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	<title>polícia federal &#8211; Infratic</title>
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	<title>polícia federal &#8211; Infratic</title>
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		<title>Polícia Federal vai investigar falso alerta enviado pela Defesa Civil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 11:19:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[alerta]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal será responsável por investigar uma invasão ao sistema de alertas emergenciais da Defesa Civil Nacional. Na madrugada deste sábado (20), moradores de várias regiões do país, entre eles os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, receberam um falso alerta em seus celulares. A notificação, que é acompanhada de um alerta sonoro, sobrepõe conteúdos e toca mesmo com o aparelho no modo silencioso. Nesse caso, ela trazia uma mensagem de “Alerta Extremo” e a palavra “misantropia”, o que deixou muita gente confusa. Plataforma foi tirada do ar Logo após o ocorrido, a Defesa Civil Nacional esclareceu que não havia nenhuma situação de risco meteorológico ou de desastre natural em andamento no Brasil. E informou que a plataforma de envio de alerta emergenciais havia sido alvo de uma invasão cibernética. O disparo indevido foi realizado por meio da tecnologia Cell Broadcast, uma plataforma federal desenvolvida pela Anatel e pelo Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres, que envia mensagens instantâneas para aparelhos em uma área geográfica específica. Os órgãos também apuram o caso. Por conta do episódio, a plataforma de envio de alertas foi tirada do ar ainda durante a madrugada. Técnicos de segurança do governo federal e das operadoras de telefonia realizaram uma varredura para identificar a vulnerabilidade utilizada e reforçar as barreiras digitais contra novos ataques. https://x.com/defesacivilbr/status/2068203470960706022 Confira a nota divulgada pela Defesa Civil Nacional: “A plataforma de envio do Defesa Civil Alerta foi tirada do ar às 1h30 da madrugada deste sábado (20/6), após ter sofrido uma invasão e disparado um alerta para diversas regiões do país, ordenado remotamente por alguém alheio ao Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil. A mensagem disparada foi do tipo Alerta Extremo e continha a palavra “misantropia” — que significa ódio à humanidade. Provavelmente se trata de um ataque hacker. A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional acionará a Polícia Federal e tomará as providências para religar o sistema o mais rapidamente possível, quando todas as condições de segurança forem restabelecidas”. O post Polícia Federal vai investigar falso alerta enviado pela Defesa Civil apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p class="text-cinza text-[20px] leading-7.5">A <a href="https://olhardigital.com.br/tag/policia-federal/" target="_blank" rel="noopener">Polícia Federal</a> será responsável por investigar uma invasão ao sistema de alertas emergenciais da <a href="https://olhardigital.com.br/tag/defesa-civil/" target="_blank" rel="noopener">Defesa Civil</a> Nacional. Na madrugada deste sábado (20), moradores de várias regiões do país, entre eles os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, receberam um falso alerta em seus celulares.</p>
<p>A notificação, que é acompanhada de um alerta sonoro, sobrepõe conteúdos e toca mesmo com o aparelho no modo silencioso. Nesse caso, ela trazia uma mensagem de “Alerta Extremo” e a palavra “misantropia”, o que deixou muita gente confusa.</p>
<h2><strong>Plataforma foi tirada do ar</strong></h2>
<ul>
<li class="text-cinza text-[20px] leading-7.5">Logo após o ocorrido, a Defesa Civil Nacional esclareceu que não havia nenhuma situação de risco meteorológico ou de desastre natural em andamento no Brasil.</li>
<li class="text-cinza text-[20px] leading-7.5">E informou que a plataforma de envio de alerta emergenciais havia sido alvo de uma invasão cibernética.</li>
<li>O disparo indevido foi realizado por meio da tecnologia Cell Broadcast, uma plataforma federal desenvolvida pela Anatel e pelo Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres, que envia mensagens instantâneas para aparelhos em uma área geográfica específica.</li>
<li>Os órgãos também apuram o caso.</li>
<li>Por conta do episódio, a plataforma de envio de alertas foi tirada do ar ainda durante a madrugada.</li>
<li>Técnicos de segurança do governo federal e das operadoras de telefonia realizaram uma varredura para identificar a vulnerabilidade utilizada e reforçar as barreiras digitais contra novos ataques.</li>
</ul>
<p class="text-cinza text-[20px] leading-7.5"><a href="https://x.com/defesacivilbr/status/2068203470960706022">https://x.com/defesacivilbr/status/2068203470960706022</a></p>
<h2><strong>Confira a nota divulgada pela Defesa Civil Nacional:</strong></h2>
<p>“A plataforma de envio do Defesa Civil Alerta foi tirada do ar às 1h30 da madrugada deste sábado (20/6), após ter sofrido uma invasão e disparado um alerta para diversas regiões do país, ordenado remotamente por alguém alheio ao Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil.</p>
<p>A mensagem disparada foi do tipo Alerta Extremo e continha a palavra “misantropia” — que significa ódio à humanidade. Provavelmente se trata de um ataque hacker.</p>
<p>A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional acionará a Polícia Federal e tomará as providências para religar o sistema o mais rapidamente possível, quando todas as condições de segurança forem restabelecidas”.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/20/seguranca/policia-federal-vai-investigar-falso-alerta-enviado-pela-defesa-civil/">Polícia Federal vai investigar falso alerta enviado pela Defesa Civil</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Celular não esquece: como a polícia extrai dados de aparelhos apreendidos?</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/celular-nao-esquece-como-a-policia-extrai-dados-de-aparelhos-apreendidos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 12:37:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[polícia federal]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Programas de quebra de senha e extração de dados têm se tornado peças centrais em investigações criminais no Brasil. A Polícia Federal (PF) utiliza recursos para recuperar mensagens, documentos, fotos e outros registros (inclusive conteúdos apagados) em celulares apreendidos. Um exemplo recente foi a operação que expôs um esquema de lavagm de dinheiro suspeito de movimentar cerca de R$ 1,6 bilhão, que culminou na prisão de MC Ryan SP e MC Poze do Rodo. Segundo a PF, o ponto de partida foi a análise de arquivos armazenados no iCloud de um dos envolvidos, permitindo cruzar extratos bancários, conversas e documentos financeiros. O processo também foi fundamental no caso do Banco Master, expondo conversas entre o CEO Daniel Vorcaro e outros envolvidos. O acesso às informações presentes em um aparelho apreendido funciona de diferentes formas. Quando o aparelho está desbloqueado, a coleta pode ser feita diretamente no dispositivo. Em outros cenários, é necessário obter autorização judicial para que empresas como Google e Apple forneçam dados armazenados em seus servidores. Os números mostram a frequência desse tipo de solicitação. Apenas entre janeiro e junho de 2025, o Google recebeu mais de 38 mil pedidos de dados de usuários por parte de autoridades brasileiras, atendendo a cerca de 77% deles. No mesmo período, a Apple respondeu a 79% dos mais de 7.500 pedidos relacionados a dispositivos e a 81% das 3.678 requisições envolvendo dados em nuvem. Além da nuvem, a perícia digital também recorre a softwares especializados capazes de extrair informações diretamente dos celulares. Ferramentas como Cellebrite UFED e Magnet Greykey, de uso restrito a autoridades, conseguem acessar históricos de aplicativos como WhatsApp e Telegram. Em certos casos, também é possível recuperar dados que foram apagados pelo usuário. Isso acontece porque a análise não se limita ao conteúdo visível. Esses programas atuam em níveis mais profundos do sistema, examinando bancos de dados e registros armazenados na memória do aparelho. Polícia Federal tem acesso a programas restritos a autoridades – Imagem: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil Como a polícia extrai os dados do celular apreendido Antes de tudo, é preciso superar uma etapa crítica: o desbloqueio do dispositivo. Quando a senha não é fornecida pelo proprietário, especialistas tentam explorar vulnerabilidades específicas do modelo para contornar a proteção. Esse processo leva tempo. Após o acesso, os dados são extraídos em diferentes níveis de profundidade. Marcos Monteiro, presidente da Associação Nacional dos Peritos em Computação Forense (Apecof), explicou ao g1 os quatro tipos de extração: Extração lógica: usa o sistema operacional para acessar dados mais simples, como contatos, registros de chamadas e fotos; Extração lógica avançada: usa o sistema para extrair ainda mais dados, como banco de dados de aplicativos e informações temporárias; Extração em sistemas de arquivos: nesse caso, é possível chegar a arquivos ocultos e registros presentes dentro do código do aparelho; Extração física: recupera uma quantidade maior de dados, incluindo aqueles que ficam na memória do celular. Segundo Monteiro, o celular pode ser submetido a mais de um tipo de extração. A análise do material obtido é feita com ferramentas específicas, como o IPED (Indexador e Processador de Evidências Digitais), desenvolvido por peritos da própria PF. O software organiza grandes volumes de dados e permite buscas por padrões, como valores financeiros ou números de identificação. Mesmo mensagens com recursos de privacidade reforçada podem ser acessadas nesse contexto, como conteúdos em visualização única. Aplicativos de mensagens têm criptografia de ponta a ponta – Imagem: Samuel Boivin / Shutterstock E as mensagens no WhatsApp e Telegram? Aplicativos de mensagens, como WhatsApp e Telegram, utilizam criptografia para proteger comunicações durante o envio. No entanto, essa camada de segurança não impede o acesso aos dados quando o dispositivo já foi comprometido. Segundo o Telegram, “uma vez que a segurança do sistema operacional subjacente é contornada, o invasor essencialmente obtém o mesmo acesso que o proprietário do aparelho”. O post Celular não esquece: como a polícia extrai dados de aparelhos apreendidos? apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Programas de quebra de senha e extração de dados têm se tornado peças centrais em investigações criminais no Brasil. A Polícia Federal (PF) utiliza recursos para recuperar mensagens, documentos, fotos e outros registros (inclusive conteúdos apagados) em celulares apreendidos.</p>
<p>Um exemplo recente foi a operação que expôs um esquema de lavagm de dinheiro suspeito de movimentar cerca de R$ 1,6 bilhão, que culminou na prisão de MC Ryan SP e MC Poze do Rodo. Segundo a PF, o ponto de partida foi a <a href="https://olhardigital.com.br/2026/04/16/pro/backup-do-icloud-ajudou-a-chegar-em-esquema-criminoso-envolvendo-mc-ryan-sp-e-mc-poze/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">análise de arquivos armazenados no iCloud</a> de um dos envolvidos, permitindo cruzar extratos bancários, conversas e documentos financeiros. </p>
<p>O processo também foi fundamental no caso do Banco Master, expondo conversas entre o CEO Daniel Vorcaro e outros envolvidos.</p>
<p>O acesso às informações presentes em um aparelho apreendido funciona de diferentes formas. Quando o aparelho está desbloqueado, a coleta pode ser feita diretamente no dispositivo. Em outros cenários, é necessário obter autorização judicial para que empresas como Google e Apple forneçam dados armazenados em seus servidores.</p>
<p>Os números mostram a frequência desse tipo de solicitação. Apenas entre janeiro e junho de 2025, o Google recebeu mais de 38 mil pedidos de dados de usuários por parte de autoridades brasileiras, atendendo a cerca de 77% deles. No mesmo período, a Apple respondeu a 79% dos mais de 7.500 pedidos relacionados a dispositivos e a 81% das 3.678 requisições envolvendo dados em nuvem.</p>
<p>Além da nuvem, a perícia digital também recorre a softwares especializados capazes de extrair informações diretamente dos celulares. Ferramentas como Cellebrite UFED e Magnet Greykey, de uso restrito a autoridades, conseguem acessar históricos de aplicativos como WhatsApp e Telegram. Em certos casos, também é possível recuperar dados que foram apagados pelo usuário.</p>
<p>Isso acontece porque a análise não se limita ao conteúdo visível. Esses programas atuam em níveis mais profundos do sistema, examinando bancos de dados e registros armazenados na memória do aparelho.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Destaque-Policia-Federal-1024x576.jpg" alt="Fachada de prédios da Polícia Federal" class="wp-image-1246824" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Destaque-Policia-Federal-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Destaque-Policia-Federal-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Destaque-Policia-Federal-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Destaque-Policia-Federal-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Destaque-Policia-Federal-2048x1152.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Destaque-Policia-Federal-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Destaque-Policia-Federal-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Destaque-Policia-Federal-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Polícia Federal tem acesso a programas restritos a autoridades – Imagem: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-a-policia-extrai-os-dados-do-celular-apreendido">Como a polícia extrai os dados do celular apreendido</h2>
<p>Antes de tudo, é preciso superar uma etapa crítica: o desbloqueio do dispositivo. Quando a senha não é fornecida pelo proprietário, especialistas tentam explorar vulnerabilidades específicas do modelo para contornar a proteção. Esse processo leva tempo.</p>
<p>Após o acesso, os dados são extraídos em diferentes níveis de profundidade. Marcos Monteiro, presidente da Associação Nacional dos Peritos em Computação Forense (Apecof), explicou ao <em><a href="https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2026/04/17/como-policiais-recuperam-conversas-e-arquivos-do-celular-e-da-nuvem-de-investigados.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">g1 </a></em>os quatro tipos de extração:</p>
<ul>
<li>Extração lógica: usa o sistema operacional para acessar dados mais simples, como contatos, registros de chamadas e fotos;</li>
<li>Extração lógica avançada: usa o sistema para extrair ainda mais dados, como banco de dados de aplicativos e informações temporárias;</li>
<li>Extração em sistemas de arquivos: nesse caso, é possível chegar a arquivos ocultos e registros presentes dentro do código do aparelho;</li>
<li>Extração física: recupera uma quantidade maior de dados, incluindo aqueles que ficam na memória do celular.</li>
</ul>
<p>Segundo Monteiro, o celular pode ser submetido a mais de um tipo de extração. </p>
<p>A análise do material obtido é feita com ferramentas específicas, como o IPED (Indexador e Processador de Evidências Digitais), desenvolvido por peritos da própria PF. O software organiza grandes volumes de dados e permite buscas por padrões, como valores financeiros ou números de identificação. </p>
<p>Mesmo mensagens com recursos de privacidade reforçada podem ser acessadas nesse contexto, como conteúdos em visualização única.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="681" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-2-1024x681.jpg" alt="Logo do WhatsApp exibido na tela de um smartphone, com ícones de cadeado e escudo desfocados ao fundo" class="wp-image-1298805" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-2-1024x681.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-2-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-2-768x511.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-2-1536x1021.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-2-150x100.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-2.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Aplicativos de mensagens têm criptografia de ponta a ponta – Imagem: Samuel Boivin / Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-e-as-mensagens-no-whatsapp-e-telegram">E as mensagens no WhatsApp e Telegram?</h2>
<p>Aplicativos de mensagens, como WhatsApp e Telegram, utilizam criptografia para proteger comunicações durante o envio. No entanto, essa camada de segurança não impede o acesso aos dados quando o dispositivo já foi comprometido. </p>
<p>Segundo o Telegram, “uma vez que a segurança do sistema operacional subjacente é contornada, o invasor essencialmente obtém o mesmo acesso que o proprietário do aparelho”.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/04/17/seguranca/celular-nao-esquece-como-a-policia-extrai-dados-de-aparelhos-apreendidos/">Celular não esquece: como a polícia extrai dados de aparelhos apreendidos?</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>WhatsApp: como a PF reverteu mensagens de visualização única de Moraes para Vorcaro?</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/whatsapp-como-a-pf-reverteu-mensagens-de-visualizacao-unica-de-moraes-para-vorcaro-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 15:50:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[banco master]]></category>
		<category><![CDATA[cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[polícia federal]]></category>
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		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[tira-dúvidas]]></category>
		<category><![CDATA[visualização única]]></category>
		<category><![CDATA[WhatsApp]]></category>
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					<description><![CDATA[Na semana passada, o jornal O Globo divulgou que o ministro Alexandre de Moraes havia trocado mensagens pelo WhatsApp com o empresário Daniel Vorcaro, anteriormente dono do já liquidado Banco Master. Mas se as mensagens do ministro foram enviados por visualização única, como a Polícia Federal conseguiu obtê-las? O Olhar Digital apurou a informação e trouxe os dados aqui para responder a essa e outras dúvidas. Confira os parágrafos a seguir. Entenda o contexto: veja a linha do tempo Instituição financeira não pode mais operar, mas clientes ainda precisam pagar seus débitos (Imagem: Divulgação/Master) Em 17 de novembro do ano passado, o empresário Daniel Vorcaro foi preso preventivamente enquanto tentava sair do país. No dia seguinte, o Banco Central divulgou publicamente a liquidação do Banco Master, instituição outrora regida por Vorcaro. Uma vez preso, os pertences de Daniel foram confiscados pela Polícia Federal. Embora tenha sido liberado dias depois, seu celular permaneceu apreendido pela PF. Daniel Vorcaro (Reprodução: Esfera Brasil) Em 4 de março, na última quarta-feira, Daniel Vorcaro foi novamente preso sob a suspeita de obstrução nas investigações da PF. Dois dias depois, na sexta-feira (06), a jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo, publicou uma matéria na qual informa que a PF analisou os dados presentes nos celulares de Daniel e entendeu que ele havia trocado mensagens com o ministro Alexandre de Moraes. Segundo as informações da reportagem, os dois trocaram mensagens ao longo do dia de 17 de novembro de 2025 até pouco antes de Vorcaro ser preso e ter o celular apreendido. Nos dados analisados pela perícia da PF, segundo O Globo, Moares havia enviado algumas mensagens configuradas como de “visualização única” via WhatsApp. Após a repercussão da matéria na mídia, o Supremo Tribunal Federal emitiu uma nota oficial na qual nega que o ministro Alexandre de Moraes tenha sido o verdadeiro destinatário das mensagens emitidas por Vorcaro. Também, informam que houve vazamento e má interpretação do material pericial. Agora, o jornal O Globo mantém as informações que havia compartilhado antes de que não apenas o destinatário era Moraes, como também que a PF descobriu isso após usar um software que mostra as mensagens de visualização única recebidas no dispositivo de Vorcaro. Leia mais: O que é e como fazer uma foto de visualização única no WhatsApp? 10 truques escondidos no WhatsApp que você deveria aprender Como usar o WhatsApp em dois dispositivos diferentes Como a PF reverteu mensagens de visualização única entre Moraes para Vorcaro? (Imagem: Ink Drop/Shutterstock) Na verdade, é incorreto dizer que a Polícia Federal “reverteu” a visualização única das mensagens. Isso porque, nessa lógica, significaria dizer que as mensagens anteriormente ocultadas teriam voltado à tona após alterações de software e não foi isso o que aconteceu. Quando o celular de Vorcaro recebeu mensagens de visualização única, embora o conteúdo tivesse sido apagado no chat após o empresário ler o conteúdo enviado, os dados da mensagem permanecem salvos no dispositivo. O que a PF fez, em verdade, foi utilizar softwares de perícia digital, responsáveis por acessar dados ocultos de um dispositivo de maneira que outros métodos (como uma busca manual em pastas de arquivos) não são capazes de encontrar. Ou seja, embora a mensagem de visualização única tenha sumido no chat, os dados digitais dela ficam no dispositivo por algum tempo, mas só são acessados por programas utilizados por peritos da polícia. Alguns desses apps podem ser Cellebrite UFED, Oxygen Forensic Detective, GrayKey, dentre outros. São softwares criados por empresas de segurança digital e vendidos exclusivamente para governos e órgãos de investigação (como a PF), de maneira que o consumidor/usuário comum não tem acesso. Apesar de úteis, eles têm limites: os dados ocultos só podem ser acessados se ainda não foram subescritos. Além disso, embora seja possível acessar alguns dados, nem sempre é possível acessar tudo. Na reportagem do Globo, só é informado que as mensagens foram analisadas pela perícia, mas não diz o que foi encontrado. O post WhatsApp: como a PF reverteu mensagens de visualização única de Moraes para Vorcaro? apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Na semana passada, o jornal O Globo divulgou que o ministro Alexandre de Moraes havia trocado mensagens pelo WhatsApp com o empresário <a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/19/dicas-e-tutoriais/como-pedir-recuperacao-no-fgc-apos-a-liquidacao-do-banco-master/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Daniel Vorcaro</a>, anteriormente dono do já liquidado <a href="https://olhardigital.com.br/2026/02/18/pro/quais-bancos-e-fintechs-faziam-parte-do-ecossistema-do-banco-master/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Banco Master</a>. Mas se as mensagens do ministro foram enviados por visualização única, como a Polícia Federal conseguiu obtê-las?</p>
<p>O <strong>Olhar Digital</strong> apurou a informação e trouxe os dados aqui para responder a essa e outras dúvidas. Confira os parágrafos a seguir.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-entenda-o-contexto-veja-a-linha-do-tempo">Entenda o contexto: veja a linha do tempo</h2>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="566" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/11/banco_master-1024x566.png" alt="Fachada do Banco Master" class="wp-image-1219191" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/banco_master-1024x566.png 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/banco_master-300x166.png 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/banco_master-768x425.png 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/banco_master-1536x849.png 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/banco_master-150x83.png 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/banco_master.png 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Instituição financeira não pode mais operar, mas clientes ainda precisam pagar seus débitos (Imagem: Divulgação/Master)</figcaption></figure>
</div>
<p>Em 17 de novembro do ano passado, o empresário Daniel Vorcaro foi preso preventivamente enquanto tentava sair do país. No dia seguinte, o Banco Central <a href="https://www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/banco-master-liquidacao" target="_blank" rel="noreferrer noopener">divulgou publicamente</a> a liquidação do Banco Master, instituição outrora regida por Vorcaro.</p>
<p>Uma vez preso, os pertences de Daniel foram confiscados pela Polícia Federal. Embora tenha sido liberado dias depois, seu celular permaneceu apreendido pela PF.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/03/daniel-vorcaro-em-palestra-1024x683.jpeg" alt="" class="wp-image-1273726" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/03/daniel-vorcaro-em-palestra-1024x683.jpeg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/03/daniel-vorcaro-em-palestra-300x200.jpeg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/03/daniel-vorcaro-em-palestra-768x512.jpeg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/03/daniel-vorcaro-em-palestra-1536x1024.jpeg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/03/daniel-vorcaro-em-palestra-2048x1365.jpeg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/03/daniel-vorcaro-em-palestra-150x100.jpeg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Daniel Vorcaro (Reprodução: Esfera Brasil)</figcaption></figure>
</div>
<p>Em 4 de março, na última quarta-feira, Daniel Vorcaro foi novamente preso sob a suspeita de obstrução nas investigações da PF. Dois dias depois, na sexta-feira (06), a jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo, publicou uma matéria na qual informa que a PF analisou os dados presentes nos celulares de Daniel e entendeu que ele havia trocado mensagens com o ministro Alexandre de Moraes.</p>
<p>Segundo as informações da <a href="https://oglobo.globo.com/blogs/malu-gaspar/post/2026/03/vorcaro-escreveu-para-alexandre-de-moraes-no-dia-em-que-foi-preso-conseguiu-bloquear.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">reportagem</a>, os dois trocaram mensagens ao longo do dia de 17 de novembro de 2025 até pouco antes de Vorcaro ser preso e ter o celular apreendido. Nos dados analisados pela perícia da PF, segundo O Globo, Moares havia enviado algumas mensagens configuradas como de “visualização única” via WhatsApp.</p>
<p>Após a repercussão da matéria na mídia, o Supremo Tribunal Federal <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/moraes-nega-conversas-com-vorcaro-no-dia-em-que-banqueiro-foi-preso" target="_blank" rel="noreferrer noopener">emitiu uma nota oficial </a>na qual nega que o ministro Alexandre de Moraes tenha sido o verdadeiro destinatário das mensagens emitidas por Vorcaro. Também, informam que houve vazamento e má interpretação do material pericial.</p>
<p>Agora, o jornal O Globo mantém as informações que havia compartilhado antes de que não apenas o destinatário era Moraes, como também que a PF descobriu isso após usar um software que mostra as mensagens de visualização única recebidas no dispositivo de Vorcaro.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2023/10/04/dicas-e-tutoriais/o-que-e-e-como-fazer-uma-foto-de-visualizacao-unica-no-whatsapp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O que é e como fazer uma foto de visualização única no WhatsApp?</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/06/15/dicas-e-tutoriais/10-truques-escondidos-no-whatsapp-que-voce-deveria-aprender/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">10 truques escondidos no WhatsApp que você deveria aprender</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2023/01/12/dicas-e-tutoriais/como-usar-o-whatsapp-em-dois-dispositivos-diferentes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Como usar o WhatsApp em dois dispositivos diferentes</a></li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-a-pf-reverteu-mensagens-de-visualizacao-unica-entre-moraes-para-vorcaro">Como a PF reverteu mensagens de visualização única entre Moraes para Vorcaro?</h2>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="577" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whats-app-e1769423643800-1024x577.jpg" alt="whatsapp" class="wp-image-1227552" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whats-app-e1769423643800-1024x577.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whats-app-e1769423643800-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whats-app-e1769423643800-768x433.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whats-app-e1769423643800-1536x865.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whats-app-e1769423643800-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whats-app-e1769423643800-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whats-app-e1769423643800-150x84.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whats-app-e1769423643800.jpg 2001w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">(Imagem: Ink Drop/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<p>Na verdade, é incorreto dizer que a Polícia Federal “reverteu” a visualização única das mensagens. Isso porque, nessa lógica, significaria dizer que as mensagens anteriormente ocultadas teriam voltado à tona após alterações de software e não foi isso o que aconteceu.</p>
<p>Quando o celular de Vorcaro recebeu mensagens de visualização única, embora o conteúdo tivesse sido apagado no chat após o empresário ler o conteúdo enviado, os dados da mensagem permanecem salvos no dispositivo.</p>
<p>O que a PF fez, em verdade, foi utilizar softwares de perícia digital, responsáveis por acessar dados ocultos de um dispositivo de maneira que outros métodos (como uma busca manual em pastas de arquivos) não são capazes de encontrar.</p>
<p>Ou seja, embora a mensagem de visualização única tenha sumido no chat, os dados digitais dela ficam no dispositivo por algum tempo, mas só são acessados por programas utilizados por peritos da polícia.</p>
<p>Alguns desses apps podem ser <em><strong>Cellebrite UFED</strong></em>,<strong><em> Oxygen Forensic Detective</em></strong>, <em><strong>GrayKey</strong></em>, dentre outros. São softwares criados por empresas de segurança digital e vendidos exclusivamente para governos e órgãos de investigação (como a PF), de maneira que o consumidor/usuário comum não tem acesso.</p>
<p>Apesar de úteis, eles têm limites: os dados ocultos só podem ser acessados se ainda não foram subescritos. Além disso, embora seja possível acessar alguns dados, nem sempre é possível acessar tudo. Na reportagem do Globo, só é informado que as mensagens foram analisadas pela perícia, mas não diz o que foi encontrado.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/03/10/seguranca/whatsapp-como-a-pf-reverteu-mensagens-de-visualizacao-unica-de-moraes-para-vorcaro/">WhatsApp: como a PF reverteu mensagens de visualização única de Moraes para Vorcaro?</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>WhatsApp: como a PF reverteu mensagens de visualização única de Moraes para Vorcaro?</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/whatsapp-como-a-pf-reverteu-mensagens-de-visualizacao-unica-de-moraes-para-vorcaro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 15:50:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[banco master]]></category>
		<category><![CDATA[cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[polícia federal]]></category>
		<category><![CDATA[privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[tira-dúvidas]]></category>
		<category><![CDATA[visualização única]]></category>
		<category><![CDATA[WhatsApp]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/whatsapp-como-a-pf-reverteu-mensagens-de-visualizacao-unica-de-moraes-para-vorcaro/</guid>

					<description><![CDATA[Na semana passada, o jornal O Globo divulgou que o ministro Alexandre de Moraes havia trocado mensagens pelo WhatsApp com o empresário Daniel Vorcaro, anteriormente dono do já liquidado Banco Master. Mas se as mensagens do ministro foram enviados por visualização única, como a Polícia Federal conseguiu obtê-las? O Olhar Digital apurou a informação e trouxe os dados aqui para responder a essa e outras dúvidas. Confira os parágrafos a seguir. Entenda o contexto: veja a linha do tempo Instituição financeira não pode mais operar, mas clientes ainda precisam pagar seus débitos (Imagem: Divulgação/Master) Em 17 de novembro do ano passado, o empresário Daniel Vorcaro foi preso preventivamente enquanto tentava sair do país. No dia seguinte, o Banco Central divulgou publicamente a liquidação do Banco Master, instituição outrora regida por Vorcaro. Uma vez preso, os pertences de Daniel foram confiscados pela Polícia Federal. Embora tenha sido liberado dias depois, seu celular permaneceu apreendido pela PF. Daniel Vorcaro (Reprodução: Esfera Brasil) Em 4 de março, na última quarta-feira, Daniel Vorcaro foi novamente preso sob a suspeita de obstrução nas investigações da PF. Dois dias depois, na sexta-feira (06), a jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo, publicou uma matéria na qual informa que a PF analisou os dados presentes nos celulares de Daniel e entendeu que ele havia trocado mensagens com o ministro Alexandre de Moraes. Segundo as informações da reportagem, os dois trocaram mensagens ao longo do dia de 17 de novembro de 2025 até pouco antes de Vorcaro ser preso e ter o celular apreendido. Nos dados analisados pela perícia da PF, segundo O Globo, Moares havia enviado algumas mensagens configuradas como de “visualização única” via WhatsApp. Após a repercussão da matéria na mídia, o Supremo Tribunal Federal emitiu uma nota oficial na qual nega que o ministro Alexandre de Moraes tenha sido o verdadeiro destinatário das mensagens emitidas por Vorcaro. Também, informam que houve vazamento e má interpretação do material pericial. Agora, o jornal O Globo mantém as informações que havia compartilhado antes de que não apenas o destinatário era Moraes, como também que a PF descobriu isso após usar um software que mostra as mensagens de visualização única recebidas no dispositivo de Vorcaro. Leia mais: O que é e como fazer uma foto de visualização única no WhatsApp? 10 truques escondidos no WhatsApp que você deveria aprender Como usar o WhatsApp em dois dispositivos diferentes Como a PF reverteu mensagens de visualização única entre Moraes para Vorcaro? (Imagem: Ink Drop/Shutterstock) Na verdade, é incorreto dizer que a Polícia Federal “reverteu” a visualização única das mensagens. Isso porque, nessa lógica, significaria dizer que as mensagens anteriormente ocultadas teriam voltado à tona após alterações de software e não foi isso o que aconteceu. Quando o celular de Vorcaro recebeu mensagens de visualização única, embora o conteúdo tivesse sido apagado no chat após o empresário ler o conteúdo enviado, os dados da mensagem permanecem salvos no dispositivo. O que a PF fez, em verdade, foi utilizar softwares de perícia digital, responsáveis por acessar dados ocultos de um dispositivo de maneira que outros métodos (como uma busca manual em pastas de arquivos) não são capazes de encontrar. Ou seja, embora a mensagem de visualização única tenha sumido no chat, os dados digitais dela ficam no dispositivo por algum tempo, mas só são acessados por programas utilizados por peritos da polícia. Alguns desses apps podem ser Cellebrite UFED, Oxygen Forensic Detective, GrayKey, dentre outros. São softwares criados por empresas de segurança digital e vendidos exclusivamente para governos e órgãos de investigação (como a PF), de maneira que o consumidor/usuário comum não tem acesso. Apesar de úteis, eles têm limites: os dados ocultos só podem ser acessados se ainda não foram subescritos. Além disso, embora seja possível acessar alguns dados, nem sempre é possível acessar tudo. Na reportagem do Globo, só é informado que as mensagens foram analisadas pela perícia, mas não diz o que foi encontrado. O post WhatsApp: como a PF reverteu mensagens de visualização única de Moraes para Vorcaro? apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Na semana passada, o jornal O Globo divulgou que o ministro Alexandre de Moraes havia trocado mensagens pelo WhatsApp com o empresário <a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/19/dicas-e-tutoriais/como-pedir-recuperacao-no-fgc-apos-a-liquidacao-do-banco-master/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Daniel Vorcaro</a>, anteriormente dono do já liquidado <a href="https://olhardigital.com.br/2026/02/18/pro/quais-bancos-e-fintechs-faziam-parte-do-ecossistema-do-banco-master/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Banco Master</a>. Mas se as mensagens do ministro foram enviados por visualização única, como a Polícia Federal conseguiu obtê-las?</p>
<p>O <strong>Olhar Digital</strong> apurou a informação e trouxe os dados aqui para responder a essa e outras dúvidas. Confira os parágrafos a seguir.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-entenda-o-contexto-veja-a-linha-do-tempo">Entenda o contexto: veja a linha do tempo</h2>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="566" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/11/banco_master-1024x566.png" alt="Fachada do Banco Master" class="wp-image-1219191" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/banco_master-1024x566.png 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/banco_master-300x166.png 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/banco_master-768x425.png 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/banco_master-1536x849.png 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/banco_master-150x83.png 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/banco_master.png 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Instituição financeira não pode mais operar, mas clientes ainda precisam pagar seus débitos (Imagem: Divulgação/Master)</figcaption></figure>
</div>
<p>Em 17 de novembro do ano passado, o empresário Daniel Vorcaro foi preso preventivamente enquanto tentava sair do país. No dia seguinte, o Banco Central <a href="https://www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/banco-master-liquidacao" target="_blank" rel="noreferrer noopener">divulgou publicamente</a> a liquidação do Banco Master, instituição outrora regida por Vorcaro.</p>
<p>Uma vez preso, os pertences de Daniel foram confiscados pela Polícia Federal. Embora tenha sido liberado dias depois, seu celular permaneceu apreendido pela PF.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/03/daniel-vorcaro-em-palestra-1024x683.jpeg" alt="" class="wp-image-1273726" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/03/daniel-vorcaro-em-palestra-1024x683.jpeg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/03/daniel-vorcaro-em-palestra-300x200.jpeg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/03/daniel-vorcaro-em-palestra-768x512.jpeg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/03/daniel-vorcaro-em-palestra-1536x1024.jpeg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/03/daniel-vorcaro-em-palestra-2048x1365.jpeg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/03/daniel-vorcaro-em-palestra-150x100.jpeg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Daniel Vorcaro (Reprodução: Esfera Brasil)</figcaption></figure>
</div>
<p>Em 4 de março, na última quarta-feira, Daniel Vorcaro foi novamente preso sob a suspeita de obstrução nas investigações da PF. Dois dias depois, na sexta-feira (06), a jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo, publicou uma matéria na qual informa que a PF analisou os dados presentes nos celulares de Daniel e entendeu que ele havia trocado mensagens com o ministro Alexandre de Moraes.</p>
<p>Segundo as informações da <a href="https://oglobo.globo.com/blogs/malu-gaspar/post/2026/03/vorcaro-escreveu-para-alexandre-de-moraes-no-dia-em-que-foi-preso-conseguiu-bloquear.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">reportagem</a>, os dois trocaram mensagens ao longo do dia de 17 de novembro de 2025 até pouco antes de Vorcaro ser preso e ter o celular apreendido. Nos dados analisados pela perícia da PF, segundo O Globo, Moares havia enviado algumas mensagens configuradas como de “visualização única” via WhatsApp.</p>
<p>Após a repercussão da matéria na mídia, o Supremo Tribunal Federal <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/moraes-nega-conversas-com-vorcaro-no-dia-em-que-banqueiro-foi-preso" target="_blank" rel="noreferrer noopener">emitiu uma nota oficial </a>na qual nega que o ministro Alexandre de Moraes tenha sido o verdadeiro destinatário das mensagens emitidas por Vorcaro. Também, informam que houve vazamento e má interpretação do material pericial.</p>
<p>Agora, o jornal O Globo mantém as informações que havia compartilhado antes de que não apenas o destinatário era Moraes, como também que a PF descobriu isso após usar um software que mostra as mensagens de visualização única recebidas no dispositivo de Vorcaro.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2023/10/04/dicas-e-tutoriais/o-que-e-e-como-fazer-uma-foto-de-visualizacao-unica-no-whatsapp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O que é e como fazer uma foto de visualização única no WhatsApp?</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/06/15/dicas-e-tutoriais/10-truques-escondidos-no-whatsapp-que-voce-deveria-aprender/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">10 truques escondidos no WhatsApp que você deveria aprender</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2023/01/12/dicas-e-tutoriais/como-usar-o-whatsapp-em-dois-dispositivos-diferentes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Como usar o WhatsApp em dois dispositivos diferentes</a></li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-a-pf-reverteu-mensagens-de-visualizacao-unica-entre-moraes-para-vorcaro">Como a PF reverteu mensagens de visualização única entre Moraes para Vorcaro?</h2>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="577" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whats-app-e1769423643800-1024x577.jpg" alt="whatsapp" class="wp-image-1227552" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whats-app-e1769423643800-1024x577.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whats-app-e1769423643800-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whats-app-e1769423643800-768x433.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whats-app-e1769423643800-1536x865.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whats-app-e1769423643800-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whats-app-e1769423643800-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whats-app-e1769423643800-150x84.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whats-app-e1769423643800.jpg 2001w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">(Imagem: Ink Drop/Shutterstock)</figcaption></figure>
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<p>Na verdade, é incorreto dizer que a Polícia Federal “reverteu” a visualização única das mensagens. Isso porque, nessa lógica, significaria dizer que as mensagens anteriormente ocultadas teriam voltado à tona após alterações de software e não foi isso o que aconteceu.</p>
<p>Quando o celular de Vorcaro recebeu mensagens de visualização única, embora o conteúdo tivesse sido apagado no chat após o empresário ler o conteúdo enviado, os dados da mensagem permanecem salvos no dispositivo.</p>
<p>O que a PF fez, em verdade, foi utilizar softwares de perícia digital, responsáveis por acessar dados ocultos de um dispositivo de maneira que outros métodos (como uma busca manual em pastas de arquivos) não são capazes de encontrar.</p>
<p>Ou seja, embora a mensagem de visualização única tenha sumido no chat, os dados digitais dela ficam no dispositivo por algum tempo, mas só são acessados por programas utilizados por peritos da polícia.</p>
<p>Alguns desses apps podem ser <em><strong>Cellebrite UFED</strong></em>,<strong><em> Oxygen Forensic Detective</em></strong>, <em><strong>GrayKey</strong></em>, dentre outros. São softwares criados por empresas de segurança digital e vendidos exclusivamente para governos e órgãos de investigação (como a PF), de maneira que o consumidor/usuário comum não tem acesso.</p>
<p>Apesar de úteis, eles têm limites: os dados ocultos só podem ser acessados se ainda não foram subescritos. Além disso, embora seja possível acessar alguns dados, nem sempre é possível acessar tudo. Na reportagem do Globo, só é informado que as mensagens foram analisadas pela perícia, mas não diz o que foi encontrado.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/03/10/seguranca/whatsapp-como-a-pf-reverteu-mensagens-de-visualizacao-unica-de-moraes-para-vorcaro/">WhatsApp: como a PF reverteu mensagens de visualização única de Moraes para Vorcaro?</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nem desligar o celular adianta: a perícia da PF que assusta Brasília</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/nem-desligar-o-celular-adianta-a-pericia-da-pf-que-assusta-brasilia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 12:32:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Celulares]]></category>
		<category><![CDATA[polícia federal]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/nem-desligar-o-celular-adianta-a-pericia-da-pf-que-assusta-brasilia/</guid>

					<description><![CDATA[A Polícia Federal dispõe de uma tecnologia capaz de acessar todo o conteúdo de celulares apreendidos, mesmo quando os aparelhos estão desligados e protegidos por senha. O uso desse equipamento, revelado nesta sexta-feira (16) pelo Blog da Julia Duailibi, no G1, ajuda a explicar o clima de apreensão em Brasília após operações recentes envolvendo figuras influentes do mundo político e empresarial. Diferentemente de outras forças policiais, a PF vai além do simples desbloqueio de tela. A perícia consegue extrair dados completos do aparelho sem conexão a redes móveis ou Wi-Fi, o que impede o apagamento remoto de informações e amplia o alcance das investigações. Tecnologia da PF permite extrair todo o conteúdo do celular sem dar chance de apagamento remoto O procedimento adotado pelos peritos se baseia no isolamento total do aparelho apreendido. Para isso, a PF utiliza o conceito físico da “gaiola de Faraday”, estrutura metálica (como caixas ou bolsas especiais) capaz de bloquear a entrada e a saída de ondas eletromagnéticas. Na prática, isso mantém o celular totalmente isolado. Estão nas mãos da Justiça celulares de nomes com forte trânsito em Brasília, como Daniel Vorcaro, do Banco Master (Imagem: Rovena Rosa/Agência Brasil) Esse cuidado é decisivo porque, ao ser ligado fora desse ambiente, o celular poderia se conectar automaticamente à internet. Nesse cenário, existe o risco de que o conteúdo seja apagado remotamente por quem ainda controla as contas associadas ao aparelho. E isso poderia comprometer provas importantes, evidentemente. Segundo a apuração do blog, a tecnologia da PF não permite meio-termo: ou os dados são extraídos integralmente ou não há acesso algum. Por isso, os peritos copiam todo o conteúdo do dispositivo (conversas, fotos, e-mails) para análise posterior, mesmo que não tenham relação direta com o caso investigado. É essa devassa completa que provoca temor entre políticos e empresários. Estão nas mãos da Justiça celulares de nomes com forte trânsito em Brasília, como Daniel Vorcaro, do Banco Master, e o investidor Nelson Tanure. A possibilidade de que todo o histórico digital desses aparelhos fique exposto aos investigadores explica o pânico silencioso que tomou conta da capital federal. O post Nem desligar o celular adianta: a perícia da PF que assusta Brasília apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A <strong><a href="https://olhardigital.com.br/tag/policia-federal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Polícia Federal</a></strong> dispõe de uma <strong>tecnologia capaz de acessar todo o conteúdo de celulares apreendidos</strong>, mesmo quando os aparelhos estão <strong>desligados e protegidos por senha</strong>. O uso desse equipamento, revelado nesta sexta-feira (16) pelo Blog da Julia Duailibi, <a href="https://g1.globo.com/politica/blog/julia-duailibi/post/2026/01/16/peritos-da-pf-usam-equipamento-que-quebra-senha-mesmo-com-celular-desligado-acesso-e-a-todo-conteudo-o-que-causa-panico-em-brasilia.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">no <em>G1</em></a>, ajuda a explicar o <strong>clima de apreensão em Brasília</strong> após operações recentes envolvendo <strong>figuras influentes do mundo político e empresarial</strong>.</p>
<p>Diferentemente de outras forças policiais, a <strong>PF vai além do simples desbloqueio de tela</strong>. A perícia consegue <strong>extrair dados completos do aparelho sem conexão a redes móveis ou Wi-Fi</strong>, o que <strong>impede o apagamento remoto de informações</strong> e <strong>amplia o alcance das investigações</strong>.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-tecnologia-da-pf-permite-extrair-todo-o-conteudo-do-celular-sem-dar-chance-de-apagamento-remoto">Tecnologia da PF permite extrair todo o conteúdo do celular sem dar chance de apagamento remoto</h2>
<p>O procedimento adotado pelos peritos se baseia no <strong>isolamento total do aparelho apreendido</strong>. Para isso, a PF utiliza o conceito físico da <strong>“gaiola de Faraday”</strong>, <strong>estrutura metálica</strong> (como <strong>caixas ou bolsas especiais</strong>) capaz de <strong>bloquear a entrada e a saída de ondas eletromagnéticas</strong>. Na prática, isso mantém o celular totalmente isolado.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Banco-Master-1024x576.jpg" alt="Funcionários saindo do Banco Master" class="wp-image-1246823" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Banco-Master-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Banco-Master-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Banco-Master-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Banco-Master-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Banco-Master-2048x1152.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Banco-Master-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Banco-Master-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Banco-Master-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Estão nas mãos da Justiça celulares de nomes com forte trânsito em Brasília, como Daniel Vorcaro, do Banco Master (Imagem: Rovena Rosa/Agência Brasil)</figcaption></figure>
</div>
<p>Esse cuidado é decisivo porque, ao ser ligado fora desse ambiente, o celular poderia <strong>se conectar automaticamente à internet</strong>. Nesse cenário, existe o risco de que o <strong>conteúdo seja apagado remotamente</strong> por quem ainda controla as contas associadas ao aparelho. E isso poderia <strong>comprometer provas importantes</strong>, evidentemente.</p>
<p>Segundo a apuração do blog, a tecnologia da PF <strong>não permite meio-termo</strong>: ou os dados são <strong>extraídos integralmente</strong> ou <strong>não há acesso algum</strong>. Por isso, os peritos <strong>copiam todo o conteúdo do dispositivo</strong> (<strong>conversas, fotos, e-mails</strong>) para análise posterior, <strong>mesmo que não tenham relação direta com o caso investigado</strong>.</p>
<p>É essa <strong>devassa completa</strong> que provoca <strong>temor entre políticos e empresários</strong>. Estão nas mãos da Justiça celulares de <strong>nomes com forte trânsito em Brasília</strong>, como <strong>Daniel Vorcaro</strong>, do <strong>Banco Master</strong>, e o <strong>investidor Nelson Tanure</strong>. A possibilidade de que <strong>todo o histórico digital desses aparelhos</strong> fique exposto aos investigadores explica o <strong>pânico silencioso que tomou conta da capital federal</strong>.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/01/16/seguranca/nem-desligar-o-celular-adianta-a-pericia-da-pf-que-assusta-brasilia/">Nem desligar o celular adianta: a perícia da PF que assusta Brasília</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
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		<title>Operação Power OFF: PF mira rede que vendia ataques para derrubar sites do governo</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/operacao-power-off-pf-mira-rede-que-vendia-ataques-para-derrubar-sites-do-governo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 12:41:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ataques cibernéticos]]></category>
		<category><![CDATA[operação]]></category>
		<category><![CDATA[polícia federal]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal deflagrou a Operação Power OFF nesta quarta-feira (03). O objetivo é desarticular uma associação criminosa especializada em ataques cibernéticos do tipo DDoS (Negação de Serviço Distribuída).  A ação mira administradores de plataformas ilegais e clientes que contrataram os serviços para derrubar sites e sistemas. São cumpridos quatro mandados de busca e apreensão e dois de prisão temporária em quatro cidades no Brasil.  O grupo é responsável por ofensivas digitais contra órgãos estratégicos nacionais, como a própria PF, o Serviço Federal de Processamento de Dados (SERPRO), a Dataprev e o Centro Integrado de Telemática do Exército Brasileiro.  As investigações contaram com a cooperação até do FBI, dos Estados Unidos. PF cumpriu mandados em quatro estados contra administradores e clientes do esquema A Operação Power OFF (“desligar a energia”, em tradução livre) foi deflagrada para desmantelar uma associação criminosa que vendia ataques DDoS sob demanda.  Objetivo da Operação Power OFF da PF é desarticular uma associação criminosa especializada em ataques cibernéticos do tipo DDoS (Imagem: Polícia Federal) Foram expedidos quatro mandados de busca e apreensão e dois de prisão temporária, cumpridos em São Paulo (SP), São Caetano do Sul (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Tubarão (SC). Os investigados poderão responder pelos crimes de associação criminosa e interrupção ou perturbação de serviço telemático ou de informação de utilidade pública, previstos na legislação penal brasileira. A ação é conjunta e envolve polícias, agências de aplicação da lei e entidades acadêmicas. O objetivo é reforçar o compromisso da PF no combate a crimes cibernéticos que ameaçam infraestruturas estratégicas do país, segundo a corporação. Ataque DDoS sobrecarrega sites e é vendido sob demanda por plataformas ilegais Em ataques DDoS (Negação de Serviço Distribuída), criminosos geram milhões de acessos simultâneos falsos a um site ou sistema.  Objetivo de ataques DDoS é sobrecarregar servidores para deixar serviços fora do ar ou extremamente lentos (Imagem: PeopleImages/Shutterstock) O objetivo é sobrecarregar o servidor para deixar o serviço fora do ar ou extremamente lento. Assim, seus recursos ficam indisponíveis para usuários de verdade. Diferente de uma invasão, o DDoS não rouba dados. Ele simplesmente derruba o alvo. Esses ataques sob demanda são conhecidos como booters e stressers. E plataformas ilegais permitem que qualquer pessoa, mesmo sem conhecimento técnico, contrate ataques DDoS mediante pagamento.  Os serviços são hospedados em servidores de nuvem distribuídos em diversos países e utilizados por agentes em escala mundial. Tais ataques podem prejudicar serviços essenciais do governo, atrasar atendimentos e colocar em risco a segurança de informações sensíveis. Leia mais: IA acelera ciberataques e pressiona defesa dos EUA 6 dicas para reduzir seus rastros na internet 5 cuidados que você deve ter ao usar Wi-Fi público PF também investiga ataques DDoS contra deputados que apoiaram o PL Antiaborto A Polícia Federal deflagrou a Operação Intolerans, na terça-feira (02), para investigar ataques cibernéticos do tipo DDoS contra sites de deputados federais que apoiaram o Projeto de Lei nº 1904/2024 (PL Antiaborto). Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão em São Paulo (SP) e Curitiba (PR).  A ofensiva coordenada dos criminosos gerou instabilidade e períodos de indisponibilidade nos sites dos parlamentares, o que afetou a comunicação institucional e a atuação legislativa. Páginas dos deputados Alexandre Ramagem (PL-SP), Eduardo Bolsonaro (PL-RJ) e Bia Kicis (PL-DF) teriam sido alvos de ataques DDoS também (Imagem: Valter Campanato e Marcelo Camargo – Agência Brasil / Maryanna Oliveira – Câmara dos Deputados) Entre os deputados afetados estão Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que teve o site invadido e substituído por uma publicação antiga do presidente Lula no X/Twitter, e Alexandre Ramagem (PL-RJ), cujo site foi derrubado por instabilidade no servidor.  A página de Bia Kicis (PL-DF) saiu do ar após sobrecarga, e o domínio do Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP) ficou inacessível por um erro interno.  Outros parlamentares como Júlia Zanatta (PL-SC), Greyce Elias (Avante-MG) e o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, também relataram invasões na época da discussão do texto. A operação visa identificar e responsabilizar os envolvidos na ação criminosa. A ação contou com o apoio de parceiros estrangeiros por meio de cooperação jurídica internacional. E a PF prossegue com as investigações para assegurar a responsabilização dos autores. O post Operação Power OFF: PF mira rede que vendia ataques para derrubar sites do governo apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A <a href="https://olhardigital.com.br/tag/policia-federal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Polícia Federal</a> deflagrou a <strong>Operação Power OFF </strong>nesta quarta-feira (03). O objetivo é desarticular uma <strong>associação criminosa especializada em <a href="https://olhardigital.com.br/tag/ataques-ciberneticos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ataques cibernéticos</a> do tipo DDoS</strong> (Negação de Serviço Distribuída). </p>
<p>A ação mira administradores de plataformas ilegais e clientes que contrataram os serviços para derrubar sites e sistemas. São cumpridos <strong>quatro mandados de busca e apreensão</strong> e <strong>dois de prisão temporária</strong> em quatro cidades no Brasil. </p>
<p>O grupo é responsável por ofensivas digitais contra <strong>órgãos estratégicos nacionais</strong>, como a <strong>própria PF</strong>, o <strong>Serviço Federal de Processamento de Dados</strong> (<strong>SERPRO</strong>), a <strong>Dataprev</strong> e o <strong>Centro Integrado de Telemática do Exército Brasileiro</strong>. </p>
<p>As investigações contaram com a <strong>cooperação até do FBI</strong>, dos Estados Unidos.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-pf-cumpriu-mandados-em-quatro-estados-contra-administradores-e-clientes-do-esquema">PF cumpriu mandados em quatro estados contra administradores e clientes do esquema</h2>
<p>A <strong>Operação Power OFF</strong> (“desligar a energia”, em tradução livre) foi deflagrada para desmantelar uma associação criminosa que vendia <strong>ataques DDoS sob demanda</strong>. </p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Operacao-Power-OFF-Policia-Federal-1024x576.jpg" alt="Agente da Polícia Federal investigando computador na Operação OFF" class="wp-image-1226598" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Operacao-Power-OFF-Policia-Federal-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Operacao-Power-OFF-Policia-Federal-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Operacao-Power-OFF-Policia-Federal-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Operacao-Power-OFF-Policia-Federal-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Operacao-Power-OFF-Policia-Federal-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Operacao-Power-OFF-Policia-Federal-150x84.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Operacao-Power-OFF-Policia-Federal.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Objetivo da Operação Power OFF da PF é desarticular uma associação criminosa especializada em ataques cibernéticos do tipo DDoS (Imagem: Polícia Federal)</figcaption></figure>
</div>
<p>Foram expedidos <strong>quatro mandados de busca e apreensão</strong> e <strong>dois de prisão temporária</strong>, cumpridos em <strong>São Paulo (SP)</strong>, <strong>São Caetano do Sul (SP)</strong>, <strong>Rio de Janeiro (RJ)</strong> e <strong>Tubarão (SC)</strong>.</p>
<p>Os investigados poderão responder pelos crimes de <strong>associação criminosa</strong> e <strong>interrupção ou perturbação de serviço telemático ou de informação de utilidade pública</strong>, previstos na legislação penal brasileira.</p>
<p>A ação é conjunta e envolve polícias, agências de aplicação da lei e entidades acadêmicas. O objetivo é reforçar o compromisso da PF no combate a crimes cibernéticos que ameaçam infraestruturas estratégicas do país, <a href="https://www.gov.br/pf/pt-br/assuntos/noticias/2025/12/pf-deflagra-operacao-contra-grupo-especializado-em-ataques-ddos">segundo a corporação</a>.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-ataque-ddos-sobrecarrega-sites-e-e-vendido-sob-demanda-por-plataformas-ilegais">Ataque DDoS sobrecarrega sites e é vendido sob demanda por plataformas ilegais</h2>
<p>Em ataques <strong>DDoS</strong> (Negação de Serviço Distribuída), criminosos geram <strong>milhões de acessos simultâneos falsos</strong> a um site ou sistema. </p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="577" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/11/crime-ciberntico-scaled-e1764248513479-1024x577.jpg" alt="Ataques de hackers à logística ampliam roubos de carga e prejuízos bilionários" class="wp-image-1211559" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/crime-ciberntico-scaled-e1764248513479-1024x577.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/crime-ciberntico-scaled-e1764248513479-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/crime-ciberntico-scaled-e1764248513479-768x433.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/crime-ciberntico-scaled-e1764248513479-1536x865.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/crime-ciberntico-scaled-e1764248513479-2048x1154.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/crime-ciberntico-scaled-e1764248513479-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/crime-ciberntico-scaled-e1764248513479-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/crime-ciberntico-scaled-e1764248513479-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Objetivo de ataques DDoS é sobrecarregar servidores para deixar serviços fora do ar ou extremamente lentos (Imagem: PeopleImages/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<p>O objetivo é sobrecarregar o servidor para deixar o serviço <strong>fora do ar ou extremamente lento</strong>. Assim, seus recursos ficam indisponíveis para usuários de verdade. Diferente de uma invasão, o DDoS não rouba dados. Ele simplesmente derruba o alvo.</p>
<p>Esses ataques sob demanda são conhecidos como <strong>booters</strong> e <strong>stressers</strong>. E plataformas ilegais permitem que <strong>qualquer pessoa, mesmo sem conhecimento técnico</strong>, contrate ataques DDoS mediante pagamento. </p>
<p>Os serviços são hospedados em <strong>servidores de nuvem distribuídos em diversos países</strong> e utilizados por agentes em escala mundial.</p>
<p>Tais ataques podem prejudicar serviços essenciais do governo, atrasar atendimentos e colocar em risco a segurança de informações sensíveis.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/30/seguranca/inteligencia-artificial-acelera-ciberataques-e-pressiona-defesa-dos-eua/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IA acelera ciberataques e pressiona defesa dos EUA</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/27/seguranca/6-dicas-para-reduzir-seus-rastros-na-internet/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">6 dicas para reduzir seus rastros na internet</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/16/seguranca/aprenda-5-cuidados-que-voce-deve-ter-ao-usar-wi-fi-publico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">5 cuidados que você deve ter ao usar Wi-Fi público</a></li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-pf-tambem-investiga-ataques-ddos-contra-deputados-que-apoiaram-o-pl-antiaborto">PF também investiga ataques DDoS contra deputados que apoiaram o PL Antiaborto</h2>
<p>A <a href="https://olhardigital.com.br/2025/12/02/seguranca/policia-federal-investiga-ataques-ciberneticos-contra-deputados-pro-pl-antiaborto/">Polícia Federal deflagrou a <strong>Operação Intolerans</strong></a>, na terça-feira (02), para investigar ataques cibernéticos do tipo <strong>DDoS</strong> contra sites de deputados federais que apoiaram o <strong>Projeto de Lei nº 1904/2024</strong> (PL Antiaborto). Foram cumpridos <strong>dois mandados de busca e apreensão</strong> em <strong>São Paulo (SP)</strong> e <strong>Curitiba (PR)</strong>. </p>
<p>A ofensiva coordenada dos criminosos gerou instabilidade e períodos de indisponibilidade nos sites dos parlamentares, o que afetou a comunicação institucional e a atuação legislativa.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Destaque-Alexandre-Ramagem-Eduardo-Bolsonaro-Bia-Kicis-1024x576.jpg" alt="Montagem com fotos dos deputados Alexandre Ramagem, Eduardo Bolsonaro e Bia Kicis, que teriam sido alvos de ataques cibernéticos investigados pela Polícia Federal (PF)" class="wp-image-1225929" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Destaque-Alexandre-Ramagem-Eduardo-Bolsonaro-Bia-Kicis-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Destaque-Alexandre-Ramagem-Eduardo-Bolsonaro-Bia-Kicis-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Destaque-Alexandre-Ramagem-Eduardo-Bolsonaro-Bia-Kicis-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Destaque-Alexandre-Ramagem-Eduardo-Bolsonaro-Bia-Kicis-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Destaque-Alexandre-Ramagem-Eduardo-Bolsonaro-Bia-Kicis-2048x1152.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Destaque-Alexandre-Ramagem-Eduardo-Bolsonaro-Bia-Kicis-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Destaque-Alexandre-Ramagem-Eduardo-Bolsonaro-Bia-Kicis-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Destaque-Alexandre-Ramagem-Eduardo-Bolsonaro-Bia-Kicis-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Páginas dos deputados Alexandre Ramagem (PL-SP), Eduardo Bolsonaro (PL-RJ) e Bia Kicis (PL-DF) teriam sido alvos de ataques DDoS também (Imagem: Valter Campanato e Marcelo Camargo – Agência Brasil / Maryanna Oliveira – Câmara dos Deputados)</figcaption></figure>
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<p>Entre os deputados afetados estão <strong>Eduardo Bolsonaro (PL-SP)</strong>, que teve o site invadido e substituído por uma publicação antiga do presidente Lula no X/Twitter, e <strong>Alexandre Ramagem (PL-RJ)</strong>, cujo site foi derrubado por instabilidade no servidor. </p>
<p>A página de <strong>Bia Kicis (PL-DF)</strong> saiu do ar após sobrecarga, e o domínio do <strong>Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP)</strong> ficou inacessível por um erro interno. </p>
<p>Outros parlamentares como <strong>Júlia Zanatta (PL-SC)</strong>, <strong>Greyce Elias (Avante-MG)</strong> e o líder do PL na Câmara, <strong>Sóstenes Cavalcante</strong>, também relataram invasões na época da discussão do texto.</p>
<p>A operação visa identificar e responsabilizar os envolvidos na ação criminosa. A ação contou com o apoio de parceiros estrangeiros por meio de <strong>cooperação jurídica internacional</strong>. E a PF prossegue com as investigações para assegurar a responsabilização dos autores.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/12/03/seguranca/operacao-power-off-pf-mira-rede-que-vendia-ataques-para-derrubar-sites-do-governo/">Operação Power OFF: PF mira rede que vendia ataques para derrubar sites do governo</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Polícia Federal investiga ataques cibernéticos contra deputados pró-PL Antiaborto</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/policia-federal-investiga-ataques-ciberneticos-contra-deputados-pro-pl-antiaborto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2025 13:39:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ataques cibernéticos]]></category>
		<category><![CDATA[polícia federal]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/policia-federal-investiga-ataques-ciberneticos-contra-deputados-pro-pl-antiaborto/</guid>

					<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Intolerans nesta terça-feira (02). A operação mira suspeitos de ataques cibernéticos contra sites de deputados federais que apoiaram o Projeto de Lei nº 1904/2024, também conhecido como PL Antiaborto. A PF cumpriu dois mandados de busca e apreensão em São Paulo (SP) e Curitiba (PR). A operação busca reprimir e esclarecer uma ofensiva coordenada que gerou instabilidade e períodos de indisponibilidade nos sites dos parlamentares, o que afetou a comunicação institucional e a atuação legislativa. A ação contou com o apoio de parceiros estrangeiros por meio de cooperação jurídica internacional. Operação Intolerans: PF aprofunda investigações e identifica sites afetados O ataque cibernético é do tipo negação de serviço (DDoS), que tenta sobrecarregar um servidor ou site para torná-lo inutilizável.  Páginas de deputados teriam sido alvos de ataques cibernéticos do tipo DDoS (Imagem: JARIRIYAWAT/Shutterstock) A operação visa identificar e responsabilizar os envolvidos na ação criminosa. E a PF prossegue com as investigações para assegurar a responsabilização dos autores. Entre os deputados afetados, estão: Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que teve o site invadido e substituído por uma publicação antiga do presidente Lula (PT) no X/Twitter; Alexandre Ramagem (PL-RJ), cujo site foi derrubado por instabilidade no servidor; A página de Bia Kicis (PL-DF) saiu do ar após sobrecarga; O domínio do Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP) ficou inacessível por um erro interno. Além desses, outros parlamentares relataram invasões cibernéticas na época da discussão do texto, incluindo Júlia Zanatta (PL-SC), Greyce Elias (Avante-MG) e o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, segundo o G1.  No entanto, a Agência Brasil apontou que não há informações a respeito dos deputados que foram afetados pelos ataques hackers. PL Antiaborto gera controvérsia ao equiparar interrupção da gravidez a homicídio O Projeto de Lei nº 1904/2024 equipara a interrupção da gestação após a 22ª semana ao crime de homicídio.  O texto altera o Código Penal e prevê a aplicação de pena de homicídio simples (seis a 20 anos de prisão) a casos de aborto realizados após esse período, incluindo vítimas de estupro.  O deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do PL na Câmara, é um dos autores do Projeto de Lei Antiaborto (Imagem: Lula Marques/Agência Brasil) A pena valeria tanto para a gestante que provoque o aborto em si mesma ou consinta quanto para quem realizar o procedimento. Pela proposta, os profissionais poderiam ser punidos em caso de interromper a gravidez de feto que não seja anencéfalo, ainda que seja fruto de violência contra crianças e adolescentes.  Atualmente, o aborto no Brasil é permitido, sem limite de tempo de gestação, se for resultante de um estupro, se colocar a vida da mãe em risco ou se o feto for anencéfalo.  O PL não altera a lei nos casos de anencefalia e de gravidez com risco para a mãe. O projeto, de autoria do deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) com Evair Vieira de Melo (PP-ES) e Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP), foi aprovado com urgência de maneira simbólica na Câmara dos Deputados em junho de 2024.  A aprovação de urgência permite que a proposta vá direto para votação em plenário, sem precisar passar pelas comissões. A decisão foi tomada em 23 segundos, com apoio da bancada evangélica. E gerou forte repercussão negativa nas ruas e nas redes sociais. Leia mais: IA acelera ciberataques e pressiona defesa dos EUA 6 dicas para reduzir seus rastros na internet 5 cuidados que você deve ter ao usar Wi-Fi público Na Câmara, após intensa pressão popular, o debate acelerado foi suspenso pelo então presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL). Agora, o texto está parado no Senado. O PL está parado desde agosto de 2024 na Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família (CPASF), onde tinha previsão de ser debatido em audiência pública.  O atual presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), não deu prosseguimento às discussões sobre o texto. (Esta matéria também usou informações da Polícia Federal.) O post Polícia Federal investiga ataques cibernéticos contra deputados pró-PL Antiaborto apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A <a href="https://olhardigital.com.br/tag/policia-federal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Polícia Federal</a> (PF) deflagrou a <strong>Operação Intolerans</strong> nesta terça-feira (02). A operação mira suspeitos de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/ataques-ciberneticos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ataques cibernéticos</a> contra sites de <strong>deputados federais</strong> que apoiaram o <strong>Projeto de Lei nº 1904/2024</strong>, também conhecido como <strong>PL Antiaborto</strong>. A PF cumpriu <strong>dois mandados de busca e apreensão</strong> em <strong>São Paulo (SP)</strong> e <strong>Curitiba (PR)</strong>.</p>
<p>A operação busca reprimir e esclarecer uma <strong>ofensiva coordenada</strong> que gerou <strong>instabilidade e períodos de indisponibilidade</strong> nos sites dos parlamentares, o que afetou a <strong>comunicação institucional</strong> e a <strong>atuação legislativa</strong>. A ação contou com o apoio de <strong>parceiros estrangeiros</strong> por meio de <strong>cooperação jurídica internacional</strong>.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-operacao-intolerans-pf-aprofunda-investigacoes-e-identifica-sites-afetados">Operação Intolerans: PF aprofunda investigações e identifica sites afetados</h2>
<p>O ataque cibernético é do tipo <strong>negação de serviço (DDoS)</strong>, que tenta <strong>sobrecarregar um servidor ou site para torná-lo inutilizável</strong>. </p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="575" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/11/credit_hacker-scaled-e1764682450908-1024x575.jpg" alt="Hacker usa extensão no navegador do Chrome para acessar dados de cartão de crédito no browser de laptop para compras não autorizadas browser" class="wp-image-1221267" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/credit_hacker-scaled-e1764682450908-1024x575.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/credit_hacker-scaled-e1764682450908-300x168.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/credit_hacker-scaled-e1764682450908-768x431.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/credit_hacker-scaled-e1764682450908-1536x862.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/credit_hacker-scaled-e1764682450908-2048x1150.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/credit_hacker-scaled-e1764682450908-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/credit_hacker-scaled-e1764682450908-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/credit_hacker-scaled-e1764682450908-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Páginas de deputados teriam sido alvos de ataques cibernéticos do tipo DDoS (Imagem: JARIRIYAWAT/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<p>A operação visa <strong>identificar e responsabilizar os envolvidos</strong> na ação criminosa. E a PF prossegue com as investigações para assegurar a <strong>responsabilização dos autores</strong>.</p>
<p>Entre os deputados afetados, estão:</p>
<ul>
<li><strong>Eduardo Bolsonaro (PL-SP)</strong>, <a href="https://www.terra.com.br/noticias/brasil/policia/ataques-de-hackers-a-sites-de-deputados-federais-sao-alvo-de-operacao-da-policia-federal,a457ebb326f2cce0b268613309fb097apcxuvfke.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">que teve o site invadido</a> e substituído por uma <strong>publicação antiga do presidente Lula (PT) no X/Twitter</strong>;</li>
<li><strong>Alexandre Ramagem (PL-RJ)</strong>, cujo <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/politica/pf-deflagra-operacao-para-apurar-ataques-ciberneticos-contra-parlamentares/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site foi derrubado</a> por <strong>instabilidade no servidor</strong>;</li>
<li>A página de <strong>Bia Kicis (PL-DF)</strong> <a href="https://g1.globo.com/politica/noticia/2025/12/02/pf-faz-operacao-contra-ataques-ciberneticos-a-deputados-federais.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">saiu do ar</a> após <strong>sobrecarga</strong>;</li>
<li>O domínio do <strong>Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP)</strong> ficou inacessível por um <strong>erro interno</strong>.</li>
</ul>
<p>Além desses, outros parlamentares relataram <strong>invasões cibernéticas</strong> na época da discussão do texto, incluindo <strong>Júlia Zanatta (PL-SC)</strong>, <strong>Greyce Elias (Avante-MG)</strong> e o líder do PL na Câmara, <strong>Sóstenes Cavalcante</strong>, segundo o <em>G1</em>. </p>
<p>No entanto, a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-12/pf-faz-operacao-contra-ataques-ciberneticos-deputados-federais" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Agência Brasil</em> apontou</a> que <strong>não há informações a respeito dos deputados que foram afetados</strong> pelos ataques hackers.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-pl-antiaborto-gera-controversia-ao-equiparar-interrupcao-da-gravidez-a-homicidio">PL Antiaborto gera controvérsia ao equiparar interrupção da gravidez a homicídio</h2>
<p>O <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2434493" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Projeto de Lei nº 1904/2024</strong></a> equipara a interrupção da gestação após a <strong>22ª semana</strong> ao crime de <strong>homicídio</strong>. </p>
<p>O texto altera o <strong>Código Penal</strong> e prevê a aplicação de pena de <strong>homicídio simples (seis a 20 anos de prisão)</strong> a casos de aborto realizados após esse período, <strong>incluindo vítimas de estupro</strong>. </p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Sostenes-Cavalcante-1024x576.jpg" alt="Deputado Sóstenes Cavalcante" class="wp-image-1225934" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Sostenes-Cavalcante-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Sostenes-Cavalcante-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Sostenes-Cavalcante-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Sostenes-Cavalcante-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Sostenes-Cavalcante-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Sostenes-Cavalcante-150x84.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Sostenes-Cavalcante.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">O deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do PL na Câmara, é um dos autores do Projeto de Lei Antiaborto (Imagem: Lula Marques/Agência Brasil)</figcaption></figure>
</div>
<p>A pena valeria tanto para a gestante que provoque o aborto em si mesma ou consinta quanto para quem realizar o procedimento.</p>
<p>Pela proposta, os <strong>profissionais poderiam ser punidos</strong> em caso de interromper a gravidez de feto que não seja anencéfalo, ainda que seja fruto de <strong>violência contra crianças e adolescentes</strong>. </p>
<p>Atualmente, o aborto no Brasil é permitido, <strong>sem limite de tempo de gestação</strong>, se for resultante de um estupro, se colocar a vida da mãe em risco ou se o feto for anencéfalo. </p>
<p>O PL <strong>não altera a lei</strong> nos casos de anencefalia e de gravidez com risco para a mãe.</p>
<p>O projeto, de autoria do deputado <strong>Sóstenes Cavalcante (PL-RJ)</strong> com <strong>Evair Vieira de Melo (PP-ES)</strong> e <strong>Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP)</strong>, foi aprovado com <strong>urgência de maneira simbólica</strong> na Câmara dos Deputados <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2024-06/projeto-que-equipara-aborto-homicidio-tem-urgencia-aprovada" target="_blank" rel="noreferrer noopener">em junho de 2024</a>. </p>
<p>A aprovação de urgência permite que a proposta vá direto para votação em plenário, <strong>sem precisar passar pelas comissões</strong>. A decisão foi tomada em <strong>23 segundos</strong>, com apoio da <strong>bancada evangélica</strong>. E gerou <strong>forte repercussão negativa nas ruas e nas redes sociais</strong>.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/30/seguranca/inteligencia-artificial-acelera-ciberataques-e-pressiona-defesa-dos-eua/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IA acelera ciberataques e pressiona defesa dos EUA</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/27/seguranca/6-dicas-para-reduzir-seus-rastros-na-internet/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">6 dicas para reduzir seus rastros na internet</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/16/seguranca/aprenda-5-cuidados-que-voce-deve-ter-ao-usar-wi-fi-publico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">5 cuidados que você deve ter ao usar Wi-Fi público</a></li>
</ul>
<p>Na Câmara, após <strong>intensa pressão popular</strong>, o debate acelerado foi suspenso pelo então presidente da Casa, <strong>Arthur Lira (PP-AL)</strong>. Agora, o texto <strong>está parado no Senado</strong>.</p>
<p>O PL está parado desde agosto de 2024 na <strong>Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família (CPASF)</strong>, onde tinha previsão de ser debatido em audiência pública. </p>
<p>O atual presidente da Câmara, <strong>Hugo Motta (Republicanos-PB)</strong>, não deu prosseguimento às discussões sobre o texto.</p>
<p>(Esta matéria também usou informações da <em><a href="https://www.gov.br/pf/pt-br/assuntos/noticias/2025/12/pf-deflagra-operacao-contra-ataques-ciberneticos-direcionados-a-parlamentares-federais" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Polícia Federal</a></em>.)</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/12/02/seguranca/policia-federal-investiga-ataques-ciberneticos-contra-deputados-pro-pl-antiaborto/">Polícia Federal investiga ataques cibernéticos contra deputados pró-PL Antiaborto</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Golpe: Criminosos usam nome da PF para pedir transferências</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/golpe-criminosos-usam-nome-da-pf-para-pedir-transferencias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 10:43:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[golpe]]></category>
		<category><![CDATA[mensagem]]></category>
		<category><![CDATA[polícia federal]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[transferência bancária]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/golpe-criminosos-usam-nome-da-pf-para-pedir-transferencias/</guid>

					<description><![CDATA[O nome da Polícia Federal está sendo usado para um novo golpe por aplicativos de mensagem. Os criminosos induzem as vítimas a transferir dinheiro após ligações que serviriam como ‘depoimentos’ de investigações. As informações são da TV Globo. Recém-aposentada, uma mulher de 58 anos, que pediu para não ser identificada, relatou ao Jornal Nacional que recebeu mensagens da quadrilha por uma semana. Uma das chamadas de vídeo durou mais de cinco horas — os golpistas a convenceram que se tratava de um depoimento. “A primeira chamada, a primeira ligação, foi telefone mesmo, dizendo que era da Polícia Federal e que eu estava sendo investigada por lavagem de dinheiro ou tráfico de drogas.  Ele tinha meu endereço, meu CPF, meu nome completo, como que eu não ia provar para ele a minha inocência? E foi o que eu tentei fazer.” Polícia Federal esclareceu que não solicita transferências de dinheiro (Imagem: Rmcarvalho/iStock) Usando documentos falsos com o brasão da república, os golpistas insistiram que tratava-se de um caso confidencial e que as informações não poderiam ser compartilhadas com mais ninguém.  Ao final da chamada, eles pediram a transferência de dinheiro para o que chamaram de “contas de vigilância do Banco Central”, e disseram que o valor seria devolvido. Em um primeiro momento, ela realizou três repasses, totalizando R$ 10 mil, e o dinheiro voltou para a conta dela. Depois, o bando solicitou transferências que somaram R$ 580 mil. “É dinheiro da vida. E aí eles sumiram. Imediatamente quando eles não me responderam mais eu corri no quarto para chamar a minha filha e a gente foi para a delegacia. Eu estou à base de calmante. Eu não como, eu não durmo, eu não paro de chorar”, contou ao jornal. Golpistas usam documentos falsos com o brasão da república (Imagem: napong rattanaraktiya/iStock) Caso não é isolado Outra vítima registrou um boletim de ocorrência relatando uma estratégia semelhante em Jundiaí, no interior de São Paulo. A mulher transferiu mais de R$ 1,5 milhão aos golpistas que se passaram por agentes da PF, alegando uma investigação de lavagem de dinheiro.  E um terceiro caso ocorreu em Iperó, também no interior paulista, onde uma mulher de 63 anos foi convencida por supostos policiais federais a transferir mais de R$ 40 mil para a mesma conta bancária dos demais golpes. A conta, aliás, está atrelada à empresa WFG One Financeira, supostamente localizada em uma praça na capital paulista, no número 500. Mas o registro do escritório não existe na junta comercial, de acordo com a reportagem. Leia Mais: Hackers usam links de convite do Discord para aplicar golpes Selo verificado do WhatsApp vira ferramenta em golpes online Como proteger sua família de golpes com vozes clonadas por inteligência artificial Quadrilha pede a transferência de dinheiro para o que chamaram de “contas de vigilância do Banco Central”, (Imagem: rawat yapathanasap/iStock) Investigações em andamento Até agora, a Polícia Civil de São Paulo contabilizou pelo menos 20 vítimas dos golpistas e os inquéritos seguem abertos para tentar identificar os responsáveis. Já a Polícia Federal esclareceu que não solicita transferências de dinheiro, mas ponderou que pode fazer intimações por telefone utilizando os números oficiais da PF (clique aqui). “Nós não fazemos pedidos de documento, não fazemos pedidos de valores, nada disso. Então as nossas intimações são um ato para um mero comparecimento do intimado à unidade da Polícia Federal ou então por meio de uma sala virtual para que essa pessoa possa ser ouvida no procedimento policial”, diz o corregedor da Polícia Federal em São Paulo, Alberto Neto. O post Golpe: Criminosos usam nome da PF para pedir transferências apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O nome da <a href="https://olhardigital.com.br/tag/policia-federal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Polícia Federal</a> está sendo usado para um novo <a href="https://olhardigital.com.br/tag/golpes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">golpe</a> por aplicativos de mensagem. Os criminosos induzem as vítimas a transferir dinheiro após ligações que serviriam como ‘depoimentos’ de investigações. As informações são da <a href="https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2025/08/22/criminosos-se-passam-por-policiais-federais-para-aplicar-golpes-em-aplicativos-de-mensagem.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">TV Globo</a>.</p>
<p>Recém-aposentada, uma mulher de 58 anos, que pediu para não ser identificada, relatou ao Jornal Nacional que recebeu mensagens da quadrilha por uma semana. Uma das chamadas de vídeo durou mais de cinco horas — os golpistas a convenceram que se tratava de um depoimento.</p>
<p>“A primeira chamada, a primeira ligação, foi telefone mesmo, dizendo que era da Polícia Federal e que eu estava sendo investigada por <a href="https://olhardigital.com.br/tag/lavagem-de-dinheiro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">lavagem de dinheiro</a> ou tráfico de drogas.  Ele tinha meu endereço, meu CPF, meu nome completo, como que eu não ia provar para ele a minha inocência? E foi o que eu tentei fazer.”</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="577" src="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-2079628557-1024x577.jpg" alt="sede da policia federal brasilia" class="wp-image-1171444" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-2079628557-1024x577.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-2079628557-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-2079628557-768x433.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-2079628557-1536x866.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-2079628557-2048x1154.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-2079628557-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-2079628557-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-2079628557-150x85.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Polícia Federal esclareceu que não solicita transferências de dinheiro (Imagem: Rmcarvalho/iStock)</figcaption></figure>
</div>
<p>Usando documentos falsos com o brasão da república, os golpistas insistiram que tratava-se de um caso confidencial e que as informações não poderiam ser compartilhadas com mais ninguém. </p>
<p>Ao final da chamada, eles pediram a transferência de dinheiro para o que chamaram de “contas de vigilância do Banco Central”, e disseram que o valor seria devolvido. Em um primeiro momento, ela realizou três repasses, totalizando R$ 10 mil, e o dinheiro voltou para a conta dela. Depois, o bando solicitou transferências que somaram R$ 580 mil.</p>
<p>“É dinheiro da vida. E aí eles sumiram. Imediatamente quando eles não me responderam mais eu corri no quarto para chamar a minha filha e a gente foi para a delegacia. Eu estou à base de calmante. Eu não como, eu não durmo, eu não paro de chorar”, contou ao jornal.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="684" src="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-1458791429-1024x684.jpg" alt="golpe celular" class="wp-image-1171452" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-1458791429-1024x684.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-1458791429-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-1458791429-768x513.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-1458791429-1536x1026.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-1458791429-2048x1368.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-1458791429-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Golpistas usam documentos falsos com o brasão da república (Imagem: napong rattanaraktiya/iStock)</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-caso-nao-e-isolado">Caso não é isolado</h2>
<p>Outra vítima registrou um boletim de ocorrência relatando uma estratégia semelhante em Jundiaí, no interior de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/sao-paulo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">São Paulo</a>. A mulher transferiu mais de R$ 1,5 milhão aos golpistas que se passaram por agentes da PF, alegando uma investigação de lavagem de dinheiro. </p>
<p>E um terceiro caso ocorreu em Iperó, também no interior paulista, onde uma mulher de 63 anos foi convencida por supostos policiais federais a transferir mais de R$ 40 mil para a mesma conta bancária dos demais golpes.</p>
<p>A conta, aliás, está atrelada à empresa WFG One Financeira, supostamente localizada em uma praça na capital paulista, no número 500. Mas o registro do escritório não existe na junta comercial, de acordo com a reportagem.</p>
<p><strong>Leia Mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/08/12/seguranca/hackers-usam-links-de-convite-do-discord-para-aplicar-golpes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Hackers usam links de convite do Discord para aplicar golpes</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/07/23/seguranca/selo-verificado-do-whatsapp-vira-ferramenta-em-golpes-online/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Selo verificado do WhatsApp vira ferramenta em golpes online</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/07/11/seguranca/como-proteger-sua-familia-de-golpes-com-vozes-clonadas-por-inteligencia-artificial/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Como proteger sua família de golpes com vozes clonadas por inteligência artificial</a></li>
</ul>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="629" src="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-2208323914-1024x629.jpg" alt="alerta de golpe celular" class="wp-image-1171456" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-2208323914-1024x629.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-2208323914-300x184.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-2208323914-768x472.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-2208323914-1536x943.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-2208323914-2048x1258.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/iStock-2208323914-150x92.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Quadrilha pede a transferência de dinheiro para o que chamaram de “contas de vigilância do Banco Central”, (Imagem: rawat yapathanasap/iStock)</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-investigacoes-em-andamento">Investigações em andamento</h2>
<p>Até agora, a <a href="https://olhardigital.com.br/tag/policia-civil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Polícia Civil</a> de São Paulo contabilizou pelo menos 20 vítimas dos golpistas e os inquéritos seguem abertos para tentar identificar os responsáveis. Já a Polícia Federal esclareceu que não solicita transferências de dinheiro, mas ponderou que pode fazer intimações por telefone utilizando os números oficiais da PF (clique aqui).</p>
<p>“Nós não fazemos pedidos de documento, não fazemos pedidos de valores, nada disso. Então as nossas intimações são um ato para um mero comparecimento do intimado à unidade da Polícia Federal ou então por meio de uma sala virtual para que essa pessoa possa ser ouvida no procedimento policial”, diz o corregedor da Polícia Federal em São Paulo, Alberto Neto.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/08/25/seguranca/golpe-criminosos-usam-nome-da-pf-para-pedir-transferencias/">Golpe: Criminosos usam nome da PF para pedir transferências</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
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		<item>
		<title>PF deflagra operação contra fraude biométrica no Gov.br</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/pf-deflagra-operacao-contra-fraude-biometrica-no-gov-br/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 May 2025 14:43:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[gov.br]]></category>
		<category><![CDATA[polícia federal]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/pf-deflagra-operacao-contra-fraude-biometrica-no-gov-br/</guid>

					<description><![CDATA[A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (13) a operação “Face Off”, com foco em desarticular um grupo criminoso que utilizava técnicas sofisticadas de alteração facial para fraudar contas vinculadas à plataforma Gov.br. Segundo as autoridades, os investiga dos manipulavam traços faciais com o objetivo de burlar sistemas de autenticação biométrica e obter acesso a serviços públicos digitais. As fraudes permitiam que os criminosos assumissem o controle total de perfis alheios, tendo acesso a dados pessoais e informações sensíveis de cidadãos. A ação representa uma preocupação crescente sobre os riscos associados ao uso de biometria facial como única camada de segurança em sistemas governamentais. Operação “Face Off” da Polícia Federal atua em nove estados brasileiros (Imagem: Polícia Federal) Leia mais: Sua conta Gov.br foi hackeada? Veja como aumentar a segurança dos seus dados e da sua conta Como ativar a verificação em duas etapas na conta gov.br Não consegue acessar o Gov.br? Veja como desbloquear a sua conta Reportagem em atualização. O post PF deflagra operação contra fraude biométrica no Gov.br apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A <a href="https://olhardigital.com.br/tag/policia-federal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Polícia Federal</a> deflagrou nesta terça-feira (13) a <strong>operação “Face Off”</strong>, com foco em desarticular um grupo criminoso que utilizava técnicas sofisticadas de <strong>alteração facial</strong> para fraudar contas vinculadas à <strong>plataforma <a href="https://olhardigital.com.br/tag/gov-br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gov.br</a></strong>. Segundo as autoridades, os investiga dos manipulavam traços faciais com o objetivo de burlar sistemas de <strong>autenticação biométrica</strong> e obter acesso a serviços públicos digitais.</p>
<p>As fraudes permitiam que os criminosos <strong>assumissem o controle total de perfis alheios</strong>, tendo acesso a dados pessoais e informações sensíveis de cidadãos. A ação representa uma preocupação crescente sobre os riscos associados ao uso de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/biometria/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">biometria</a> facial como única camada de segurança em sistemas governamentais.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="768" height="646" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/05/pf-operacao-face-off.jpeg" alt="polícia federal" class="wp-image-1114587" srcset="https://img.olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/05/pf-operacao-face-off.jpeg 768w, https://img.olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/05/pf-operacao-face-off-300x252.jpeg 300w, https://img.olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/05/pf-operacao-face-off-150x126.jpeg 150w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px"><figcaption class="wp-element-caption">Operação “Face Off” da Polícia Federal atua em nove estados brasileiros (Imagem: Polícia Federal)</figcaption></figure>
</div>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/02/04/dicas-e-tutoriais/sua-conta-gov-br-foi-hackeada-veja-como-aumentar-a-seguranca-dos-seus-dados-e-da-sua-conta/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sua conta Gov.br foi hackeada? Veja como aumentar a segurança dos seus dados e da sua conta</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2024/06/23/dicas-e-tutoriais/como-ativar-a-verificacao-em-duas-etapas-na-conta-gov-br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Como ativar a verificação em duas etapas na conta gov.br</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2023/07/28/dicas-e-tutoriais/nao-consegue-acessar-o-gov-br-veja-como-desbloquear-a-sua-conta/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Não consegue acessar o Gov.br? Veja como desbloquear a sua conta</a></li>
</ul>
<p><em>Reportagem em atualização.</em></p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/05/13/seguranca/pf-deflagra-operacao-contra-fraude-biometrica-no-gov-br/">PF deflagra operação contra fraude biométrica no Gov.br</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
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		<title>Hacker suspeito de vender dados do FBI e da Polícia Federal é preso</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/hacker-suspeito-de-vender-dados-do-fbi-e-da-policia-federal-e-preso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Oct 2024 12:11:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[hacker]]></category>
		<category><![CDATA[polícia federal]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/hacker-suspeito-de-vender-dados-do-fbi-e-da-policia-federal-e-preso/</guid>

					<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) prendeu um hacker suspeito de invadir sistemas e vender dados do FBI e da própria PF. A prisão (preventiva) ocorreu em Belo Horizonte (MG) como parte da operação Data Breach, deflagrada nesta semana. O investigado é “suspeito de ser responsável por duas publicações de venda de dados da Polícia Federal”. E “se vangloriava” por diversas invasões cibernéticas em países além do Brasil. Os trechos constam nesta nota da PF. Hacker invadiu sistemas e vendeu dados da PF e de parceria dos EUA com FBI envolvido A venda de dados da PF ocorreu em 22 de maio de 2020 e 22 de fevereiro de 2022. Em relação às invasões cibernéticas internacionais, foi graças a elas que o hacker teria divulgado “dados sensíveis” de 80 mil membros da InfraGard. InfraGard é uma parceria entre o FBI e empresas de infraestrutura dos Estados Unidos. O objetivo da parceria é proteger infraestrutura crucial, prevenir ataques e fortalecer a segurança nacional estadunidense. Hacker vendeu dados da Polícia Federal em maio de 2020 e fevereiro de 2022 (Imagem: Aleksandar Malivuk/Shutterstock) O hacker é conhecido por ser um ator malicioso responsável pelo vazamento de grandes bases de dados de informações pessoais, incluindo as de empresas como Airbus e a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos. Polícia Federal, em nota Ainda segundo a PF, o hacker deve responder pelo crime de invasão de dispositivo informático, qualificado pela obtenção de informações. E a comercialização dos dados obtidos pode aumentar a pena. A Polícia Federal vai continuar sua investigação em busca de outras possíveis invasões cibernéticas cometidas pelo hacker. Leia mais: Aspiradores robôs perseguiram pets nos EUA – e aqui está a explicação O que é um ataque hacker de clique zero? Sem golpe e roubo no celular! Siga estas 6 dicas da agência de segurança dos EUA para ficar protegido Operação Data Breach Nome da operação da PF que prendeu hacker se refere a um tipo de ataque cibernético (Imagem: Song_ about_summer/Shutterstock) O nome da operação se refere a ataques cibernéticos nos quais informações confidenciais são roubadas e/ou vazadas. “Durante um Data Breach, a segurança de dados é violada e as informações caem nas mãos de pessoas mal-intencionadas”, explica a PF. O post Hacker suspeito de vender dados do FBI e da Polícia Federal é preso apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A <a href="https://olhardigital.com.br/tag/policia-federal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Polícia Federal</a> (PF) prendeu um <a href="https://olhardigital.com.br/tag/hacker/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">hacker</a> suspeito de invadir sistemas e vender dados do FBI e da própria PF. A prisão (preventiva) ocorreu em Belo Horizonte (MG) como parte da operação Data Breach, deflagrada nesta semana.</p>
<p>O investigado é “suspeito de ser responsável por duas publicações de venda de dados da Polícia Federal”. E “se vangloriava” por diversas invasões cibernéticas em países além do Brasil. Os trechos constam <a href="https://www.gov.br/pf/pt-br/assuntos/noticias/2024/10/pf-prende-hacker-suspeito-de-invadir-sistemas-da-pf-e-de-outras-instituicoes-internacionais" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nesta nota da PF</a>.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-hacker-invadiu-sistemas-e-vendeu-dados-da-pf-e-de-parceria-dos-eua-com-fbi-envolvido">Hacker invadiu sistemas e vendeu dados da PF e de parceria dos EUA com FBI envolvido</h2>
<p>A venda de dados da PF ocorreu em 22 de maio de 2020 e 22 de fevereiro de 2022. Em relação às invasões cibernéticas internacionais, foi graças a elas que o hacker teria divulgado “dados sensíveis” de 80 mil membros da InfraGard.</p>
<ul>
<li>InfraGard é uma parceria entre o FBI e empresas de infraestrutura dos Estados Unidos. O objetivo da parceria é proteger infraestrutura crucial, prevenir ataques e fortalecer a segurança nacional estadunidense.</li>
</ul>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="577" src="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/04/hacker_brasil-e1713958681187-1024x577.jpg" alt="" class="wp-image-845706" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/04/hacker_brasil-e1713958681187-1024x577.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/04/hacker_brasil-e1713958681187-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/04/hacker_brasil-e1713958681187-768x433.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/04/hacker_brasil-e1713958681187-150x85.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/04/hacker_brasil-e1713958681187.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Hacker vendeu dados da Polícia Federal em maio de 2020 e fevereiro de 2022 (Imagem: Aleksandar Malivuk/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>O hacker é conhecido por ser um ator malicioso responsável pelo vazamento de grandes bases de dados de informações pessoais, incluindo as de empresas como Airbus e a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos.</p>
<p><cite>Polícia Federal, em nota</cite></p></blockquote>
<p>Ainda segundo a PF, o hacker deve responder pelo crime de invasão de dispositivo informático, qualificado pela obtenção de informações. E a comercialização dos dados obtidos pode aumentar a pena.</p>
<p>A Polícia Federal vai continuar sua investigação em busca de outras possíveis invasões cibernéticas cometidas pelo hacker.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/tag/hacker/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Aspiradores robôs perseguiram pets nos EUA – e aqui está a explicação</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2024/08/25/seguranca/o-que-e-um-ataque-hacker-de-clique-zero/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O que é um ataque hacker de clique zero?</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2024/09/02/seguranca/sem-golpe-e-roubo-no-celular-siga-estas-6-dicas-da-agencia-de-seguranca-dos-eua-para-ficar-protegido/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sem golpe e roubo no celular! Siga estas 6 dicas da agência de segurança dos EUA para ficar protegido</a></li>
</ul>
<h3 class="wp-block-heading" id="h-operacao-data-breach">Operação Data Breach</h3>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="577" src="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Ataque-hacker-via-Song-about-summer-Shutterstock-scaled-e1729253419599-1024x577.jpg" alt="Ataque hacker via Song_ about_summer/Shutterstock" class="wp-image-955611" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Ataque-hacker-via-Song-about-summer-Shutterstock-scaled-e1729253419599-1024x577.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Ataque-hacker-via-Song-about-summer-Shutterstock-scaled-e1729253419599-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Ataque-hacker-via-Song-about-summer-Shutterstock-scaled-e1729253419599-768x433.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Ataque-hacker-via-Song-about-summer-Shutterstock-scaled-e1729253419599-1536x865.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Ataque-hacker-via-Song-about-summer-Shutterstock-scaled-e1729253419599-2048x1154.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Ataque-hacker-via-Song-about-summer-Shutterstock-scaled-e1729253419599-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Ataque-hacker-via-Song-about-summer-Shutterstock-scaled-e1729253419599-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Nome da operação da PF que prendeu hacker se refere a um tipo de ataque cibernético (Imagem: Song_ about_summer/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<p>O nome da operação se refere a ataques cibernéticos nos quais informações confidenciais são roubadas e/ou vazadas. “Durante um Data Breach, a segurança de dados é violada e as informações caem nas mãos de pessoas mal-intencionadas”, explica a PF.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2024/10/18/seguranca/hacker-suspeito-de-vender-dados-do-fbi-e-da-policia-federal-eh-preso/">Hacker suspeito de vender dados do FBI e da Polícia Federal é preso</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
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