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	<title>Fraude &#8211; Infratic</title>
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	<title>Fraude &#8211; Infratic</title>
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	<item>
		<title>Novo vírus altera QR Code do Pix em compras online no Brasil</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/novo-virus-altera-qr-code-do-pix-em-compras-online-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 15:14:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fraude]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe do pix]]></category>
		<category><![CDATA[malware]]></category>
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					<description><![CDATA[Um novo malware infectou 90 lojas virtuais brasileiras e está adulterando códigos do Pix em tempo real. A empresa de cibersegurança Kaspersky confirmou a fraude após a descoberta do pesquisador independente conhecido como “eremit4”. Segundo a Folha, o código malicioso altera o QR Code e o Pix Copia e Cola no momento de fechar a compra. O dinheiro é desviado para contas controladas por golpistas, sem que o consumidor perceba qualquer sinal visual da fraude. A alteração do QR Code no checkout ocorre sem gerar nenhum alerta na tela, dificultando a percepção do comprador durante o pagamento. Imagem: Saulo Ferreira Angelo/Shutterstock Como funciona o ataque que invisibiliza a fraude O malware infecta sites de e-commerce que utilizam a plataforma Magento. Quando o cliente gera o pagamento para finalizar o pedido, o script substitui o QR Code legítimo por um código fraudulento controlado pelos criminosos. Como a alteração acontece dentro do próprio site, quem está comprando não percebe nenhuma anormalidade. O pesquisador eremit4 chamou a operação de “o novo magecart brasileiro”, em referência à modalidade tradicional de fraude usada para roubar dados de cartões. Se a opção escolhida for o cartão de crédito, o mesmo malware também pode copiar os dados para uma fraude posterior. Nesse caso, o lojista recebe normalmente o pagamento, enquanto o cliente fica exposto à clonagem do cartão. Como o criminoso infecta o site e não o computador da vítima, o potencial de estrago é muito maior e atinge todos os clientes. Fabio Assolini, diretor do time de investigação da Kaspersky na América Latina, à Folha. O desafio do resgate e as barreiras do MED Perceber a fraude rapidamente é fundamental para tentar recuperar o dinheiro. O Mecanismo Especial de Devolução (MED) do Pix permite rastrear a transação por até cinco transferências, segundo o alerta de Assolini. O problema é que os criminosos podem distribuir o dinheiro entre dezenas de contas laranja em poucas horas, dificultando a recuperação dos valores. “Os criminosos sabem que o limite de transferências rastreáveis é de cinco passagens. O MED é válido quando a pessoa percebe rapidamente”, diz Assolini. Embora o consumidor tenha até 80 dias para solicitar o MED, o Banco Central recomenda registrar a contestação mesmo quando a recuperação não é garantida. O procedimento ajuda as instituições financeiras a identificar contas utilizadas nas fraudes. Medidas práticas para não cair no golpe Como a alteração do pagamento não deixa sinais aparentes, a principal defesa do consumidor está na conferência dos dados antes de autorizar a transferência. Confira o destinatário: verifique o nome e o CNPJ exibidos pelo aplicativo do banco antes de confirmar o Pix. Em lojas pequenas, a conta pode estar registrada em nome do proprietário. Use cartão virtual: para compras com cartão, prefira uma versão virtual temporária. Os dados podem expirar após a transação, reduzindo o risco de clonagem. Aja rapidamente: se perceber o desvio, procure imediatamente o banco, registre a fraude e solicite o MED. Mantenha antivírus ativo: o software pode ajudar a identificar atividades suspeitas relacionadas ao código malicioso. A fraude acontece dentro da página da loja e pode não apresentar nenhum sinal visual ao consumidor. – Imagem: FotoField / Shutterstock. Lojistas também precisam reforçar a segurança Comerciantes afetados pelo vírus perceberam um aumento na desistência de compras. Alguns passaram a informar o CNPJ e o nome da empresa para que o cliente possa conferir o destinatário do Pix. Outros adotaram plataformas de pagamento terceirizadas. Leia mais: Pix pode chegar à Europa e permitir pagamentos em euros Pix estende prazo de contestação e mira golpe contra lojistas Pix pode atravessar fronteiras em novo passo do Banco Central Para reduzir o risco de novas infecções, a Kaspersky recomenda manter o Magento atualizado, utilizar senhas únicas e complexas no acesso à administração do site e fazer monitoramento recorrente com software de qualidade. O código responsável pelo ataque pode aparecer em trechos ofuscados, dificultando a identificação do comportamento malicioso. A mesma ameaça ainda consegue roubar dados de cartão quando o cliente escolhe essa forma de pagamento. Quem identificar um Pix fraudulento deve abrir a área do Pix no aplicativo do banco, selecionar “Contestar Pix” e informar que se trata de golpe ou fraude. As contas envolvidas podem ser bloqueadas por até 11 dias durante a apuração, e eventual devolução depende da existência de saldo e da análise das instituições financeiras. O post Novo vírus altera QR Code do Pix em compras online no Brasil apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Um novo <a href="https://olhardigital.com.br/tag/malware/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">malware</a> infectou 90 lojas virtuais brasileiras e está adulterando códigos do <a href="https://olhardigital.com.br/tag/pix/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pix</a> em tempo real. A empresa de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/ciberseguranca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cibersegurança</a> <a href="https://olhardigital.com.br/tag/kaspersky/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Kaspersky</a> confirmou a fraude após a descoberta do pesquisador independente conhecido como “eremit4”.</p>
<p>Segundo a <a href="https://www1.folha.uol.com.br/tec/2026/09/virus-frauda-qr-code-pix-copia-e-cola-e-cartao-em-ecommerces-brasileiros-sem-deixar-vestigio.shtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Folha</a>, o código malicioso altera o QR Code e o Pix Copia e Cola no momento de fechar a compra. O dinheiro é desviado para contas controladas por golpistas, sem que o consumidor perceba qualquer sinal visual da fraude.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/06/pix-automtico-como-fazer-1024x576.png" alt="Pessoa com a função do PIX sendo iniciada no celular e várias notas de R$ 100 ao redor do aparelho" class="wp-image-1128565" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/pix-automtico-como-fazer-1024x576.png 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/pix-automtico-como-fazer-300x169.png 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/pix-automtico-como-fazer-768x432.png 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/pix-automtico-como-fazer-1536x864.png 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/pix-automtico-como-fazer-2048x1152.png 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/pix-automtico-como-fazer-1920x1080.png 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/pix-automtico-como-fazer-1280x720.png 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/pix-automtico-como-fazer-150x84.png 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>A alteração do QR Code no checkout ocorre sem gerar nenhum alerta na tela, dificultando a percepção do comprador durante o pagamento. Imagem: Saulo Ferreira Angelo/Shutterstock</em></figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-funciona-o-ataque-que-invisibiliza-a-fraude">Como funciona o ataque que invisibiliza a fraude</h2>
<p>O malware infecta sites de e-commerce que utilizam a plataforma Magento. Quando o cliente gera o pagamento para finalizar o pedido, o script substitui o <a href="https://olhardigital.com.br/tag/qr-code/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">QR Code</a> legítimo por um código fraudulento controlado pelos criminosos.</p>
<p>Como a alteração acontece dentro do próprio site, quem está comprando não percebe nenhuma anormalidade. O pesquisador eremit4 chamou a operação de “o novo magecart brasileiro”, em referência à modalidade tradicional de fraude usada para roubar dados de cartões.</p>
<p>Se a opção escolhida for o cartão de crédito, o mesmo malware também pode copiar os dados para uma fraude posterior. Nesse caso, o lojista recebe normalmente o pagamento, enquanto o cliente fica exposto à clonagem do cartão.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Como o criminoso infecta o site e não o computador da vítima, o potencial de estrago é muito maior e atinge todos os clientes.</p>
<p><cite>Fabio Assolini, diretor do time de investigação da Kaspersky na América Latina, à Folha.</cite></p></blockquote>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-desafio-do-resgate-e-as-barreiras-do-med">O desafio do resgate e as barreiras do MED</h2>
<p>Perceber a fraude rapidamente é fundamental para tentar recuperar o dinheiro. O Mecanismo Especial de Devolução (MED) do Pix permite rastrear a transação por até cinco transferências, segundo o alerta de Assolini.</p>
<p>O problema é que os criminosos podem distribuir o dinheiro entre dezenas de contas laranja em poucas horas, dificultando a recuperação dos valores.</p>
<p>“Os criminosos sabem que o limite de transferências rastreáveis é de cinco passagens. O MED é válido quando a pessoa percebe rapidamente”, diz Assolini.</p>
<p>Embora o consumidor tenha até 80 dias para solicitar o MED, o Banco Central recomenda registrar a contestação mesmo quando a recuperação não é garantida. O procedimento ajuda as instituições financeiras a identificar contas utilizadas nas fraudes.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-medidas-praticas-para-nao-cair-no-golpe">Medidas práticas para não cair no golpe</h2>
<p>Como a alteração do pagamento não deixa sinais aparentes, a principal defesa do consumidor está na conferência dos dados antes de autorizar a transferência.</p>
<ul>
<li><strong>Confira o destinatário:</strong> verifique o nome e o CNPJ exibidos pelo aplicativo do banco antes de confirmar o Pix. Em lojas pequenas, a conta pode estar registrada em nome do proprietário.</li>
<li><strong>Use cartão virtual:</strong> para compras com cartão, prefira uma versão virtual temporária. Os dados podem expirar após a transação, reduzindo o risco de clonagem.</li>
<li><strong>Aja rapidamente:</strong> se perceber o desvio, procure imediatamente o banco, registre a fraude e solicite o MED.</li>
<li><strong>Mantenha antivírus ativo:</strong> o software pode ajudar a identificar atividades suspeitas relacionadas ao código malicioso.</li>
</ul>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="574" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/08/pix-2-1024x574.jpg" alt="Pessoa segura um smartphone com a marca Pix na tela, diante de um fundo desfocado com informações e gráficos digitais." class="wp-image-1366510" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/pix-2-1024x574.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/pix-2-300x168.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/pix-2-768x431.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/pix-2-1536x862.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/pix-2-150x84.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/pix-2.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>A fraude acontece dentro da página da loja e pode não apresentar nenhum sinal visual ao consumidor.</em> – Imagem: FotoField / Shutterstock.</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-lojistas-tambem-precisam-reforcar-a-seguranca">Lojistas também precisam reforçar a segurança</h2>
<p>Comerciantes afetados pelo vírus perceberam um aumento na desistência de compras. Alguns passaram a informar o CNPJ e o nome da empresa para que o cliente possa conferir o destinatário do Pix. Outros adotaram plataformas de pagamento terceirizadas.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/09/03/pro/pix-pode-chegar-a-europa-e-permitir-pagamentos-em-euros/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pix pode chegar à Europa e permitir pagamentos em euros</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/09/01/pro/pix-estende-prazo-de-contestacao-e-mira-golpe-contra-lojistas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pix estende prazo de contestação e mira golpe contra lojistas</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/08/10/pro/pix-pode-atravessar-fronteiras-em-novo-passo-do-banco-central/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pix pode atravessar fronteiras em novo passo do Banco Central</a></li>
</ul>
<p>Para reduzir o risco de novas infecções, a Kaspersky recomenda manter o Magento atualizado, utilizar senhas únicas e complexas no acesso à administração do site e fazer monitoramento recorrente com software de qualidade.</p>
<p>O código responsável pelo ataque pode aparecer em trechos ofuscados, dificultando a identificação do comportamento malicioso. A mesma ameaça ainda consegue roubar dados de cartão quando o cliente escolhe essa forma de pagamento.</p>
<p>Quem identificar um Pix fraudulento deve abrir a área do Pix no aplicativo do banco, selecionar “Contestar Pix” e informar que se trata de golpe ou fraude. As contas envolvidas podem ser bloqueadas por até 11 dias durante a apuração, e eventual devolução depende da existência de saldo e da análise das instituições financeiras.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/09/08/seguranca/novo-virus-altera-qr-code-do-pix-em-compras-online-no-brasil/">Novo vírus altera QR Code do Pix em compras online no Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Celular Seguro: aplicativo completa 2 anos com quase 200 mil bloqueios</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/celular-seguro-aplicativo-completa-2-anos-com-quase-200-mil-bloqueios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Dec 2025 15:22:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Celular Seguro]]></category>
		<category><![CDATA[Fraude]]></category>
		<category><![CDATA[golpe]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O aplicativo Celular Seguro, desenvolvido pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, completou dois anos de funcionamento com números expressivos e novas medidas para enfrentar fraudes digitais. Até a última terça-feira (23), a ferramenta já havia registrado 197.800 pedidos de bloqueio de aparelhos em casos de roubo, furto, perda e outras ocorrências, segundo dados oficiais repassados ao G1. Criado para agilizar a proteção do usuário após um crime ou extravio, o Celular Seguro permite bloquear o aparelho, a linha telefônica e o acesso a aplicativos bancários e financeiros em poucos passos. Atualmente, o sistema soma 3,73 milhões de usuários cadastrados em todo o país. Leia também: Celular Seguro: como bloquear IMEI de celular roubado pelo app Como usar app Celular Seguro para avisar bancos e operadoras em caso de roubo Como deixar seu celular Android mais seguro Celular Seguro: bloqueios, alcance e novas funções Ao longo dos dois anos de operação, o aplicativo passou por mudanças importantes para ampliar o alcance e reduzir riscos de golpes. Entre os principais avanços, estão: Bloqueio sem cadastro prévio: desde dezembro, qualquer pessoa pode solicitar o bloqueio, mesmo sem ter conta no app antes da ocorrência. Prazo ampliado: o alerta pode ser feito em até 15 dias após o crime ou perda. Consulta de aparelhos usados: recurso lançado em julho permite verificar se um celular tem registro de roubo, furto ou extravio antes da compra. Mensagens automáticas por WhatsApp: números ativados em aparelhos bloqueados recebem orientação para regularização na delegacia. Integração com bancos e operadoras: facilita o bloqueio simultâneo de serviços sensíveis. A decisão de permitir alertas sem cadastro prévio veio após o ministério identificar que 80% das pessoas só se cadastravam no aplicativo depois de terem o celular roubado ou perdido – o que atrasava a proteção e abria espaço para fraudes. Sistema cresce gradativamente (Imagem: Divulgação) Por que agir rápido faz diferença contra fraudes Segundo Manoel Carlos de Almeida Neto, secretário-executivo do Ministério da Justiça, o tempo é um fator crítico nesses casos. Em entrevista à TV Globo citada pelo G1, ele reforçou que quanto mais rápido o alerta for acionado, menores são as chances de prejuízo financeiro: “Deixamos a nossa recomendação para que não façam esse cadastro depois porque, nesses minutos que levam para fazer esse novo cadastro ou para, enfim, acionar o Celular Seguro, pode ser que haja nesse momento aí fraudes nos aplicativos financeiros”, disse. Na prática, o bloqueio imediato reduz o risco de transferências indevidas, uso de cartões digitais e acesso a dados pessoais armazenados no aparelho. O post Celular Seguro: aplicativo completa 2 anos com quase 200 mil bloqueios apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O aplicativo <a href="https://olhardigital.com.br/tag/celular-seguro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Celular Seguro</a>, desenvolvido pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, completou dois anos de funcionamento com números expressivos e novas medidas para enfrentar fraudes digitais. Até a última terça-feira (23), a ferramenta já havia registrado 197.800 pedidos de bloqueio de aparelhos em casos de roubo, furto, perda e outras ocorrências, <a href="https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2025/12/24/celular-seguro-completa-2-anos-com-quase-200-mil-bloqueios-e-melhorias-contra-fraudes-veja-como-se-proteger.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">segundo dados oficiais repassados ao G1</a>.</p>
<p>Criado para agilizar a proteção do usuário após um crime ou extravio, o Celular Seguro permite bloquear o aparelho, a linha telefônica e o acesso a aplicativos bancários e financeiros em poucos passos. Atualmente, o sistema soma <a href="https://olhardigital.com.br/2025/06/24/pro/app-celular-seguro-chega-a-tres-milhoes-de-usuarios-ativos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">3,73 milhões de usuários cadastrados</a> em todo o país.</p>
<p><strong>Leia também:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2024/11/08/dicas-e-tutoriais/celular-seguro-como-bloquear-imei-de-celular-roubado-pelo-app/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Celular Seguro: como bloquear IMEI de celular roubado pelo app</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2023/12/20/dicas-e-tutoriais/como-usar-app-celular-seguro-para-avisar-bancos-e-operadoras-em-caso-de-aparelho-roubado/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Como usar app Celular Seguro para avisar bancos e operadoras em caso de roubo</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2024/09/03/dicas-e-tutoriais/como-deixar-seu-celular-android-mais-seguro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Como deixar seu celular Android mais seguro</a></li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-celular-seguro-bloqueios-alcance-e-novas-funcoes">Celular Seguro: bloqueios, alcance e novas funções</h2>
<p>Ao longo dos dois anos de operação, o aplicativo passou por mudanças importantes para ampliar o alcance e reduzir riscos de golpes. Entre os principais avanços, estão:</p>
<ul>
<li><strong>Bloqueio sem cadastro prévio:</strong> desde dezembro, qualquer pessoa pode solicitar o bloqueio, mesmo sem ter conta no app antes da ocorrência.</li>
<li><strong>Prazo ampliado:</strong> o alerta pode ser feito em até <strong>15 dias após o crime ou perda</strong>.</li>
<li><strong>Consulta de aparelhos usados:</strong> recurso lançado em julho permite verificar se um celular tem registro de roubo, furto ou extravio antes da compra.</li>
<li><strong>Mensagens automáticas por WhatsApp:</strong> números ativados em aparelhos bloqueados recebem orientação para regularização na delegacia.</li>
<li><strong>Integração com bancos e operadoras:</strong> facilita o bloqueio simultâneo de serviços sensíveis.</li>
</ul>
<p>A decisão de permitir alertas sem cadastro prévio veio após o ministério identificar que <strong>80% das pessoas só se cadastravam no aplicativo depois de terem o celular roubado ou perdido</strong> – o que atrasava a proteção e abria espaço para fraudes.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Destaque-Celular-Seguro-1024x576.jpg" alt="Montagem de pessoa segurando celular com logotipo do aplicativo Celular Seguro na tela" class="wp-image-928621" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Destaque-Celular-Seguro-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Destaque-Celular-Seguro-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Destaque-Celular-Seguro-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Destaque-Celular-Seguro-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Destaque-Celular-Seguro-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Destaque-Celular-Seguro-150x84.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Destaque-Celular-Seguro-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Destaque-Celular-Seguro.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Sistema cresce gradativamente (Imagem: Divulgação)</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-por-que-agir-rapido-faz-diferenca-contra-fraudes">Por que agir rápido faz diferença contra fraudes</h2>
<p>Segundo Manoel Carlos de Almeida Neto, secretário-executivo do Ministério da Justiça, o tempo é um fator crítico nesses casos. Em entrevista à TV Globo citada pelo G1, ele reforçou que quanto mais rápido o alerta for acionado, menores são as chances de prejuízo financeiro:</p>
<p>“Deixamos a nossa recomendação para que não façam esse cadastro depois porque, nesses minutos que levam para fazer esse novo cadastro ou para, enfim, acionar o Celular Seguro, pode ser que haja nesse momento aí fraudes nos aplicativos financeiros”, disse. </p>
<p>Na prática, o bloqueio imediato reduz o risco de transferências indevidas, uso de cartões digitais e acesso a dados pessoais armazenados no aparelho.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/12/24/seguranca/celular-seguro-aplicativo-completa-2-anos-com-quase-200-mil-bloqueios/">Celular Seguro: aplicativo completa 2 anos com quase 200 mil bloqueios</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>PF apura esquema de fraude no INSS com acesso indevido ao sistema</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/pf-apura-esquema-de-fraude-no-inss-com-acesso-indevido-ao-sistema/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Dec 2025 22:46:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alagoas]]></category>
		<category><![CDATA[Fraude]]></category>
		<category><![CDATA[INSS]]></category>
		<category><![CDATA[Lavagem de Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/pf-apura-esquema-de-fraude-no-inss-com-acesso-indevido-ao-sistema/</guid>

					<description><![CDATA[A Força-Tarefa Previdenciária deflagrou a Operação Reset para desarticular uma organização criminosa suspeita de cometer fraude no INSS e lavagem de dinheiro. De acordo com o governo federal, a ação ocorreu em Marechal Deodoro (AL) e no Rio de Janeiro (RJ), onde foram cumpridos mandados de busca e apreensão, além da quebra de sigilos bancário e fiscal de dois investigados. As investigações começaram em 2023. Esquema de fraude envolvia acesso indevido ao sistema do INSS De acordo com as apurações, um dos suspeitos usava redes sociais para oferecer serviços irregulares, como a reinicialização de senhas do GOV.BR e o desbloqueio de benefícios para empréstimos consignados. A operação também investiga a participação de uma ex-estagiária do INSS que teria acesso privilegiado ao sistema, facilitando ações fraudulentas com possível uso de meios automatizados. Um dos suspeitos usava redes sociais para oferecer serviços irregulares (Imagem: JARIRIYAWAT / Shutterstock.com) Leia mais: INSS começa a exigir biometria para novos pedidos de benefício Golpe do INSS: criminosos se passam pela Central 135 para enganar aposentados Fraude no INSS: robôs foram utilizados no esquema Fraudes ligadas a empréstimos consignados A redefinição de senhas e o desbloqueio de benefícios podem estar relacionados à usurpação de identidade de segurados e contratação fraudulenta de consignados.Entre os crimes pelos quais os suspeitos podem responder estão: Estelionato previdenciário; Inserção de dados falsos; Corrupção ativa e passiva; Violação de sigilo funcional. Polícia Federal participou da operação (Imagem: Thales Antonio/iStock) A operação contou com a participação da Polícia Federal e da Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social (CGINP), que integra há 25 anos a Força-Tarefa Previdenciária dedicada ao combate a fraudes estruturadas no sistema brasileiro. O post PF apura esquema de fraude no INSS com acesso indevido ao sistema apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A Força-Tarefa Previdenciária deflagrou a Operação Reset para desarticular uma organização criminosa suspeita de cometer fraude no <a href="https://olhardigital.com.br/tag/inss/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">INSS</a> e <a href="https://olhardigital.com.br/tag/lavagem-de-dinheiro" target="_blank" rel="noreferrer noopener">lavagem de dinheiro</a>. De acordo com o <a href="https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202512/forca-tarefa-previdenciaria-mira-organizacao-criminosa-em-alagoas-e-no-rio-de-janeiro" target="_blank" rel="noreferrer noopener">governo federal</a>, a ação ocorreu em Marechal Deodoro (AL) e no Rio de Janeiro (RJ), onde foram cumpridos mandados de busca e apreensão, além da quebra de sigilos bancário e fiscal de dois investigados. As investigações começaram em 2023.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-esquema-de-fraude-envolvia-acesso-indevido-ao-sistema-do-inss">Esquema de fraude envolvia acesso indevido ao sistema do INSS</h2>
<p>De acordo com as apurações, um dos suspeitos usava redes sociais para oferecer serviços irregulares, como a reinicialização de senhas do GOV.BR e o desbloqueio de benefícios para empréstimos consignados. A operação também investiga a participação de uma ex-estagiária do INSS que teria acesso privilegiado ao sistema, facilitando ações fraudulentas com possível uso de meios automatizados.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="575" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/11/credit_hacker-scaled-e1764682450908-1024x575.jpg" alt="Hacker usa extensão no navegador do Chrome para acessar dados de cartão de crédito no browser de laptop para compras não autorizadas browser" class="wp-image-1221267" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/credit_hacker-scaled-e1764682450908-1024x575.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/credit_hacker-scaled-e1764682450908-300x168.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/credit_hacker-scaled-e1764682450908-768x431.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/credit_hacker-scaled-e1764682450908-1536x862.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/credit_hacker-scaled-e1764682450908-2048x1150.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/credit_hacker-scaled-e1764682450908-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/credit_hacker-scaled-e1764682450908-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/credit_hacker-scaled-e1764682450908-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Um dos suspeitos usava redes sociais para oferecer serviços irregulares (Imagem: JARIRIYAWAT / Shutterstock.com)</figcaption></figure>
</div>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/21/seguranca/inss-comeca-a-exigir-biometria-para-novos-pedidos-de-beneficio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">INSS começa a exigir biometria para novos pedidos de benefício</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/07/seguranca/golpe-do-inss-criminosos-se-passam-pela-central-135-para-enganar-aposentados/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Golpe do INSS: criminosos se passam pela Central 135 para enganar aposentados</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/06/04/seguranca/fraude-no-inss-robos-foram-utilizados-no-esquema/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fraude no INSS: robôs foram utilizados no esquema</a></li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-fraudes-ligadas-a-emprestimos-consignados">Fraudes ligadas a empréstimos consignados</h2>
<p>A redefinição de senhas e o desbloqueio de benefícios podem estar relacionados à usurpação de identidade de segurados e contratação fraudulenta de consignados.<br />Entre os crimes pelos quais os suspeitos podem responder estão:</p>
<ul>
<li>Estelionato previdenciário;</li>
<li>Inserção de dados falsos;</li>
<li>Corrupção ativa e passiva;</li>
<li>Violação de sigilo funcional.</li>
</ul>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/11/policia-federal-1024x683.jpg" alt="policia federal" class="wp-image-1213598" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/policia-federal-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/policia-federal-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/policia-federal-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/policia-federal-1536x1025.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/policia-federal-2048x1367.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/policia-federal-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Polícia Federal participou da operação (Imagem: Thales Antonio/iStock)</figcaption></figure>
</div>
<p>A operação contou com a participação da Polícia Federal e da Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social (CGINP), que integra há 25 anos a Força-Tarefa Previdenciária dedicada ao combate a fraudes estruturadas no sistema brasileiro.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/12/12/seguranca/pf-apura-esquema-de-fraude-no-inss-com-acesso-indevido-ao-sistema/">PF apura esquema de fraude no INSS com acesso indevido ao sistema</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Golpes via Pix somam 28 milhões de casos em menos de um ano</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/golpes-via-pix-somam-28-milhoes-de-casos-em-menos-de-um-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 03:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Fraude]]></category>
		<category><![CDATA[golpe]]></category>
		<category><![CDATA[pix]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/golpes-via-pix-somam-28-milhoes-de-casos-em-menos-de-um-ano/</guid>

					<description><![CDATA[O Brasil registrou 28 milhões de fraudes envolvendo o Pix entre janeiro e setembro de 2025, segundo levantamento da Associação de Defesa de Dados Pessoais e do Consumidor (ADDP). O sistema de pagamentos instantâneos tem sido o principal alvo dos criminosos para golpes digitais no Brasil. O estudo também identificou 2,7 milhões de golpes em compras online, 1,6 milhão de fraudes via WhatsApp e 1,5 milhão de casos de phishing — e-mails e mensagens falsas que simulam comunicações de bancos e empresas para roubar dados e senhas. A chamada “falsa central de atendimento” aparece com o mesmo número de ocorrências. Sistema de pagamentos instantâneos tem sido o principal alvo dos criminosos para golpes digitais no Brasil (Imagem: Diego Thomazini/Shutterstock) De acordo com o relatório, os golpes financeiros representam 47% das fraudes digitais no país, seguidos por roubo de identidade (15%), vazamentos de dados e invasões (22%) e fraudes em e-commerce (16%). O público mais atingido está na faixa acima dos 50 anos, que concentra 53% das vítimas. “Os golpes digitais evoluíram de forma acelerada, impulsionados pelo uso de inteligência artificial [IA], pela popularização do Pix e pela falta de educação digital”, destaca Francisco Gomes Junior, presidente da ADDP, responsável pelo estudo. “O que antes era pontual tornou-se uma indústria estruturada, com quadrilhas organizadas e kits de fraude prontos para uso.” Alerta para deepfakes O relatório também chama atenção para o uso crescente de deepfakes, que simulam vozes e rostos reais para aplicar golpes de identidade, e aponta que o Brasil ocupa o segundo lugar no ranking global de ataques cibernéticos, com 700 milhões de tentativas anuais, o equivalente a 1.379 ataques por minuto. As perdas financeiras associadas aos golpes variam conforme a fonte. As estimativas vão de R$ 10 bilhões a R$ 112 bilhões em 2024, valor que deve ser ainda maior em 2025 devido à subnotificação. “Grande parte das vítimas não registra boletim de ocorrência, seja por vergonha, desconhecimento ou sensação de impunidade. Isso distorce os números e enfraquece as políticas públicas de prevenção”, ressalta Francisco. Brasil ocupa o segundo lugar no ranking global de ataques cibernéticos (Imagem: Shutterstock) Como prevenção, a associação recomenda a criação de protocolos domésticos e corporativos de verificação (como as chamadas “duas confirmações e dez segundos”) e o uso de autenticação multifator e limites transacionais no Pix.  Leia mais: 5 anos de Pix: o sistema instantâneo que revolucionou os pagamentos digitais no Brasil Banco Central vai permitir bloqueio de novas chaves Pix para evitar fraudes Google e Itaú testam alerta contra golpe da tela compartilhada no Android Contenção Desde outubro, o Banco Central (BC) bloqueia chaves Pix usadas em golpes e fraudes com base em informações prestadas pelas instituições financeiras; O BC também passou a limitar a R$ 15 mil as transferências via Pix e TED para aprimorar a segurança da ferramenta; Além disso, instituições de pagamentos estão obrigadas a negar transações para contas suspeitas de fraudes envolvendo o Pix; Usuários que tenham sido vítimas de fraude, golpe ou coerção podem recorrer ao “botão de contestação” por meio do aplicativo da instituição financeira na qual a chave Pix está cadastrada. O mecanismo garante mais velocidade de bloqueio de recursos na conta do golpista, aumentando também a chance de devolução dos valores. BC passou a limitar a R$ 15 mil as transferências via Pix e TED para aprimorar a segurança do sistema (Imagem: Marcello Casal Jr./Agência Brasil) O post Golpes via Pix somam 28 milhões de casos em menos de um ano apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O <a href="https://olhardigital.com.br/tag/brasil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Brasil</a> registrou 28 milhões de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/fraude/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">fraudes</a> envolvendo o <a href="https://olhardigital.com.br/tag/pix/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pix</a> entre janeiro e setembro de 2025, segundo levantamento da Associação de Defesa de Dados Pessoais e do Consumidor (ADDP). O sistema de pagamentos instantâneos tem sido o principal alvo dos criminosos para <a href="https://olhardigital.com.br/tag/golpes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">golpes</a> digitais no Brasil.</p>
<p>O estudo também identificou 2,7 milhões de golpes em compras online, 1,6 milhão de fraudes via WhatsApp e 1,5 milhão de casos de phishing — e-mails e mensagens falsas que simulam comunicações de bancos e empresas para roubar dados e senhas. A chamada “falsa central de atendimento” aparece com o mesmo número de ocorrências.</p>
</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/09/pix-1-1024x682.jpg" alt="Logo do Pix em um smartphone" class="wp-image-1192751" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/pix-1-1024x682.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/pix-1-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/pix-1-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/pix-1-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/pix-1-2048x1365.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/pix-1-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Sistema de pagamentos instantâneos tem sido o principal alvo dos criminosos para golpes digitais no Brasil (Imagem: Diego Thomazini/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<p>De acordo com o relatório, os golpes financeiros representam 47% das fraudes digitais no país, seguidos por roubo de identidade (15%), vazamentos de dados e invasões (22%) e fraudes em e-commerce (16%). O público mais atingido está na faixa acima dos 50 anos, que concentra 53% das vítimas.</p>
<p>“Os golpes digitais evoluíram de forma acelerada, impulsionados pelo uso de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/inteligencia-artificial/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inteligência artificial</a> [IA], pela popularização do Pix e pela falta de educação digital”, destaca Francisco Gomes Junior, presidente da ADDP, responsável pelo estudo. “O que antes era pontual tornou-se uma indústria estruturada, com quadrilhas organizadas e kits de fraude prontos para uso.”</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-alerta-para-deepfakes">Alerta para deepfakes</h2>
<p>O relatório também chama atenção para o uso crescente de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/deepfake/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">deepfakes</a>, que simulam vozes e rostos reais para aplicar golpes de identidade, e aponta que o Brasil ocupa o segundo lugar no ranking global de ataques cibernéticos, com 700 milhões de tentativas anuais, o equivalente a 1.379 ataques por minuto.</p>
<p>As perdas financeiras associadas aos golpes variam conforme a fonte. As estimativas vão de R$ 10 bilhões a R$ 112 bilhões em 2024, valor que deve ser ainda maior em 2025 devido à subnotificação. “Grande parte das vítimas não registra boletim de ocorrência, seja por vergonha, desconhecimento ou sensação de impunidade. Isso distorce os números e enfraquece as políticas públicas de prevenção”, ressalta Francisco.</p>
</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2024/09/deepfake-1024x576.png" alt="Imagem de um rosto escrito deepfake em cima e saindo de um smartphone" class="wp-image-969907" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/09/deepfake-1024x576.png 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/09/deepfake-300x169.png 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/09/deepfake-768x432.png 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/09/deepfake-1536x864.png 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/09/deepfake-2048x1152.png 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/09/deepfake-1920x1080.png 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/09/deepfake-150x84.png 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/09/deepfake-1280x720.png 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Brasil ocupa o segundo lugar no ranking global de ataques cibernéticos (Imagem: Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<p>Como prevenção, a associação recomenda a criação de protocolos domésticos e corporativos de verificação (como as chamadas “duas confirmações e dez segundos”) e o uso de autenticação multifator e limites transacionais no Pix. </p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/16/pro/5-anos-de-pix-o-sistema-instantaneo-que-revolucionou-os-pagamentos-digitais-no-brasil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">5 anos de Pix: o sistema instantâneo que revolucionou os pagamentos digitais no Brasil</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/10/seguranca/banco-central-vai-permitir-bloqueio-de-novas-chaves-pix-para-evitar-fraudes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Banco Central vai permitir bloqueio de novas chaves Pix para evitar fraudes</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/14/seguranca/google-e-itau-testam-alerta-contra-golpe-da-tela-compartilhada-no-android/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Google e Itaú testam alerta contra golpe da tela compartilhada no Android</a></li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-contencao">Contenção</h2>
<ul>
<li>Desde outubro, o <a href="https://olhardigital.com.br/tag/banco-central/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Banco Central</a> (BC) bloqueia chaves Pix usadas em golpes e fraudes com base em informações prestadas pelas instituições financeiras;</li>
<li>O BC também passou a limitar a R$ 15 mil as transferências via Pix e TED para aprimorar a segurança da ferramenta;</li>
<li>Além disso, instituições de pagamentos estão obrigadas a negar transações para contas suspeitas de fraudes envolvendo o Pix;</li>
<li>Usuários que tenham sido vítimas de fraude, golpe ou coerção podem recorrer ao “<a href="https://liftchallenge.bcb.gov.br/detalhenoticia/20865/noticia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">botão de contestação</a>” por meio do aplicativo da instituição financeira na qual a chave Pix está cadastrada. O mecanismo garante mais velocidade de bloqueio de recursos na conta do golpista, aumentando também a chance de devolução dos valores.</li>
</ul>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2024/03/Destaque-Pix-1024x576.jpg" alt="Página do Pix no site do Banco Central aberta em celular" class="wp-image-777173" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/03/Destaque-Pix-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/03/Destaque-Pix-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/03/Destaque-Pix-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/03/Destaque-Pix-150x84.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/03/Destaque-Pix.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">BC passou a limitar a R$ 15 mil as transferências via Pix e TED para aprimorar a segurança do sistema (Imagem: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)</figcaption></figure>
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<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/19/seguranca/golpes-via-pix-somam-28-milhoes-de-casos-em-menos-de-um-ano/">Golpes via Pix somam 28 milhões de casos em menos de um ano</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Como a IA pode te enganar na Black Friday (e como se proteger)</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/como-a-ia-pode-te-enganar-na-black-friday-e-como-se-proteger/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 13:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[black friday]]></category>
		<category><![CDATA[Fraude]]></category>
		<category><![CDATA[golpe]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/como-a-ia-pode-te-enganar-na-black-friday-e-como-se-proteger/</guid>

					<description><![CDATA[A inteligência artificial transformou o cenário dos golpes digitais, tornando as fraudes praticamente indistinguíveis da realidade. No Brasil, os golpes com deepfakes cresceram 822% entre 2022 e 2023, segundo o Relatório de Fraude de Identidade da Sumsub. Os ataques com deepfakes no Brasil ocorrem com frequência cinco vezes maior do que nos Estados Unidos. E na Black Friday não deve ser diferente. “A Black Friday se tornou um dos períodos mais críticos para a segurança digital no Brasil”, afirma Lucas Monteiro, da consultoria internacional especialista em Inteligência de Dados e Transformação Digital Keyrus. “Os criminosos utilizam tecnologias cada vez mais avançadas para enganar sistemas e pessoas. Isso resulta em altas perdas financeiras, equipes sobrecarregadas com investigações manuais, perda de confiança de clientes e parceiros e experiência do cliente prejudicada.” 42% dos brasileiros já foram vítimas de golpes na Black Friday ou conhecem alguém que passou por essa situação, segundo pesquisa do Instituto Locomotiva e QuestionPro. Desse total, 16% dos entrevistados relataram ter sido as vítimas diretas, 20% conhecem alguém que sofreu fraudes e 6% tanto foram vítimas quanto conhecem pessoas que também caíram em golpes. 42% dos brasileiros já foram vítimas de golpes na Black Friday ou conhecem alguém que passou por essa situação (Imagem: Daviles/iStock) Preste atenção As técnicas de fraude com IA durante a Black Friday incluem: Imitação visual detalhada: sites que replicam layout e elementos gráficos das páginas oficiais para dar credibilidade ao golpe; Deepfakes em anúncios: uso de IA para criar vídeos falsos com influenciadores e embaixadores de marcas, fazendo os anúncios parecerem autênticos; Ofertas com preços irresistíveis: promoções exageradamente vantajosas que incentivam o pagamento via Pix direto para a conta do criminoso; Captura de informações sensíveis: coleta de dados de cartões de crédito e informações pessoais para uso em fraudes futuras; Perfis falsos em redes sociais: criação de perfis que simulam a comunicação oficial de marcas e disseminam anúncios patrocinados com promoções falsas. Leia Mais: Black Friday: siga essas dicas para evitar golpes e fraudes Olhe de novo: você saberia dizer se essa foto é real ou feita por IA? Como funcionam os sistemas de reconhecimento facial Cuidado com promoções exageradamente vantajosas que incentivam o pagamento via Pix direto para a conta do criminoso (Imagem: Supatman/iStock) Antes da compra… Pesquise preços com antecedência para identificar descontos reais e evitar a tática “pela metade do dobro”; Desconfie de ofertas muito abaixo do mercado; se parece bom demais para ser verdade, provavelmente é golpe; Verifique a reputação do vendedor em sites como Reclame Aqui e confira se o CNPJ está ativo; Acesse sites oficiais digitando o endereço diretamente no navegador, nunca por links recebidos via e-mail, WhatsApp ou redes sociais. Durante a compra… Confira se o site possui HTTPS (cadeado ao lado do endereço); Fique atento a erros sutis na URL, como substituição de letras por números; Para pagamentos via Pix, sempre confira os dados do beneficiário antes de finalizar; Use cartão virtual ou temporário para compras online; Calcule o valor total da compra incluindo o frete antes de concluir a transação. Acesse sites oficiais digitando o endereço diretamente no navegador, nunca por links recebidos via e-mail, WhatsApp ou redes sociais (Imagem: Wiphop Sathawirawong/iStock) Sinais de alerta Pressão com senso de urgência e contagem regressiva exagerada; Solicitações de pagamento fora da plataforma oficial; Mensagens não solicitadas com ofertas “exclusivas”; Anúncios com vídeos de celebridades ou autoridades (possíveis deepfakes); Atendimento que solicita dados bancários completos ou senhas. Em 2024, mais de mil sites fraudulentos foram identificados apenas nas semanas que antecedem o grande dia de promoções, imitando marcas como McDonald’s, Nike, Amazon e Mercado Livre, de acordo com estudo da Branddi. Neste ano, a Black Friday será realizada em 28 de novembro. O post Como a IA pode te enganar na Black Friday (e como se proteger) apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A inteligência artificial transformou o cenário dos <a href="https://olhardigital.com.br/tag/golpes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">golpes</a> digitais, tornando as fraudes praticamente indistinguíveis da realidade. No Brasil, os golpes com <a href="https://olhardigital.com.br/tag/deepfakes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">deepfakes</a> cresceram 822% entre 2022 e 2023, segundo o Relatório de Fraude de Identidade da Sumsub. Os ataques com deepfakes no Brasil ocorrem com frequência cinco vezes maior do que nos Estados Unidos. E na <a href="https://olhardigital.com.br/tag/black-friday-2025/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Black Friday</a> não deve ser diferente.</p>
<p>“A Black Friday se tornou um dos períodos mais críticos para a segurança digital no Brasil”, afirma Lucas Monteiro, da consultoria internacional especialista em Inteligência de Dados e Transformação Digital Keyrus. “Os criminosos utilizam tecnologias cada vez mais avançadas para enganar sistemas e pessoas. Isso resulta em altas perdas financeiras, equipes sobrecarregadas com investigações manuais, perda de confiança de clientes e parceiros e experiência do cliente prejudicada.”</p>
<p>42% dos brasileiros já foram vítimas de golpes na Black Friday ou conhecem alguém que passou por essa situação, segundo pesquisa do Instituto Locomotiva e QuestionPro. Desse total, 16% dos entrevistados relataram ter sido as vítimas diretas, 20% conhecem alguém que sofreu fraudes e 6% tanto foram vítimas quanto conhecem pessoas que também caíram em golpes.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/black-friday-compra-1024x683.jpg" alt="black friday compras" class="wp-image-1215870" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/black-friday-compra-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/black-friday-compra-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/black-friday-compra-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/black-friday-compra-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/black-friday-compra-2048x1365.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/black-friday-compra-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">42% dos brasileiros já foram vítimas de golpes na Black Friday ou conhecem alguém que passou por essa situação (Imagem: Daviles/iStock)</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-preste-atencao">Preste atenção</h2>
<p>As técnicas de fraude com IA durante a Black Friday incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Imitação visual detalhada:</strong> sites que replicam layout e elementos gráficos das páginas oficiais para dar credibilidade ao golpe;</li>
<li><strong>Deepfakes em anúncios:</strong> uso de IA para criar vídeos falsos com influenciadores e embaixadores de marcas, fazendo os anúncios parecerem autênticos;</li>
<li><strong>Ofertas com preços irresistíveis:</strong> promoções exageradamente vantajosas que incentivam o pagamento via Pix direto para a conta do criminoso;</li>
<li><strong>Captura de informações sensíveis:</strong> coleta de dados de cartões de crédito e informações pessoais para uso em fraudes futuras;</li>
<li><strong>Perfis falsos em redes sociais:</strong> criação de perfis que simulam a comunicação oficial de marcas e disseminam anúncios patrocinados com promoções falsas.</li>
</ul>
<p><strong>Leia Mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/black-friday-siga-essas-dicas-para-evitar-golpes-e-fraudes" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Black Friday: siga essas dicas para evitar golpes e fraudes</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/09/pro/olhe-de-novo-voce-saberia-dizer-se-essa-foto-e-real-ou-feita-por-ia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Olhe de novo: você saberia dizer se essa foto é real ou feita por IA?</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/11/seguranca/como-funcionam-os-sistemas-de-reconhecimento-facial/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Como funcionam os sistemas de reconhecimento facial</a></li>
</ul>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="696" src="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/fraude-1024x696.jpg" alt="fraude" class="wp-image-1215872" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/fraude-1024x696.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/fraude-300x204.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/fraude-768x522.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/fraude-1536x1043.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/fraude-2048x1391.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/fraude-150x102.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Cuidado com promoções exageradamente vantajosas que incentivam o pagamento via Pix direto para a conta do criminoso (Imagem: Supatman/iStock)</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-antes-da-compra">Antes da compra…</h2>
<ul>
<li>Pesquise preços com antecedência para identificar descontos reais e evitar a tática “pela metade do dobro”;</li>
<li>Desconfie de ofertas muito abaixo do mercado; se parece bom demais para ser verdade, provavelmente é golpe;</li>
<li>Verifique a reputação do vendedor em sites como Reclame Aqui e confira se o CNPJ está ativo;</li>
<li>Acesse sites oficiais digitando o endereço diretamente no navegador, nunca por links recebidos via e-mail, WhatsApp ou redes sociais.</li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-durante-a-compra">Durante a compra…</h2>
<ul>
<li>Confira se o site possui HTTPS (cadeado ao lado do endereço);</li>
<li>Fique atento a erros sutis na URL, como substituição de letras por números;</li>
<li>Para pagamentos via Pix, sempre confira os dados do beneficiário antes de finalizar;</li>
<li>Use cartão virtual ou temporário para compras online;</li>
<li>Calcule o valor total da compra incluindo o frete antes de concluir a transação.</li>
</ul>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/compra-online-1024x683.jpg" alt="compra online" class="wp-image-1215873" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/compra-online-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/compra-online-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/compra-online-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/compra-online-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/compra-online-2048x1365.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/compra-online-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Acesse sites oficiais digitando o endereço diretamente no navegador, nunca por links recebidos via e-mail, WhatsApp ou redes sociais (Imagem: Wiphop Sathawirawong/iStock)</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-sinais-de-alerta">Sinais de alerta</h2>
<ul>
<li>Pressão com senso de urgência e contagem regressiva exagerada;</li>
<li>Solicitações de pagamento fora da plataforma oficial;</li>
<li>Mensagens não solicitadas com ofertas “exclusivas”;</li>
<li>Anúncios com vídeos de celebridades ou autoridades (possíveis deepfakes);</li>
<li>Atendimento que solicita dados bancários completos ou senhas.</li>
</ul>
<p>Em 2024, mais de mil sites fraudulentos foram identificados apenas nas semanas que antecedem o grande dia de promoções, imitando marcas como McDonald’s, Nike, Amazon e Mercado Livre, de acordo com estudo da Branddi. Neste ano, a Black Friday será realizada em 28 de novembro.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/12/seguranca/como-a-ia-pode-te-enganar-na-black-friday-e-como-se-proteger/">Como a IA pode te enganar na Black Friday (e como se proteger)</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Meta Business é usado para aplicar golpes no Facebook</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/meta-business-e-usado-para-aplicar-golpes-no-facebook/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 10:39:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[facebook business]]></category>
		<category><![CDATA[Fraude]]></category>
		<category><![CDATA[golpe]]></category>
		<category><![CDATA[phishing]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Um novo tipo de golpe tem explorado ferramentas do Meta Business (antigo Facebook Business) para enviar mensagens fraudulentas altamente convincentes. Os criminosos criam páginas comerciais falsas e usam o recurso de convite comercial para enviar e-mails do domínio legítimo “facebookmail.com”, tornando-os praticamente impossíveis de serem identificados como maliciosos pelos usuários. Em um dos casos, os golpistas enviaram mais de 40 mil e-mails de phishing para mais de cinco mil clientes no mundo (principalmente nos Estados Unidos, Europa, Canadá e Austrália, atingindo setores que dependem fortemente do Facebook para publicidade, como automotivo, educação, imobiliário, hospitalidade e financeiro). Cada e-mail continha um link malicioso disfarçado de notificação legítima do Facebook. Com mais de 5,4 bilhões de usuários em todo o mundo, o Facebook continua sendo a plataforma social mais influente do planeta e um canal de marketing essencial para pequenas e médias empresas. Seu amplo alcance e a força da marca o tornam um alvo privilegiado para cibercriminosos. Golpistas enviaram mais de 40.000 e-mails de phishing para mais de 5.000 clientes (Imagem: Alex Photo Stock/Shutterstock) Como a campanha funciona Segundo uma análise da Check Point Software, o ataque começa quando cibercriminosos criam páginas falsas de empresas no Facebook Business. Essas páginas são modificadas com logotipos e nomes que imitam a identidade visual oficial do Facebook. Depois de criadas, os golpistas utilizam o recurso de convite do Business para enviar e-mails de phishing que parecem ser alertas oficiais do Facebook. O ponto crucial é que essas mensagens são enviadas a partir do domínio legítimo “facebookmail.com”. A maioria dos usuários é treinada para desconfiar de endereços de remetentes suspeitos, mas, neste caso, os e-mails vêm de um domínio que eles conhecem e confiam. Como resultado, as mensagens de phishing tornam-se muito mais convincentes. Os e-mails foram elaborados para parecer idênticos às notificações genuínas do Facebook. Eles usavam linguagem urgente, como: “Ação necessária: você foi convidado a participar do Programa de Créditos de Publicidade Gratuitos” “Convite de Parceiro de Agência Meta” “Verificação de conta necessária” Cada e-mail continha um link malicioso disfarçado de notificação oficial do Facebook. Ao clicar, as vítimas eram redirecionadas para sites de phishing hospedados em domínios como “vercel.app”, criados para roubar credenciais e outras informações confidenciais. Ponto crucial é que mensagens são enviadas a partir do domínio legítimo ‘facebookmail.com’ (Imagem: PixieMe/Shutterstock) Leia mais: Golpe faz você pagar em dobro pela sua reserva LinkedIn vira alvo de campanha de phishing que engana com login da Microsoft Microsoft é a marca mais usada para ataques de phishing no mundo Público-alvo Cerca de 40 mil e-mails de phishing foram enviados à base de clientes, de acordo com dados da telemetria da Check Point Software. Embora a maioria das organizações tenha recebido menos de 300 mensagens, uma única empresa foi bombardeada com mais de 4,2 mil e-mails. A repetição de assuntos e estruturas quase idênticas sugere uma campanha em massa baseada em modelos, projetada para ampla exposição e altas taxas de cliques, em vez de um ataque direcionado (técnica conhecida como spear phishing). A campanha teve como foco principal pequenas e médias empresas (PMEs) e organizações de médio porte, embora algumas companhias grandes e conhecidas também tenham sido afetadas. Esses setores, especialmente os que dependem das plataformas da Meta para engajamento com clientes, são alvos ideais porque seus funcionários costumam receber notificações legítimas do Meta Business e, portanto, tendem a confiar mais nessas mensagens. Repetição de assuntos e estruturas quase idênticas sugere uma campanha em massa (Imagem: PixieMe/Shutterstock) O que fazer Embora seja essencial que plataformas como o Facebook corrijam essas lacunas de segurança, organizações e indivíduos também devem adotar medidas proativas para reduzir riscos: Educar os usuários: o treinamento e a conscientização deve ir além da identificação de domínios suspeitos. Funcionários e usuários precisam aprender a questionar solicitações incomuns, mesmo que venham de fontes confiáveis; Implementar detecção avançada: soluções de segurança devem incorporar análise comportamental e detecção baseada em IA que consigam identificar atividades suspeitas mesmo quando as mensagens parecem legítimas; Habilitar autenticação de múltiplos fatores (MFA): credenciais roubadas continuam sendo o principal objetivo de campanhas de phishing. A MFA garante que, mesmo que as credenciais sejam comprometidas, os atacantes não consigam facilmente acessar os sistemas; Verificar remetente e URL: sempre confirme se há inconsistências de domínio (por exemplo, marca da Meta com links que não pertencem à Meta); Evitar clicar em links em e-mails não solicitados: acesse diretamente sua conta Meta Business ou Facebook pelo site oficial. O Olhar Digital pediu um posicionamento sobre o assunto para a Meta. E vai incluí-lo nesta matéria, caso chegue. O post Meta Business é usado para aplicar golpes no Facebook apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Um novo tipo de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/golpes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">golpe</a> tem explorado ferramentas do <a href="https://olhardigital.com.br/tag/meta/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Meta</a> Business (antigo <a href="https://olhardigital.com.br/tag/facebook/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook</a> Business) para enviar mensagens fraudulentas altamente convincentes. Os criminosos criam páginas comerciais falsas e usam o recurso de convite comercial para enviar e-mails do domínio legítimo “facebookmail.com”, tornando-os praticamente impossíveis de serem identificados como maliciosos pelos usuários.</p>
<p>Em um dos casos, os golpistas enviaram mais de 40 mil e-mails de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/phishing/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">phishing</a> para mais de cinco mil clientes no mundo (principalmente nos Estados Unidos, Europa, Canadá e Austrália, atingindo setores que dependem fortemente do Facebook para publicidade, como automotivo, educação, imobiliário, hospitalidade e financeiro). Cada e-mail continha um link malicioso disfarçado de notificação legítima do Facebook.</p>
<p>Com mais de 5,4 bilhões de usuários em todo o mundo, o Facebook continua sendo a plataforma social mais influente do planeta e um canal de marketing essencial para pequenas e médias empresas. Seu amplo alcance e a força da marca o tornam um alvo privilegiado para cibercriminosos.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/meta-empresario-1024x683.jpg" alt="meta empresario" class="wp-image-1215832" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/meta-empresario-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/meta-empresario-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/meta-empresario-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/meta-empresario-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/meta-empresario-2048x1366.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/meta-empresario-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Golpistas enviaram mais de 40.000 e-mails de phishing para mais de 5.000 clientes (Imagem: Alex Photo Stock/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-a-campanha-funciona">Como a campanha funciona</h2>
<p>Segundo uma <a href="https://blog.checkpoint.com/email-security/new-phishing-campaign-exploits-meta-business-suite-to-target-smbs-across-the-u-s-and-beyond/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">análise da Check Point Software</a>, o ataque começa quando cibercriminosos criam páginas falsas de empresas no Facebook Business. Essas páginas são modificadas com logotipos e nomes que imitam a identidade visual oficial do Facebook. Depois de criadas, os golpistas utilizam o recurso de convite do Business para enviar e-mails de phishing que parecem ser alertas oficiais do Facebook.</p>
<p>O ponto crucial é que essas mensagens são enviadas a partir do domínio legítimo “facebookmail.com”. A maioria dos usuários é treinada para desconfiar de endereços de remetentes suspeitos, mas, neste caso, os e-mails vêm de um domínio que eles conhecem e confiam. Como resultado, as mensagens de phishing tornam-se muito mais convincentes.</p>
<p>Os e-mails foram elaborados para parecer idênticos às notificações genuínas do Facebook. Eles usavam linguagem urgente, como:</p>
<ul>
<li>“Ação necessária: você foi convidado a participar do Programa de Créditos de Publicidade Gratuitos”</li>
<li>“Convite de Parceiro de Agência Meta”</li>
<li>“Verificação de conta necessária”</li>
</ul>
<p>Cada e-mail continha um link malicioso disfarçado de notificação oficial do Facebook. Ao clicar, as vítimas eram redirecionadas para sites de phishing hospedados em domínios como “vercel.app”, criados para roubar credenciais e outras informações confidenciais.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="681" src="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/meta-business-1024x681.jpg" alt="meta business" class="wp-image-1215836" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/meta-business-1024x681.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/meta-business-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/meta-business-768x511.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/meta-business-1536x1022.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/meta-business-2048x1363.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/meta-business-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Ponto crucial é que mensagens são enviadas a partir do domínio legítimo ‘facebookmail.com’ (Imagem: PixieMe/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/11/seguranca/golpe-faz-voce-pagar-em-dobro-pela-sua-reserva/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Golpe faz você pagar em dobro pela sua reserva</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/03/seguranca/linkedin-vira-alvo-de-campanha-de-phishing-que-engana-com-login-da-microsoft/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">LinkedIn vira alvo de campanha de phishing que engana com login da Microsoft</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/23/seguranca/microsoft-e-a-marca-mais-usada-para-ataques-de-phishing-no-mundo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Microsoft é a marca mais usada para ataques de phishing no mundo</a></li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-publico-alvo">Público-alvo</h2>
<p>Cerca de 40 mil e-mails de phishing foram enviados à base de clientes, de acordo com dados da telemetria da Check Point Software. Embora a maioria das organizações tenha recebido menos de 300 mensagens, uma única empresa foi bombardeada com mais de 4,2 mil e-mails.</p>
<p>A repetição de assuntos e estruturas quase idênticas sugere uma campanha em massa baseada em modelos, projetada para ampla exposição e altas taxas de cliques, em vez de um ataque direcionado (técnica conhecida como spear phishing).</p>
<p>A campanha teve como foco principal pequenas e médias empresas (PMEs) e organizações de médio porte, embora algumas companhias grandes e conhecidas também tenham sido afetadas. Esses setores, especialmente os que dependem das plataformas da Meta para engajamento com clientes, são alvos ideais porque seus funcionários costumam receber notificações legítimas do Meta Business e, portanto, tendem a confiar mais nessas mensagens.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="681" src="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/business-meta-1024x681.jpg" alt="business meta" class="wp-image-1215837" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/business-meta-1024x681.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/business-meta-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/business-meta-768x511.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/business-meta-1536x1022.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/business-meta-2048x1363.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/business-meta-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Repetição de assuntos e estruturas quase idênticas sugere uma campanha em massa (Imagem: PixieMe/Shutterstock)</figcaption></figure>
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<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-que-fazer">O que fazer</h2>
<p>Embora seja essencial que plataformas como o Facebook corrijam essas lacunas de segurança, organizações e indivíduos também devem adotar medidas proativas para reduzir riscos:</p>
<ul>
<li>Educar os usuários: o treinamento e a conscientização deve ir além da identificação de domínios suspeitos. Funcionários e usuários precisam aprender a questionar solicitações incomuns, mesmo que venham de fontes confiáveis;</li>
<li>Implementar detecção avançada: soluções de segurança devem incorporar análise comportamental e detecção baseada em IA que consigam identificar atividades suspeitas mesmo quando as mensagens parecem legítimas;</li>
<li>Habilitar autenticação de múltiplos fatores (MFA): credenciais roubadas continuam sendo o principal objetivo de campanhas de phishing. A MFA garante que, mesmo que as credenciais sejam comprometidas, os atacantes não consigam facilmente acessar os sistemas;</li>
<li>Verificar remetente e URL: sempre confirme se há inconsistências de domínio (por exemplo, marca da Meta com links que não pertencem à Meta);</li>
<li>Evitar clicar em links em e-mails não solicitados: acesse diretamente sua conta Meta Business ou Facebook pelo site oficial.</li>
</ul>
<p>O <strong>Olhar Digital</strong> pediu um posicionamento sobre o assunto para a Meta. E vai incluí-lo nesta matéria, caso chegue.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/12/seguranca/meta-business-e-usado-para-aplicar-golpes-no-facebook/">Meta Business é usado para aplicar golpes no Facebook</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Grok é usado por criminosos para espalhar links com vírus pelo X</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/grok-e-usado-por-criminosos-para-espalhar-links-com-virus-pelo-x/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2025 08:02:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fraude]]></category>
		<category><![CDATA[golpe]]></category>
		<category><![CDATA[grok]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/grok-e-usado-por-criminosos-para-espalhar-links-com-virus-pelo-x/</guid>

					<description><![CDATA[O chatbot do X, Grok, está sendo utilizado por criminosos para espalhar golpes de phishing. A partir de uma técnica que manipula o sistema para republicar links maliciosos, o robô de IA da plataforma acabou se tornando um canal de disseminação de fraudes com potencial de atingir milhões de usuários — e com alto risco de furto de dados e identidade.  A prática, chamada “Grokking”, é um novo exemplo dos perigos gerados pela combinação entre engenharia social e inteligência artificial, alerta a empresa de segurança digital ESET, empresa especializada em detecção proativa de ameaças. Nesta campanha, os golpistas conseguem burlar uma regra do X que proíbe links em posts patrocinados. Eles publicam vídeos atraentes com links escondidos no campo técnico chamado “from” e fazem perguntas ao chatbot Grok sobre a origem do vídeo. O robô, lendo a mensagem, identifica o link e o promove com uma resposta automática, reforçando a causa da fraude por estar associado a uma conta oficial verificada. Golpistas conseguem burlar uma regra do X que proíbe links em posts patrocinados (Imagem: Bangla press/Shutterstock) “Qualquer ferramenta de IA integrada a plataformas confiáveis está vulnerável a esse tipo de manipulação, mostrando o quanto criminosos buscam criar novas formas de driblar mecanismos de segurança e os riscos de confiar cegamente nos resultados da IA”, afirma Camilo Gutiérrez Amaya, chefe do laboratório de pesquisa da ESET na América Latina. Os perigos do “Grokking”  Transformar um chatbot confiável em ator malicioso capaz de ampliar links de phishing; Alcance potencial de milhões de visualizações em vídeos pagos que disseminam fraudes e malwares; Fortalecimento dos links em ferramentas de busca e reputação digital devido à associação com a IA; Existem centenas de contas repetindo essa prática até serem bloqueadas; Links levam a formulários para roubo de dados e a malwares que podem resultar em invasão de contas e roubo de identidade. A engenharia social é o método pelo qual hackers manipulam pessoas para que entreguem informações pessoais ou instalem programas maliciosos. Desde que ferramentas de IA generativa se popularizaram, criminosos passaram a usar essas tecnologias para criar golpes cada vez mais sofisticados.  Sem saber, Grok promove link malicioso com respostas automáticas (Imagem: T. Schneider/Shutterstock) “A IA intensifica a engenharia social de duas formas: cria campanhas de phishing convincentes com áudios e vídeos falsos e agora, com essa técnica do chatbot, abre uma nova dimensão para ações criminosas”, avalia Amaya. Leia Mais: O ChatGPT Atlas espiona os usuários? Entenda como a IA do navegador analisa sua atividade Malware se disfarça de Adobe para roubar dados e enganar usuários Brasil assina tratado da ONU para combate a crimes cibernéticos Fique ligado O aumento desse tipo de ataque é confirmado por pesquisas da Gartner, que indicam que 32% das empresas sofreram ataques com IA generativa no último ano. Além disso, criminosos podem esconder mensagens maliciosas em textos invisíveis ou caracteres especiais, tornando qualquer GenAI suscetível ao uso indevido para propagar conteúdos perigosos. O recomendado é que, antes de clicar em links enviados por bots, os usuários passem o mouse sobre eles para conferir a URL e evitar acessar sites maliciosos. Além disso, é fundamental manter postura crítica em relação às respostas de inteligências artificiais, especialmente quando apresentarem contradições ou incoerências. Manter softwares e sistemas atualizados pode impedir a exploração de vulnerabilidades (Imagem: Sadi Maria/iStock) Algumas práticas simples podem ajudar a proteger os usuários desse tipo de golpe, como utilizar senhas fortes, únicas e gerenciadas por programas específicos, além de ativar a autenticação multifator e manter softwares e sistemas atualizados para impedir a exploração de vulnerabilidades. O post Grok é usado por criminosos para espalhar links com vírus pelo X apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O chatbot do X, <a href="https://olhardigital.com.br/tag/grok/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Grok</a>, está sendo utilizado por criminosos para espalhar golpes de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/phishing/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">phishing</a>. A partir de uma técnica que manipula o sistema para republicar links maliciosos, o robô de IA da plataforma acabou se tornando um canal de disseminação de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/fraude/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">fraudes</a> com potencial de atingir milhões de usuários — e com alto risco de furto de dados e identidade. </p>
<p>A prática, chamada “Grokking”, é um novo exemplo dos perigos gerados pela combinação entre engenharia social e inteligência artificial, alerta a empresa de segurança digital ESET, empresa especializada em detecção proativa de ameaças.</p>
<p>Nesta campanha, os golpistas conseguem burlar uma regra do <a href="https://olhardigital.com.br/tag/x/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">X</a> que proíbe links em posts patrocinados. Eles publicam vídeos atraentes com links escondidos no campo técnico chamado “from” e fazem perguntas ao chatbot Grok sobre a origem do vídeo. O <a href="https://olhardigital.com.br/tag/robo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">robô</a>, lendo a mensagem, identifica o link e o promove com uma resposta automática, reforçando a causa da fraude por estar associado a uma conta oficial verificada.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="577" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/04/grok-e1752241931741-1024x577.jpg" alt="Página do Grok em um smartphone" class="wp-image-1096989" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/04/grok-e1752241931741-1024x577.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/04/grok-e1752241931741-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/04/grok-e1752241931741-768x433.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/04/grok-e1752241931741-1536x865.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/04/grok-e1752241931741-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/04/grok-e1752241931741-150x84.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/04/grok-e1752241931741-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/04/grok-e1752241931741.jpg 2001w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Golpistas conseguem burlar uma regra do X que proíbe links em posts patrocinados (Imagem: Bangla press/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<p>“Qualquer ferramenta de IA integrada a plataformas confiáveis está vulnerável a esse tipo de manipulação, mostrando o quanto criminosos buscam criar novas formas de driblar mecanismos de segurança e os riscos de confiar cegamente nos resultados da IA”, afirma Camilo Gutiérrez Amaya, chefe do laboratório de pesquisa da ESET na América Latina.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-os-perigos-do-grokking-nbsp">Os perigos do “Grokking” </h2>
<ul>
<li>Transformar um chatbot confiável em ator malicioso capaz de ampliar links de phishing;</li>
<li>Alcance potencial de milhões de visualizações em vídeos pagos que disseminam fraudes e malwares;</li>
<li>Fortalecimento dos links em ferramentas de busca e reputação digital devido à associação com a IA;</li>
<li>Existem centenas de contas repetindo essa prática até serem bloqueadas;</li>
<li>Links levam a formulários para roubo de dados e a malwares que podem resultar em invasão de contas e roubo de identidade.</li>
</ul>
<p>A engenharia social é o método pelo qual hackers manipulam pessoas para que entreguem informações pessoais ou instalem programas maliciosos. Desde que ferramentas de IA generativa se popularizaram, criminosos passaram a usar essas tecnologias para criar golpes cada vez mais sofisticados. </p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2024/11/grok-ia-do-x-scaled-1-1024x768.jpg" alt="Página do Grok em um smartphone, ao lado do logo do chatbot impresso em uma parede" class="wp-image-1010576" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/grok-ia-do-x-scaled-1-1024x768.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/grok-ia-do-x-scaled-1-300x225.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/grok-ia-do-x-scaled-1-768x576.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/grok-ia-do-x-scaled-1-1536x1152.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/grok-ia-do-x-scaled-1-155x116.jpg 155w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/grok-ia-do-x-scaled-1-359x269.jpg 359w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/grok-ia-do-x-scaled-1-150x113.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/grok-ia-do-x-scaled-1-960x1200.jpg 960w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/grok-ia-do-x-scaled-1.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Sem saber, Grok promove link malicioso com respostas automáticas (Imagem: T. Schneider/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<p>“A IA intensifica a engenharia social de duas formas: cria campanhas de phishing convincentes com áudios e vídeos falsos e agora, com essa técnica do chatbot, abre uma nova dimensão para ações criminosas”, avalia Amaya.</p>
<p><strong>Leia Mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/25/seguranca/o-chatgpt-atlas-espiona-os-usuarios-entenda-como-a-ia-do-navegador-analisa-sua-atividade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O ChatGPT Atlas espiona os usuários? Entenda como a IA do navegador analisa sua atividade</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/23/seguranca/malware-se-disfarca-de-adobe-para-roubar-dados-e-enganar-usuarios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Malware se disfarça de Adobe para roubar dados e enganar usuários</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/25/seguranca/brasil-assina-tratado-da-onu-para-combate-a-crimes-ciberneticos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Brasil assina tratado da ONU para combate a crimes cibernéticos</a></li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-fique-ligado">Fique ligado</h2>
<p>O aumento desse tipo de ataque é confirmado por pesquisas da Gartner, que indicam que 32% das empresas sofreram ataques com <a href="https://olhardigital.com.br/tag/inteligencia-artificial/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IA generativa</a> no último ano. Além disso, criminosos podem esconder mensagens maliciosas em textos invisíveis ou caracteres especiais, tornando qualquer GenAI suscetível ao uso indevido para propagar conteúdos perigosos.</p>
<p>O recomendado é que, antes de clicar em links enviados por bots, os usuários passem o mouse sobre eles para conferir a URL e evitar acessar sites maliciosos. Além disso, é fundamental manter postura crítica em relação às respostas de inteligências artificiais, especialmente quando apresentarem contradições ou incoerências.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/golpe-1024x683.jpg" alt="golpe" class="wp-image-1207060" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/golpe-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/golpe-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/golpe-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/golpe-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/golpe-2048x1365.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/golpe-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Manter softwares e sistemas atualizados pode impedir a exploração de vulnerabilidades (Imagem: Sadi Maria/iStock)</figcaption></figure>
</div>
<p>Algumas práticas simples podem ajudar a proteger os usuários desse tipo de golpe, como utilizar senhas fortes, únicas e gerenciadas por programas específicos, além de ativar a autenticação multifator e manter softwares e sistemas atualizados para impedir a exploração de vulnerabilidades.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/27/seguranca/grok-e-usado-por-criminosos-para-espalhar-links-com-virus-pelo-x/">Grok é usado por criminosos para espalhar links com vírus pelo X</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
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		<title>Microsoft é a marca mais usada para ataques de phishing no mundo</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/microsoft-e-a-marca-mais-usada-para-ataques-de-phishing-no-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 20:48:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fraude]]></category>
		<category><![CDATA[golpe]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[phishing]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/microsoft-e-a-marca-mais-usada-para-ataques-de-phishing-no-mundo/</guid>

					<description><![CDATA[A Microsoft foi a marca mais explorada por cibercriminosos para ataques de phishing no terceiro trimestre deste ano, segundo relatório da Check Point Research (CPR), divisão de inteligência de ameaças da Check Point Software. A empresa apareceu em 40% de todas as tentativas deste tipo de fraude em todo o mundo. O Google e a Apple ficaram em segundo e terceiro lugares, respectivamente, e, juntas, essas três empresas foram responsáveis ​​por mais da metade de toda a atividade de phishing no último trimestre. O PayPal e a DHL retornaram ao Top 10 global após uma longa ausência, ficando em sexto e décimo lugares, refletindo um foco crescente de atacantes em pagamentos digitais e serviços de logística. Ao combinar a aparência familiar de marcas confiáveis ​​com gatilhos emocionais, como urgência ou recompensa, os atacantes continuam a confundir a linha entre experiências online legítimas e fraudulentas. Google foi a segunda marca mais explorada para ataques de phishing (Imagem: Skorzewiak/Shutterstock) O setor de tecnologia manteve sua posição como o mais visado no período, seguido por redes sociais e varejo. À medida que entramos na grande temporada de compras (Black Friday e Natal), espera-se um aumento desses golpes de phishing de marca nos serviços de viagens e logística, alerta o relatório. Top 10 marcas mais usadas em ataques de phishing — Microsoft lidera Microsoft – 40%; Google – 9%; Apple – 6%; Spotify – 4%; Amazon – 3%; PayPal – 3%; Adobe – 3%; Booking – 2%; LinkedIn – 2%; DHL – 2%. “O phishing não se limita mais a e-mails com erros de ortografia ou páginas de login mal elaboradas; hoje, ele é gerado por IA [inteligência artificial], hiperpersonalizado e extremamente convincente. Os dados demonstram como os atacantes estão reforçando o foco em serviços e ferramentas do dia a dia em que os usuários mais confiam”, disse Omer Dembinsky, gerente de pesquisa de dados da Check Point Software. IA ajuda a tornar a fraude mais personalizada e convicente (Imagem: Stock photo and footage/iStock) “Combater essa próxima onda de phishing exige uma abordagem que priorize a prevenção, combinando ferramentas de segurança baseadas em IA com autenticação forte e educação contínua do usuário”, complementa. Leia mais: PyXie RAT: o novo malware que realiza espionagem e rouba dados Conheça o golpe de compartilhamento de tela do WhatsApp Ataque à Jaguar Land Rover pode ser o mais caro da história do Reino Unido Retorno de PayPal e DHL Cibercriminosos têm explorado serviços financeiros e plataformas de logística por se tratarem de domínios em que a confiança e a urgência podem ser facilmente manipuladas para maximizar o sucesso das tentativas de phishing, segundo o relatório. Os pesquisadores descobriram um site fraudulento da DHL (dhl-login-check[.]org) que imitava a página de login oficial da transportadora e enganava os usuários, fazendo-os inserir credenciais de login e e-mail, números de telefone e endereços residenciais. Para as vítimas, a experiência parecia rotineira, apenas mais um login para rastrear encomendas, até que seus dados pessoais fossem coletados discretamente nos bastidores. DHL é considerada a maior e principal empresa de logística do mundo (Imagem: jokuephotography/iStock) Em um caso semelhante, os analistas identificaram outro site de phishing disfarçado de PayPal (paypal-me[.]icu) que prometia recompensas falsas usando táticas de engenharia social, induzindo os usuários a revelar informações confidenciais, incluindo senhas, credenciais de login e detalhes de cartão de crédito. O post Microsoft é a marca mais usada para ataques de phishing no mundo apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A <a href="https://olhardigital.com.br/tag/microsoft/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Microsoft</a> foi a marca <strong>mais explorada</strong> por cibercriminosos para ataques de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/phishing/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">phishing</a> no <strong>terceiro trimestre</strong> deste ano, segundo relatório da Check Point Research (CPR), divisão de inteligência de ameaças da Check Point Software. A empresa apareceu em <strong>40%</strong> de todas as tentativas deste tipo de fraude em todo o mundo.</p>
<p>O <a href="https://olhardigital.com.br/tag/google/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Google</a> e a <a href="https://olhardigital.com.br/tag/apple/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Apple</a> ficaram em <strong>segundo e terceiro lugares</strong>, respectivamente, e, juntas, essas três empresas foram responsáveis ​​por <strong>mais da metade</strong> de toda a atividade de phishing no último trimestre. O <strong>PayPal</strong> e a <strong>DHL</strong> retornaram ao Top 10 global após uma longa ausência, ficando em <strong>sexto e décimo</strong> lugares, refletindo um foco crescente de atacantes em <strong>pagamentos digitais e serviços de logística</strong>.</p>
<p>Ao combinar a aparência familiar de marcas confiáveis ​​com gatilhos emocionais, como urgência ou recompensa, os atacantes continuam a <strong>confundir</strong> a linha entre experiências online legítimas e fraudulentas.</p>
</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="638" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/10/google-logo-1-1024x638.jpg" alt="Fachada de um prédio do Google com o logo da empresa fixado" class="wp-image-1204163" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/google-logo-1-1024x638.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/google-logo-1-300x187.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/google-logo-1-768x478.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/google-logo-1-1536x957.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/google-logo-1-2048x1276.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/google-logo-1-150x93.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Google foi a segunda marca mais explorada para ataques de phishing (Imagem: Skorzewiak/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<p>O setor de <strong>tecnologia</strong> manteve sua posição como <strong>o mais visado no período</strong>, seguido por <strong>redes sociais e varejo</strong>. À medida que entramos na grande temporada de compras (Black Friday e Natal), espera-se um <strong>aumento</strong> desses golpes de phishing de marca nos serviços de <strong>viagens e logística</strong>, alerta o relatório.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-top-10-marcas-mais-usadas-em-ataques-de-phishing-microsoft-lidera">Top 10 marcas mais usadas em ataques de phishing — Microsoft lidera</h2>
<ul>
<li>Microsoft – <strong>40%</strong>;</li>
<li>Google – <strong>9%</strong>;</li>
<li>Apple – <strong>6%</strong>;</li>
<li>Spotify – <strong>4%</strong>;</li>
<li>Amazon – <strong>3%</strong>;</li>
<li>PayPal – <strong>3%</strong>;</li>
<li>Adobe – <strong>3%</strong>;</li>
<li>Booking – <strong>2%</strong>;</li>
<li>LinkedIn – <strong>2%</strong>;</li>
<li>DHL – <strong>2%</strong>.</li>
</ul>
<p>“O phishing <strong>não se limita mais</strong> a e-mails com erros de ortografia ou páginas de login mal elaboradas; hoje, ele é gerado por <a href="https://olhardigital.com.br/tag/inteligencia-artificial/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IA [inteligência artificial]</a>, hiperpersonalizado e extremamente convincente. Os dados demonstram como os atacantes estão reforçando o foco em <strong>serviços e ferramentas do dia a dia</strong> em que os usuários mais confiam”, disse Omer Dembinsky, gerente de pesquisa de dados da Check Point Software.</p>
</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="625" src="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/phishing-1024x625.jpg" alt="phishing" class="wp-image-1205586" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/phishing-1024x625.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/phishing-300x183.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/phishing-768x469.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/phishing-1536x938.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/phishing-2048x1250.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/phishing-150x92.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">IA ajuda a tornar a fraude mais personalizada e convicente (Imagem: Stock photo and footage/iStock)</figcaption></figure>
</div>
<p>“Combater essa próxima onda de phishing exige uma abordagem que priorize a <strong>prevenção</strong>, combinando ferramentas de <strong>segurança</strong> baseadas em IA com <strong>autenticação forte</strong> e <strong>educação contínua</strong> do usuário”, complementa.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/22/seguranca/pyxie-rat-o-novo-malware-que-realiza-espionagem-e-rouba-dados/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PyXie RAT: o novo malware que realiza espionagem e rouba dados</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/22/seguranca/conheca-o-golpe-de-compartilhamento-de-tela-do-whatsapp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Conheça o golpe de compartilhamento de tela do WhatsApp</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/22/seguranca/ataque-a-jaguar-land-rover-pode-ser-o-mais-caro-da-historia-do-reino-unido/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ataque à Jaguar Land Rover pode ser o mais caro da história do Reino Unido</a></li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-retorno-de-paypal-e-dhl">Retorno de PayPal e DHL</h2>
<p>Cibercriminosos têm explorado serviços financeiros e plataformas de logística por se tratarem de domínios em que a <strong>confiança e a urgência</strong> podem ser <strong>facilmente manipuladas</strong> para maximizar o sucesso das tentativas de phishing, segundo o relatório.</p>
<p>Os pesquisadores descobriram um site fraudulento da <strong>DHL</strong> (dhl-login-check[.]org) que <strong>imitava</strong> a página de login oficial da transportadora e enganava os usuários, fazendo-os inserir credenciais de login e e-mail, números de telefone e endereços residenciais. Para as vítimas, a experiência parecia rotineira, apenas mais um login para rastrear encomendas, até que seus dados pessoais fossem <strong>coletados discretamente</strong> nos bastidores.</p>
</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/DHL-1024x683.jpg" alt="DHL" class="wp-image-1205587" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/DHL-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/DHL-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/DHL-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/DHL-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/DHL-2048x1365.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/DHL-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">DHL é considerada a maior e principal empresa de logística do mundo (Imagem: jokuephotography/iStock)</figcaption></figure>
</div>
<p>Em um caso semelhante, os analistas identificaram outro site de phishing disfarçado de <strong>PayPal</strong> (paypal-me[.]icu) que prometia <strong>recompensas falsas</strong> usando <strong>táticas de engenharia social</strong>, induzindo os usuários a revelar <strong>informações confidenciais</strong>, incluindo senhas, credenciais de login e detalhes de cartão de crédito.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/23/seguranca/microsoft-e-a-marca-mais-usada-para-ataques-de-phishing-no-mundo/">Microsoft é a marca mais usada para ataques de phishing no mundo</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Conheça o golpe de compartilhamento de tela do WhatsApp</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/conheca-o-golpe-de-compartilhamento-de-tela-do-whatsapp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 22:04:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fraude]]></category>
		<category><![CDATA[golpe]]></category>
		<category><![CDATA[Kaspersky]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[WhatsApp]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/conheca-o-golpe-de-compartilhamento-de-tela-do-whatsapp/</guid>

					<description><![CDATA[Um novo golpe faz com que as vítimas compartilhem a tela do celular durante chamadas de vídeo no WhatsApp, permitindo que criminosos capturem códigos de verificação, senhas e outras informações sensíveis. A prática está circulando por países europeus e tem potencial para chegar ao Brasil, já que criminosos brasileiros costumam adaptar rapidamente fraudes que funcionam em outras regiões. “Este modus operandi já vêm sendo registrados em países europeus, como Portugal, e como as técnicas de engenharia social são facilmente replicáveis, é importante que os usuários brasileiros estejam atentos e saibam identificar esse tipo de tentativa de fraude”, explica Fabio Assolini, diretor da Equipe Global de Pesquisa e Análise da Kaspersky para a América Latina. Exemplo com a opção de compartilhamento de tela durante uma chamada de vídeo (Imagem: Kaspersky/Divulgação) Veja como funciona O golpe geralmente começa com uma ligação de alguém se passando por representante de banco, prestadora de serviços ou até um contato conhecido – um exemplo clássico de engenharia social. Durante a chamada, o criminoso cria senso de urgência e solicita que a vítima compartilhe a tela para “verificar” ou “corrigir” um suposto problema, simulando um suporte técnico. Ao aceitar, a vítima expõe dados confidenciais exibidos no celular, como códigos de autenticação, senhas e notificações de aplicativos financeiros. Aproveitando a visualização da tela, o criminoso pode tentar ativar o WhatsApp em outro aparelho: ao registrar o número da vítima, o WhatsApp envia um código de verificação (OTP) para o telefone – código que o fraudador consegue ver na notificação e usar para assumir a conta.  Com isso, os golpistas passam a enviar mensagens em nome da vítima, pedir dinheiro aos contatos e ampliar o alcance da fraude. Os criminosos costumam agir com rapidez: após obter as informações, tentam finalizar transferências, alterar senhas ou bloquear o acesso da vítima às próprias contas antes que o problema seja detectado. Criminosos realizam transferências, alteram senhas e bloqueiam o acesso da vítima às próprias contas (Imagem: Capturas E/Shutterstock) “Apesar de ser uma função que não é nova (lançada em agosto de 2023), a função de compartilhar a tela no WhatsApp é pouco conhecida e utilizada. De fato, é a primeira vez que vemos ataques de engenharia social abusando desse recurso. Apesar de não permitir a operação e controle remoto do dispositivo, essa função já é suficiente para que fraudadores vejam senhas, nomes de usuários e outros dados importantes”, explica Fabio Assolini. Leia mais: 4 dicas para não cair em golpes de phishing pelo iPhone 6 golpes mais comuns ao abastecer o combustível do carro em postos LinkedIn anuncia recurso para combater golpes com vagas falsas Como se proteger? Ative “Silenciar Chamadas Desconhecidas” no WhatsApp: vá em Configurações &#62; Privacidade &#62; Chamadas e habilite a opção. Chamadas de números desconhecidos serão silenciadas e registradas no histórico, mas não tocarão no telefone; Nunca compartilhe a tela do seu celular com desconhecidos, mesmo durante videochamadas; Desconfie de ligações inesperadas: bancos e empresas legítimas não pedem códigos ou compartilhamento de tela; Não informe códigos de verificação (OTP), PINs ou senhas a terceiros; Evite usar aplicativos financeiros em dispositivos vulneráveis, como smartphones antigos ou sem atualizações de segurança; Habilite autenticação de dois fatores (2FA) em todos os aplicativos financeiros e de mensagens; Use ferramentas de segurança para identificar e bloquear chamadas de números suspeitos. Autenticação de dois fatores pode ajudar a evitar vazamento de dados pessoais (Imagem: SomYuZu/Shutterstock) Nesta semana, a Meta anunciou ferramentas para proteger os usuários do WhatsApp e do Messenger contra possíveis golpes, como informou o Olhar Digital. No WhatsApp, haverá avisos quando alguém tentar compartilhar a tela com um contato desconhecido durante uma chamada de vídeo, ajudando a evitar o vazamento de informações confidenciais, como dados bancários ou códigos de verificação. O post Conheça o golpe de compartilhamento de tela do WhatsApp apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Um novo <a href="https://olhardigital.com.br/tag/golpe/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">golpe</a> faz com que as vítimas compartilhem a tela do celular durante <a href="https://olhardigital.com.br/tag/chamada-de-video/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">chamadas de vídeo</a> no <a href="https://olhardigital.com.br/tag/whatsapp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">WhatsApp</a>, permitindo que criminosos capturem códigos de verificação, senhas e outras informações sensíveis. A prática está circulando por países europeus e tem potencial para chegar ao <a href="https://olhardigital.com.br/tag/brasil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Brasil</a>, já que criminosos brasileiros costumam adaptar rapidamente fraudes que funcionam em outras regiões.</p>
<p>“Este modus operandi já vêm sendo registrados em países europeus, como Portugal, e como as técnicas de engenharia social são facilmente replicáveis, é importante que os usuários brasileiros estejam atentos e saibam identificar esse tipo de tentativa de fraude”, explica Fabio Assolini, diretor da Equipe Global de Pesquisa e Análise da Kaspersky para a América Latina.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="983" height="1024" src="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/compartilha-tela-983x1024.jpeg" alt="compartilha tela" class="wp-image-1205379" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/compartilha-tela-983x1024.jpeg 983w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/compartilha-tela-288x300.jpeg 288w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/compartilha-tela-768x800.jpeg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/compartilha-tela-1475x1536.jpeg 1475w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/compartilha-tela-1966x2048.jpeg 1966w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/compartilha-tela-150x156.jpeg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/compartilha-tela.jpeg 2002w" sizes="(max-width: 983px) 100vw, 983px"><figcaption class="wp-element-caption">Exemplo com a opção de compartilhamento de tela durante uma chamada de vídeo (Imagem: Kaspersky/Divulgação)</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-veja-como-funciona">Veja como funciona</h2>
<p>O golpe geralmente começa com uma ligação de alguém se passando por representante de banco, prestadora de serviços ou até um contato conhecido – um exemplo clássico de engenharia social. Durante a chamada, o criminoso cria senso de urgência e solicita que a vítima compartilhe a tela para “verificar” ou “corrigir” um suposto problema, simulando um suporte técnico.</p>
<p>Ao aceitar, a vítima expõe dados confidenciais exibidos no celular, como códigos de autenticação, senhas e notificações de aplicativos financeiros. </p>
<p>Aproveitando a visualização da tela, o criminoso pode tentar ativar o WhatsApp em outro aparelho: ao registrar o número da vítima, o WhatsApp envia um código de verificação (OTP) para o telefone – código que o fraudador consegue ver na notificação e usar para assumir a conta. </p>
<p>Com isso, os golpistas passam a enviar mensagens em nome da vítima, pedir dinheiro aos contatos e ampliar o alcance da fraude. Os criminosos costumam agir com rapidez: após obter as informações, tentam finalizar transferências, alterar senhas ou bloquear o acesso da vítima às próprias contas antes que o problema seja detectado.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/whatsapp-conversa-1024x683.jpg" alt="whatsapp conversa" class="wp-image-1205382" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/whatsapp-conversa-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/whatsapp-conversa-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/whatsapp-conversa-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/whatsapp-conversa-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/whatsapp-conversa-150x100.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/whatsapp-conversa.jpg 2020w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Criminosos realizam transferências, alteram senhas e bloqueiam o acesso da vítima às próprias contas (Imagem: Capturas E/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<p>“Apesar de ser uma função que não é nova (lançada em agosto de 2023), a função de compartilhar a tela no WhatsApp é pouco conhecida e utilizada. De fato, é a primeira vez que vemos ataques de engenharia social abusando desse recurso. Apesar de não permitir a operação e controle remoto do dispositivo, essa função já é suficiente para que fraudadores vejam senhas, nomes de usuários e outros dados importantes”, explica Fabio Assolini.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/16/seguranca/4-dicas-para-nao-cair-em-golpes-de-phishing-pelo-iphone/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">4 dicas para não cair em golpes de phishing pelo iPhone</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/09/22/carros-e-tecnologia/6-golpes-mais-comuns-ao-abastecer-o-combustivel-do-carro-em-postos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">6 golpes mais comuns ao abastecer o combustível do carro em postos</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/09/04/seguranca/linkedin-anuncia-recurso-para-combater-golpes-com-vagas-falsas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">LinkedIn anuncia recurso para combater golpes com vagas falsas</a></li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-se-proteger">Como se proteger?</h2>
<ul>
<li>Ative “Silenciar Chamadas Desconhecidas” no WhatsApp: vá em Configurações &gt; Privacidade &gt; Chamadas e habilite a opção. Chamadas de números desconhecidos serão silenciadas e registradas no histórico, mas não tocarão no telefone;</li>
<li>Nunca compartilhe a tela do seu celular com desconhecidos, mesmo durante videochamadas;</li>
<li>Desconfie de ligações inesperadas: bancos e empresas legítimas não pedem códigos ou compartilhamento de tela;</li>
<li>Não informe códigos de verificação (OTP), PINs ou senhas a terceiros;</li>
<li>Evite usar aplicativos financeiros em dispositivos vulneráveis, como smartphones antigos ou sem atualizações de segurança;</li>
<li>Habilite autenticação de dois fatores (2FA) em todos os aplicativos financeiros e de mensagens;</li>
<li>Use ferramentas de segurança para identificar e bloquear chamadas de números suspeitos.</li>
</ul>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/autentica-dois-fatores-1024x683.jpg" alt="autentica-dois-fatores " class="wp-image-1205385" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/autentica-dois-fatores-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/autentica-dois-fatores-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/autentica-dois-fatores-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/autentica-dois-fatores-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/autentica-dois-fatores-150x100.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/autentica-dois-fatores.jpg 2020w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Autenticação de dois fatores pode ajudar a evitar vazamento de dados pessoais (Imagem: SomYuZu/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<p>Nesta semana, a Meta anunciou ferramentas para proteger os usuários do WhatsApp e do Messenger contra possíveis golpes, <a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/21/seguranca/whatsapp-se-une-a-rede-de-protecao-e-ganha-novos-recursos-de-seguranca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">como informou o Olhar Digital</a>. No WhatsApp, haverá avisos quando alguém tentar compartilhar a tela com um contato desconhecido durante uma chamada de vídeo, ajudando a evitar o vazamento de informações confidenciais, como dados bancários ou códigos de verificação.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/22/seguranca/conheca-o-golpe-de-compartilhamento-de-tela-do-whatsapp/">Conheça o golpe de compartilhamento de tela do WhatsApp</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
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		<title>Fraude em apps dispara com uso de IA e atinge iOS e Android</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/fraude-em-apps-dispara-com-uso-de-ia-e-atinge-ios-e-android/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 17:14:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aplicativos]]></category>
		<category><![CDATA[Fraude]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/fraude-em-apps-dispara-com-uso-de-ia-e-atinge-ios-e-android/</guid>

					<description><![CDATA[Um novo estudo revelou que o número de aplicativos fraudulentos cresceu de forma significativa em 2025, afetando tanto dispositivos iOS quanto Android. De acordo com a pesquisa do DV Fraud Lab, muitas dessas apps parecem ter sido geradas ou impulsionadas por ferramentas de inteligência artificial (IA), permitindo que até mesmo golpistas iniciantes criem apps convincentes com facilidade. A análise aponta que, até agora neste ano, os casos de apps fraudulentos aumentaram 300% no iOS e 600% no Android, em comparação com a média dos últimos cinco anos. Além de prejudicar usuários, esses aplicativos ilegítimos também têm como alvo anunciantes, gerando tráfego falso e receitas publicitárias artificiais. O DV Fraud Lab alerta que o aumento acelerado desses apps é impulsionado não apenas pelo uso de IA para criar conteúdo convincente, mas também por técnicas que simulam comportamento legítimo de usuários, dificultando a detecção pelos métodos tradicionais de análise de fraudes. Criminosos usam IA para criar aplicativos falsos e roubar dados de usuários (Imagem: Who is Danny / Shutterstock.com) Apps falsos visam dados de usuários e anunciantes Entre os golpes identificados, estão versões falsas de apps populares, como o Facebook, que induzem usuários a fazer login, expondo nomes de usuário e senhas. Segundo o DV Fraud Lab, a IA é usada para criar descrições detalhadas e persuasivas, que ajudam esses aplicativos a passar pela avaliação das lojas oficiais, incluindo App Store e Google Play. Além disso, bots geram avaliações falsas, muitas vezes sem se preocupar em parecer autênticas. Um exemplo citado envolve um app de jogos que promete uma experiência envolvente, mas cujas avaliações incluem frases repetitivas ou desconexas, como “software profissional” ou “contém muitos problemas, gostei”. Outro caso destaca um app responsável por mais de 200 mil impressões diárias, causando prejuízos significativos a anunciantes desprotegidos, mesmo apresentando gráficos mínimos e quase nenhuma avaliação. IA é usada até mesmo para criar descrições convincentes para ajudar estes apps fraudulentos a passar pelas avaliações de lojas de aplicativos (Imagem: Poetra.RH / Shutterstock.com) Leia mais: É possível ter um computador totalmente imune a golpes, vírus e fraudes? Como funcionam sistemas digitais antifraude nas apostas do futebol? Fraude de identidade: o que é, qual o perigo e como se proteger? Ferramentas e sites facilitam fraude em aplicativos O estudo mostra que existem ferramentas e sites com suporte de IA, como o tempisite.com, que permitem criar rapidamente aplicativos falsos e até phishing. Antes, ataques sofisticados exigiam conhecimento técnico avançado, mas com IA generativa, golpistas iniciantes conseguem hospedar apps maliciosos e gerar tráfego fraudulento com facilidade. Existem plataformas que ajudam golpistas a criar apps falsos (Imagem: Ken stocker/Shutterstock) O DV Fraud Lab considera este um momento crítico para que empresas como Apple e Google revisem seus processos de análise e aprovação de apps. Sem ajustes nos sistemas de detecção e avaliação, a quantidade de apps falsos tende a crescer, colocando em risco a segurança de dados dos usuários e a integridade das receitas publicitárias. O post Fraude em apps dispara com uso de IA e atinge iOS e Android apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Um novo estudo revelou que o número de <strong><a href="https://olhardigital.com.br/tag/aplicativos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aplicativos</a> fraudulentos</strong> cresceu de forma significativa em 2025, afetando tanto dispositivos iOS quanto Android. De acordo com a pesquisa do <strong>DV Fraud Lab</strong>, muitas dessas apps parecem ter sido geradas ou impulsionadas por ferramentas de <strong><a href="https://olhardigital.com.br/tag/inteligencia-artificial/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inteligência artificial</a> (IA)</strong>, permitindo que até mesmo golpistas iniciantes criem apps convincentes com facilidade.</p>
<p>A análise aponta que, até agora neste ano, os casos de apps fraudulentos aumentaram <strong>300% no iOS</strong> e <strong>600% no <a href="https://olhardigital.com.br/tag/android/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Android</a></strong>, em comparação com a média dos últimos cinco anos. Além de prejudicar usuários, esses aplicativos ilegítimos também têm como alvo anunciantes, gerando <strong>tráfego falso</strong> e receitas publicitárias artificiais.</p>
<p>O DV Fraud Lab alerta que o aumento acelerado desses apps é impulsionado não apenas pelo uso de IA para criar conteúdo convincente, mas também por técnicas que simulam comportamento legítimo de usuários, dificultando a detecção pelos métodos tradicionais de análise de fraudes.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2024/01/hacker-ia-1024x682.jpg" alt="malwares" class="wp-image-683020" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/01/hacker-ia-1024x682.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/01/hacker-ia-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/01/hacker-ia-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/01/hacker-ia-150x100.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/01/hacker-ia.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Criminosos usam IA para criar aplicativos falsos e roubar dados de usuários (Imagem: Who is Danny / Shutterstock.com)</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-apps-falsos-visam-dados-de-usuarios-e-anunciantes">Apps falsos visam dados de usuários e anunciantes</h2>
<p>Entre os golpes identificados, estão versões falsas de apps populares, como o <strong><a href="https://olhardigital.com.br/tag/facebook/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook</a></strong>, que induzem usuários a fazer login, expondo <strong>nomes de usuário e senhas</strong>. Segundo o DV Fraud Lab, a IA é usada para criar <strong>descrições detalhadas e persuasivas</strong>, que ajudam esses aplicativos a passar pela avaliação das lojas oficiais, incluindo <strong><a href="https://olhardigital.com.br/tag/app-store/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">App Store</a></strong> e <strong><a href="https://olhardigital.com.br/tag/google-play/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Google Play</a></strong>.</p>
<p>Além disso, bots geram avaliações falsas, muitas vezes sem se preocupar em parecer autênticas. Um exemplo citado envolve um app de jogos que promete uma experiência envolvente, mas cujas avaliações incluem frases repetitivas ou desconexas, como “<strong><a href="https://olhardigital.com.br/tag/software/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">software</a> profissional</strong>” ou “<strong>contém muitos problemas, gostei</strong>”. Outro caso destaca um app responsável por <strong>mais de 200 mil impressões diárias</strong>, causando prejuízos significativos a anunciantes desprotegidos, mesmo apresentando <strong>gráficos mínimos e quase nenhuma avaliação</strong>.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="589" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2023/05/App-Store-Google-Play-2-1024x589.jpg" alt="App Store Google Play" class="wp-image-518870" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/05/App-Store-Google-Play-2-1024x589.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/05/App-Store-Google-Play-2-300x173.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/05/App-Store-Google-Play-2-768x442.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/05/App-Store-Google-Play-2-150x86.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/05/App-Store-Google-Play-2.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">IA é usada até mesmo para criar descrições convincentes para ajudar estes apps fraudulentos a passar pelas avaliações de lojas de aplicativos (Imagem: Poetra.RH / Shutterstock.com)</figcaption></figure>
</div>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/08/27/seguranca/e-possivel-ter-um-computador-totalmente-imune-a-golpes-virus-e-fraudes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">É possível ter um computador totalmente imune a golpes, vírus e fraudes?</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2024/06/03/seguranca/como-funcionam-sistemas-digitais-antifraude-nas-apostas-do-futebol/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Como funcionam sistemas digitais antifraude nas apostas do futebol?</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2024/05/11/seguranca/fraude-de-identidade-o-que-e-qual-o-perigo-e-como-se-proteger/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fraude de identidade: o que é, qual o perigo e como se proteger?</a></li>
</ul>
<h3 class="wp-block-heading" id="h-ferramentas-e-sites-facilitam-fraude-em-aplicativos">Ferramentas e sites facilitam fraude em aplicativos</h3>
<p>O estudo mostra que existem ferramentas e sites com suporte de IA, como o <strong>tempisite.com</strong>, que permitem criar rapidamente aplicativos falsos e até phishing. Antes, ataques sofisticados exigiam conhecimento técnico avançado, mas com <strong>IA generativa</strong>, golpistas iniciantes conseguem hospedar apps maliciosos e gerar tráfego fraudulento com facilidade.</p>
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<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/06/alerta-seguranca-celular-1024x683.jpg" alt="Vários sinais de alerta pairando em cima de um smartphone que está na mão de uma pessoa" class="wp-image-1138172" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/alerta-seguranca-celular-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/alerta-seguranca-celular-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/alerta-seguranca-celular-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/alerta-seguranca-celular-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/alerta-seguranca-celular-2048x1366.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/alerta-seguranca-celular-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Existem plataformas que ajudam golpistas a criar apps falsos (Imagem: Ken stocker/Shutterstock)</figcaption></figure>
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<p>O DV Fraud Lab considera este um <strong>momento crítico</strong> para que empresas como <a href="https://olhardigital.com.br/tag/apple/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Apple</a> e <a href="https://olhardigital.com.br/tag/google/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Google</a> revisem seus processos de análise e aprovação de apps. Sem ajustes nos sistemas de detecção e avaliação, a quantidade de apps falsos tende a crescer, colocando em risco a <strong>segurança de dados</strong> dos usuários e a <strong>integridade das receitas publicitárias</strong>.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/09/25/seguranca/fraude-em-apps-dispara-com-uso-de-ia-e-atinge-ios-e-android/">Fraude em apps dispara com uso de IA e atinge iOS e Android</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
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