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	<title>spyware &#8211; Infratic</title>
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	<title>spyware &#8211; Infratic</title>
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	<item>
		<title>Recebeu notificação da Apple sobre possível spyware? Não a ignore</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/recebeu-notificacao-da-apple-sobre-possivel-spyware-nao-a-ignore/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 00:31:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[notificação]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[spyware]]></category>
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					<description><![CDATA[A Apple enviou, nesta quinta-feira (13), uma nova rodada de notificações para usuários de 110 países que podem ter sido alvo de ataques com spyware, segundo informações obtidas pelo TechCrunch. A empresa afirma que já notificou clientes em mais de 150 países desde que começou a emitir esse tipo de alerta. As notificações são destinadas a pessoas que a Apple suspeita de terem sido alvo de softwares espiões capazes de comprometer iPhones, iPads e Macs. Esse tipo de spyware é normalmente associado a operações de vigilância direcionada, incluindo ferramentas utilizadas por governos. A empresa passou a enviar os avisos diretamente para a tela bloqueada do iPhone, facilitando o acesso às informações sobre o possível ataque e às medidas recomendadas para proteger o dispositivo. A mensagem exibida pelo sistema diz: “A Apple detectou um ataque de spyware mercenário direcionado ao seu iPhone. Há medidas que você pode tomar agora para proteger seus dados e seu dispositivo.” Além da notificação na tela, a Apple também envia alertas por e-mail e os apresenta quando o usuário entra em sua conta. Receber o alerta não significa que o celular foi invadido Um ponto importante é que a notificação não significa necessariamente que o aparelho tenha sido comprometido com sucesso: A Apple identifica sinais que indicam que determinado usuário pode ter sido alvo de uma campanha de spyware. Mesmo que a invasão não tenha sido concluída, a empresa recomenda que a pessoa trate o aviso com seriedade e tome medidas imediatas para proteger seus dados; Entre as recomendações está a ativação do Modo de Bloqueio (Lockdown Mode), recurso de segurança da Apple criado especificamente para dificultar ataques sofisticados e direcionados; Segundo a companhia, até o momento, ela não registrou um caso em que um dispositivo tenha sido invadido enquanto o Modo de Bloqueio estava ativado; A notificação também direciona o usuário para orientações sobre como procurar ajuda e proteger seus dispositivos. Leia mais: 8 funções para testar com o botão de ação do iPhone 5 passos para proteger seu iPhone antigo contra ataques e malware Apple pode lançar iPhone 18 Pro em 2026 e deixar modelo básico para 2027 Mesmo que a invasão não tenha sido concluída, a Apple recomenda que a pessoa trate o aviso com seriedade e tome medidas imediatas para proteger seus dados – Imagem: Samuel Boivin/Shutterstock Por que a Apple envia esses avisos? Ataques com spyware são considerados relativamente raros, mas a tecnologia de vigilância se tornou mais disseminada nos últimos anos. Ferramentas desse tipo podem ser utilizadas para monitorar pessoas específicas sem que elas percebam e já foram associadas a operações contra jornalistas, ativistas, integrantes da sociedade civil e críticos de governos. O pesquisador sênior John Scott-Railton, do grupo de pesquisa digital Citizen Lab, foi um dos primeiros a destacar a nova rodada de notificações da Apple. Em entrevista ao TechCrunch, ele classificou a mudança como uma “grande melhoria” na maneira como a companhia alerta possíveis vítimas. Segundo Scott-Railton, os novos avisos facilitam que pessoas potencialmente atacadas procurem ajuda e adotem medidas para proteger seus dispositivos. Os alertas da Apple existem desde 2021, mas a empresa vem aprimorando a maneira de comunicar os possíveis alvos. Apple amplia alcance dos alertas A nova rodada de notificações mostra também a dimensão global dos ataques com spyware direcionado. A Apple afirma que já enviou alertas para usuários em mais de 150 países desde o início do programa. Somente nesta quinta-feira (13), foram notificadas pessoas em 110 países. Os ataques costumam envolver ferramentas sofisticadas de espionagem capazes de explorar vulnerabilidades em dispositivos e sistemas operacionais. Em muitos casos, o objetivo é atingir indivíduos específicos, e não realizar uma campanha indiscriminada contra milhões de aparelhos. Um dos casos que ajudaram a chamar atenção para esse tipo de ameaça envolveu o uso de spyware contra opositores políticos na Polônia, episódio que também foi acompanhado por pesquisadores do Citizen Lab. Para usuários que recebem uma notificação da Apple, a principal recomendação é não ignorar o aviso. Mesmo que não seja possível confirmar que o aparelho foi efetivamente invadido, a identificação de uma possível tentativa de ataque indica que o usuário pode estar diante de uma ameaça mais sofisticada do que um golpe digital comum. Além de ativar o Modo de Bloqueio, a Apple orienta os usuários a seguir as recomendações apresentadas na própria notificação e procurar assistência especializada quando necessário. O post Recebeu notificação da Apple sobre possível spyware? Não a ignore apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A <a href="https://olhardigital.com.br/tag/apple/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Apple</a> enviou, nesta quinta-feira (13), uma nova rodada de notificações para usuários de <strong>110 países que podem ter sido alvo de ataques com <a href="https://olhardigital.com.br/tag/spyware/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">spyware</a></strong>, segundo informações obtidas pelo <em><a href="https://techcrunch.com/2026/08/13/if-apple-sends-you-a-push-notification-alerting-you-to-a-spyware-attack-take-it-seriously/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">TechCrunch</a></em>. A empresa afirma que já notificou clientes em <strong>mais de 150 países</strong> desde que começou a emitir esse tipo de alerta.</p>
<p>As notificações são destinadas a pessoas que a Apple suspeita de terem sido alvo de softwares espiões capazes de comprometer <a href="https://olhardigital.com.br/tag/iphone/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">iPhones</a>, iPads e Macs. Esse tipo de spyware é normalmente associado a operações de vigilância direcionada, incluindo ferramentas utilizadas por governos.</p>
<p>A empresa passou a enviar os avisos diretamente para a <strong>tela bloqueada do iPhone</strong>, facilitando o acesso às informações sobre o possível ataque e às medidas recomendadas para proteger o dispositivo.</p>
<p>A mensagem exibida pelo sistema diz: <strong>“A Apple detectou um ataque de spyware mercenário direcionado ao seu iPhone. Há medidas que você pode tomar agora para proteger seus dados e seu dispositivo.”</strong></p>
<p>Além da notificação na tela, a Apple também envia alertas por e-mail e os apresenta quando o usuário entra em sua conta.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-receber-o-alerta-nao-significa-que-o-celular-foi-invadido">Receber o alerta não significa que o celular foi invadido</h2>
<ul>
<li>Um ponto importante é que a notificação <strong>não significa necessariamente que o aparelho tenha sido comprometido com sucesso</strong>:</li>
<li>A Apple identifica sinais que indicam que determinado usuário pode ter sido alvo de uma campanha de spyware. Mesmo que a invasão não tenha sido concluída, a empresa recomenda que a pessoa trate o aviso com seriedade e tome medidas imediatas para proteger seus dados;</li>
<li>Entre as recomendações está a ativação do <strong>Modo de Bloqueio (Lockdown Mode)</strong>, recurso de segurança da Apple criado especificamente para dificultar ataques sofisticados e direcionados;</li>
<li>Segundo a companhia, até o momento, ela <strong>não registrou um caso em que um dispositivo tenha sido invadido enquanto o Modo de Bloqueio estava ativado</strong>;</li>
<li>A notificação também direciona o usuário para orientações sobre como procurar ajuda e proteger seus dispositivos.</li>
</ul>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/02/dicas-e-tutoriais/8-funcoes-para-testar-com-o-botao-de-acao-do-iphone/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">8 funções para testar com o botão de ação do iPhone</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/05/20/dicas-e-tutoriais/5-passos-para-proteger-seu-iphone-antigo-contra-ataques-e-malware/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">5 passos para proteger seu iPhone antigo contra ataques e malware</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/08/12/reviews/apple-pode-lancar-iphone-18-pro-em-2026-e-deixar-modelo-basico-para-2027/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Apple pode lançar iPhone 18 Pro em 2026 e deixar modelo básico para 2027</a></li>
</ul>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="681" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/07/apple-1-1024x681.jpg" alt="Logo da Apple em um smartphone" class="wp-image-1357972" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/07/apple-1-1024x681.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/07/apple-1-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/07/apple-1-768x511.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/07/apple-1-1536x1022.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/07/apple-1-2048x1362.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/07/apple-1-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Mesmo que a invasão não tenha sido concluída, a Apple recomenda que a pessoa trate o aviso com seriedade e tome medidas imediatas para proteger seus dados – Imagem: Samuel Boivin/Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-por-que-a-apple-envia-esses-avisos">Por que a Apple envia esses avisos?</h2>
<p>Ataques com spyware são considerados relativamente raros, mas a tecnologia de vigilância se tornou mais disseminada nos últimos anos.</p>
<p>Ferramentas desse tipo podem ser utilizadas para monitorar pessoas específicas sem que elas percebam e já foram associadas a operações contra jornalistas, ativistas, integrantes da sociedade civil e críticos de governos.</p>
<p>O pesquisador sênior John Scott-Railton, do grupo de pesquisa digital Citizen Lab, foi um dos primeiros a destacar a nova rodada de notificações da Apple. Em entrevista ao <em>TechCrunch</em>, ele classificou a mudança como uma <strong>“grande melhoria”</strong> na maneira como a companhia alerta possíveis vítimas.</p>
<p>Segundo Scott-Railton, os novos avisos facilitam que pessoas potencialmente atacadas procurem ajuda e adotem medidas para proteger seus dispositivos.</p>
<p>Os alertas da Apple existem desde <strong>2021</strong>, mas a empresa vem aprimorando a maneira de comunicar os possíveis alvos.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-apple-amplia-alcance-dos-alertas">Apple amplia alcance dos alertas</h2>
<p>A nova rodada de notificações mostra também a dimensão global dos ataques com spyware direcionado. A Apple afirma que já enviou alertas para usuários em mais de 150 países desde o início do programa. Somente nesta quinta-feira (13), foram notificadas pessoas em 110 países.</p>
<p>Os ataques costumam envolver ferramentas sofisticadas de espionagem capazes de explorar vulnerabilidades em dispositivos e sistemas operacionais. Em muitos casos, o objetivo é atingir indivíduos específicos, e não realizar uma campanha indiscriminada contra milhões de aparelhos.</p>
<p>Um dos casos que ajudaram a chamar atenção para esse tipo de ameaça envolveu o uso de spyware contra opositores políticos na Polônia, episódio que também foi acompanhado por pesquisadores do Citizen Lab.</p>
<p>Para usuários que recebem uma notificação da Apple, a principal recomendação é não ignorar o aviso. Mesmo que não seja possível confirmar que o aparelho foi efetivamente invadido, a identificação de uma possível tentativa de ataque indica que o usuário pode estar diante de uma ameaça mais sofisticada do que um golpe digital comum.</p>
<p>Além de ativar o Modo de Bloqueio, a Apple orienta os usuários a seguir as recomendações apresentadas na própria notificação e procurar assistência especializada quando necessário.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/08/13/seguranca/recebeu-notificacao-da-apple-sobre-possivel-spyware-nao-a-ignore/">Recebeu notificação da Apple sobre possível spyware? Não a ignore</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vírus disfarçado usa Android para roubar dados de celulares</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/virus-disfarcado-usa-android-para-roubar-dados-de-celulares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Apr 2026 21:46:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[malware]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[spyware]]></category>
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					<description><![CDATA[Um novo caso envolvendo softwares de vigilância governamental acendeu um alerta entre especialistas em segurança digital. Pesquisadores identificaram um vírus para Android, batizado de Morpheus, que se disfarça de aplicativo de atualização do sistema para infectar dispositivos e coletar dados sensíveis dos usuários. O relatório foi divulgado pela organização italiana de direitos digitais Osservatorio Nessuno, que investiga o uso de spyware. Segundo o grupo, o programa é capaz de acessar uma ampla gama de informações armazenadas no celular, incluindo dados exibidos na tela e conteúdos de aplicativos. De acordo com a análise, o Morpheus utiliza uma estratégia considerada mais simples em comparação a ferramentas de espionagem sofisticadas. Em vez de explorar falhas invisíveis no sistema, o malware depende da engenharia social para enganar as vítimas e induzi-las a instalar o software por conta própria. O método de infecção envolve a colaboração de operadoras de telefonia. Os pesquisadores apontam que, em alguns casos, o acesso à internet móvel do alvo era interrompido intencionalmente. Em seguida, a vítima recebia uma mensagem SMS solicitando a instalação de um suposto aplicativo de atualização para restaurar a conexão – justamente o vírus. Uma vez instalado, o Morpheus explora recursos de acessibilidade do Android para interagir com o sistema e capturar informações. O software simula processos legítimos, como atualizações e reinicializações, para reduzir suspeitas. Em uma etapa posterior, o malware exibe uma interface falsa do WhatsApp, solicitando autenticação biométrica. Sem perceber, o usuário concede acesso completo à conta, permitindo que o vírus conecte um novo dispositivo ao aplicativo e monitore mensagens e dados. Os pesquisadores classificaram o Morpheus como uma solução de “baixo custo”, especialmente quando comparada a ferramentas avançadas utilizadas por empresas do setor. Ataque usa um aplicativo de atualização falso para instalar vírus no celular – Imagem: Observatório Nessuno Vírus no Android faz parte de um mercado de vigilância Apesar da abordagem mais simples, o caso reforça a dimensão do mercado de vigilância digital. A investigação aponta que a alta demanda por esse tipo de tecnologia por parte de agências de segurança e inteligência impulsiona o surgimento de empresas que atuam fora do radar público. Segundo o Osservatorio Nessuno, há indícios de que o Morpheus esteja ligado à IPS, uma empresa italiana que atua há mais de três décadas no fornecimento de soluções de interceptação legal para governos. A associação foi feita a partir da análise da infraestrutura do malware, incluindo endereços IP, e fragmentos de código com termos em italiano, como “Gomorra” e até a palavra “espaguete”. A IPS afirma operar em mais de 20 países e lista forças policiais italianas entre seus clientes, embora não mencione publicamente o spyware. A empresa não respondeu aos pedidos de comentário do site TechCrunch. Os pesquisadores não divulgaram a identidade do alvo do ataque, mas indicaram que o caso pode estar relacionado a ativismo político na Itália. Segundo eles, esse tipo de uso tem se tornado frequente. O post Vírus disfarçado usa Android para roubar dados de celulares apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Um novo caso envolvendo softwares de vigilância governamental acendeu um alerta entre especialistas em segurança digital. Pesquisadores identificaram um <a href="https://olhardigital.com.br/tag/malware/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vírus</a> para <a href="https://olhardigital.com.br/tag/android/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Android</a>, batizado de Morpheus, que se disfarça de aplicativo de atualização do sistema para infectar dispositivos e coletar dados sensíveis dos usuários.</p>
<p>O <a href="https://osservatorionessuno.org/blog/2026/04/morpheus-a-new-spyware-linked-to-ips-intelligence/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">relatório</a> foi divulgado pela organização italiana de direitos digitais Osservatorio Nessuno, que investiga o uso de spyware. Segundo o grupo, o programa é capaz de acessar uma ampla gama de informações armazenadas no celular, incluindo dados exibidos na tela e conteúdos de aplicativos.</p>
<p>De acordo com a análise, o Morpheus utiliza uma estratégia considerada mais simples em comparação a ferramentas de espionagem sofisticadas. Em vez de explorar falhas invisíveis no sistema, o malware depende da engenharia social para enganar as vítimas e induzi-las a instalar o software por conta própria.</p>
<p>O método de infecção envolve a colaboração de operadoras de telefonia. Os pesquisadores apontam que, em alguns casos, o acesso à internet móvel do alvo era interrompido intencionalmente. Em seguida, a vítima recebia uma mensagem SMS solicitando a instalação de um suposto aplicativo de atualização para restaurar a conexão – justamente o vírus.</p>
<p>Uma vez instalado, o Morpheus explora recursos de acessibilidade do Android para interagir com o sistema e capturar informações. O software simula processos legítimos, como atualizações e reinicializações, para reduzir suspeitas.</p>
<p>Em uma etapa posterior, o malware exibe uma interface falsa do WhatsApp, solicitando autenticação biométrica. Sem perceber, o usuário concede acesso completo à conta, permitindo que o vírus conecte um novo dispositivo ao aplicativo e monitore mensagens e dados.</p>
<p>Os pesquisadores classificaram o Morpheus como uma solução de “baixo custo”, especialmente quando comparada a ferramentas avançadas utilizadas por empresas do setor.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="240" height="520" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/04/virus-morpheus.jpg" alt="Ataque usa um aplicativo de atualização falso para instalar vírus no celular" class="wp-image-1313372" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/virus-morpheus.jpg 240w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/virus-morpheus-138x300.jpg 138w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/virus-morpheus-150x325.jpg 150w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px"><figcaption class="wp-element-caption">Ataque usa um aplicativo de atualização falso para instalar vírus no celular – Imagem: Observatório Nessuno</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-virus-no-android-faz-parte-de-um-mercado-de-vigilancia">Vírus no Android faz parte de um mercado de vigilância</h2>
<p>Apesar da abordagem mais simples, o caso reforça a dimensão do mercado de vigilância digital. A investigação aponta que a alta demanda por esse tipo de tecnologia por parte de agências de segurança e inteligência impulsiona o surgimento de empresas que atuam fora do radar público.</p>
<p>Segundo o Osservatorio Nessuno, há indícios de que o Morpheus esteja ligado à IPS, uma empresa italiana que atua há mais de três décadas no fornecimento de soluções de interceptação legal para governos. A associação foi feita a partir da análise da infraestrutura do malware, incluindo endereços IP, e fragmentos de código com termos em italiano, como “Gomorra” e até a palavra “espaguete”.</p>
<p>A IPS afirma operar em mais de 20 países e lista forças policiais italianas entre seus clientes, embora não mencione publicamente o spyware. A empresa não respondeu aos pedidos de comentário do site <em><a href="https://techcrunch.com/2026/04/24/another-spyware-maker-caught-distributing-fake-android-snooping-apps/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">TechCrunch</a></em>.</p>
<p>Os pesquisadores não divulgaram a identidade do alvo do ataque, mas indicaram que o caso pode estar relacionado a ativismo político na Itália. Segundo eles, esse tipo de uso tem se tornado frequente.</p>
</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/04/26/seguranca/virus-disfarcado-usa-android-para-roubar-dados-de-celulares/">Vírus disfarçado usa Android para roubar dados de celulares</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mais de 100 países têm spywares para invadir celulares, alerta Reino Unido</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/mais-de-100-paises-tem-spywares-para-invadir-celulares-alerta-reino-unido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 18:43:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[spyware]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/mais-de-100-paises-tem-spywares-para-invadir-celulares-alerta-reino-unido/</guid>

					<description><![CDATA[O Centro Nacional de Segurança Cibernética (NCSC) do Reino Unido lançou um alerta: mais de 100 países (cerca de metade das nações do mundo) têm acesso a spywares projetados para invadir celulares e computadores. O dado foi revelado nesta quarta-feira (22) pelo diretor do órgão, Richard Horne, durante a conferência CYBERUK em Glasgow.  O número representa um aumento significativo em comparação a 2023, quando a inteligência britânica estimava que 80 nações detinham esse tipo de tecnologia de espionagem. A inteligência britânica aponta que a queda nas barreiras de acesso a essas ferramentas tornou muito mais simples para governos e hackers mirarem cidadãos, empresas e infraestruturas.  O cenário atual indica que tecnologias de vigilância de nível militar, antes restritas a poucas potências, estão amplamente disponíveis no mercado. Isso facilita invasões silenciosas para o roubo de dados. IA e vazamentos ampliam ameaça cibernética global Para Horne, o mundo enfrenta uma “tempestade perfeita” de riscos digitais, impulsionada pelo avanço acelerado da inteligência artificial (IA).  O diretor do NCSC destacou que modelos de IA têm sido usados para automatizar a descoberta de falhas em sistemas numa escala impossível para operadores humanos. Um exemplo é o modelo Mythos, da Anthropic, considerado “perigoso demais” por seus criadores para ser liberado ao público. Isso porque essa IA permitiria que qualquer pessoa encontrasse e explorasse brechas de segurança complexas em navegadores e sistemas operacionais. Modelos de IA têm sido usados para automatizar a descoberta de falhas em sistemas numa escala impossível para operadores humanos – por exemplo: o Mythos, da Anthropic – Imagem: Mehaniq/Shutterstock Além da evolução tecnológica, o perfil das vítimas mudou: o uso de softwares espiões como o Pegasus (da NSO Group) e o Graphite (da Paragon) não se limita mais a alvos políticos ou dissidentes.  A inteligência britânica afirma que a lista de alvos agora inclui banqueiros e executivos. Isso sinaliza que a espionagem comercial se tornou uma arma na guerra econômica.  Além disso, essa expansão demonstra que muitas empresas do setor privado ainda falham em compreender a gravidade e a realidade do perigo atual. O relatório enfatiza que a maioria dos ataques cibernéticos de alta relevância contra o Reino Unido agora parte de nações adversárias e não apenas de gangues de criminosos comuns.  Outro fator crítico é a proliferação de ferramentas de elite por meio de vazamentos na internet. Um exemplo recente é o conjunto de ferramentas DarkSword, que permitiu que criminosos criassem sites para hackear iPhones e iPads que não estivessem com as últimas atualizações de segurança instaladas.  Ministro da Segurança do Reino Unido defende que as empresas de IA se unam ao governo para criar defesas cibernéticas autônomas – Imagem: JARIRIYAWAT/Shutterstock Isso reforça como, mesmo quando desenvolvidas para uso governamental, essas armas digitais podem “escapar” do controle e colocar milhões de usuários comuns em risco. Para conter essa escalada, o Ministro da Segurança britânico, Dan Jarvis, defende que as empresas de IA se unam ao governo na criação de defesas cibernéticas autônomas.  A proposta é usar a própria IA para identificar e corrigir vulnerabilidades numa velocidade e escala que nenhum humano conseguiria acompanhar.  Jarvis descreveu a construção dessa infraestrutura como um “esforço geracional” que testará os limites da engenharia e da inovação global. (Essa matéria usou informações de Politico.) O post Mais de 100 países têm spywares para invadir celulares, alerta Reino Unido apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O <strong>Centro Nacional de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/ciberseguranca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Segurança Cibernética</a> (NCSC)</strong> do <a href="https://olhardigital.com.br/tag/reino-unido/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Reino Unido</a> lançou um alerta: <strong>mais de 100 países</strong> (cerca de metade das nações do mundo) têm acesso a <strong>spywares </strong>projetados para invadir celulares e computadores. O dado foi revelado nesta quarta-feira (22) pelo diretor do órgão, Richard Horne, durante a conferência CYBERUK em Glasgow. </p>
<p>O número representa um aumento significativo em comparação a 2023, quando a inteligência britânica estimava que 80 nações detinham esse tipo de tecnologia de espionagem.</p>
<p>A inteligência britânica aponta que a <strong>queda nas barreiras de acesso</strong> a essas ferramentas tornou muito mais simples para governos e hackers mirarem cidadãos, empresas e infraestruturas. </p>
<p>O cenário atual indica que tecnologias de vigilância de nível militar, antes restritas a poucas potências, estão amplamente disponíveis no mercado. Isso facilita invasões silenciosas para o roubo de dados.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-ia-e-vazamentos-ampliam-ameaca-cibernetica-global">IA e vazamentos ampliam ameaça cibernética global</h2>
<p>Para Horne, o mundo enfrenta uma <strong>“tempestade perfeita”</strong> de riscos digitais, impulsionada pelo avanço acelerado da <strong>inteligência artificial (IA)</strong>. </p>
<p>O diretor do NCSC destacou que modelos de IA têm sido usados para automatizar a descoberta de falhas em sistemas numa escala impossível para operadores humanos.</p>
<p>Um exemplo é o <a href="https://olhardigital.com.br/2026/04/22/seguranca/mythos-anthropic-investiga-acesso-hacker-a-ia-perigosa-demais/">modelo <strong>Mythos</strong>, da Anthropic</a>, considerado “perigoso demais” por seus criadores para ser liberado ao público. Isso porque essa IA permitiria que qualquer pessoa encontrasse e explorasse brechas de segurança complexas em navegadores e sistemas operacionais.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="577" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/03/anthropic-scaled-e1776854785248-1024x577.jpg" alt="anthropic" class="wp-image-1270151" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/03/anthropic-scaled-e1776854785248-1024x577.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/03/anthropic-scaled-e1776854785248-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/03/anthropic-scaled-e1776854785248-768x433.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/03/anthropic-scaled-e1776854785248-1536x865.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/03/anthropic-scaled-e1776854785248-2048x1154.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/03/anthropic-scaled-e1776854785248-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/03/anthropic-scaled-e1776854785248-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/03/anthropic-scaled-e1776854785248-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Modelos de IA têm sido usados para automatizar a descoberta de falhas em sistemas numa escala impossível para operadores humanos – por exemplo: o Mythos, da Anthropic – Imagem: Mehaniq/Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<p>Além da evolução tecnológica, o perfil das vítimas mudou: o uso de softwares espiões como o <strong>Pegasus</strong> (da NSO Group) e o <strong>Graphite</strong> (da Paragon) não se limita mais a alvos políticos ou dissidentes. </p>
<p>A inteligência britânica afirma que a lista de alvos agora inclui <strong>banqueiros e executivos</strong>. Isso sinaliza que a espionagem comercial se tornou uma arma na guerra econômica. </p>
<p>Além disso, essa expansão demonstra que muitas empresas do setor privado ainda falham em compreender a gravidade e a realidade do perigo atual.</p>
<p>O relatório enfatiza que a maioria dos ataques cibernéticos de alta relevância contra o Reino Unido agora parte de <strong>nações adversárias</strong> e não apenas de gangues de criminosos comuns. </p>
<p>Outro fator crítico é a proliferação de ferramentas de elite por meio de <strong>vazamentos na internet</strong>. Um exemplo recente é o conjunto de ferramentas <strong>DarkSword</strong>, que permitiu que criminosos criassem sites para hackear iPhones e iPads que não estivessem com as últimas atualizações de segurança instaladas. </p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="575" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/11/credit_hacker-scaled-e1764682450908-1024x575.jpg" alt="Hacker usa extensão no navegador do Chrome para acessar dados de cartão de crédito no browser de laptop para compras não autorizadas browser" class="wp-image-1221267" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/credit_hacker-scaled-e1764682450908-1024x575.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/credit_hacker-scaled-e1764682450908-300x168.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/credit_hacker-scaled-e1764682450908-768x431.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/credit_hacker-scaled-e1764682450908-1536x862.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/credit_hacker-scaled-e1764682450908-2048x1150.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/credit_hacker-scaled-e1764682450908-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/credit_hacker-scaled-e1764682450908-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/credit_hacker-scaled-e1764682450908-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Ministro da Segurança do Reino Unido defende que as empresas de IA se unam ao governo para criar defesas cibernéticas autônomas – Imagem: JARIRIYAWAT/Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<p>Isso reforça como, mesmo quando desenvolvidas para uso governamental, essas armas digitais podem “escapar” do controle e colocar milhões de usuários comuns em risco.</p>
<p>Para conter essa escalada, o Ministro da Segurança britânico, Dan Jarvis, defende que as empresas de IA se unam ao governo na criação de <strong>defesas cibernéticas autônomas</strong>. </p>
<p>A proposta é usar a própria IA para identificar e corrigir vulnerabilidades numa velocidade e escala que nenhum humano conseguiria acompanhar. </p>
<p>Jarvis descreveu a construção dessa infraestrutura como um <strong>“esforço geracional”</strong> que testará os limites da engenharia e da inovação global.</p>
<p>(Essa matéria usou informações de <a href="https://www.politico.eu/article/u-k-intelligence-100-nations-have-spyware-that-can-hack-britain/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Politico</em></a>.)</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/04/22/seguranca/mais-de-100-paises-tem-spywares-para-invadir-celulares-alerta-reino-unido/">Mais de 100 países têm spywares para invadir celulares, alerta Reino Unido</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Apple diz que nenhum usuário do Modo Bloqueio foi hackeado até hoje</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/apple-diz-que-nenhum-usuario-do-modo-bloqueio-foi-hackeado-ate-hoje/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 17:59:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[spyware]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/apple-diz-que-nenhum-usuario-do-modo-bloqueio-foi-hackeado-ate-hoje/</guid>

					<description><![CDATA[A Apple afirma que nenhum usuário com o Modo de Bloqueio ativado teve seu dispositivo comprometido por spyware desde o lançamento da funcionalidade, há quase quatro anos. A declaração da empresa reforça a eficácia do recurso de segurança criado especificamente para proteger alvos de alto risco contra ataques de espionagem digital. “Não temos conhecimento de nenhum ataque bem-sucedido de spyware mercenário contra um dispositivo Apple com Modo de Bloqueio habilitado”, disse a porta-voz da maçã, Sarah O’Rourke, ao TechCrunch nesta sexta-feira (27). Esta é a declaração mais recente da gigante de tecnologia sobre a resistência de seus dispositivos com Modo de Bloqueio contra ataques de spyware governamental, depois de fazer a primeira afirmação do tipo um ano após o lançamento do recurso. Funcionalidade foi criada pela Apple contra spyware governamental A Apple anunciou o Modo de Bloqueio em 2022 como uma série opcional de proteções de segurança que desativa certas funcionalidades em iPhones e outros dispositivos Apple comumente exploradas para hackear alvos com spyware. A empresa lançou especificamente este modo de segurança para ajudar clientes em situação de risco a se defenderem das ameaças representadas por spyware governamental fabricado por empresas, como Intellexa, NSO Group e Paragon Solutions. Nos últimos anos, a Apple admitiu que seus clientes podem ser hackeados por spyware e tem sido mais proativa em notificar clientes que foram alvejados. A empresa enviou várias remessas de notificações para usuários em mais de 150 países, alertando-os de que podem ter sido hackeados com spyware, o que mostra quanta visibilidade a companhia agora tem sobre esses tipos de ataques. A Apple nunca disse quantos usuários notificou, mas é provável que tenham sido dezenas, se não mais, diz o TechCrunch. Organizações de direitos digitais, como Anistia Internacional e o Citizen Lab da Universidade de Toronto (Canadá), documentaram vários ataques bem-sucedidos contra usuários de iPhone, nenhum dos quais mencionou um bypass do Modo de Bloqueio. Modo de Bloqueio ainda não registrou vítimas, diz Apple (Imagem: Primakov/Shutterstock) Leia mais: iPhone: 10 dicas para usar o smartphone de maneira mais eficiente iPhone: 10 truques que você nem sabia que existiam Usuários de iPhone no Reino Unido terão que comprovar idade para usar recursos do iOS Em pelo menos dois casos, pesquisadores do Citizen Lab disseram publicamente que viram o Modo de Bloqueio bloquear ativamente ataques de spyware. Um foi realizado com o Pegasus da NSO, o outro com o spyware Predator, feito por uma empresa agora parte da Intellexa. Em, ao menos, um caso documentado de ataque de spyware direcionado a iPhones, pesquisadores de segurança do Google disseram que o spyware abandonou a tentativa de infectar a vítima ao detectar o Modo de Bloqueio, provavelmente como uma forma de evitar detecção. Patrick Wardle, especialista em cibersegurança da Apple e crítico, diz que o Modo de Bloqueio é um recurso importante que torna mais difícil para fabricantes de spyware atacarem usuários da Apple. “Acho que é seguro dizer que o Modo de Bloqueio é um dos recursos de proteção mais agressivos voltados ao consumidor já lançados”, disse ao TechCrunch. Redução significativa da superfície de ataque Wardle explicou que, ao “reduzir a superfície de ataque”, o Modo de Bloqueio elimina muitas técnicas normalmente usadas para explorar o iPhone e força fabricantes de spyware a usarem técnicas mais complexas e caras para desenvolver; “Ele mata mecanismos inteiros de entrega/classes de exploit”, acrescentou, “pois bloqueia a maioria dos tipos de anexos de mensagem e restringe recursos do WebKit. Esta é realmente uma redução enorme na superfície de ataque remotamente alcançável, especialmente para cadeias de exploit zero-click”, referindo-se a hacks que podem mirar pessoas pela internet sem qualquer interação da vítima; É possível que o Modo de Bloqueio tenha sido contornado e nem a Apple nem investigadores independentes tenham detectado o ataque; Mas dado que a Apple é tipicamente reservada publicamente, na melhor das hipóteses, sua declaração mais recente marca um marco significativo para o Modo de Bloqueio. O post Apple diz que nenhum usuário do Modo Bloqueio foi hackeado até hoje apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A <a href="https://olhardigital.com.br/tag/apple/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Apple</a> afirma que <strong>nenhum usuário</strong> com o <strong>Modo de Bloqueio</strong> ativado teve seu dispositivo comprometido por <a href="https://olhardigital.com.br/tag/spyware/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">spyware</a> desde o lançamento da funcionalidade, há quase <strong>quatro anos</strong>. A declaração da empresa reforça a eficácia do recurso de segurança criado especificamente para proteger alvos de alto risco contra ataques de espionagem digital.</p>
<p>“Não temos conhecimento de nenhum ataque bem-sucedido de spyware mercenário contra um dispositivo Apple com Modo de Bloqueio habilitado”, disse a porta-voz da maçã, <strong>Sarah O’Rourke</strong>, ao <em><a href="https://techcrunch.com/2026/03/27/apple-says-no-one-using-lockdown-mode-has-been-hacked-with-spyware/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">TechCrunch</a></em> nesta sexta-feira (27).</p>
<p>Esta é a declaração mais recente da gigante de tecnologia sobre a resistência de seus dispositivos com Modo de Bloqueio contra ataques de spyware governamental, depois de fazer a primeira afirmação do tipo um ano após o lançamento do recurso.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-funcionalidade-foi-criada-pela-apple-contra-spyware-governamental">Funcionalidade foi criada pela Apple contra spyware governamental</h2>
<p>A Apple anunciou o Modo de Bloqueio em <strong>2022</strong> como uma série opcional de proteções de segurança que desativa certas funcionalidades em iPhones e outros dispositivos Apple comumente exploradas para hackear alvos com spyware.</p>
<p>A empresa lançou especificamente este modo de segurança para ajudar clientes em situação de risco a se defenderem das ameaças representadas por spyware governamental fabricado por empresas, como <strong>Intellexa, NSO Group e Paragon Solutions</strong>.</p>
<p>Nos últimos anos, a Apple <strong>admitiu</strong> que seus clientes <strong>podem ser hackeados</strong> por spyware e tem sido mais proativa em notificar clientes que foram alvejados. A empresa enviou várias remessas de notificações para usuários em mais de <strong>150 países</strong>, alertando-os de que podem ter sido hackeados com spyware, o que mostra quanta visibilidade a companhia agora tem sobre esses tipos de ataques.</p>
<p>A Apple <strong>nunca disse</strong> quantos usuários notificou, mas é provável que tenham sido <strong>dezenas</strong>, se não mais, diz o <em>TechCrunch</em>. Organizações de direitos digitais, como Anistia Internacional e o Citizen Lab da Universidade de Toronto (Canadá), documentaram <strong>vários</strong> ataques bem-sucedidos contra usuários de iPhone, nenhum dos quais mencionou um bypass do Modo de Bloqueio.</p>
</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/03/apple_modo_bloqueio-1024x682.jpg" alt="Modo Bloqueio na tela de um iPhone" class="wp-image-1289673" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/03/apple_modo_bloqueio-1024x682.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/03/apple_modo_bloqueio-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/03/apple_modo_bloqueio-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/03/apple_modo_bloqueio-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/03/apple_modo_bloqueio-2048x1365.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/03/apple_modo_bloqueio-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Modo de Bloqueio ainda não registrou vítimas, diz Apple (Imagem: Primakov/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2023/09/12/dicas-e-tutoriais/o-que-tem-de-interessante-no-iphone-10-dicas-para-fazer-no-celular/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">iPhone: 10 dicas para usar o smartphone de maneira mais eficiente</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2024/05/24/dicas-e-tutoriais/iphone-10-truques-que-voce-nem-sabia-que-existiam/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">iPhone: 10 truques que você nem sabia que existiam</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/03/25/pro/usuarios-de-iphone-no-reino-unido-terao-que-comprovar-idade-para-usar-recursos-do-ios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Usuários de iPhone no Reino Unido terão que comprovar idade para usar recursos do iOS</a></li>
</ul>
<p>Em pelo menos dois casos, pesquisadores do Citizen Lab disseram publicamente que viram o Modo de Bloqueio bloquear ativamente ataques de spyware. Um foi realizado com o <strong>Pegasus</strong> da NSO, o outro com o spyware <strong>Predator</strong>, feito por uma empresa agora parte da Intellexa.</p>
<p>Em, ao menos, um caso documentado de ataque de spyware direcionado a iPhones, pesquisadores de segurança do Google disseram que o spyware <strong>abandonou</strong> a tentativa de infectar a vítima ao detectar o Modo de Bloqueio, provavelmente como uma forma de evitar detecção.</p>
<p><strong>Patrick Wardle</strong>, especialista em cibersegurança da Apple e crítico, diz que o Modo de Bloqueio é um <strong>recurso importante</strong> que torna <strong>mais difícil</strong> para fabricantes de spyware atacarem usuários da Apple. “Acho que é seguro dizer que o Modo de Bloqueio é um dos recursos de proteção mais <strong>agressivos</strong> voltados ao consumidor já lançados”, disse ao <em>TechCrunch</em>.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-reducao-significativa-da-superficie-de-ataque">Redução significativa da superfície de ataque</h2>
<ul>
<li>Wardle explicou que, ao “reduzir a superfície de ataque”, o Modo de Bloqueio <strong>elimina</strong> muitas técnicas normalmente usadas para explorar o iPhone e força fabricantes de spyware a usarem técnicas mais complexas e caras para desenvolver;</li>
<li>“Ele <strong>mata</strong> mecanismos inteiros de entrega/classes de exploit”, acrescentou, “pois bloqueia a maioria dos tipos de anexos de mensagem e restringe recursos do WebKit. Esta é realmente uma redução enorme na superfície de ataque remotamente alcançável, especialmente para cadeias de exploit zero-click”, referindo-se a hacks que podem mirar pessoas pela internet sem qualquer interação da vítima;</li>
<li>É possível que o Modo de Bloqueio tenha sido contornado e nem a Apple nem investigadores independentes tenham detectado o ataque;</li>
<li>Mas dado que a Apple é tipicamente reservada publicamente, na melhor das hipóteses, sua declaração mais recente marca um <strong>marco significativo</strong> para o Modo de Bloqueio.</li>
</ul>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/03/27/seguranca/apple-diz-que-nenhum-usuario-do-modo-bloqueio-foi-hackeado-ate-hoje/">Apple diz que nenhum usuário do Modo Bloqueio foi hackeado até hoje</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
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		<title>iPhone: pesquisadores descobrem spyware que atinge milhões de usuários</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/iphone-pesquisadores-descobrem-spyware-que-atinge-milhoes-de-usuarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 19:08:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone]]></category>
		<category><![CDATA[malware]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[spyware]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/iphone-pesquisadores-descobrem-spyware-que-atinge-milhoes-de-usuarios/</guid>

					<description><![CDATA[Um grupo de pesquisadores revelou, nesta quarta-feira (18), a existência de um spyware que tem potencial para penetrar em milhões de dispositivos iPhone. Essa descoberta levanta sérias preocupações sobre a segurança dos dados pessoais dos usuários. O spyware estaria em vários sites da Ucrânia que foram afetados, com potencial de alcançar centenas de milhões de aparelhos. Ele consegue acessar informações confidenciais e monitorar a atividade dos usuários sem o seu consentimento. Essa tecnologia maliciosa está sendo considerada um dos avanços mais preocupantes na área de segurança digital, devido à sua abrangência e eficácia. Novo spyware no iPhone Segundo a Reuters, é a segunda vez neste mês que pesquisadores encontram spyware direcionado a iPhones e demais dispositivos Apple; Conforme os pesquisadores, as duas ferramentas de invasão mostram que o mercado de malware sofisticado que consegue roubar dados e informações de carteiras de criptomoedas segue em expansão; O malware, apelidado de “Darksword“, foi descoberto pela empresa de cibersegurança Lookout, pela empresa de segurança móvel iVerify e pelo Google; No último dia 3, Google e iVerify descobriram um poderoso spyware voltado para aparelhos iPhone chamado “Coruna“; Os pesquisadores afirmam que o Darksword era hospedado nos mesmos servidores do Coruna. “Agora existe um conjunto verificado de explorações recentes… que acabaram nas mãos de entidades potencialmente criminosas com foco financeiro”, disse Justin Albrecht, pesquisador principal da Lookout. Maçã afirma que atualizações já foram liberadas desde o ano passado (Imagem: Runrun2/Shutterstock) Leia mais: iPhone: 10 truques que você nem sabia que existiam 8 funções para testar com o botão de ação do iPhone iPhone dobrável terá multitarefa de iPad, mas sem Face ID De acordo com o Google, foram observados vários fornecedores comerciais e hackers suspeitos de estarem ligados a governos e de estarem usando o Darksword em campanhas contra alvos na Arábia Saudita, Turquia, Malásia e Ucrânia. As campanhas orquestradas na Malásia e na Turquia estão, segundo o Google, associadas à empresa de vigilância comercial PARS Defense, da Turquia. A empresa não respondeu aos questionamentos da Reuters. Já iVerify e Lookout atestam que seus pesquisadores descobriram que o malware estava sendo distribuído em dispositivos iPhone com versões entre 18.4 e 18.6.2 do iOS e que foram utilizados para visitar os sites ucranianos afetados. Essas versões do sistema operacional da maçã foram lançadas entre março e agosto do ano passado. Não é certo o número de iPhones vulneráveis ao Darksword. Mas estima-se que entre 220 milhões e 270 milhões de aparelhos iPhone sigam expostos, pois estão desatualizados. De 2025 para cá, a Apple lançou atualizações para corrigir as vulnerabilidades exploradas pelo malware. Um porta-voz da gigante do Vale do Silício disse que as vulnerabilidades exploravam “software desatualizado” e que todas as falhas subjacentes foram corrigidas em várias atualizações liberadas nos últimos tempos. “Manter o software atualizado continua sendo a coisa mais importante que os usuários podem fazer para manter a alta segurança de seus dispositivos Apple”, afirmou o porta-voz. O post iPhone: pesquisadores descobrem spyware que atinge milhões de usuários apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Um grupo de pesquisadores revelou, nesta quarta-feira (18), a existência de um <strong>spyware</strong> que tem potencial para penetrar em <strong>milhões</strong> de dispositivos <a href="https://olhardigital.com.br/tag/iphone/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">iPhone</a>. Essa descoberta levanta sérias preocupações sobre a segurança dos dados pessoais dos usuários.</p>
<p>O spyware estaria em vários sites da <strong>Ucrânia</strong> que foram afetados, com potencial de alcançar <strong>centenas de milhões</strong> de aparelhos. Ele consegue acessar informações confidenciais e monitorar a atividade dos usuários sem o seu consentimento.</p>
<p>Essa tecnologia maliciosa está sendo considerada um dos avanços mais preocupantes na área de segurança digital, devido à sua abrangência e eficácia.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-novo-spyware-no-iphone">Novo spyware no iPhone</h2>
<ul>
<li>Segundo a <em><a href="https://www.reuters.com/technology/researchers-uncover-iphone-spyware-capable-penetrating-millions-devices-2026-03-18/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Reuters</a></em>, é a <strong>segunda vez</strong> neste mês que pesquisadores encontram spyware direcionado a iPhones e demais dispositivos Apple;</li>
<li>Conforme os pesquisadores, as duas ferramentas de invasão mostram que o mercado de malware sofisticado que consegue roubar dados e informações de carteiras de criptomoedas segue em <strong>expansão</strong>;</li>
<li>O malware, apelidado de “<strong>Darksword</strong>“, foi descoberto pela empresa de cibersegurança <strong>Lookout</strong>, pela empresa de segurança móvel <strong>iVerify</strong> e pelo <strong>Google</strong>;</li>
<li>No último dia <strong>3</strong>, Google e iVerify descobriram um poderoso spyware voltado para aparelhos iPhone chamado “<strong>Coruna</strong>“;</li>
<li>Os pesquisadores afirmam que o Darksword era hospedado nos mesmos servidores do Coruna.</li>
</ul>
<p>“Agora existe um conjunto verificado de explorações recentes… que acabaram nas mãos de entidades potencialmente criminosas com foco financeiro”, disse Justin Albrecht, pesquisador principal da Lookout.</p>
</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="638" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/02/apple_logo_iphone-1024x638.jpg" alt="Logo da Apple na tela de um iPhone" class="wp-image-1262592" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/apple_logo_iphone-1024x638.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/apple_logo_iphone-300x187.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/apple_logo_iphone-768x479.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/apple_logo_iphone-1536x957.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/apple_logo_iphone-2048x1276.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/apple_logo_iphone-150x93.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Maçã afirma que atualizações já foram liberadas desde o ano passado (Imagem: Runrun2/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2024/05/24/dicas-e-tutoriais/iphone-10-truques-que-voce-nem-sabia-que-existiam/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">iPhone: 10 truques que você nem sabia que existiam</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/02/dicas-e-tutoriais/8-funcoes-para-testar-com-o-botao-de-acao-do-iphone/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">8 funções para testar com o botão de ação do iPhone</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/03/12/reviews/iphone-dobravel-tera-multitarefa-de-ipad-mas-sem-face-id/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">iPhone dobrável terá multitarefa de iPad, mas sem Face ID</a></li>
</ul>
<p>De acordo com o Google, foram observados vários fornecedores comerciais e hackers suspeitos de estarem ligados a governos e de estarem usando o Darksword em campanhas contra alvos na <strong>Arábia Saudita, Turquia, Malásia e Ucrânia</strong>.</p>
<p>As campanhas orquestradas na Malásia e na Turquia estão, segundo o Google, associadas à empresa de vigilância comercial <strong>PARS Defense</strong>, da Turquia. A empresa <strong>não respondeu</strong> aos questionamentos da <em>Reuters</em>.</p>
<p>Já iVerify e Lookout atestam que seus pesquisadores descobriram que o malware estava sendo distribuído em dispositivos iPhone com versões entre <strong>18.4 e 18.6.2</strong> do iOS e que foram utilizados para visitar os sites ucranianos afetados. Essas versões do sistema operacional da maçã foram lançadas entre <strong>março e agosto</strong> do ano passado.</p>
<p><strong>Não é certo</strong> o número de iPhones vulneráveis ao Darksword. Mas estima-se que entre <strong>220 milhões e 270 milhões</strong> de aparelhos iPhone sigam expostos, pois estão <strong>desatualizados</strong>. De 2025 para cá, a Apple lançou atualizações para corrigir as vulnerabilidades exploradas pelo malware.</p>
<p>Um porta-voz da gigante do Vale do Silício disse que as vulnerabilidades exploravam “<strong>software desatualizado</strong>” e que todas as falhas subjacentes foram <strong>corrigidas</strong> em várias atualizações liberadas nos últimos tempos.</p>
<p>“Manter o software atualizado continua sendo <strong>a coisa mais importante</strong> que os usuários podem fazer para manter a alta segurança de seus dispositivos Apple”, afirmou o porta-voz.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/03/18/seguranca/iphone-pesquisadores-descobrem-spyware-que-atinge-milhoes-de-usuarios/">iPhone: pesquisadores descobrem spyware que atinge milhões de usuários</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
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		<title>Spyware Predator ganha ataque que infecta só com um anúncio</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/spyware-predator-ganha-ataque-que-infecta-so-com-um-anuncio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2025 09:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ciberataque]]></category>
		<category><![CDATA[malware]]></category>
		<category><![CDATA[segurança cibernética]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[spyware]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/spyware-predator-ganha-ataque-que-infecta-so-com-um-anuncio/</guid>

					<description><![CDATA[O spyware Predator, criado pela empresa de vigilância Intellexa, está usando um novo método de ataque silencioso para obter acesso a contas e dados privados. Chamado Aladdin, o recurso infecta alvos apenas com a visualização de um anúncio malicioso. A descoberta veio de uma investigação conjunta que analisou documentos vazados e pesquisas técnicas da própria Intellexa, revelando como o sistema de publicidade móvel se tornou um mecanismo eficiente para distribuir malware, destaca o site BleepingComputer. Novo vetor Aladdin transforma anúncios comuns em porta de entrada para ataques do spyware Predator. Imagem: Boy Anthony – Shutterstock O que é o Aladdin e por que ele preocupa O Aladdin chamou atenção por ser um vetor de infecção sem cliques — ou seja, o alvo não precisa realizar nenhuma ação para ser comprometido. A investigação mostra que o recurso surgiu em 2024 e segue em uso ativo, escondido atrás de empresas de fachada espalhadas por vários países. A tática funciona forçando a exibição de anúncios maliciosos para pessoas específicas, identificadas por IP público ou outros dados. Esses anúncios podem aparecer em qualquer site ou aplicativo com publicidade integrada. “Este anúncio malicioso pode ser veiculado em qualquer site que exiba anúncios, como um site de notícias confiável ou um aplicativo móvel”, explica um representante do Laboratório de Segurança da Anistia Internacional. Segundo os documentos internos da Intellexa, “simplesmente visualizar o anúncio é suficiente para ativar a infecção no dispositivo alvo, sem a necessidade de clicar no próprio anúncio”. Documentos mostram que a simples visualização de um anúncio já pode ativar a infecção do Predator. Imagem: Sashkinw/iStock) Como o ataque é distribuído O processo que sustenta o Aladdin é complexo. O Google afirma que os anúncios redirecionam o dispositivo do alvo, de forma invisível, até os servidores da Intellexa, onde ocorrem os exploits. Essa rede envolve empresas de publicidade em diversos países, como Irlanda, Alemanha, Suíça, Grécia, Chipre, Emirados Árabes Unidos e Hungria. A Recorded Future já conectou pessoas, empresas e infraestrutura envolvidas nesse ecossistema. Entre as práticas usadas pela Intellexa, estão: Forçar anúncios maliciosos em redes de publicidade móvel. Mapear alvos por IP e identificadores do dispositivo. Usar empresas de fachada para esconder a operação. Construir redes internacionais de distribuição. Redirecionar o alvo para servidores de exploit automaticamente. Bloquear anúncios no navegador é apontado como um primeiro passo de proteção, assim como ocultar o IP público do dispositivo. O caso se complica porque os documentos vazados indicam que a Intellexa obtém dados diretamente de operadoras locais. Bloquear anúncios e ocultar o IP público pode ajudar, mas documentos mostram que a Intellexa obtém dados por outros meios. Imagem: Stokkete/Shutterstock Mais vetores além do Aladdin O vazamento revelou ainda outro método chamado Triton, capaz de atingir aparelhos com chip Samsung Exynos, explorando falhas na banda base ao forçar o downgrade para 2G. Especialistas não sabem se ele ainda está ativo. Leia mais: Câmara dos EUA exige explicações da Anthropic após ciberataque com IA Inteligência artificial acelera ciberataques e pressiona defesa dos EUA Amazon revela sistema de IA para caçar falhas antes de ciberataques Há também mecanismos semelhantes, codinomes Thor e Oberon, possivelmente ligados à comunicação por rádio ou a ataques com acesso físico ao aparelho. Pesquisadores do Google apontam a Intellexa como líder na exploração de falhas zero-day: ela teria sido responsável por 15 dos 70 casos detectados pela TAG desde 2021. A empresa desenvolve seus próprios exploits e também compra cadeias externas para atingir diferentes perfis de alvo. Mesmo sob sanções e investigações na Grécia, a Intellexa continua ativa. Com o Predator se tornando mais furtivo, especialistas recomendam ativar camadas extras de proteção, como a Proteção Avançada no Android e o Modo de Bloqueio no iOS. O post Spyware Predator ganha ataque que infecta só com um anúncio apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O <a href="https://olhardigital.com.br/tag/spyware/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">spyware</a> Predator, criado pela empresa de vigilância Intellexa, está usando um novo método de ataque silencioso para obter acesso a contas e dados privados. Chamado Aladdin, o recurso infecta alvos apenas com a visualização de um anúncio malicioso.</p>
<p>A descoberta veio de uma investigação conjunta que analisou documentos vazados e pesquisas técnicas da própria Intellexa, revelando como o sistema de publicidade móvel se tornou um mecanismo eficiente para distribuir <a href="https://olhardigital.com.br/tag/malware/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">malware</a>, destaca o site <a href="https://www.bleepingcomputer.com/news/security/predator-spyware-uses-new-infection-vector-for-zero-click-attacks/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>BleepingComputer</em></a>.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/02/anncio-internet-ads-1024x683.jpg" alt="Novo vetor Aladdin transforma anúncios comuns em porta de entrada para ataques do spyware Predator." class="wp-image-1056838" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/anncio-internet-ads-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/anncio-internet-ads-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/anncio-internet-ads-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/anncio-internet-ads-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/anncio-internet-ads-2048x1365.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/anncio-internet-ads-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Novo vetor Aladdin transforma anúncios comuns em porta de entrada para ataques do spyware Predator. Imagem: Boy Anthony – Shutterstock</em></figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-que-e-o-aladdin-e-por-que-ele-preocupa">O que é o Aladdin e por que ele preocupa</h2>
<p>O Aladdin chamou atenção por ser um vetor de infecção sem cliques — ou seja, o alvo não precisa realizar nenhuma ação para ser comprometido. A investigação mostra que o recurso surgiu em 2024 e segue em uso ativo, escondido atrás de empresas de fachada espalhadas por vários países.</p>
<p>A tática funciona forçando a exibição de anúncios maliciosos para pessoas específicas, identificadas por IP público ou outros dados. Esses anúncios podem aparecer em qualquer site ou aplicativo com publicidade integrada.</p>
<p>“Este anúncio malicioso pode ser veiculado em qualquer site que exiba anúncios, como um site de notícias confiável ou um aplicativo móvel”, explica um representante do Laboratório de Segurança da Anistia Internacional.</p>
<p>Segundo os documentos internos da Intellexa, “simplesmente visualizar o anúncio é suficiente para ativar a infecção no dispositivo alvo, sem a necessidade de clicar no próprio anúncio”.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/10/malware-alerta-1024x576.jpg" alt="Documentos mostram que a simples visualização de um anúncio já pode ativar a infecção do Predator." class="wp-image-1205405" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/malware-alerta-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/malware-alerta-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/malware-alerta-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/malware-alerta-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/malware-alerta-2048x1152.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/malware-alerta-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/malware-alerta-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/malware-alerta-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Documentos mostram que a simples visualização de um anúncio já pode ativar a infecção do Predator. Imagem: Sashkinw/iStock)</em></figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-o-ataque-e-distribuido">Como o ataque é distribuído</h2>
<p>O processo que sustenta o Aladdin é complexo. O Google afirma que os anúncios redirecionam o dispositivo do alvo, de forma invisível, até os servidores da Intellexa, onde ocorrem os exploits.</p>
<p>Essa rede envolve empresas de publicidade em diversos países, como Irlanda, Alemanha, Suíça, Grécia, Chipre, Emirados Árabes Unidos e Hungria. A Recorded Future já conectou pessoas, empresas e infraestrutura envolvidas nesse ecossistema.</p>
<p>Entre as práticas usadas pela Intellexa, estão:</p>
<ul>
<li>Forçar anúncios maliciosos em redes de publicidade móvel.</li>
<li>Mapear alvos por IP e identificadores do dispositivo.</li>
<li>Usar empresas de fachada para esconder a operação.</li>
<li>Construir redes internacionais de distribuição.</li>
<li>Redirecionar o alvo para servidores de exploit automaticamente.</li>
</ul>
<p>Bloquear anúncios no navegador é apontado como um primeiro passo de proteção, assim como ocultar o IP público do dispositivo. O caso se complica porque os documentos vazados indicam que a Intellexa obtém dados diretamente de operadoras locais.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="1000" height="563" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2022/10/shutterstock_2151476637.jpg" alt="Bloquear anúncios e ocultar o IP público pode ajudar, mas documentos mostram que a Intellexa obtém dados por outros meios." class="wp-image-422846" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/10/shutterstock_2151476637.jpg 1000w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/10/shutterstock_2151476637-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/10/shutterstock_2151476637-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/10/shutterstock_2151476637-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Bloquear anúncios e ocultar o IP público pode ajudar, mas documentos mostram que a Intellexa obtém dados por outros meios. Imagem: Stokkete/Shutterstock</em></figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-mais-vetores-alem-do-aladdin">Mais vetores além do Aladdin</h2>
<p>O vazamento revelou ainda outro método chamado Triton, capaz de atingir aparelhos com chip <a href="https://olhardigital.com.br/tag/samsung-exynos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Samsung Exynos</a>, explorando falhas na banda base ao forçar o downgrade para 2G. Especialistas não sabem se ele ainda está ativo.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/26/pro/camara-dos-eua-exige-explicacoes-da-anthropic-apos-ciberataque-com-ia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Câmara dos EUA exige explicações da Anthropic após ciberataque com IA</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/30/seguranca/inteligencia-artificial-acelera-ciberataques-e-pressiona-defesa-dos-eua/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Inteligência artificial acelera ciberataques e pressiona defesa dos EUA</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/25/seguranca/amazon-revela-sistema-de-ia-para-cacar-falhas-antes-de-ciberataques/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Amazon revela sistema de IA para caçar falhas antes de ciberataques</a></li>
</ul>
<p>Há também mecanismos semelhantes, codinomes Thor e Oberon, possivelmente ligados à comunicação por rádio ou a ataques com acesso físico ao aparelho.</p>
<p>Pesquisadores do Google apontam a Intellexa como líder na exploração de falhas zero-day: ela teria sido responsável por 15 dos 70 casos detectados pela TAG desde 2021. A empresa desenvolve seus próprios exploits e também compra cadeias externas para atingir diferentes perfis de alvo.</p>
<p>Mesmo sob sanções e investigações na Grécia, a Intellexa continua ativa. Com o Predator se tornando mais furtivo, especialistas recomendam ativar camadas extras de proteção, como a Proteção Avançada no Android e o Modo de Bloqueio no iOS.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/12/10/seguranca/spyware-predator-ganha-ataque-que-infecta-so-com-um-anuncio/">Spyware Predator ganha ataque que infecta só com um anúncio</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
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		<title>Apple alerta desenvolvedor sobre ataque com spyware governamental</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/apple-alerta-desenvolvedor-sobre-ataque-com-spyware-governamental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 21:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[spyware]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/apple-alerta-desenvolvedor-sobre-ataque-com-spyware-governamental/</guid>

					<description><![CDATA[A Apple emitiu um raro alerta de segurança informando que o iPhone de um desenvolvedor de exploits foi alvo de um ataque de spyware mercenário. O caso, revelado pelo portal TechCrunch, destaca uma nova fase no uso de softwares do tipo, que agora atingem até quem trabalha na criação de ferramentas de invasão para governos ocidentais. Jay Gibson (nome fictício), ex-funcionário da empresa Trenchant — especializada em desenvolver vulnerabilidades e ferramentas de espionagem para órgãos governamentais —, relatou ter recebido a notificação diretamente da Apple no início deste ano. A mensagem dizia: “A Apple detectou um ataque de spyware mercenário direcionado ao seu iPhone.” Desenvolvedor de spyware vira alvo do próprio sistema Gibson afirmou que entrou em pânico ao receber o alerta e imediatamente desligou o celular, comprou outro aparelho e entrou em contato com familiares. Segundo o TechCrunch, ele pode ser o primeiro caso documentado de um desenvolvedor de exploits sendo vítima de um ataque de spyware. O caso destaca uma nova fase no uso de softwares do tipo (Imagem: TStudious/ Shutterstock) Na Trenchant, Gibson trabalhava na criação de falhas de segurança conhecidas como zero-days, brechas que ainda não foram descobertas ou corrigidas pela fabricante — neste caso, a Apple. Esses exploits são altamente valiosos, podendo valer milhões de dólares no mercado de segurança cibernética. Outros profissionais da área também teriam recebido notificações semelhantes recentemente. Fontes com conhecimento direto dos casos afirmam que mais desenvolvedores de spyware foram alertados pela Apple sobre possíveis ataques a seus dispositivos. De acordo com especialistas, o episódio indica que o uso de ferramentas de espionagem digital está se expandindo para novos tipos de alvos, incluindo quem atua no próprio desenvolvimento desses recursos. Expansão do uso de spyware e alertas da Apple Tradicionalmente, empresas que desenvolvem spyware afirmam que suas ferramentas são usadas apenas por governos em investigações contra criminosos e terroristas. No entanto, organizações como o Citizen Lab e a Anistia Internacional já documentaram inúmeros casos em que governos utilizaram esse tipo de tecnologia para espionar jornalistas, ativistas e opositores políticos. O alerta da Apple indica um ataque direcionado e sofisticado (Imagem: Denys.Kutsevalov/Shutterstock) A Apple envia notificações desse tipo apenas quando identifica evidências claras de que um dispositivo foi alvo de spyware mercenário. Esses ataques normalmente exploram vulnerabilidades desconhecidas no sistema operacional e são realizados de forma invisível, sem que o usuário perceba. O caso de Gibson ocorreu poucas semanas após ele ser suspenso e posteriormente demitido pela Trenchant. Segundo ele, a empresa o acusou injustamente de ter vazado ferramentas internas. O ex-funcionário acredita que o ataque e a notificação da Apple possam estar relacionados à sua saída da companhia. Entre os principais pontos do caso: O alerta da Apple indica um ataque direcionado e sofisticado. O desenvolvedor trabalhava com falhas críticas de segurança no iOS. O caso expõe como até criadores de exploits estão vulneráveis. Não há confirmação oficial sobre quem conduziu o ataque. Contexto e implicações Sem uma análise forense completa, não foi possível determinar quem lançou o ataque nem se o spyware chegou a infectar o dispositivo. O episódio levanta preocupações sobre a segurança de profissionais envolvidos em projetos de ciberespionagem (Imagem: Shawn Hill/Shutterstock) Especialistas apontam que a proliferação de ferramentas de invasão aumenta o risco de uso indevido, especialmente quando há falhas de controle sobre quem pode acessá-las. Leia mais: Como saber se estão espionando seu WhatsApp com um spyware Google encerra operação de spyware que usava seus servidores US$ 4 trilhões: iPhone 17 pode fazer Apple atingir marca histórica O caso de Jay Gibson reforça o alerta da Apple sobre os perigos de spyware mercenário — e expõe um novo cenário no qual até os desenvolvedores dessas tecnologias podem se tornar alvos de seus próprios instrumentos. O post Apple alerta desenvolvedor sobre ataque com spyware governamental apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A <a href="https://olhardigital.com.br/tag/apple" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Apple</a> emitiu um raro alerta de segurança informando que o <a href="https://olhardigital.com.br/tag/iphone" target="_blank" rel="noreferrer noopener">iPhone</a> de um desenvolvedor de exploits foi alvo de um ataque de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/spyware" target="_blank" rel="noreferrer noopener">spyware</a> mercenário. O caso, revelado pelo portal <a href="https://techcrunch.com/2025/10/21/apple-alerts-exploit-developer-that-his-iphone-was-targeted-with-government-spyware/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">TechCrunch</a>, destaca uma nova fase no uso de softwares do tipo, que agora atingem até quem trabalha na criação de ferramentas de invasão para governos ocidentais.</p>
<p>Jay Gibson (nome fictício), ex-funcionário da empresa Trenchant — especializada em desenvolver vulnerabilidades e ferramentas de espionagem para órgãos governamentais —, relatou ter recebido a notificação diretamente da Apple no início deste ano. A mensagem dizia: “A Apple detectou um ataque de spyware mercenário direcionado ao seu iPhone.”</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-desenvolvedor-de-spyware-vira-alvo-do-proprio-sistema">Desenvolvedor de spyware vira alvo do próprio sistema</h2>
<p>Gibson afirmou que entrou em pânico ao receber o alerta e imediatamente desligou o celular, comprou outro aparelho e entrou em contato com familiares. Segundo o TechCrunch, ele pode ser o primeiro caso documentado de um desenvolvedor de exploits sendo vítima de um ataque de spyware.</p>
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Spyware-e1694633777608-1024x576.jpg" alt="Mulher usando celular infectado por spyware" class="wp-image-537023" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Spyware-e1694633777608-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Spyware-e1694633777608-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Spyware-e1694633777608-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Spyware-e1694633777608-150x84.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Spyware-e1694633777608.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">O caso destaca uma nova fase no uso de softwares do tipo (Imagem: TStudious/ Shutterstock)</figcaption></figure>
<p>Na Trenchant, Gibson trabalhava na criação de falhas de segurança conhecidas como zero-days, brechas que ainda não foram descobertas ou corrigidas pela fabricante — neste caso, a Apple. Esses exploits são altamente valiosos, podendo valer milhões de dólares no mercado de segurança cibernética.</p>
<p>Outros profissionais da área também teriam recebido notificações semelhantes recentemente. Fontes com conhecimento direto dos casos afirmam que mais desenvolvedores de spyware foram alertados pela Apple sobre possíveis ataques a seus dispositivos.</p>
<p>De acordo com especialistas, o episódio indica que o uso de ferramentas de espionagem digital está se expandindo para novos tipos de alvos, incluindo quem atua no próprio desenvolvimento desses recursos.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-expansao-do-uso-de-spyware-e-alertas-da-apple">Expansão do uso de spyware e alertas da Apple</h2>
<p>Tradicionalmente, empresas que desenvolvem spyware afirmam que suas ferramentas são usadas apenas por governos em investigações contra criminosos e terroristas. No entanto, organizações como o Citizen Lab e a Anistia Internacional já documentaram inúmeros casos em que governos utilizaram esse tipo de tecnologia para espionar jornalistas, ativistas e opositores políticos.</p>
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/10/loja-apple-1-1024x683.jpg" alt="loja apple" class="wp-image-1199168" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/loja-apple-1-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/loja-apple-1-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/loja-apple-1-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/loja-apple-1-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/loja-apple-1-2048x1366.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/loja-apple-1-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">O alerta da Apple indica um ataque direcionado e sofisticado (Imagem: Denys.Kutsevalov/Shutterstock)</figcaption></figure>
<p>A Apple envia notificações desse tipo apenas quando identifica evidências claras de que um dispositivo foi alvo de spyware mercenário. Esses ataques normalmente exploram vulnerabilidades desconhecidas no sistema operacional e são realizados de forma invisível, sem que o usuário perceba.</p>
<p>O caso de Gibson ocorreu poucas semanas após ele ser suspenso e posteriormente demitido pela Trenchant. Segundo ele, a empresa o acusou injustamente de ter vazado ferramentas internas. O ex-funcionário acredita que o ataque e a notificação da Apple possam estar relacionados à sua saída da companhia.</p>
<p><strong>Entre os principais pontos do caso:</strong></p>
<ul>
<li>O alerta da Apple indica um ataque direcionado e sofisticado.</li>
<li>O desenvolvedor trabalhava com falhas críticas de segurança no iOS.</li>
<li>O caso expõe como até criadores de exploits estão vulneráveis.</li>
<li>Não há confirmação oficial sobre quem conduziu o ataque.</li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-contexto-e-implicacoes">Contexto e implicações</h2>
<p>Sem uma análise forense completa, não foi possível determinar quem lançou o ataque nem se o spyware chegou a infectar o dispositivo. </p>
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="634" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2022/06/conceito-spyware-1024x634.jpg" alt="Imagem-conceito de nota sobre spyware" class="wp-image-378979" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/06/conceito-spyware-1024x634.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/06/conceito-spyware-300x186.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/06/conceito-spyware-768x475.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/06/conceito-spyware-150x93.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/06/conceito-spyware.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">O episódio levanta preocupações sobre a segurança de profissionais envolvidos em projetos de ciberespionagem (Imagem: Shawn Hill/Shutterstock)</figcaption></figure>
<p>Especialistas apontam que a proliferação de ferramentas de invasão aumenta o risco de uso indevido, especialmente quando há falhas de controle sobre quem pode acessá-las.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/03/dicas-e-tutoriais/como-saber-se-estao-espionando-seu-whatsapp-com-um-spyware/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Como saber se estão espionando seu WhatsApp com um spyware</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/07/25/seguranca/google-encerra-operacao-de-spyware-que-usava-seus-servidores/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Google encerra operação de spyware que usava seus servidores</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/21/pro/us-4-trilhoes-iphone-17-pode-fazer-apple-atingir-marca-historica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">US$ 4 trilhões: iPhone 17 pode fazer Apple atingir marca histórica</a></li>
</ul>
<p>O caso de Jay Gibson reforça o alerta da Apple sobre os perigos de spyware mercenário — e expõe um novo cenário no qual até os desenvolvedores dessas tecnologias podem se tornar alvos de seus próprios instrumentos.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/21/seguranca/apple-alerta-desenvolvedor-sobre-ataque-com-spyware-governamental/">Apple alerta desenvolvedor sobre ataque com spyware governamental</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Google encerra operação de spyware que usava seus servidores</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/google-encerra-operacao-de-spyware-que-usava-seus-servidores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jul 2025 18:41:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Android]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[spyware]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/google-encerra-operacao-de-spyware-que-usava-seus-servidores/</guid>

					<description><![CDATA[O Google suspendeu a conta da CatWatchful, uma operadora de spyware para Android que usava os servidores da empresa — especificamente o Firebase — para armazenar dados roubados de milhares de dispositivos. As informações são do TechCrunch. A ação ocorreu após um alerta do TechCrunch sobre o uso indevido da plataforma para fins de vigilância ilegal. O Google confirmou a suspensão por violação dos termos de serviço, embora não tenha explicado por que levou um mês para agir. App usava servidores do Google para operar em segredo, mas foi derrubado após denúncia – Imagem: Shawn Hill/Shutterstock Como o spyware age O spyware Catwatchful se disfarçava como um app de monitoramento infantil, exigindo instalação física no aparelho da vítima, o que geralmente requer acesso à senha. Uma vez ativo, ele permanecia oculto e transmitia dados como mensagens, localização e fotos para um painel remoto acessível a quem instalou o app. Trata-se de uma prática comum de stalkerware, utilizado muitas vezes para espionagem não consensual, o que é ilegal. Spyware afetava dispositivos Android (Imagem: Primakov / Shutterstock.com) Leia mais: WhatsApp: como aumentar a segurança e impedir spywares e malwares de ‘clique zero’ 6 riscos de acessar a Dark Web que você precisa saber Windows Defender com defeito? Confira 5 dicas para resolver problemas A operação foi exposta após o pesquisador de segurança Eric Daigle descobrir uma falha que deixava o banco de dados acessível sem autenticação. Milhares de dados foram expostos O banco revelava mais de 62 mil credenciais de clientes e informações de 26 mil dispositivos infectados, além de identificar o suposto administrador, o uruguaio Omar Soca Charcov — que não respondeu aos pedidos de comentário. O TechCrunch enviou os dados comprometidos ao serviço Have I Been Pwned. O CatWatchful se junta a uma longa lista de operações de spyware com falhas de segurança. Aplicativo espião funcionava com aparência de app infantil e transmitia informações privadas sem o conhecimento dos usuários (Imagem: TStudious/ Shutterstock) O post Google encerra operação de spyware que usava seus servidores apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O Google suspendeu a conta da CatWatchful, uma operadora de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/spyware/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">spyware</a> para Android que usava os servidores da empresa — especificamente o Firebase — para armazenar dados roubados de milhares de dispositivos. As informações são do <a href="https://techcrunch.com/2025/07/25/google-took-a-month-to-shut-down-catwatchful-a-phone-spyware-operation-hosted-on-its-servers/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">TechCrunch</a>. </p>
<p>A ação ocorreu após um alerta do TechCrunch sobre o uso indevido da plataforma para fins de vigilância ilegal. O Google confirmou a suspensão por violação dos termos de serviço, embora não tenha explicado por que levou um mês para agir.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="634" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2022/06/conceito-spyware-1024x634.jpg" alt="Imagem-conceito de nota sobre spyware" class="wp-image-378979" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/06/conceito-spyware-1024x634.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/06/conceito-spyware-300x186.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/06/conceito-spyware-768x475.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/06/conceito-spyware-150x93.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/06/conceito-spyware.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">App usava servidores do Google para operar em segredo, mas foi derrubado após denúncia – Imagem: Shawn Hill/Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-o-spyware-age">Como o spyware age</h2>
<ul>
<li>O <em>spyware</em> Catwatchful se <a href="https://olhardigital.com.br/2025/07/02/seguranca/falha-expoe-app-espiao-catwatchful-e-dados-de-26-mil-celulares/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">disfarçava</a> como um app de monitoramento infantil, exigindo instalação física no aparelho da vítima, o que geralmente requer acesso à senha.</li>
<li>Uma vez ativo, ele permanecia oculto e transmitia dados como mensagens, localização e fotos para um painel remoto acessível a quem instalou o app.</li>
<li>Trata-se de uma prática comum de <em>stalkerware</em>, utilizado muitas vezes para espionagem não consensual, o que é ilegal.</li>
</ul>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/06/android-1024x682.jpg" alt="Logo do Android e o robozinho" class="wp-image-1133544" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/android-1024x682.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/android-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/android-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/android-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/android-150x100.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/android.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Spyware afetava dispositivos Android (Imagem: Primakov / Shutterstock.com)</figcaption></figure>
</div>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/02/24/dicas-e-tutoriais/whatsapp-como-aumentar-a-seguranca-e-impedir-spywares-e-malwares-de-clique-zero/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">WhatsApp: como aumentar a segurança e impedir spywares e malwares de ‘clique zero’</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/07/01/seguranca/6-riscos-de-acessar-a-dark-web-que-voce-precisa-saber/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">6 riscos de acessar a Dark Web que você precisa saber</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/04/11/dicas-e-tutoriais/windows-defender-com-defeito-confira-5-dicas-para-resolver-problemas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Windows Defender com defeito? Confira 5 dicas para resolver problemas</a></li>
</ul>
<p>A operação foi exposta após o pesquisador de segurança Eric Daigle descobrir uma falha que deixava o banco de dados acessível sem autenticação.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-milhares-de-dados-foram-expostos">Milhares de dados foram expostos</h2>
<p>O banco revelava mais de 62 mil credenciais de clientes e informações de 26 mil dispositivos infectados, além de identificar o suposto administrador, o uruguaio Omar Soca Charcov — que não respondeu aos pedidos de comentário. O TechCrunch enviou os dados comprometidos ao serviço Have I Been Pwned.</p>
<p>O CatWatchful se junta a uma longa lista de operações de spyware com falhas de segurança. </p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Spyware-e1694633777608-1024x576.jpg" alt="Mulher usando celular infectado por spyware" class="wp-image-537023" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Spyware-e1694633777608-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Spyware-e1694633777608-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Spyware-e1694633777608-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Spyware-e1694633777608-150x84.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Spyware-e1694633777608.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Aplicativo espião funcionava com aparência de app infantil e transmitia informações privadas sem o conhecimento dos usuários (Imagem: TStudious/ Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/07/25/seguranca/google-encerra-operacao-de-spyware-que-usava-seus-servidores/">Google encerra operação de spyware que usava seus servidores</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Falha expõe app espião CatWatchful e dados de 26 mil celulares</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/falha-expoe-app-espiao-catwatchful-e-dados-de-26-mil-celulares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2025 17:34:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[spyware]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/falha-expoe-app-espiao-catwatchful-e-dados-de-26-mil-celulares/</guid>

					<description><![CDATA[Uma brecha grave em um aplicativo de espionagem para Android chamado CatWatchful comprometeu dados sensíveis de dezenas de milhares de pessoas. O vazamento revelou não só informações sobre as vítimas monitoradas, como também a identidade do administrador da operação, colocando em evidência mais um caso de falhas em sistemas de spyware disfarçados de ferramentas de controle parental. A falha foi descoberta pelo pesquisador de segurança Eric Daigle, que identificou que a API utilizada pelo app para enviar dados dos dispositivos infectados não exigia autenticação. Com isso, qualquer pessoa poderia acessar a base completa de dados da CatWatchful, incluindo endereços de e-mail e senhas em texto simples dos usuários que contrataram o serviço para espionar terceiros. Aplicativo coleta fotos, áudios e localização em tempo real O CatWatchful se apresenta como um app de monitoramento invisível, mas atua como spyware, armazenando e transmitindo dados sigilosos dos celulares infectados. Entre as informações coletadas estão mensagens, fotos, localização em tempo real e até o áudio ambiente captado pelo microfone. O app também consegue acessar remotamente as câmeras frontal e traseira do aparelho, transformando o smartphone da vítima em um dispositivo de vigilância pessoal. Por não estar disponível em lojas oficiais, o CatWatchful exige que o responsável pela espionagem tenha acesso físico ao telefone da vítima para instalar o aplicativo. Esse tipo de software é classificado como stalkerware, frequentemente usado para monitoramento não consentido de cônjuges, o que caracteriza violação de privacidade e pode configurar crime em diversas jurisdições. CatWatchful é considerado um stalkerware (Imagem: Tippapatt / Shutterstock.com) Mais de 26 mil celulares foram comprometidos A base de dados exposta, datada de junho, revelou que a CatWatchful registrava informações de mais de 62 mil usuários e dados de 26 mil dispositivos monitorados, principalmente em países como México, Colômbia, Índia, Peru, Argentina, Equador e Bolívia. Alguns registros remontam a 2018. Além dos dados das vítimas e clientes, o vazamento também identificou o administrador da operação: Omar Soca Charcov, desenvolvedor baseado no Uruguai. A descoberta ocorreu após seu nome aparecer como o primeiro registro em um dos arquivos vazados. O endereço de e-mail usado na CatWatchful estava vinculado ao seu perfil no LinkedIn, que foi tornado privado após a revelação. A investigação também mostrou que Charcov configurou esse mesmo e-mail como contato de recuperação de senha para sua conta pessoal, reforçando o vínculo com o spyware. Dados eram armazenados em servidores do Google Outro ponto crítico da operação foi o uso da plataforma Firebase, do Google, para armazenar os dados roubados das vítimas. A investigação confirmou que o app utilizava uma instância específica do Firebase para guardar informações como fotos e gravações de áudio ambiente dos celulares espiados. Spyware utiliza plataforma do Google, Firebase, para armazenar dados de vítimas (Imagem: sdx15 / Shutterstock.com) Questionado pela imprensa, o Google afirmou que os aplicativos que utilizam o Firebase precisam seguir suas políticas de uso. Após receber amostras do malware e detalhes da instância usada, a empresa informou que o caso está sob investigação, mas não se comprometeu de imediato a remover a operação da CatWatchful dos seus servidores. Leia mais: WhatsApp: como aumentar a segurança e impedir spywares e malwares de ‘clique zero’ 6 riscos de acessar a Dark Web que você precisa saber Windows Defender com defeito? Confira 5 dicas para resolver problemas Como identificar e remover o CatWatchful do celular Mesmo sendo projetado para operar de forma invisível, o CatWatchful pode ser detectado em aparelhos Android. Usuários podem digitar 543210 no discador do telefone e pressionar o botão de chamada. Se o aplicativo estiver instalado, ele será exibido na tela. Esse código é um mecanismo interno usado por quem instalou o app para acessá-lo novamente após ele ter sido ocultado. Antes de tomar qualquer medida para desinstalar o spyware, é importante ter um plano de segurança, pois a remoção pode alertar o espião. Organizações como a Coalition Against Stalkerware oferecem orientações e suporte para vítimas desse tipo de vigilância. É importante ter plano de segurança para desinstalar spywares como o CatWatchful (Imagem: TStudious / Shutterstock.com) Enquanto isso, Google Play Protect passou a emitir alertas quando detecta o CatWatchful ou seus instaladores em dispositivos Android, como forma de mitigar os impactos desse tipo de ameaça. Ainda assim, a continuidade da operação do app — mesmo após o vazamento — evidencia os riscos associados a falhas de segurança em ferramentas de vigilância comercializadas como “controle parental”. O post Falha expõe app espião CatWatchful e dados de 26 mil celulares apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Uma brecha grave em um <a href="https://olhardigital.com.br/tag/aplicativos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aplicativo</a> de espionagem para Android chamado <strong>CatWatchful</strong> comprometeu dados sensíveis de dezenas de milhares de pessoas. O vazamento revelou não só informações sobre as vítimas monitoradas, como também a identidade do administrador da operação, colocando em evidência mais um caso de falhas em sistemas de <strong><a href="https://olhardigital.com.br/tag/spyware/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">spyware</a> disfarçados de ferramentas de controle parental</strong>.</p>
<p>A falha foi descoberta pelo pesquisador de segurança <a href="https://ericdaigle.ca/posts/taking-over-60k-spyware-user-accounts/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Eric Daigle</a>, que identificou que a API utilizada pelo app para enviar dados dos dispositivos infectados não exigia autenticação. Com isso, qualquer pessoa poderia acessar a base completa de dados da CatWatchful, incluindo <strong>endereços de e-mail e senhas em texto simples</strong> dos usuários que contrataram o serviço para espionar terceiros.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-aplicativo-coleta-fotos-audios-e-localizacao-em-tempo-real">Aplicativo coleta fotos, áudios e localização em tempo real</h2>
<ul>
<li>O CatWatchful se apresenta como um app de monitoramento invisível, mas atua como <strong>spyware</strong>, armazenando e transmitindo dados sigilosos dos celulares infectados.</li>
<li>Entre as informações coletadas estão mensagens, fotos, <strong>localização em tempo real</strong> e até o áudio ambiente captado pelo microfone.</li>
<li>O app também consegue acessar remotamente as câmeras frontal e traseira do aparelho, transformando o smartphone da vítima em um dispositivo de vigilância pessoal.</li>
<li>Por não estar disponível em lojas oficiais, o CatWatchful exige que o responsável pela espionagem tenha <strong>acesso físico ao telefone da vítima</strong> para instalar o aplicativo.</li>
<li>Esse tipo de software é classificado como <strong>stalkerware</strong>, frequentemente usado para monitoramento não consentido de cônjuges, o que caracteriza violação de privacidade e pode configurar crime em diversas jurisdições.</li>
</ul>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="517" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/06/shutterstock_2505050763-1-1024x517.jpg" alt="" class="wp-image-1141949" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/shutterstock_2505050763-1-1024x517.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/shutterstock_2505050763-1-300x151.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/shutterstock_2505050763-1-768x387.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/shutterstock_2505050763-1-150x76.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/shutterstock_2505050763-1.jpg 1209w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">CatWatchful é considerado um stalkerware (Imagem: Tippapatt / Shutterstock.com)</figcaption></figure>
</div>
<h3 class="wp-block-heading" id="h-mais-de-26-mil-celulares-foram-comprometidos">Mais de 26 mil celulares foram comprometidos</h3>
<p>A base de dados exposta, datada de junho, revelou que a CatWatchful registrava informações de mais de <strong>62 mil usuários</strong> e dados de <strong>26 mil dispositivos</strong> monitorados, principalmente em países como México, Colômbia, Índia, Peru, Argentina, Equador e Bolívia. Alguns registros remontam a 2018.</p>
<p>Além dos dados das vítimas e clientes, o vazamento também identificou o administrador da operação: <strong>Omar Soca Charcov</strong>, desenvolvedor baseado no Uruguai. A descoberta ocorreu após seu nome aparecer como o primeiro registro em um dos arquivos vazados.</p>
<p>O endereço de e-mail usado na CatWatchful estava vinculado ao seu perfil no LinkedIn, que foi tornado privado após a revelação. A investigação também mostrou que Charcov configurou esse mesmo e-mail como contato de recuperação de senha para sua conta pessoal, reforçando o vínculo com o spyware.</p>
<h3 class="wp-block-heading" id="h-dados-eram-armazenados-em-servidores-do-google">Dados eram armazenados em servidores do Google</h3>
<p>Outro ponto crítico da operação foi o uso da <strong>plataforma Firebase, do Google</strong>, para armazenar os dados roubados das vítimas. A investigação confirmou que o app utilizava uma instância específica do Firebase para guardar informações como fotos e gravações de áudio ambiente dos celulares espiados.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/07/firebase-1024x682.jpg" alt="google firebase" class="wp-image-1142946" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/firebase-1024x682.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/firebase-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/firebase-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/firebase-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/firebase-150x100.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/firebase.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Spyware utiliza plataforma do Google, Firebase, para armazenar dados de vítimas (Imagem: sdx15 / Shutterstock.com)</figcaption></figure>
</div>
<p>Questionado pela imprensa, o Google afirmou que os aplicativos que utilizam o Firebase precisam seguir suas políticas de uso. Após receber amostras do malware e detalhes da instância usada, a empresa informou que o caso está sob investigação, mas não se comprometeu de imediato a <strong>remover a operação da CatWatchful dos seus servidores</strong>.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/02/24/dicas-e-tutoriais/whatsapp-como-aumentar-a-seguranca-e-impedir-spywares-e-malwares-de-clique-zero/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">WhatsApp: como aumentar a segurança e impedir spywares e malwares de ‘clique zero’</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/07/01/seguranca/6-riscos-de-acessar-a-dark-web-que-voce-precisa-saber/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">6 riscos de acessar a Dark Web que você precisa saber</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/04/11/dicas-e-tutoriais/windows-defender-com-defeito-confira-5-dicas-para-resolver-problemas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Windows Defender com defeito? Confira 5 dicas para resolver problemas</a></li>
</ul>
<h3 class="wp-block-heading" id="h-como-identificar-e-remover-o-catwatchful-do-celular">Como identificar e remover o CatWatchful do celular</h3>
<p>Mesmo sendo projetado para operar de forma invisível, o CatWatchful pode ser detectado em aparelhos Android. Usuários podem digitar <strong>543210 no discador do telefone e pressionar o botão de chamada</strong>. Se o aplicativo estiver instalado, ele será exibido na tela. Esse código é um mecanismo interno usado por quem instalou o app para acessá-lo novamente após ele ter sido ocultado.</p>
<p>Antes de tomar qualquer medida para desinstalar o spyware, é importante ter um <strong>plano de segurança</strong>, pois a remoção pode alertar o espião. Organizações como a <em>Coalition Against Stalkerware</em> oferecem orientações e suporte para vítimas desse tipo de vigilância.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Spyware-e1694633777608-1024x576.jpg" alt="Mulher usando celular infectado por spyware" class="wp-image-537023" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Spyware-e1694633777608-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Spyware-e1694633777608-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Spyware-e1694633777608-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Spyware-e1694633777608-150x84.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Spyware-e1694633777608.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">É importante ter plano de segurança para desinstalar spywares como o CatWatchful (Imagem: TStudious / Shutterstock.com)</figcaption></figure>
</div>
<p>Enquanto isso, <strong>Google Play Protect</strong> passou a emitir alertas quando detecta o CatWatchful ou seus instaladores em dispositivos Android, como forma de mitigar os impactos desse tipo de ameaça. Ainda assim, a continuidade da operação do app — mesmo após o vazamento — evidencia os riscos associados a falhas de segurança em ferramentas de vigilância comercializadas como “controle parental”.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/07/02/seguranca/falha-expoe-app-espiao-catwatchful-e-dados-de-26-mil-celulares/">Falha expõe app espião CatWatchful e dados de 26 mil celulares</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Aplicativos para Android espionavam quem criticava a China</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/aplicativos-para-android-espionavam-quem-criticava-a-china/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 15:38:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Android]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[spyware]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/aplicativos-para-android-espionavam-quem-criticava-a-china/</guid>

					<description><![CDATA[Uma coalizão internacional de governos alertou sobre o uso de aplicativos Android para espionar membros da sociedade civil que possam se opor aos interesses do governo da China. O foco são duas famílias de spyware chamadas BadBazaar e Moonshine. O Centro Nacional de Cibersegurança do Reino Unido (NCSC), ligado à agência de inteligência GCHQ, publicou comunicados ao lado de agências da Austrália, Canadá, Alemanha, Nova Zelândia e Estados Unidos nesta semana. Aplicativos espiões agiam como cavalos de Troia no Android Esses spywares se escondiam em aplicativos aparentemente normais e agiam como trojans (“cavalos de Troia”). Segundo o NCSC, os apps tinham capacidades de vigilância – por exemplo: acesso à câmera, microfone, mensagens, fotos e dados de localização. Spywares se escondiam em aplicativos aparentemente normais para Android (Imagem: Primakov/Shutterstock) As ferramentas foram usadas para espionar comunidades (uigures, tibetanos, taiwaneses), além de ativistas e outros grupos da sociedade civil. Para quem não sabe: uigures são uma minoria muçulmana concentrada principalmente na China. Eles enfrentam detenções, vigilância e discriminação por parte do governo chinês. Por isso, frequente são alvo de hackers, segundo o TechCrunch. “Os aplicativos têm como alvo específico indivíduos, internacionalmente, que estejam ligados a temas considerados pelo Estado chinês como uma ameaça à sua estabilidade, com alguns deles sendo projetados para atrair diretamente as vítimas ou imitar aplicativos populares”, afirmou o NCSC, em comunicado. O texto acrescenta: “Os indivíduos mais em risco incluem todos os ligados à independência de Taiwan; aos direitos dos tibetanos; aos muçulmanos uigures e outras minorias étnicas da Região Autônoma Uigur de Xinjiang, na China; à defesa da democracia, incluindo em Hong Kong; e ao movimento espiritual Falun Gong.” Aplicativos espiões para Android miravam quem estivesse ligado a temas considerados pelo governo da China como ameaça à sua estabilidade (Imagem: trambler58/Shutterstock) Leia mais: Novo malware pode roubar senhas de centenas de programas no Windows O que é Trava Zap? Saiba como evitar e destravar o WhatsApp do seu celular Malvertising: conheça o vilão presente em sites de filmes piratas Uma das listas divulgadas pelo NCSC inclui mais de 100 apps Android. Entre eles, há aplicativos de oração muçulmanos e budistas, de mensagens (Signal, Telegram e WhatsApp). Também aparecerem ferramentas conhecidas, como o leitor de PDFs Adobe Acrobat. Até a publicação desta matéria, Google e Apple não tinham respondido aos pedidos de comentário do TechCrunch. O post Aplicativos para Android espionavam quem criticava a China apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Uma coalizão internacional de governos alertou sobre o <strong>uso de aplicativos <a href="https://olhardigital.com.br/tag/android/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Android</a> para espionar membros da sociedade civil que possam se opor aos interesses do governo da China</strong>. O foco são duas famílias de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/spyware/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">spyware</a> chamadas <strong>BadBazaar</strong> e <strong>Moonshine</strong>.</p>
<p>O Centro Nacional de Cibersegurança do Reino Unido (NCSC), ligado à agência de inteligência GCHQ, publicou comunicados ao lado de agências da Austrália, Canadá, Alemanha, Nova Zelândia e Estados Unidos nesta semana.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-aplicativos-espioes-agiam-como-cavalos-de-troia-no-android">Aplicativos espiões agiam como cavalos de Troia no Android</h2>
<p>Esses <strong>spywares se escondiam em aplicativos aparentemente normais e agiam como trojans</strong> (“cavalos de Troia”). Segundo o NCSC, os <strong>apps tinham capacidades de vigilância</strong> – por exemplo: acesso à câmera, microfone, mensagens, fotos e dados de localização.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Android-16-1024x576.png" alt="Android 16" class="wp-image-1051317" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Android-16-1024x576.png 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Android-16-300x169.png 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Android-16-768x432.png 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Android-16-1536x864.png 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Android-16-2048x1152.png 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Android-16-1920x1080.png 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Android-16-150x84.png 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Spywares se escondiam em aplicativos aparentemente normais para Android (Imagem: Primakov/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<p>As ferramentas foram usadas para <strong>espionar comunidades (uigures, tibetanos, taiwaneses), além de ativistas e outros grupos da sociedade civil</strong>.</p>
<ul>
<li><strong>Para quem não sabe:</strong> uigures são uma minoria muçulmana concentrada <a href="https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2009/07/090707_entenda_uigures_tp" target="_blank" rel="noreferrer noopener">principalmente na China</a>. Eles enfrentam detenções, vigilância e discriminação por parte do governo chinês. Por isso, frequente são alvo de hackers, <a href="https://techcrunch.com/2025/04/09/governments-identify-dozens-of-android-apps-bundled-with-spyware/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">segundo o <em>TechCrunch</em></a>.</li>
</ul>
<p>“Os <strong>aplicativos têm como alvo específico indivíduos, internacionalmente, que estejam ligados a temas considerados pelo Estado chinês como uma ameaça à sua estabilidade</strong>, com alguns deles sendo projetados para atrair diretamente as vítimas ou imitar aplicativos populares”, afirmou o NCSC, <a href="https://www.ncsc.gov.uk/news/advisory-badbazaar-moonshine-technical-analysis-mitigations" target="_blank" rel="noreferrer noopener">em comunicado</a>.</p>
<p>O texto acrescenta: “Os <strong>indivíduos mais em risco</strong> incluem todos os ligados à <strong>independência de Taiwan</strong>; aos <strong>direitos dos tibetanos</strong>; aos <strong>muçulmanos uigures</strong> e outras minorias étnicas da Região Autônoma Uigur de Xinjiang, na China; à <strong>defesa da democracia</strong>, incluindo em Hong Kong; e ao <strong>movimento espiritual Falun Gong</strong>.”</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Hacker-china-1-1-e1744212674349-1024x576.jpg" alt="Hacker China" class="wp-image-1032450" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Hacker-china-1-1-e1744212674349-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Hacker-china-1-1-e1744212674349-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Hacker-china-1-1-e1744212674349-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Hacker-china-1-1-e1744212674349-1536x865.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Hacker-china-1-1-e1744212674349-2048x1153.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Hacker-china-1-1-e1744212674349-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Hacker-china-1-1-e1744212674349-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Aplicativos espiões para Android miravam quem estivesse ligado a temas considerados pelo governo da China como ameaça à sua estabilidade (Imagem: trambler58/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/04/09/seguranca/novo-malware-pode-roubar-senhas-de-centenas-de-programas-no-windows/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Novo malware pode roubar senhas de centenas de programas no Windows</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/04/01/seguranca/o-que-e-trava-zap-saiba-como-evitar-e-destravar-o-whatsapp-do-seu-celular/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O que é Trava Zap? Saiba como evitar e destravar o WhatsApp do seu celular</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/03/14/seguranca/malvertising-conheca-o-vilao-presente-em-sites-de-filmes-piratas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Malvertising: conheça o vilão presente em sites de filmes piratas</a></li>
</ul>
<p>Uma das listas divulgadas pelo NCSC inclui <strong>mais de 100 apps Android</strong>. Entre eles, há <strong>aplicativos de oração muçulmanos e budistas</strong>, de mensagens (<strong>Signal, Telegram e WhatsApp</strong>). Também aparecerem ferramentas conhecidas, como o <strong>leitor de PDFs Adobe Acrobat</strong>.</p>
<p>Até a publicação desta matéria, Google e Apple não tinham respondido aos pedidos de comentário do <em>TechCrunch</em>.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/04/09/seguranca/aplicativos-para-android-espionavam-quem-criticava-a-china/">Aplicativos para Android espionavam quem criticava a China</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
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