seu nome. </p>
<p>Bancos e fintechs, que dependem fortemente de serviços de IA, são os principais alvos, juntamente com empresas de saúde e órgãos governamentais dos Estados Unidos. <strong>Em uma semana, foram registradas mais de 10 mil tentativas de ataque originadas de um único endereço IP</strong>.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="577" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_2540114655-e1739190024299-1024x577.jpg" alt='Mouse pairando no botão "Search" no ChatGPT' class="wp-image-1039989" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_2540114655-e1739190024299-1024x577.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_2540114655-e1739190024299-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_2540114655-e1739190024299-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_2540114655-e1739190024299-1536x865.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_2540114655-e1739190024299-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_2540114655-e1739190024299-150x84.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_2540114655-e1739190024299.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Estados Unidos são o país mais afetado, concentrando 33% das tentativas de invasão. (Imagem: Robert Way/Shutterstock)</em></figcaption></figure>
</div>
<p>As consequências da exploração dessa vulnerabilidade podem ser devastadoras, incluindo roubo de dados sensíveis de clientes e funcionários, transações financeiras fraudulentas e danos à reputação das marcas. Além disso, as empresas podem enfrentar sanções regulatórias por falhas na segurança de seus sistemas.</p>
<p>Apesar da gravidade da situação, muitas organizações negligenciam vulnerabilidades de gravidade média, priorizando a correção de falhas críticas. Essa postura aumenta ainda mais o risco de ataques bem-sucedidos, já que os criminosos exploram justamente essas brechas menos protegidas.</p>
<p>Os Estados Unidos são o país mais afetado, concentrando 33% das tentativas de invasão, seguidos pela Alemanha e Tailândia, com 7% cada. Indonésia, Colômbia e Reino Unido também figuram na lista dos mais atingidos.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2024/06/04/internet-e-redes-sociais/chat-gpt-4o-qual-a-diferenca-e-o-que-muda-em-relacao-ao-gpt-4/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Chat GPT-4o: qual a diferença e o que muda em relação ao GPT-4?</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2023/12/08/dicas-e-tutoriais/chatgpt-como-assinar-o-plano-pago-da-inteligencia-artificial-da-openai/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ChatGPT: como assinar o plano pago da inteligência artificial da OpenAI</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/03/12/pro/openai-fecha-acordo-bilionario-para-reduzir-dependencia-da-microsoft/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">OpenAI fecha acordo bilionário para reduzir dependência da Microsoft</a></li>
</ul>
<p>Para mitigar os riscos, as empresas que utilizam o ChatGPT e outras soluções da OpenAI devem revisar suas configurações de segurança, especialmente em firewalls convencionais, firewalls de aplicativos web (WAF) e sistemas de prevenção de intrusões (IPS). A Veriti alerta que <strong>35% das empresas estão desprotegidas devido a erros de configuração nessas ferramentas</strong>.</p>
<p>Além disso, é fundamental monitorar os registros de tentativas de ataque e priorizar a correção de vulnerabilidades relacionadas à IA. A empresa de segurança cibernética ressalta que ataques automatizados exploram qualquer brecha, independentemente de sua classificação de gravidade.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/03/19/seguranca/como-uma-falha-no-chatgpt-gerou-ataques-ciberneticos-em-massa-contra-bancos/">Como uma falha no ChatGPT gerou ataques cibernéticos em massa contra bancos</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
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		<title>Falhas de segurança em chips da Apple podem expor seu Gmail a invasores</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/falhas-de-seguranca-em-chips-da-apple-podem-expor-seu-gmail-a-invasores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jan 2025 21:50:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[chips]]></category>
		<category><![CDATA[falha de segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/falhas-de-seguranca-em-chips-da-apple-podem-expor-seu-gmail-a-invasores/</guid>

					<description><![CDATA[Duas vulnerabilidades críticas foram descobertas em chips das séries A e M da Apple, afetando uma ampla gama de dispositivos, incluindo iPhones, iPads e Macs lançados após 2021. Essas falhas de segurança representam uma ameaça significativa à privacidade dos usuários, expondo diversos dados confidenciais. A lista inclui: informações de cartão de crédito, localização, e-mails e outras informações armazenadas em aplicativos como Gmail, Google Maps, iCloud Calendar e Proton Mail. Vulnerabilidade permite roubar informações sensíveis Pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Geórgia e da Universidade Ruhr Bochum revelaram que essas vulnerabilidades residem nas CPUs dos chips, tornando-os suscetíveis a ataques de canal lateral. Essa técnica de ataque explora informações vazadas durante o funcionamento normal do dispositivo, como tempo de processamento ou consumo de energia, para “ler” dados confidenciais (via: Ars Technica). Através da exploração dessas vulnerabilidades, invasores podem realizar ataques de canal lateral conhecidos como FLOP e SLAP. Esses ataques permitem o roubo de informações sensíveis enquanto os usuários navegam em sites como Gmail, Google Maps, iCloud Calendar e Proton Mail, utilizando os navegadores Chrome e Safari. Ataques permitem o roubo de informações sensíveis enquanto os usuários navegam na internet. (Imagem: PeopleImages.com – Yuri A / Shutterstock.com) Os pesquisadores responsáveis pela descoberta informaram a Apple sobre o problema e forneceram uma lista de possíveis soluções. Apesar da Apple afirmar que as falhas não representam um risco imediato para seus usuários, a empresa confirmou que está trabalhando no desenvolvimento de patches de segurança para corrigir as vulnerabilidades o mais rápido possível. Leia mais: Apple deve lançar aparelho para competir com Google e Amazon iPhone: 8 dicas para você manter o seu celular da Apple seguro Apple Intelligence: como ativar a IA no iPhone Quais são os dispositivos da Apple afetados? MacBooks Air e MacBook Pro (modelos de 2022 em diante) Mac Mini, iMac, Mac Studio e Mac Pro (modelos de 2023 em diante) iPads Pro, Air e Mini (modelos de setembro de 2021 em diante) iPhones (modelos de setembro de 2021 em diante) Diante dessa situação, é crucial que os usuários de dispositivos Apple afetados se mantenham vigilantes e adotem algumas medidas de segurança adicionais, como: Manter seus dispositivos sempre atualizados com as versões mais recentes do sistema operacional. Evitar acessar sites desconhecidos ou clicar em links suspeitos. Utilizar senhas fortes e únicas para suas contas online. Ativar a autenticação de dois fatores sempre que possível. Monitorar regularmente suas contas em busca de atividades suspeitas. O post Falhas de segurança em chips da Apple podem expor seu Gmail a invasores apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Duas vulnerabilidades críticas foram descobertas em chips das séries A e M da <a href="https://olhardigital.com.br/tag/apple/">Apple</a>, afetando uma ampla gama de dispositivos, incluindo iPhones, iPads e Macs lançados após 2021</strong>. Essas falhas de segurança representam uma ameaça significativa à privacidade dos usuários, expondo diversos dados confidenciais.</p>
<p>A lista inclui: informações de cartão de crédito, localização, e-mails e outras informações armazenadas em aplicativos como Gmail, Google Maps, iCloud Calendar e Proton Mail.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-vulnerabilidade-permite-roubar-informacoes-sensiveis">Vulnerabilidade permite roubar informações sensíveis</h2>
<p>Pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Geórgia e da Universidade Ruhr Bochum revelaram que essas vulnerabilidades residem nas CPUs dos chips, tornando-os suscetíveis a ataques de canal lateral. Essa técnica de ataque explora informações vazadas durante o funcionamento normal do dispositivo, como tempo de processamento ou consumo de energia, para “ler” dados confidenciais (via: <a href="https://arstechnica.com/security/2025/01/newly-discovered-flaws-in-apple-chips-leak-secrets-in-safari-and-chrome/"><em>Ars Technica</em></a>).</p>
<p>Através da exploração dessas vulnerabilidades, invasores podem realizar ataques de canal lateral conhecidos como FLOP e SLAP. <strong>Esses ataques permitem o roubo de informações sensíveis enquanto os usuários navegam em sites como Gmail, Google Maps, iCloud Calendar e Proton Mail, utilizando os navegadores Chrome e Safari</strong>.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2490416713-1024x683.jpg" alt="teclado de computador com o dedo de uma pessoa" class="wp-image-947952" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2490416713-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2490416713-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2490416713-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2490416713-1536x1025.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2490416713-150x100.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2490416713.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Ataques permitem o roubo de informações sensíveis enquanto os usuários navegam na internet. (Imagem: PeopleImages.com – Yuri A / Shutterstock.com)</em></figcaption></figure>
</div>
<p>Os pesquisadores responsáveis pela descoberta informaram a Apple sobre o problema e forneceram uma lista de possíveis soluções. Apesar da Apple afirmar que as falhas não representam um risco imediato para seus usuários, a empresa confirmou que está trabalhando no desenvolvimento de patches de segurança para corrigir as vulnerabilidades o mais rápido possível.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/01/30/pro/apple-deve-lancar-novo-dispositivo-para-competir-com-google-e-amazon/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Apple deve lançar aparelho para competir com Google e Amazon</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/01/09/dicas-e-tutoriais/iphone-8-dicas-para-voce-manter-o-seu-celular-da-apple-seguro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">iPhone: 8 dicas para você manter o seu celular da Apple seguro</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2024/12/18/dicas-e-tutoriais/apple-intelligence-como-ativar-a-ia-no-iphone/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Apple Intelligence: como ativar a IA no iPhone</a></li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-quais-sao-os-dispositivos-da-apple-afetados">Quais são os dispositivos da Apple afetados?</h2>
<ul>
<li>MacBooks Air e MacBook Pro (modelos de 2022 em diante)</li>
<li>Mac Mini, iMac, Mac Studio e Mac Pro (modelos de 2023 em diante)</li>
<li>iPads Pro, Air e Mini (modelos de setembro de 2021 em diante)</li>
<li>iPhones (modelos de setembro de 2021 em diante)</li>
</ul>
<p>Diante dessa situação, é crucial que os usuários de dispositivos Apple afetados se mantenham vigilantes e adotem algumas medidas de segurança adicionais, como:</p>
<ul>
<li>Manter seus dispositivos sempre atualizados com as versões mais recentes do sistema operacional.</li>
<li>Evitar acessar sites desconhecidos ou clicar em links suspeitos.</li>
<li>Utilizar senhas fortes e únicas para suas contas online.</li>
<li>Ativar a autenticação de dois fatores sempre que possível.</li>
<li>Monitorar regularmente suas contas em busca de atividades suspeitas.</li>
</ul>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/01/30/seguranca/falhas-de-seguranca-em-chips-da-apple-podem-expor-seu-gmail-a-invasores/">Falhas de segurança em chips da Apple podem expor seu Gmail a invasores</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Aspiradores robôs perseguiram pets nos EUA — e aqui está a explicação</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/aspiradores-robos-perseguiram-pets-nos-eua-e-aqui-esta-a-explicacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Oct 2024 15:13:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[aparelho]]></category>
		<category><![CDATA[dispositivo]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[falha de segurança]]></category>
		<category><![CDATA[hacker]]></category>
		<category><![CDATA[Invasão]]></category>
		<category><![CDATA[robô aspirador]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/aspiradores-robos-perseguiram-pets-nos-eua-e-aqui-esta-a-explicacao/</guid>

					<description><![CDATA[Nos Estados Unidos, hackers encontraram um novo alvo inusitado: os robôs aspiradores. De acordo com a ABC News da Austrália, diversos modelos do Deebot X2 Omni, da Ecovacs, foram invadidos em maio por um indivíduo mal-intencionado – que usou os aparelhos para atormentar animais de estimação e ofender os proprietários com insultos racistas. Entenda: Robôs aspiradores foram invadidos por um hacker nos EUA; Os dispositivos são do modelo Deebot X2 Omni, da Ecovacs; O hacker usou os aspiradores para atormentar animais de estimação e ofender os proprietários com insultos racistas; A empresa descreveu a situação como “um evento de credential stuffing”, que consiste em roubar credenciais de determinada plataforma ou serviço e usá-las para tentar acessar outras contas de um usuário; Uma falha de segurança nos robôs aspiradores da empresa já havia sido identificada no ano passado; A empresa bloqueou o IP do hacker e afirma que uma nova atualização em novembro deve aumentar a segurança dos dispositivos. Robôs aspiradores da Ecovacs foram invadidos por hacker. (Imagem: Ecovacs) À ABC, uma das vítimas do hacker contou que estava em casa, assistindo TV com sua família, quando um barulho parecido com “um sinal de rádio quebrado” começou a sair pelo alto-falante do dispositivo. O proprietário redefiniu a senha e reiniciou o robô, mas o barulho voltou – agora com uma voz nítida (parecida com a de um adolescente) gritando insultos. Leia mais: 6 apps para saber se o celular está sendo espionado Pesquisadores acham brecha preocupante no Apple Vision Pro É possível hackear um chip da Neuralink implantado em humanos? Hacker explorou falha de segurança para invadir robôs aspiradores Em uma declaração, a Ecovacs disse ter “identificado um evento de credential stuffing (tipo de ataque cibernético que usa credenciais roubadas de uma plataforma ou serviço para tentar acessar outros)” e bloqueado o endereço IP de origem. Além disso, a fornecedora ainda afirmou não ter encontrado nenhuma evidência de que credenciais de usuários tenham sido coletadas pelo hacker. Hacker usou falha de segurança para invadir robôs aspiradores. (Imagem: ViChizh/Shutterstock) No início deste mês, a ABC já tinha publicado uma matéria apontando uma falha crítica de segurança nos robôs aspiradores Deebot X2. No artigo em questão, o veículo “invadiu” (com a permissão do usuário) robôs aspiradores Deebot X2 Omni para mostrar que era possível espionar através da câmera do dispositivo ao vivo. A falha foi apontada pela primeira vez em dezembro do ano passado, quando um grupo de pesquisadores revelou a possibilidade de acessar o Deebot X2 sem o PIN de segurança. De acordo com a empresa, essa falha já foi solucionada e uma nova atualização prevista para novembro deve “aumentar ainda mais a segurança”. O post Aspiradores robôs perseguiram pets nos EUA — e aqui está a explicação apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Nos <a href="https://olhardigital.com.br/tag/eua/">Estados Unidos</a>, <a href="https://olhardigital.com.br/tag/hacker/">hackers</a> encontraram um novo alvo inusitado: os <a href="https://olhardigital.com.br/tag/robo-aspirador/">robôs aspiradores</a>. De acordo com a <em><a href="https://www.abc.net.au/news/2024-10-11/robot-vacuum-yells-racial-slurs-at-family-after-being-hacked/104445408">ABC News</a></em> da Austrália, diversos modelos do Deebot X2 Omni, da Ecovacs, foram <a href="https://olhardigital.com.br/tag/invasao/">invadidos</a> em maio por um indivíduo mal-intencionado – que usou os <a href="https://olhardigital.com.br/tag/aparelhos/">aparelhos</a> para atormentar animais de estimação e ofender os proprietários com insultos racistas.</p>
<p><strong>Entenda:</strong></p>
<ul>
<li>Robôs aspiradores foram invadidos por um hacker nos EUA;</li>
<li>Os dispositivos são do modelo Deebot X2 Omni, da Ecovacs;</li>
<li>O hacker usou os aspiradores para atormentar animais de estimação e ofender os proprietários com insultos racistas;</li>
<li>A empresa descreveu a situação como “um evento de credential stuffing”, que consiste em roubar credenciais de determinada plataforma ou serviço e usá-las para tentar acessar outras contas de um usuário;</li>
<li>Uma <a href="https://olhardigital.com.br/tag/falha-de-seguranca/">falha de segurança</a> nos robôs aspiradores da empresa já havia sido identificada no ano passado;</li>
<li>A empresa bloqueou o IP do hacker e afirma que uma nova atualização em novembro deve aumentar a segurança dos <a href="https://olhardigital.com.br/tag/dispositivo/">dispositivos</a>.</li>
</ul>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1000" height="659" src="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/BeFunky-photo.jpg" alt="" class="wp-image-985368" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/BeFunky-photo.jpg 1000w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/BeFunky-photo-300x198.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/BeFunky-photo-768x506.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/BeFunky-photo-150x99.jpg 150w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Robôs aspiradores da Ecovacs foram invadidos por hacker. (Imagem: Ecovacs)</em></figcaption></figure>
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<p>À <em>ABC</em>, uma das vítimas do hacker contou que estava em casa, assistindo TV com sua família, quando um barulho parecido com “um sinal de rádio quebrado” começou a sair pelo alto-falante do dispositivo. O proprietário redefiniu a senha e reiniciou o <a href="https://olhardigital.com.br/tag/robo/">robô</a>, mas o barulho voltou – agora com uma voz nítida (parecida com a de um adolescente) gritando insultos.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
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</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-hacker-explorou-falha-de-seguranca-para-invadir-robos-aspiradores">Hacker explorou falha de segurança para invadir robôs aspiradores</h2>
<p>Em uma <a href="https://live-production.wcms.abc-cdn.net.au/d22cf5c9f95808b90a58ccae58a05b76">declaração</a>, a Ecovacs disse ter “identificado um evento de credential stuffing (tipo de ataque cibernético que usa credenciais roubadas de uma plataforma ou serviço para tentar acessar outros)” e bloqueado o endereço IP de origem. Além disso, a fornecedora ainda afirmou não ter encontrado nenhuma evidência de que credenciais de usuários tenham sido coletadas pelo hacker.</p>
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<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/06/hacker-1-edited-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-915201" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/06/hacker-1-edited-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/06/hacker-1-edited-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/06/hacker-1-edited-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/06/hacker-1-edited-150x84.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/06/hacker-1-edited.jpg 1300w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Hacker usou falha de segurança para invadir robôs aspiradores. (Imagem: ViChizh/Shutterstock)</em></figcaption></figure>
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<p>No início deste mês, a <em>ABC </em>já tinha publicado uma <a href="https://www.abc.net.au/news/2024-10-04/robot-vacuum-hacked-photos-camera-audio/104414020">matéria</a> apontando uma falha crítica de segurança nos robôs aspiradores Deebot X2. No artigo em questão, o veículo “invadiu” (com a permissão do usuário) robôs aspiradores Deebot X2 Omni para mostrar que era possível espionar através da câmera do dispositivo ao vivo.</p>
<p>A falha foi apontada pela primeira vez em dezembro do ano passado, quando um grupo de pesquisadores revelou a possibilidade de acessar o Deebot X2 sem o PIN de segurança. De acordo com a empresa, essa falha já foi solucionada e uma nova atualização prevista para novembro deve “aumentar ainda mais a segurança”.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2024/10/14/seguranca/aspiradores-robos-perseguiram-pets-nos-eua-e-aqui-esta-a-explicacao/">Aspiradores robôs perseguiram pets nos EUA — e aqui está a explicação</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
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