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	<title>internet das coisas &#8211; Infratic</title>
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	<title>internet das coisas &#8211; Infratic</title>
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		<title>Seus aparelhos podem ser os próximos? Ataques hacker na Europa acendem alerta</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/seus-aparelhos-podem-ser-os-proximos-ataques-hacker-na-europa-acendem-alerta/</link>
		
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2026 20:23:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Esta semana começou com um susto pela Europa afora. Freezers e geladeiras de supermercados espalhados por sete países foram alvos de ataques hacker que fizeram suas temperaturas chegarem a 50ºC. O episódio ocorreu na madrugada de segunda-feira (02). A Delhaize, maior varejista da Bélgica, relatou problemas em dezenas de unidades no país e em Luxemburgo. A irlandesa SuperValu retirou produtos congelados e refrigerados de 13 lojas. O comissário europeu para alimentação e agricultura Christophe Hansen classificou os ataques hacker como uma tentativa de afetar o abastecimento de alimentos da União Europeia. Os ataques foram parecidos aos investigados pelo Pentágono – esses miraram mercados de bases militares dos Estados Unidos. E parecidos aos que atingiram centenas de supermercados franceses em outubro. O que explica o aumento deste tipo de ataque? E será que isso abre precedente para nossos aparelhos cada vez mais conectados serem alvos de ataques assim? Esses são exemplos de perguntas que o Olhar Digital levou para dois especialistas: Gustavo Nascimento: CEO e cofundador da Phygitall, engenheiro eletricista e especialista em Internet das Coisas (IoT) e soluções industriais; Micaella Ribeiro: cofundadora da IAM Brasil e especialista em Segurança da Informação e Gestão de Identidades e Acessos. Por que ataques hacker contra freezers e geladeiras estão mais frequentes Para Nascimento, a frequência deste tipo de episódio aumentou “fundamentalmente devido à assimetria entre ataque e defesa”. Geladeiras esquentaram Europa afora por conta de ataques hacker – Imagem: ACHPF/Shutterstock “A armadilha da convergência entre Tecnologia da Informação (TI) e Tecnologia Operacional (TO) permitiu que unidades de refrigeração, redes elétricas e maquinário industrial fossem mantidas em ambientes isolados (totalmente desconectados da internet)”, começa o especialista. Nascimento continua: “Para viabilizar o monitoramento remoto, o rastreamento de energia e a manutenção preditiva, as empresas conectaram esses equipamentos antigos a redes corporativas e à internet pública, criando milhares de pontos de entrada não monitorados.” O especialista em Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) ainda citou outros dois fatores que podem explicar a alta deste tipo de ataque hacker. O primeiro: varreduras aceleradas por inteligência artificial (IA). “Os atacantes não precisam mais buscar alvos manualmente”, diz Nascimento. “Eles utilizam ferramentas automatizadas baseadas em IA que vasculham a internet 24 horas por dia, 7 dias por semana, identificando instantaneamente portas expostas, firmwares obsoletos e senhas padrão de fábrica em milhões de dispositivos ao redor do mundo, simultaneamente”, explica. (A IA pode criar problemas muito maiores e piores, diga-se.) O segundo: motivações geopolíticas, não monetárias. “Agentes maliciosos utilizam esses ataques de baixo esforço e alto impacto para testar a resiliência da cadeia de suprimentos de uma nação e causar transtornos à população, sem a necessidade de invadir redes governamentais altamente protegidas”, diz o especialista. Ataques hacker como os ocorridos na Europa têm três etapas, segundo especialista – Imagem: Olhar Digital via ChatGPT Para Micaella Ribeiro, a segurança de OT (sigla em inglês para Tecnologia Operacional) precisa combinar prevenção de invasões com limitação das consequências físicas. “Isso significa restringir as permissões de cada usuário e fornecedor, separar as redes e monitorar alterações nos parâmetros de operação”, diz a especialista em Segurança da Informação e Gestão de Identidade e Acessos. “Na refrigeração, por exemplo, é preciso avaliar se alguém com acesso ao controle também conseguiria alterar os alarmes ou impedir que um desvio de temperatura fosse percebido”, acrescenta Ribeiro. “Essa concentração de poder pode permitir que a mesma invasão provoque o problema e dificulte sua detecção”, diz a especialista. Aparelhos podem virar ‘bombas-relógio’ de segurança, alerta especialista em IoT Para o especialista em IoT, os ataques hacker na Europa servem de alerta para o mercado brasileiro por três razões principais. A primeira: a cultura do “instalar e esquecer”. “No Brasil, a prioridade na implementação de IoT comercial costuma ser a eficiência de custos e a rápida escalabilidade, tratando a cibersegurança como algo secundário”, diz Nascimento. “Muitas empresas instalam sensores conectados, bombas de água inteligentes ou freezers comerciais e nunca mais atualizam seus softwares, transformando esses dispositivos em verdadeiras “bombas-relógio” de segurança”, explica o especialista. A segunda razão: uso generalizado de hardware antigo. “Devido a fatores econômicos e às altas taxas de importação sobre novas tecnologias, a infraestrutura brasileira depende fortemente de maquinário antigo (legado)”, começa o engenheiro eletricista. Nascimento continua: “A modernização desses sistemas obsoletos com modems de internet de terceiros, muitas vezes de baixo custo, expõe hardware sem suporte a ameaças cibernéticas globais sofisticadas.” Por fim, a terceira razão: vulnerabilidades críticas na cadeia de suprimentos. “Estamos profundamente ancorados economicamente no agronegócio, no transporte de alimentos e na logística de cadeia de frio”, diz o especialista. “Um ataque coordenado que altere as temperaturas em caminhões de carga, centros de distribuição ou silos de grãos poderia paralisar instantaneamente as cadeias de suprimentos locais, elevar a inflação dos alimentos e comprometer a conformidade exigida para exportações”, explica. Como pessoas que moram em ‘casas conectadas’ podem se proteger Está cada vez mais comum morar numa casa onde aparelhos “conversam” entre si – por exemplo: acender uma luz e ligar uma smart TV por meio de um aparelho da Amazon com Alexa.  Especialistas deram dicas de como deixar sua casa conectada mais segura contra ataques hacker – Imagem: LookerStudio/Shutterstock Ou seja: cada vez mais coisas que temos em casa estão conectadas à internet.  Na esteira dos ataques hacker recentes na Europa e nos Estados Unidos, o Olhar Digital perguntou aos dois especialistas o que as pessoas que usam aparelhos “inteligentes” podem fazer para se proteger. Confira abaixo as dicas de cada um: Gustavo Nascimento (especialista em IoT) Existem alguns meios aplicáveis para proteger uma casa conectada, mas isso exige uma mudança de mentalidade: sair de uma postura passiva para uma postura de segurança ativa.  Embora a responsabilidade primária pela segurança dos dispositivos recaia sobre os fabricantes, os usuários precisam estabelecer um “perímetro digital” intencional. As estratégias de defesa mais eficazes e práticas para uma casa inteligente incluem: Isole sua rede IoT (o truque da rede Wi-Fi para convidados): Esta é a medida de defesa mais eficaz de todas. Acesse as configurações do]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p class="wp-block-paragraph">Esta semana começou com um susto pela <a href="https://olhardigital.com.br/tag/europa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Europa</a> afora. Freezers e geladeiras de supermercados espalhados por sete países foram alvos de ataques hacker que fizeram suas temperaturas chegarem a 50ºC. O episódio ocorreu na madrugada de segunda-feira (02).</p>
<p class="wp-block-paragraph">A Delhaize, maior varejista da Bélgica, relatou problemas em dezenas de unidades no país e em Luxemburgo. A irlandesa SuperValu retirou produtos congelados e refrigerados de 13 lojas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O comissário europeu para alimentação e agricultura Christophe Hansen classificou os ataques hacker como uma tentativa de afetar o abastecimento de alimentos da União Europeia.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Os <a href="https://olhardigital.com.br/2026/11/02/seguranca/novo-ataque-hacker-faz-geladeiras-esquentarem-em-supermercados-na-europa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ataques</a> foram parecidos aos investigados pelo Pentágono – esses miraram mercados de bases militares dos Estados Unidos. E parecidos aos que <a href="https://olhardigital.com.br/2026/10/14/videos/o-que-se-sabe-sobre-o-ataque-hacker-sem-precedentes-na-franca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">atingiram centenas de supermercados franceses</a> em outubro.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O que explica o aumento deste tipo de ataque? E será que isso abre precedente para nossos aparelhos cada vez mais conectados serem alvos de ataques assim?</p>
<p class="wp-block-paragraph">Esses são exemplos de perguntas que o <strong>Olhar Digital</strong> levou para dois especialistas:</p>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Gustavo Nascimento:</strong> CEO e cofundador da Phygitall, engenheiro eletricista e especialista em Internet das Coisas (IoT) e soluções industriais;</li>
<li><strong>Micaella Ribeiro:</strong> cofundadora da IAM Brasil e especialista em Segurança da Informação e Gestão de Identidades e Acessos.</li>
</ul>
<h2 id="h-por-que-ataques-hacker-contra-freezers-e-geladeiras-estao-mais-frequentes" class="wp-block-heading">Por que ataques hacker contra freezers e geladeiras estão mais frequentes</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Para Nascimento, a frequência deste tipo de episódio aumentou “fundamentalmente devido à assimetria entre ataque e defesa”.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Destaque-Geladeiras-supermercado-1024x576.jpg" alt="Pessoa em corredor de geladeiras em supermercado" class="wp-image-1386303" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Destaque-Geladeiras-supermercado-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Destaque-Geladeiras-supermercado-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Destaque-Geladeiras-supermercado-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Destaque-Geladeiras-supermercado-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Destaque-Geladeiras-supermercado-2048x1152.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Destaque-Geladeiras-supermercado-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Destaque-Geladeiras-supermercado-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Destaque-Geladeiras-supermercado-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Geladeiras esquentaram Europa afora por conta de ataques hacker – Imagem: ACHPF/Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<p class="wp-block-paragraph">“A armadilha da convergência entre Tecnologia da Informação (TI) e Tecnologia Operacional (TO) permitiu que unidades de refrigeração, redes elétricas e maquinário industrial fossem mantidas em ambientes isolados (totalmente desconectados da internet)”, começa o especialista.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Nascimento continua: “Para viabilizar o monitoramento remoto, o rastreamento de energia e a manutenção preditiva, as empresas conectaram esses equipamentos antigos a redes corporativas e à internet pública, criando milhares de pontos de entrada não monitorados.”</p>
<p class="wp-block-paragraph">O especialista em Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) ainda citou outros dois fatores que podem explicar a alta deste tipo de ataque hacker.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O primeiro: varreduras aceleradas por inteligência artificial (IA). “Os atacantes não precisam mais buscar alvos manualmente”, diz Nascimento.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Eles utilizam ferramentas automatizadas baseadas em IA que vasculham a internet 24 horas por dia, 7 dias por semana, identificando instantaneamente portas expostas, firmwares obsoletos e senhas padrão de fábrica em milhões de dispositivos ao redor do mundo, simultaneamente”, explica.</p>
<p class="wp-block-paragraph">(A IA pode criar problemas <a href="https://olhardigital.com.br/2026/11/02/seguranca/ia-pode-criar-virus-que-infecta-eletrodomesticos-com-internet/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">muito maiores e piores</a>, diga-se.)</p>
<p class="wp-block-paragraph">O segundo: motivações geopolíticas, não monetárias. “Agentes maliciosos utilizam esses ataques de baixo esforço e alto impacto para testar a resiliência da cadeia de suprimentos de uma nação e causar transtornos à população, sem a necessidade de invadir redes governamentais altamente protegidas”, diz o especialista.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="576" height="1024" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Infografico-Como-ataques-hacker-acontecem-576x1024.jpg" alt="Infográfico mostrando como ataques hacker acontecem" class="wp-image-1386671" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Infografico-Como-ataques-hacker-acontecem-576x1024.jpg 576w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Infografico-Como-ataques-hacker-acontecem-169x300.jpg 169w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Infografico-Como-ataques-hacker-acontecem-768x1366.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Infografico-Como-ataques-hacker-acontecem-864x1536.jpg 864w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Infografico-Como-ataques-hacker-acontecem-1152x2048.jpg 1152w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Infografico-Como-ataques-hacker-acontecem-150x267.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Infografico-Como-ataques-hacker-acontecem-scaled.jpg 1440w" sizes="(max-width: 576px) 100vw, 576px"><figcaption class="wp-element-caption">Ataques hacker como os ocorridos na Europa têm três etapas, segundo especialista – Imagem: Olhar Digital via ChatGPT</figcaption></figure>
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<p class="wp-block-paragraph">Para Micaella Ribeiro, a segurança de OT (sigla em inglês para Tecnologia Operacional) precisa combinar prevenção de invasões com limitação das consequências físicas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Isso significa restringir as permissões de cada usuário e fornecedor, separar as redes e monitorar alterações nos parâmetros de operação”, diz a especialista em Segurança da Informação e Gestão de Identidade e Acessos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Na refrigeração, por exemplo, é preciso avaliar se alguém com acesso ao controle também conseguiria alterar os alarmes ou impedir que um desvio de temperatura fosse percebido”, acrescenta Ribeiro.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Essa concentração de poder pode permitir que a mesma invasão provoque o problema e dificulte sua detecção”, diz a especialista.</p>
<h2 id="h-aparelhos-podem-virar-bombas-relogio-de-seguranca-alerta-especialista-em-iot" class="wp-block-heading">Aparelhos podem virar ‘bombas-relógio’ de segurança, alerta especialista em IoT</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Para o especialista em IoT, os ataques hacker na Europa servem de alerta para o mercado brasileiro por três razões principais.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A primeira: a cultura do “instalar e esquecer”. “No Brasil, a prioridade na implementação de IoT comercial costuma ser a eficiência de custos e a rápida escalabilidade, tratando a cibersegurança como algo secundário”, diz Nascimento.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Muitas empresas instalam sensores conectados, bombas de água inteligentes ou freezers comerciais e nunca mais atualizam seus softwares, transformando esses dispositivos em verdadeiras “bombas-relógio” de segurança”, explica o especialista.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A segunda razão: uso generalizado de hardware antigo. “Devido a fatores econômicos e às altas taxas de importação sobre novas tecnologias, a infraestrutura brasileira depende fortemente de maquinário antigo (legado)”, começa o engenheiro eletricista.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Nascimento continua: “A modernização desses sistemas obsoletos com modems de internet de terceiros, muitas vezes de baixo custo, expõe hardware sem suporte a ameaças cibernéticas globais sofisticadas.”</p>
<p class="wp-block-paragraph">Por fim, a terceira razão: vulnerabilidades críticas na cadeia de suprimentos. “Estamos profundamente ancorados economicamente no agronegócio, no transporte de alimentos e na logística de cadeia de frio”, diz o especialista.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Um ataque coordenado que altere as temperaturas em caminhões de carga, centros de distribuição ou silos de grãos poderia paralisar instantaneamente as cadeias de suprimentos locais, elevar a inflação dos alimentos e comprometer a conformidade exigida para exportações”, explica.</p>
<h2 id="h-como-pessoas-que-moram-em-casas-conectadas-podem-se-proteger" class="wp-block-heading">Como pessoas que moram em ‘casas conectadas’ podem se proteger</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Está cada vez mais comum morar numa casa onde aparelhos “conversam” entre si – por exemplo: acender uma luz e ligar uma smart TV por meio de um aparelho da Amazon com Alexa. </p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Casa-conectada-Smart-home-1024x576.jpg" alt="Montagem mostrando pessoa com a mão estendida; em cima dela, flutua um desenho no estilo holograma representando o conceito de casa conectada (smart home)" class="wp-image-1386673" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Casa-conectada-Smart-home-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Casa-conectada-Smart-home-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Casa-conectada-Smart-home-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Casa-conectada-Smart-home-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Casa-conectada-Smart-home-2048x1152.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Casa-conectada-Smart-home-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Casa-conectada-Smart-home-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Casa-conectada-Smart-home-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Especialistas deram dicas de como deixar sua casa conectada mais segura contra ataques hacker – Imagem: LookerStudio/Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<p class="wp-block-paragraph">Ou seja: cada vez mais coisas que temos em casa estão conectadas à internet. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Na esteira dos ataques hacker recentes na Europa e nos Estados Unidos, o <strong>Olhar Digital</strong> perguntou aos dois especialistas o que as pessoas que usam aparelhos “inteligentes” podem fazer para se proteger.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Confira abaixo as dicas de cada um:</p>
<h3 id="h-gustavo-nascimento-especialista-em-iot" class="wp-block-heading">Gustavo Nascimento (especialista em IoT)</h3>
<p class="wp-block-paragraph">Existem alguns meios aplicáveis para proteger uma casa conectada, mas isso exige uma mudança de mentalidade: sair de uma postura passiva para uma postura de segurança ativa. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Embora a responsabilidade primária pela segurança dos dispositivos recaia sobre os fabricantes, os usuários precisam estabelecer um “perímetro digital” intencional.</p>
<p class="wp-block-paragraph">As estratégias de defesa mais eficazes e práticas para uma casa inteligente incluem:</p>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Isole sua rede IoT (o truque da rede Wi-Fi para convidados):</strong> Esta é a medida de defesa mais eficaz de todas. Acesse as configurações do seu roteador doméstico e crie uma rede separada, destinada apenas a convidados, para conectar suas smart TVs, lâmpadas inteligentes e câmeras de segurança. Caso um hacker comprometa uma lâmpada inteligente, esse isolamento impede que ele se mova lateralmente para a sua rede principal e acesse seus notebooks, contas bancárias ou smartphones;</li>
<li><strong>Elimine imediatamente as credenciais padrão:</strong> Nunca mantenha o nome de usuário e a senha definidos de fábrica em um novo dispositivo. Altere-os logo na configuração inicial, definindo uma senha forte e exclusiva. Se o dispositivo oferecer suporte à Autenticação de Múltiplos Fatores (MFA), ative-a sem exceção;</li>
<li><strong>Desative o UPnP e o gerenciamento remoto:</strong> Acesse as configurações do seu roteador Wi-Fi e desative o recurso Universal Plug and Play (UPnP). Certifique-se de que o “Gerenciamento Remoto via Internet” esteja desativado, para que a página de configurações do seu roteador não possa ser acessada de fora da sua residência;</li>
<li><strong>Verifique suas portas abertas:</strong> Utilize ferramentas gratuitas e confiáveis para realizar uma varredura no endereço IP da sua residência. Isso indicará se o seu roteador ou dispositivos inteligentes estão, acidentalmente, expondo portas abertas à internet pública;</li>
<li><strong>Priorize a segurança dos seus hubs inteligentes:</strong> Caso utilize ecossistemas centralizados como Apple Home, Google Home, Samsung SmartThings ou Home Assistant, certifique-se de que as contas principais que controlam esses hubs estejam protegidas com segurança biométrica, senhas mestras robustas e autenticação multifator (MFA) via aplicativo.</li>
</ul>
<h3 id="h-micaella-ribeiro-especialista-em-seguranca-da-informacao-e-gestao-de-identidade-e-acessos" class="wp-block-heading">Micaella Ribeiro (especialista em Segurança da Informação e Gestão de Identidade e Acessos)</h3>
<p class="wp-block-paragraph">“<em>É possível reduzir o risco, e o primeiro passo é avaliar a função de cada dispositivo. Uma lâmpada, uma câmera, uma fechadura e um equipamento de aquecimento têm consequências diferentes em caso de falha. Minha recomendação é dar atenção proporcional ao que cada um pode observar, autorizar ou modificar dentro da residência.</em></p>
<p class="wp-block-paragraph"><em>A proteção começa na compra. O consumidor deve verificar por quanto tempo o fabricante fornecerá atualizações e como elas serão instaladas. Depois, precisa manter dispositivo, aplicativo e roteador atualizados, substituir senhas de fábrica e usar senhas exclusivas. A verificação em duas etapas deve ser ativada sempre que disponível, especialmente na conta que centraliza o controle da casa. Uma conta central comprometida pode ampliar o alcance do incidente, conforme as permissões que ela possui.</em></p>
<p class="wp-block-paragraph"><em>Também recomendo separar os dispositivos inteligentes da rede utilizada para trabalho e atividades pessoais, com isolamento efetivo entre elas. Desativar funções remotas desnecessárias e revisar os acessos concedidos a instaladores e prestadores reduz as oportunidades de entrada. A separação de redes limita alguns caminhos de ataque, mas não corrige, sozinha, uma conta comprometida no serviço em nuvem. A segurança precisa abranger toda a solução.</em></p>
<p class="wp-block-paragraph"><em>Há ainda um cuidado que costuma receber menos atenção: o comportamento do equipamento quando algo falha. Para funções relevantes à segurança, eu recomendo verificar se existe uma alternativa local ou manual prevista pelo fabricante e o que acontece quando a internet ou o serviço em nuvem fica indisponível. Essa análise deve fazer parte da escolha e da instalação do produto, sem improvisar adaptações que possam comprometer suas proteções.</em></p>
<p class="wp-block-paragraph"><em>O fabricante tem um papel decisivo: oferecer configurações seguras, atualizações confiáveis, instruções claras e mecanismos de proteção compatíveis com as consequências de uma falha. O consumidor consegue melhorar senhas e configurações, mas não consegue corrigir sozinho uma arquitetura insegura. Quando um produto conectado interfere na segurança física das pessoas, sua proteção precisa fazer parte do projeto e permanecer durante o período de suporte.</em>”</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/11/03/seguranca/ataques-hacker-na-europa-acendem-alerta-para-internet-das-coisas/">Seus aparelhos podem ser os próximos? Ataques hacker na Europa acendem alerta</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>IA pode criar vírus que infecta eletrodomésticos com internet</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/ia-pode-criar-virus-que-infecta-eletrodomesticos-com-internet/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Nov 2026 18:39:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[internet das coisas]]></category>
		<category><![CDATA[iot]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[Vírus]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o avanço da inteligência artificial (IA), aparelhos conectados à internet que trocam dados entre si, na chamada “internet das coisas” (IoT, na sigla em inglês), podem virar um problema.  Segundo um relatório da Anthropic divulgado em outubro, softwares maliciosos com IA poderão se instalar neste tipo de aparelho. E se espalhar de maneira autônoma. ‘Vermes’ de IA podem se espalhar igual ‘mofo digital’, alerta Anthropic Vírus de computador que se propagam de uma máquina para outra por conta própria são conhecidos como “vermes”. Eles seguem um roteiro pré-programado, explorando vulnerabilidades de segurança conhecidas ou pontos de acesso com proteção fraca. Tipo mais avançado de “verme”, com IA, seria capaz de resolver problemas de forma autônoma e se adaptar – Imagem: khunkornStudio/Shutterstock A solução costuma ser corrigir falhas e fechar brechas de segurança. Já no caso de “vermes” de IA, a coisa fica mais complicada. E perigosa. Isso porque este tipo mais avançado de “verme” seria capaz de resolver problemas de forma autônoma e se adaptar a diferentes tipos de dispositivo. Pesquisadores da Anthropic – a desenvolvedora do Claude – demonstraram que aplicações de IA podem ser executadas sem necessidade de um grande centro de processamento de dados. Num ambiente de teste controlado, os pesquisadores criaram simulações de oito dispositivos Android. O modelo de IA testado se instalou num desses aparelhos, se replicou a partir dele e infectou os demais. Em quatro das cinco tentativas, o modelo atingiu os oito alvos. Na outra, infectou sete. Se um modelo de IA desse tipo fosse combinado a um software malicioso, o “verme” conseguiria aprender a contornar medidas de segurança. E demoraria, aproximadamente, de um a dois dias para isso, segundo desenvolvedores da Anthropic. Exército de aparelhos infectados Como se não bastasse, a IA poderia unir os aparelhos infectados numa rede de bots. Um dispositivo infectado tem pouca capacidade de processamento. Mas, quanto mais aparelhos forem infectados, mais rápido o “verme” conseguiria se propagar. “Verme” de IA poderia unir os aparelhos infectados numa rede de bots para se espalhar mais rápido – Imagem: Skorzewiak/Shutterstock Dispositivos conectados poderiam ser desconectados da rede. E falhas de segurança poderiam ser corrigidas. No entanto, a estrutura descentralizada desse tipo de malware dificultaria muito sua contenção. A Anthropic descreve esse tipo de infecção como mofo limoso digital que cresce lentamente. A empresa acredita que modelos de IA menores poderiam atingir esse nível de capacidade de disseminação ainda em 2026. (O relatório da Anthropic está disponível no site da empresa. Esta matéria também usou informações da DW.) O post IA pode criar vírus que infecta eletrodomésticos com internet apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Com o avanço da <a href="https://olhardigital.com.br/tag/inteligencia-artificial/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inteligência artificial</a> (IA), aparelhos conectados à internet que trocam dados entre si, na chamada “internet das coisas” (IoT, na sigla em inglês), podem virar um problema. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo um relatório da Anthropic divulgado em outubro, softwares maliciosos com IA poderão se instalar neste tipo de aparelho. E se espalhar de maneira autônoma.</p>
<h2 id="h-vermes-de-ia-podem-se-espalhar-igual-mofo-digital-alerta-anthropic" class="wp-block-heading">‘Vermes’ de IA podem se espalhar igual ‘mofo digital’, alerta Anthropic</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Vírus de computador que se propagam de uma máquina para outra por conta própria são conhecidos como “vermes”.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Eles seguem um roteiro pré-programado, explorando vulnerabilidades de segurança conhecidas ou pontos de acesso com proteção fraca.</p>
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<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Virus-criado-por-IA-1024x576.jpg" alt="Montagem de homem acessando bot malicioso com inteligência artificial" class="wp-image-1386315" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Virus-criado-por-IA-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Virus-criado-por-IA-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Virus-criado-por-IA-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Virus-criado-por-IA-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Virus-criado-por-IA-2048x1152.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Virus-criado-por-IA-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Virus-criado-por-IA-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Virus-criado-por-IA-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Tipo mais avançado de “verme”, com IA, seria capaz de resolver problemas de forma autônoma e se adaptar – Imagem: khunkornStudio/Shutterstock</figcaption></figure>
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<p class="wp-block-paragraph">A solução costuma ser corrigir falhas e fechar brechas de segurança. Já no caso de “vermes” de IA, a coisa fica mais complicada. E perigosa.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Isso porque este tipo mais avançado de “verme” seria capaz de resolver problemas de forma autônoma e se adaptar a diferentes tipos de dispositivo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Pesquisadores da Anthropic – a desenvolvedora do Claude – demonstraram que aplicações de IA podem ser executadas sem necessidade de um grande centro de processamento de dados.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Num ambiente de teste controlado, os pesquisadores criaram simulações de oito dispositivos Android.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O modelo de IA testado se instalou num desses aparelhos, se replicou a partir dele e infectou os demais.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Em quatro das cinco tentativas, o modelo atingiu os oito alvos. Na outra, infectou sete.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Se um modelo de IA desse tipo fosse combinado a um software malicioso, o “verme” conseguiria aprender a contornar medidas de segurança. E demoraria, aproximadamente, de um a dois dias para isso, segundo desenvolvedores da Anthropic.</p>
<h3 id="h-exercito-de-aparelhos-infectados" class="wp-block-heading">Exército de aparelhos infectados</h3>
<p class="wp-block-paragraph">Como se não bastasse, a IA poderia unir os aparelhos infectados numa rede de bots.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Um dispositivo infectado tem pouca capacidade de processamento. Mas, quanto mais aparelhos forem infectados, mais rápido o “verme” conseguiria se propagar.</p>
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<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Destaque-Pirataria-na-internet-1024x576.jpg" alt="Ilustração de caveira em chip de computador para ilustrar conceito de pirataria e crime na internet" class="wp-image-1226075" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Destaque-Pirataria-na-internet-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Destaque-Pirataria-na-internet-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Destaque-Pirataria-na-internet-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Destaque-Pirataria-na-internet-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Destaque-Pirataria-na-internet-2048x1152.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Destaque-Pirataria-na-internet-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Destaque-Pirataria-na-internet-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Destaque-Pirataria-na-internet-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">“Verme” de IA poderia unir os aparelhos infectados numa rede de bots para se espalhar mais rápido – Imagem: Skorzewiak/Shutterstock</figcaption></figure>
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<p class="wp-block-paragraph">Dispositivos conectados poderiam ser desconectados da rede. E falhas de segurança poderiam ser corrigidas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">No entanto, a estrutura descentralizada desse tipo de malware dificultaria muito sua contenção.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A Anthropic descreve esse tipo de infecção como mofo limoso digital que cresce lentamente.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A empresa acredita que modelos de IA menores poderiam atingir esse nível de capacidade de disseminação ainda em 2026.</p>
<p class="wp-block-paragraph">(O relatório da Anthropic <a href="https://www.anthropic.com/research/self-replicating-ai" target="_blank" rel="noreferrer noopener">está disponível no site da empresa</a>. Esta matéria também usou informações da <a href="https://www.dw.com/pt-br/ia-consegue-criar-v%C3%ADrus-que-se-espalha-por-conta-pr%C3%B3pria-em-eletrodom%C3%A9sticos/a-79828161" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>DW</em></a>.)</p>
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