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	<title>localização &#8211; Infratic</title>
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	<title>localização &#8211; Infratic</title>
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		<title>Suprema Corte dos EUA protege dados de localização de celulares</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/suprema-corte-dos-eua-protege-dados-de-localizacao-de-celulares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 18:34:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Suprema Corte dos EUA decidiu restringir o uso de mandados de geolocalização, conhecidos como geofence warrants, após anos de decisões conflitantes em tribunais inferiores. O tema vinha crescendo no meio jurídico por causa das discussões sobre privacidade e o acesso a dados de localização por autoridades. Por 6 votos a 3, os juízes entenderam que há uma expectativa razoável de privacidade sobre os dados de localização dos celulares. Isso significa que esse tipo de informação não pode ser acessado sem autorização judicial. A Corte afirmou: “um indivíduo tem uma expectativa razoável de privacidade em relação às informações de localização do seu celular”. Dados de celulares só poderão ser acessados com maior controle judicial após decisão que impacta empresas como Google e outras. – Imagem: MAYA LAB/Shutterstock O que muda com os mandados de geolocalização Segundo o TechCrunch, os mandados de geolocalização permitem que autoridades delimitem uma área no mapa e peçam a empresas de tecnologia, como o Google, dados de usuários que estavam naquele local em determinado período. É uma técnica usada em investigações que dependem de grandes volumes de dados armazenados por plataformas digitais. Uso de bancos de dados de localização em larga escala Identificação de dispositivos em áreas específicas Investigações com base em períodos determinados Esse tipo de ferramenta foi alvo de críticas porque pode incluir pessoas sem qualquer ligação com o crime investigado. A própria Corte reconheceu esse risco, mas não proibiu a prática. O entendimento foi mais de ajuste do que de bloqueio total. Privacidade ganha novo peso nas investigações Com a decisão, a Quarta Emenda da Constituição dos EUA passa a ser aplicada de forma mais direta aos dados de localização coletados por empresas de tecnologia. Na prática, isso exige que as autoridades apresentem causa provável antes de acessar essas informações. Esse ponto muda o ritmo das investigações. Pedidos amplos, que antes eram mais comuns, tendem a perder espaço para solicitações mais específicas e bem justificadas. Não é uma mudança pequena no dia a dia de quem atua na área. O caso que levou o tema à Suprema Corte, Chatrie v. United States, ainda deve ser reavaliado em instâncias inferiores. A decisão não encerra o debate, mas redefine o padrão que deve ser seguido daqui para frente. Decisão histórica muda o acesso a geolocalização de usuários e exige autorização judicial mais rigorosa nos Estados Unidos. – Imagem: mayam_studio/Shutterstock O caso que levou a decisão O processo envolve um acusado de roubo a banco que contestou o uso de dados obtidos por meio de um mandado de geolocalização. A defesa argumentou que esse tipo de investigação funciona de forma invertida: primeiro se coleta uma grande quantidade de dados, depois se busca uma suspeita. Leia mais: WhatsApp libera reserva para “nomes de usuário” e reduz dependência de número de telefone Mulheres são rastreadas sem saber com uso de tags escondidas Google inaugura centro de engenharia em São Paulo com foco em privacidade e segurança Esse ponto pesou no julgamento porque os mandados podem alcançar muitas pessoas que estavam apenas próximas do local do crime. A Corte não descartou totalmente o método, mas deixou claro que ele precisa de limites mais bem definidos. Impactos para empresas e investigações A decisão não acaba com os mandados de geolocalização, mas estabelece regras mais rígidas para seu uso. Empresas de tecnologia continuam obrigadas a fornecer dados quando há ordem judicial válida, mas o nível de exigência aumentou. No fim das contas, o julgamento ajusta o equilíbrio entre investigação criminal e proteção de dados pessoais. E, apesar de não encerrar o assunto, deve influenciar como casos parecidos serão tratados nos tribunais americanos daqui em diante. O post Suprema Corte dos EUA protege dados de localização de celulares apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A Suprema Corte dos EUA decidiu restringir o uso de mandados de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/geolocalizacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">geolocalização</a>, conhecidos como geofence warrants, após anos de decisões conflitantes em tribunais inferiores. O tema vinha crescendo no meio jurídico por causa das discussões sobre <a href="https://olhardigital.com.br/tag/privacidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">privacidade</a> e o acesso a dados de localização por autoridades.</p>
<p>Por 6 votos a 3, os juízes entenderam que há uma expectativa razoável de privacidade sobre os dados de localização dos celulares. Isso significa que esse tipo de informação não pode ser acessado sem autorização judicial. A Corte afirmou: “um indivíduo tem uma expectativa razoável de privacidade em relação às informações de localização do seu celular”.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/06/geolocalizacao-1024x576.jpg" alt="Mulher olhando o celular" class="wp-image-1346397" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/geolocalizacao-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/geolocalizacao-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/geolocalizacao-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/geolocalizacao-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/geolocalizacao-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/geolocalizacao-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/geolocalizacao-150x84.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/geolocalizacao.jpg 2005w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Dados de celulares só poderão ser acessados com maior controle judicial após decisão que impacta empresas como Google e outras.</em> – Imagem: MAYA LAB/Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-que-muda-com-os-mandados-de-geolocalizacao">O que muda com os mandados de geolocalização</h2>
<p>Segundo o <a href="https://techcrunch.com/2026/06/29/in-major-privacy-win-supreme-court-rules-geofence-warrants-are-protected-by-privacy-rights/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">TechCrunch</a>, os mandados de geolocalização permitem que autoridades delimitem uma área no mapa e peçam a empresas de tecnologia, como o <a href="https://olhardigital.com.br/tag/google/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Google</a>, dados de usuários que estavam naquele local em determinado período. É uma técnica usada em investigações que dependem de grandes volumes de dados armazenados por plataformas digitais.</p>
<ul>
<li>Uso de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/banco-de-dados/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bancos de dados</a> de localização em larga escala</li>
<li>Identificação de dispositivos em áreas específicas</li>
<li>Investigações com base em períodos determinados</li>
</ul>
<p>Esse tipo de ferramenta foi alvo de críticas porque pode incluir pessoas sem qualquer ligação com o crime investigado. A própria Corte reconheceu esse risco, mas não proibiu a prática. O entendimento foi mais de ajuste do que de bloqueio total.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-privacidade-ganha-novo-peso-nas-investigacoes">Privacidade ganha novo peso nas investigações</h2>
<p>Com a decisão, a Quarta Emenda da Constituição dos EUA passa a ser aplicada de forma mais direta aos dados de localização coletados por empresas de tecnologia. Na prática, isso exige que as autoridades apresentem causa provável antes de acessar essas informações.</p>
<p>Esse ponto muda o ritmo das investigações. Pedidos amplos, que antes eram mais comuns, tendem a perder espaço para solicitações mais específicas e bem justificadas. Não é uma mudança pequena no dia a dia de quem atua na área.</p>
<p>O caso que levou o tema à Suprema Corte, Chatrie v. United States, ainda deve ser reavaliado em instâncias inferiores. A decisão não encerra o debate, mas redefine o padrão que deve ser seguido daqui para frente.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="663" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/06/gps-geolocalizacao-1024x663.jpg" alt="GPS, sistema de localização" class="wp-image-1346398" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/gps-geolocalizacao-1024x663.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/gps-geolocalizacao-300x194.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/gps-geolocalizacao-768x497.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/gps-geolocalizacao-1536x994.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/gps-geolocalizacao-150x97.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/gps-geolocalizacao.jpg 2005w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Decisão histórica muda o acesso a geolocalização de usuários e exige autorização judicial mais rigorosa nos Estados Unidos.</em> – Imagem: mayam_studio/Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-caso-que-levou-a-decisao">O caso que levou a decisão</h2>
<p>O processo envolve um acusado de roubo a banco que contestou o uso de dados obtidos por meio de um mandado de geolocalização. A defesa argumentou que esse tipo de investigação funciona de forma invertida: primeiro se coleta uma grande quantidade de dados, depois se busca uma suspeita.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/29/internet-e-redes-sociais/whatsapp-libera-reserva-para-nomes-de-usuario-e-reduz-dependencia-de-numero-de-telefone/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">WhatsApp libera reserva para “nomes de usuário” e reduz dependência de número de telefone</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/24/seguranca/mulheres-sao-rastreadas-sem-saber-com-uso-de-tags-escondidas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mulheres são rastreadas sem saber com uso de tags escondidas</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/05/27/pro/google-inaugura-centro-de-engenharia-em-sao-paulo-com-foco-em-privacidade-e-seguranca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Google inaugura centro de engenharia em São Paulo com foco em privacidade e segurança</a></li>
</ul>
<p>Esse ponto pesou no julgamento porque os mandados podem alcançar muitas pessoas que estavam apenas próximas do local do crime. A Corte não descartou totalmente o método, mas deixou claro que ele precisa de limites mais bem definidos.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-impactos-para-empresas-e-investigacoes">Impactos para empresas e investigações</h2>
<p>A decisão não acaba com os mandados de geolocalização, mas estabelece regras mais rígidas para seu uso. Empresas de tecnologia continuam obrigadas a fornecer dados quando há ordem judicial válida, mas o nível de exigência aumentou.</p>
<p>No fim das contas, o julgamento ajusta o equilíbrio entre investigação criminal e proteção de dados pessoais. E, apesar de não encerrar o assunto, deve influenciar como casos parecidos serão tratados nos tribunais americanos daqui em diante.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/29/seguranca/suprema-corte-dos-eua-protege-dados-de-localizacao-de-celulares/">Suprema Corte dos EUA protege dados de localização de celulares</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Falha em rastreadores Tile pode expor localização de milhões de usuários</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/falha-em-rastreadores-tile-pode-expor-localizacao-de-milhoes-de-usuarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Oct 2025 09:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[hacker]]></category>
		<category><![CDATA[localização]]></category>
		<category><![CDATA[Rastreador]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Os rastreadores Tile, usados por milhões de pessoas em todo o mundo para localizar objetos perdidos ou roubados, podem estar colocando seus donos em risco. Uma pesquisa conduzida por especialistas da Georgia Institute of Technology identificou falhas graves no design do dispositivo, que permitem que terceiros coletem informações de localização sem o consentimento dos usuários. As informações são do portal Wired. Segundo a empresa Life360, dona da Tile, mais de 88 milhões de pessoas utilizam os rastreadores. No entanto, os pesquisadores alertam que, devido à ausência de criptografia nos dados transmitidos, tanto criminosos quanto a própria fabricante poderiam rastrear a posição dos dispositivos, contrariando a promessa de privacidade feita pela companhia. Como funcionam os rastreadores Tile Os rastreadores Tile operam de forma semelhante a tags de localização da Apple, Google e Samsung. Eles transmitem sinais via Bluetooth que permitem identificar a posição de objetos como chaves, malas, carteiras, laptops ou até mesmo animais de estimação. Os rastreadores Tile transmitem sinais via Bluetooth que permitem identificar a posição de objetos (Imagem: Ilham Firdaus Yusuf/Shutterstock) Cada dispositivo envia um endereço MAC e um ID único, que teoricamente deveria proteger a privacidade do usuário. O problema é que essas informações são transmitidas sem criptografia, podendo ser interceptadas por qualquer pessoa próxima que possua um receptor compatível, como outro smartphone ou uma antena de radiofrequência. Além disso, os dados também são enviados sem proteção aos servidores da Tile, o que abre a possibilidade de monitoramento em massa. Isso significa que terceiros — ou até mesmo a própria empresa — poderiam, em teoria, acompanhar em tempo real a movimentação de milhões de usuários. Principais falhas identificadas pelos especialistas: Dados transmitidos sem criptografia; Endereço MAC estático que permite rastreamento contínuo; Possibilidade de armazenamento em texto aberto nos servidores da empresa; Vulnerabilidade a ataques de repetição, que podem falsificar a presença de um dispositivo; Sistema de proteção contra stalking facilmente contornado. Risco de abuso e falhas no sistema anti-stalking Um ponto crítico levantado pelos pesquisadores é que o modo de proteção contra perseguição dos rastreadores Tile funciona de maneira menos eficaz que o de concorrentes. Enquanto Apple, Google e Samsung realizam varreduras automáticas para identificar dispositivos desconhecidos acompanhando o usuário, o app da Tile exige que o próprio usuário inicie manualmente uma varredura de 10 minutos — o que reduz a eficiência do recurso. Além disso, a Tile oferece um modo chamado “anti-theft”, pensado para evitar que ladrões descubram se um item possui rastreador. Porém, esse recurso também pode ser explorado por perseguidores, tornando o dispositivo invisível em varreduras contra stalking. Na prática, isso pode permitir que criminosos acompanhem vítimas sem serem detectados. Recurso “anti-theft”, pode ser explorado por perseguidores, tornando o dispositivo invisível em varreduras contra stalking (Imagem: divulgação / Tile) Outro problema apontado é que um invasor pode manipular os sinais não criptografados para simular a presença de um rastreador em outro local, incriminando falsamente usuários inocentes. Resposta da empresa e próximos passos Os pesquisadores afirmam ter comunicado as falhas à Life360 em novembro do ano passado, mas a empresa teria interrompido o diálogo em fevereiro. Em resposta enviada à imprensa, a companhia limitou-se a dizer que realizou “diversas melhorias” desde então, sem detalhar quais. Enquanto isso, especialistas defendem que a solução mais simples seria implementar criptografia nas transmissões dos rastreadores, medida já adotada por outras marcas. Essa mudança impediria a interceptação de dados e reduziria a vulnerabilidade a ataques. Leia mais: O que é um ciberataque e como ele ocorre? Veja exemplos e como se proteger Senhas com biometria são realmente seguras? Veja como se proteger Quem faz muitas tarefas ao mesmo tempo está mais sujeito a golpes O estudo coloca em evidência os riscos de tecnologias cada vez mais presentes no cotidiano, mostrando que dispositivos criados para oferecer conveniência também podem se tornar ferramentas de vigilância indesejada. O post Falha em rastreadores Tile pode expor localização de milhões de usuários apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Os rastreadores Tile, usados por milhões de pessoas em todo o mundo para localizar objetos perdidos ou roubados, podem estar colocando seus donos em risco. Uma pesquisa conduzida por especialistas da Georgia Institute of Technology identificou falhas graves no <a href="https://olhardigital.com.br/tag/design/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">design</a> do dispositivo, que permitem que terceiros coletem informações de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/localizacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">localização</a> sem o consentimento dos usuários. As informações são do portal <a href="https://www.wired.com/story/tile-tracking-tags-can-be-exploited-by-tech-savvy-stalkers-researchers-say/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Wired</a>.</p>
<p>Segundo a empresa Life360, dona da Tile, mais de 88 milhões de pessoas utilizam os <a href="https://olhardigital.com.br/tag/rastreador/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">rastreadores</a>. No entanto, os pesquisadores alertam que, devido à ausência de criptografia nos dados transmitidos, tanto criminosos quanto a própria fabricante poderiam rastrear a posição dos dispositivos, contrariando a promessa de privacidade feita pela companhia.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-funcionam-os-rastreadores-tile">Como funcionam os rastreadores Tile</h2>
<p>Os rastreadores Tile operam de forma semelhante a tags de localização da Apple, Google e Samsung. Eles transmitem sinais via Bluetooth que permitem identificar a posição de objetos como chaves, malas, carteiras, laptops ou até mesmo animais de estimação.</p>
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_2651785917-1-1024x683.jpg" alt="bluetooth" class="wp-image-1184584" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_2651785917-1-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_2651785917-1-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_2651785917-1-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_2651785917-1-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_2651785917-1-2048x1366.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_2651785917-1-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Os rastreadores Tile transmitem sinais via Bluetooth que permitem identificar a posição de objetos (Imagem: Ilham Firdaus Yusuf/Shutterstock)</figcaption></figure>
<p>Cada dispositivo envia um endereço MAC e um ID único, que teoricamente deveria proteger a privacidade do usuário. O problema é que essas informações são transmitidas sem criptografia, podendo ser interceptadas por qualquer pessoa próxima que possua um receptor compatível, como outro smartphone ou uma antena de radiofrequência.</p>
<p>Além disso, os dados também são enviados sem proteção aos servidores da Tile, o que abre a possibilidade de monitoramento em massa. Isso significa que terceiros — ou até mesmo a própria empresa — poderiam, em teoria, acompanhar em tempo real a movimentação de milhões de usuários.</p>
<p><strong>Principais falhas identificadas pelos especialistas:</strong></p>
<ul>
<li>Dados transmitidos sem criptografia;</li>
<li>Endereço MAC estático que permite rastreamento contínuo;</li>
<li>Possibilidade de armazenamento em texto aberto nos servidores da empresa;</li>
<li>Vulnerabilidade a ataques de repetição, que podem falsificar a presença de um dispositivo;</li>
<li>Sistema de proteção contra stalking facilmente contornado.</li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-risco-de-abuso-e-falhas-no-sistema-anti-stalking">Risco de abuso e falhas no sistema anti-stalking</h2>
<p>Um ponto crítico levantado pelos pesquisadores é que o modo de proteção contra perseguição dos rastreadores Tile funciona de maneira menos eficaz que o de concorrentes. Enquanto Apple, Google e Samsung realizam varreduras automáticas para identificar dispositivos desconhecidos acompanhando o usuário, o app da Tile exige que o próprio usuário inicie manualmente uma varredura de 10 minutos — o que reduz a eficiência do recurso.</p>
<p>Além disso, a Tile oferece um modo chamado “anti-theft”, pensado para evitar que ladrões descubram se um item possui rastreador. Porém, esse recurso também pode ser explorado por perseguidores, tornando o dispositivo invisível em varreduras contra stalking. Na prática, isso pode permitir que criminosos acompanhem vítimas sem serem detectados.</p>
<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1000" height="413" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2021/10/tile_linha.jpg" alt="Nova linha de rastreadores Bluetooth Tile" class="wp-image-273297" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2021/10/tile_linha.jpg 1000w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2021/10/tile_linha-300x124.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2021/10/tile_linha-768x317.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2021/10/tile_linha-150x62.jpg 150w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px"><figcaption class="wp-element-caption">Recurso “anti-theft”, pode ser explorado por perseguidores, tornando o dispositivo invisível em varreduras contra stalking (Imagem: divulgação / Tile)</figcaption></figure>
<p>Outro problema apontado é que um invasor pode manipular os sinais não criptografados para simular a presença de um rastreador em outro local, incriminando falsamente usuários inocentes.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-resposta-da-empresa-e-proximos-passos">Resposta da empresa e próximos passos</h2>
<p>Os pesquisadores afirmam ter comunicado as falhas à Life360 em novembro do ano passado, mas a empresa teria interrompido o diálogo em fevereiro. Em resposta enviada à imprensa, a companhia limitou-se a dizer que realizou “diversas melhorias” desde então, sem detalhar quais.</p>
<p>Enquanto isso, especialistas defendem que a solução mais simples seria implementar criptografia nas transmissões dos rastreadores, medida já adotada por outras marcas. Essa mudança impediria a interceptação de dados e reduziria a vulnerabilidade a ataques.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/09/27/seguranca/o-que-e-um-ciberataque-e-como-ele-ocorre-veja-exemplos-e-como-se-proteger/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O que é um ciberataque e como ele ocorre? Veja exemplos e como se proteger</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/09/27/seguranca/senhas-com-biometria-sao-realmente-seguras-veja-como-se-proteger/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Senhas com biometria são realmente seguras? Veja como se proteger</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/09/27/seguranca/quem-faz-muitas-tarefas-ao-mesmo-tempo-esta-mais-sujeito-a-golpes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Quem faz muitas tarefas ao mesmo tempo está mais sujeito a golpes</a></li>
</ul>
<p>O estudo coloca em evidência os riscos de tecnologias cada vez mais presentes no cotidiano, mostrando que dispositivos criados para oferecer conveniência também podem se tornar ferramentas de vigilância indesejada.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/01/seguranca/falha-em-rastreadores-tile-pode-expor-localizacao-de-milhoes-de-usuarios/">Falha em rastreadores Tile pode expor localização de milhões de usuários</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Novo vazamento de dados ameaça privacidade de milhões</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/novo-vazamento-de-dados-ameaca-privacidade-de-milhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jan 2025 00:34:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hackers]]></category>
		<category><![CDATA[localização]]></category>
		<category><![CDATA[privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[vazamento de dados]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/novo-vazamento-de-dados-ameaca-privacidade-de-milhoes/</guid>

					<description><![CDATA[Um vazamento de dados na Gravy Analytics, uma das maiores corretoras de dados de localização do mundo, está colocando em risco a privacidade de milhões de pessoas. Segundo o TechCrunch, dados coletados por aplicativos de smartphones estão, agora, nas mãos de hackers, revelando informações sensíveis sobre onde os usuários vivem, trabalham e viajam. Escala do vazamento de dados Embora a extensão total do incidente ainda não tenha sido confirmada, o hacker já publicou amostra significativa dos dados, que incluem informações de localização de aplicativos de fitness, saúde, namoro, transporte e jogos; Estima-se que a amostra contenha mais de 30 milhões de pontos de dados de localização, abrangendo dispositivos em locais sensíveis, como Casa Branca, Kremlin, Cidade do Vaticano e bases militares ao redor do mundo; A invasão foi divulgada em fórum de cibercrime de acesso restrito, com o hacker afirmando ter roubado vários terabytes de dados; A empresa norueguesa Unacast, que se fundiu à Gravy Analytics em 2023, notificou autoridades de proteção de dados na Noruega e no Reino Unido após descobrir o vazamento em 4 de janeiro; A brecha foi atribuída ao uso indevido de chave de acesso ao ambiente de nuvem da Amazon. Hacker afirma ter roubado vários terabytes de dados (Imagem: Ms. Li/Shutterstock) O incidente reforça os riscos associados à coleta e ao armazenamento massivo de dados de localização por corretoras. Pesquisadores que examinaram os dados vazados alertam que é possível rastrear detalhadamente os movimentos recentes das pessoas. Baptiste Robert, CEO da Predicta Lab, mostrou, ao portal, como os dados permitem identificar indivíduos específicos, como militares em bases russas ou usuários de aplicativos em locais onde a homossexualidade é criminalizada. Esses dados podem ser usados para fins maliciosos, expondo indivíduos a ameaças de segurança e discriminação. A Gravy Analytics obtém grande parte de seus dados por meio de processo conhecido como “real-time bidding” (RTB), usado na publicidade online. Durante esses leilões, informações sobre dispositivos dos usuários, como localização aproximada e modelos de dispositivo, são compartilhadas com anunciantes. Corretoras de dados combinam essas informações com outros dados para construir perfis detalhados dos usuários. Aplicativos populares, como FlightRadar, Grindr e Tinder, negaram relações diretas com a Gravy Analytics, mas reconheceram que exibem anúncios em seus serviços. Isso ilustra como mesmo aplicativos que não compartilham dados diretamente com corretoras podem ter informações dos usuários coletadas de forma indireta. O vazamento aconteceu poucas semanas após a Comissão Federal de Comércio dos EUA (FTC, na sigla em inglês) proibir a Gravy Analytics e sua subsidiária Venntel de coletar e vender dados de localização de estadunidenses sem consentimento. A FTC acusa a empresa de monitorar indivíduos em locais sensíveis, como clínicas de saúde e bases militares. Leia mais: Como saber se meus dados foram vazados na internet? Como saber se você teve dados vazados com o Firefox Monitor Biden vai ordenar padrões mais rigorosos de segurança cibernética Como proteger sua privacidade Organizações, como a Electronic Frontier Foundation, recomendam medidas para minimizar a exposição a esse tipo de vigilância: Use bloqueadores de anúncios: eles impedem o carregamento de códigos de anúncio em sites e aplicativos; Controle as configurações de privacidade do dispositivo: Em dispositivos Apple: desative o rastreamento em “Ajustes” &#62; “Privacidade” &#62; “Rastreamento”; Em dispositivos Android: acesse “Configurações” &#62; “Privacidade” &#62; “Anúncios” e exclua o identificador de publicidade. Restrinja o acesso à localização precisa: apenas conceda permissões a aplicativos quando absolutamente necessário. Vazamento aconteceu poucas semanas após a FTC proibir Gravy Analytics e Venntel de coletar e vender dados de localização de estadunidenses sem consentimento (Imagem: DANIEL CONSTANTE/Shutterstock) O vazamento de dados da Gravy Analytics é um alerta para os riscos associados à coleta massiva de informações pessoais. É essencial que empresas e indivíduos tomem medidas para proteger a privacidade em um mundo cada vez mais digitalizado. O que diz a Gravy Analytics O Olhar Digital entrou em contato com a Gravy Analytics e aguarda retorno. O post Novo vazamento de dados ameaça privacidade de milhões apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Um <strong>vazamento de dados</strong> na Gravy Analytics, uma das maiores corretoras de dados de localização do mundo, <strong>está colocando em risco a privacidade de milhões de pessoas</strong>. Segundo o <em><a href="https://techcrunch.com/2025/01/13/gravy-analytics-data-broker-breach-trove-of-location-data-threatens-privacy-millions/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">TechCrunch</a></em>, dados coletados por aplicativos de smartphones estão, agora, <strong>nas mãos de hackers, revelando informações sensíveis sobre onde os usuários vivem, trabalham e viajam</strong>.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-escala-do-vazamento-de-dados">Escala do vazamento de dados</h2>
<ul>
<li>Embora a extensão total do incidente <strong>ainda não tenha sido confirmada</strong>, o hacker já publicou amostra significativa dos dados, que incluem informações de <strong>localização de aplicativos de fitness, saúde, namoro, transporte e jogos</strong>;</li>
<li>Estima-se que a amostra contenha <strong>mais de 30 milhões de pontos de dados de localização</strong>, abrangendo dispositivos em locais sensíveis, como Casa Branca, Kremlin, Cidade do Vaticano e bases militares ao redor do mundo;</li>
<li>A invasão foi divulgada em fórum de cibercrime de acesso restrito, com o hacker afirmando ter roubado <strong>vários terabytes de dados</strong>;</li>
<li>A empresa norueguesa Unacast, que se fundiu à Gravy Analytics em 2023, notificou autoridades de proteção de dados na Noruega e no Reino Unido após descobrir o vazamento em 4 de janeiro;</li>
<li>A brecha foi atribuída ao <strong>uso indevido de chave de acesso ao ambiente de nuvem da Amazon</strong>.</li>
</ul>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="563" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_1160477962-edited.jpg" alt="Vazamento de dados" class="wp-image-1015523" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_1160477962-edited.jpg 1000w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_1160477962-edited-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_1160477962-edited-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_1160477962-edited-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px"><figcaption class="wp-element-caption">Hacker afirma ter roubado vários terabytes de dados (Imagem: Ms. Li/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<p>O incidente reforça os riscos associados à coleta e ao armazenamento massivo de dados de localização por corretoras. Pesquisadores que examinaram os dados vazados alertam que <strong>é possível rastrear detalhadamente</strong> os movimentos recentes das pessoas.</p>
<p>Baptiste Robert, CEO da Predicta Lab, mostrou, ao portal, como os dados permitem identificar indivíduos específicos, como militares em bases russas ou usuários de aplicativos em locais onde a homossexualidade é criminalizada. Esses dados podem ser usados para fins maliciosos, expondo indivíduos a ameaças de segurança e discriminação.</p>
<p>A Gravy Analytics obtém grande parte de seus dados por meio de processo conhecido como <strong>“real-time bidding” (RTB)</strong>, usado na publicidade online. Durante esses leilões, informações sobre dispositivos dos usuários, como localização aproximada e modelos de dispositivo, <strong>são compartilhadas com anunciantes</strong>. Corretoras de dados combinam essas informações com outros dados para construir perfis detalhados dos usuários.</p>
<p>Aplicativos populares, como <strong>FlightRadar, Grindr e Tinder, negaram relações diretas</strong> com a Gravy Analytics, mas <strong>reconheceram que exibem anúncios em seus serviços</strong>. Isso ilustra como mesmo aplicativos que não compartilham dados diretamente com corretoras podem ter informações dos usuários coletadas de forma indireta.</p>
<p>O vazamento aconteceu poucas semanas após a Comissão Federal de Comércio dos EUA (FTC, na sigla em inglês) <strong>proibir</strong> a Gravy Analytics e sua subsidiária Venntel de <strong>coletar e vender dados de localização de estadunidenses sem consentimento</strong>. A FTC <strong>acusa</strong> a empresa de <strong>monitorar indivíduos em locais sensíveis</strong>, como clínicas de saúde e bases militares.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2024/02/14/dicas-e-tutoriais/como-saber-se-meus-dados-foram-vazados-na-internet/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Como saber se meus dados foram vazados na internet?</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2019/06/05/dicas-e-tutoriais/como-saber-se-voce-teve-dados-vazados-com-o-firefox-monitor/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Como saber se você teve dados vazados com o Firefox Monitor</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/01/13/seguranca/biden-vai-ordenar-padroes-mais-rigorosos-de-seguranca-cibernetica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Biden vai ordenar padrões mais rigorosos de segurança cibernética</a></li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-proteger-sua-privacidade">Como proteger sua privacidade</h2>
<p>Organizações, como a Electronic Frontier Foundation, recomendam medidas para <strong>minimizar a exposição a esse tipo de vigilância</strong>:</p>
<ul>
<li><strong>Use bloqueadores de anúncios</strong>: eles impedem o carregamento de códigos de anúncio em sites e aplicativos;</li>
<li><strong>Controle as configurações de privacidade do dispositivo</strong>:
<ul>
<li><strong>Em dispositivos Apple</strong>: desative o rastreamento em “Ajustes” &gt; “Privacidade” &gt; “Rastreamento”;</li>
<li><strong>Em dispositivos Android</strong>: acesse “Configurações” &gt; “Privacidade” &gt; “Anúncios” e exclua o identificador de publicidade.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Restrinja o acesso à localização precisa</strong>: apenas conceda permissões a aplicativos quando absolutamente necessário.</li>
</ul>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" width="640" height="853" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2022/11/cropped-shutterstock_1621499698.jpg" alt="Smart,Phone,With,The,Whatsapp,Logo,,Under,The,Concept,Of" class="wp-image-455101" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/11/cropped-shutterstock_1621499698.jpg 640w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/11/cropped-shutterstock_1621499698-225x300.jpg 225w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/11/cropped-shutterstock_1621499698-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px"><figcaption class="wp-element-caption">Vazamento aconteceu poucas semanas após a FTC proibir Gravy Analytics e Venntel de coletar e vender dados de localização de estadunidenses sem consentimento (Imagem: DANIEL CONSTANTE/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<p>O vazamento de dados da Gravy Analytics <strong>é um alerta</strong> para os riscos associados à coleta massiva de informações pessoais. <strong>É essencial</strong> que empresas e indivíduos tomem medidas para proteger a privacidade em um mundo cada vez mais digitalizado.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-que-diz-a-gravy-analytics">O que diz a Gravy Analytics</h2>
<p>O <strong>Olhar Digital</strong> entrou em contato com a Gravy Analytics e aguarda retorno.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/01/13/seguranca/novo-vazamento-de-dados-ameaca-privacidade-de-milhoes/">Novo vazamento de dados ameaça privacidade de milhões</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Novo vazamento de dados ameaça privacidade de milhões</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/novo-vazamento-de-dados-ameaca-privacidade-de-milhoes-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jan 2025 00:34:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hackers]]></category>
		<category><![CDATA[localização]]></category>
		<category><![CDATA[privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[vazamento de dados]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/novo-vazamento-de-dados-ameaca-privacidade-de-milhoes-2/</guid>

					<description><![CDATA[Um vazamento de dados na Gravy Analytics, uma das maiores corretoras de dados de localização do mundo, está colocando em risco a privacidade de milhões de pessoas. Segundo o TechCrunch, dados coletados por aplicativos de smartphones estão, agora, nas mãos de hackers, revelando informações sensíveis sobre onde os usuários vivem, trabalham e viajam. Escala do vazamento de dados Embora a extensão total do incidente ainda não tenha sido confirmada, o hacker já publicou amostra significativa dos dados, que incluem informações de localização de aplicativos de fitness, saúde, namoro, transporte e jogos; Estima-se que a amostra contenha mais de 30 milhões de pontos de dados de localização, abrangendo dispositivos em locais sensíveis, como Casa Branca, Kremlin, Cidade do Vaticano e bases militares ao redor do mundo; A invasão foi divulgada em fórum de cibercrime de acesso restrito, com o hacker afirmando ter roubado vários terabytes de dados; A empresa norueguesa Unacast, que se fundiu à Gravy Analytics em 2023, notificou autoridades de proteção de dados na Noruega e no Reino Unido após descobrir o vazamento em 4 de janeiro; A brecha foi atribuída ao uso indevido de chave de acesso ao ambiente de nuvem da Amazon. Hacker afirma ter roubado vários terabytes de dados (Imagem: Ms. Li/Shutterstock) O incidente reforça os riscos associados à coleta e ao armazenamento massivo de dados de localização por corretoras. Pesquisadores que examinaram os dados vazados alertam que é possível rastrear detalhadamente os movimentos recentes das pessoas. Baptiste Robert, CEO da Predicta Lab, mostrou, ao portal, como os dados permitem identificar indivíduos específicos, como militares em bases russas ou usuários de aplicativos em locais onde a homossexualidade é criminalizada. Esses dados podem ser usados para fins maliciosos, expondo indivíduos a ameaças de segurança e discriminação. A Gravy Analytics obtém grande parte de seus dados por meio de processo conhecido como “real-time bidding” (RTB), usado na publicidade online. Durante esses leilões, informações sobre dispositivos dos usuários, como localização aproximada e modelos de dispositivo, são compartilhadas com anunciantes. Corretoras de dados combinam essas informações com outros dados para construir perfis detalhados dos usuários. Aplicativos populares, como FlightRadar, Grindr e Tinder, negaram relações diretas com a Gravy Analytics, mas reconheceram que exibem anúncios em seus serviços. Isso ilustra como mesmo aplicativos que não compartilham dados diretamente com corretoras podem ter informações dos usuários coletadas de forma indireta. O vazamento aconteceu poucas semanas após a Comissão Federal de Comércio dos EUA (FTC, na sigla em inglês) proibir a Gravy Analytics e sua subsidiária Venntel de coletar e vender dados de localização de estadunidenses sem consentimento. A FTC acusa a empresa de monitorar indivíduos em locais sensíveis, como clínicas de saúde e bases militares. Leia mais: Como saber se meus dados foram vazados na internet? Como saber se você teve dados vazados com o Firefox Monitor Biden vai ordenar padrões mais rigorosos de segurança cibernética Como proteger sua privacidade Organizações, como a Electronic Frontier Foundation, recomendam medidas para minimizar a exposição a esse tipo de vigilância: Use bloqueadores de anúncios: eles impedem o carregamento de códigos de anúncio em sites e aplicativos; Controle as configurações de privacidade do dispositivo: Em dispositivos Apple: desative o rastreamento em “Ajustes” &#62; “Privacidade” &#62; “Rastreamento”; Em dispositivos Android: acesse “Configurações” &#62; “Privacidade” &#62; “Anúncios” e exclua o identificador de publicidade. Restrinja o acesso à localização precisa: apenas conceda permissões a aplicativos quando absolutamente necessário. Vazamento aconteceu poucas semanas após a FTC proibir Gravy Analytics e Venntel de coletar e vender dados de localização de estadunidenses sem consentimento (Imagem: DANIEL CONSTANTE/Shutterstock) O vazamento de dados da Gravy Analytics é um alerta para os riscos associados à coleta massiva de informações pessoais. É essencial que empresas e indivíduos tomem medidas para proteger a privacidade em um mundo cada vez mais digitalizado. O que diz a Gravy Analytics O Olhar Digital entrou em contato com a Gravy Analytics e aguarda retorno. O post Novo vazamento de dados ameaça privacidade de milhões apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Um <strong>vazamento de dados</strong> na Gravy Analytics, uma das maiores corretoras de dados de localização do mundo, <strong>está colocando em risco a privacidade de milhões de pessoas</strong>. Segundo o <em><a href="https://techcrunch.com/2025/01/13/gravy-analytics-data-broker-breach-trove-of-location-data-threatens-privacy-millions/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">TechCrunch</a></em>, dados coletados por aplicativos de smartphones estão, agora, <strong>nas mãos de hackers, revelando informações sensíveis sobre onde os usuários vivem, trabalham e viajam</strong>.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-escala-do-vazamento-de-dados">Escala do vazamento de dados</h2>
<ul>
<li>Embora a extensão total do incidente <strong>ainda não tenha sido confirmada</strong>, o hacker já publicou amostra significativa dos dados, que incluem informações de <strong>localização de aplicativos de fitness, saúde, namoro, transporte e jogos</strong>;</li>
<li>Estima-se que a amostra contenha <strong>mais de 30 milhões de pontos de dados de localização</strong>, abrangendo dispositivos em locais sensíveis, como Casa Branca, Kremlin, Cidade do Vaticano e bases militares ao redor do mundo;</li>
<li>A invasão foi divulgada em fórum de cibercrime de acesso restrito, com o hacker afirmando ter roubado <strong>vários terabytes de dados</strong>;</li>
<li>A empresa norueguesa Unacast, que se fundiu à Gravy Analytics em 2023, notificou autoridades de proteção de dados na Noruega e no Reino Unido após descobrir o vazamento em 4 de janeiro;</li>
<li>A brecha foi atribuída ao <strong>uso indevido de chave de acesso ao ambiente de nuvem da Amazon</strong>.</li>
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<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="563" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_1160477962-edited.jpg" alt="Vazamento de dados" class="wp-image-1015523" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_1160477962-edited.jpg 1000w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_1160477962-edited-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_1160477962-edited-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_1160477962-edited-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px"><figcaption class="wp-element-caption">Hacker afirma ter roubado vários terabytes de dados (Imagem: Ms. Li/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<p>O incidente reforça os riscos associados à coleta e ao armazenamento massivo de dados de localização por corretoras. Pesquisadores que examinaram os dados vazados alertam que <strong>é possível rastrear detalhadamente</strong> os movimentos recentes das pessoas.</p>
<p>Baptiste Robert, CEO da Predicta Lab, mostrou, ao portal, como os dados permitem identificar indivíduos específicos, como militares em bases russas ou usuários de aplicativos em locais onde a homossexualidade é criminalizada. Esses dados podem ser usados para fins maliciosos, expondo indivíduos a ameaças de segurança e discriminação.</p>
<p>A Gravy Analytics obtém grande parte de seus dados por meio de processo conhecido como <strong>“real-time bidding” (RTB)</strong>, usado na publicidade online. Durante esses leilões, informações sobre dispositivos dos usuários, como localização aproximada e modelos de dispositivo, <strong>são compartilhadas com anunciantes</strong>. Corretoras de dados combinam essas informações com outros dados para construir perfis detalhados dos usuários.</p>
<p>Aplicativos populares, como <strong>FlightRadar, Grindr e Tinder, negaram relações diretas</strong> com a Gravy Analytics, mas <strong>reconheceram que exibem anúncios em seus serviços</strong>. Isso ilustra como mesmo aplicativos que não compartilham dados diretamente com corretoras podem ter informações dos usuários coletadas de forma indireta.</p>
<p>O vazamento aconteceu poucas semanas após a Comissão Federal de Comércio dos EUA (FTC, na sigla em inglês) <strong>proibir</strong> a Gravy Analytics e sua subsidiária Venntel de <strong>coletar e vender dados de localização de estadunidenses sem consentimento</strong>. A FTC <strong>acusa</strong> a empresa de <strong>monitorar indivíduos em locais sensíveis</strong>, como clínicas de saúde e bases militares.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2024/02/14/dicas-e-tutoriais/como-saber-se-meus-dados-foram-vazados-na-internet/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Como saber se meus dados foram vazados na internet?</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2019/06/05/dicas-e-tutoriais/como-saber-se-voce-teve-dados-vazados-com-o-firefox-monitor/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Como saber se você teve dados vazados com o Firefox Monitor</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/01/13/seguranca/biden-vai-ordenar-padroes-mais-rigorosos-de-seguranca-cibernetica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Biden vai ordenar padrões mais rigorosos de segurança cibernética</a></li>
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<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-proteger-sua-privacidade">Como proteger sua privacidade</h2>
<p>Organizações, como a Electronic Frontier Foundation, recomendam medidas para <strong>minimizar a exposição a esse tipo de vigilância</strong>:</p>
<ul>
<li><strong>Use bloqueadores de anúncios</strong>: eles impedem o carregamento de códigos de anúncio em sites e aplicativos;</li>
<li><strong>Controle as configurações de privacidade do dispositivo</strong>:
<ul>
<li><strong>Em dispositivos Apple</strong>: desative o rastreamento em “Ajustes” &gt; “Privacidade” &gt; “Rastreamento”;</li>
<li><strong>Em dispositivos Android</strong>: acesse “Configurações” &gt; “Privacidade” &gt; “Anúncios” e exclua o identificador de publicidade.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Restrinja o acesso à localização precisa</strong>: apenas conceda permissões a aplicativos quando absolutamente necessário.</li>
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<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" width="640" height="853" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2022/11/cropped-shutterstock_1621499698.jpg" alt="Smart,Phone,With,The,Whatsapp,Logo,,Under,The,Concept,Of" class="wp-image-455101" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/11/cropped-shutterstock_1621499698.jpg 640w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/11/cropped-shutterstock_1621499698-225x300.jpg 225w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/11/cropped-shutterstock_1621499698-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px"><figcaption class="wp-element-caption">Vazamento aconteceu poucas semanas após a FTC proibir Gravy Analytics e Venntel de coletar e vender dados de localização de estadunidenses sem consentimento (Imagem: DANIEL CONSTANTE/Shutterstock)</figcaption></figure>
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<p>O vazamento de dados da Gravy Analytics <strong>é um alerta</strong> para os riscos associados à coleta massiva de informações pessoais. <strong>É essencial</strong> que empresas e indivíduos tomem medidas para proteger a privacidade em um mundo cada vez mais digitalizado.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-que-diz-a-gravy-analytics">O que diz a Gravy Analytics</h2>
<p>O <strong>Olhar Digital</strong> entrou em contato com a Gravy Analytics e aguarda retorno.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/01/13/seguranca/novo-vazamento-de-dados-ameaca-privacidade-de-milhoes/">Novo vazamento de dados ameaça privacidade de milhões</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
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