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	<title>Israel &#8211; Infratic</title>
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	<title>Israel &#8211; Infratic</title>
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		<title>Microsoft bloqueia acesso do Exército de Israel a serviços de nuvem</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/microsoft-bloqueia-acesso-do-exercito-de-israel-a-servicos-de-nuvem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2025 09:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[azure]]></category>
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					<description><![CDATA[A Microsoft encerrou e desativou um conjunto de serviços de nuvem e IA para uma unidade do Ministério da Defesa de Israel (IMOD, na sigla em inglês) que estariam sendo usados para ações de vigilância de civis palestinos. A decisão foi comunicada em uma carta assinada pelo presidente da Microsoft, Brad Smith, em resposta à denúncia feita pelo jornal The Guardian. “A Microsoft não é um governo ou um país. Somos uma empresa. Como toda empresa, decidimos quais produtos e serviços oferecer aos nossos clientes”, disse ele. “A Microsoft continuará sendo uma empresa pautada por princípios e ética. Manteremos todas as decisões, declarações e ações de acordo com esse padrão. Isso é inegociável.” Divulgada no mês passado, a reportagem informou que os militares israelenses estão usando o sistema Azure, da Microsoft, para armazenar arquivos de dados de chamadas telefônicas obtidas por meio de vigilância ampla ou em massa de civis em Gaza e na Cisjordânia. A big tech iniciou, em 15 de agosto, uma investigação interna para apurar a denúncia. Investigação se concentrou nos próprios registros comerciais da Microsoft (Imagem: ShU studio/Shutterstock) “Em primeiro lugar, não fornecemos tecnologia para facilitar a vigilância em massa de civis. Aplicamos esse princípio em todos os países do mundo e insistimos nele repetidamente por mais de duas décadas”, disse Smith. “Em segundo lugar, respeitamos e protegemos os direitos de privacidade dos nossos clientes. Isso significa, entre outras coisas, que não acessamos o conteúdo dos nossos clientes neste tipo de investigação.” Investigação interna da Microsoft está em andamento… A investigação se concentrou nos próprios registros comerciais da Microsoft, incluindo demonstrações financeiras, documentos internos e comunicações por e-mail e mensagens, entre outros documentos; O conteúdo de clientes do Ministério da Defesa de Israel não foi acessado em nenhum momento, de acordo com a empresa; “Enquanto nossa análise está em andamento, encontramos evidências que corroboram elementos da reportagem do The Guardian. Essas evidências incluem informações relacionadas ao consumo de capacidade de armazenamento do Azure pelo IMOD na Holanda e ao uso de serviços de IA [inteligência artificial]”, disse o presidente; O governo de Israel foi comunicado pela big tech sobre a decisão de desabilitar serviços e tecnologias específicas de armazenamento em nuvem e IA; A empresa diz que está trabalhando para garantir que as ferramentas não sejam usadas para vigilância em massa de civis e ponderou que a decisão não afeta outros contratos em vigor com Israel. Israel planeja migrar as informações para a Amazon Web Services (Imagem: CatEyePerspective/iStock) Dias após a divulgação da primeira reportagem, o The Guardian informou que o Exército israelense transferiu 8 TB de dados do Azure. E que o plano era migrar as informações para a Amazon Web Services (AWS). A Amazon não se pronunciou sobre o caso.  Leia mais: Meta permite anúncios para compra de drones por Israel, aponta investigação Força Aérea dos EUA quer bombardear Cybertrucks da Tesla; entenda Microsoft leva IA da Anthropic para o Copilot no Microsoft 365 Comemoração Desde o ano passado, o grupo No Azure for Apartheid vem pressionando a Microsoft para revisar acordos com o governo de Israel. Recentemente, a empresa demitiu cinco funcionários que estariam envolvidos em protestos realizados na sede da companhia. Um grupo chegou a acessar o prédio e fazer uma transmissão ao vivo dentro do escritório de Smith, como informou o Olhar Digital. Empresa diz que está trabalhando para garantir que serviços não sejam usados para vigilância em massa (Imagem: Ascannio/Shutterstock) “A notícia de hoje é uma vitória significativa e sem precedentes para a nossa organização”, disse Hossam Nasr, organizador do grupo No Azure for Apartheid, em declaração ao The Verge. No entanto, ponderou ele, “a grande maioria do contrato da Microsoft com as Forças Armadas israelenses permanece intacta. A decisão só nos motiva ainda mais a continuar nos organizando até que todas as nossas demandas sejam atendidas e até que a Palestina seja livre.” O post Microsoft bloqueia acesso do Exército de Israel a serviços de nuvem apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A <a href="https://olhardigital.com.br/tag/microsoft/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Microsoft</a> <strong>encerrou e desativou</strong> um conjunto de serviços de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/nuvem/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nuvem</a> e IA para uma unidade do Ministério da Defesa de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/israel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Israel</a> (IMOD, na sigla em inglês) que estariam sendo usados para <a href="https://olhardigital.com.br/2025/08/06/seguranca/israel-usa-nuvem-da-microsoft-para-espionar-palestinos-diz-jornal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ações de vigilância de civis palestinos</a>. A decisão foi comunicada em uma <a href="https://blogs.microsoft.com/on-the-issues/2025/09/25/update-on-ongoing-microsoft-review/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">carta</a> assinada pelo presidente da Microsoft, <strong>Brad Smith</strong>, em resposta à <a href="https://www.theguardian.com/world/2025/aug/06/microsoft-israeli-military-palestinian-phone-calls-cloud" target="_blank" rel="noreferrer noopener">denúncia feita pelo jornal <em>The Guardian</em></a>.</p>
<p>“<strong>A Microsoft não é um governo ou um país. Somos uma empresa</strong>. Como toda empresa, <strong>decidimos quais produtos e serviços oferecer</strong> aos nossos clientes”, disse ele. “A Microsoft continuará sendo uma empresa pautada por <strong>princípios e ética</strong>. <strong>Manteremos</strong> todas as decisões, declarações e ações de acordo com esse padrão. <strong>Isso é inegociável.</strong>”</p>
<p>Divulgada no mês passado, a reportagem informou que os militares israelenses estão usando o <a href="https://olhardigital.com.br/tag/microsoft-azure/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sistema Azure</a>, da Microsoft, para <strong>armazenar arquivos de dados de chamadas telefônicas</strong> obtidas por meio de vigilância ampla ou em massa de <strong>civis</strong> em <strong>Gaza</strong> e na <strong>Cisjordânia</strong>. A big tech iniciou, em <strong>15 de agosto</strong>, uma <strong>investigação interna</strong> para apurar a denúncia.</p>
</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="678" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/09/microsoft-2-1024x678.jpg" alt="microsoft" class="wp-image-1185691" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/microsoft-2-1024x678.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/microsoft-2-300x199.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/microsoft-2-768x508.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/microsoft-2-1536x1017.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/microsoft-2-150x99.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/microsoft-2.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Investigação se concentrou nos próprios registros comerciais da Microsoft <br />(Imagem: ShU studio/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<p>“Em primeiro lugar, <strong>não fornecemos</strong> tecnologia para facilitar a vigilância em massa de civis. Aplicamos esse princípio em <strong>todos os países do mundo</strong> e insistimos nele repetidamente por mais de <strong>duas décadas</strong>”, disse Smith. “Em segundo lugar, <strong>respeitamos e protegemos</strong> os <strong>direitos de privacidade</strong> dos nossos clientes. Isso significa, entre outras coisas, que <strong>não acessamos</strong> o conteúdo dos nossos clientes neste tipo de investigação.”</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-investigacao-interna-da-microsoft-esta-em-andamento">Investigação interna da Microsoft está em andamento…</h2>
<ul>
<li>A investigação se concentrou nos próprios <strong>registros comerciais</strong> da Microsoft, incluindo demonstrações financeiras, documentos internos e comunicações por e-mail e mensagens, entre outros documentos;</li>
<li>O conteúdo de clientes do Ministério da Defesa de Israel <strong>não foi acessado</strong> em nenhum momento, de acordo com a empresa;</li>
<li>“Enquanto nossa análise está em andamento, <strong>encontramos evidências</strong> que <strong>corroboram</strong> elementos da reportagem do <em>The Guardian</em>. Essas evidências incluem informações relacionadas ao <strong>consumo de capacidade de armazenamento</strong> do Azure pelo IMOD na <strong>Holanda</strong> e ao uso de serviços de IA [inteligência artificial]”, disse o presidente;</li>
<li>O governo de Israel foi comunicado pela big tech sobre a decisão de desabilitar serviços e tecnologias específicas de armazenamento em nuvem e IA;</li>
<li>A empresa diz que está trabalhando para <strong>garantir</strong> que as ferramentas <strong>não sejam usadas</strong> para vigilância em massa de civis e <strong>ponderou</strong> que a decisão <strong>não afeta</strong> outros contratos em vigor com Israel.</li>
</ul>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/israel-1024x683.jpg" alt="israel" class="wp-image-1190222" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/israel-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/israel-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/israel-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/israel-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/israel-2048x1365.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/israel-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Israel planeja migrar as informações para a Amazon Web Services (Imagem: CatEyePerspective/iStock)</figcaption></figure>
</div>
<p>Dias após a divulgação da primeira reportagem, o <em>The Guardian</em> informou que o Exército israelense transferiu <strong>8 TB</strong> de dados do Azure. E que o plano era migrar as informações para a <strong>Amazon Web Services (AWS)</strong>. A <a href="https://olhardigital.com.br/tag/amazon/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Amazon</a> <strong>não se pronunciou</strong> sobre o caso. </p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/07/21/pro/meta-permite-anuncios-para-compra-de-drones-por-israel-aponta-investigacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Meta permite anúncios para compra de drones por Israel, aponta investigação</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/08/07/carros-e-tecnologia/forca-aerea-dos-eua-quer-bombardear-cybertrucks-da-tesla-entenda/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Força Aérea dos EUA quer bombardear Cybertrucks da Tesla; entenda</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/09/24/pro/microsoft-leva-ia-da-anthropic-para-o-copilot-no-microsoft-365/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Microsoft leva IA da Anthropic para o Copilot no Microsoft 365</a></li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-comemoracao">Comemoração</h2>
<p>Desde o ano passado, o <a href="https://olhardigital.com.br/2025/08/20/pro/funcionarios-pedem-que-microsoft-encerre-contratos-com-israel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">grupo No Azure for Apartheid</a> vem pressionando a Microsoft para <strong>revisar acordos</strong> com o governo de Israel. Recentemente, a empresa <strong>demitiu cinco funcionários</strong> que estariam <strong>envolvidos em protestos</strong> realizados na sede da companhia. Um grupo chegou a <strong>acessar o prédio</strong> e fazer uma <strong>transmissão ao vivo dentro do escritório de Smith</strong>, <a href="https://olhardigital.com.br/2025/08/27/pro/protesto-contra-israel-abala-microsoft-isso-nao-esta-certo-diz-presidente/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">como informou o <strong>Olhar Digital</strong></a>.</p>
</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="577" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/04/shutterstock_2299266073-e1747675431917-1024x577.jpg" alt="microsoft azure" class="wp-image-1106621" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/04/shutterstock_2299266073-e1747675431917-1024x577.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/04/shutterstock_2299266073-e1747675431917-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/04/shutterstock_2299266073-e1747675431917-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/04/shutterstock_2299266073-e1747675431917-1536x865.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/04/shutterstock_2299266073-e1747675431917-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/04/shutterstock_2299266073-e1747675431917-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/04/shutterstock_2299266073-e1747675431917-150x84.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/04/shutterstock_2299266073-e1747675431917.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Empresa diz que está trabalhando para garantir que serviços não sejam usados para vigilância em massa <br />(Imagem: Ascannio/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<p>“A notícia de hoje é uma <strong>vitória significativa e sem precedentes</strong> para a nossa organização”, disse Hossam Nasr, organizador do grupo No Azure for Apartheid, <a href="https://www.theverge.com/news/785733/microsoft-block-israeli-military-cloud-ai-services-palestine-protests" target="_blank" rel="noreferrer noopener">em declaração ao <em>The Verge</em></a>. No entanto, ponderou ele, “a grande maioria do contrato da Microsoft com as Forças Armadas israelenses <strong>permanece intacta</strong>. A decisão só nos <strong>motiva ainda mais</strong> a continuar nos organizando até que <strong>todas as nossas demandas sejam atendidas</strong> e até que <strong>a Palestina seja livre</strong>.”</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/09/26/seguranca/microsoft-bloqueia-acesso-do-exercito-de-israel-a-servicos-de-nuvem/">Microsoft bloqueia acesso do Exército de Israel a serviços de nuvem</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Israel usa nuvem da Microsoft para espionar palestinos, diz jornal</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/israel-usa-nuvem-da-microsoft-para-espionar-palestinos-diz-jornal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Aug 2025 16:11:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[azure]]></category>
		<category><![CDATA[faixa de gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[palestina]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma investigação conjunta do The Guardian com as publicações israelenses +972 Magazine e Local Call revelou que a elite de inteligência militar de Israel, a Unidade 8200, utiliza a plataforma de nuvem Azure da Microsoft para armazenar e analisar um vasto volume de chamadas telefônicas feitas por palestinos na Faixa de Gaza e na Cisjordânia. O projeto, que se tornou operacional em 2022, permite a coleta e armazenamento de até um milhão de chamadas por hora, criando um dos maiores e mais abrangentes sistemas de vigilância sobre uma população específica no mundo. Parceria estratégica entre Microsoft e o setor de inteligência israelense Sede da Microsoft em Bucareste, Romênia (Créditos: lcva2 / iStock) Segundo a reportagem, em 2021, Satya Nadella, CEO da Microsoft, teve uma reunião com Yossi Sariel, comandante da Unidade 8200, para viabilizar a migração de enormes quantidades de dados de inteligência para a nuvem da empresa. Sariel obteve apoio para criar uma área personalizada e segregada na nuvem Azure, garantindo capacidade praticamente ilimitada para armazenar chamadas telefônicas e outros dados sigilosos. Documentos internos vazados e fontes próximas confirmam que engenheiros da Microsoft trabalharam diretamente sob orientação da Unidade 8200 para implementar medidas avançadas de segurança que permitiram a transferência e o armazenamento massivo dessas informações sensíveis em datacenters localizados principalmente na Holanda e Irlanda. O papel da nuvem Azure na vigilância e operações militares Segundo diversas fontes da Unidade 8200 ouvidas pelo The Guardian, os dados armazenados no Azure foram usados para planejar ataques aéreos e operações militares na região. A tecnologia possibilita que oficiais de inteligência analisem o conteúdo de chamadas telefônicas feitas por pessoas na faixa de Gaza e nas proximidades de alvos militares. Palestinos inspecionam suas casas destruídas, após um ataque aéreo israelense, em meio a intensos combates entre Israel e o Hamas, no centro da Faixa de Gaza, em 7 de agosto de 2024. Imagem: Anas-Mohammed / Shutterstock Isso inclui a análise massiva do que era antes um espaço restrito a suspeitos específicos, passando para uma vigilância indiscriminada de milhões de cidadãos palestinos. O uso deste sistema aumentou durante a campanha militar que matou dezenas de milhares de civis, incluindo crianças. Principais características do sistema de vigilância baseado na nuvem Microsoft Azure: Armazena até 1 milhão de chamadas telefônicas por hora; Conteúdo das chamadas pode ser reproduzido para análise detalhada; Utiliza inteligência artificial para análise de mensagens de texto, classificando-as por risco; Sistemas criados para prever ameaças e identificar potenciais alvos; Dados armazenados em datacenters internacionais (Holanda e Irlanda); Reforço de medidas de segurança baseadas em especificações da Unidade 8200; Colaboração de ex-membros da Unidade 8200 que trabalham na Microsoft facilitaria o projeto. Impactos e controvérsias éticas O projeto, idealizado pelo então comandante Yossi Sariel, foi apresentado como uma revolução na inteligência militar israelense, estimulando o monitoramento massivo da população palestina – relata o The Guardian. A abordagem mudou de monitorar alvos específicos para vigiar “todos, o tempo todo”, ampliando o escopo da vigilância e levantando sérias questões de direitos humanos. Algumas fontes internas da própria Unidade 8200 apontam que informações extraídas podem ter sido usadas para justificar prisões arbitrárias, chantagem e até execuções. Microsoft diz que se limita a fortalecer a cibersegurança de Israel (Créditos: Alexander Sikov / iStock) Leia mais: Israel estaria usando programa de reconhecimento facial sem autorização em Gaza Meta permite anúncios para compra de drones por Israel, aponta investigação 5 filmes que abordam aspectos do conflito entre Israel e Palestina A Microsoft, por sua vez, afirma não ter conhecimento do uso da plataforma para vigilância de civis ou armazenamento de tais dados, enfatizando que seu relacionamento com a Unidade 8200 limita-se a fortalecer a cibersegurança de Israel. Um porta-voz da empresa disse que Satya Nadella esteve apenas brevemente na reunião e não discutiu detalhes do conteúdo armazenado no Azure. O post Israel usa nuvem da Microsoft para espionar palestinos, diz jornal apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Uma investigação conjunta do <a href="https://www.theguardian.com/world/2025/aug/06/microsoft-israeli-military-palestinian-phone-calls-cloud" target="_blank" rel="noreferrer noopener">The Guardian</a> com as publicações israelenses +972 Magazine e Local Call revelou que a elite de inteligência militar de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/israel" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Israel</a>, a Unidade 8200, utiliza a plataforma de nuvem <a href="https://olhardigital.com.br/tag/azure" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Azure</a> da <a href="https://olhardigital.com.br/tag/microsoft/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Microsoft</a> para armazenar e analisar um vasto volume de chamadas telefônicas feitas por palestinos na <a href="https://olhardigital.com.br/tag/faixa-de-gaza/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Faixa de Gaza</a> e na Cisjordânia. </p>
<p>O projeto, que se tornou operacional em 2022, permite a coleta e armazenamento de até um milhão de chamadas por hora, criando um dos maiores e mais abrangentes sistemas de vigilância sobre uma população específica no mundo.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-parceria-estrategica-entre-microsoft-e-o-setor-de-inteligencia-israelense">Parceria estratégica entre Microsoft e o setor de inteligência israelense</h2>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/08/sede-da-microsoft-1-1024x683.jpg" alt="Sede da Microsoft em Bucareste, Romênia" class="wp-image-1160903" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/sede-da-microsoft-1-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/sede-da-microsoft-1-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/sede-da-microsoft-1-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/sede-da-microsoft-1-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/sede-da-microsoft-1-2048x1365.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/sede-da-microsoft-1-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Sede da Microsoft em Bucareste, Romênia (Créditos: lcva2 / iStock)</figcaption></figure>
</div>
<p>Segundo a reportagem, em 2021, Satya Nadella, CEO da Microsoft, teve uma reunião com Yossi Sariel, comandante da Unidade 8200, para viabilizar a migração de enormes quantidades de dados de inteligência para a nuvem da empresa. Sariel obteve apoio para criar uma área personalizada e segregada na nuvem Azure, garantindo capacidade praticamente ilimitada para armazenar chamadas telefônicas e outros dados sigilosos.</p>
<p>Documentos internos vazados e fontes próximas confirmam que engenheiros da Microsoft trabalharam diretamente sob orientação da Unidade 8200 para implementar medidas avançadas de segurança que permitiram a transferência e o armazenamento massivo dessas informações sensíveis em datacenters localizados principalmente na Holanda e Irlanda.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-papel-da-nuvem-azure-na-vigilancia-e-operacoes-militares">O papel da nuvem Azure na vigilância e operações militares</h2>
<p>Segundo diversas fontes da Unidade 8200 ouvidas pelo The Guardian, os dados armazenados no Azure foram usados para planejar ataques aéreos e operações militares na região. A tecnologia possibilita que oficiais de inteligência analisem o conteúdo de chamadas telefônicas feitas por pessoas na faixa de Gaza e nas proximidades de alvos militares.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2024/09/guerra-israel-hamas-1024x683.jpg" alt="Palestinos inspecionam suas casas destruídas, após um ataque aéreo israelense, em meio a intensos combates entre Israel e o Hamas, no centro da Faixa de Gaza, em 7 de agosto de 2024." class="wp-image-975642" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/09/guerra-israel-hamas-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/09/guerra-israel-hamas-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/09/guerra-israel-hamas-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/09/guerra-israel-hamas-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/09/guerra-israel-hamas-2048x1365.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/09/guerra-israel-hamas-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Palestinos inspecionam suas casas destruídas, após um ataque aéreo israelense, em meio a intensos combates entre Israel e o Hamas, no centro da Faixa de Gaza, em 7 de agosto de 2024. Imagem: Anas-Mohammed / Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<p>Isso inclui a análise massiva do que era antes um espaço restrito a suspeitos específicos, passando para uma vigilância indiscriminada de milhões de cidadãos palestinos. O uso deste sistema aumentou durante a campanha militar que matou dezenas de milhares de civis, incluindo crianças.</p>
<p><strong>Principais características do sistema de vigilância baseado na nuvem Microsoft Azure:</strong></p>
<ul>
<li>Armazena até 1 milhão de chamadas telefônicas por hora;</li>
<li>Conteúdo das chamadas pode ser reproduzido para análise detalhada;</li>
<li>Utiliza inteligência artificial para análise de mensagens de texto, classificando-as por risco;</li>
<li>Sistemas criados para prever ameaças e identificar potenciais alvos;</li>
<li>Dados armazenados em datacenters internacionais (Holanda e Irlanda);</li>
<li>Reforço de medidas de segurança baseadas em especificações da Unidade 8200;</li>
<li>Colaboração de ex-membros da Unidade 8200 que trabalham na Microsoft facilitaria o projeto.</li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-impactos-e-controversias-eticas">Impactos e controvérsias éticas</h2>
<p>O projeto, idealizado pelo então comandante Yossi Sariel, foi apresentado como uma revolução na inteligência militar israelense, estimulando o monitoramento massivo da população palestina – relata o The Guardian. A abordagem mudou de monitorar alvos específicos para vigiar “todos, o tempo todo”, ampliando o escopo da vigilância e levantando sérias questões de direitos humanos. Algumas fontes internas da própria Unidade 8200 apontam que informações extraídas podem ter sido usadas para justificar prisões arbitrárias, chantagem e até execuções.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="540" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/08/cibersegurana-1024x540.jpg" alt="cibersegurança" class="wp-image-1161006" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/cibersegurana-1024x540.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/cibersegurana-300x158.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/cibersegurana-768x405.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/cibersegurana-1536x810.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/cibersegurana-2048x1080.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/cibersegurana-150x79.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Microsoft diz que se limita a fortalecer a cibersegurança de Israel (Créditos: Alexander Sikov / iStock)</figcaption></figure>
</div>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2024/03/28/seguranca/israel-estaria-usando-programa-de-reconhecimento-facial-sem-autorizacao-em-gaza/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Israel estaria usando programa de reconhecimento facial sem autorização em Gaza</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/07/21/pro/meta-permite-anuncios-para-compra-de-drones-por-israel-aponta-investigacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Meta permite anúncios para compra de drones por Israel, aponta investigação</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/06/23/cinema-e-streaming/5-filmes-que-abordam-aspectos-do-conflito-entre-israel-e-palestina/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">5 filmes que abordam aspectos do conflito entre Israel e Palestina</a></li>
</ul>
<p>A Microsoft, por sua vez, afirma não ter conhecimento do uso da plataforma para vigilância de civis ou armazenamento de tais dados, enfatizando que seu relacionamento com a Unidade 8200 limita-se a fortalecer a cibersegurança de Israel. Um porta-voz da empresa disse que Satya Nadella esteve apenas brevemente na reunião e não discutiu detalhes do conteúdo armazenado no Azure.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/08/06/seguranca/israel-usa-nuvem-da-microsoft-para-espionar-palestinos-diz-jornal/">Israel usa nuvem da Microsoft para espionar palestinos, diz jornal</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Empresa israelense de spyware confirma EUA como ‘principal’ cliente, diz site</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/empresa-israelense-de-spyware-confirma-eua-como-principal-cliente-diz-site/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Feb 2025 11:53:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[spyware]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/empresa-israelense-de-spyware-confirma-eua-como-principal-cliente-diz-site/</guid>

					<description><![CDATA[A empresa israelense de spyware Paragon Solutions confirmou que vende produtos para governo dos EUA, segundo o TechCrunch. “A Paragon licencia sua tecnologia para um grupo seleto de democracias globais — principalmente, os Estados Unidos e seus aliados“, disse o presidente executivo da empresa, John Fleming, ao site de tecnologia. Fleming também frisou o seguinte: “[A Paragon] exige que todos os usuários concordem com termos e condições que proíbem explicitamente o alvo ilícito de jornalistas e outras figuras da sociedade civil. Temos uma política de tolerância zero contra tal perseguição e terminaremos nosso relacionamento com qualquer cliente que viole nossos termos de serviço.” Paragon é a empresa israelense que o WhatsApp disse ter tentado hackear seus usuários Ataque direcionado: A empresa israelense de spyware Paragon Solutions é acusada de tentar hackear cerca de 90 usuários do WhatsApp, incluindo jornalistas e membros da sociedade civil em mais de 20 países; Método de ataque: O ataque utilizou um tipo de hack conhecido como “clique zero”, no qual documentos maliciosos eram enviados aos alvos e infectavam seus dispositivos sem necessidade de interação da vítima; Resposta do WhatsApp: O WhatsApp respondeu com uma carta de cessar e desistir à Paragon, afirmando que continuará protegendo os dados e a privacidade de seus usuários. O WhatsApp interrompeu o ataque e informou o Citizen Lab sobre os alvos; Investigação: A Paragon, que vende tecnologia para governos, é apontada como responsável pelo ataque, mas o WhatsApp não divulgou detalhes sobre como a identificou como responsável pelos ataques em questão; Saiba mais nesta matéria do Olhar Digital. Empresa israelense de spyware é acusada de tentar hackear cerca de 90 usuários do WhatsApp (Imagem: Daniel Constante/Shutterstock) Empresa de spyware de Israel deixa de responder várias perguntas sobre caso envolvendo WhatsApp O TechCrunch fez diversos questionamentos à Paragon, mas a empresa não os respondeu. Entre eles, estavam: Mais detalhes sobre quais são os considerados aliados e democracias pela empresa; O que exatamente seus termos de serviço dizem sobre a proibição de perseguir jornalistas e membros da sociedade civil com seu spyware; Se a empresa pode e investiga alegações de abuso, como as feitas pelo WhatsApp; Se a empresa investiga as alegações do WhatsApp; Se a Paragon já cancelou algum contrato por conta de violações deste tipo. EUA é o principal cliente da Paragon Solutions, diz empresa israelense de spyware (Imagem: DC Studio/Shutterstock) Leia mais: Google vendeu IA para exército de Israel na guerra contra Hamas, revela jornal 10 golpes de Pix para ficar de olho em 2025 e se proteger Quais os melhores antivírus para PCs? Descubra como deixar seu computador protegido [2025] O Ynetnews publicou, nesta semana, que a Itália é outro cliente da Paragon. Mas essa alegação não tinha sido confirmada até a publicação desta nota. Já a Wired publicou, em 2024, que a subsidiária estadunidense da Paragon assinou um contrato de US$ 2 milhões (aproximadamente R$ 11,6 milhões) com o Departamento de Imigração e Fiscalização de Aduanas dos EUA. Na época, a empresa israelense não comentou sobre o assunto. O post Empresa israelense de spyware confirma EUA como ‘principal’ cliente, diz site apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A empresa israelense de spyware Paragon Solutions confirmou que vende produtos para governo dos EUA</strong>, <a href="https://techcrunch.com/2025/02/04/spyware-maker-paragon-confirms-u-s-government-is-a-customer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">segundo o <em>TechCrunch</em></a>. “A Paragon licencia sua tecnologia para um <strong>grupo seleto de democracias globais — principalmente, os <a href="https://olhardigital.com.br/tag/estados-unidos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Estados Unidos</a> e seus aliados</strong>“, disse o presidente executivo da empresa, John Fleming, ao site de tecnologia.</p>
<p>Fleming também frisou o seguinte: “[A Paragon] <strong>exige que todos os usuários concordem com termos e condições que proíbem explicitamente o alvo ilícito de jornalistas e outras figuras da sociedade civil</strong>. Temos uma política de tolerância zero contra tal perseguição e terminaremos nosso relacionamento com qualquer cliente que viole nossos termos de serviço.”</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-paragon-e-a-empresa-israelense-que-o-whatsapp-disse-ter-tentado-hackear-seus-usuarios">Paragon é a empresa israelense que o WhatsApp disse ter tentado hackear seus usuários</h2>
<ul>
<li><strong>Ataque direcionado:</strong> A empresa israelense de spyware Paragon Solutions é acusada de tentar hackear cerca de 90 usuários do WhatsApp, incluindo jornalistas e membros da sociedade civil em mais de 20 países;</li>
<li><strong>Método de ataque:</strong> O ataque utilizou um tipo de hack conhecido como “clique zero”, no qual documentos maliciosos eram enviados aos alvos e infectavam seus dispositivos sem necessidade de interação da vítima;</li>
<li><strong>Resposta do WhatsApp:</strong> O WhatsApp respondeu com uma carta de cessar e desistir à Paragon, afirmando que continuará protegendo os dados e a privacidade de seus usuários. O WhatsApp interrompeu o ataque e informou o Citizen Lab sobre os alvos;</li>
<li><strong>Investigação:</strong> A Paragon, que vende tecnologia para governos, é apontada como responsável pelo ataque, mas o WhatsApp não divulgou detalhes sobre como a identificou como responsável pelos ataques em questão;</li>
<li>Saiba mais <a href="https://olhardigital.com.br/2025/01/31/seguranca/whatsapp-diz-que-empresa-israelense-tentou-hackear-seus-usuarios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nesta matéria do <strong>Olhar Digital</strong></a>.</li>
</ul>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="577" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/01/whatsapp-hackers-e1738756077491-1024x577.jpg" alt="whatsapp golpe" class="wp-image-1046970" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/whatsapp-hackers-e1738756077491-1024x577.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/whatsapp-hackers-e1738756077491-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/whatsapp-hackers-e1738756077491-768x433.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/whatsapp-hackers-e1738756077491-1536x865.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/whatsapp-hackers-e1738756077491-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/whatsapp-hackers-e1738756077491-150x84.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/whatsapp-hackers-e1738756077491.jpg 2006w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Empresa israelense de spyware é acusada de tentar hackear cerca de 90 usuários do WhatsApp (Imagem: Daniel Constante/Shutterstock)</figcaption></figure>
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<h2 class="wp-block-heading" id="h-empresa-de-spyware-de-israel-deixa-de-responder-varias-perguntas-sobre-caso-envolvendo-whatsapp">Empresa de spyware de Israel deixa de responder várias perguntas sobre caso envolvendo WhatsApp</h2>
<p>O <em>TechCrunch</em> fez <strong>diversos questionamentos</strong> à Paragon, mas a <strong>empresa não os respondeu</strong>. Entre eles, estavam:</p>
<ul>
<li>Mais detalhes sobre quais são os considerados aliados e democracias pela empresa; </li>
<li>O que exatamente seus termos de serviço dizem sobre a proibição de perseguir jornalistas e membros da sociedade civil com seu spyware; </li>
<li>Se a empresa pode e investiga alegações de abuso, como as feitas pelo WhatsApp;</li>
<li>Se a empresa investiga as alegações do WhatsApp; </li>
<li>Se a Paragon já cancelou algum contrato por conta de violações deste tipo.</li>
</ul>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="577" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/01/eua-ciberseguranca-e1738756183821-1024x577.jpg" alt="eua cibersegurança" class="wp-image-1034319" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/eua-ciberseguranca-e1738756183821-1024x577.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/eua-ciberseguranca-e1738756183821-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/eua-ciberseguranca-e1738756183821-768x433.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/eua-ciberseguranca-e1738756183821-1536x865.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/eua-ciberseguranca-e1738756183821-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/eua-ciberseguranca-e1738756183821-150x84.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/eua-ciberseguranca-e1738756183821.jpg 2001w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">EUA é o principal cliente da Paragon Solutions, diz empresa israelense de spyware (Imagem: DC Studio/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/01/22/pro/google-vendeu-ia-para-exercito-de-israel-na-guerra-contra-hamas-revela-jornal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Google vendeu IA para exército de Israel na guerra contra Hamas, revela jornal</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/01/31/seguranca/10-golpes-de-pix-para-ficar-de-olho-em-2025-e-se-proteger/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">10 golpes de Pix para ficar de olho em 2025 e se proteger</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/01/22/seguranca/quais-os-melhores-antivirus-para-pcs-descubra-como-deixar-seu-computador-protegido-2025/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Quais os melhores antivírus para PCs? Descubra como deixar seu computador protegido [2025]</a></li>
</ul>
<p>O <em>Ynetnews</em> publicou, nesta semana, que a <a href="https://www.ynetnews.com/business/article/bkoncg0dkg#:~:text=Notably%2C%20the%20Italian%20government%20is%20a%20Paragon%20client." target="_blank" rel="noreferrer noopener">Itália é outro cliente da Paragon</a>. Mas essa alegação não tinha sido confirmada até a publicação desta nota.</p>
<p>Já a <em>Wired</em> publicou, em 2024, que a subsidiária estadunidense da Paragon <a href="https://www.wired.com/story/ice-paragon-solutions-contract/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">assinou um contrato</a> de US$ 2 milhões (aproximadamente R$ 11,6 milhões) com o Departamento de Imigração e Fiscalização de Aduanas dos EUA. Na época, a empresa israelense não comentou sobre o assunto.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/02/05/seguranca/empresa-israelense-de-spyware-confirma-eua-como-principal-cliente-diz-site/">Empresa israelense de spyware confirma EUA como ‘principal’ cliente, diz site</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
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