<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Vigilância &#8211; Infratic</title>
	<atom:link href="https://www.infratic.com.br/category/vigilancia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.infratic.com.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Sun, 07 Dec 2025 09:44:00 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.2</generator>

<image>
	<url>https://www.infratic.com.br/wp-content/uploads/2023/11/logo-1-150x150.png</url>
	<title>Vigilância &#8211; Infratic</title>
	<link>https://www.infratic.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Rastreamento obrigatório em celulares causa confronto entre operadoras e big techs na Índia</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/rastreamento-obrigatorio-em-celulares-causa-confronto-entre-operadoras-e-big-techs-na-india/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Dec 2025 09:44:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[índia]]></category>
		<category><![CDATA[privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[rastreamento]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[Vigilância]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/rastreamento-obrigatorio-em-celulares-causa-confronto-entre-operadoras-e-big-techs-na-india/</guid>

					<description><![CDATA[O governo indiano estuda uma proposta para tornar obrigatório o rastreamento por satélite sempre ativo em smartphones. A ideia, apresentada por operadoras de telefonia, gerou forte oposição da Apple, do Google e da Samsung por riscos à privacidade, alerta a Reuters. A discussão ganhou força após a revogação de uma ordem que exigia um app estatal pré-instalado. Vigilância digital avança na Índia após debate sobre rastreamento obrigatório em smartphones reacender críticas de privacidade. Imagem gerada por IA via DALL-E/Vitória Gomez/Olhar Digital Por que a Índia quer rastrear tudo? A proposta surge porque, segundo o governo, os dados de localização fornecidos hoje por torres de celular não são precisos o suficiente em investigações. O plano das operadoras prevê que os fabricantes ativem o A-GPS — tecnologia que combina satélite e rede móvel — sem possibilidade de desligamento pelo usuário. Documentos citados mostram que o Ministério de Tecnologia da Informação avalia o pedido desde junho. A COAI, que representa grandes operadoras como Jio e Bharti Airtel, defende que apenas com o A-GPS ativado permanentemente seria possível entregar coordenadas com precisão de aproximadamente um metro. Uma carta do lobby India Cellular &#38; Electronics Association (ICEA) afirma que “o serviço de rede A-GPS… não está implantado nem é suportado para vigilância de localização” e classifica a exigência como “um abuso de poder regulatório”. Apple, Samsung e Google dizem que proposta indiana criaria vigilância inédita e colocaria usuários sensíveis em risco. Imagem: Mamun_Sheikh / Shutterstock.com O que preocupa Apple, Google e Samsung? As empresas argumentam que a medida é sem precedentes no mundo. A ICEA alerta que militares, juízes, executivos e jornalistas — usuários com informações sensíveis — seriam expostos a riscos se o rastreamento constante fosse ativado por padrão. Esta proposta faria com que telefones funcionassem como um dispositivo de vigilância dedicado. Junade Ali, especialista em perícia digital, à Reuters. Cooper Quintin, da Electronic Frontier Foundation, organização que defende liberdades civis no mundo digital, afirmou não conhecer proposta parecida em nenhum outro país e a classificou como “bastante assustadora”. Leia mais: Novo app na Coreia do Sul promete mais proteção contra stalkers Práticas de segurança de gigantes da IA ficam aquém dos padrões globais, aponta relatório Espanha investiga a Meta por supostas violações de privacidade Além disso, a ICEA lembra que algumas práticas atuais já geram desconforto: quando operadoras tentam acessar dados de localização, o sistema exibe um alerta na tela. As empresas querem que o governo elimine essa notificação, mas Apple e Google defendem que ela permaneça para garantir transparência. Rastreamento permanente preocupa especialistas, que veem ameaça direta à privacidade em um país com 700 milhões de celulares. Imagem: babar ali 1233/Shutterstock Operadoras contra fabricantes Com mais de 700 milhões de smartphones em uso, a Índia é um dos maiores mercados do mundo, e qualquer mudança afeta praticamente toda a população. Enquanto operadoras pressionam por acesso mais preciso, fabricantes argumentam que a privacidade do usuário precisa permanecer no centro da discussão. Para entender o embate, vale resumir os pontos-chave: Operadoras querem A-GPS sempre ligado, sem que o usuário possa desativar. Fabricantes dizem que isso equivaleria a vigilância permanente, colocando cidadãos em risco. Notificações de rastreamento dividem grupos: operadoras querem removê-las; Apple e Google defendem mantê-las. Uma reunião entre o governo e executivos do setor estava prevista, mas foi adiada, aumentando a incerteza sobre os próximos passos. Por enquanto, a proposta segue nas mãos do governo indiano, sem prazo para ser implementada. O post Rastreamento obrigatório em celulares causa confronto entre operadoras e big techs na Índia apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O governo indiano estuda uma proposta para tornar obrigatório o <a href="https://olhardigital.com.br/tag/rastreamento/">rastreamento</a> por <a href="https://olhardigital.com.br/tag/satelite/">satélite</a> sempre ativo em <a href="https://olhardigital.com.br/tag/smartphones/">smartphones</a>. A ideia, apresentada por operadoras de telefonia, gerou forte oposição da <a href="https://olhardigital.com.br/tag/apple/">Apple</a>, do <a href="https://olhardigital.com.br/tag/google/">Google</a> e da <a href="https://olhardigital.com.br/tag/samsung/">Samsung</a> por riscos à <a href="https://olhardigital.com.br/tag/privacidade/">privacidade</a>, alerta a <a href="https://www.reuters.com/sustainability/boards-policy-regulation/india-weighs-greater-phone-location-surveillance-apple-google-samsung-protest-2025-12-05/"><em>Reuters</em></a>.</p>
<p>A discussão ganhou força após a revogação de uma ordem que exigia um app estatal pré-instalado.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="585" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/10/satlite-hackeado-1024x585.jpg" alt="Vigilância digital avança na Índia após debate sobre rastreamento obrigatório em smartphones reacender críticas de privacidade." class="wp-image-1200170" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/satlite-hackeado-1024x585.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/satlite-hackeado-300x171.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/satlite-hackeado-768x439.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/satlite-hackeado-1536x878.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/satlite-hackeado-2048x1170.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/satlite-hackeado-150x86.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Vigilância digital avança na Índia após debate sobre rastreamento obrigatório em smartphones reacender críticas de privacidade. Imagem gerada por IA via DALL-E/Vitória Gomez/Olhar Digital</em></figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-por-que-a-india-quer-rastrear-tudo"><strong>Por que a Índia quer rastrear tudo?</strong></h2>
<p>A proposta surge porque, segundo o governo, os dados de localização fornecidos hoje por torres de celular não são precisos o suficiente em investigações. O plano das operadoras prevê que os fabricantes ativem o A-GPS — tecnologia que combina satélite e <a href="https://olhardigital.com.br/tag/rede-movel/">rede móvel</a> — sem possibilidade de desligamento pelo usuário.</p>
<p>Documentos citados mostram que o Ministério de Tecnologia da Informação avalia o pedido desde junho. A COAI, que representa grandes operadoras como Jio e Bharti Airtel, defende que apenas com o A-GPS ativado permanentemente seria possível entregar coordenadas com precisão de aproximadamente um metro.</p>
<p>Uma carta do lobby India Cellular &amp; Electronics Association (ICEA) afirma que “o serviço de rede A-GPS… não está implantado nem é suportado para vigilância de localização” e classifica a exigência como “um abuso de poder regulatório”.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="622" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/11/samsung-apple-1024x622.jpg" alt="Apple, Samsung e Google dizem que proposta indiana criaria vigilância inédita e colocaria usuários sensíveis em risco." class="wp-image-1222893" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/samsung-apple-1024x622.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/samsung-apple-300x182.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/samsung-apple-768x467.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/samsung-apple-1536x933.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/samsung-apple-150x91.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/samsung-apple.jpg 2000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Apple, Samsung e Google dizem que proposta indiana criaria vigilância inédita e colocaria usuários sensíveis em risco. Imagem: Mamun_Sheikh / Shutterstock.com</em></figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-que-preocupa-apple-google-e-samsung"><strong>O que preocupa Apple, Google e Samsung?</strong></h2>
<p>As empresas argumentam que a medida é sem precedentes no mundo. A ICEA alerta que militares, juízes, executivos e jornalistas — usuários com informações sensíveis — seriam expostos a riscos se o rastreamento constante fosse ativado por padrão.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Esta proposta faria com que telefones funcionassem como um dispositivo de vigilância dedicado.</p>
<p><cite>Junade Ali, especialista em perícia digital, à Reuters.</cite></p></blockquote>
<p>Cooper Quintin, da Electronic Frontier Foundation, organização que defende liberdades civis no mundo digital, afirmou não conhecer proposta parecida em nenhum outro país e a classificou como “bastante assustadora”.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/12/05/seguranca/novo-app-na-coreia-do-sul-promete-mais-protecao-contra-stalkers/">Novo app na Coreia do Sul promete mais proteção contra stalkers</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/12/04/seguranca/praticas-de-seguranca-de-gigantes-da-ia-ficam-aquem-dos-padroes-globais-aponta-relatorio/">Práticas de segurança de gigantes da IA ficam aquém dos padrões globais, aponta relatório</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/19/pro/espanha-investiga-a-meta-por-supostas-violacoes-de-privacidade/">Espanha investiga a Meta por supostas violações de privacidade</a></li>
</ul>
<p>Além disso, a ICEA lembra que algumas práticas atuais já geram desconforto: quando operadoras tentam acessar dados de localização, o sistema exibe um alerta na tela. As empresas querem que o governo elimine essa notificação, mas Apple e Google defendem que ela permaneça para garantir transparência.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="559" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/12/privacidade-smartphone-shutterstock_2635746435-1024x559.jpg" alt="Rastreamento permanente preocupa especialistas, que veem ameaça direta à privacidade em um país com 700 milhões de celulares." class="wp-image-1228324" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/privacidade-smartphone-shutterstock_2635746435-1024x559.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/privacidade-smartphone-shutterstock_2635746435-300x164.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/privacidade-smartphone-shutterstock_2635746435-768x419.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/privacidade-smartphone-shutterstock_2635746435-1536x838.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/privacidade-smartphone-shutterstock_2635746435-150x82.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/privacidade-smartphone-shutterstock_2635746435.jpg 2005w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Rastreamento permanente preocupa especialistas, que veem ameaça direta à privacidade em um país com 700 milhões de celulares. Imagem: babar ali 1233/Shutterstock</em></figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-operadoras-contra-fabricantes"><strong>Operadoras contra fabricantes</strong></h2>
<p>Com mais de 700 milhões de smartphones em uso, a Índia é um dos maiores mercados do mundo, e qualquer mudança afeta praticamente toda a população. Enquanto operadoras pressionam por acesso mais preciso, fabricantes argumentam que a privacidade do usuário precisa permanecer no centro da discussão.</p>
<p>Para entender o embate, vale resumir os pontos-chave:</p>
<ul>
<li>Operadoras querem A-GPS sempre ligado, sem que o usuário possa desativar.</li>
<li>Fabricantes dizem que isso equivaleria a vigilância permanente, colocando cidadãos em risco.</li>
<li>Notificações de rastreamento dividem grupos: operadoras querem removê-las; Apple e Google defendem mantê-las.</li>
</ul>
<p>Uma reunião entre o governo e executivos do setor estava prevista, mas foi adiada, aumentando a incerteza sobre os próximos passos.</p>
<p>Por enquanto, a proposta segue nas mãos do governo indiano, sem prazo para ser implementada.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/12/07/seguranca/rastreamento-obrigatorio-em-celulares-causa-confronto-entre-operadoras-e-big-techs-na-india/">Rastreamento obrigatório em celulares causa confronto entre operadoras e big techs na Índia</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ICE amplia uso de inteligência artificial para monitorar imigrantes e críticos nos EUA</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/ice-amplia-uso-de-inteligencia-artificial-para-monitorar-imigrantes-e-criticos-nos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Oct 2025 21:05:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[Vigilância]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/ice-amplia-uso-de-inteligencia-artificial-para-monitorar-imigrantes-e-criticos-nos-eua/</guid>

					<description><![CDATA[A agência de imigração dos Estados Unidos (ICE) intensificou o uso de tecnologias baseadas em inteligência artificial e vigilância digital para localizar imigrantes sem documentação e monitorar ativistas. Leitores de íris, aplicativos de reconhecimento facial, softwares para acessar smartphones sem autorização dos usuários e sistemas de rastreamento de localização estão entre as ferramentas utilizadas pela agência na cruzada contra a imigração ilegal, segundo reportagem do Washington Post. Tecnologia adquirida pelo ICE irá monitorar imigrantes, mas também pode ser usada para identificar críticos à política de imigração do governo Trump. Imagem: Jana Shea/Shutterstock Tecnologia também é usada para monitorar críticos Nas últimas semanas, o ICE firmou contratos milionários para adquirir tecnologias voltadas à identificação e deportação de imigrantes sem documentos. No entanto, a ação da agência vai além, alcançando o monitoramento do que o governo considera grupos extremistas anti-ICE. No final de setembro, o presidente Donald Trump declarou o movimento “Antifa” como uma organização terrorista doméstica após confrontos violentos em Dallas, exigindo que as agências federais investigassem o grupo. Temos alguns dos melhores agentes especiais e investigadores criminais. Vamos rastrear o dinheiro. Vamos rastrear os líderes. Todd M. Lyons, diretor interino do ICE, em entrevista ao podcast de Glenn Beck Lyons afirmou que o ICE focará em “líderes” e “agitadores profissionais”, mas críticos temem que a agência use isso como pretexto para ampliar a vigilância sobre imigrantes e cidadãos que exercem o direito constitucional de protestar contra o governo. Leitores de íris, aplicativos de reconhecimento facial, softwares para acessar smartphones sem autorização dos usuários e sistemas de rastreamento de localização estão entre as ferramentas utilizadas. Imagem: New Africa/Shutterstock Tecnologias utilizadas pelo ICE Software da Clearview AI de reconhecimento facial para identificar pessoas a partir de fotos e vídeos; Aplicativo de escaneamento de íris da BI2 Technologies, capaz de confirmar identidades em campo; Tecnologia da Paragon Solutions (Graphite), que permite invadir smartphones e acessar mensagens, fotos e dados de localização, mesmo em aplicativos criptografados; Plataforma de rastreamento ImmigrationOS, desenvolvida pela Palantir, para monitorar imigrantes e possíveis “autodeportações”; Drones Skydio X10D para filmar manifestações e operações de campo; Sistemas de análise de dados da Penlink (Tangles e Weblocs), que integram informações de redes sociais e da dark web, além de rastrear localização de celulares sem mandado judicial; Centro de monitoramento de redes sociais para identificar e localizar ativistas. Segundo o Washington Post, os contratos firmados pelo ICE em setembro somaram US$ 1,4 bilhão — o maior valor mensal em pelo menos 18 anos. Um porta-voz do ICE afirmou que a agência “emprega várias tecnologias para investigar atividades criminosas”, ressaltando o compromisso com a segurança pública. No final de setembro, o então presidente Donald Trump declarou o movimento “Antifa” como uma organização terrorista doméstica após confrontos violentos em Dallas. Reprodução: Brian Jason/Shutterstock) Uso da tecnologia pode violar direitos civis Nos últimos anos, o ICE ampliou seu arsenal de vigilância com novas tecnologias de rastreamento biométrico e inteligência artificial, como as soluções de reconhecimento facial da Clearview AI e o escaneamento de íris da BI2 Technologies. Críticos afirmam que a ordem executiva de Trump para investigar o movimento antifa deu à agência poderes excessivos para vigiar cidadãos sem suspeita de crime. Organizações de esquerda têm alimentado tumultos violentos, organizado ataques contra policiais, coordenado […] campanhas ilegais de doxing, pontos de entrega de armas e materiais para protestos e muito mais. Abigail Jackson, porta-voz da Casa Branca, em comunicado Leia mais: Trump pressiona Facebook a remover grupo que rastreava agentes da imigração Imigrantes são alvo de espionagem com torres de celular falsas nos EUA Apple remove aplicativo que rastreia agentes de imigração nos EUA O senador Ron Wyden, democrata pelo estado do Oregon, alertou que o uso de spyware e drones pode violar direitos civis e ser utilizado para perseguir opositores políticos. O ICE, por outro lado, alega que as ferramentas são essenciais para a segurança nacional e para investigações criminais. O post ICE amplia uso de inteligência artificial para monitorar imigrantes e críticos nos EUA apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A agência de imigração dos Estados Unidos (ICE) intensificou o uso de tecnologias baseadas em <a href="https://olhardigital.com.br/tag/inteligencia-artificial/">inteligência artificial</a> e <a href="https://olhardigital.com.br/tag/vigilancia/">vigilância digital</a> para localizar imigrantes sem documentação e monitorar ativistas.</p>
<p>Leitores de íris, aplicativos de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/reconhecimento-facial/">reconhecimento facial</a>, softwares para acessar smartphones sem autorização dos usuários e sistemas de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/rastreamento/">rastreamento</a> de localização estão entre as ferramentas utilizadas pela agência na cruzada contra a <a href="https://olhardigital.com.br/tag/imigracao/">imigração</a> ilegal, segundo reportagem do <em><a href="https://www.washingtonpost.com/technology/2025/10/17/ice-surveillance-immigrants-antifa/">Washington Post</a></em>.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/10/protesto-imigracao-1-1024x682.jpg" alt="protesto imigracao" class="wp-image-1194368" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/protesto-imigracao-1-1024x682.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/protesto-imigracao-1-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/protesto-imigracao-1-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/protesto-imigracao-1-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/protesto-imigracao-1-2048x1365.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/protesto-imigracao-1-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Tecnologia adquirida pelo ICE irá monitorar imigrantes, mas também pode ser usada para identificar críticos à política de imigração do governo Trump. Imagem: Jana Shea/Shutterstock</em></figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-tecnologia-tambem-e-usada-para-monitorar-criticos"><strong>Tecnologia também é usada para monitorar críticos</strong></h2>
<p>Nas últimas semanas, o ICE firmou contratos milionários para adquirir tecnologias voltadas à identificação e deportação de imigrantes sem documentos. No entanto, a ação da agência vai além, alcançando o monitoramento do que o governo considera <a href="https://olhardigital.com.br/tag/extremistas/">grupos extremistas</a> anti-ICE.</p>
<p>No final de setembro, o presidente Donald Trump declarou o movimento “Antifa” como uma organização terrorista doméstica após confrontos violentos em Dallas, exigindo que as agências federais investigassem o grupo.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Temos alguns dos melhores agentes especiais e investigadores criminais. Vamos rastrear o dinheiro. Vamos rastrear os líderes.</p>
<p><cite>Todd M. Lyons, diretor interino do ICE, em entrevista ao <a href="https://www.facebook.com/wwwICEgov/videos/1332823355028532/?fs=e&amp;s=TIeQ9V&amp;mibextid=wwXIfr&amp;rdid=w1zeTzX32Aixj9ZM">podcast de Glenn Beck</a></cite></p></blockquote>
<p>Lyons afirmou que o ICE focará em “líderes” e “agitadores profissionais”, mas críticos temem que a agência use isso como pretexto para ampliar a vigilância sobre imigrantes e cidadãos que exercem o direito constitucional de protestar contra o governo.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="682" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2024/12/reconhecimento_facial-1024x682.jpg" alt="Parte do rosto de uma mulher, em preto e branco, com linhas sobrepondo-o, imitando um reconhecimento facial" class="wp-image-1023549" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/12/reconhecimento_facial-1024x682.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/12/reconhecimento_facial-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/12/reconhecimento_facial-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/12/reconhecimento_facial-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/12/reconhecimento_facial-2048x1365.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/12/reconhecimento_facial-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Leitores de íris, aplicativos de reconhecimento facial, softwares para acessar smartphones sem autorização dos usuários e sistemas de rastreamento de localização estão entre as ferramentas utilizadas. Imagem: New Africa/Shutterstock</em></figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-tecnologias-utilizadas-pelo-ice"><strong>Tecnologias utilizadas pelo ICE</strong></h2>
<ul>
<li>Software da Clearview AI de reconhecimento facial para identificar pessoas a partir de fotos e vídeos;</li>
<li>Aplicativo de escaneamento de íris da BI2 Technologies, capaz de confirmar identidades em campo;</li>
<li>Tecnologia da Paragon Solutions (Graphite), que permite invadir smartphones e acessar mensagens, fotos e dados de localização, mesmo em aplicativos criptografados;</li>
<li>Plataforma de rastreamento ImmigrationOS, desenvolvida pela Palantir, para monitorar imigrantes e possíveis “autodeportações”;</li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/tag/drones/">Drones</a> Skydio X10D para filmar manifestações e operações de campo;</li>
<li>Sistemas de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/analise-de-dados/">análise de dados</a> da Penlink (Tangles e Weblocs), que integram informações de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/redes-sociais/">redes sociais</a> e da <a href="https://olhardigital.com.br/tag/dark-web/">dark web</a>, além de rastrear localização de celulares sem mandado judicial;</li>
<li>Centro de monitoramento de redes sociais para identificar e localizar ativistas.</li>
</ul>
<p>Segundo o <em>Washington Post</em>, os contratos firmados pelo ICE em setembro somaram US$ 1,4 bilhão — o maior valor mensal em pelo menos 18 anos. Um porta-voz do ICE afirmou que a agência “emprega várias tecnologias para investigar atividades criminosas”, ressaltando o compromisso com a segurança pública.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/08/donald-trump-morreu-colorida-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-1175333" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/donald-trump-morreu-colorida-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/donald-trump-morreu-colorida-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/donald-trump-morreu-colorida-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/donald-trump-morreu-colorida-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/donald-trump-morreu-colorida-2048x1152.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/donald-trump-morreu-colorida-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/donald-trump-morreu-colorida-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/donald-trump-morreu-colorida-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>No final de setembro, o então presidente Donald Trump declarou o movimento “Antifa” como uma organização terrorista doméstica após confrontos violentos em Dallas. Reprodução: Brian Jason/Shutterstock)</em></figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-uso-da-tecnologia-pode-violar-direitos-civis"><strong>Uso da tecnologia pode violar direitos civis</strong></h2>
<p>Nos últimos anos, o ICE ampliou seu arsenal de vigilância com novas tecnologias de rastreamento biométrico e inteligência artificial, como as soluções de reconhecimento facial da Clearview AI e o escaneamento de íris da BI2 Technologies.</p>
<p>Críticos afirmam que a ordem executiva de Trump para investigar o movimento antifa deu à agência poderes excessivos para vigiar cidadãos sem suspeita de crime.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Organizações de esquerda têm alimentado tumultos violentos, organizado ataques contra policiais, coordenado […] campanhas ilegais de doxing, pontos de entrega de armas e materiais para protestos e muito mais.</p>
<p><cite>Abigail Jackson, porta-voz da Casa Branca, em comunicado</cite></p></blockquote>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/15/internet-e-redes-sociais/trump-pressiona-facebook-a-remover-grupo-que-rastreava-agentes-da-imigracao/">Trump pressiona Facebook a remover grupo que rastreava agentes da imigração</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/08/seguranca/ice-apela-para-espionagem-usando-carros-com-torres-de-celular-falsas/">Imigrantes são alvo de espionagem com torres de celular falsas nos EUA</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/03/internet-e-redes-sociais/apple-remove-aplicativo-que-rastreia-agentes-de-imigracao-nos-eua/">Apple remove aplicativo que rastreia agentes de imigração nos EUA</a></li>
</ul>
<p>O senador Ron Wyden, democrata pelo estado do Oregon, alertou que o uso de spyware e drones pode violar direitos civis e ser utilizado para perseguir opositores políticos. O ICE, por outro lado, alega que as ferramentas são essenciais para a segurança nacional e para investigações criminais.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/18/seguranca/ice-amplia-uso-de-inteligencia-artificial-para-monitorar-imigrantes-e-criticos-nos-eua/">ICE amplia uso de inteligência artificial para monitorar imigrantes e críticos nos EUA</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Câmeras em totens urbanos geram alerta sobre privacidade</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/cameras-em-totens-urbanos-geram-alerta-sobre-privacidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Oct 2025 13:32:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câmeras]]></category>
		<category><![CDATA[câmeras de segurança]]></category>
		<category><![CDATA[privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[Vigilância]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/cameras-em-totens-urbanos-geram-alerta-sobre-privacidade/</guid>

					<description><![CDATA[Torres equipadas com câmeras e luzes de LED estão se espalhando pelas ruas de grandes cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, instaladas em frente a prédios residenciais como promessa de aumentar a segurança. Mas, segundo especialistas, essa expansão ocorre sem qualquer regulação específica e pode representar riscos à privacidade. Essas estruturas — também chamadas de totens de vigilância — são oferecidas por empresas privadas e monitoram o movimento ao redor dos condomínios. As imagens ficam disponíveis em aplicativos e, em alguns casos, há botões de pânico que acionam a central de monitoramento. Apesar da popularização, não há comprovação de que esses equipamentos reduzam a criminalidade, e pesquisadores apontam que eles apenas criam sensação de segurança. Imagens de vias públicas nas mãos de empresas privadas e condomínios podem gerar uso indevido (Imagem: gorodenkoff / iStock) Falta de regras e padronização De acordo com o g1, nenhuma das duas capitais tem normas específicas para a instalação dessas torres. Em São Paulo, a prefeitura permite o uso em áreas privadas, como recuos de prédios, sem necessidade de autorização. Já no Rio, a escolha dos locais fica a critério das empresas, embora o município tenha determinado a remoção de equipamentos instalados em espaços públicos até o fim de 2025. A coordenadora do projeto O Panóptico, Thallita Lima, afirmou ao g1 que não há “padronização técnica” e alerta para o impacto desses dispositivos no espaço urbano. “Há totens posicionados em plena calçada, o que amplia o alcance da vigilância para além dos limites dos condomínios”, disse ela. Leia mais: Veja como transformar sua webcam numa câmera de vigilância O que as câmeras de trânsito podem e não podem fiscalizar? 5 melhores armazenamento em nuvem com foco em privacidade Conexão com programas públicos Em São Paulo, algumas empresas integram suas câmeras a sistemas municipais e estaduais, como o Smart Sampa e o Muralha Paulista, que monitoram veículos e pessoas procuradas. Segundo a prefeitura, cerca de 40 mil câmeras estão conectadas à rede pública, incluindo equipamentos de condomínios e empresas parceiras. Algumas empresas de segurança integram suas câmeras a sistemas como o Smart Sampa, da Prefeitura de São Paulo (Imagem: Prefeitura de SP / Divulgação) Mesmo assim, especialistas alertam para o risco de uso indevido das imagens. Para Thallita Lima, é necessário um protocolo robusto de segurança de dados para evitar vazamentos ou o uso indevido das gravações. “Essas imagens acabam circulando em grupos de mensagens, e isso pode gerar situações de exposição e até tentativas de justiça com as próprias mãos”, afirma. A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) informou ao g1 que o tema está entre as prioridades da agenda 2025–2026, especialmente no que diz respeito ao uso de biometria e vigilância por câmeras. A ANPD diz que vai priorizar o tema no futuro próximo (Imagem: ANPD/Reprodução) O post Câmeras em totens urbanos geram alerta sobre privacidade apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Torres equipadas com <a href="https://olhardigital.com.br/tag/cameras/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">câmeras</a> e luzes de LED estão se espalhando pelas ruas de grandes cidades como <strong>São Paulo e Rio de Janeiro</strong>, instaladas em frente a prédios residenciais como promessa de aumentar a <a href="https://olhardigital.com.br/tag/seguranca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">segurança</a>. Mas, segundo especialistas, essa expansão ocorre <strong>sem qualquer regulação específica</strong> e pode representar riscos à privacidade.</p>
<p>Essas estruturas — também chamadas de <strong>totens de vigilância</strong> — são oferecidas por empresas privadas e monitoram o movimento ao redor dos condomínios. As imagens ficam disponíveis em aplicativos e, em alguns casos, há <strong>botões de pânico</strong> que acionam a central de monitoramento. Apesar da popularização, <strong>não há comprovação de que esses equipamentos reduzam a criminalidade</strong>, e pesquisadores apontam que eles apenas criam sensação de segurança.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/10/cameras-de-vigilancia-1024x576.jpg" alt="câmeras de vigilância rua" class="wp-image-1198782" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/cameras-de-vigilancia-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/cameras-de-vigilancia-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/cameras-de-vigilancia-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/cameras-de-vigilancia-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/cameras-de-vigilancia-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/cameras-de-vigilancia-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/cameras-de-vigilancia-150x84.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/cameras-de-vigilancia.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Imagens de vias públicas nas mãos de empresas privadas e condomínios podem gerar uso indevido (Imagem: gorodenkoff / iStock)</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-falta-de-regras-e-padronizacao">Falta de regras e padronização</h2>
<p>De acordo com o <strong>g1</strong>, <strong>nenhuma das duas capitais tem normas específicas</strong> para a instalação dessas torres. Em São Paulo, a prefeitura permite o uso em áreas privadas, como recuos de prédios, sem necessidade de autorização. Já no Rio, a escolha dos locais fica a critério das empresas, embora o município tenha determinado a <strong>remoção de equipamentos instalados em espaços públicos</strong> até o fim de 2025.</p>
<p>A coordenadora do projeto <strong>O Panóptico</strong>, Thallita Lima, afirmou ao g1 que não há “padronização técnica” e alerta para o impacto desses dispositivos no espaço urbano. “Há totens posicionados em plena calçada, o que amplia o alcance da vigilância para além dos limites dos condomínios”, disse ela.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/03/28/dicas-e-tutoriais/veja-como-transformar-sua-webcam-numa-camera-de-vigilancia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Veja como transformar sua webcam numa câmera de vigilância</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/08/21/carros-e-tecnologia/o-que-as-cameras-de-transito-podem-e-nao-podem-fiscalizar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O que as câmeras de trânsito podem e não podem fiscalizar?</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/06/13/dicas-e-tutoriais/5-melhores-armazenamento-em-nuvem-com-foco-em-privacidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">5 melhores armazenamento em nuvem com foco em privacidade</a></li>
</ul>
<h3 class="wp-block-heading" id="h-conexao-com-programas-publicos">Conexão com programas públicos</h3>
<p>Em São Paulo, algumas empresas integram suas câmeras a sistemas municipais e estaduais, como o <strong>Smart Sampa</strong> e o <strong>Muralha Paulista</strong>, que monitoram <a href="https://olhardigital.com.br/tag/veiculos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">veículos</a> e pessoas procuradas. Segundo a prefeitura, cerca de <strong>40 mil câmeras estão conectadas</strong> à rede pública, incluindo equipamentos de condomínios e empresas parceiras.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="768" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/10/smart-sampa-1024x768.jpeg" alt="smart sampa" class="wp-image-1198783" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/smart-sampa-1024x768.jpeg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/smart-sampa-300x225.jpeg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/smart-sampa-768x576.jpeg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/smart-sampa-1536x1152.jpeg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/smart-sampa-150x113.jpeg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/smart-sampa.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Algumas empresas de segurança integram suas câmeras a sistemas como o Smart Sampa, da Prefeitura de São Paulo (Imagem: Prefeitura de SP / Divulgação)</figcaption></figure>
</div>
<p>Mesmo assim, especialistas alertam para o <strong>risco de uso indevido das imagens</strong>. Para Thallita Lima, é necessário um protocolo robusto de segurança de dados para evitar vazamentos ou o uso indevido das gravações. “Essas imagens acabam circulando em grupos de mensagens, e isso pode gerar situações de exposição e até tentativas de justiça com as próprias mãos”, afirma.</p>
<p>A <strong>Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD)</strong> informou ao g1 que o tema está entre as prioridades da agenda 2025–2026, especialmente no que diz respeito ao uso de <strong><a href="https://olhardigital.com.br/tag/biometria/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">biometria</a> e vigilância por câmeras</strong>.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2024/08/anpd-autoridade-nacional-protecao-1024x576.jpeg" alt="logo da ANPD" class="wp-image-960138" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/anpd-autoridade-nacional-protecao-1024x576.jpeg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/anpd-autoridade-nacional-protecao-300x169.jpeg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/anpd-autoridade-nacional-protecao-768x432.jpeg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/anpd-autoridade-nacional-protecao-150x84.jpeg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/anpd-autoridade-nacional-protecao.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">A ANPD diz que vai priorizar o tema no futuro próximo (Imagem: ANPD/Reprodução)</figcaption></figure>
</div>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/11/seguranca/cameras-em-totens-urbanos-geram-alerta-sobre-privacidade/">Câmeras em totens urbanos geram alerta sobre privacidade</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Microsoft bloqueia acesso do Exército de Israel a serviços de nuvem</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/microsoft-bloqueia-acesso-do-exercito-de-israel-a-servicos-de-nuvem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2025 09:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[azure]]></category>
		<category><![CDATA[exército]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[palestina]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[Vigilância]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/microsoft-bloqueia-acesso-do-exercito-de-israel-a-servicos-de-nuvem/</guid>

					<description><![CDATA[A Microsoft encerrou e desativou um conjunto de serviços de nuvem e IA para uma unidade do Ministério da Defesa de Israel (IMOD, na sigla em inglês) que estariam sendo usados para ações de vigilância de civis palestinos. A decisão foi comunicada em uma carta assinada pelo presidente da Microsoft, Brad Smith, em resposta à denúncia feita pelo jornal The Guardian. “A Microsoft não é um governo ou um país. Somos uma empresa. Como toda empresa, decidimos quais produtos e serviços oferecer aos nossos clientes”, disse ele. “A Microsoft continuará sendo uma empresa pautada por princípios e ética. Manteremos todas as decisões, declarações e ações de acordo com esse padrão. Isso é inegociável.” Divulgada no mês passado, a reportagem informou que os militares israelenses estão usando o sistema Azure, da Microsoft, para armazenar arquivos de dados de chamadas telefônicas obtidas por meio de vigilância ampla ou em massa de civis em Gaza e na Cisjordânia. A big tech iniciou, em 15 de agosto, uma investigação interna para apurar a denúncia. Investigação se concentrou nos próprios registros comerciais da Microsoft (Imagem: ShU studio/Shutterstock) “Em primeiro lugar, não fornecemos tecnologia para facilitar a vigilância em massa de civis. Aplicamos esse princípio em todos os países do mundo e insistimos nele repetidamente por mais de duas décadas”, disse Smith. “Em segundo lugar, respeitamos e protegemos os direitos de privacidade dos nossos clientes. Isso significa, entre outras coisas, que não acessamos o conteúdo dos nossos clientes neste tipo de investigação.” Investigação interna da Microsoft está em andamento… A investigação se concentrou nos próprios registros comerciais da Microsoft, incluindo demonstrações financeiras, documentos internos e comunicações por e-mail e mensagens, entre outros documentos; O conteúdo de clientes do Ministério da Defesa de Israel não foi acessado em nenhum momento, de acordo com a empresa; “Enquanto nossa análise está em andamento, encontramos evidências que corroboram elementos da reportagem do The Guardian. Essas evidências incluem informações relacionadas ao consumo de capacidade de armazenamento do Azure pelo IMOD na Holanda e ao uso de serviços de IA [inteligência artificial]”, disse o presidente; O governo de Israel foi comunicado pela big tech sobre a decisão de desabilitar serviços e tecnologias específicas de armazenamento em nuvem e IA; A empresa diz que está trabalhando para garantir que as ferramentas não sejam usadas para vigilância em massa de civis e ponderou que a decisão não afeta outros contratos em vigor com Israel. Israel planeja migrar as informações para a Amazon Web Services (Imagem: CatEyePerspective/iStock) Dias após a divulgação da primeira reportagem, o The Guardian informou que o Exército israelense transferiu 8 TB de dados do Azure. E que o plano era migrar as informações para a Amazon Web Services (AWS). A Amazon não se pronunciou sobre o caso.  Leia mais: Meta permite anúncios para compra de drones por Israel, aponta investigação Força Aérea dos EUA quer bombardear Cybertrucks da Tesla; entenda Microsoft leva IA da Anthropic para o Copilot no Microsoft 365 Comemoração Desde o ano passado, o grupo No Azure for Apartheid vem pressionando a Microsoft para revisar acordos com o governo de Israel. Recentemente, a empresa demitiu cinco funcionários que estariam envolvidos em protestos realizados na sede da companhia. Um grupo chegou a acessar o prédio e fazer uma transmissão ao vivo dentro do escritório de Smith, como informou o Olhar Digital. Empresa diz que está trabalhando para garantir que serviços não sejam usados para vigilância em massa (Imagem: Ascannio/Shutterstock) “A notícia de hoje é uma vitória significativa e sem precedentes para a nossa organização”, disse Hossam Nasr, organizador do grupo No Azure for Apartheid, em declaração ao The Verge. No entanto, ponderou ele, “a grande maioria do contrato da Microsoft com as Forças Armadas israelenses permanece intacta. A decisão só nos motiva ainda mais a continuar nos organizando até que todas as nossas demandas sejam atendidas e até que a Palestina seja livre.” O post Microsoft bloqueia acesso do Exército de Israel a serviços de nuvem apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A <a href="https://olhardigital.com.br/tag/microsoft/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Microsoft</a> <strong>encerrou e desativou</strong> um conjunto de serviços de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/nuvem/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nuvem</a> e IA para uma unidade do Ministério da Defesa de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/israel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Israel</a> (IMOD, na sigla em inglês) que estariam sendo usados para <a href="https://olhardigital.com.br/2025/08/06/seguranca/israel-usa-nuvem-da-microsoft-para-espionar-palestinos-diz-jornal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ações de vigilância de civis palestinos</a>. A decisão foi comunicada em uma <a href="https://blogs.microsoft.com/on-the-issues/2025/09/25/update-on-ongoing-microsoft-review/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">carta</a> assinada pelo presidente da Microsoft, <strong>Brad Smith</strong>, em resposta à <a href="https://www.theguardian.com/world/2025/aug/06/microsoft-israeli-military-palestinian-phone-calls-cloud" target="_blank" rel="noreferrer noopener">denúncia feita pelo jornal <em>The Guardian</em></a>.</p>
<p>“<strong>A Microsoft não é um governo ou um país. Somos uma empresa</strong>. Como toda empresa, <strong>decidimos quais produtos e serviços oferecer</strong> aos nossos clientes”, disse ele. “A Microsoft continuará sendo uma empresa pautada por <strong>princípios e ética</strong>. <strong>Manteremos</strong> todas as decisões, declarações e ações de acordo com esse padrão. <strong>Isso é inegociável.</strong>”</p>
<p>Divulgada no mês passado, a reportagem informou que os militares israelenses estão usando o <a href="https://olhardigital.com.br/tag/microsoft-azure/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sistema Azure</a>, da Microsoft, para <strong>armazenar arquivos de dados de chamadas telefônicas</strong> obtidas por meio de vigilância ampla ou em massa de <strong>civis</strong> em <strong>Gaza</strong> e na <strong>Cisjordânia</strong>. A big tech iniciou, em <strong>15 de agosto</strong>, uma <strong>investigação interna</strong> para apurar a denúncia.</p>
</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="678" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/09/microsoft-2-1024x678.jpg" alt="microsoft" class="wp-image-1185691" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/microsoft-2-1024x678.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/microsoft-2-300x199.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/microsoft-2-768x508.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/microsoft-2-1536x1017.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/microsoft-2-150x99.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/microsoft-2.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Investigação se concentrou nos próprios registros comerciais da Microsoft <br />(Imagem: ShU studio/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<p>“Em primeiro lugar, <strong>não fornecemos</strong> tecnologia para facilitar a vigilância em massa de civis. Aplicamos esse princípio em <strong>todos os países do mundo</strong> e insistimos nele repetidamente por mais de <strong>duas décadas</strong>”, disse Smith. “Em segundo lugar, <strong>respeitamos e protegemos</strong> os <strong>direitos de privacidade</strong> dos nossos clientes. Isso significa, entre outras coisas, que <strong>não acessamos</strong> o conteúdo dos nossos clientes neste tipo de investigação.”</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-investigacao-interna-da-microsoft-esta-em-andamento">Investigação interna da Microsoft está em andamento…</h2>
<ul>
<li>A investigação se concentrou nos próprios <strong>registros comerciais</strong> da Microsoft, incluindo demonstrações financeiras, documentos internos e comunicações por e-mail e mensagens, entre outros documentos;</li>
<li>O conteúdo de clientes do Ministério da Defesa de Israel <strong>não foi acessado</strong> em nenhum momento, de acordo com a empresa;</li>
<li>“Enquanto nossa análise está em andamento, <strong>encontramos evidências</strong> que <strong>corroboram</strong> elementos da reportagem do <em>The Guardian</em>. Essas evidências incluem informações relacionadas ao <strong>consumo de capacidade de armazenamento</strong> do Azure pelo IMOD na <strong>Holanda</strong> e ao uso de serviços de IA [inteligência artificial]”, disse o presidente;</li>
<li>O governo de Israel foi comunicado pela big tech sobre a decisão de desabilitar serviços e tecnologias específicas de armazenamento em nuvem e IA;</li>
<li>A empresa diz que está trabalhando para <strong>garantir</strong> que as ferramentas <strong>não sejam usadas</strong> para vigilância em massa de civis e <strong>ponderou</strong> que a decisão <strong>não afeta</strong> outros contratos em vigor com Israel.</li>
</ul>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/israel-1024x683.jpg" alt="israel" class="wp-image-1190222" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/israel-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/israel-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/israel-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/israel-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/israel-2048x1365.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/israel-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Israel planeja migrar as informações para a Amazon Web Services (Imagem: CatEyePerspective/iStock)</figcaption></figure>
</div>
<p>Dias após a divulgação da primeira reportagem, o <em>The Guardian</em> informou que o Exército israelense transferiu <strong>8 TB</strong> de dados do Azure. E que o plano era migrar as informações para a <strong>Amazon Web Services (AWS)</strong>. A <a href="https://olhardigital.com.br/tag/amazon/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Amazon</a> <strong>não se pronunciou</strong> sobre o caso. </p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/07/21/pro/meta-permite-anuncios-para-compra-de-drones-por-israel-aponta-investigacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Meta permite anúncios para compra de drones por Israel, aponta investigação</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/08/07/carros-e-tecnologia/forca-aerea-dos-eua-quer-bombardear-cybertrucks-da-tesla-entenda/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Força Aérea dos EUA quer bombardear Cybertrucks da Tesla; entenda</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/09/24/pro/microsoft-leva-ia-da-anthropic-para-o-copilot-no-microsoft-365/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Microsoft leva IA da Anthropic para o Copilot no Microsoft 365</a></li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-comemoracao">Comemoração</h2>
<p>Desde o ano passado, o <a href="https://olhardigital.com.br/2025/08/20/pro/funcionarios-pedem-que-microsoft-encerre-contratos-com-israel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">grupo No Azure for Apartheid</a> vem pressionando a Microsoft para <strong>revisar acordos</strong> com o governo de Israel. Recentemente, a empresa <strong>demitiu cinco funcionários</strong> que estariam <strong>envolvidos em protestos</strong> realizados na sede da companhia. Um grupo chegou a <strong>acessar o prédio</strong> e fazer uma <strong>transmissão ao vivo dentro do escritório de Smith</strong>, <a href="https://olhardigital.com.br/2025/08/27/pro/protesto-contra-israel-abala-microsoft-isso-nao-esta-certo-diz-presidente/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">como informou o <strong>Olhar Digital</strong></a>.</p>
</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="577" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/04/shutterstock_2299266073-e1747675431917-1024x577.jpg" alt="microsoft azure" class="wp-image-1106621" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/04/shutterstock_2299266073-e1747675431917-1024x577.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/04/shutterstock_2299266073-e1747675431917-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/04/shutterstock_2299266073-e1747675431917-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/04/shutterstock_2299266073-e1747675431917-1536x865.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/04/shutterstock_2299266073-e1747675431917-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/04/shutterstock_2299266073-e1747675431917-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/04/shutterstock_2299266073-e1747675431917-150x84.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/04/shutterstock_2299266073-e1747675431917.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Empresa diz que está trabalhando para garantir que serviços não sejam usados para vigilância em massa <br />(Imagem: Ascannio/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<p>“A notícia de hoje é uma <strong>vitória significativa e sem precedentes</strong> para a nossa organização”, disse Hossam Nasr, organizador do grupo No Azure for Apartheid, <a href="https://www.theverge.com/news/785733/microsoft-block-israeli-military-cloud-ai-services-palestine-protests" target="_blank" rel="noreferrer noopener">em declaração ao <em>The Verge</em></a>. No entanto, ponderou ele, “a grande maioria do contrato da Microsoft com as Forças Armadas israelenses <strong>permanece intacta</strong>. A decisão só nos <strong>motiva ainda mais</strong> a continuar nos organizando até que <strong>todas as nossas demandas sejam atendidas</strong> e até que <strong>a Palestina seja livre</strong>.”</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/09/26/seguranca/microsoft-bloqueia-acesso-do-exercito-de-israel-a-servicos-de-nuvem/">Microsoft bloqueia acesso do Exército de Israel a serviços de nuvem</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Brasil: você pode ser vigiado sem nem saber — e isso tem um preço</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/brasil-voce-pode-ser-vigiado-sem-nem-saber-e-isso-tem-um-preco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2025 22:03:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Câmeras]]></category>
		<category><![CDATA[defensoria pública]]></category>
		<category><![CDATA[reconhecimento facial]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[Vigilância]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/brasil-voce-pode-ser-vigiado-sem-nem-saber-e-isso-tem-um-preco/</guid>

					<description><![CDATA[Um relatório divulgado pela Defensoria Pública da União alertou para os riscos da falta de políticas regulatórias para uso das chamadas tecnologias de Reconhecimento Facial (TRFs) no Brasil. Os pesquisadores contabilizaram 376 projetos que, juntos, têm o potencial de vigiar quase 83 milhões de pessoas — cerca de 40% da população brasileira. Os dados foram coletados entre julho e dezembro de 2024 em 23 das 27 unidades federativas; Amazonas, Maranhão, Paraíba e Sergipe não forneceram as informações solicitadas. O relatório Mapeando a Vigilância Biométrica foi elaborado em parceria com o Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC), instituição acadêmica vinculada à Universidade Candido Mendes, no Rio de Janeiro.  “As preocupações com o uso dessas tecnologias não são infundadas. Estudos técnicos e jurídicos demonstram que os sistemas de reconhecimento facial ainda apresentam desafios significativos em termos de precisão, segurança e impacto sobre direitos fundamentais”, escrevem os autores. Metade das abordagens policiais motivadas por reconhecimento facial resultaram de identificações equivocadas (Imagem: EvgeniyShkolenko/iStock) Vigilância discriminatória Investigações indicam que mais da metade das abordagens policiais motivadas por reconhecimento facial resultaram de identificações equivocadas, evidenciando o risco de prisões indevidas e reforço de padrões históricos de seletividade penal, segundo o artigo. Pesquisas conduzidas pelo National Institute of Standards and Technology (NIST) apontam que esses sistemas apresentam taxas de erro desproporcionalmente elevadas para determinados grupos populacionais, sendo de dez a cem vezes maiores para pessoas negras, indígenas e asiáticas em comparação com pessoas brancas. “A implementação de sistemas de vigilância deve estar alinhada aos princípios do Estado Democrático de Direito, assegurando transparência, fiscalização e respeito aos direitos fundamentais”, dizem os defensores públicos. Leia Mais: OpenAI diz ter encontrado ferramenta de IA chinesa para vigilância Como é a tecnologia de reconhecimento facial da Meta? No futuro, seu rosto pode ser sua passagem aérea Terra sem lei? De acordo com a pesquisa, o reconhecimento facial vem sendo amplamente incorporado por órgãos públicos em um processo que começou com a realização dos megaeventos – especialmente a Copa do Mundo de Futebol, em 2014, e os Jogos Olímpicos, em 2016. Ainda assim, as soluções regulatórias estão atrasadas, nas palavras dos pesquisadores. O artigo sustenta que o Brasil ainda não tem leis para regulamentar o uso dos sistemas de vigilância, incluindo câmeras de reconhecimento facial. Defensores pedem debate público aprofundado sobre regras para sistemas de vigilância (Imagem: EvgeniyShkolenko/iStock) Recentemente, o Senado aprovou o Projeto de Lei n.º 2338/2023, que cria regras para serviços de inteligência artificial, disciplinando sistemas biométricos na segurança pública. No mês passado, a Câmara dos Deputados criou uma comissão para avaliar a proposta. Mas o texto não é suficiente para frear abusos, na opinião dos defensores. “Embora o PL estabeleça uma proibição geral do uso de sistemas de identificação biométrica à distância e em tempo real em espaços públicos, as exceções previstas acabam funcionando, na prática, como uma autorização ampla para sua implementação […] mantendo a possibilidade de um estado de vigilância e de violação de direitos.” Os casos de exceção incluem investigações criminais, flagrante delito, busca por desaparecidos e recaptura de foragidos. Com base nos dados coletados, os pesquisadores concluíram que é urgente o debate público sobre o reconhecimento facial, com a participação da sociedade civil, de acadêmicos, de organismos internacionais e de órgãos de controle. O post Brasil: você pode ser vigiado sem nem saber — e isso tem um preço apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Um <a href="https://drive.google.com/file/d/1bN2ssBp_dMiih8YOUonLhGl_5jRoNe5s/view" target="_blank" rel="noreferrer noopener">relatório</a> divulgado pela Defensoria Pública da União alertou para os riscos da falta de políticas regulatórias para uso das chamadas tecnologias de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/reconhecimento-facial/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Reconhecimento Facial</a> (TRFs) no <a href="https://olhardigital.com.br/tag/brasil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Brasil</a>.</p>
<p>Os pesquisadores contabilizaram 376 projetos que, juntos, têm o potencial de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/vigilancia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vigiar</a> quase 83 milhões de pessoas — cerca de 40% da população brasileira. Os dados foram coletados entre julho e dezembro de 2024 em 23 das 27 unidades federativas; Amazonas, Maranhão, Paraíba e Sergipe não forneceram as informações solicitadas.</p>
<p>O relatório Mapeando a Vigilância Biométrica foi elaborado em parceria com o Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC), instituição acadêmica vinculada à Universidade Candido Mendes, no Rio de Janeiro. </p>
<p>“As preocupações com o uso dessas tecnologias não são infundadas. Estudos técnicos e jurídicos demonstram que os sistemas de reconhecimento facial ainda apresentam desafios significativos em termos de precisão, segurança e impacto sobre direitos fundamentais”, escrevem os autores.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://img.olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/05/iStock-1483139742-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-1111119" srcset="https://img.olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/05/iStock-1483139742-1024x576.jpg 1024w, https://img.olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/05/iStock-1483139742-300x169.jpg 300w, https://img.olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/05/iStock-1483139742-768x432.jpg 768w, https://img.olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/05/iStock-1483139742-1536x864.jpg 1536w, https://img.olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/05/iStock-1483139742-2048x1152.jpg 2048w, https://img.olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/05/iStock-1483139742-1920x1080.jpg 1920w, https://img.olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/05/iStock-1483139742-1280x720.jpg 1280w, https://img.olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/05/iStock-1483139742-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Metade das abordagens policiais motivadas por reconhecimento facial resultaram de identificações equivocadas (Imagem: EvgeniyShkolenko/iStock)</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-vigilancia-discriminatoria">Vigilância discriminatória</h2>
<p>Investigações indicam que mais da metade das abordagens policiais motivadas por reconhecimento facial resultaram de identificações equivocadas, evidenciando o risco de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/prisao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">prisões</a> indevidas e reforço de padrões históricos de seletividade penal, segundo o artigo.</p>
<p>Pesquisas conduzidas pelo National Institute of Standards and Technology (NIST) apontam que esses sistemas apresentam taxas de erro desproporcionalmente elevadas para determinados grupos populacionais, sendo de dez a cem vezes maiores para pessoas negras, indígenas e asiáticas em comparação com pessoas brancas.</p>
<p>“A implementação de sistemas de vigilância deve estar alinhada aos princípios do Estado Democrático de Direito, assegurando transparência, fiscalização e respeito aos direitos fundamentais”, dizem os defensores públicos.</p>
<p><strong>Leia Mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/02/24/seguranca/openai-diz-ter-encontrado-ferramenta-de-ia-chinesa-para-vigilancia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">OpenAI diz ter encontrado ferramenta de IA chinesa para vigilância</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2024/10/24/seguranca/como-e-a-tecnologia-de-reconhecimento-facial-da-meta/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Como é a tecnologia de reconhecimento facial da Meta?</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/04/27/pro/no-futuro-seu-rosto-pode-ser-sua-passagem-aerea/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">No futuro, seu rosto pode ser sua passagem aérea</a></li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-terra-sem-lei">Terra sem lei?</h2>
<p>De acordo com a pesquisa, o reconhecimento facial vem sendo amplamente incorporado por órgãos públicos em um processo que começou com a realização dos megaeventos – especialmente a Copa do Mundo de Futebol, em 2014, e os Jogos Olímpicos, em 2016.</p>
<p>Ainda assim, as soluções regulatórias estão atrasadas, nas palavras dos pesquisadores. O artigo sustenta que o Brasil ainda não tem leis para regulamentar o uso dos sistemas de vigilância, incluindo câmeras de reconhecimento facial.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://img.olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/05/iStock-1483145579-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-1111120" srcset="https://img.olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/05/iStock-1483145579-1024x576.jpg 1024w, https://img.olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/05/iStock-1483145579-300x169.jpg 300w, https://img.olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/05/iStock-1483145579-768x432.jpg 768w, https://img.olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/05/iStock-1483145579-1536x864.jpg 1536w, https://img.olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/05/iStock-1483145579-2048x1152.jpg 2048w, https://img.olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/05/iStock-1483145579-1920x1080.jpg 1920w, https://img.olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/05/iStock-1483145579-1280x720.jpg 1280w, https://img.olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/05/iStock-1483145579-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Defensores pedem debate público aprofundado sobre regras para sistemas de vigilância (Imagem: EvgeniyShkolenko/iStock)</figcaption></figure>
</div>
<p>Recentemente, o Senado aprovou o Projeto de Lei n.º 2338/2023, que cria regras para serviços de inteligência artificial, disciplinando sistemas biométricos na segurança pública. No mês passado, a Câmara dos Deputados criou uma comissão para avaliar a proposta. Mas o texto não é suficiente para frear abusos, na opinião dos defensores.</p>
<p>“Embora o PL estabeleça uma proibição geral do uso de sistemas de identificação biométrica à distância e em tempo real em espaços públicos, as exceções previstas acabam funcionando, na prática, como uma autorização ampla para sua implementação […] mantendo a possibilidade de um estado de vigilância e de violação de direitos.”</p>
<p>Os casos de exceção incluem investigações criminais, flagrante delito, busca por desaparecidos e recaptura de foragidos.</p>
<p>Com base nos dados coletados, os pesquisadores concluíram que é urgente o debate público sobre o reconhecimento facial, com a participação da sociedade civil, de acadêmicos, de organismos internacionais e de órgãos de controle.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/05/07/seguranca/brasil-voce-pode-ser-vigiado-sem-nem-saber-e-isso-tem-um-preco/">Brasil: você pode ser vigiado sem nem saber — e isso tem um preço</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>OpenAI diz ter encontrado ferramenta de IA chinesa para vigilância</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/openai-diz-ter-encontrado-ferramenta-de-ia-chinesa-para-vigilancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Feb 2025 12:17:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[OpenAI]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[Vigilância]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/openai-diz-ter-encontrado-ferramenta-de-ia-chinesa-para-vigilancia/</guid>

					<description><![CDATA[A OpenAI afirmou ter descoberto evidências de uma operação de vigilância chinesa alimentada por IA. Uma ferramenta generativa estaria sendo usada para coletar relatórios em tempo real sobre publicações anti-China em redes sociais em países ocidentais. A suposta descoberta alimenta preocupações relacionadas ao uso da tecnologia para vigilância, hacking e outros propósitos maliciosos. Pesquisador da desenvolvedora, Ben Nimmo destacou papel da IA em identificar usos maliciosos (Imagem: TY Lim/Shutterstock) OpenAI afirmou ter encontrado evidências de vigilância chinesa A OpenAI revelou que descobriu evidências de uma operação de segurança chinesa usando IA para vigilância. O país estaria monitorando publicações anti-China em mídias sociais em países ocidentais. De acordo com o New York Times, os pesquisadores da desenvolvedora encontraram a operação, batizada de Peer Review, porque alguém que usava a ferramenta teria se baseado em parte do código da OpenAI. Ben Nimmo, pesquisador principal da empresa, afirmou que esta foi a primeira vez que a OpenAI descobriu uma tecnologia de IA desse tipo. A suposta ferramenta de vigilância chinesa levanta preocupações sobre o uso de IA para monitoramento, hacking e outras atividades maliciosas ao redor do mundo. No entanto, ele acredita que, embora as ferramentas generativas possibilitem atividades maliciosas, também podem ajudar a identificar e interrompê-las. OpenAI acredita que ferramenta se baseou no Llama, da Meta (Imagem: Chebakalex7/Shutterstock) De onde vem a ferramenta de IA chinesa? Nimmo e sua equipe acreditam que a ferramenta de vigilância chinesa pode ter se baseado no modelo de linguagem Llama, da Meta, que é de código aberto (ou seja, qualquer um no mundo pode usar o código para criar novas tecnologias). Em um relatório sobre usos de IA para fins maliciosos, eles também afirmam que a OpenAI descobriu uma segunda operação chinesa, batizada de Sponsored Discontent, usada para gerar publicações em inglês criticando dissidentes chineses. Leia mais: ChatGPT divulga CPF de figuras públicas do Brasil, diz site DeepSeek promete liberar códigos de IA na próxima semana DeepSeek e Google: reviravolta na corrida das IAs? OpenAI lembrou que esse não é o primeiro caso Apesar de esta ter sido a primeira operação de vigilância identificada, a OpenAI chamou atenção para outros casos de uso de IA para fins maliciosos: Segundo a desenvolvedora, o mesmo grupo responsável pela ferramenta de vigilância chinesa usou tecnologias da OpenAI para traduzir artigos para espanhol criticando os Estados Unidos, e os espalhou pela América Latina; Já outra operação, dessa vez baseada no Camboja, teria usado tecnologias da desenvolvedora para gerar e traduzir comentários em redes sociais envolvendo investimentos. O post OpenAI diz ter encontrado ferramenta de IA chinesa para vigilância apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A <strong><a href="https://olhardigital.com.br/tag/openai/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">OpenAI</a> </strong>afirmou ter descoberto evidências de uma <strong>operação de vigilância chinesa alimentada por IA</strong>. Uma ferramenta generativa estaria sendo usada para coletar relatórios em tempo real sobre <strong>publicações anti-China em redes sociais em países ocidentais</strong>.</p>
<p>A suposta descoberta alimenta preocupações relacionadas ao uso da tecnologia para vigilância, hacking e outros propósitos maliciosos. </p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="577" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/01/openAI-e1737550341774-1024x577.jpg" alt="Logo da OpenAI em um smartphone" class="wp-image-1029649" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/openAI-e1737550341774-1024x577.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/openAI-e1737550341774-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/openAI-e1737550341774-768x433.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/openAI-e1737550341774-1536x865.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/openAI-e1737550341774-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/openAI-e1737550341774-150x84.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/01/openAI-e1737550341774.jpg 2001w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Pesquisador da desenvolvedora, Ben Nimmo destacou papel da IA em identificar usos maliciosos (Imagem: TY Lim/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-openai-afirmou-ter-encontrado-evidencias-de-vigilancia-chinesa">OpenAI afirmou ter encontrado evidências de vigilância chinesa</h2>
<p>A OpenAI revelou que descobriu evidências de uma operação de segurança chinesa usando IA para vigilância. O país estaria <strong>monitorando publicações anti-China em mídias sociais em países ocidentais</strong>.</p>
<p>De acordo com o <em><a href="https://www.nytimes.com/2025/02/21/technology/openai-chinese-surveillance.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">New York Times</a></em>, os pesquisadores da desenvolvedora encontraram a operação, batizada de Peer Review, porque alguém que usava a ferramenta teria se baseado em parte do código da OpenAI. </p>
<p>Ben Nimmo, pesquisador principal da empresa, afirmou que esta foi a <strong>primeira vez que a OpenAI descobriu uma tecnologia de IA desse tipo</strong>. A suposta ferramenta de vigilância chinesa levanta preocupações sobre o uso de IA para monitoramento, hacking e outras atividades maliciosas ao redor do mundo. No entanto, ele acredita que, <strong>embora as ferramentas generativas possibilitem atividades maliciosas, também podem ajudar a identificar e interrompê-las.</strong></p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2024/11/hacker-china-1024x682.jpg" alt="hacker china" class="wp-image-1000733" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/hacker-china-1024x682.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/hacker-china-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/hacker-china-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/hacker-china-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/hacker-china-150x100.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/hacker-china.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">OpenAI acredita que ferramenta se baseou no Llama, da Meta (Imagem: Chebakalex7/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-de-onde-vem-a-ferramenta-de-ia-chinesa">De onde vem a ferramenta de IA chinesa?</h2>
<p>Nimmo e sua equipe acreditam que a ferramenta de vigilância chinesa <strong>pode ter se baseado no modelo de linguagem Llama, da Meta, que é de código aberto</strong> (ou seja, qualquer um no mundo pode usar o código para criar novas tecnologias).</p>
<p>Em um relatório sobre usos de IA para fins maliciosos, eles também afirmam que a OpenAI descobriu uma segunda operação chinesa, batizada de Sponsored Discontent, usada para gerar publicações em inglês criticando dissidentes chineses.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/02/21/seguranca/chatgpt-divulga-cpf-de-figuras-publicas-do-brasil-diz-site/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ChatGPT divulga CPF de figuras públicas do Brasil, diz site</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/02/21/pro/deepseek-promete-liberar-codigos-de-ia-na-proxima-semana/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">DeepSeek promete liberar códigos de IA na próxima semana</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/02/24/pro/deepseek-e-google-reviravolta-na-corrida-das-ias/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">DeepSeek e Google: reviravolta na corrida das IAs?</a></li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-openai-lembrou-que-esse-nao-e-o-primeiro-caso">OpenAI lembrou que esse não é o primeiro caso</h2>
<p>Apesar de esta ter sido a primeira operação de vigilância identificada, a OpenAI chamou atenção para outros casos de uso de IA para fins maliciosos:</p>
<ul>
<li>Segundo a desenvolvedora, o mesmo grupo responsável pela ferramenta de vigilância chinesa usou tecnologias da OpenAI para traduzir artigos para espanhol criticando os Estados Unidos, e os espalhou pela América Latina;</li>
<li>Já outra operação, dessa vez baseada no Camboja, teria usado tecnologias da desenvolvedora para gerar e traduzir comentários em redes sociais envolvendo investimentos.</li>
</ul>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/02/24/seguranca/openai-diz-ter-encontrado-ferramenta-de-ia-chinesa-para-vigilancia/">OpenAI diz ter encontrado ferramenta de IA chinesa para vigilância</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sua Smart TV está espiando? Entenda os riscos à privacidade</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/sua-smart-tv-esta-espiando-entenda-os-riscos-a-privacidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Oct 2024 16:45:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[Smart TV]]></category>
		<category><![CDATA[smart tvs]]></category>
		<category><![CDATA[TV Conectada]]></category>
		<category><![CDATA[Vigilância]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/sua-smart-tv-esta-espiando-entenda-os-riscos-a-privacidade/</guid>

					<description><![CDATA[O Center for Digital Democracy (CDD) divulgou um relatório que acusa a indústria de streaming e fabricantes de Smart TVs de desenvolverem um “sistema de vigilância” que compromete a privacidade e proteção do consumidor. O documento foi enviado à Federal Trade Commission (FTC) e outros órgãos reguladores, pedindo investigações e regulamentação mais rígida sobre essas práticas. O relatório intitulado How TV Watches Us: Commercial Surveillance in the Streaming Era (“Como a TV Nos Observa: Vigilância Comercial na Era do Streaming”) descreve como as TVs conectadas (CTVs) se tornaram um “pesadelo de privacidade”. Relatório do CDD denuncia coleta de dados por TVs conectadas e streaming. (Imagem: CDD) Jeffrey Chester, diretor executivo da CDD, disse ao Ars Technica que o uso de técnicas de rastreamento para agradar anunciantes está colocando as famílias em risco, pois dados sensíveis, como informações sobre saúde, interesses políticos e até mesmo crianças, estão sendo coletados sem transparência adequada. 10 formas como sua Smart TV pode coletar dados Aqui estão 10 maneiras pelas quais as TVs conectadas (CTVs) e os serviços de streaming coletam e espionam os dados dos usuários, conforme descrito no relatório: Rastreamento de comportamento: as CTVs monitoram o que os usuários assistem, seus hábitos de visualização e interações com anúncios, criando perfis detalhados sobre os indivíduos. Reconhecimento Automático de Conteúdo (ACR): muitas Smart TVs usam ACR para monitorar o que está sendo exibido na tela, incluindo conteúdo de fontes não streaming, e enviam esses dados para terceiros. Gráficos de identidade: esses gráficos combinam diferentes pontos de dados, como cookies e IDs de dispositivos, para rastrear e identificar usuários em vários dispositivos e plataformas online. Publicidade personalizada: os dados coletados são usados para servir anúncios altamente direcionados, personalizados por fatores como localização, uso de dispositivos e até mesmo respostas emocionais ao conteúdo. Inteligência artificial generativa: as empresas de CTV utilizam IA para criar várias versões de anúncios e conteúdos com base nos dados individuais do usuário, como alterar a roupa dos atores ou o posicionamento de produtos. Parcerias com terceiros: os dados são compartilhados com empresas como corretores de dados, anunciantes e empresas de tecnologia, permitindo um rastreamento e marketing extensivos entre plataformas. Dados de localização e dispositivo: informações sobre a localização física do usuário e outros dispositivos conectados na residência são coletadas e usadas para direcionar anúncios de forma mais eficaz. Integração de compras: algumas plataformas vinculam os dados dos usuários a comportamentos de compra, permitindo que os usuários façam compras diretamente a partir de anúncios ou conteúdos que estão assistindo. Dados de saúde e financeiros: dados sensíveis, incluindo informações de saúde e financeiras, são usados para direcionar anúncios aos usuários, especialmente em setores como farmacêuticos. Perfilamento político e racial: os dados de CTV são usados para criar perfis de usuários com base em raça ou orientação política, permitindo que os anunciantes ou campanhas políticas direcionem anúncios com base nessas características. Smart TVs podem coletar dados de usuários de diferentes formas, mostra relatório do CDD. (Imagem: ronstik / iStock) Publicidade alvo e políticas de privacidade enganosas Além das taxas crescentes de assinatura de streaming, o relatório destaca o preço elevado da expansão desse setor, que criou um sistema de marketing com “capacidades de vigilância e manipulação sem precedentes”. As políticas de privacidade, descritas como muitas vezes enganosas, não esclarecem como os dados são coletados e usados, tornando promessas de privacidade praticamente inúteis. Inteligência artificial e publicidade direcionada Um ponto alarmante levantado pelo CDD é o uso da inteligência artificial generativa para otimizar os anúncios direcionados. Empresas como a Amazon e a TripleLift estão trabalhando em tecnologias que inserem produtos em cenas de séries e filmes em tempo real, sem interromper a experiência do usuário. Além disso, a IA pode criar diferentes versões de um mesmo anúncio, personalizando aspectos como roupas dos atores e localizações das lojas, gerando milhares de variações instantaneamente. Leia mais: O que é Google TV Streamer? Como controlar a Apple TV com seu Apple Watch O que é TV aberta 3.0? Uso de dados nas Smart TVs e discriminação O relatório também alerta para o uso de dados de saúde na publicidade direcionada, especialmente em países como os EUA, onde a publicidade direta de produtos farmacêuticos é permitida. Segundo o CDD, a capacidade de segmentar pessoas específicas com base em seus dados de saúde gera preocupações sobre desinformação e práticas enganosas. A coleta extensiva de dados pelas Smart TVs também tem implicações políticas, permitindo que campanhas políticas usem esses dados para criar anúncios altamente personalizados, alimentando a polarização e desinformação sem qualquer tipo de transparência ou supervisão. Outro problema destacado é a segmentação de minorias étnicas, como afro-americanos e hispânicos, considerados alvos lucrativos devido à rápida adoção de novos serviços digitais e lealdade a marcas. Chester ressaltou o risco de impactos discriminatórios decorrentes da coleta de dados étnicos para segmentação publicitária, inclusive em campanhas políticas. Chamado por mais regulamentação O CDD pediu que a FTC e a FCC investiguem as práticas da indústria de TVs conectadas, considerando questões de concorrência e proteção ao consumidor. Além disso, solicitou que reguladores antitruste analisem profundamente empresas como Amazon, Comcast e Disney para promover diversidade e competitividade no mercado de TVs conectadas. O post Sua Smart TV está espiando? Entenda os riscos à privacidade apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O Center for Digital Democracy (CDD) divulgou um relatório que acusa a indústria de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/streaming/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">streaming</a> e fabricantes de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/smart-tv/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Smart TVs</a> de desenvolverem um “sistema de vigilância” que compromete a privacidade e proteção do consumidor. O documento foi enviado à Federal Trade Commission (FTC) e outros órgãos reguladores, pedindo investigações e regulamentação mais rígida sobre essas práticas.</p>
<p>O relatório intitulado <em><a href="https://democraticmedia.org/assets/cdd-ctv-report-oct24-1.1-1727897704.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">How TV Watches Us: Commercial Surveillance in the Streaming Era</a></em> (“Como a TV Nos Observa: Vigilância Comercial na Era do Streaming”) descreve como as TVs conectadas (CTVs) se tornaram um “pesadelo de privacidade”.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="660" src="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/relatorio-cdd-1024x660.jpg" alt="print do relatório do CDD" class="wp-image-982994" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/relatorio-cdd-1024x660.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/relatorio-cdd-300x193.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/relatorio-cdd-768x495.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/relatorio-cdd-1536x991.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/relatorio-cdd-150x97.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/relatorio-cdd.jpg 1583w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Relatório do CDD denuncia coleta de dados por TVs conectadas e streaming. (Imagem: CDD)</figcaption></figure>
</div>
<p>Jeffrey Chester, diretor executivo da CDD, disse ao Ars Technica que o uso de técnicas de rastreamento para agradar anunciantes está colocando as famílias em risco, pois dados sensíveis, como informações sobre <a href="https://olhardigital.com.br/tag/saude/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">saúde</a>, interesses políticos e até mesmo crianças, estão sendo coletados sem transparência adequada.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-10-formas-como-sua-smart-tv-pode-coletar-dados">10 formas como sua Smart TV pode coletar dados</h2>
<p>Aqui estão 10 maneiras pelas quais as TVs conectadas (CTVs) e os serviços de streaming coletam e espionam os dados dos usuários, conforme descrito no relatório:</p>
<ol>
<li>Rastreamento de comportamento: as CTVs monitoram o que os usuários assistem, seus hábitos de visualização e interações com anúncios, criando perfis detalhados sobre os indivíduos.</li>
<li>Reconhecimento Automático de Conteúdo (ACR): muitas Smart TVs usam ACR para monitorar o que está sendo exibido na tela, incluindo conteúdo de fontes não streaming, e enviam esses dados para terceiros.</li>
<li>Gráficos de identidade: esses gráficos combinam diferentes pontos de dados, como cookies e IDs de dispositivos, para rastrear e identificar usuários em vários dispositivos e plataformas online.</li>
<li>Publicidade personalizada: os dados coletados são usados para servir anúncios altamente direcionados, personalizados por fatores como localização, uso de dispositivos e até mesmo respostas emocionais ao conteúdo.</li>
<li>Inteligência artificial generativa: as empresas de CTV utilizam IA para criar várias versões de anúncios e conteúdos com base nos dados individuais do usuário, como alterar a roupa dos atores ou o posicionamento de produtos.</li>
<li>Parcerias com terceiros: os dados são compartilhados com empresas como corretores de dados, anunciantes e empresas de tecnologia, permitindo um rastreamento e marketing extensivos entre plataformas.</li>
<li>Dados de localização e dispositivo: informações sobre a localização física do usuário e outros dispositivos conectados na residência são coletadas e usadas para direcionar anúncios de forma mais eficaz.</li>
<li>Integração de compras: algumas plataformas vinculam os dados dos usuários a comportamentos de compra, permitindo que os usuários façam compras diretamente a partir de anúncios ou conteúdos que estão assistindo.</li>
<li>Dados de saúde e financeiros: dados sensíveis, incluindo informações de saúde e financeiras, são usados para direcionar anúncios aos usuários, especialmente em setores como farmacêuticos.</li>
<li>Perfilamento político e racial: os dados de CTV são usados para criar perfis de usuários com base em raça ou orientação política, permitindo que os anunciantes ou campanhas políticas direcionem anúncios com base nessas características.</li>
</ol>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="475" src="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/iStock-1599083768-1024x475.jpg" alt="smart tv" class="wp-image-982989" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/iStock-1599083768-1024x475.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/iStock-1599083768-300x139.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/iStock-1599083768-768x356.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/iStock-1599083768-1536x712.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/iStock-1599083768-150x70.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/iStock-1599083768.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Smart TVs podem coletar dados de usuários de diferentes formas, mostra relatório do CDD. (Imagem: ronstik / iStock)</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-publicidade-alvo-e-politicas-de-privacidade-enganosas">Publicidade alvo e políticas de privacidade enganosas</h2>
<p>Além das taxas crescentes de assinatura de streaming, o relatório destaca o preço elevado da expansão desse setor, que criou um sistema de marketing com “capacidades de vigilância e manipulação sem precedentes”.</p>
<p>As políticas de privacidade, descritas como muitas vezes enganosas, não esclarecem como os dados são coletados e usados, tornando promessas de privacidade praticamente inúteis.</p>
<h3 class="wp-block-heading" id="h-inteligencia-artificial-e-publicidade-direcionada">Inteligência artificial e publicidade direcionada</h3>
<p>Um ponto alarmante levantado pelo CDD é o uso da <a href="https://olhardigital.com.br/tag/inteligencia-artificial/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inteligência artificial</a> generativa para otimizar os anúncios direcionados. Empresas como a Amazon e a TripleLift estão trabalhando em tecnologias que inserem produtos em cenas de séries e filmes em tempo real, sem interromper a experiência do usuário.</p>
<p>Além disso, a IA pode criar diferentes versões de um mesmo anúncio, personalizando aspectos como roupas dos atores e localizações das lojas, gerando milhares de variações instantaneamente.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2024/10/07/reviews/o-que-e-google-tv-streamer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O que é Google TV Streamer?</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2024/10/03/dicas-e-tutoriais/como-controlar-a-apple-tv-com-seu-apple-watch/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Como controlar a Apple TV com seu Apple Watch</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2024/09/04/cinema-e-streaming/o-que-e-tv-aberta-3-0/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O que é TV aberta 3.0?</a></li>
</ul>
<h3 class="wp-block-heading" id="h-uso-de-dados-nas-smart-tvs-e-discriminacao">Uso de dados nas Smart TVs e discriminação</h3>
<p>O relatório também alerta para o uso de dados de saúde na publicidade direcionada, especialmente em países como os EUA, onde a publicidade direta de produtos farmacêuticos é permitida. Segundo o CDD, a capacidade de segmentar pessoas específicas com base em seus dados de saúde gera preocupações sobre desinformação e práticas enganosas.</p>
<p>A coleta extensiva de dados pelas Smart TVs também tem implicações políticas, permitindo que campanhas políticas usem esses dados para criar anúncios altamente personalizados, alimentando a polarização e desinformação sem qualquer tipo de transparência ou supervisão.</p>
<p>Outro problema destacado é a segmentação de minorias étnicas, como afro-americanos e hispânicos, considerados alvos lucrativos devido à rápida adoção de novos serviços digitais e lealdade a marcas. Chester ressaltou o risco de impactos discriminatórios decorrentes da coleta de dados étnicos para segmentação publicitária, inclusive em campanhas políticas.</p>
<h3 class="wp-block-heading" id="h-chamado-por-mais-regulamentacao">Chamado por mais regulamentação</h3>
<p>O CDD pediu que a FTC e a FCC investiguem as práticas da indústria de TVs conectadas, considerando questões de concorrência e proteção ao consumidor.</p>
<p>Além disso, solicitou que reguladores antitruste analisem profundamente empresas como <a href="https://olhardigital.com.br/tag/amazon/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Amazon</a>, Comcast e Disney para promover diversidade e competitividade no mercado de TVs conectadas.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2024/10/09/seguranca/sua-smart-tv-esta-espiando-entenda-os-riscos-a-privacidade/">Sua Smart TV está espiando? Entenda os riscos à privacidade</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
