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	<title>iPhone &#8211; Infratic</title>
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	<title>iPhone &#8211; Infratic</title>
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	<item>
		<title>Apple libera atualizações de segurança para iPhone e iPad; saiba como baixar</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/apple-libera-atualizacoes-de-seguranca-para-iphone-e-ipad-saiba-como-baixar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 23:24:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[iPad]]></category>
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					<description><![CDATA[A Apple disponibilizou uma atualização emergencial de segurança para iPhone e iPad, identificada como iOS 26.5.2 e iPadOS 26.5.2, com distribuição global iniciada na última segunda-feira (29). A medida alcança dispositivos a partir do iPhone 11 e modelos recentes de iPad. A decisão foi tomada diante do aumento de ameaças cibernéticas associadas ao uso de inteligência artificial por agentes maliciosos. A empresa passou a antecipar correções para reduzir o tempo de exposição a possíveis ataques. Segundo a companhia, o pacote inclui ajustes em áreas críticas do sistema, com o objetivo de reforçar a proteção de dados e evitar exploração de falhas ainda não utilizadas em ataques confirmados. Detalhamento da atualização e impactos de segurança Linhas de um código-fonte – (Reprodução: Chris Ried/Unsplash) A atualização contempla correções em componentes centrais do sistema operacional, como o núcleo do sistema, mecanismos de navegação e bibliotecas responsáveis pelo processamento de conteúdo na web. Essas áreas são sensíveis por lidarem diretamente com execução de código e interação entre aplicativos. Entre as falhas tratadas estão problemas que poderiam provocar encerramentos inesperados do sistema, alterações indevidas na memória do kernel e riscos de vazamento de informações do usuário. A Apple afirma que essas vulnerabilidades poderiam ser exploradas por páginas maliciosas. Mesmo sem registros de exploração ativa, a empresa recomenda que usuários instalem a atualização o quanto antes. O objetivo é reduzir a possibilidade de ataques que exploram o acesso à área de transferência e o processamento de conteúdos fora de ambientes protegidos. Produtos Apple – Imagem: Reprodução/Apple Para instalar, é necessário conectar o dispositivo a uma rede Wi-Fi, garantir carga suficiente e acessar o menu Ajustes. Em seguida, o usuário deve entrar em Geral, selecionar Atualização de Software e iniciar o download do iOS 26.5.2 quando disponível. A compatibilidade inclui iPhone 11 e versões posteriores, além de iPad Pro de 11 e 12,9 polegadas de gerações recentes, iPad Air a partir da terceira geração, iPad de oitava geração e iPad mini a partir da quinta geração. O post Apple libera atualizações de segurança para iPhone e iPad; saiba como baixar apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A Apple disponibilizou uma atualização emergencial de segurança para iPhone e iPad, identificada como <strong>iOS 26.5.2</strong> e <strong>iPadOS 26.5.2</strong>, <a href="https://support.apple.com/en-us/127594" target="_blank" rel="noreferrer noopener">com distribuição global iniciada na última segunda-feira (29)</a>. A medida alcança dispositivos a partir do iPhone 11 e modelos recentes de iPad.</p>
<p>A decisão foi tomada diante do aumento de ameaças cibernéticas associadas ao uso de inteligência artificial por agentes maliciosos. A empresa passou a antecipar correções para reduzir o tempo de exposição a possíveis ataques.</p>
<p>Segundo a companhia, o pacote inclui ajustes em áreas críticas do sistema, com o objetivo de reforçar a proteção de dados e evitar exploração de falhas ainda não utilizadas em ataques confirmados.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-detalhamento-da-atualizacao-e-impactos-de-seguranca">Detalhamento da atualização e impactos de segurança</h2>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="684" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/05/linhas-de-cdigo-fonte-dados-arquitetura-software-programa-app-hacker-1024x684.jpg" alt="notebook com várias linhas coloridas de código na tela" class="wp-image-1324478" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/linhas-de-cdigo-fonte-dados-arquitetura-software-programa-app-hacker-1024x684.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/linhas-de-cdigo-fonte-dados-arquitetura-software-programa-app-hacker-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/linhas-de-cdigo-fonte-dados-arquitetura-software-programa-app-hacker-768x513.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/linhas-de-cdigo-fonte-dados-arquitetura-software-programa-app-hacker-1536x1025.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/linhas-de-cdigo-fonte-dados-arquitetura-software-programa-app-hacker-2048x1367.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/linhas-de-cdigo-fonte-dados-arquitetura-software-programa-app-hacker-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Linhas de um código-fonte – (Reprodução: Chris Ried/Unsplash)</figcaption></figure>
</div>
<p>A atualização contempla correções em componentes centrais do sistema operacional, como o núcleo do sistema, mecanismos de navegação e bibliotecas responsáveis pelo processamento de conteúdo na web. Essas áreas são sensíveis por lidarem diretamente com execução de código e interação entre aplicativos.</p>
<p>Entre as falhas tratadas estão problemas que poderiam provocar encerramentos inesperados do sistema, alterações indevidas na memória do kernel e riscos de vazamento de informações do usuário. A Apple afirma que essas vulnerabilidades poderiam ser exploradas por páginas maliciosas.</p>
<p>Mesmo sem registros de exploração ativa, a empresa recomenda que usuários instalem a atualização o quanto antes. O objetivo é reduzir a possibilidade de ataques que exploram o acesso à área de transferência e o processamento de conteúdos fora de ambientes protegidos.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Siri-App-1024x576.jpg" alt="Montagem com aplicativo da Siri aberto em Mac, iPad e iPhone" class="wp-image-1339052" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Siri-App-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Siri-App-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Siri-App-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Siri-App-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Siri-App-2048x1152.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Siri-App-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Siri-App-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Siri-App-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Produtos Apple – Imagem: Reprodução/Apple</figcaption></figure>
</div>
<p>Para instalar, é necessário conectar o dispositivo a uma rede Wi-Fi, garantir carga suficiente e acessar o menu Ajustes. Em seguida, o usuário deve entrar em Geral, selecionar Atualização de Software e iniciar o download do iOS 26.5.2 quando disponível.</p>
<p>A compatibilidade inclui iPhone 11 e versões posteriores, além de iPad Pro de 11 e 12,9 polegadas de gerações recentes, iPad Air a partir da terceira geração, iPad de oitava geração e iPad mini a partir da quinta geração.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/07/01/seguranca/apple-libera-atualizacoes-de-seguranca-para-iphone-e-ipad-saiba-como-baixar/">Apple libera atualizações de segurança para iPhone e iPad; saiba como baixar</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>iPhones antigos têm falhas de segurança que não podem ser corrigidas pela Apple; entenda</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/iphones-antigos-tem-falhas-de-seguranca-que-nao-podem-ser-corrigidas-pela-apple-entenda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 22:12:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone]]></category>
		<category><![CDATA[processador]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma empresa especializada em ferramentas ofensivas de cibersegurança revelou uma vulnerabilidade presente em chips Apple A12 e A13, utilizados em modelos de iPhone lançados entre 2018 e 2019. A descoberta foi divulgada na última quinta-feira (18) e pode auxiliar pesquisadores a desenvolver novos métodos de acesso avançado ao sistema operacional da fabricante. O problema afeta uma camada fundamental do processo de inicialização dos aparelhos e exige acesso físico ao dispositivo para ser explorado. Segundo as informações publicadas pela empresa responsável pela descoberta, a falha pode servir como etapa inicial para contornar mecanismos de proteção existentes em determinados modelos. Como a vulnerabilidade está localizada em uma parte imutável do chip, a Apple não pode corrigi-la por meio de atualização de software. Por esse motivo, a substituição do hardware foi apontada como a medida mais eficaz para reduzir os riscos associados ao problema. Vulnerabilidade atinge a primeira camada de proteção do aparelho (Imagem: chainarong06/Shutterstock) A descoberta foi divulgada pela Paradigm Shift, empresa sediada em Barcelona que atua no desenvolvimento de ferramentas de segurança ofensiva. A companhia publicou detalhes técnicos da vulnerabilidade, batizada de “usbliter8”, além de uma demonstração prática que comprova a possibilidade de exploração da falha. O problema afeta o chamado Boot ROM, componente responsável pela execução das primeiras instruções quando o iPhone é ligado. Por ocupar uma posição central na sequência de inicialização, essa camada funciona como uma das principais barreiras de proteção contra tentativas de comprometimento do aparelho. De acordo com as informações divulgadas pela empresa, a exploração bem-sucedida dessa etapa pode permitir que especialistas superem verificações de segurança subsequentes. Na prática, isso cria condições para que pesquisadores combinem a falha com outras vulnerabilidades e desenvolvam métodos mais avançados de acesso ao sistema. Os aparelhos impactados utilizam os chips A12 e A13, presentes em modelos como iPhone XS, iPhone XR e na linha iPhone 11. Esses processadores chegaram ao mercado entre 2018 e 2019. Descoberta não significa acesso imediato aos dados Linhas de um código-fonte – (Reprodução: Chris Ried/Unsplash) Apesar da relevância da divulgação para a comunidade de segurança digital, a existência da vulnerabilidade não torna esses dispositivos facilmente invadíveis. O próprio cenário descrito indica que a exploração exige contato físico com o aparelho, além da combinação com outras técnicas de ataque. Consoante a análise apresentada, empresas que desenvolvem soluções utilizadas por autoridades para acessar smartphones apreendidos provavelmente já dispõem de recursos semelhantes para superar etapas iniciais de proteção. Ainda assim, a obtenção dos dados armazenados nos aparelhos depende de procedimentos adicionais. A publicação também destaca que os chamados jailbreaks públicos de iPhone se tornaram menos frequentes ao longo da última década. Embora esse tipo de procedimento seja frequentemente utilizado como ponto de partida para pesquisas de segurança, especialistas que identificam falhas valiosas tendem a evitar a divulgação completa desses métodos, já que isso pode levar à correção dos problemas e reduzir o valor técnico das descobertas. Em sua análise técnica, a Paradigm Shift afirmou que usuários afetados devem considerar a migração para equipamentos mais recentes como forma de mitigação. A empresa sustenta que a recomendação decorre do fato de a vulnerabilidade estar presente em um código permanente incorporado ao chip, característica que impede a aplicação de correções posteriores. O post iPhones antigos têm falhas de segurança que não podem ser corrigidas pela Apple; entenda apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Uma empresa especializada em ferramentas ofensivas de cibersegurança <a href="https://techcrunch.com/2026/06/22/a-new-unpatchable-flaw-in-apple-chips-opens-the-door-to-an-iphone-jailbreak/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">revelou uma vulnerabilidade presente em chips Apple A12 e A13</a>, utilizados em modelos de iPhone lançados entre 2018 e 2019. <a href="https://ps.tc/pages/blog-usbliter8.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A descoberta foi divulgada na última quinta-feira (18)</a> e pode auxiliar pesquisadores a desenvolver novos métodos de acesso avançado ao sistema operacional da fabricante.</p>
<p>O problema afeta uma camada fundamental do processo de inicialização dos aparelhos e exige acesso físico ao dispositivo para ser explorado. Segundo as informações publicadas pela empresa responsável pela descoberta, a falha pode servir como etapa inicial para contornar mecanismos de proteção existentes em determinados modelos.</p>
<p>Como a vulnerabilidade está localizada em uma parte imutável do chip, a Apple não pode corrigi-la por meio de atualização de software. Por esse motivo, a substituição do hardware foi apontada como a medida mais eficaz para reduzir os riscos associados ao problema.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-vulnerabilidade-atinge-a-primeira-camada-de-protecao-do-aparelho">Vulnerabilidade atinge a primeira camada de proteção do aparelho</h2>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/11/iPhone-3-1024x576.jpg" alt="iPhone" class="wp-image-1218194" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/iPhone-3-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/iPhone-3-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/iPhone-3-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/iPhone-3-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/iPhone-3-2048x1152.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/iPhone-3-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/iPhone-3-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/iPhone-3-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">(Imagem: chainarong06/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<p>A descoberta foi divulgada pela <strong>Paradigm Shift</strong>, empresa sediada em Barcelona que atua no desenvolvimento de ferramentas de segurança ofensiva. A companhia publicou detalhes técnicos da vulnerabilidade, batizada de “usbliter8”, além de uma demonstração prática que comprova a possibilidade de exploração da falha.</p>
<p>O problema afeta o chamado Boot ROM, componente responsável pela execução das primeiras instruções quando o iPhone é ligado. Por ocupar uma posição central na sequência de inicialização, essa camada funciona como uma das principais barreiras de proteção contra tentativas de comprometimento do aparelho.</p>
<p>De acordo com as informações divulgadas pela empresa, a exploração bem-sucedida dessa etapa pode permitir que especialistas superem verificações de segurança subsequentes. Na prática, isso cria condições para que pesquisadores combinem a falha com outras vulnerabilidades e desenvolvam métodos mais avançados de acesso ao sistema.</p>
<p>Os aparelhos impactados utilizam os chips A12 e A13, presentes em modelos como iPhone XS, iPhone XR e na linha iPhone 11. Esses processadores chegaram ao mercado entre 2018 e 2019.</p>
<h3 class="wp-block-heading" id="h-descoberta-nao-significa-acesso-imediato-aos-dados">Descoberta não significa acesso imediato aos dados</h3>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="684" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/05/linhas-de-cdigo-fonte-dados-arquitetura-software-programa-app-hacker-1024x684.jpg" alt="notebook com várias linhas coloridas de código na tela" class="wp-image-1324478" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/linhas-de-cdigo-fonte-dados-arquitetura-software-programa-app-hacker-1024x684.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/linhas-de-cdigo-fonte-dados-arquitetura-software-programa-app-hacker-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/linhas-de-cdigo-fonte-dados-arquitetura-software-programa-app-hacker-768x513.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/linhas-de-cdigo-fonte-dados-arquitetura-software-programa-app-hacker-1536x1025.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/linhas-de-cdigo-fonte-dados-arquitetura-software-programa-app-hacker-2048x1367.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/linhas-de-cdigo-fonte-dados-arquitetura-software-programa-app-hacker-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Linhas de um código-fonte – (Reprodução: Chris Ried/Unsplash)</figcaption></figure>
</div>
<p>Apesar da relevância da divulgação para a comunidade de segurança digital, a existência da vulnerabilidade não torna esses dispositivos facilmente invadíveis. O próprio cenário descrito indica que a exploração exige contato físico com o aparelho, além da combinação com outras técnicas de ataque.</p>
<p>Consoante a análise apresentada, empresas que desenvolvem soluções utilizadas por autoridades para acessar smartphones apreendidos provavelmente já dispõem de recursos semelhantes para superar etapas iniciais de proteção. Ainda assim, a obtenção dos dados armazenados nos aparelhos depende de procedimentos adicionais.</p>
<p>A publicação também destaca que os chamados jailbreaks públicos de iPhone se tornaram menos frequentes ao longo da última década. Embora esse tipo de procedimento seja frequentemente utilizado como ponto de partida para pesquisas de segurança, especialistas que identificam falhas valiosas tendem a evitar a divulgação completa desses métodos, já que isso pode levar à correção dos problemas e reduzir o valor técnico das descobertas.</p>
<p>Em sua análise técnica, a Paradigm Shift afirmou que usuários afetados devem considerar a migração para equipamentos mais recentes como forma de mitigação. A empresa sustenta que a recomendação decorre do fato de a vulnerabilidade estar presente em um código permanente incorporado ao chip, característica que impede a aplicação de correções posteriores.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/22/seguranca/iphones-antigos-tem-falhas-de-seguranca-que-nao-podem-ser-corrigidas-pela-apple-entenda/">iPhones antigos têm falhas de segurança que não podem ser corrigidas pela Apple; entenda</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Novo hack do iPhone permite roubo de dados pessoais em segundos</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/novo-hack-do-iphone-permite-roubo-de-dados-pessoais-em-segundos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 14:20:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Um novo tipo de ataque cibernético, conhecido como “DarkSword”, está despertando preocupações entre especialistas em segurança devido à sua capacidade de acessar dados pessoais em milhões de iPhones em questão de segundos. As informações foram reveladas em uma investigação conjunta conduzida pelo Google, pela empresa de segurança em nuvem Lookout e pela plataforma de privacidade iVerify. Esses ataques visam iPhones que operam com as versões iOS 18.4 a 18.6.2, utilizando uma técnica chamada “hit-and-run” para roubar mensagens, e-mails e dados de localização dos usuários. Os hackers estão explorando vulnerabilidades no navegador padrão da Apple, o Safari, além de um recurso gráfico chamado WebGPU, que quebra as defesas de segurança normalmente robustas do iPhone. Após a intrusão, os dados são rapidamente enviados para os invasores e todas as evidências da invasão são imediatamente eliminadas, o que dificulta a detecção do ataque. Aproximadamente 14% dos usuários de iPhone, em um total de mais de 221 milhões de dispositivos, estão utilizando versões do iOS que podem ser vulneráveis, conforme relatado pela iVerify. Este número pode aumentar para 270 milhões de dispositivos se outras versões do iOS, sejam mais antigas ou mais novas, se mostrarem suscetíveis ao ataque. Navegador Safari, no iPhone é alvo. Imagem: Primakov/Shutterstock Justin Albrecht, diretor global de inteligência de ameaças móveis na Lookout, afirma que o “DarkSword” representa uma mudança significativa nas táticas dos hackers, um fenômeno que ele e seus colegas começaram a prever há anos. “O malware móvel avançado deixou de ser uma ferramenta usada exclusivamente por governos para espionagem e agora está nas mãos de grupos que buscam ganhos financeiros”, comentou Albrecht. A empresa de cibersegurança atribuiu a ameaça a um ator vinculado à Rússia, chamado UNC6353, que foi inicialmente identificado pelo Google. De acordo com os pesquisadores, o grupo UNC6353 já foi observado utilizando o DarkSword em diversas regiões, como Arábia Saudita, Turquia, Malásia e Ucrânia. Este grupo comprometeu sites ucranianos ao instalar um script malicioso. Quando os usuários acessavam esses sites, o malware era automaticamente instalado em seus dispositivos, resultando no roubo de informações pessoais. A companhia declarou à Reuters que as vulnerabilidades dos seus dispositivos foram tratadas por meio de diversas atualizações ao longo dos últimos anos. Este caso levanta dúvidas sobre a eficácia dessas atualizações em proteger os usuários contra novas ameaças como o DarkSword. O iOS sempre foi considerado mais seguro que o Android, mas os ataques têm se tornado mais comuns – (depositphotos.com / eranicle) Conforme os ataques se tornam cada vez mais sofisticados, a importância de manter os dispositivos sempre atualizados é enfatizada pelos especialistas em segurança. A recomendação é que os usuários verifiquem regularmente se estão utilizando a versão mais recente do sistema operacional do iPhone, além de adotarem práticas seguras de navegação na internet. A vigilância em relação a hyperlinks suspeitos e a instalação de aplicações de fontes não confiáveis também são passos críticos que podem ser tomados para mitigar riscos. O crescente uso do DarkSword é um lembrete da constante evolução das ameaças cibernéticas. Apesar dos esforços das empresas tecnológicas para reforçar a segurança de seus produtos, hackers continuam a encontrar novas formas de explorar vulnerabilidades. A colaboração entre as empresas de segurança e o compartilhamento de informações sobre novas ameaças são cruciais para que os usuários possam se proteger de maneira eficaz. Com o aumento da digitalização nas nossas vidas cotidianas, a consciência sobre segurança cibernética é mais importante do que nunca. À medida que avançamos, é vital que tanto os usuários quanto as empresas permaneçam vigilantes e proativos para enfrentar os desafios que surgem com essas novas tecnologias. As técnicas de hacking estão se tornando mais acessíveis e, portanto, a proteção de dados pessoais torna-se um esforço coletivo essencial para garantir a privacidade e a segurança das informações em um mundo cada vez mais conectado. O post Novo hack do iPhone permite roubo de dados pessoais em segundos apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Um novo tipo de ataque cibernético, conhecido como “DarkSword”, está despertando preocupações entre especialistas em segurança devido à sua capacidade de acessar dados pessoais em milhões de iPhones em questão de segundos. As informações foram reveladas em uma investigação conjunta conduzida pelo Google, pela empresa de segurança em nuvem Lookout e pela plataforma de privacidade iVerify. Esses ataques visam iPhones que operam com as versões iOS 18.4 a 18.6.2, utilizando uma técnica chamada “hit-and-run” para roubar mensagens, e-mails e dados de localização dos usuários.</p>
<p>Os hackers estão explorando vulnerabilidades no navegador padrão da Apple, o Safari, além de um recurso gráfico chamado WebGPU, que quebra as defesas de segurança normalmente robustas do iPhone. Após a intrusão, os dados são rapidamente enviados para os invasores e todas as evidências da invasão são imediatamente eliminadas, o que dificulta a detecção do ataque. Aproximadamente 14% dos usuários de iPhone, em um total de mais de 221 milhões de dispositivos, estão utilizando versões do iOS que podem ser vulneráveis, conforme relatado pela iVerify. Este número pode aumentar para 270 milhões de dispositivos se outras versões do iOS, sejam mais antigas ou mais novas, se mostrarem suscetíveis ao ataque.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="576" height="1024" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Safari-iphone-576x1024.jpg" alt="Safari iphone" class="wp-image-1183532" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Safari-iphone-576x1024.jpg 576w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Safari-iphone-169x300.jpg 169w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Safari-iphone-768x1365.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Safari-iphone-864x1536.jpg 864w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Safari-iphone-150x267.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Safari-iphone.jpg 1080w" sizes="(max-width: 576px) 100vw, 576px"><figcaption class="wp-element-caption">Navegador Safari, no iPhone é alvo. Imagem: Primakov/Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<p>Justin Albrecht, diretor global de inteligência de ameaças móveis na Lookout, afirma que o “DarkSword” representa uma mudança significativa nas táticas dos hackers, um fenômeno que ele e seus colegas começaram a prever há anos. “O malware móvel avançado deixou de ser uma ferramenta usada exclusivamente por governos para espionagem e agora está nas mãos de grupos que buscam ganhos financeiros”, comentou Albrecht. A empresa de cibersegurança atribuiu a ameaça a um ator vinculado à Rússia, chamado UNC6353, que foi inicialmente identificado pelo Google.</p>
<p>De acordo com os pesquisadores, o grupo UNC6353 já foi observado utilizando o DarkSword em diversas regiões, como Arábia Saudita, Turquia, Malásia e Ucrânia. Este grupo comprometeu sites ucranianos ao instalar um script malicioso. Quando os usuários acessavam esses sites, o malware era automaticamente instalado em seus dispositivos, resultando no roubo de informações pessoais.</p>
<p>A companhia declarou à Reuters que as vulnerabilidades dos seus dispositivos foram tratadas por meio de diversas atualizações ao longo dos últimos anos. Este caso levanta dúvidas sobre a eficácia dessas atualizações em proteger os usuários contra novas ameaças como o DarkSword.</p>
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/12/iphone_1765748446596-1024x576.jpg" alt="iPhone, da Apple" class="wp-image-1233312" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/iphone_1765748446596-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/iphone_1765748446596-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/iphone_1765748446596-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/iphone_1765748446596-150x84.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/iphone_1765748446596.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">O iOS sempre foi considerado mais seguro que o Android, mas os ataques têm se tornado mais comuns – (depositphotos.com / eranicle)</figcaption></figure>
<p>Conforme os ataques se tornam cada vez mais sofisticados, a importância de manter os dispositivos sempre atualizados é enfatizada pelos especialistas em segurança. A recomendação é que os usuários verifiquem regularmente se estão utilizando a versão mais recente do sistema operacional do iPhone, além de adotarem práticas seguras de navegação na internet. A vigilância em relação a hyperlinks suspeitos e a instalação de aplicações de fontes não confiáveis também são passos críticos que podem ser tomados para mitigar riscos.</p>
<p>O crescente uso do DarkSword é um lembrete da constante evolução das ameaças cibernéticas. Apesar dos esforços das empresas tecnológicas para reforçar a segurança de seus produtos, hackers continuam a encontrar novas formas de explorar vulnerabilidades. A colaboração entre as empresas de segurança e o compartilhamento de informações sobre novas ameaças são cruciais para que os usuários possam se proteger de maneira eficaz.</p>
<p>Com o aumento da digitalização nas nossas vidas cotidianas, a consciência sobre segurança cibernética é mais importante do que nunca. À medida que avançamos, é vital que tanto os usuários quanto as empresas permaneçam vigilantes e proativos para enfrentar os desafios que surgem com essas novas tecnologias. As técnicas de hacking estão se tornando mais acessíveis e, portanto, a proteção de dados pessoais torna-se um esforço coletivo essencial para garantir a privacidade e a segurança das informações em um mundo cada vez mais conectado.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/03/19/seguranca/novo-hack-do-iphone-permite-roubo-de-dados-pessoais-em-segundos/">Novo hack do iPhone permite roubo de dados pessoais em segundos</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
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		<title>iPhone: pesquisadores descobrem spyware que atinge milhões de usuários</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/iphone-pesquisadores-descobrem-spyware-que-atinge-milhoes-de-usuarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 19:08:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone]]></category>
		<category><![CDATA[malware]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[spyware]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/iphone-pesquisadores-descobrem-spyware-que-atinge-milhoes-de-usuarios/</guid>

					<description><![CDATA[Um grupo de pesquisadores revelou, nesta quarta-feira (18), a existência de um spyware que tem potencial para penetrar em milhões de dispositivos iPhone. Essa descoberta levanta sérias preocupações sobre a segurança dos dados pessoais dos usuários. O spyware estaria em vários sites da Ucrânia que foram afetados, com potencial de alcançar centenas de milhões de aparelhos. Ele consegue acessar informações confidenciais e monitorar a atividade dos usuários sem o seu consentimento. Essa tecnologia maliciosa está sendo considerada um dos avanços mais preocupantes na área de segurança digital, devido à sua abrangência e eficácia. Novo spyware no iPhone Segundo a Reuters, é a segunda vez neste mês que pesquisadores encontram spyware direcionado a iPhones e demais dispositivos Apple; Conforme os pesquisadores, as duas ferramentas de invasão mostram que o mercado de malware sofisticado que consegue roubar dados e informações de carteiras de criptomoedas segue em expansão; O malware, apelidado de “Darksword“, foi descoberto pela empresa de cibersegurança Lookout, pela empresa de segurança móvel iVerify e pelo Google; No último dia 3, Google e iVerify descobriram um poderoso spyware voltado para aparelhos iPhone chamado “Coruna“; Os pesquisadores afirmam que o Darksword era hospedado nos mesmos servidores do Coruna. “Agora existe um conjunto verificado de explorações recentes… que acabaram nas mãos de entidades potencialmente criminosas com foco financeiro”, disse Justin Albrecht, pesquisador principal da Lookout. Maçã afirma que atualizações já foram liberadas desde o ano passado (Imagem: Runrun2/Shutterstock) Leia mais: iPhone: 10 truques que você nem sabia que existiam 8 funções para testar com o botão de ação do iPhone iPhone dobrável terá multitarefa de iPad, mas sem Face ID De acordo com o Google, foram observados vários fornecedores comerciais e hackers suspeitos de estarem ligados a governos e de estarem usando o Darksword em campanhas contra alvos na Arábia Saudita, Turquia, Malásia e Ucrânia. As campanhas orquestradas na Malásia e na Turquia estão, segundo o Google, associadas à empresa de vigilância comercial PARS Defense, da Turquia. A empresa não respondeu aos questionamentos da Reuters. Já iVerify e Lookout atestam que seus pesquisadores descobriram que o malware estava sendo distribuído em dispositivos iPhone com versões entre 18.4 e 18.6.2 do iOS e que foram utilizados para visitar os sites ucranianos afetados. Essas versões do sistema operacional da maçã foram lançadas entre março e agosto do ano passado. Não é certo o número de iPhones vulneráveis ao Darksword. Mas estima-se que entre 220 milhões e 270 milhões de aparelhos iPhone sigam expostos, pois estão desatualizados. De 2025 para cá, a Apple lançou atualizações para corrigir as vulnerabilidades exploradas pelo malware. Um porta-voz da gigante do Vale do Silício disse que as vulnerabilidades exploravam “software desatualizado” e que todas as falhas subjacentes foram corrigidas em várias atualizações liberadas nos últimos tempos. “Manter o software atualizado continua sendo a coisa mais importante que os usuários podem fazer para manter a alta segurança de seus dispositivos Apple”, afirmou o porta-voz. O post iPhone: pesquisadores descobrem spyware que atinge milhões de usuários apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Um grupo de pesquisadores revelou, nesta quarta-feira (18), a existência de um <strong>spyware</strong> que tem potencial para penetrar em <strong>milhões</strong> de dispositivos <a href="https://olhardigital.com.br/tag/iphone/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">iPhone</a>. Essa descoberta levanta sérias preocupações sobre a segurança dos dados pessoais dos usuários.</p>
<p>O spyware estaria em vários sites da <strong>Ucrânia</strong> que foram afetados, com potencial de alcançar <strong>centenas de milhões</strong> de aparelhos. Ele consegue acessar informações confidenciais e monitorar a atividade dos usuários sem o seu consentimento.</p>
<p>Essa tecnologia maliciosa está sendo considerada um dos avanços mais preocupantes na área de segurança digital, devido à sua abrangência e eficácia.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-novo-spyware-no-iphone">Novo spyware no iPhone</h2>
<ul>
<li>Segundo a <em><a href="https://www.reuters.com/technology/researchers-uncover-iphone-spyware-capable-penetrating-millions-devices-2026-03-18/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Reuters</a></em>, é a <strong>segunda vez</strong> neste mês que pesquisadores encontram spyware direcionado a iPhones e demais dispositivos Apple;</li>
<li>Conforme os pesquisadores, as duas ferramentas de invasão mostram que o mercado de malware sofisticado que consegue roubar dados e informações de carteiras de criptomoedas segue em <strong>expansão</strong>;</li>
<li>O malware, apelidado de “<strong>Darksword</strong>“, foi descoberto pela empresa de cibersegurança <strong>Lookout</strong>, pela empresa de segurança móvel <strong>iVerify</strong> e pelo <strong>Google</strong>;</li>
<li>No último dia <strong>3</strong>, Google e iVerify descobriram um poderoso spyware voltado para aparelhos iPhone chamado “<strong>Coruna</strong>“;</li>
<li>Os pesquisadores afirmam que o Darksword era hospedado nos mesmos servidores do Coruna.</li>
</ul>
<p>“Agora existe um conjunto verificado de explorações recentes… que acabaram nas mãos de entidades potencialmente criminosas com foco financeiro”, disse Justin Albrecht, pesquisador principal da Lookout.</p>
</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="638" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/02/apple_logo_iphone-1024x638.jpg" alt="Logo da Apple na tela de um iPhone" class="wp-image-1262592" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/apple_logo_iphone-1024x638.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/apple_logo_iphone-300x187.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/apple_logo_iphone-768x479.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/apple_logo_iphone-1536x957.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/apple_logo_iphone-2048x1276.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/apple_logo_iphone-150x93.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Maçã afirma que atualizações já foram liberadas desde o ano passado (Imagem: Runrun2/Shutterstock)</figcaption></figure>
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<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2024/05/24/dicas-e-tutoriais/iphone-10-truques-que-voce-nem-sabia-que-existiam/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">iPhone: 10 truques que você nem sabia que existiam</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/02/dicas-e-tutoriais/8-funcoes-para-testar-com-o-botao-de-acao-do-iphone/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">8 funções para testar com o botão de ação do iPhone</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/03/12/reviews/iphone-dobravel-tera-multitarefa-de-ipad-mas-sem-face-id/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">iPhone dobrável terá multitarefa de iPad, mas sem Face ID</a></li>
</ul>
<p>De acordo com o Google, foram observados vários fornecedores comerciais e hackers suspeitos de estarem ligados a governos e de estarem usando o Darksword em campanhas contra alvos na <strong>Arábia Saudita, Turquia, Malásia e Ucrânia</strong>.</p>
<p>As campanhas orquestradas na Malásia e na Turquia estão, segundo o Google, associadas à empresa de vigilância comercial <strong>PARS Defense</strong>, da Turquia. A empresa <strong>não respondeu</strong> aos questionamentos da <em>Reuters</em>.</p>
<p>Já iVerify e Lookout atestam que seus pesquisadores descobriram que o malware estava sendo distribuído em dispositivos iPhone com versões entre <strong>18.4 e 18.6.2</strong> do iOS e que foram utilizados para visitar os sites ucranianos afetados. Essas versões do sistema operacional da maçã foram lançadas entre <strong>março e agosto</strong> do ano passado.</p>
<p><strong>Não é certo</strong> o número de iPhones vulneráveis ao Darksword. Mas estima-se que entre <strong>220 milhões e 270 milhões</strong> de aparelhos iPhone sigam expostos, pois estão <strong>desatualizados</strong>. De 2025 para cá, a Apple lançou atualizações para corrigir as vulnerabilidades exploradas pelo malware.</p>
<p>Um porta-voz da gigante do Vale do Silício disse que as vulnerabilidades exploravam “<strong>software desatualizado</strong>” e que todas as falhas subjacentes foram <strong>corrigidas</strong> em várias atualizações liberadas nos últimos tempos.</p>
<p>“Manter o software atualizado continua sendo <strong>a coisa mais importante</strong> que os usuários podem fazer para manter a alta segurança de seus dispositivos Apple”, afirmou o porta-voz.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/03/18/seguranca/iphone-pesquisadores-descobrem-spyware-que-atinge-milhoes-de-usuarios/">iPhone: pesquisadores descobrem spyware que atinge milhões de usuários</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
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		<title>Google alerta sobre ataque hacker que rouba dados bancários de iPhones antigos</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/google-alerta-sobre-ataque-hacker-que-rouba-dados-bancarios-de-iphones-antigos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 11:59:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[hacker]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O Google emitiu um alerta nesta semana sobre o kit de exploração Coruna, ferramenta hacker que assume o controle de iPhones desatualizados para roubar informações financeiras. A ameaça atinge aparelhos que operam com versões do sistema iOS lançadas entre setembro de 2019 e dezembro de 2023, abrangendo do iOS 13.0 ao 17.2.1. Identificada pelo Grupo de Inteligência de Ameaças do Google (GTIG), a campanha utiliza brechas de segurança que a Apple já havia sinalizado em janeiro de 2024. A recomendação central para os usuários é a atualização imediata do software para a versão mais recente disponível, que não é vulnerável ao código do Coruna. Invasão de iPhones antigos ocorre por sites maliciosos e utiliza instalador para monitorar dados bancários O ataque começa quando o usuário acessa páginas falsas de apostas ou de criptomoedas, nas quais o kit de exploração (conjunto de ferramentas digitais desenhado para encontrar e explorar falhas de sistema) é carregado automaticamente. Em dezembro de 2025, golpistas chegaram a exibir alertas enganosos afirmando que certas páginas só poderiam ser visualizadas em dispositivos iOS para forçar a execução do código. Quando o site malicioso é acessado, o Coruna tenta contornar as barreiras de proteção do aparelho para implementar o PlasmaLoader. Este componente funciona como um instalador que obtém alto nível de permissão no sistema. Isso permite que os invasores controlem funções internas do celular. Com o acesso liberado, o vírus faz varreduras em busca de termos como “conta bancária” no bloco de notas, identifica o destino de QR codes salvos em imagens e captura frases de recuperação de carteiras de ativos digitais. O Google afirma que o Coruna foi detectado em operações de espionagem russa contra alvos na Ucrânia e em golpes financeiros de grupos chineses ao longo de 2025. Pesquisadores indicam que a proliferação dessas ferramentas sugere a existência de um mercado ativo de explorações de “segunda mão”, no qual técnicas avançadas são revendidas e modificadas para atacar brechas recém-descobertas. Embora a Apple tenha corrigido as falhas originais, o kit continua eficaz contra usuários que mantêm o sistema operacional sem os patches de segurança. Nos casos em que o aparelho não suporta novas atualizações, o Google orienta a ativação do Modo de Isolamento (Lockdown Mode). Este recurso oferece proteção extrema ao limitar funções do iPhone que costumam ser usadas como porta de entrada para ataques cibernéticos direcionados. (Essa matéria usou informações do Google.) O post Google alerta sobre ataque hacker que rouba dados bancários de iPhones antigos apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O <a href="https://olhardigital.com.br/tag/google/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Google</a> emitiu um alerta nesta semana sobre o <strong>kit de exploração Coruna</strong>, ferramenta hacker que assume o controle de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/iphone/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">iPhones</a> desatualizados para <strong>roubar informações financeiras</strong>. A ameaça atinge aparelhos que operam com <strong>versões do sistema iOS lançadas entre setembro de 2019 e dezembro de 2023, abrangendo do iOS 13.0 ao 17.2.1</strong>.</p>
<p>Identificada pelo Grupo de Inteligência de Ameaças do Google (GTIG), a campanha utiliza brechas de segurança que a Apple já havia sinalizado em janeiro de 2024. A recomendação central para os usuários é a <strong>atualização imediata do software</strong> para a versão mais recente disponível, que não é vulnerável ao código do Coruna.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-invasao-de-iphones-antigos-ocorre-por-sites-maliciosos-e-utiliza-instalador-para-monitorar-dados-bancarios">Invasão de iPhones antigos ocorre por sites maliciosos e utiliza instalador para monitorar dados bancários</h2>
<p>O ataque começa quando o usuário acessa <strong>páginas falsas de apostas ou de criptomoedas</strong>, nas quais o kit de exploração (conjunto de ferramentas digitais desenhado para encontrar e explorar falhas de sistema) é carregado automaticamente. Em dezembro de 2025, golpistas chegaram a exibir alertas enganosos afirmando que certas páginas só poderiam ser visualizadas em dispositivos iOS para forçar a execução do código.</p>
<p>Quando o site malicioso é acessado, o Coruna tenta contornar as barreiras de proteção do aparelho para implementar o <strong>PlasmaLoader</strong>. Este componente funciona como um instalador que obtém <strong>alto nível de permissão no sistema</strong>. Isso permite que os invasores controlem funções internas do celular.</p>
<p>Com o acesso liberado, o vírus faz varreduras em busca de termos como <strong>“conta bancária” no bloco de notas</strong>, identifica o destino de <strong>QR codes</strong> salvos em imagens e captura <strong>frases de recuperação</strong> de carteiras de ativos digitais. O Google afirma que o Coruna foi detectado em operações de espionagem russa contra alvos na Ucrânia e em golpes financeiros de grupos chineses ao longo de 2025.</p>
<p>Pesquisadores indicam que a proliferação dessas ferramentas sugere a existência de um <strong>mercado ativo de explorações de “segunda mão”</strong>, no qual técnicas avançadas são revendidas e modificadas para atacar brechas recém-descobertas. Embora a Apple tenha corrigido as falhas originais, o kit continua eficaz contra usuários que mantêm o sistema operacional sem os patches de segurança.</p>
<p>Nos casos em que o aparelho não suporta novas atualizações, o Google orienta a ativação do <strong>Modo de Isolamento</strong> (Lockdown Mode). Este recurso oferece proteção extrema ao limitar funções do iPhone que costumam ser usadas como porta de entrada para ataques cibernéticos direcionados.</p>
<p>(Essa matéria usou informações do <a href="https://cloud.google.com/blog/topics/threat-intelligence/coruna-powerful-ios-exploit-kit" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Google</em></a>.)</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/03/06/seguranca/google-alerta-sobre-ataque-hacker-que-rouba-dados-bancarios-de-iphones-antigos/">Google alerta sobre ataque hacker que rouba dados bancários de iPhones antigos</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Apple alerta desenvolvedor sobre ataque com spyware governamental</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/apple-alerta-desenvolvedor-sobre-ataque-com-spyware-governamental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 21:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[spyware]]></category>
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					<description><![CDATA[A Apple emitiu um raro alerta de segurança informando que o iPhone de um desenvolvedor de exploits foi alvo de um ataque de spyware mercenário. O caso, revelado pelo portal TechCrunch, destaca uma nova fase no uso de softwares do tipo, que agora atingem até quem trabalha na criação de ferramentas de invasão para governos ocidentais. Jay Gibson (nome fictício), ex-funcionário da empresa Trenchant — especializada em desenvolver vulnerabilidades e ferramentas de espionagem para órgãos governamentais —, relatou ter recebido a notificação diretamente da Apple no início deste ano. A mensagem dizia: “A Apple detectou um ataque de spyware mercenário direcionado ao seu iPhone.” Desenvolvedor de spyware vira alvo do próprio sistema Gibson afirmou que entrou em pânico ao receber o alerta e imediatamente desligou o celular, comprou outro aparelho e entrou em contato com familiares. Segundo o TechCrunch, ele pode ser o primeiro caso documentado de um desenvolvedor de exploits sendo vítima de um ataque de spyware. O caso destaca uma nova fase no uso de softwares do tipo (Imagem: TStudious/ Shutterstock) Na Trenchant, Gibson trabalhava na criação de falhas de segurança conhecidas como zero-days, brechas que ainda não foram descobertas ou corrigidas pela fabricante — neste caso, a Apple. Esses exploits são altamente valiosos, podendo valer milhões de dólares no mercado de segurança cibernética. Outros profissionais da área também teriam recebido notificações semelhantes recentemente. Fontes com conhecimento direto dos casos afirmam que mais desenvolvedores de spyware foram alertados pela Apple sobre possíveis ataques a seus dispositivos. De acordo com especialistas, o episódio indica que o uso de ferramentas de espionagem digital está se expandindo para novos tipos de alvos, incluindo quem atua no próprio desenvolvimento desses recursos. Expansão do uso de spyware e alertas da Apple Tradicionalmente, empresas que desenvolvem spyware afirmam que suas ferramentas são usadas apenas por governos em investigações contra criminosos e terroristas. No entanto, organizações como o Citizen Lab e a Anistia Internacional já documentaram inúmeros casos em que governos utilizaram esse tipo de tecnologia para espionar jornalistas, ativistas e opositores políticos. O alerta da Apple indica um ataque direcionado e sofisticado (Imagem: Denys.Kutsevalov/Shutterstock) A Apple envia notificações desse tipo apenas quando identifica evidências claras de que um dispositivo foi alvo de spyware mercenário. Esses ataques normalmente exploram vulnerabilidades desconhecidas no sistema operacional e são realizados de forma invisível, sem que o usuário perceba. O caso de Gibson ocorreu poucas semanas após ele ser suspenso e posteriormente demitido pela Trenchant. Segundo ele, a empresa o acusou injustamente de ter vazado ferramentas internas. O ex-funcionário acredita que o ataque e a notificação da Apple possam estar relacionados à sua saída da companhia. Entre os principais pontos do caso: O alerta da Apple indica um ataque direcionado e sofisticado. O desenvolvedor trabalhava com falhas críticas de segurança no iOS. O caso expõe como até criadores de exploits estão vulneráveis. Não há confirmação oficial sobre quem conduziu o ataque. Contexto e implicações Sem uma análise forense completa, não foi possível determinar quem lançou o ataque nem se o spyware chegou a infectar o dispositivo. O episódio levanta preocupações sobre a segurança de profissionais envolvidos em projetos de ciberespionagem (Imagem: Shawn Hill/Shutterstock) Especialistas apontam que a proliferação de ferramentas de invasão aumenta o risco de uso indevido, especialmente quando há falhas de controle sobre quem pode acessá-las. Leia mais: Como saber se estão espionando seu WhatsApp com um spyware Google encerra operação de spyware que usava seus servidores US$ 4 trilhões: iPhone 17 pode fazer Apple atingir marca histórica O caso de Jay Gibson reforça o alerta da Apple sobre os perigos de spyware mercenário — e expõe um novo cenário no qual até os desenvolvedores dessas tecnologias podem se tornar alvos de seus próprios instrumentos. O post Apple alerta desenvolvedor sobre ataque com spyware governamental apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A <a href="https://olhardigital.com.br/tag/apple" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Apple</a> emitiu um raro alerta de segurança informando que o <a href="https://olhardigital.com.br/tag/iphone" target="_blank" rel="noreferrer noopener">iPhone</a> de um desenvolvedor de exploits foi alvo de um ataque de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/spyware" target="_blank" rel="noreferrer noopener">spyware</a> mercenário. O caso, revelado pelo portal <a href="https://techcrunch.com/2025/10/21/apple-alerts-exploit-developer-that-his-iphone-was-targeted-with-government-spyware/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">TechCrunch</a>, destaca uma nova fase no uso de softwares do tipo, que agora atingem até quem trabalha na criação de ferramentas de invasão para governos ocidentais.</p>
<p>Jay Gibson (nome fictício), ex-funcionário da empresa Trenchant — especializada em desenvolver vulnerabilidades e ferramentas de espionagem para órgãos governamentais —, relatou ter recebido a notificação diretamente da Apple no início deste ano. A mensagem dizia: “A Apple detectou um ataque de spyware mercenário direcionado ao seu iPhone.”</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-desenvolvedor-de-spyware-vira-alvo-do-proprio-sistema">Desenvolvedor de spyware vira alvo do próprio sistema</h2>
<p>Gibson afirmou que entrou em pânico ao receber o alerta e imediatamente desligou o celular, comprou outro aparelho e entrou em contato com familiares. Segundo o TechCrunch, ele pode ser o primeiro caso documentado de um desenvolvedor de exploits sendo vítima de um ataque de spyware.</p>
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Spyware-e1694633777608-1024x576.jpg" alt="Mulher usando celular infectado por spyware" class="wp-image-537023" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Spyware-e1694633777608-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Spyware-e1694633777608-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Spyware-e1694633777608-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Spyware-e1694633777608-150x84.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Spyware-e1694633777608.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">O caso destaca uma nova fase no uso de softwares do tipo (Imagem: TStudious/ Shutterstock)</figcaption></figure>
<p>Na Trenchant, Gibson trabalhava na criação de falhas de segurança conhecidas como zero-days, brechas que ainda não foram descobertas ou corrigidas pela fabricante — neste caso, a Apple. Esses exploits são altamente valiosos, podendo valer milhões de dólares no mercado de segurança cibernética.</p>
<p>Outros profissionais da área também teriam recebido notificações semelhantes recentemente. Fontes com conhecimento direto dos casos afirmam que mais desenvolvedores de spyware foram alertados pela Apple sobre possíveis ataques a seus dispositivos.</p>
<p>De acordo com especialistas, o episódio indica que o uso de ferramentas de espionagem digital está se expandindo para novos tipos de alvos, incluindo quem atua no próprio desenvolvimento desses recursos.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-expansao-do-uso-de-spyware-e-alertas-da-apple">Expansão do uso de spyware e alertas da Apple</h2>
<p>Tradicionalmente, empresas que desenvolvem spyware afirmam que suas ferramentas são usadas apenas por governos em investigações contra criminosos e terroristas. No entanto, organizações como o Citizen Lab e a Anistia Internacional já documentaram inúmeros casos em que governos utilizaram esse tipo de tecnologia para espionar jornalistas, ativistas e opositores políticos.</p>
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/10/loja-apple-1-1024x683.jpg" alt="loja apple" class="wp-image-1199168" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/loja-apple-1-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/loja-apple-1-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/loja-apple-1-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/loja-apple-1-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/loja-apple-1-2048x1366.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/loja-apple-1-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">O alerta da Apple indica um ataque direcionado e sofisticado (Imagem: Denys.Kutsevalov/Shutterstock)</figcaption></figure>
<p>A Apple envia notificações desse tipo apenas quando identifica evidências claras de que um dispositivo foi alvo de spyware mercenário. Esses ataques normalmente exploram vulnerabilidades desconhecidas no sistema operacional e são realizados de forma invisível, sem que o usuário perceba.</p>
<p>O caso de Gibson ocorreu poucas semanas após ele ser suspenso e posteriormente demitido pela Trenchant. Segundo ele, a empresa o acusou injustamente de ter vazado ferramentas internas. O ex-funcionário acredita que o ataque e a notificação da Apple possam estar relacionados à sua saída da companhia.</p>
<p><strong>Entre os principais pontos do caso:</strong></p>
<ul>
<li>O alerta da Apple indica um ataque direcionado e sofisticado.</li>
<li>O desenvolvedor trabalhava com falhas críticas de segurança no iOS.</li>
<li>O caso expõe como até criadores de exploits estão vulneráveis.</li>
<li>Não há confirmação oficial sobre quem conduziu o ataque.</li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-contexto-e-implicacoes">Contexto e implicações</h2>
<p>Sem uma análise forense completa, não foi possível determinar quem lançou o ataque nem se o spyware chegou a infectar o dispositivo. </p>
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="634" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2022/06/conceito-spyware-1024x634.jpg" alt="Imagem-conceito de nota sobre spyware" class="wp-image-378979" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/06/conceito-spyware-1024x634.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/06/conceito-spyware-300x186.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/06/conceito-spyware-768x475.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/06/conceito-spyware-150x93.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/06/conceito-spyware.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">O episódio levanta preocupações sobre a segurança de profissionais envolvidos em projetos de ciberespionagem (Imagem: Shawn Hill/Shutterstock)</figcaption></figure>
<p>Especialistas apontam que a proliferação de ferramentas de invasão aumenta o risco de uso indevido, especialmente quando há falhas de controle sobre quem pode acessá-las.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/03/dicas-e-tutoriais/como-saber-se-estao-espionando-seu-whatsapp-com-um-spyware/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Como saber se estão espionando seu WhatsApp com um spyware</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/07/25/seguranca/google-encerra-operacao-de-spyware-que-usava-seus-servidores/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Google encerra operação de spyware que usava seus servidores</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/21/pro/us-4-trilhoes-iphone-17-pode-fazer-apple-atingir-marca-historica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">US$ 4 trilhões: iPhone 17 pode fazer Apple atingir marca histórica</a></li>
</ul>
<p>O caso de Jay Gibson reforça o alerta da Apple sobre os perigos de spyware mercenário — e expõe um novo cenário no qual até os desenvolvedores dessas tecnologias podem se tornar alvos de seus próprios instrumentos.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/21/seguranca/apple-alerta-desenvolvedor-sobre-ataque-com-spyware-governamental/">Apple alerta desenvolvedor sobre ataque com spyware governamental</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estudo revela que usuários de iPhone são mais descuidados com a segurança do aparelho</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/estudo-revela-que-usuarios-de-iphone-sao-mais-descuidados-com-a-seguranca-do-aparelho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jul 2025 09:53:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Android]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone]]></category>
		<category><![CDATA[segurança digital]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Um novo estudo da empresa norte-americana de segurança digital Malwarebytes lança luz sobre um aspecto pouco debatido na comparação entre iPhone e Android: o comportamento dos usuários em relação à segurança digital. De acordo com a pesquisa, donos de iPhone tendem a ser mais descuidados e propensos a cair em golpes online do que os usuários de Android. A pesquisa envolveu mais de 1.300 pessoas dos Estados Unidos, Reino Unido, Áustria, Alemanha e Suíça. Os dados mostram que 53% dos usuários de iPhone já foram vítimas de algum golpe na internet, contra 48% entre os donos de aparelhos Android. De acordo com estudo, 53% dos usuários de iPhone já foram vítimas de algum golpe na internet (Imagem: Framesira / Shutterstock.com) iPhone não é sinônimo de proteção total Apesar da fama de sistema fechado e altamente seguro, o iPhone parece transmitir uma falsa sensação de imunidade digital. O estudo revela que 55% dos usuários de iPhone acreditam que seus aparelhos são completamente protegidos contra ameaças, o que contribui para atitudes mais arriscadas online. Essa confiança excessiva pode ser explicada pelo ecossistema fechado do iOS e pelo forte discurso da Apple em torno da privacidade. No entanto, isso não significa que os dispositivos estejam imunes. A própria Apple, por exemplo, lançou recentemente o iOS 18.6 com uma série de atualizações de segurança — uma evidência clara de que vulnerabilidades existem. Principais comportamentos de risco à segurança entre usuários de iPhone A pesquisa também revelou outros dados preocupantes relacionados a hábitos digitais: 47% dos usuários de iPhone compraram em sites desconhecidos apenas pelo preço baixo (contra 40% dos usuários Android); 41% dos donos de iPhone enviaram mensagens diretas a vendedores em redes sociais para conseguir cupons de desconto (versus 33% dos usuários de Android); Apenas 21% dos usuários de iPhone instalaram softwares de segurança, em comparação com 29% dos usuários Android; Apenas 35% usam senhas diferentes para cada conta, número inferior aos 41% entre usuários de Android. Esses dados apontam para um padrão claro: a segurança digital não depende apenas do sistema operacional, mas do comportamento de quem o utiliza. Segurança digital depende de educação – Imagem: DenPhotos/Shutterstock Educação digital é chave para segurança, independentemente do aparelho O estudo da Malwarebytes reforça que, mais do que discutir qual sistema é mais seguro, é preciso investir em educação digital. Adotar boas práticas de segurança — como usar senhas únicas, evitar sites suspeitos e instalar ferramentas de proteção — continua sendo essencial, mesmo para quem usa iPhone. Leia mais: 7 prints que você NUNCA deve deixar na galeria de fotos do celular Privacidade em risco? Apps com IA pedem permissões excessivas Apple dá novo passo em seu plano de US$ 500 bilhões nos EUA No fim das contas, a segurança começa com o próprio usuário, e a falsa sensação de invulnerabilidade pode custar caro. O post Estudo revela que usuários de iPhone são mais descuidados com a segurança do aparelho apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Um novo estudo da empresa norte-americana de segurança digital <a href="https://www.malwarebytes.com/blog/news/2025/07/iphone-vs-android-iphone-users-more-reckless-less-protected-online?x-clickref=1100lBm3dgpE" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Malwarebytes</a> lança luz sobre um aspecto pouco debatido na comparação entre <a href="https://olhardigital.com.br/tag/iphone/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">iPhone</a> e <a href="https://olhardigital.com.br/tag/android" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Android</a>: o comportamento dos usuários em relação à <a href="https://olhardigital.com.br/tag/seguranca-digital" target="_blank" rel="noreferrer noopener">segurança digital</a>. De acordo com a pesquisa, donos de iPhone tendem a ser mais descuidados e propensos a cair em golpes online do que os usuários de Android.</p>
<p>A pesquisa envolveu mais de 1.300 pessoas dos Estados Unidos, Reino Unido, Áustria, Alemanha e Suíça. Os dados mostram que 53% dos usuários de iPhone já foram vítimas de algum golpe na internet, contra 48% entre os donos de aparelhos Android.</p>
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/06/iphone-1024x683.jpg" alt="iPhone de costas na mão de uma pessoa" class="wp-image-1134581" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/iphone-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/iphone-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/iphone-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/iphone-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/iphone-150x100.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/iphone.jpg 2002w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">De  acordo com estudo, 53% dos usuários de iPhone já foram vítimas de algum golpe na internet (Imagem: Framesira / Shutterstock.com)</figcaption></figure>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-iphone-nao-e-sinonimo-de-protecao-total">iPhone não é sinônimo de proteção total</h2>
<p>Apesar da fama de sistema fechado e altamente seguro, o iPhone parece transmitir uma falsa sensação de imunidade digital. O estudo revela que 55% dos usuários de iPhone acreditam que seus aparelhos são completamente protegidos contra ameaças, o que contribui para atitudes mais arriscadas online.</p>
<p>Essa confiança excessiva pode ser explicada pelo ecossistema fechado do iOS e pelo forte discurso da Apple em torno da privacidade. No entanto, isso não significa que os dispositivos estejam imunes. A própria Apple, por exemplo, lançou recentemente o iOS 18.6 com uma série de atualizações de segurança — uma evidência clara de que vulnerabilidades existem.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-principais-comportamentos-de-risco-a-seguranca-entre-usuarios-de-iphone">Principais comportamentos de risco à segurança entre usuários de iPhone</h2>
<p>A pesquisa também revelou outros dados preocupantes relacionados a hábitos digitais:</p>
<ul>
<li>47% dos usuários de iPhone compraram em sites desconhecidos apenas pelo preço baixo (contra 40% dos usuários Android);</li>
<li>41% dos donos de iPhone enviaram mensagens diretas a vendedores em redes sociais para conseguir cupons de desconto (versus 33% dos usuários de Android);</li>
<li>Apenas 21% dos usuários de iPhone instalaram softwares de segurança, em comparação com 29% dos usuários Android;</li>
<li>Apenas 35% usam senhas diferentes para cada conta, número inferior aos 41% entre usuários de Android.</li>
</ul>
<p>Esses dados apontam para um padrão claro: a segurança digital não depende apenas do sistema operacional, mas do comportamento de quem o utiliza.</p>
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/07/iOS-iPhone-1024x576.png" alt="" class="wp-image-1153098" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/iOS-iPhone-1024x576.png 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/iOS-iPhone-300x169.png 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/iOS-iPhone-768x432.png 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/iOS-iPhone-1536x864.png 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/iOS-iPhone-2048x1152.png 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/iOS-iPhone-1920x1080.png 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/iOS-iPhone-1280x720.png 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/iOS-iPhone-150x84.png 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Segurança digital depende de educação – Imagem: DenPhotos/Shutterstock</figcaption></figure>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-educacao-digital-e-chave-para-seguranca-independentemente-do-aparelho">Educação digital é chave para segurança, independentemente do aparelho</h2>
<p>O estudo da Malwarebytes reforça que, mais do que discutir qual sistema é mais seguro, é preciso investir em educação digital. Adotar boas práticas de segurança — como usar senhas únicas, evitar sites suspeitos e instalar ferramentas de proteção — continua sendo essencial, mesmo para quem usa iPhone.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/07/24/dicas-e-tutoriais/7-prints-que-voce-nunca-deve-deixar-na-galeria-de-fotos-do-celular/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">7 prints que você NUNCA deve deixar na galeria de fotos do celular</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/07/19/seguranca/privacidade-em-risco-apps-com-ia-pedem-permissoes-excessivas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Privacidade em risco? Apps com IA pedem permissões excessivas</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/07/30/pro/apple-da-novo-passo-em-seu-plano-de-us-500-bilhoes-nos-eua/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Apple dá novo passo em seu plano de US$ 500 bilhões nos EUA</a></li>
</ul>
<p>No fim das contas, a segurança começa com o próprio usuário, e a falsa sensação de invulnerabilidade pode custar caro.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/07/31/seguranca/estudo-revela-que-usuarios-de-iphone-sao-mais-descuidados-com-a-seguranca-do-aparelho/">Estudo revela que usuários de iPhone são mais descuidados com a segurança do aparelho</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
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		<title>iOS 26: Safari chega mais seguro do que nunca</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/ios-26-safari-chega-mais-seguro-do-que-nunca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2025 02:33:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[iOS 26]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone]]></category>
		<category><![CDATA[privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[Safari]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/ios-26-safari-chega-mais-seguro-do-que-nunca/</guid>

					<description><![CDATA[O iOS 26 está em testes e logo deve ser disponibilizado a todos pela Apple. O navegador Safari chega com o sistema operacional com uma função ativada por padrão que, até então, era opcional: a proteção avançada de impressões digitais. Isso promete deixar o browser ainda mais seguro. Originalmente, além e ser opcional, a função só estava disponível para guias anônimas. Para o iOS 26, o recurso do Safari passará a também ser disponibilizado em abas normais, e não só nos iPhones, como também no iPadOS 26 e macOS 26. Em nota à imprensa, a Apple disse que “a navegação no Safari vai ficar ainda mais privada com a extensão da proteção avançada de impressões digitais para todo o aplicativo por padrão”. SO do iPhone vai trazer a opção ativada por padrão (Imagem: jackpress/Shutterstock) Ou seja, sempre que você acessar o Safari, ele vai injetar ruído de dados e implementar outras técnicas para confundir os rastreadores que te acompanham durante sua jornada digital. Apple te protege no Safari Já sabemos de cor e salteado que anunciantes e corretores de dados possuem várias ferramentas para nos rastrear na internet; Desde que a Apple implementou, no Safari, esse sistema, outras empresas usaram técnicas em seus navegadores, aumentando a quantidade de quebra de anúncios em prol do usuário; O rastreamento usa dezenas de pequenas pistas técnicas, como tamanho da tela, GPU, pilha de áudio, movimentos do mouse, bem como fontes instaladas no dispositivo, para montar um perfil que te identifica e a mais ninguém; Visando bloquear isso, a maçã introduziu, no Safari 17.0, o recurso de bloqueio, mas apenas para as sessões em guias privadas, deixando o rastreamento menos preciso, estável e visível aos sites que usam desse rastreamento. A empresa explicou qual foi o caminho percorrido até alcançar o feito: “Para dificultar a extração confiável de detalhes sobre a configuração do usuário, o Safari insere ruído em várias APIs: principalmente durante a leitura de canvas 2D e WebGL, e ao ler amostras do AudioBuffer usando o WebAudio. Para reduzir a entropia geral exposta por outras APIs, o Safari também substitui os resultados de determinadas APIs da web relacionadas a métricas de janela ou tela para valores fixos, de forma que scripts de impressão digital que chamam essas APIs para usuários com configurações de tela ou janela diferentes obtenham os mesmos resultados, mesmo que as configurações subjacentes dos usuários sejam diferentes.” Versões desktop (macOS 26) e mobile (iPadOS 26 e iOS 26) sairão atualizados (Imagem: Primakov/Shutterstock) Isso quer dizer que o Safari reporta informações confusas e aleatórias, imperceptíveis à experiência do usuário, dificultando o trabalho do corretor de dados. O navegador da Apple aplica o método por sites e por sessões. Ou seja, mesmo que um site tente te rastrear, o Safari te dá um ID único que muda de guia para guia e de sessão para sessão, de modo que você não pode ser rastreado pela internet e não precisa limpar suas “pegadas”. Leia mais: Quais as 10 melhores extensões do Safari no iPhone, iPad e Mac Para onde a bússola do Safari, o navegador da Apple, aponta? Apple revela queda inédita nas buscas do Google no Safari Proteção reforçada no iOS 26 Até hoje, essa camada adicional de proteção só podia ser ativada nas configurações do iPhone de forma manual. No iOS 26, não há essa necessidade, pois o sistema já o ativará tão logo voltar da atualização. Mas, segundo a Apple, caso você não queira que ela esteja ativada no Safari, basta deixá-la ligada somente nas guias privadas, ou até, deixá-la desligada completamente. Na versão beta do iOS 26, a configuração segue a atual, mas você já pode testar o bloqueio de rastreamento em todo o navegador da seguinte forma: macOS: Vá até as Configurações do Safari; acesse Avançado; ative “Usar proteção avançada de rastreamento e impressões digitais” para “em todo o navegador”. No iPhone e no iPad: Acesse Configurações; Vá em Aplicativos (iOS 18/iPadOS 18 em diante); Acesse “Safari”; Vá para “Avançados, depois “proteção avançada de rastreamento e impressões digitais”; Selecione “em todo o navegador. Em tese, recurso dispensa que você limpe o histórico do navegador (Imagem: Primakov/Shutterstock) O post iOS 26: Safari chega mais seguro do que nunca apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O iOS 26 está em testes e logo deve ser disponibilizado a todos pela Apple. O navegador Safari chega com o sistema operacional com uma função ativada por padrão que, até então, era opcional: a proteção avançada de impressões digitais. Isso promete deixar o browser ainda mais seguro.</p>
<p>Originalmente, além e ser opcional, a função só estava disponível para guias anônimas. Para o iOS 26, o recurso do Safari passará a também ser disponibilizado em abas normais, e não só nos iPhones, como também no iPadOS 26 e macOS 26.</p>
<p>Em <a href="https://www.apple.com/newsroom/2025/06/apple-elevates-the-iphone-experience-with-ios-26/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nota à </a><a href="https://redirect.viglink.com/?format=go&amp;jsonp=vglnk_175383176194611&amp;key=c1c7d488bb2df8a8b659d5d41634d304&amp;libId=mdp5ixes010023dg000UL10qb2vtk818ca&amp;loc=https%3A%2F%2F9to5mac.com%2F2025%2F07%2F29%2Fwith-ios-26-safari-will-counter-one-of-the-webs-most-invasive-tracking-methods%2F&amp;ccpaConsent=1---&amp;v=1&amp;out=https%3A%2F%2Fwww.apple.com%2Fnewsroom%2F2025%2F06%2Fapple-elevates-the-iphone-experience-with-ios-26%2F&amp;title=iOS%2026%20will%20counter%20one%20of%20the%20most%20invasive%20web%20tracking%20methods%20-%209to5Mac&amp;txt=press%20release">imprensa</a>, a Apple disse que “a navegação no Safari vai ficar ainda mais privada com a extensão da proteção avançada de impressões digitais para todo o aplicativo por padrão”.</p>
</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/07/ios-26-1024x682.jpg" alt="Logo do iOS 26 em um iPhone" class="wp-image-1153663" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/ios-26-1024x682.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/ios-26-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/ios-26-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/ios-26-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/ios-26-150x100.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/ios-26.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">SO do iPhone vai trazer a opção ativada por padrão (Imagem: jackpress/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<p>Ou seja, sempre que você acessar o Safari, ele vai injetar ruído de dados e implementar outras técnicas para confundir os rastreadores que te acompanham durante sua jornada digital.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-apple-te-protege-no-safari">Apple te protege no Safari</h2>
<ul>
<li>Já sabemos de cor e salteado que anunciantes e corretores de dados possuem várias ferramentas para nos rastrear na internet;</li>
<li>Desde que a Apple implementou, no Safari, esse sistema, outras empresas usaram técnicas em seus navegadores, aumentando a quantidade de quebra de anúncios em prol do usuário;</li>
<li>O rastreamento usa dezenas de pequenas pistas técnicas, como tamanho da tela, GPU, pilha de áudio, movimentos do mouse, bem como fontes instaladas no dispositivo, para montar um perfil que te identifica e a mais ninguém;</li>
<li>Visando bloquear isso, a maçã introduziu, no Safari 17.0, o recurso de bloqueio, mas apenas para as sessões em guias privadas, deixando o rastreamento menos preciso, estável e visível aos sites que usam desse rastreamento.</li>
</ul>
<p>A empresa explicou qual foi o caminho percorrido até alcançar o feito:</p>
<p>“Para dificultar a extração confiável de detalhes sobre a configuração do usuário, o Safari insere ruído em várias APIs: principalmente durante a leitura de canvas 2D e WebGL, e ao ler amostras do AudioBuffer usando o WebAudio.</p>
<p>Para reduzir a entropia geral exposta por outras APIs, o Safari também substitui os resultados de determinadas APIs da web relacionadas a métricas de janela ou tela para valores fixos, de forma que scripts de impressão digital que chamam essas APIs para usuários com configurações de tela ou janela diferentes obtenham os mesmos resultados, mesmo que as configurações subjacentes dos usuários sejam diferentes.”</p>
</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="676" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2024/08/safari-1024x676.jpg" alt="Logo do Safari" class="wp-image-947116" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/safari-1024x676.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/safari-300x198.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/safari-768x507.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/safari-1536x1014.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/safari-150x99.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/safari.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Versões desktop (macOS 26) e mobile (iPadOS 26 e iOS 26) sairão atualizados (Imagem: Primakov/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<p>Isso quer dizer que o Safari reporta informações confusas e aleatórias, imperceptíveis à experiência do usuário, dificultando o trabalho do corretor de dados.</p>
<p>O navegador da Apple aplica o método por sites e por sessões. Ou seja, mesmo que um site tente te rastrear, o Safari te dá um ID único que muda de guia para guia e de sessão para sessão, de modo que você não pode ser rastreado pela internet e não precisa limpar suas “pegadas”.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2023/09/04/dicas-e-tutoriais/quais-as-10-melhores-extensoes-do-safari-no-iphone-ipad-e-mac/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Quais as 10 melhores extensões do Safari no iPhone, iPad e Mac</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2023/03/13/dicas-e-tutoriais/para-onde-a-bussola-do-safari-o-navegador-da-apple-aponta/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Para onde a bússola do Safari, o navegador da Apple, aponta?</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/05/08/pro/apple-revela-queda-inedita-nas-buscas-do-google-no-safari/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Apple revela queda inédita nas buscas do Google no Safari</a></li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-protecao-reforcada-no-ios-26">Proteção reforçada no iOS 26</h2>
<p>Até hoje, essa camada adicional de proteção só podia ser ativada nas configurações do iPhone de forma manual. No iOS 26, não há essa necessidade, pois o sistema já o ativará tão logo voltar da atualização.</p>
<p>Mas, segundo a Apple, caso você não queira que ela esteja ativada no Safari, basta deixá-la ligada somente nas guias privadas, ou até, deixá-la desligada completamente.</p>
<p>Na versão beta do iOS 26, a configuração segue a atual, mas você já pode testar o bloqueio de rastreamento em todo o navegador da seguinte forma:</p>
<ul>
<li>macOS:
<ul>
<li>Vá até as Configurações do Safari;</li>
<li>acesse Avançado;</li>
<li>ative “Usar proteção avançada de rastreamento e impressões digitais” para “em todo o navegador”.</li>
</ul>
</li>
<li>No iPhone e no iPad:
<ul>
<li>Acesse Configurações;</li>
<li>Vá em Aplicativos (iOS 18/iPadOS 18 em diante);</li>
<li>Acesse “Safari”;</li>
<li>Vá para “Avançados, depois “proteção avançada de rastreamento e impressões digitais”;</li>
<li>Selecione “em todo o navegador.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/07/privacidade_safari-1024x682.jpg" alt="Tela de limpeza de histórico do Safari" class="wp-image-1156408" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/privacidade_safari-1024x682.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/privacidade_safari-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/privacidade_safari-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/privacidade_safari-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/privacidade_safari-2048x1365.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/privacidade_safari-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Em tese, recurso dispensa que você limpe o histórico do navegador (Imagem: Primakov/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/07/29/seguranca/ios-26-safari-chega-mais-seguro-do-que-nunca/">iOS 26: Safari chega mais seguro do que nunca</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dono de iPhone roubado quer indenização de US$ 5 milhões. Será que leva?</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/dono-de-iphone-roubado-quer-indenizacao-de-us-5-milhoes-sera-que-leva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Apr 2025 16:45:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[iPhone]]></category>
		<category><![CDATA[roubo de celular]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/dono-de-iphone-roubado-quer-indenizacao-de-us-5-milhoes-sera-que-leva/</guid>

					<description><![CDATA[Quem não tem medo de ter o celular roubado? Atualmente, os aparelhos guardam boa parte das nossas vidas, desde informações bancárias e pessoais até fotos e mensagens importantes. Agora, um dono de iPhone roubado está processando a Apple – e ele pede US$ 5 milhões (mais de R$ 28 milhões) de indenização. O indivíduo alega que as próprias ferramentas de segurança da Apple podem ser usadas contra os usuários, algo que aconteceu com ele. Dono de iPhone roubado aponta falhas em ferramentas da Apple O caso foi reportado pelo The Washington Post: Michael Matthews teve seu iPhone roubado em Scottsdale, no estado do Arizona, nos Estados Unidos, por um batedor de carteira. De acordo com documentos do processo, ele perdeu acesso a suas fotos, músicas, pesquisas relacionadas ao trabalho e declarações de imposto de renda no celular. As reclamações de Matthews são por causa da Chave Reserva, um recurso de segurança para proteger a Conta Apple (a qual todas as informações de um usuário estão associadas). Trata-se de um código de 28 dígitos usados para redefinir a senha e recuperar acesso a uma conta. Usuário critica falhas em ferramentas de segurança da própria Apple (Imagem: Nodokthr / iStock) No entanto, para Matthews, não funcionou. No caso de celulares roubados, as ferramentas de segurança da Apple estão sendo acusadas de serem usadas contra os próprios usuários. O dono do iPhone pede acesso a 2TB de dados que faziam parte de “toda a sua vida digital, incluindo a de sua família” e pelo menos US$ 5 milhões em indenização. Embora Mathews consiga fornecer evidências substanciais e inquestionáveis ​​de que as contas e os dados em suas contas da Apple são seus, a Apple se recusa a redefinir a Chave Reserva ou permitir que Mathews acesse suas contas e dados. Ao fazer isso, a Apple perpetua e auxilia as atividades criminosas. Essa não foi a primeira ocorrência desse tipo. O site MacMagazine, que cobre assuntos relacionados a Apple, citou o caso de Robin Davis, que teve seu iPhone roubado no final de 2023, também em Scottsdale. No caso, ela foi furtada pelo funcionário de uma boate, que conseguiu a senha do dispositivo e fez uma série de compras no cartão de crédito salvo no aparelho. Davis nunca conseguiu recuperar o acesso à conta Apple e perdeu fotos importantes (inclusive de seu casamento) e informações relacionadas ao trabalho. Apple não se pronunciou oficialmente (Imagem: 1000 Words / Shutterstock) O que diz a Apple? A Apple não comenta casos judiciais. Porém, em um comunicado obtido pelo TWP, a empresa se solidariza com Matthews e diz que “levamos todos os ataques aos nossos usuários muito a sério”; A defesa segue alegando que a posição da Apple é “indefensável” e questiona: “Com base em que critérios você pode manter os dados dos seus usuários e não devolvê-los?”; O caso ainda está na fase de coleta de provas antes do julgamento, e pode levar de seis a oito meses. Leia mais: Celular Seguro: compradores de aparelhos roubados se apresentam à polícia Como ativar proteção de dispositivo roubado no iPhone? Como usar app Celular Seguro para avisar bancos e operadoras em caso de roubo Internet em risco? O que dizem Anatel e governo sobre cabos submarinos O que fazer se seu iPhone for roubado? O Olhar Digital tem um tutorial completo do que fazer caso seu iPhone seja roubado. Confira aqui. Você também pode conferir como bloquear um iPhone roubado usando o iCloud e dicas para proteger seu celular. O post Dono de iPhone roubado quer indenização de US$ 5 milhões. Será que leva? apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Quem não tem medo de ter o <a href="https://olhardigital.com.br/tag/roubo-de-celular/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">celular roubado</a>? Atualmente, os aparelhos guardam boa parte das nossas vidas, desde informações bancárias e pessoais até fotos e mensagens importantes. Agora, <strong>um dono de iPhone roubado está processando a <a href="https://olhardigital.com.br/tag/apple/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Apple</a> – e ele pede US$ 5 milhões (mais de R$ 28 milhões) de indenização.</strong></p>
<p>O indivíduo alega que as próprias ferramentas de segurança da Apple podem ser usadas contra os usuários, algo que aconteceu com ele.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-dono-de-iphone-roubado-aponta-falhas-em-ferramentas-da-apple">Dono de iPhone roubado aponta falhas em ferramentas da Apple</h2>
<p>O caso foi reportado pelo <em><a href="https://www.washingtonpost.com/technology/2025/04/20/apple-stolen-iphone-lawsuit-theft/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">The Washington Post</a></em>: Michael Matthews teve seu iPhone roubado em Scottsdale, no estado do Arizona, nos Estados Unidos, por um batedor de carteira. De acordo com documentos do processo, ele perdeu acesso a suas fotos, músicas, pesquisas relacionadas ao trabalho e declarações de imposto de renda no celular.</p>
<p>As reclamações de Matthews são por causa da Chave Reserva, um recurso de segurança para proteger a Conta Apple (a qual todas as informações de um usuário estão associadas). Trata-se de um código de 28 dígitos usados para redefinir a senha e recuperar acesso a uma conta. </p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/02/iStock-1698903380-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-1061289" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/iStock-1698903380-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/iStock-1698903380-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/iStock-1698903380-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/iStock-1698903380-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/iStock-1698903380-2048x1366.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/iStock-1698903380-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Usuário critica falhas em ferramentas de segurança da própria Apple (Imagem: Nodokthr / iStock)</figcaption></figure>
</div>
<p>No entanto, para Matthews, não funcionou. No caso de celulares roubados, as ferramentas de segurança da Apple estão sendo acusadas de serem usadas contra os próprios usuários. O dono do iPhone pede acesso a 2TB de dados que faziam parte de “toda a sua vida digital, incluindo a de sua família” e pelo menos US$ 5 milhões em indenização.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Embora Mathews consiga fornecer evidências substanciais e inquestionáveis ​​de que as contas e os dados em suas contas da Apple são seus, a Apple se recusa a redefinir a Chave Reserva ou permitir que Mathews acesse suas contas e dados. Ao fazer isso, a Apple perpetua e auxilia as atividades criminosas.</p>
</blockquote>
<p>Essa não foi a primeira ocorrência desse tipo. O site <em><a href="https://macmagazine.com.br/post/2025/04/21/dono-de-iphone-roubado-pede-us5-milhoes-em-indenizacao-a-apple/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">MacMagazine</a></em>, que cobre assuntos relacionados a Apple, citou o caso de Robin Davis, que teve seu iPhone roubado no final de 2023, também em Scottsdale. No caso, ela foi furtada pelo funcionário de uma boate, que conseguiu a senha do dispositivo e fez uma série de compras no cartão de crédito salvo no aparelho. Davis nunca conseguiu recuperar o acesso à conta Apple e perdeu fotos importantes (inclusive de seu casamento) e informações relacionadas ao trabalho.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="680" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/03/apple-uk-1024x680.jpg" alt="apple uk" class="wp-image-1068633" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/03/apple-uk-1024x680.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/03/apple-uk-300x199.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/03/apple-uk-768x510.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/03/apple-uk-1536x1020.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/03/apple-uk-150x100.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/03/apple-uk.jpg 2002w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Apple não se pronunciou oficialmente (Imagem: 1000 Words / Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-que-diz-a-apple">O que diz a Apple?</h2>
<ul>
<li>A Apple não comenta casos judiciais. Porém, em um comunicado obtido pelo <em>TWP</em>, a empresa se solidariza com Matthews e diz que “levamos todos os ataques aos nossos usuários muito a sério”;</li>
<li>A defesa segue alegando que a posição da Apple é “indefensável” e questiona: “Com base em que critérios você pode manter os dados dos seus usuários e não devolvê-los?”;</li>
<li>O caso ainda está na fase de coleta de provas antes do julgamento, e pode levar de seis a oito meses.</li>
</ul>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/04/14/seguranca/celular-seguro-compradores-de-aparelhos-roubados-se-apresentam-a-policia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Celular Seguro: compradores de aparelhos roubados se apresentam à polícia</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2024/03/28/dicas-e-tutoriais/como-ativar-protecao-de-dispositivo-roubado-no-iphone/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Como ativar proteção de dispositivo roubado no iPhone?</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2023/12/20/dicas-e-tutoriais/como-usar-app-celular-seguro-para-avisar-bancos-e-operadoras-em-caso-de-aparelho-roubado/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Como usar app Celular Seguro para avisar bancos e operadoras em caso de roubo</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/04/22/pro/o-que-dizem-anatel-e-governo-sobre-cabos-submarinos-e-risco-para-internet/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Internet em risco? O que dizem Anatel e governo sobre cabos submarinos</a></li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-que-fazer-se-seu-iphone-for-roubado">O que fazer se seu iPhone for roubado?</h2>
<p>O <strong>Olhar Digital </strong>tem um tutorial completo do que fazer caso seu iPhone seja roubado. Confira <a href="https://olhardigital.com.br/2023/12/25/dicas-e-tutoriais/iphone-roubado-o-que-fazer-antes-e-apos-perder-o-aparelho/#:~:text=Acesse%20o%20iCloud.com%2Ffind,que%20esteja%20no%20modo%20silencioso." target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
<p>Você também pode conferir como <a href="https://olhardigital.com.br/2024/01/11/dicas-e-tutoriais/como-bloquear-iphone-roubado-pelo-icloud/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bloquear um iPhone roubado usando o iCloud</a> e <a href="https://olhardigital.com.br/2024/10/28/dicas-e-tutoriais/4-recursos-para-aumentar-a-seguranca-do-seu-iphone-contra-roubos-e-furtos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dicas para proteger seu celular</a>.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/04/22/seguranca/dono-de-iphone-roubado-quer-indenizacao-de-us-5-milhoes-sera-que-leva/">Dono de iPhone roubado quer indenização de US$ 5 milhões. Será que leva?</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Aplicativo Senhas do iPhone teve brecha que durou meses, admite Apple</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/aplicativo-senhas-do-iphone-teve-brecha-que-durou-meses-admite-apple/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2025 17:37:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[iPad]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/aplicativo-senhas-do-iphone-teve-brecha-que-durou-meses-admite-apple/</guid>

					<description><![CDATA[A Apple reconheceu que o aplicativo Senhas, lançado junto ao iOS 18 para iPhone, teve brecha de segurança que durou três meses. Por conta dela, usuários ficaram vulneráveis a ataques de phishing. A empresa corrigiu o bug num patch disponibilizado para a versão iOS 18.2. É o que consta na discriminação do update publicada pela Apple, conforme identificado pelo site 9to5Mac. No texto, a empresa informa o impacto da brecha de segurança no aplicativo Senhas e a descrição da resolução do bug. Confira abaixo: Impacto: usuário numa posição privilegiada na rede pode ser capaz de vazar informações sensíveis; Descrição: problema foi resolvido utilizando HTTPS ao enviar informações pela rede. A Apple descreve o mesmo bug nas atualizações de segurança para Mac, iPad e Vision Pro. Aplicativo Senhas da Apple tinha brecha por falta de criptografia O aplicativo Senhas enviava solicitações não criptografadas para os logotipos e ícones que ele exibe ao lado dos sites associados às suas senhas armazenadas. Aplicativo Senhas, da Apple, enviava solicitações não criptografadas, o que abriu brecha de segurança (Imagem: Alberto Garcia Guillen/Shutterstock) Por conta da falta de criptografia, alguém na mesma rede Wi-Fi que você – num aeroporto ou cafeteria, por exemplo – poderia redirecionar seu navegador para um site de phishing semelhante. Assim, conseguiria roubar suas credenciais de login. O problema foi descoberto por pesquisadores de segurança da desenvolvedora de aplicativos Mysk. A empresa publicou um vídeo em seu canal no YouTube no qual demonstra o bug. Assista abaixo: Na descrição do vídeo, a Mysk escreve que informou a vulnerabilidade à Apple em setembro de 2024. Leia mais: Apple vê ciclo do iPhone “emperrar” enquanto novidades de IA atrasam iPhone: 8 dicas para você manter o seu celular da Apple seguro Gerenciador de senhas da Apple: como criar perfil no Senhas do iCloud Apple enfrentará fiscalização mais rígida na Alemanha A Apple terá que se submeter a fiscalização de uma lei antitruste mais rigorosa na Alemanha. A decisão foi confirmada por um tribunal do país europeu, que negou um recurso apresentado pela fabricante do iPhone. Apple terá que se submeter a fiscalização de uma lei antitruste mais rigorosa na Alemanha (Imagem: daily_creativity/Shutterstock) A empresa tentava escapar das leis mais rígidas, que foram implementadas em 2021. No ano passado, a Amazon também ingressou na Justiça, mas não conseguiu convencer o tribunal de que deveria ficar isenta das novas regras. Saiba mais sobre a fiscalização mais rígida na Alemanha sobre a Apple nesta matéria do Olhar Digital. O post Aplicativo Senhas do iPhone teve brecha que durou meses, admite Apple apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A <a href="https://olhardigital.com.br/tag/apple/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Apple</a> reconheceu que o aplicativo Senhas, lançado junto ao iOS 18 para <a href="https://olhardigital.com.br/tag/iphone/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">iPhone</a>, teve brecha de segurança que durou três meses</strong>. Por conta dela, <strong>usuários ficaram vulneráveis a ataques de phishing</strong>. A empresa corrigiu o bug num patch disponibilizado para a versão iOS 18.2.</p>
<p>É o que consta na <a href="https://support.apple.com/en-us/121837" target="_blank" rel="noreferrer noopener">discriminação do update publicada pela Apple</a>, conforme <a href="https://9to5mac.com/2025/03/18/apples-passwords-app-was-vulnerable-to-phishing-attacks-for-nearly-three-months-after-launch/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">identificado pelo site <em>9to5Mac</em></a>. No texto, a empresa informa o impacto da brecha de segurança no aplicativo Senhas e a descrição da resolução do bug. Confira abaixo:</p>
<ul>
<li><strong>Impacto:</strong> usuário numa posição privilegiada na rede pode ser capaz de vazar informações sensíveis;</li>
<li><strong>Descrição:</strong> problema foi resolvido utilizando HTTPS ao enviar informações pela rede.</li>
</ul>
<p>A Apple descreve o mesmo bug nas atualizações de segurança para <a href="https://support.apple.com/en-us/121839#:~:text=March%2017%2C%202025-,Passwords,-Available%20for%3A%20macOS" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mac</a>, iPad e <a href="https://support.apple.com/en-us/121845#:~:text=March%2017%2C%202025-,Passwords,-Available%20for%3A%20Apple" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Vision Pro</a>.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-aplicativo-senhas-da-apple-tinha-brecha-por-falta-de-criptografia">Aplicativo Senhas da Apple tinha brecha por falta de criptografia</h2>
<p>O aplicativo Senhas <strong>enviava solicitações não criptografadas para os logotipos e ícones</strong> que ele exibe ao lado dos sites associados às suas senhas armazenadas. </p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/02/apple_cadeado-1024x683.jpg" alt="À direita, logo da Apple em cinza em um fundo branco e desfocado; à direita, a sombra de uma mão segurando um cadeado aberto" class="wp-image-1052953" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/apple_cadeado-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/apple_cadeado-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/apple_cadeado-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/apple_cadeado-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/apple_cadeado-2048x1366.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/apple_cadeado-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Aplicativo Senhas, da Apple, enviava solicitações não criptografadas, o que abriu brecha de segurança (Imagem: Alberto Garcia Guillen/Shutterstock)</figcaption></figure>
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<p>Por conta da falta de criptografia, <strong>alguém na mesma rede Wi-Fi que você – num aeroporto ou cafeteria, por exemplo – poderia redirecionar seu navegador para um site de phishing semelhante</strong>. Assim, conseguiria roubar suas credenciais de login. </p>
<p>O problema foi descoberto por pesquisadores de segurança da desenvolvedora de aplicativos Mysk. A empresa publicou um vídeo em seu canal no YouTube no qual demonstra o bug. Assista abaixo:</p>
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<p>Na descrição do vídeo, a Mysk escreve que <strong>informou a vulnerabilidade à Apple em setembro de 2024</strong>.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
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<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/03/19/pro/apple-ve-ciclo-do-iphone-emperrar-enquanto-novidades-de-ia-atrasam/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Apple vê ciclo do iPhone “emperrar” enquanto novidades de IA atrasam</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/01/09/dicas-e-tutoriais/iphone-8-dicas-para-voce-manter-o-seu-celular-da-apple-seguro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">iPhone: 8 dicas para você manter o seu celular da Apple seguro</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2024/11/17/dicas-e-tutoriais/gerenciador-de-senhas-da-apple-como-criar-perfil-no-senhas-do-icloud/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gerenciador de senhas da Apple: como criar perfil no Senhas do iCloud</a></li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-apple-enfrentara-fiscalizacao-mais-rigida-na-alemanha">Apple enfrentará fiscalização mais rígida na Alemanha</h2>
<p><strong>A Apple terá que se submeter a fiscalização de uma lei antitruste mais rigorosa na Alemanha</strong>. A decisão foi confirmada por um tribunal do país europeu, que negou um recurso apresentado pela fabricante do iPhone.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="577" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2024/11/apple-uniao-europeia-e1738689110511-1024x577.jpg" alt="Apple União Europeia" class="wp-image-1002995" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/apple-uniao-europeia-e1738689110511-1024x577.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/apple-uniao-europeia-e1738689110511-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/apple-uniao-europeia-e1738689110511-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/apple-uniao-europeia-e1738689110511-1536x865.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/apple-uniao-europeia-e1738689110511-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/apple-uniao-europeia-e1738689110511-150x84.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/apple-uniao-europeia-e1738689110511.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Apple terá que se submeter a fiscalização de uma lei antitruste mais rigorosa na Alemanha (Imagem: daily_creativity/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<p><strong>A empresa tentava escapar das leis mais rígidas, que foram implementadas em 2021</strong>. No ano passado, a Amazon também ingressou na Justiça, mas não conseguiu convencer o tribunal de que deveria ficar isenta das novas regras.</p>
<p>Saiba mais sobre a fiscalização mais rígida na Alemanha sobre a Apple <a href="https://olhardigital.com.br/2025/03/19/pro/apple-enfrentara-fiscalizacao-mais-rigida-na-alemanha/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nesta matéria do <strong>Olhar Digital</strong></a>.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/03/19/seguranca/aplicativo-senhas-do-iphone-teve-brecha-que-durou-meses-admite-apple/">Aplicativo Senhas do iPhone teve brecha que durou meses, admite Apple</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
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