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	<title>ransomware &#8211; Infratic</title>
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	<title>ransomware &#8211; Infratic</title>
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		<title>Hackers dizem ter roubado dados de Berlim e colocam material em leilão</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/hackers-dizem-ter-roubado-dados-de-berlim-e-colocam-material-em-leilao/</link>
		
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 22:22:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um grupo de ransomware afirmou ter roubado 5,79 TB de dados de órgãos públicos de Berlim (Alemanha) e anunciou que pretende leiloar o material. As autoridades da capital alemã, por sua vez, afirmaram que não vão pagar o resgate exigido pelos criminosos. O grupo Rhysida, que pesquisadores acreditam operar a partir da Rússia ou do Leste Europeu, afirmou que o material inclui 46,5 mil contratos, além de e-mails, números de telefone, senhas e informações classificadas. O grupo estabeleceu um lance inicial de 30 bitcoins, equivalente a cerca de US$ 77,6 mil (R$ 413 mil), e informou que o leilão deve terminar em pouco menos de sete dias. Um cronômetro para o encerramento foi publicado no site utilizado pelos criminosos. O ataque à rede de Berlim ocorre a menos de um mês das eleições no estado-cidade, marcadas para 20 de setembro. Berlim se recusa a pagar resgate A emissora alemã RBB informou na quinta-feira (27) que Berlim havia recebido uma exigência de resgate após o ataque, embora o valor solicitado não tenha sido divulgado; Na sexta-feira (28), antes de o grupo publicar a alegação do ataque em seu site, o prefeito de Berlim, Kai Wegner, e a senadora responsável pela área de Interior, Iris Spranger, afirmaram em comunicado conjunto que o governo não pretende ceder à pressão. “O Estado de Berlim não vai se submeter à extorsão”, disseram os dois; Durante uma entrevista coletiva, Wegner afirmou que as autoridades ainda não conseguem fornecer detalhes sobre o conteúdo ou a extensão dos dados afetados porque a investigação sobre o ataque continua em andamento; Spranger afirmou que a infraestrutura utilizada para as eleições não foi afetada. Segundo as autoridades de segurança, também não há indícios de que dados relacionados ao processo eleitoral tenham sido comprometidos. Governo local afirma que não irá pagar resgate proposto pelos hackers – Imagem: Simon Booth/Shutterstock Leia mais: Brasil é o 3º país mais atacado por ransomware; especialistas explicam o motivo Hackers ligados à China atacaram NASA, Senado e órgãos dos EUA, diz governo Golpes com IA usam voz e rosto de vítimas como uma máscara, mostra estudo Grupo já reivindicou quase 280 ataques O Rhysida surgiu em junho de 2023 e já reivindicou quase 280 ataques, de acordo com a plataforma de pesquisa sobre crimes cibernéticos eCrime.ch. Segundo o Ransom-DB, serviço de análise e monitoramento de ataques de ransomware, aproximadamente metade das vítimas reivindicadas pelo grupo está nos Estados Unidos. Reino Unido, Canadá e Itália também aparecem entre os países mais atingidos. O grupo tem histórico de ataques contra instituições governamentais. Entre os casos está a invasão à British Library, no Reino Unido, em outubro de 2023. O Rhysida também já reivindicou ataques contra o Exército do Chile, escolas, instituições de saúde e empresas de diferentes portes. O post Hackers dizem ter roubado dados de Berlim e colocam material em leilão apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Um grupo de ransomware afirmou ter roubado 5,79 TB de dados de órgãos públicos de Berlim (Alemanha) e anunciou que pretende leiloar o material. As autoridades da capital alemã, por sua vez, afirmaram que não vão pagar o resgate exigido pelos criminosos.</p>
<p>O grupo Rhysida, que pesquisadores acreditam operar a partir da Rússia ou do Leste Europeu, afirmou que o material inclui 46,5 mil contratos, além de e-mails, números de telefone, senhas e informações classificadas.</p>
<p>O grupo estabeleceu um lance inicial de 30 bitcoins, equivalente a cerca de US$ 77,6 mil (R$ 413 mil), e informou que o leilão deve terminar em pouco menos de sete dias. Um cronômetro para o encerramento foi publicado no site utilizado pelos criminosos.</p>
<p>O ataque à rede de Berlim ocorre a menos de um mês das eleições no estado-cidade, marcadas para 20 de setembro.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-berlim-se-recusa-a-pagar-resgate">Berlim se recusa a pagar resgate</h2>
<ul>
<li>A emissora alemã <em>RBB</em> informou na quinta-feira (27) que Berlim havia recebido uma exigência de resgate após o ataque, embora o valor solicitado não tenha sido divulgado;</li>
<li>Na sexta-feira (28), antes de o grupo publicar a alegação do ataque em seu site, o prefeito de Berlim, Kai Wegner, e a senadora responsável pela área de Interior, Iris Spranger, afirmaram em comunicado conjunto que o governo não pretende ceder à pressão. “O Estado de Berlim não vai se submeter à extorsão”, disseram os dois;</li>
<li>Durante uma entrevista coletiva, Wegner afirmou que as autoridades ainda não conseguem fornecer detalhes sobre o conteúdo ou a extensão dos dados afetados porque a investigação sobre o ataque continua em andamento;</li>
<li>Spranger afirmou que a infraestrutura utilizada para as eleições não foi afetada. Segundo as autoridades de segurança, também não há indícios de que dados relacionados ao processo eleitoral tenham sido comprometidos.</li>
</ul>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="681" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/08/teclado_caveira-1024x681.jpg" alt="Símbolo de caveira em uma tecla de teclado de computador" class="wp-image-1359005" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/teclado_caveira-1024x681.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/teclado_caveira-300x199.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/teclado_caveira-768x511.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/teclado_caveira-1536x1021.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/teclado_caveira-2048x1362.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/teclado_caveira-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Governo local afirma que não irá pagar resgate proposto pelos hackers – Imagem: Simon Booth/Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/07/17/seguranca/brasil-e-o-3-pais-mais-atacado-por-ransomware-especialistas-explicam-o-motivo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Brasil é o 3º país mais atacado por ransomware; especialistas explicam o motivo</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/08/26/seguranca/hackers-ligados-a-china-atacaram-nasa-senado-e-orgaos-dos-eua-diz-governo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Hackers ligados à China atacaram NASA, Senado e órgãos dos EUA, diz governo</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/08/26/seguranca/golpes-com-ia-usam-voz-e-rosto-de-vitimas-como-uma-mascara-mostra-estudo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Golpes com IA usam voz e rosto de vítimas como uma máscara, mostra estudo</a></li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-grupo-ja-reivindicou-quase-280-ataques">Grupo já reivindicou quase 280 ataques</h2>
<p>O Rhysida surgiu em junho de 2023 e já reivindicou quase 280 ataques, de acordo com a plataforma de pesquisa sobre crimes cibernéticos eCrime.ch.</p>
<p>Segundo o Ransom-DB, serviço de análise e monitoramento de ataques de ransomware, aproximadamente metade das vítimas reivindicadas pelo grupo está nos Estados Unidos. Reino Unido, Canadá e Itália também aparecem entre os países mais atingidos.</p>
<p>O grupo tem histórico de ataques contra instituições governamentais. Entre os casos está a invasão à British Library, no Reino Unido, em outubro de 2023.</p>
<p>O Rhysida também já reivindicou ataques contra o Exército do Chile, escolas, instituições de saúde e empresas de diferentes portes.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/08/28/seguranca/hackers-dizem-ter-roubado-dados-de-berlim-e-colocam-material-em-leilao/">Hackers dizem ter roubado dados de Berlim e colocam material em leilão</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Brasil é o 3º país mais atacado por ransomware; especialistas explicam o motivo</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/brasil-e-o-3o-pais-mais-atacado-por-ransomware-especialistas-explicam-o-motivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 01:59:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[ransomware]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil registrou, em junho, o terceiro maior número de ataques de ransomware do mundo, segundo dados da plataforma Ransomware.live, iniciativa criada por Julien Mousqueton, CISO da Cohesity, empresa especializada em segurança de dados com inteligência artificial (IA). Foram contabilizados 23 casos no país durante o mês, colocando o Brasil atrás apenas dos Estados Unidos e da Alemanha. É a primeira vez que o país aparece entre os dez mais afetados desde o início da divulgação dos dados da plataforma, em janeiro. O Ransomware.live acompanha continuamente sites de vazamento mantidos por grupos de ransomware para identificar e registrar novas vítimas. Os ataques de ransomware consistem no uso de softwares maliciosos capazes de bloquear o acesso de usuários ou organizações aos seus sistemas. Em seguida, os criminosos exigem o pagamento de um resgate para restaurar o acesso, normalmente sob ameaça de vazar ou excluir permanentemente os dados. Brasil fica atrás apenas de Estados Unidos e Alemanha Segundo o levantamento, os Estados Unidos lideraram o ranking de junho, com 199 casos, seguidos pela Alemanha, com 49. O Brasil aparece na terceira posição, com 23 ataques, à frente do Reino Unido, que registrou 21 ocorrências. Índia e Canadá aparecem empatados, com 20 casos cada. Completam a lista dos dez países mais afetados: França: 15 casos; Itália: 15; México: 14; Tailândia: 13. Para Gustavo Leite, vice-presidente da Cohesity para a América Latina, a presença de Brasil, Índia e Tailândia entre os principais alvos pode refletir uma mudança na estratégia dos grupos criminosos. “A emergência do Brasil, Índia e Tailândia como alvos recém-identificados pode ser reflexo de uma estratégia deliberada de focar em jurisdições com menor maturidade na resposta a incidentes e na coordenação com forças de segurança”, avalia. Brasil aparece na terceira posição, com 23 ataques – Imagem: BreizhAtao/Shutterstock Leia mais: O que é ransomware e como se proteger Foi hackeado? Confira 8 dicas para aprender a se prevenir contra cibercriminosos Cibersegurança em alerta: a nova era dos ataques digitais em 2026 Total de vítimas caiu em junho, mas continua elevado O levantamento aponta que foram registradas 708 vítimas de ransomware em junho no mundo. Embora o número represente uma redução de 10,5% em relação às 791 vítimas contabilizadas em maio, a Cohesity destaca que o volume permanece elevado quando comparado aos últimos 12 meses. “Apesar dessa diminuição mensal, o volume permanece historicamente elevado quando comparado aos 12 meses anteriores, deixando claro o quão intenso e consistente é o atual cenário de ameaças”, afirma Leite. Nos últimos 12 meses, o número de vítimas registradas pelo Ransomware.live foi: Julho de 2025: 547; Agosto de 2025: 530; Setembro de 2025: 598; Outubro de 2025: 839; Novembro de 2025: 717; Dezembro de 2025: 882; Janeiro: 702; Fevereiro: 784; Março: 844; Abril: 870; Maio: 791; Junho: 708. Mercado B2B segue como principal alvo Entre os setores econômicos, o mercado B2B permaneceu como o mais afetado pelos ataques de ransomware em junho, somando 123 vítimas, uma queda de 23,1% em relação às 160 registradas em maio. Na sequência aparecem: Manufatura: 83 vítimas (queda de 19,4%); Tecnologia: 56 (queda de 21,1%); Serviços ao consumidor: 53 (alta de 1,9%); Saúde: 52 (queda de 23,5%); Agricultura e produção de alimentos: 36 (queda de 7,7%); Construção: 27 (queda de 15,6%); Transporte e logística: 26 (queda de 25,7%); Serviços financeiros: 25 (queda de 26,5%); Educação: 24 (queda de 14,3%). Entre todos os segmentos analisados, serviços ao consumidor foi o único que apresentou crescimento em relação ao mês anterior, passando de 52 para 53 vítimas, um aumento de 1,9%. Dados são divulgados mensalmente Os números do Ransomware.live são publicados todos os meses pela Cohesity. Segundo a empresa, seus serviços são utilizados por clientes em mais de 140 países, incluindo 70% das empresas que integram a lista Fortune Global 500. O post Brasil é o 3º país mais atacado por ransomware; especialistas explicam o motivo apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O Brasil registrou, em junho, o terceiro maior número de ataques de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/ransomware/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ransomware</a> do mundo, segundo dados da plataforma Ransomware.live, iniciativa criada por Julien Mousqueton, CISO da Cohesity, empresa especializada em segurança de dados com <a href="https://olhardigital.com.br/tag/ransomware/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inteligência artificial (IA)</a>.</p>
<p>Foram contabilizados <strong>23 casos</strong> no país durante o mês, colocando o <a href="https://olhardigital.com.br/tag/brasil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Brasil</a> atrás apenas dos <a href="https://olhardigital.com.br/tag/estados-unidos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Estados Unidos</a> e da Alemanha. É a primeira vez que o país aparece entre os dez mais afetados desde o início da divulgação dos dados da plataforma, em janeiro.</p>
<p>O Ransomware.live acompanha continuamente sites de vazamento mantidos por grupos de ransomware para identificar e registrar novas vítimas.</p>
<p>Os ataques de ransomware consistem no uso de softwares maliciosos capazes de bloquear o acesso de usuários ou organizações aos seus sistemas. Em seguida, os criminosos exigem o pagamento de um resgate para restaurar o acesso, normalmente sob ameaça de vazar ou excluir permanentemente os dados.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-brasil-fica-atras-apenas-de-estados-unidos-e-alemanha">Brasil fica atrás apenas de Estados Unidos e Alemanha</h2>
<p>Segundo o levantamento, os <strong>Estados Unidos</strong> lideraram o ranking de junho, com <strong>199 casos</strong>, seguidos pela <strong>Alemanha</strong>, com <strong>49</strong>.</p>
<p>O Brasil aparece na terceira posição, com <strong>23 ataques</strong>, à frente do <strong>Reino Unido</strong>, que registrou <strong>21</strong> ocorrências. <strong>Índia</strong> e <strong>Canadá</strong> aparecem empatados, com <strong>20</strong> casos cada.</p>
<p>Completam a lista dos dez países mais afetados:</p>
<ul>
<li>França: 15 casos;</li>
<li>Itália: 15;</li>
<li>México: 14;</li>
<li>Tailândia: 13.</li>
</ul>
<p>Para Gustavo Leite, vice-presidente da Cohesity para a América Latina, a presença de Brasil, Índia e Tailândia entre os principais alvos pode refletir uma mudança na estratégia dos grupos criminosos.</p>
<p>“A emergência do Brasil, Índia e Tailândia como alvos recém-identificados pode ser reflexo de uma estratégia deliberada de focar em jurisdições com menor maturidade na resposta a incidentes e na coordenação com forças de segurança”, avalia.</p>
</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="714" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/02/brasil-ransomware-1024x714.jpg" alt="brasil ransomware" class="wp-image-1260074" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/brasil-ransomware-1024x714.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/brasil-ransomware-300x209.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/brasil-ransomware-768x536.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/brasil-ransomware-1536x1071.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/brasil-ransomware-150x105.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/brasil-ransomware.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Brasil aparece na terceira posição, com 23 ataques – Imagem: BreizhAtao/Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2023/01/13/dicas-e-tutoriais/o-que-e-ransomware-e-como-se-proteger/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O que é ransomware e como se proteger</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2024/11/30/dicas-e-tutoriais/foi-hackeado-confira-8-dicas-para-aprender-a-se-prevenir-contra-cibercriminosos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Foi hackeado? Confira 8 dicas para aprender a se prevenir contra cibercriminosos</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/09/seguranca/ciberseguranca-em-alerta-a-nova-era-dos-ataques-digitais-em-2026/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cibersegurança em alerta: a nova era dos ataques digitais em 2026</a></li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-total-de-vitimas-caiu-em-junho-mas-continua-elevado">Total de vítimas caiu em junho, mas continua elevado</h2>
<p>O levantamento aponta que foram registradas <strong>708 vítimas</strong> de ransomware em junho no mundo.</p>
<p>Embora o número represente uma redução de <strong>10,5%</strong> em relação às <strong>791 vítimas contabilizadas em maio</strong>, a Cohesity destaca que o volume permanece elevado quando comparado aos últimos 12 meses.</p>
<p>“Apesar dessa diminuição mensal, o volume permanece historicamente elevado quando comparado aos 12 meses anteriores, deixando claro o quão intenso e consistente é o atual cenário de ameaças”, afirma Leite.</p>
<p>Nos últimos 12 meses, o número de vítimas registradas pelo Ransomware.live foi:</p>
<ul>
<li>Julho de 2025: 547;</li>
<li>Agosto de 2025: 530;</li>
<li>Setembro de 2025: 598;</li>
<li>Outubro de 2025: 839;</li>
<li>Novembro de 2025: 717;</li>
<li>Dezembro de 2025: 882;</li>
<li>Janeiro: 702;</li>
<li>Fevereiro: 784;</li>
<li>Março: 844;</li>
<li>Abril: 870;</li>
<li>Maio: 791;</li>
<li>Junho: 708.</li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-mercado-b2b-segue-como-principal-alvo">Mercado B2B segue como principal alvo</h2>
<p>Entre os setores econômicos, o <strong>mercado B2B</strong> permaneceu como o mais afetado pelos ataques de ransomware em junho, somando <strong>123 vítimas</strong>, uma queda de <strong>23,1%</strong> em relação às <strong>160 registradas em maio</strong>.</p>
<p>Na sequência aparecem:</p>
<ul>
<li>Manufatura: 83 vítimas (queda de 19,4%);</li>
<li>Tecnologia: 56 (queda de 21,1%);</li>
<li>Serviços ao consumidor: 53 (alta de 1,9%);</li>
<li>Saúde: 52 (queda de 23,5%);</li>
<li>Agricultura e produção de alimentos: 36 (queda de 7,7%);</li>
<li>Construção: 27 (queda de 15,6%);</li>
<li>Transporte e logística: 26 (queda de 25,7%);</li>
<li>Serviços financeiros: 25 (queda de 26,5%);</li>
<li>Educação: 24 (queda de 14,3%).</li>
</ul>
<p>Entre todos os segmentos analisados, <strong>serviços ao consumidor</strong> foi o único que apresentou crescimento em relação ao mês anterior, passando de <strong>52 para 53 vítimas</strong>, um aumento de <strong>1,9%</strong>.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-dados-sao-divulgados-mensalmente">Dados são divulgados mensalmente</h2>
<p>Os números do Ransomware.live são publicados todos os meses pela Cohesity. Segundo a empresa, seus serviços são utilizados por clientes em mais de <strong>140 países</strong>, incluindo <strong>70% das empresas que integram a lista Fortune Global 500</strong>.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/07/17/seguranca/brasil-e-o-3-pais-mais-atacado-por-ransomware-especialistas-explicam-o-motivo/">Brasil é o 3º país mais atacado por ransomware; especialistas explicam o motivo</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
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			</item>
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		<title>Cibersegurança em alerta: a nova era dos ataques digitais em 2026</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/ciberseguranca-em-alerta-a-nova-era-dos-ataques-digitais-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 13:09:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[Hackers]]></category>
		<category><![CDATA[ransomware]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[vazamento de dados]]></category>
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					<description><![CDATA[Se 2026 está deixando algo claro, é que a cibersegurança virou peça central no cenário mundial. Ataques digitais, vazamentos de dados e guerras híbridas estão cada vez mais frequentes e sofisticados, explica o TechCrunch. Governos e grandes empresas estão no mesmo tabuleiro. E ninguém parece totalmente fora do alcance dessa nova onda de incidentes que mistura tecnologia, política e espionagem. Cibersegurança domina 2026 com ataques mais sofisticados, vazamentos de dados e ameaças crescentes a governos, empresas e infraestrutura crítica global. Imagem: enzozo/Shutterstock Um cenário digital cada vez mais instável O avanço dos ataques cibernéticos vem chamando atenção pelo impacto direto em serviços essenciais. Redes de energia, abastecimento de água e instituições públicas passaram a ser alvos recorrentes de grupos hackers com diferentes motivações geopolíticas. O que antes parecia distante hoje afeta estruturas reais, do funcionamento de cidades até sistemas industriais. Em muitos casos, o efeito não fica restrito ao ambiente digital. Entre os casos mais preocupantes estão: ataques a redes de energia e água na Europa ações com potencial destrutivo contra sistemas industriais investidas contra infraestruturas nos Estados Unidos aumento de campanhas de ransomware contra empresas globais Vazamentos e disputas políticas entram no centro da crise Um dos episódios mais sensíveis envolve suspeitas de vazamento de dados na Administração da Previdência Social dos EUA. O caso segue em investigação e levanta dúvidas sobre o acesso a informações altamente sensíveis de milhões de cidadãos. Segundo relatos, há indícios de que um banco de dados completo pode ter sido transferido para um servidor externo não seguro. O conteúdo incluiria dados pessoais e números de identificação de grande parte da população americana. O tema ganhou repercussão política e já é tratado por parlamentares como um dos possíveis maiores vazamentos da história do país. Ataques a redes de energia, água e sistemas industriais mostram como a infraestrutura crítica virou alvo estratégico na nova era da cibersegurança. Imagem gerada com inteligência artificial via DALL-E/Vitória Gomez/Olhar Digital Ataques vão além do governo e atingem empresas e hospitais O setor privado também não ficou fora dessa onda de ataques. Um dos episódios mais graves envolveu a empresa de tecnologia educacional Instructure, responsável pela plataforma Canvas, usada por milhões de estudantes. O ataque resultou no roubo de dados e na interrupção de provas em períodos críticos, afetando diretamente o funcionamento da plataforma. Em outro caso, o grupo hacker ShinyHunters ampliou sua atuação com invasões em empresas de diferentes setores, incluindo telecomunicações e turismo. Além disso, ataques recentes também atingiram: sistemas de código aberto usados por grandes empresas ferramentas de segurança digital cadeias de suprimentos de software serviços corporativos e educacionais Cibersegurança impacta a infraestrutura crítica Outro ponto que preocupa autoridades envolve ataques a sistemas governamentais sensíveis, incluindo ferramentas de vigilância. Em um dos casos mais graves, o FBI declarou um “grande incidente cibernético” após identificar o comprometimento de sistemas internos. Também há registros de ataques a indústrias, com impacto operacional significativo e interrupções em serviços. Esses episódios reforçam um padrão cada vez mais claro: o objetivo não é apenas roubar dados, mas também paralisar sistemas inteiros. O grande desafio da cibersegurança em 2026 é antecipar ataques cada vez mais complexos, que unem tecnologia, política e espionagem em escala global. Imagem: Quality Stock Arts / Shutterstock – Imagem: Quality Stock Arts / Shutterstock Um novo tipo de guerra digital O cenário atual mostra que a cibersegurança deixou de ser um tema apenas técnico e passou a ocupar posição estratégica. Leia mais: Hackers invadem GitHub e roubam milhares de dados Worm com IA aprende sozinho e preocupa especialistas em segurança Hackers invadiram contas do Instagram enganando chatbot da Meta Governos, empresas e usuários comuns agora fazem parte de um ambiente em que dados, infraestrutura e tecnologia estão inseridos em disputas globais cada vez mais intensas. O desafio não é apenas reagir aos ataques quando eles acontecem, mas tentar antecipá-los em um cenário em que as ameaças evoluem mais rápido do que as defesas. O post Cibersegurança em alerta: a nova era dos ataques digitais em 2026 apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Se 2026 está deixando algo claro, é que a <a href="https://olhardigital.com.br/tag/ciberseguranca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cibersegurança</a> virou peça central no cenário mundial. Ataques digitais, <a href="https://olhardigital.com.br/tag/vazamento-de-dados/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vazamentos de dados</a> e guerras híbridas estão cada vez mais frequentes e sofisticados, explica o <a href="https://techcrunch.com/2026/06/07/the-worst-hacks-and-breaches-of-2026-so-far/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">TechCrunch</a>.</p>
<p>Governos e grandes empresas estão no mesmo tabuleiro. E ninguém parece totalmente fora do alcance dessa nova onda de incidentes que mistura tecnologia, política e espionagem.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/02/dados-pessoais-1024x682.jpg" alt="Símbolo de alerta com exclamação dentro de triângulo formado por códigos binários" class="wp-image-1259523" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/dados-pessoais-1024x682.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/dados-pessoais-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/dados-pessoais-768x511.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/dados-pessoais-1536x1023.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/dados-pessoais-2048x1364.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/dados-pessoais-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Cibersegurança domina 2026 com ataques mais sofisticados, vazamentos de dados e ameaças crescentes a governos, empresas e infraestrutura crítica global. Imagem: enzozo/Shutterstock</em></figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-um-cenario-digital-cada-vez-mais-instavel">Um cenário digital cada vez mais instável</h2>
<p>O avanço dos <a href="https://olhardigital.com.br/tag/ataques-ciberneticos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ataques cibernéticos</a> vem chamando atenção pelo impacto direto em serviços essenciais. Redes de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/energia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">energia</a>, abastecimento de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/agua/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">água</a> e instituições públicas passaram a ser alvos recorrentes de grupos <a href="https://olhardigital.com.br/tag/hackers/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">hackers</a> com diferentes motivações <a href="https://olhardigital.com.br/tag/geopolitica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">geopolíticas</a>.</p>
<p>O que antes parecia distante hoje afeta estruturas reais, do funcionamento de cidades até sistemas industriais. Em muitos casos, o efeito não fica restrito ao ambiente digital.</p>
<p>Entre os casos mais preocupantes estão:</p>
<ul>
<li>ataques a redes de energia e água na Europa</li>
<li>ações com potencial destrutivo contra sistemas industriais</li>
<li>investidas contra infraestruturas nos Estados Unidos</li>
<li>aumento de campanhas de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/ransomware/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ransomware</a> contra empresas globais</li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-vazamentos-e-disputas-politicas-entram-no-centro-da-crise">Vazamentos e disputas políticas entram no centro da crise</h2>
<p>Um dos episódios mais sensíveis envolve suspeitas de vazamento de dados na Administração da Previdência Social dos EUA. O caso segue em investigação e levanta dúvidas sobre o acesso a informações altamente sensíveis de milhões de cidadãos.</p>
<p>Segundo relatos, há indícios de que um banco de dados completo pode ter sido transferido para um servidor externo não seguro. O conteúdo incluiria dados pessoais e números de identificação de grande parte da população americana.</p>
<p>O tema ganhou repercussão política e já é tratado por parlamentares como um dos possíveis maiores vazamentos da história do país.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="585" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2024/09/ataque-cibernetico-navegacao-2-1024x585.png" alt="" class="wp-image-962564" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/09/ataque-cibernetico-navegacao-2-1024x585.png 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/09/ataque-cibernetico-navegacao-2-300x171.png 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/09/ataque-cibernetico-navegacao-2-768x439.png 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/09/ataque-cibernetico-navegacao-2-1536x878.png 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/09/ataque-cibernetico-navegacao-2-2048x1170.png 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/09/ataque-cibernetico-navegacao-2-150x86.png 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Ataques a redes de energia, água e sistemas industriais mostram como a infraestrutura crítica virou alvo estratégico na nova era da cibersegurança. Imagem gerada com inteligência artificial via DALL-E/Vitória Gomez/Olhar Digital</em></figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-ataques-vao-alem-do-governo-e-atingem-empresas-e-hospitais">Ataques vão além do governo e atingem empresas e hospitais</h2>
<p>O setor privado também não ficou fora dessa onda de ataques. Um dos episódios mais graves envolveu a empresa de tecnologia educacional Instructure, responsável pela plataforma <a href="https://olhardigital.com.br/tag/canvas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Canvas</a>, usada por milhões de estudantes.</p>
<p>O ataque resultou no <a href="https://olhardigital.com.br/tag/roubo-de-dados/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">roubo de dados</a> e na interrupção de provas em períodos críticos, afetando diretamente o funcionamento da plataforma. Em outro caso, o grupo hacker ShinyHunters ampliou sua atuação com invasões em empresas de diferentes setores, incluindo telecomunicações e turismo.</p>
<p>Além disso, ataques recentes também atingiram:</p>
<ul>
<li>sistemas de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/codigo-aberto/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">código aberto</a> usados por grandes empresas</li>
<li>ferramentas de segurança digital</li>
<li>cadeias de suprimentos de software</li>
<li>serviços corporativos e educacionais</li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-ciberseguranca-impacta-a-infraestrutura-critica">Cibersegurança impacta a infraestrutura crítica</h2>
<p>Outro ponto que preocupa autoridades envolve ataques a sistemas governamentais sensíveis, incluindo ferramentas de vigilância. Em um dos casos mais graves, o <a href="https://olhardigital.com.br/tag/fbi/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">FBI</a> declarou um “grande incidente cibernético” após identificar o comprometimento de sistemas internos.</p>
<p>Também há registros de ataques a indústrias, com impacto operacional significativo e interrupções em serviços.</p>
<p>Esses episódios reforçam um padrão cada vez mais claro: o objetivo não é apenas roubar dados, mas também paralisar sistemas inteiros.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="682" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/04/guerra-dos-chips-1024x682.jpg" alt="mapa do mundo sobre circuitos de chips" class="wp-image-1305657" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/guerra-dos-chips-1024x682.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/guerra-dos-chips-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/guerra-dos-chips-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/guerra-dos-chips-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/guerra-dos-chips-150x100.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/guerra-dos-chips.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>O grande desafio da cibersegurança em 2026 é antecipar ataques cada vez mais complexos, que unem tecnologia, política e espionagem em escala global. Imagem: Quality Stock Arts / Shutterstock</em> – Imagem: Quality Stock Arts / Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-um-novo-tipo-de-guerra-digital">Um novo tipo de guerra digital</h2>
<p>O cenário atual mostra que a cibersegurança deixou de ser um tema apenas técnico e passou a ocupar posição estratégica.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/05/20/seguranca/hackers-invadem-github-e-roubam-mais-de-3-mil-dados-via-extensao-maliciosa-do-vs-code/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Hackers invadem GitHub e roubam milhares de dados</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/04/seguranca/worm-com-ia-aprende-sozinho-e-preocupa-especialistas-em-seguranca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Worm com IA aprende sozinho e preocupa especialistas em segurança</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/01/internet-e-redes-sociais/hackers-invadiram-contas-do-instagram-enganando-chatbot-da-meta/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Hackers invadiram contas do Instagram enganando chatbot da Meta</a></li>
</ul>
<p>Governos, empresas e usuários comuns agora fazem parte de um ambiente em que dados, infraestrutura e tecnologia estão inseridos em disputas globais cada vez mais intensas.</p>
<p>O desafio não é apenas reagir aos ataques quando eles acontecem, mas tentar antecipá-los em um cenário em que as ameaças evoluem mais rápido do que as defesas.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/09/seguranca/ciberseguranca-em-alerta-a-nova-era-dos-ataques-digitais-em-2026/">Cibersegurança em alerta: a nova era dos ataques digitais em 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Brasil entra no top 3 dos países mais atacados por ransomware</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/brasil-entra-no-top-3-dos-paises-mais-atacados-por-ransomware/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 16:47:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ransomware]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil passou a integrar o grupo dos três países mais atacados por ransomware no mundo, ficando atrás apenas de Estados Unidos e Índia. A informação consta no Acronis Cyberthreats Report – H2 2025, levantamento referente ao segundo semestre do ano passado, e acende um alerta sobre o nível de exposição das empresas brasileiras a incidentes cibernéticos com potencial de interromper operações inteiras. O relatório mostra que o problema deixou de ser pontual: ele afeta organizações de diferentes portes e setores, com consequências diretas sobre reputação, confiança de clientes e continuidade dos negócios. Para Luiz Claudio, CEO e fundador da LC SEC, empresa especializada em cibersegurança e compliance, o dado sinaliza uma mudança de patamar. “Quando um país passa a aparecer entre os principais alvos globais, o mercado entende que o problema não está restrito a casos isolados”, afirma o executivo. Problema afeta organizações de diferentes portes e setores, mostra relatório (Imagem: TippaPatt/Shutterstock) Ataques por e-mail e plataformas de colaboração disparam O mesmo relatório da Acronis detalha como as táticas dos criminosos evoluíram. Os ataques por e-mail cresceram 16% por organização e 20% por usuário no segundo semestre de 2025, com o phishing respondendo por 83% das ameaças detectadas nesse canal. Outro movimento expressivo foi o avanço dos ataques direcionados a plataformas de colaboração, que saltaram de 12% em 2024 para 31% em 2025, evidenciando a exploração de novos vetores de acesso ao ambiente corporativo. O uso de inteligência artificial pelos próprios atacantes também preocupa. Oitenta por cento dos operadores de ransomware como serviço já divulgam recursos de IA ou automação, o que amplifica tanto a escala quanto a sofisticação das campanhas. Custo médio de violação no Brasil chega a R$ 7,19 milhões O impacto financeiro dos incidentes reforça a urgência do tema. Segundo o Cost of a Data Breach 2025, da IBM Security, o custo médio de uma violação de dados no Brasil atingiu R$ 7,19 milhões, alta de 6,5% em relação aos R$ 6,75 milhões de 2024. No país, o phishing lidera como principal vetor inicial, presente em 18% dos casos, seguido por comprometimento de terceiros e cadeia de suprimentos (15%) e exploração de vulnerabilidades (13%). Dados da Sophos complementam esse panorama com detalhes sobre como os ataques se concretizam. No Brasil, 44% dos incidentes de ransomware tiveram como causa técnica primária a exploração de vulnerabilidades; 20% começaram por credenciais comprometidas e 18% por e-mails maliciosos. Em 54% dos casos, os dados foram criptografados. O pagamento mediano de resgate foi de US$ 400 mil, e o custo médio de recuperação chegou a US$ 1,19 milhão. Recuperação leva até uma semana, mas os impactos persistem Mesmo quando a retomada é relativamente ágil, os prejuízos vão além do técnico. O levantamento indica que 55% das organizações brasileiras afetadas conseguiram restabelecer operações em até uma semana, mas o processo envolve interrupção de serviços, investigação técnica, comunicação com clientes e reforço de controles internos. A dependência de fornecedores e parceiros digitais amplifica ainda mais o risco. O Data Breach Investigations Report 2025, da Verizon, revela que 30% das violações envolveram terceiros, o dobro do registrado no ano anterior. O estudo aponta ainda que a exploração de vulnerabilidades cresceu 34%, que 60% das violações tiveram o fator humano como elemento central e que o ransomware esteve presente em 44% dos casos analisados. Leia mais: 15 ransomwares para você ficar atento O que é ransomware e como se proteger Aprenda 5 cuidados que você deve ter ao usar Wi-Fi público Proteção exige mais do que tecnologia Para Luiz Claudio, os números indicam que enfrentar o ransomware demanda uma abordagem mais ampla. “A segurança precisa combinar prevenção técnica, governança, treinamento de colaboradores e visibilidade contínua do ambiente digital”, diz o executivo. Segundo ele, quando a organização consegue identificar vulnerabilidades antes de serem exploradas e treinar pessoas para reconhecer ameaças, reduz significativamente a chance de um incidente evoluir para uma crise operacional. Nesse contexto, crescem as iniciativas voltadas à resiliência digital, como testes de intrusão, programas de conscientização, revisão de políticas de segurança, monitoramento de ameaças e auditorias de controles. O objetivo é reduzir superfícies de exposição e fortalecer a capacidade de resposta das empresas antes que um ataque se concretize. O post Brasil entra no top 3 dos países mais atacados por ransomware apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O <a href="https://olhardigital.com.br/tag/brasil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Brasil</a> passou a integrar o grupo dos três países mais atacados por <strong><a href="https://olhardigital.com.br/tag/ransomware/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ransomware</a></strong> no mundo, ficando atrás apenas de Estados Unidos e Índia. A informação consta no <strong>Acronis Cyberthreats Report – H2 2025</strong>, levantamento referente ao segundo semestre do ano passado, e acende um alerta sobre o nível de exposição das empresas brasileiras a incidentes cibernéticos com potencial de interromper operações inteiras.</p>
<p>O relatório mostra que o problema deixou de ser pontual: ele afeta organizações de diferentes portes e setores, com consequências diretas sobre reputação, confiança de clientes e continuidade dos negócios. Para Luiz Claudio, CEO e fundador da LC SEC, empresa especializada em <a href="https://olhardigital.com.br/tag/ciberseguranca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cibersegurança</a> e compliance, o dado sinaliza uma mudança de patamar. “Quando um país passa a aparecer entre os principais alvos globais, o mercado entende que o problema não está restrito a casos isolados”, afirma o executivo.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="558" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CIBERSEGURANCA-1-1024x558.jpg" alt="Símbolo de advertência transparecendo em azul" class="wp-image-944840" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CIBERSEGURANCA-1-1024x558.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CIBERSEGURANCA-1-300x163.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CIBERSEGURANCA-1-768x418.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CIBERSEGURANCA-1-1536x836.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CIBERSEGURANCA-1-2048x1115.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CIBERSEGURANCA-1-150x82.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Problema afeta organizações de diferentes portes e setores, mostra relatório (Imagem: TippaPatt/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-ataques-por-e-mail-e-plataformas-de-colaboracao-disparam">Ataques por e-mail e plataformas de colaboração disparam</h2>
<ul>
<li>O mesmo relatório da Acronis detalha como as táticas dos criminosos evoluíram.</li>
<li>Os <strong>ataques por e-mail</strong> cresceram 16% por organização e 20% por usuário no segundo semestre de 2025, com o phishing respondendo por 83% das ameaças detectadas nesse canal.</li>
<li>Outro movimento expressivo foi o avanço dos ataques direcionados a <strong>plataformas de colaboração</strong>, que saltaram de 12% em 2024 para 31% em 2025, evidenciando a exploração de novos vetores de acesso ao ambiente corporativo.</li>
<li>O uso de inteligência artificial pelos próprios atacantes também preocupa. Oitenta por cento dos operadores de <strong>ransomware como serviço</strong> já divulgam recursos de IA ou automação, o que amplifica tanto a escala quanto a sofisticação das campanhas.</li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-custo-medio-de-violacao-no-brasil-chega-a-r-7-19-milhoes">Custo médio de violação no Brasil chega a R$ 7,19 milhões</h2>
<p>O impacto financeiro dos incidentes reforça a urgência do tema. Segundo o <strong>Cost of a Data Breach 2025</strong>, da IBM Security, o custo médio de uma violação de dados no Brasil atingiu R$ 7,19 milhões, alta de 6,5% em relação aos R$ 6,75 milhões de 2024. No país, o <a href="https://olhardigital.com.br/tag/phishing/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">phishing</a> lidera como principal vetor inicial, presente em 18% dos casos, seguido por comprometimento de terceiros e cadeia de suprimentos (15%) e exploração de vulnerabilidades (13%).</p>
<p>Dados da Sophos complementam esse panorama com detalhes sobre como os ataques se concretizam. No Brasil, <strong>44% dos incidentes de ransomware</strong> tiveram como causa técnica primária a exploração de vulnerabilidades; 20% começaram por credenciais comprometidas e 18% por e-mails maliciosos. Em 54% dos casos, os dados foram <a href="https://olhardigital.com.br/tag/criptografia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">criptografados</a>. O pagamento mediano de resgate foi de US$ 400 mil, e o custo médio de recuperação chegou a <strong>US$ 1,19 milhão</strong>.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-recuperacao-leva-ate-uma-semana-mas-os-impactos-persistem">Recuperação leva até uma semana, mas os impactos persistem</h2>
<p>Mesmo quando a retomada é relativamente ágil, os prejuízos vão além do técnico. O levantamento indica que 55% das organizações brasileiras afetadas conseguiram restabelecer operações em até uma semana, mas o processo envolve interrupção de serviços, investigação técnica, comunicação com clientes e reforço de controles internos.</p>
<p>A dependência de fornecedores e parceiros digitais amplifica ainda mais o risco. O <strong>Data Breach Investigations Report 2025</strong>, da Verizon, revela que 30% das violações envolveram terceiros, o dobro do registrado no ano anterior. O estudo aponta ainda que a exploração de vulnerabilidades cresceu 34%, que 60% das violações tiveram o fator humano como elemento central e que o ransomware esteve presente em 44% dos casos analisados.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2023/02/15/seguranca/15-ransomwares-para-voce-ficar-atento/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">15 ransomwares para você ficar atento</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2023/01/13/dicas-e-tutoriais/o-que-e-ransomware-e-como-se-proteger/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O que é ransomware e como se proteger</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/16/seguranca/aprenda-5-cuidados-que-voce-deve-ter-ao-usar-wi-fi-publico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Aprenda 5 cuidados que você deve ter ao usar Wi-Fi público</a></li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-protecao-exige-mais-do-que-tecnologia">Proteção exige mais do que tecnologia</h2>
<p>Para Luiz Claudio, os números indicam que enfrentar o ransomware demanda uma abordagem mais ampla. “A <a href="https://olhardigital.com.br/tag/seguranca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">segurança</a> precisa combinar prevenção técnica, governança, treinamento de colaboradores e visibilidade contínua do ambiente digital”, diz o executivo. Segundo ele, quando a organização consegue identificar vulnerabilidades antes de serem exploradas e treinar pessoas para reconhecer ameaças, reduz significativamente a chance de um incidente evoluir para uma crise operacional.</p>
<p>Nesse contexto, crescem as iniciativas voltadas à resiliência digital, como <strong>testes de intrusão</strong>, programas de conscientização, revisão de políticas de segurança, monitoramento de ameaças e auditorias de controles. O objetivo é reduzir superfícies de exposição e fortalecer a capacidade de resposta das empresas antes que um ataque se concretize.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/03/19/seguranca/brasil-entra-no-top-3-dos-paises-mais-atacados-por-ransomware/">Brasil entra no top 3 dos países mais atacados por ransomware</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
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		<title>Brasil é top 3 em ataques de ransomware, diz relatório</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/brasil-e-top-3-em-ataques-de-ransomware-diz-relatorio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ransomware]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil está entre os três países com maior volume de detecções de ransomware no mundo, segundo o “Relatório de Ciberameaças da Acronis – 2º Semestre de 2025: De exploits à IA maliciosa”. O estudo foi divulgado pela Acronis e coloca o país atrás apenas de Estados Unidos e Índia no período analisado. Com base em dados de telemetria coletados pela Unidade de Pesquisa de Ameaças da empresa (TRU), o levantamento mostra que o Brasil lidera na América Latina em volume de registros desse tipo de ataque. O relatório também aponta crescimento de campanhas que exploram ferramentas legítimas do ecossistema Microsoft, além do avanço de golpes por e-mail e do uso de inteligência artificial por grupos criminosos. (Imagem: Acronis / Divulgação) Brasil lidera na América Latina em ransomware De acordo com o estudo, os ataques baseados em e-mail continuaram em alta no segundo semestre de 2025. O volume médio de incidentes por organização aumentou 16% na comparação anual, enquanto o número de ataques por usuário cresceu 20%. O phishing permaneceu como principal vetor inicial de comprometimento, respondendo por 52% dos ataques direcionados a provedores de serviços gerenciados. Esse tipo de golpe utiliza mensagens fraudulentas para induzir vítimas a fornecer dados confidenciais, como senhas e informações bancárias. (Imagem: Acronis / Divulgação) Abuso de ferramentas legítimas e plataformas de colaboração No Brasil, houve registro recorrente do uso de ferramentas nativas do Windows em cadeias de ataque. O PowerShell aparece como a aplicação mais explorada por criminosos, padrão também observado nos Estados Unidos e na Alemanha. Segundo o relatório, essa estratégia reduz a necessidade de arquivos maliciosos tradicionais e dificulta a detecção por soluções baseadas apenas em assinatura. O levantamento também identificou crescimento de ameaças em plataformas de colaboração. Globalmente, a proporção desse tipo de ataque passou de 12% em 2024 para 31% em 2025, tendência observada em países com grande base corporativa conectada, como o Brasil. IA passa a integrar operações criminosas O relatório descreve o uso de inteligência artificial em etapas como reconhecimento de alvos, engenharia social e negociação de ransomware. Há registros de sistemas automatizados empregados para gerenciar múltiplas extorsões simultaneamente e para criar conteúdos falsos utilizados em golpes de sequestro virtual. “À medida que as ameaças cibernéticas evoluem em um ritmo acelerado, 2025 mostrou que os atacantes não estão apenas ampliando métodos tradicionais como phishing e ransomware, mas também estão aproveitando a inteligência artificial para agir mais rápido, de forma mais eficiente e em maior escala”, afirmou Gerald Beuchelt, CISO da Acronis. Ele acrescentou que a integração crescente da IA às operações criminosas marca uma nova fase no cenário de cibersegurança e exige que organizações antecipem ameaças e automatizem defesas. (Imagem: Acronis / Divulgação) Leia mais: 15 ransomwares para você ficar atento O que é ransomware e como se proteger Aprenda 5 cuidados que você deve ter ao usar Wi-Fi público Panorama global e setores mais atingidos No cenário internacional, o ransomware manteve posição central entre as ameaças monitoradas. Mais de 7.600 vítimas foram divulgadas publicamente por grupos criminosos no segundo semestre de 2025. Os grupos mais ativos foram Qilin, Akira e Cl0p. Já os setores mais afetados incluíram manufatura, tecnologia e saúde, segmentos com alta dependência de disponibilidade operacional. O relatório também destaca riscos ligados a ataques à cadeia de suprimentos e a provedores de serviços gerenciados. Ferramentas de acesso remoto como AnyDesk e TeamViewer foram exploradas em campanhas que impactaram mais de 1.200 vítimas indiretas em nível global. O post Brasil é top 3 em ataques de ransomware, diz relatório apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O <strong>Brasil está entre os três países com maior volume de detecções de ransomware no mundo</strong>, segundo o “Relatório de Ciberameaças da Acronis – 2º Semestre de 2025: De exploits à IA maliciosa”. O estudo foi divulgado pela Acronis e coloca o país atrás apenas de Estados Unidos e Índia no período analisado.</p>
<p>Com base em dados de telemetria coletados pela Unidade de Pesquisa de Ameaças da empresa (TRU), o levantamento mostra que o Brasil lidera na América Latina em volume de registros desse tipo de ataque. O relatório também aponta crescimento de campanhas que exploram ferramentas legítimas do ecossistema Microsoft, além do avanço de golpes por e-mail e do uso de inteligência artificial por grupos criminosos.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="867" height="484" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/02/distribuicao-geografica.jpg" alt="" class="wp-image-1260077" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/distribuicao-geografica.jpg 867w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/distribuicao-geografica-300x167.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/distribuicao-geografica-768x429.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/distribuicao-geografica-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 867px) 100vw, 867px"><figcaption class="wp-element-caption">(Imagem: Acronis / Divulgação)</figcaption></figure>
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<h2 class="wp-block-heading" id="h-brasil-lidera-na-america-latina-em-ransomware">Brasil lidera na América Latina em ransomware</h2>
<p>De acordo com o estudo, os <strong>ataques baseados em e-mail</strong> continuaram em alta no segundo semestre de 2025. O volume médio de incidentes por organização aumentou 16% na comparação anual, enquanto o número de ataques por usuário cresceu 20%.</p>
<p>O <strong>phishing</strong> permaneceu como principal vetor inicial de comprometimento, respondendo por 52% dos ataques direcionados a provedores de serviços gerenciados. Esse tipo de golpe utiliza mensagens fraudulentas para induzir vítimas a fornecer dados confidenciais, como senhas e informações bancárias.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="754" height="309" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/02/msp-top10.jpg" alt="" class="wp-image-1260075" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/msp-top10.jpg 754w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/msp-top10-300x123.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/msp-top10-150x61.jpg 150w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px"><figcaption class="wp-element-caption">(Imagem: Acronis / Divulgação)</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-abuso-de-ferramentas-legitimas-e-plataformas-de-colaboracao">Abuso de ferramentas legítimas e plataformas de colaboração</h2>
<p>No Brasil, houve registro recorrente do uso de ferramentas nativas do <strong>Windows</strong> em cadeias de ataque. O <strong>PowerShell</strong> aparece como a aplicação mais explorada por criminosos, padrão também observado nos Estados Unidos e na Alemanha. Segundo o relatório, essa estratégia reduz a necessidade de arquivos maliciosos tradicionais e dificulta a detecção por soluções baseadas apenas em assinatura.</p>
<p>O levantamento também identificou crescimento de ameaças em <strong>plataformas de colaboração</strong>. Globalmente, a proporção desse tipo de ataque passou de 12% em 2024 para 31% em 2025, tendência observada em países com grande base corporativa conectada, como o Brasil.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-ia-passa-a-integrar-operacoes-criminosas">IA passa a integrar operações criminosas</h2>
<p>O relatório descreve o uso de <strong>inteligência artificial</strong> em etapas como reconhecimento de alvos, engenharia social e negociação de ransomware. Há registros de sistemas automatizados empregados para gerenciar múltiplas extorsões simultaneamente e para criar conteúdos falsos utilizados em golpes de sequestro virtual.</p>
<p>“À medida que as ameaças cibernéticas evoluem em um ritmo acelerado, 2025 mostrou que os atacantes não estão apenas ampliando métodos tradicionais como phishing e ransomware, mas também estão aproveitando a inteligência artificial para agir mais rápido, de forma mais eficiente e em maior escala”, afirmou <strong>Gerald Beuchelt</strong>, CISO da Acronis.</p>
<p>Ele acrescentou que a integração crescente da IA às operações criminosas marca uma nova fase no cenário de cibersegurança e exige que organizações antecipem ameaças e automatizem defesas.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="664" height="462" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/02/tecnico.jpg" alt="" class="wp-image-1260076" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/tecnico.jpg 664w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/tecnico-300x209.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/tecnico-150x104.jpg 150w" sizes="(max-width: 664px) 100vw, 664px"><figcaption class="wp-element-caption">(Imagem: Acronis / Divulgação)</figcaption></figure>
</div>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2023/02/15/seguranca/15-ransomwares-para-voce-ficar-atento/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">15 ransomwares para você ficar atento</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2023/01/13/dicas-e-tutoriais/o-que-e-ransomware-e-como-se-proteger/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O que é ransomware e como se proteger</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/16/seguranca/aprenda-5-cuidados-que-voce-deve-ter-ao-usar-wi-fi-publico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Aprenda 5 cuidados que você deve ter ao usar Wi-Fi público</a></li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-panorama-global-e-setores-mais-atingidos">Panorama global e setores mais atingidos</h2>
<p>No cenário internacional, o ransomware manteve posição central entre as ameaças monitoradas. <strong>Mais de 7.600 vítimas</strong> foram divulgadas publicamente por grupos criminosos no segundo semestre de 2025.</p>
<p>Os grupos mais ativos foram <strong>Qilin</strong>, <strong>Akira</strong> e <strong>Cl0p</strong>. Já os setores mais afetados incluíram <strong>manufatura, tecnologia e saúde</strong>, segmentos com alta dependência de disponibilidade operacional.</p>
<p>O relatório também destaca riscos ligados a ataques à cadeia de suprimentos e a provedores de serviços gerenciados. Ferramentas de acesso remoto como <strong>AnyDesk</strong> e <strong>TeamViewer</strong> foram exploradas em campanhas que impactaram mais de 1.200 vítimas indiretas em nível global.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/02/23/seguranca/brasil-e-top-3-em-ataques-de-ransomware-diz-relatorio/">Brasil é top 3 em ataques de ransomware, diz relatório</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
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		<title>Brasil é top 3 em ataques de ransomware, diz relatório</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/brasil-e-top-3-em-ataques-de-ransomware-diz-relatorio-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ransomware]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil está entre os três países com maior volume de detecções de ransomware no mundo, segundo o “Relatório de Ciberameaças da Acronis – 2º Semestre de 2025: De exploits à IA maliciosa”. O estudo foi divulgado pela Acronis e coloca o país atrás apenas de Estados Unidos e Índia no período analisado. Com base em dados de telemetria coletados pela Unidade de Pesquisa de Ameaças da empresa (TRU), o levantamento mostra que o Brasil lidera na América Latina em volume de registros desse tipo de ataque. O relatório também aponta crescimento de campanhas que exploram ferramentas legítimas do ecossistema Microsoft, além do avanço de golpes por e-mail e do uso de inteligência artificial por grupos criminosos. (Imagem: Acronis / Divulgação) Brasil lidera na América Latina em ransomware De acordo com o estudo, os ataques baseados em e-mail continuaram em alta no segundo semestre de 2025. O volume médio de incidentes por organização aumentou 16% na comparação anual, enquanto o número de ataques por usuário cresceu 20%. O phishing permaneceu como principal vetor inicial de comprometimento, respondendo por 52% dos ataques direcionados a provedores de serviços gerenciados. Esse tipo de golpe utiliza mensagens fraudulentas para induzir vítimas a fornecer dados confidenciais, como senhas e informações bancárias. (Imagem: Acronis / Divulgação) Abuso de ferramentas legítimas e plataformas de colaboração No Brasil, houve registro recorrente do uso de ferramentas nativas do Windows em cadeias de ataque. O PowerShell aparece como a aplicação mais explorada por criminosos, padrão também observado nos Estados Unidos e na Alemanha. Segundo o relatório, essa estratégia reduz a necessidade de arquivos maliciosos tradicionais e dificulta a detecção por soluções baseadas apenas em assinatura. O levantamento também identificou crescimento de ameaças em plataformas de colaboração. Globalmente, a proporção desse tipo de ataque passou de 12% em 2024 para 31% em 2025, tendência observada em países com grande base corporativa conectada, como o Brasil. IA passa a integrar operações criminosas O relatório descreve o uso de inteligência artificial em etapas como reconhecimento de alvos, engenharia social e negociação de ransomware. Há registros de sistemas automatizados empregados para gerenciar múltiplas extorsões simultaneamente e para criar conteúdos falsos utilizados em golpes de sequestro virtual. “À medida que as ameaças cibernéticas evoluem em um ritmo acelerado, 2025 mostrou que os atacantes não estão apenas ampliando métodos tradicionais como phishing e ransomware, mas também estão aproveitando a inteligência artificial para agir mais rápido, de forma mais eficiente e em maior escala”, afirmou Gerald Beuchelt, CISO da Acronis. Ele acrescentou que a integração crescente da IA às operações criminosas marca uma nova fase no cenário de cibersegurança e exige que organizações antecipem ameaças e automatizem defesas. (Imagem: Acronis / Divulgação) Leia mais: 15 ransomwares para você ficar atento O que é ransomware e como se proteger Aprenda 5 cuidados que você deve ter ao usar Wi-Fi público Panorama global e setores mais atingidos No cenário internacional, o ransomware manteve posição central entre as ameaças monitoradas. Mais de 7.600 vítimas foram divulgadas publicamente por grupos criminosos no segundo semestre de 2025. Os grupos mais ativos foram Qilin, Akira e Cl0p. Já os setores mais afetados incluíram manufatura, tecnologia e saúde, segmentos com alta dependência de disponibilidade operacional. O relatório também destaca riscos ligados a ataques à cadeia de suprimentos e a provedores de serviços gerenciados. Ferramentas de acesso remoto como AnyDesk e TeamViewer foram exploradas em campanhas que impactaram mais de 1.200 vítimas indiretas em nível global. O post Brasil é top 3 em ataques de ransomware, diz relatório apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O <strong>Brasil está entre os três países com maior volume de detecções de ransomware no mundo</strong>, segundo o “Relatório de Ciberameaças da Acronis – 2º Semestre de 2025: De exploits à IA maliciosa”. O estudo foi divulgado pela Acronis e coloca o país atrás apenas de Estados Unidos e Índia no período analisado.</p>
<p>Com base em dados de telemetria coletados pela Unidade de Pesquisa de Ameaças da empresa (TRU), o levantamento mostra que o Brasil lidera na América Latina em volume de registros desse tipo de ataque. O relatório também aponta crescimento de campanhas que exploram ferramentas legítimas do ecossistema Microsoft, além do avanço de golpes por e-mail e do uso de inteligência artificial por grupos criminosos.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="867" height="484" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/02/distribuicao-geografica.jpg" alt="" class="wp-image-1260077" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/distribuicao-geografica.jpg 867w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/distribuicao-geografica-300x167.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/distribuicao-geografica-768x429.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/distribuicao-geografica-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 867px) 100vw, 867px"><figcaption class="wp-element-caption">(Imagem: Acronis / Divulgação)</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-brasil-lidera-na-america-latina-em-ransomware">Brasil lidera na América Latina em ransomware</h2>
<p>De acordo com o estudo, os <strong>ataques baseados em e-mail</strong> continuaram em alta no segundo semestre de 2025. O volume médio de incidentes por organização aumentou 16% na comparação anual, enquanto o número de ataques por usuário cresceu 20%.</p>
<p>O <strong>phishing</strong> permaneceu como principal vetor inicial de comprometimento, respondendo por 52% dos ataques direcionados a provedores de serviços gerenciados. Esse tipo de golpe utiliza mensagens fraudulentas para induzir vítimas a fornecer dados confidenciais, como senhas e informações bancárias.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="754" height="309" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/02/msp-top10.jpg" alt="" class="wp-image-1260075" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/msp-top10.jpg 754w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/msp-top10-300x123.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/msp-top10-150x61.jpg 150w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px"><figcaption class="wp-element-caption">(Imagem: Acronis / Divulgação)</figcaption></figure>
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<h2 class="wp-block-heading" id="h-abuso-de-ferramentas-legitimas-e-plataformas-de-colaboracao">Abuso de ferramentas legítimas e plataformas de colaboração</h2>
<p>No Brasil, houve registro recorrente do uso de ferramentas nativas do <strong>Windows</strong> em cadeias de ataque. O <strong>PowerShell</strong> aparece como a aplicação mais explorada por criminosos, padrão também observado nos Estados Unidos e na Alemanha. Segundo o relatório, essa estratégia reduz a necessidade de arquivos maliciosos tradicionais e dificulta a detecção por soluções baseadas apenas em assinatura.</p>
<p>O levantamento também identificou crescimento de ameaças em <strong>plataformas de colaboração</strong>. Globalmente, a proporção desse tipo de ataque passou de 12% em 2024 para 31% em 2025, tendência observada em países com grande base corporativa conectada, como o Brasil.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-ia-passa-a-integrar-operacoes-criminosas">IA passa a integrar operações criminosas</h2>
<p>O relatório descreve o uso de <strong>inteligência artificial</strong> em etapas como reconhecimento de alvos, engenharia social e negociação de ransomware. Há registros de sistemas automatizados empregados para gerenciar múltiplas extorsões simultaneamente e para criar conteúdos falsos utilizados em golpes de sequestro virtual.</p>
<p>“À medida que as ameaças cibernéticas evoluem em um ritmo acelerado, 2025 mostrou que os atacantes não estão apenas ampliando métodos tradicionais como phishing e ransomware, mas também estão aproveitando a inteligência artificial para agir mais rápido, de forma mais eficiente e em maior escala”, afirmou <strong>Gerald Beuchelt</strong>, CISO da Acronis.</p>
<p>Ele acrescentou que a integração crescente da IA às operações criminosas marca uma nova fase no cenário de cibersegurança e exige que organizações antecipem ameaças e automatizem defesas.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="664" height="462" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/02/tecnico.jpg" alt="" class="wp-image-1260076" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/tecnico.jpg 664w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/tecnico-300x209.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/tecnico-150x104.jpg 150w" sizes="(max-width: 664px) 100vw, 664px"><figcaption class="wp-element-caption">(Imagem: Acronis / Divulgação)</figcaption></figure>
</div>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2023/02/15/seguranca/15-ransomwares-para-voce-ficar-atento/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">15 ransomwares para você ficar atento</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2023/01/13/dicas-e-tutoriais/o-que-e-ransomware-e-como-se-proteger/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O que é ransomware e como se proteger</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/16/seguranca/aprenda-5-cuidados-que-voce-deve-ter-ao-usar-wi-fi-publico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Aprenda 5 cuidados que você deve ter ao usar Wi-Fi público</a></li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-panorama-global-e-setores-mais-atingidos">Panorama global e setores mais atingidos</h2>
<p>No cenário internacional, o ransomware manteve posição central entre as ameaças monitoradas. <strong>Mais de 7.600 vítimas</strong> foram divulgadas publicamente por grupos criminosos no segundo semestre de 2025.</p>
<p>Os grupos mais ativos foram <strong>Qilin</strong>, <strong>Akira</strong> e <strong>Cl0p</strong>. Já os setores mais afetados incluíram <strong>manufatura, tecnologia e saúde</strong>, segmentos com alta dependência de disponibilidade operacional.</p>
<p>O relatório também destaca riscos ligados a ataques à cadeia de suprimentos e a provedores de serviços gerenciados. Ferramentas de acesso remoto como <strong>AnyDesk</strong> e <strong>TeamViewer</strong> foram exploradas em campanhas que impactaram mais de 1.200 vítimas indiretas em nível global.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/02/23/seguranca/brasil-e-top-3-em-ataques-de-ransomware-diz-relatorio/">Brasil é top 3 em ataques de ransomware, diz relatório</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
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		<title>Ransomware derrotado: empresa cria resgate gratuito para vítimas do vírus Midnight</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/ransomware-derrotado-empresa-cria-resgate-gratuito-para-vitimas-do-virus-midnight/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Nov 2025 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[malware]]></category>
		<category><![CDATA[Norton]]></category>
		<category><![CDATA[ransomware]]></category>
		<category><![CDATA[segurança cibernética]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/ransomware-derrotado-empresa-cria-resgate-gratuito-para-vitimas-do-virus-midnight/</guid>

					<description><![CDATA[Pesquisadores da Norton quebraram o ransomware Midnight e lançaram uma ferramenta gratuita capaz de restaurar arquivos criptografados. A novidade permite que vítimas recuperem seus dados sem pagar resgate, marcando um avanço importante na luta contra ataques cibernéticos, afirma o site Threat Radar. A Norton lançou um decodificador para o ransomware Midnight que recupera dados criptografados sem que o usuário precise pagar o resgate (Imagem: monticello / Shutterstock) Entenda o que é o ransomware Midnight O Midnight é um tipo de malware que bloqueia arquivos das vítimas e exige pagamento para liberá-los. Ele se espalha por e-mails de phishing, downloads maliciosos e kits de exploração, afetando desde usuários comuns até grandes organizações. Durante o ataque, o malware criptografa documentos e sistemas inteiros, adicionando extensões próprias e tornando os dados inacessíveis. Isso gera prejuízos financeiros e operacionais, especialmente para empresas europeias, que agora podem recuperar seus arquivos graças à nova ferramenta da Norton. A equipe de segurança da Norton realizou engenharia reversa dos mecanismos de criptografia do ransomware Midnight, o que permitiu desenvolver uma ferramenta gratuita capaz de restaurar arquivos sem a necessidade de pagamento de resgate. Por meio de engenharia reversa, a equipe da Norton analisou a estrutura do malware e conseguiu criar um decodificador que reverte o bloqueio dos arquivos (Imagem: vchal/ Shutterstock) Como funciona o decodificador da Norton A equipe de segurança da Norton analisou a estrutura interna do ransomware e encontrou falhas no gerenciamento de suas chaves de criptografia. Com isso, foi possível criar um decodificador que reverte o bloqueio dos arquivos e os recupera de forma segura, sem precisar negociar com criminosos. Os detalhes técnicos não foram totalmente divulgados, mas o decodificador representa um avanço importante. Além de reduzir perdas financeiras, ele enfraquece a economia dos ataques e incentiva uma postura mais proativa na cibersegurança. As principais vantagens da ferramenta são: Recupera arquivos criptografados sem custo; Reduz o impacto financeiro dos ataques; Diminui o incentivo ao pagamento de resgates; Fortalece a segurança de empresas e usuários. Mesmo com lançamento da ferramenta, é necessário se manter vigilante para evitar que possíveis variantes do ransomware infectem máquinas e sistemas (Imagem: JLStock/Shutterstock) Ameaça ainda existe! Saiba como se proteger Apesar da conquista, a Norton alerta que novas variantes do ransomware podem surgir e escapar da ferramenta. Por isso, os pesquisadores reforçam que a vigilância e a prevenção continuam sendo fundamentais para evitar infecções. Afinal, “o decodificador reduz o impacto do ransomware, mas não elimina a ameaça. A vigilância contínua é fundamental”, destaca o Threat Radar. Leia mais: Vírus que se espalha pelo WhatsApp pode roubar dados bancários Rede Fantasma do YouTube: empresa derruba milhares de vídeos com malware na plataforma IA do Google vai combater ataques de ransomware no Drive Entre as recomendações estão manter backups offline, aplicar atualizações regulares, usar soluções de detecção e resposta (EDR) e reforçar o treinamento contra phishing. A empresa também orienta que as organizações integrem o decodificador aos planos de resposta a incidentes e evitem pagar resgates, para não estimular novos ataques. O post Ransomware derrotado: empresa cria resgate gratuito para vítimas do vírus Midnight apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Pesquisadores da <a href="https://olhardigital.com.br/tag/norton/">Norton</a> quebraram o <a href="https://olhardigital.com.br/tag/ransomware/">ransomware</a> Midnight e lançaram uma ferramenta gratuita capaz de restaurar arquivos criptografados.</p>
<p>A novidade permite que vítimas recuperem seus dados sem pagar resgate, marcando um avanço importante na luta contra ataques cibernéticos, afirma o site <a href="https://radar.offseq.com/threat/norton-researchers-crack-midnight-ransomware-relea-892c5cc2"><em>Threat Radar</em>.</a></p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1000" height="472" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2023/01/shutterstock_2168137733.jpg" alt="A Norton lançou um decodificador para o ransomware Midnight que recupera dados criptografados sem que o usuário precise pagar o resgate." class="wp-image-470256" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/01/shutterstock_2168137733.jpg 1000w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/01/shutterstock_2168137733-300x142.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/01/shutterstock_2168137733-768x362.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/01/shutterstock_2168137733-150x71.jpg 150w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px"><figcaption class="wp-element-caption">A Norton lançou um decodificador para o ransomware Midnight que recupera dados criptografados sem que o usuário precise pagar o resgate (Imagem: monticello / Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-entenda-o-que-e-o-ransomware-midnight"><strong>Entenda o que é o ransomware Midnight</strong></h2>
<p>O Midnight é um tipo de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/malware/">malware</a> que bloqueia arquivos das vítimas e exige pagamento para liberá-los. Ele se espalha por e-mails de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/phishing/">phishing</a>, downloads maliciosos e kits de exploração, afetando desde usuários comuns até grandes organizações.</p>
<p>Durante o ataque, o malware criptografa documentos e sistemas inteiros, adicionando extensões próprias e tornando os dados inacessíveis. Isso gera prejuízos financeiros e operacionais, especialmente para empresas europeias, que agora podem recuperar seus arquivos graças à nova ferramenta da Norton.</p>
<p>A equipe de segurança da Norton realizou <a href="https://olhardigital.com.br/tag/engenharia-reversa/">engenharia reversa</a> dos mecanismos de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/criptografia/">criptografia</a> do ransomware Midnight, o que permitiu desenvolver uma ferramenta gratuita capaz de restaurar arquivos sem a necessidade de pagamento de resgate.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="663" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2022/12/shutterstock_641443576.jpg" alt="Por meio de engenharia reversa, a equipe da Norton analisou a estrutura do malware e conseguiu criar um decodificador que reverte o bloqueio dos arquivos. " class="wp-image-460586" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/12/shutterstock_641443576.jpg 1000w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/12/shutterstock_641443576-300x199.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/12/shutterstock_641443576-768x509.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/12/shutterstock_641443576-150x99.jpg 150w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px"><figcaption class="wp-element-caption">Por meio de engenharia reversa, a equipe da Norton analisou a estrutura do malware e conseguiu criar um decodificador que reverte o bloqueio dos arquivos (Imagem: vchal/ Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-funciona-o-decodificador-da-norton"><strong>Como funciona o decodificador da Norton</strong></h2>
<p>A equipe de segurança da Norton analisou a estrutura interna do ransomware e encontrou falhas no gerenciamento de suas chaves de criptografia.</p>
<p>Com isso, foi possível criar um decodificador que reverte o bloqueio dos arquivos e os recupera de forma segura, sem precisar negociar com criminosos.</p>
<p>Os detalhes técnicos não foram totalmente divulgados, mas o decodificador representa um avanço importante. Além de reduzir perdas financeiras, ele enfraquece a economia dos ataques e incentiva uma postura mais proativa na cibersegurança.</p>
<p>As principais vantagens da ferramenta são:</p>
<ul>
<li>Recupera arquivos criptografados sem custo;</li>
<li>Reduz o impacto financeiro dos ataques;</li>
<li>Diminui o incentivo ao pagamento de resgates;</li>
<li>Fortalece a segurança de empresas e usuários.</li>
</ul>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="538" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2022/11/shutterstock_2023392170.jpg" alt="Mesmo com lançamento da ferramenta, é necessário se manter vigilante para evitar que possíveis variantes do ransomware infectem máquinas e sistemas. " class="wp-image-437366" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/11/shutterstock_2023392170.jpg 1000w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/11/shutterstock_2023392170-300x161.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/11/shutterstock_2023392170-768x413.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/11/shutterstock_2023392170-150x81.jpg 150w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px"><figcaption class="wp-element-caption">Mesmo com lançamento da ferramenta, é necessário se manter vigilante para evitar que possíveis variantes do ransomware infectem máquinas e sistemas (Imagem: JLStock/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-ameaca-ainda-existe-saiba-como-se-proteger"><strong>Ameaça ainda existe! Saiba como se proteger</strong></h2>
<p>Apesar da conquista, a Norton alerta que novas variantes do ransomware podem surgir e escapar da ferramenta.</p>
<p>Por isso, os pesquisadores reforçam que a vigilância e a prevenção continuam sendo fundamentais para evitar infecções. Afinal, “o decodificador reduz o impacto do ransomware, mas não elimina a ameaça. A vigilância contínua é fundamental”, destaca o <em>Threat Radar</em>.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/17/seguranca/virus-que-se-espalha-pelo-whatsapp-pode-roubar-dados-bancarios/">Vírus que se espalha pelo WhatsApp pode roubar dados bancários</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/31/seguranca/rede-fantasma-do-youtube-empresa-derruba-milhares-de-videos-com-malware-na-plataforma/">Rede Fantasma do YouTube: empresa derruba milhares de vídeos com malware na plataforma</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/01/seguranca/ia-do-google-vai-combater-ataques-de-ransomware-no-drive/">IA do Google vai combater ataques de ransomware no Drive</a></li>
</ul>
<p>Entre as recomendações estão manter backups offline, aplicar atualizações regulares, usar soluções de detecção e resposta (EDR) e reforçar o treinamento contra phishing.</p>
<p>A empresa também orienta que as organizações integrem o decodificador aos planos de resposta a incidentes e evitem pagar resgates, para não estimular novos ataques.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/09/seguranca/ransomware-derrotado-empresa-cria-resgate-gratuito-para-vitimas-do-virus-midnight/">Ransomware derrotado: empresa cria resgate gratuito para vítimas do vírus Midnight</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ataque em falha da Oracle atingiu mais de 100 empresas, alerta Google</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/ataque-em-falha-da-oracle-atingiu-mais-de-100-empresas-alerta-google/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Oct 2025 21:29:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hackers]]></category>
		<category><![CDATA[Oracle]]></category>
		<category><![CDATA[ransomware]]></category>
		<category><![CDATA[roubo de dados]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/ataque-em-falha-da-oracle-atingiu-mais-de-100-empresas-alerta-google/</guid>

					<description><![CDATA[Mais de 100 empresas globais podem ter sido afetadas por uma campanha de hacking em larga escala que explorou falhas no E-Business Suite da Oracle, segundo relatou o Google. A operação, atribuída ao grupo ransomware CL0P, teria começado há cerca de três meses e já resultou no roubo de grandes volumes de dados corporativos e de clientes. Segundo o Google, a campanha hacker pode ser uma das mais amplas do ano, afetando grandes empresas que usam o E-Business Suite (Imagem: FamVeld/Shutterstock) Ataque foi sofisticado O Google, que possui uma divisão robusta de segurança cibernética, informou que o ataque mostra “investimento e sofisticação incomuns”. Isso indica que os invasores dedicaram recursos significativos à pesquisa pré-ataque. O grupo CL0P, ligado à Rússia, é conhecido por campanhas massivas de extorsão digital que exploram vulnerabilidades de software ainda não corrigidas – conhecidas como “falhas de dia zero”. A Oracle confirmou que alguns de seus clientes foram alvos de extorsão e roubo de informações confidenciais, embora tenha afirmado que as falhas haviam sido corrigidas em julho. No entanto, uma nova análise revelou que a vulnerabilidade ainda pode ser explorada sem necessidade de login ou senha, ampliando o risco para as empresas que utilizam o sistema. Vulnerabilidade pode ser explorada sem login ou senha – Crédito: II.studio/Shutterstock Leia mais: Vulnerabilidade expõe SMS e MMS em smartphones OnePlus Falha em rastreadores Tile pode expor localização de milhões de usuários Novo controle parental do ChatGPT pode ser burlado com facilidade Grupo responsável já atacou outras plataformas O CL0P já havia atacado outras plataformas amplamente usadas no setor corporativo, como MOVEit, Cleo e GoAnywhere, comprometendo dados sensíveis de diversas companhias. O Google publicou detalhes técnicos para ajudar empresas a identificar possíveis sinais de invasão ou e-mails de extorsão relacionados à campanha. Google aponta envolvimento do grupo russo CL0P, responsável por roubar dados de corporações e executivos (Imagem: BeeBright/iStock) O post Ataque em falha da Oracle atingiu mais de 100 empresas, alerta Google apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Mais de 100 empresas globais podem ter sido afetadas por uma campanha de hacking em larga escala que explorou falhas no E-Business Suite da <a href="https://olhardigital.com.br/tag/oracle/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Oracle</a>, segundo <a href="https://cloud.google.com/blog/topics/threat-intelligence/oracle-ebusiness-suite-zero-day-exploitation/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">relatou o Google</a>.</p>
<p>A operação, atribuída ao grupo ransomware CL0P, teria começado há cerca de três meses e já <a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/06/seguranca/hackers-exploram-falha-em-plataforma-da-oracle-e-ameacam-divulgar-dados/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">resultou no roubo de grandes volumes de dados</a> corporativos e de clientes.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Destaque-Espioes-da-Russia-1024x576.jpg" alt="Ilustrações com hackers espiões encapuzados na frente de bandeira gigante da Rússia" class="wp-image-1120490" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Destaque-Espioes-da-Russia-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Destaque-Espioes-da-Russia-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Destaque-Espioes-da-Russia-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Destaque-Espioes-da-Russia-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Destaque-Espioes-da-Russia-2048x1152.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Destaque-Espioes-da-Russia-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Destaque-Espioes-da-Russia-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Destaque-Espioes-da-Russia-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Segundo o Google, a campanha hacker pode ser uma das mais amplas do ano, afetando grandes empresas que usam o E-Business Suite (Imagem: FamVeld/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-ataque-foi-sofisticado">Ataque foi sofisticado</h2>
<ul>
<li>O Google, que possui uma divisão robusta de segurança cibernética, informou que o ataque mostra “investimento e sofisticação incomuns”.</li>
<li>Isso indica que os invasores dedicaram recursos significativos à pesquisa pré-ataque.</li>
<li>O grupo CL0P, ligado à Rússia, é conhecido por campanhas massivas de extorsão digital que exploram vulnerabilidades de software ainda não corrigidas – conhecidas como “falhas de dia zero”.</li>
</ul>
<p>A Oracle confirmou que alguns de seus clientes foram alvos de extorsão e roubo de informações confidenciais, embora tenha afirmado que as falhas haviam sido corrigidas em julho.</p>
<p>No entanto, uma nova análise revelou que a vulnerabilidade ainda pode ser explorada sem necessidade de login ou senha, ampliando o risco para as empresas que utilizam o sistema.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="667" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2021/03/oracle-cloud.jpeg" alt="Imagem mostra uma lupa, que aumenta o texto: Oracle Service Cloud" class="wp-image-151941" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2021/03/oracle-cloud.jpeg 1000w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2021/03/oracle-cloud-300x200.jpeg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2021/03/oracle-cloud-768x512.jpeg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2021/03/oracle-cloud-150x100.jpeg 150w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px"><figcaption class="wp-element-caption">Vulnerabilidade pode ser explorada sem login ou senha – Crédito: II.studio/Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/09/26/seguranca/vulnerabilidade-expoe-sms-e-mms-em-smartphones-oneplus/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Vulnerabilidade expõe SMS e MMS em smartphones OnePlus</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/01/seguranca/falha-em-rastreadores-tile-pode-expor-localizacao-de-milhoes-de-usuarios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Falha em rastreadores Tile pode expor localização de milhões de usuários</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/03/seguranca/novo-controle-parental-do-chatgpt-pode-ser-burlado-com-facilidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Novo controle parental do ChatGPT pode ser burlado com facilidade</a></li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-grupo-responsavel-ja-atacou-outras-plataformas">Grupo responsável já atacou outras plataformas</h2>
<p>O CL0P já havia atacado outras plataformas amplamente usadas no setor corporativo, como MOVEit, Cleo e GoAnywhere, comprometendo dados sensíveis de diversas companhias.</p>
<p>O Google publicou detalhes técnicos para ajudar empresas a identificar possíveis sinais de invasão ou e-mails de extorsão relacionados à campanha.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/06/iStock-615824148-1024x683.jpg" alt="Hacker nas sombras, de perfil e com a bandeira russa atrás" class="wp-image-1136737" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/iStock-615824148-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/iStock-615824148-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/iStock-615824148-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/iStock-615824148-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/iStock-615824148-2048x1365.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/iStock-615824148-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Google aponta envolvimento do grupo russo CL0P, responsável por roubar dados de corporações e executivos (Imagem: BeeBright/iStock)</figcaption></figure>
</div>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/09/seguranca/ataque-em-falha-da-oracle-atingiu-mais-de-100-empresas-alerta-google/">Ataque em falha da Oracle atingiu mais de 100 empresas, alerta Google</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>5 perigos de baixar softwares crackeados no seu computador</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/5-perigos-de-baixar-softwares-crackeados-no-seu-computador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Oct 2025 08:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[Internet e Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[malware]]></category>
		<category><![CDATA[proteção de dados]]></category>
		<category><![CDATA[ransomware]]></category>
		<category><![CDATA[segurança digital]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[software pirata]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/5-perigos-de-baixar-softwares-crackeados-no-seu-computador/</guid>

					<description><![CDATA[A decisão de instalar um software crackeado no seu PC pode parecer tentadora para economizar alguns reais, mas é bom ficar sabendo que esse único programa pirata é suficiente para colocar toda a sua segurança digital em risco. No cenário digital atual, em que a tecnologia é indispensável para o trabalho, estudo e entretenimento, a tentação de baixar softwares crackeados é uma realidade para muitos usuários, não há como negar. Seja para economizar custos com licenças caras ou para acessar ferramentas premium de forma gratuita, a prática, no entanto, esconde uma teia de riscos que pode custar muito mais caro do que o preço de uma licença original. Mas, afinal, o que são softwares crackeados? De forma simplificada, um software crackeado é um programa pirata, modificado ilegalmente para burlar os sistemas de proteção e ativação que exigem a compra de uma licença válida. Esse “crack” pode ser um arquivo executável, um keygen (gerador de chaves) ou um patch que, aplicado sobre a instalação original, engana o software, fazendo-o acreditar que foi legalmente adquirido. Embora pareça uma solução fácil e vantajosa, baixar e instalar esses programas é como abrir a porta da sua casa digital para uma série de ameaças graves. 5 perigos de baixar programas crackeados no PC Abaixo, destacamos os 5 riscos mais significativos aos quais você se expõe ao optar por um caminho ilegal e inseguro para obter softwares. Infecção por malwares e ransomwares Não se arrisque com softwares crackeados que podem levar a ataques de ransomware e aí você pode perder arquivos e dinheiro (Imagem: RVillalon / Shutterstock.com) Este é, talvez, o perigo mais imediato e devastador. Sites que hospedam softwares crackeados são território fértil para cibercriminosos. Eles costumam embutir malwares, vírus, trojans e, especialmente, ransomwares nos arquivos de download. Um ransomware é um tipo de malware que sequestra os dados do seu computador, criptografando todos os seus arquivos (documentos, fotos e vídeos) e exigindo o pagamento de um resgate para liberá-los. A ironia é cruel: você tenta economizar alguns reais em um software crackeado, usa o programa no PC e acaba tendo que pagar centenas ou milhares de dólares para tentar recuperar seus próprios dados, sem qualquer garantia de sucesso. Além disso, trojans podem abrir portas dos fundos (backdoors) no seu sistema, permitindo que invasores roubem informações remotamente. Roubo de dados sensíveis e financeiros Softwares crackeados podem roubar suas senhas e informações financeiras digitadas no teclado, proteja-se! (Imagem: FlyD / Unsplash) Quando um malware é instalado junto com um software crackeado, um de seus objetivos primários pode ser o roubo de informação. Keyloggers, por exemplo, são programas que registram tudo o que você digita no teclado, incluindo logins de e-mail, redes sociais e, o mais crítico, senhas de contas bancárias e números de cartão de crédito. Esses dados são coletados silenciosamente e enviados para servidores controlados por criminosos. O resultado pode ser o esvaziamento de suas contas correntes, fraudes com seus cartões de crédito e até mesmo o uso de suas informações pessoais para cometer outros crimes em seu nome. A perda financeira direta pode ser astronômica e o transtorno de recuperar a sua identidade digital, imenso. Instabilidade e danos ao sistema operacional Softwares modificados podem corromper seu sistema operacional e causar erros críticos como essa temida tela azul da morte (BSOD) Imagem: Melnikov Dmitriy / Shutterstock.com) Os cracks e patches utilizados para burlar a licença do software frequentemente modificam arquivos críticos do sistema e do próprio programa. Essas alterações não são testadas ou aprovadas pelos desenvolvedores originais e, por isso, são uma loteria. É comum que softwares crackeados causem instabilidade no sistema, resultando em travamentos frequentes, telas azuis da morte (no Windows), lentidão extrema e comportamentos erráticos. Em muitos casos, a instalação do software pirata pode corromper componentes vitais do sistema operacional, tornando necessário reinstalar o Windows ou o macOS por completo, o que significa a perda de todos os dados não sofreram backups. Falta de atualizações e suporte técnico Um software crackeado, por ser uma versão adulterada, não consegue se conectar aos servidores oficiais e, portanto, não recebe atualizações de segurança (Imagem: Alfan Subekti / Shutterstock) Ao usar uma versão crackeada, você é automaticamente excluído do ecossistema oficial do software. Isso significa que você não poderá baixar atualizações legítimas diretamente do desenvolvedor. As atualizações, no entanto, vão muito além de novas funcionalidades; elas contêm correções críticas de segurança que protegem o programa contra vulnerabilidades descobertas recentemente. Ao ficar com uma versão desatualizada e crackeada, o seu software se torna um alvo fácil para hackers que exploram essas falhas conhecidas. Além disso, em caso de problemas ou dúvidas, o suporte técnico oficial se negará a ajudá-lo, pois você não é um usuário legítimo. Você estará sozinho, usando uma ferramenta potencialmente insegura e com problemas. Questões legais e éticas A “economia” de não pagar a licença é, legalmente, um risco que pode custar multas altíssimas e até a liberdade dos responsáveis (Imagem: Skrypnykov Dmytro / Shutterstock.com) Por trás de todo software há uma empresa, ou um desenvolvedor independente, que investiu tempo, dinheiro e expertise para criar aquela ferramenta. O uso de software crackeado é uma violação dos direitos autorais e da lei de propriedade intelectual, configurando pirataria, que é crime. Embora a perseguição a usuários finais individuais seja menos comum no Brasil, o risco legal existe, especialmente para empresas. Uma auditoria de software pode resultar em multas pesadíssimas para uma empresa que utiliza programas sem licença. O uso de software pirata é uma violação da legislação brasileira de propriedade intelectual, principalmente a Lei nº 9.609/98 (Lei do Software) e a Lei nº 9.610/98 (Lei de Direitos Autorais). As sanções legais no Brasil podem ocorrer nas esferas Cível e Penal. Vale lembra que, no Brasil, a utilização de software crackeado, seja por pessoa física ou jurídica, configura crime e acarreta sanções legais severas. Esta prática viola a legislação brasileira de propriedade intelectual, especificamente a Lei nº 9.609/98 (Lei do Software) e a Lei nº 9.610/98 (Lei de Direitos Autorais). As penalidades podem ser aplicadas nas esferas Cível e Penal. Do ponto de vista ético,]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A decisão de instalar um software <em>crackeado</em> no seu PC pode parecer tentadora para economizar alguns reais, mas é bom ficar sabendo que esse único <a href="https://olhardigital.com.br/2023/08/04/seguranca/se-voce-baixa-programas-ou-jogos-piratas-cuidado-com-esse-malware/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">programa pirata</a> é suficiente para colocar toda a sua <a href="https://olhardigital.com.br/2024/08/30/seguranca/trabalho-remoto-ou-hibrido-pesadelo-de-seguranca-digital/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">segurança digital </a>em risco.</p>
<p>No cenário digital atual, em que a tecnologia é indispensável para o trabalho, estudo e entretenimento, a tentação de baixar softwares <em>crackeados</em> é uma realidade para muitos usuários, não há como negar. </p>
<p>Seja para economizar custos com licenças caras ou para acessar ferramentas premium de forma gratuita, a prática, no entanto, esconde uma teia de riscos que pode custar muito mais caro do que o preço de uma licença original.</p>
<p>Mas, afinal, o que são softwares <em>crackeados</em>? De forma simplificada, um software <em>crackeado</em> é um programa pirata, modificado ilegalmente para burlar os sistemas de proteção e ativação que exigem a compra de uma licença válida.</p>
<p>Esse “crack” pode ser um arquivo executável, um <a href="https://olhardigital.com.br/2022/10/06/seguranca/saiba-mais-sobre-novo-malware-capaz-de-roubar-contas-bancarias-e-de-redes-sociais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">keygen </a>(gerador de chaves) ou um patch que, aplicado sobre a instalação original, engana o software, fazendo-o acreditar que foi legalmente adquirido. Embora pareça uma solução fácil e vantajosa, baixar e instalar esses programas é como abrir a porta da sua casa digital para uma série de ameaças graves.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-5-perigos-de-baixar-programas-crackeados-no-pc">5 perigos de baixar programas crackeados no PC</h2>
<p>Abaixo, destacamos os 5 riscos mais significativos aos quais você se expõe ao optar por um caminho ilegal e inseguro para obter softwares.</p>
<h3 class="wp-block-heading" id="h-infeccao-por-malwares-e-ransomwares">Infecção por malwares e ransomwares</h3>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="680" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/09/ransomware-1024x680.jpg" alt="Imagem ilustrativa de conceito de pagamento de ransomware com um maço de notas e um laptop" class="wp-image-1192891" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/ransomware-1024x680.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/ransomware-300x199.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/ransomware-768x510.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/ransomware-1536x1020.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/ransomware-2048x1360.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/ransomware-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Não se arrisque com softwares crackeados que podem levar a ataques de ransomware e aí você pode  perder arquivos e dinheiro (Imagem: RVillalon / Shutterstock.com)</em></figcaption></figure>
</div>
<p>Este é, talvez, o perigo mais imediato e devastador. Sites que hospedam softwares <em>crackeados</em> são território fértil para cibercriminosos. Eles costumam embutir <a href="https://olhardigital.com.br/2024/02/13/seguranca/malware-o-que-e-e-quais-tipos-existem/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">malwares</a>, vírus, trojans e, especialmente, <a href="https://olhardigital.com.br/2023/01/13/dicas-e-tutoriais/o-que-e-ransomware-e-como-se-proteger/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ransomwares</a> nos arquivos de download.</p>
<p>Um ransomware é um tipo de malware que sequestra os dados do seu computador, criptografando todos os seus arquivos (documentos, fotos e vídeos) e exigindo o pagamento de um resgate para liberá-los. </p>
<p>A ironia é cruel: você tenta economizar alguns reais em um software crackeado, usa o programa no PC e acaba tendo que pagar centenas ou milhares de dólares para tentar recuperar seus próprios dados, sem qualquer garantia de sucesso. Além disso, trojans podem abrir portas dos fundos (backdoors) no seu sistema, permitindo que invasores roubem informações remotamente.</p>
<h3 class="wp-block-heading" id="h-roubo-de-dados-sensiveis-e-financeiros">Roubo de dados sensíveis e financeiros</h3>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/09/cadeado_pc-1024x683.jpg" alt="Imagem ilustrativa de teclado de computador com cadeado para matéria sobre programa de software crackeado no PC" class="wp-image-1192872" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/cadeado_pc-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/cadeado_pc-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/cadeado_pc-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/cadeado_pc-1536x1025.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/cadeado_pc-2048x1366.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/cadeado_pc-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Softwares crackeados podem roubar suas senhas e informações financeiras digitadas no teclado, proteja-se! (Imagem: FlyD / Unsplash)</em></figcaption></figure>
</div>
<p>Quando um malware é instalado junto com um software crackeado, um de seus objetivos primários pode ser o roubo de informação. Keyloggers, por exemplo, são programas que registram tudo o que você digita no teclado, incluindo logins de e-mail, redes sociais e, o mais crítico, senhas de contas bancárias e números de cartão de crédito.</p>
<p>Esses dados são coletados silenciosamente e enviados para servidores controlados por criminosos. O resultado pode ser o esvaziamento de suas contas correntes, fraudes com seus cartões de crédito e até mesmo o uso de suas informações pessoais para cometer outros crimes em seu nome. A perda financeira direta pode ser astronômica e o transtorno de recuperar a sua identidade digital, imenso.</p>
<h3 class="wp-block-heading" id="h-instabilidade-e-danos-ao-sistema-operacional">Instabilidade e danos ao sistema operacional</h3>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/09/tela_azul-1024x683.jpg" alt="Imagem mostrando tela azul de erro no laptop contra o fundo de um homem chateado e irritado segurando a cabeça" class="wp-image-1192900" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/tela_azul-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/tela_azul-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/tela_azul-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/tela_azul-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/tela_azul-2048x1365.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/tela_azul-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Softwares modificados podem corromper seu sistema operacional e causar erros críticos como essa temida tela azul da morte (BSOD) Imagem: Melnikov Dmitriy / Shutterstock.com)</em></figcaption></figure>
</div>
<p>Os <em>cracks</em> e patches utilizados para burlar a licença do software frequentemente modificam arquivos críticos do sistema e do próprio programa. Essas alterações não são testadas ou aprovadas pelos desenvolvedores originais e, por isso, são uma loteria.</p>
<p>É comum que softwares crackeados causem instabilidade no sistema, resultando em travamentos frequentes, telas azuis da morte (no Windows), lentidão extrema e comportamentos erráticos. </p>
<p>Em muitos casos, a instalação do software pirata pode corromper componentes vitais do sistema operacional, tornando necessário reinstalar o Windows ou o macOS por completo, o que significa a perda de todos os dados não sofreram backups.</p>
<h3 class="wp-block-heading" id="h-falta-de-atualizacoes-e-suporte-tecnico">Falta de atualizações e suporte técnico</h3>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/09/updating-1024x576.jpg" alt="Imagem ilustrativa de tela de software atualizando, com símbolos de engrenagem" class="wp-image-1192908" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/updating-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/updating-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/updating-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/updating-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/updating-2048x1151.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/updating-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/updating-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/updating-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Um software crackeado, por ser uma versão adulterada, não consegue se conectar aos servidores oficiais e, portanto, não recebe atualizações de segurança (Imagem: Alfan Subekti / Shutterstock)</em></figcaption></figure>
</div>
<p>Ao usar uma versão crackeada, você é automaticamente excluído do ecossistema oficial do software. Isso significa que você não poderá baixar atualizações legítimas diretamente do desenvolvedor. As atualizações, no entanto, vão muito além de novas funcionalidades; elas contêm correções críticas de segurança que protegem o programa contra vulnerabilidades descobertas recentemente.</p>
<p>Ao ficar com uma versão desatualizada e <em>crackeada</em>, o seu software se torna um alvo fácil para hackers que exploram essas falhas conhecidas. Além disso, em caso de problemas ou dúvidas, o suporte técnico oficial se negará a ajudá-lo, pois você não é um usuário legítimo. Você estará sozinho, usando uma ferramenta potencialmente insegura e com problemas.</p>
<h3 class="wp-block-heading" id="h-questoes-legais-e-eticas">Questões legais e éticas</h3>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/09/martelo_lei-1024x683.jpg" alt="Imagem ilustrativa de martelo na mão do juiz usado antes de veredictos que são lidos para os queixosos e réus no tribunal" class="wp-image-1192924" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/martelo_lei-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/martelo_lei-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/martelo_lei-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/martelo_lei-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/martelo_lei-2048x1365.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/martelo_lei-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>A “economia” de não pagar a licença é, legalmente, um risco que pode custar multas altíssimas e até a liberdade dos responsáveis (Imagem: Skrypnykov Dmytro / Shutterstock.com)</em></figcaption></figure>
</div>
<p>Por trás de todo software há uma empresa, ou um desenvolvedor independente, que investiu tempo, dinheiro e expertise para criar aquela ferramenta. O uso de software crackeado é uma violação dos direitos autorais e da lei de propriedade intelectual, configurando pirataria, que é crime.</p>
<p>Embora a perseguição a usuários finais individuais seja menos comum no Brasil, o risco legal existe, especialmente para empresas. Uma auditoria de software pode resultar em multas pesadíssimas para uma empresa que utiliza programas sem licença. </p>
<p>O uso de software pirata é uma violação da legislação brasileira de propriedade intelectual, principalmente a Lei nº 9.609/98 (Lei do Software) e a Lei nº 9.610/98 (Lei de Direitos Autorais). As sanções legais no Brasil podem ocorrer nas esferas Cível e Penal.</p>
<p>Vale lembra que, no Brasil, a utilização de software crackeado, seja por pessoa física ou jurídica, configura crime e acarreta sanções legais severas. Esta prática viola a legislação brasileira de propriedade intelectual, especificamente a Lei nº 9.609/98 (<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9609.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei do Software</a>) e a Lei nº 9.610/98 (<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9610.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei de Direitos Autorais</a>). As penalidades podem ser aplicadas nas esferas Cível e Penal.</p>
<p>Do ponto de vista ético, a pirataria desvaloriza o trabalho criativo e de desenvolvimento, prejudicando a inovação e a economia como um todo. Quando você compra uma licença, está investindo no futuro daquela ferramenta e garantindo que os desenvolvedores sejam remunerados por seu trabalho.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2023/09/10/dicas-e-tutoriais/o-que-acontece-se-voce-usar-um-windows-pirata/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O que acontece se você usar um Windows pirata?</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/05/07/dicas-e-tutoriais/8-recursos-do-windows-11-que-nunca-deveriam-ter-sido-adicionados/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">8 recursos do Windows 11 que nunca deveriam ter sido adicionados</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2024/05/27/reviews/quais-as-principais-diferencas-entre-o-windows-10-e-11/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Quais as principais diferenças entre o Windows 10 e 11?</a></li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-a-unica-escolha-segura">A única escolha segura</h2>
<p>A atração pelo “grátis” oferecido por um software crackeado é compreensível, mas os riscos associados ao uso desse programa no seu PC são altos demais para serem ignorados. A economia de curto prazo pode se transformar em uma catástrofe digital de longo prazo, envolvendo perda de dados, prejuízo financeiro e dores de cabeça intermináveis.</p>
<p>A alternativa segura, legal e ética sempre será optar por software original. Invista em licenças legítimas, explore versões de teste gratuitas ou busque por alternativas <a href="https://olhardigital.com.br/2023/08/25/internet-e-redes-sociais/open-source-o-que-e-o-que-significa-e-quais-as-principais-ferramentas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">open source</a> e gratuitas, que são frequentemente tão poderosas quanto as opções pagas. Proteger seu computador e seus dados é um investimento que, com certeza, vale cada centavo.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/09/seguranca/5-perigos-de-baixar-softwares-crackeados-no-seu-computador/">5 perigos de baixar softwares crackeados no seu computador</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>IA do Google vai combater ataques de ransomware no Drive</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/ia-do-google-vai-combater-ataques-de-ransomware-no-drive/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Oct 2025 07:03:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ataque cibernético]]></category>
		<category><![CDATA[Drive]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[ransomware]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/ia-do-google-vai-combater-ataques-de-ransomware-no-drive/</guid>

					<description><![CDATA[O Google vai usar inteligência artificial de uma maneira inédita na segurança do Drive para desktop, disponível para Windows e macOS. A partir de agora, a tecnologia em versão beta fará parte da detecção de ransomware para interromper automaticamente a sincronização de arquivos. A restauração de documentos também ficará mais fácil, prometeu a empresa. Atualmente, esse tipo de ameaça é tratado com antivírus, o que, na avaliação do Google, é insuficiente para lidar com a sofisticação dos ataques cibernéticos. A ideia é acrescentar mais uma camada de segurança que possa trabalhar em conjunto com os recursos atuais. O antivírus continua sendo uma opção para impedir a entrada do ransomware, enquanto a IA atua para impedir que ele seja eficaz em caso de invasão. Além disso, a detecção de vírus estará integrada ao Gmail e Chrome, evitando que outros dispositivos sejam afetados. É uma defesa particularmente interessante para organizações em setores como saúde, varejo, educação, manufatura e governo, diz o Google. Recursos de detecção de ransomware, alertas e restauração de arquivos estão incluídos na maioria dos planos comerciais do Workspace, sem custo adicional. Usuários recebem um alerta em seus desktops e por e-mail, orientando-os a restaurar seus arquivos (Imagem: Google/Divulgação) Ameaça global No ano passado, invasões relacionadas a ransomware representaram 21% de todos os casos computados pela Mandiant, empresa especializada em cibersegurança subsidiária do Google, com um custo médio de extorsão superior a US$ 5 milhões (R$ 26 milhões).  “O ransomware continua sendo uma das ameaças cibernéticas mais prejudiciais que as organizações enfrentam atualmente. Esses ataques podem levar a perdas financeiras substanciais, paralisações operacionais e comprometimento de dados, impactando organizações de todos os portes e setores”, diz o comunicado. A empresa ponderou que documentos nativos do Workspace (por exemplo, Google Docs e Planilhas) não são afetados por ransomware e que o ChromeOS nunca sofreu um ataque do tipo, mas destacou que a ameaça persiste para outros formatos de arquivo, como PDF e Microsoft Office, e sistemas operacionais de desktop, como Microsoft Windows. Ransomware é usado para sequestrar dados até que a vítima pague para desbloqueá-los (Imagem: mayam_studio / Shutterstock) Leia Mais: Deepfakes de IA: como apps “nudify” ameaçam a privacidade Senhas com biometria são realmente seguras? Veja como se proteger Quem faz muitas tarefas ao mesmo tempo está mais sujeito a golpes Como funciona a IA? A detecção com tecnologia de IA no Drive para desktop identifica a assinatura principal de um ataque de ransomware — uma tentativa de criptografar ou corromper arquivos em massa — e intervém rapidamente para criar uma bolha protetora em torno dos arquivos do usuário, interrompendo a sincronização de arquivos com a nuvem antes que o ransomware se espalhe. Isso ajuda a impedir que arquivos sejam corrompidos, tornando-se inutilizáveis.  Google criou um modelo de IA especializado, treinado com milhões de amostras reais de ransomware (Imagem: Google/Divulgação) O Google criou um modelo de IA especializado, treinado com milhões de amostras reais de ransomware, para procurar sinais de que um arquivo foi modificado de forma maliciosa. Quando o Drive detecta atividades incomuns que sugerem um ataque de ransomware, ele pausa automaticamente a sincronização dos arquivos afetados. A partir daí, os usuários recebem um alerta em seus desktops e por e-mail, orientando-os a restaurar seus arquivos.  “Ao contrário das soluções tradicionais que exigem recriações complexas de imagens ou ferramentas caras de terceiros, a interface web intuitiva do Drive permite que os usuários restaurem facilmente vários arquivos para um estado anterior e saudável com apenas alguns cliques. Esse recurso de recuperação rápida ajuda a minimizar a interrupção do usuário e a perda de dados”, diz a empresa. O post IA do Google vai combater ataques de ransomware no Drive apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O <a href="https://olhardigital.com.br/tag/google/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Google</a> vai usar <a href="https://olhardigital.com.br/tag/inteligencia-artificial/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inteligência artificial</a> de uma maneira inédita na segurança do <a href="https://olhardigital.com.br/tag/google-drive/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Drive</a> para desktop, disponível para Windows e macOS. A partir de agora, a tecnologia em versão beta fará parte da detecção de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/ransomware/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ransomware</a> para interromper automaticamente a sincronização de arquivos. A restauração de documentos também ficará mais fácil, prometeu a empresa.</p>
<p>Atualmente, esse tipo de ameaça é tratado com <a href="https://olhardigital.com.br/tag/antivirus/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">antivírus</a>, o que, na avaliação do Google, é insuficiente para lidar com a sofisticação dos ataques cibernéticos. A ideia é acrescentar mais uma camada de segurança que possa trabalhar em conjunto com os recursos atuais. O antivírus continua sendo uma opção para impedir a entrada do ransomware, enquanto a IA atua para impedir que ele seja eficaz em caso de invasão.</p>
<p>Além disso, a detecção de vírus estará integrada ao <a href="https://olhardigital.com.br/tag/gmail/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gmail</a> e <a href="https://olhardigital.com.br/tag/google-chrome/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Chrome</a>, evitando que outros dispositivos sejam afetados. É uma defesa particularmente interessante para organizações em setores como saúde, varejo, educação, manufatura e governo, diz o Google. Recursos de detecção de ransomware, alertas e restauração de arquivos estão incluídos na maioria dos planos comerciais do Workspace, sem custo adicional.</p>
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<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="720" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/09/restora-drive-1024x720.png" alt="restora drive" class="wp-image-1192844" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/restora-drive-1024x720.png 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/restora-drive-300x211.png 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/restora-drive-768x540.png 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/restora-drive-1536x1080.png 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/restora-drive-150x105.png 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/restora-drive.png 2020w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Usuários recebem um alerta em seus desktops e por e-mail, orientando-os a restaurar seus arquivos (Imagem: Google/Divulgação)</figcaption></figure>
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<h2 class="wp-block-heading" id="h-ameaca-global">Ameaça global</h2>
<p>No ano passado, invasões relacionadas a ransomware representaram 21% de todos os casos computados pela Mandiant, empresa especializada em cibersegurança subsidiária do Google, com um custo médio de extorsão superior a US$ 5 milhões (R$ 26 milhões). </p>
<p>“O ransomware continua sendo uma das ameaças cibernéticas mais prejudiciais que as organizações enfrentam atualmente. Esses ataques podem levar a perdas financeiras substanciais, paralisações operacionais e comprometimento de dados, impactando organizações de todos os portes e setores”, <a href="https://workspace.google.com/blog/product-announcements/ai-ransomware-detection-in-google-drive" target="_blank" rel="noreferrer noopener">diz o comunicado</a>.</p>
<p>A empresa ponderou que documentos nativos do Workspace (por exemplo, Google Docs e Planilhas) não são afetados por ransomware e que o ChromeOS nunca sofreu um ataque do tipo, mas destacou que a ameaça persiste para outros formatos de arquivo, como PDF e Microsoft Office, e sistemas operacionais de desktop, como Microsoft Windows.</p>
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<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2024/10/ransomware-1024x683.jpg" alt="Ransomware" class="wp-image-988519" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/ransomware-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/ransomware-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/ransomware-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/ransomware-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/ransomware-2048x1365.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/ransomware-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Ransomware é usado para sequestrar dados até que a vítima pague para desbloqueá-los (Imagem: mayam_studio / Shutterstock)</figcaption></figure>
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<p><strong>Leia Mais:</strong></p>
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<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/09/28/seguranca/deepfakes-de-ia-como-apps-nudify-ameacam-a-privacidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Deepfakes de IA: como apps “nudify” ameaçam a privacidade</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/09/27/seguranca/senhas-com-biometria-sao-realmente-seguras-veja-como-se-proteger/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Senhas com biometria são realmente seguras? Veja como se proteger</a></li>
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</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-funciona-a-ia">Como funciona a IA?</h2>
<p>A detecção com tecnologia de IA no Drive para desktop identifica a assinatura principal de um ataque de ransomware — uma tentativa de criptografar ou corromper arquivos em massa — e intervém rapidamente para criar uma bolha protetora em torno dos arquivos do usuário, interrompendo a sincronização de arquivos com a nuvem antes que o ransomware se espalhe. Isso ajuda a impedir que arquivos sejam corrompidos, tornando-se inutilizáveis. </p>
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<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="648" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/09/ransomware-drive-1024x648.png" alt="ransomware drive" class="wp-image-1192843" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/ransomware-drive-1024x648.png 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/ransomware-drive-300x190.png 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/ransomware-drive-768x486.png 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/ransomware-drive-1536x972.png 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/ransomware-drive-365x232.png 365w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/ransomware-drive-150x95.png 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/ransomware-drive.png 2020w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Google criou um modelo de IA especializado, treinado com milhões de amostras reais de ransomware (Imagem: Google/Divulgação)</figcaption></figure>
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<p>O Google criou um modelo de IA especializado, treinado com milhões de amostras reais de ransomware, para procurar sinais de que um arquivo foi modificado de forma maliciosa. Quando o Drive detecta atividades incomuns que sugerem um ataque de ransomware, ele pausa automaticamente a sincronização dos arquivos afetados. A partir daí, os usuários recebem um alerta em seus desktops e por e-mail, orientando-os a restaurar seus arquivos. </p>
<p>“Ao contrário das soluções tradicionais que exigem recriações complexas de imagens ou ferramentas caras de terceiros, a interface web intuitiva do Drive permite que os usuários restaurem facilmente vários arquivos para um estado anterior e saudável com apenas alguns cliques. Esse recurso de recuperação rápida ajuda a minimizar a interrupção do usuário e a perda de dados”, diz a empresa.</p>
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<iframe loading="lazy" title="Block ransomware proliferation and easily restore files in Google Drive" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/pyBhWAIwToU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/01/seguranca/ia-do-google-vai-combater-ataques-de-ransomware-no-drive/">IA do Google vai combater ataques de ransomware no Drive</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
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