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	<title>violência contra as mulheres &#8211; Infratic</title>
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	<title>violência contra as mulheres &#8211; Infratic</title>
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		<title>Mulheres são rastreadas sem saber com uso de tags escondidas</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/mulheres-sao-rastreadas-sem-saber-com-uso-de-tags-escondidas/</link>
		
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 13:22:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O uso de pequenos dispositivos de rastreamento, conhecidos como “tags”, escondidos em objetos pessoais para perseguir mulheres em São Paulo acendeu um alerta das autoridades. A prática, revelada por reportagem da Folha de S.Paulo, pode configurar crime de stalking, segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP). A investigação aponta que esses aparelhos vêm sendo usados de forma clandestina para acompanhar a rotina das vítimas sem qualquer autorização. E, muitas vezes, sem que elas percebam. Pequenos rastreadores, do tamanho de uma moeda, podem ser escondidos em bolsas, mochilas e carros sem que a vítima perceba. – Montagem: Layse Ventura / Olhar Digital Quando a tecnologia vira ferramenta de vigilância Os relatos mostram um padrão que tem chamado atenção: homens escondem tags em carros, bolsas, mochilas e até em objetos de crianças para rastrear mulheres em tempo real. São dispositivos pequenos, quase imperceptíveis, vendidos por menos de R$ 100 e fáceis de encontrar no mercado. Na prática, isso significa que a vítima pode estar sendo monitorada em silêncio, no dia a dia, sem qualquer sinal evidente. dispositivos pequenos, do tamanho de uma moeda ocultação em veículos e objetos pessoais rastreamento em tempo real sem percepção da vítima baixo custo, abaixo de R$ 100 uso sem consentimento Não há um levantamento oficial específico sobre esse tipo de ocorrência, mas os casos acabam sendo enquadrados como perseguição, o chamado stalking. Prática de esconder tags para monitorar mulheres pode se enquadrar como crime de stalking, afirma a Secretaria da Segurança Pública. – Imagem: divulgação/Samsung O que a lei considera perseguição A Secretaria da Segurança Pública afirma que esse tipo de conduta pode se enquadrar no artigo 147-A do Código Penal, que trata do crime de perseguição. A lei foi incluída em 2021 justamente para lidar com situações desse tipo. O stalking ocorre quando alguém persegue outra pessoa de forma repetida, ameaçando sua integridade física ou psicológica, restringindo sua liberdade ou invadindo sua privacidade. A pena prevista é de seis meses a dois anos de prisão, além de multa, com aumento possível quando a vítima é mulher. Segundo a SSP, o estado mantém ações contínuas de enfrentamento à perseguição e à violência de gênero, com foco na proteção e no atendimento das vítimas. SSP afirma que o estado conta com rede de proteção com delegacias especializadas e aplicativos de apoio às vítimas. – Imagem: Molly Blackbird/Unsplash Casos que vêm chamando atenção em São Paulo Dados da Secretaria da Segurança Pública indicam aumento nos registros de stalking na 1ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), no Cambuci, região central de São Paulo, no primeiro trimestre deste ano em comparação ao mesmo período anterior. O estado conta com uma rede formada por 144 Delegacias de Defesa da Mulher e 220 salas especializadas. Entre as iniciativas de apoio, está a Cabine Lilás, instalada no Centro de Operações da Polícia Militar, que já realizou milhares de atendimentos. No campo tecnológico, o aplicativo SP Mulher Segura permite acompanhar medidas protetivas e inclui botão do pânico, reunindo mais de 61 mil usuárias ativas. Mesmo com essa estrutura, autoridades reconhecem que muitos casos não chegam a denúncias formais, o que dificulta medir a real dimensão do problema. O ponto de atenção é justamente esse: tecnologias simples, como as tags, podem ser usadas como instrumentos de vigilância silenciosa, difíceis de detectar no cotidiano. O post Mulheres são rastreadas sem saber com uso de tags escondidas apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O uso de pequenos dispositivos de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/rastreamento/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">rastreamento</a>, conhecidos como “<a href="https://olhardigital.com.br/tag/tags/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">tags</a>”, escondidos em objetos pessoais para perseguir mulheres em São Paulo acendeu um alerta das autoridades. A prática, revelada por reportagem da <em><a href="https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2026/06/homens-usam-tags-em-tenis-mochilas-e-carros-para-perseguir-e-monitorar-mulheres-em-sp.shtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Folha de S.Paulo</a></em>, pode configurar crime de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/stalking/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">stalking</a>, segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP).</p>
<p>A investigação aponta que esses aparelhos vêm sendo usados de forma clandestina para acompanhar a rotina das vítimas sem qualquer autorização. E, muitas vezes, sem que elas percebam.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/01/airtag-galaxy-smarttag2-moto-tag-2-comparativo-1024x576.jpg" alt="Montagem lado a lado mostrando os rastreadores Apple AirTag, Samsung Galaxy SmartTag2 e Moto Tag 2 para comparativo de design e ficha técnica" class="wp-image-1248537" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/airtag-galaxy-smarttag2-moto-tag-2-comparativo-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/airtag-galaxy-smarttag2-moto-tag-2-comparativo-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/airtag-galaxy-smarttag2-moto-tag-2-comparativo-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/airtag-galaxy-smarttag2-moto-tag-2-comparativo-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/airtag-galaxy-smarttag2-moto-tag-2-comparativo-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/airtag-galaxy-smarttag2-moto-tag-2-comparativo-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/airtag-galaxy-smarttag2-moto-tag-2-comparativo-150x84.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/airtag-galaxy-smarttag2-moto-tag-2-comparativo.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Pequenos rastreadores, do tamanho de uma moeda, podem ser escondidos em bolsas, mochilas e carros sem que a vítima perceba.</em> – Montagem: Layse Ventura / Olhar Digital</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-quando-a-tecnologia-vira-ferramenta-de-vigilancia">Quando a tecnologia vira ferramenta de vigilância</h2>
<p>Os relatos mostram um padrão que tem chamado atenção: homens escondem tags em carros, bolsas, mochilas e até em objetos de crianças para rastrear mulheres em tempo real. São dispositivos pequenos, quase imperceptíveis, vendidos por menos de R$ 100 e fáceis de encontrar no mercado.</p>
<p>Na prática, isso significa que a vítima pode estar sendo monitorada em silêncio, no dia a dia, sem qualquer sinal evidente.</p>
<ul>
<li>dispositivos pequenos, do tamanho de uma moeda</li>
<li>ocultação em veículos e objetos pessoais</li>
<li>rastreamento em tempo real sem percepção da vítima</li>
<li>baixo custo, abaixo de R$ 100</li>
<li>uso sem consentimento</li>
</ul>
<p>Não há um levantamento oficial específico sobre esse tipo de ocorrência, mas os casos acabam sendo enquadrados como perseguição, o chamado stalking.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="1022" height="704" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Captura-de-Tela-2023-01-17-as-15.44.15.png" alt="Rastreador SmartTag (Imagem: divulgação/Samsung)" class="wp-image-471024" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Captura-de-Tela-2023-01-17-as-15.44.15.png 1022w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Captura-de-Tela-2023-01-17-as-15.44.15-300x207.png 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Captura-de-Tela-2023-01-17-as-15.44.15-768x529.png 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Captura-de-Tela-2023-01-17-as-15.44.15-150x103.png 150w" sizes="(max-width: 1022px) 100vw, 1022px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Prática de esconder tags para monitorar mulheres pode se enquadrar como crime de stalking, afirma a Secretaria da Segurança Pública.</em> – Imagem: divulgação/Samsung</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-que-a-lei-considera-perseguicao">O que a lei considera perseguição</h2>
<p>A Secretaria da <a href="https://olhardigital.com.br/tag/seguranca-publica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Segurança Pública</a> afirma que esse tipo de conduta pode se enquadrar no artigo 147-A do Código Penal, que trata do crime de perseguição. A lei foi incluída em 2021 justamente para lidar com situações desse tipo.</p>
<p>O stalking ocorre quando alguém persegue outra pessoa de forma repetida, ameaçando sua integridade física ou psicológica, restringindo sua liberdade ou invadindo sua <a href="https://olhardigital.com.br/tag/privacidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">privacidade</a>.</p>
<p>A pena prevista é de seis meses a dois anos de prisão, além de multa, com aumento possível quando a vítima é mulher.</p>
<p>Segundo a SSP, o estado mantém ações contínuas de enfrentamento à perseguição e à violência de gênero, com foco na proteção e no atendimento das vítimas.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2024/12/violencia-contra-mulher-1024x576.png" alt="imagem mostra a silhueta mal iluminada de uma mulher em um ambiente completamente escuro" class="wp-image-1024441" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/12/violencia-contra-mulher-1024x576.png 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/12/violencia-contra-mulher-300x169.png 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/12/violencia-contra-mulher-768x432.png 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/12/violencia-contra-mulher-1536x864.png 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/12/violencia-contra-mulher-2048x1152.png 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/12/violencia-contra-mulher-1920x1080.png 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/12/violencia-contra-mulher-150x84.png 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/12/violencia-contra-mulher-1280x720.png 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>SSP afirma que o estado conta com rede de proteção com delegacias especializadas e aplicativos de apoio às vítimas.</em> – Imagem: Molly Blackbird/Unsplash</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-casos-que-vem-chamando-atencao-em-sao-paulo">Casos que vêm chamando atenção em São Paulo</h2>
<p>Dados da Secretaria da Segurança Pública indicam aumento nos registros de stalking na 1ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), no Cambuci, região central de São Paulo, no primeiro trimestre deste ano em comparação ao mesmo período anterior.</p>
<p>O estado conta com uma rede formada por 144 Delegacias de Defesa da Mulher e 220 salas especializadas. Entre as iniciativas de apoio, está a Cabine Lilás, instalada no Centro de Operações da Polícia Militar, que já realizou milhares de atendimentos.</p>
<p>No campo tecnológico, o aplicativo SP Mulher Segura permite acompanhar medidas protetivas e inclui botão do pânico, reunindo mais de 61 mil usuárias ativas.</p>
<p>Mesmo com essa estrutura, autoridades reconhecem que muitos casos não chegam a denúncias formais, o que dificulta medir a real dimensão do problema. O ponto de atenção é justamente esse: tecnologias simples, como as tags, podem ser usadas como instrumentos de vigilância silenciosa, difíceis de detectar no cotidiano.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/24/seguranca/mulheres-sao-rastreadas-sem-saber-com-uso-de-tags-escondidas/">Mulheres são rastreadas sem saber com uso de tags escondidas</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Novo app na Coreia do Sul promete mais proteção contra stalkers</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/novo-app-na-coreia-do-sul-promete-mais-protecao-contra-stalkers/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Dec 2025 08:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[apps]]></category>
		<category><![CDATA[Coreia do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[Stalkers]]></category>
		<category><![CDATA[violência contra as mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar de atrair cada vez mais fãs pelas séries de streaming, a Coreia do Sul enfrenta problemas sérios de violência contra mulher como qualquer outro país. Por isso, autoridades sul-coreanas estão desenvolvendo um aplicativo que permite às vítimas de perseguição rastrear, em tempo real, a localização de seus perseguidores — desde que estejam por perto. A perseguição tornou-se um tema sério no país, especialmente após vários casos de grande repercussão, explica a BBC. Atualmente, as vítimas recebem apenas alertas por SMS quando o perseguidor está nas proximidades — sem saber exatamente onde ele se encontra; isso deve mudar com o novo app. Coreia do Sul aposta em tecnologia para proteger mulheres de casos crescentes de perseguição. Imagem: Artem Oleshko / Shutterstock Como o app funciona Com a nova lei, a vítima poderá visualizar em um mapa no smartphone onde o stalker está no momento. Isso será possível porque o aplicativo usa rastreamento via dispositivos eletrônicos vestíveis utilizados pelos perseguidores. Assim, será mais fácil planejar uma rota segura e sair do local. Para reforçar a proteção, o Ministério da Justiça informou que está integrando o sistema à linha direta nacional de emergência. Se necessário, será possível acionar a polícia rapidamente. A previsão é que essa integração fique pronta em 2026. Novo app mostrará no mapa a posição do perseguidor, ajudando vítimas a traçar rotas seguras. Imagem: fizkes / Shutterstock.com Por que isso é importante Em 2021, foi criada uma lei que prevê pena de até três anos de prisão para stalkers e multa equivalente a R$ 108 mil, dois anos depois, em 2023, o parlamento do país revisou essa legislação para facilitar o andamento de processos contra perseguidores. Leia mais: Bebê Rena da vida real: Brasil registra seis casos de stalking por hora Seis em cada dez mulheres veem retrocesso na igualdade de gênero no setor de tecnologia Algoritmo do Facebook reforça estereótipos de gênero, diz órgão europeu Apesar dos avanços, críticos afirmam que o problema faz parte de uma questão maior de violência de gênero. Muitas mulheres foram filmadas por câmeras espiãs ou sofreram assédio por serem feministas. Um caso que mobilizou a opinião pública foi o assassinato de uma jovem por um ex-colega de trabalho que a perseguia mesmo após denúncias — considerado de “baixo risco” pelas autoridades, ele não recebeu medidas mais rígidas. Desde 2022, o número de denúncias de mulheres perseguidas cresceu rapidamente: foram 7.600 casos naquele ano e mais de 13 mil em 2024, segundo dados do Ministério da Justiça. O post Novo app na Coreia do Sul promete mais proteção contra stalkers apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Apesar de atrair cada vez mais fãs pelas séries de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/streaming/">streaming</a>, a <a href="https://olhardigital.com.br/tag/coreia-do-sul/">Coreia do Sul</a> enfrenta problemas sérios de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/violencia-contra-as-mulheres/">violência contra mulher</a> como qualquer outro país. Por isso, autoridades sul-coreanas estão desenvolvendo um <a href="https://olhardigital.com.br/tag/aplicativos/">aplicativo</a> que permite às vítimas de perseguição <a href="https://olhardigital.com.br/tag/rastreamento/">rastrear</a>, em tempo real, a localização de seus perseguidores — desde que estejam por perto.</p>
<p>A perseguição tornou-se um tema sério no país, especialmente após vários casos de grande repercussão, explica a <a href="https://www.bbc.com/news/articles/cp84y7jx2pzo"><em>BBC</em></a>. Atualmente, as vítimas recebem apenas alertas por SMS quando o perseguidor está nas proximidades — sem saber exatamente onde ele se encontra; isso deve mudar com o novo app.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="684" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2021/11/stalker-1024x684.jpg" alt="Coreia do Sul aposta em tecnologia para proteger mulheres de casos crescentes de perseguição." class="wp-image-1196653" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2021/11/stalker-1024x684.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2021/11/stalker-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2021/11/stalker-768x513.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2021/11/stalker-1536x1026.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2021/11/stalker-2048x1367.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2021/11/stalker-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Coreia do Sul aposta em tecnologia para proteger mulheres de casos crescentes de perseguição. Imagem: Artem Oleshko / Shutterstock</em></figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-o-app-funciona"><strong>Como o app funciona</strong></h2>
<p>Com a nova lei, a vítima poderá visualizar em um mapa no <a href="https://olhardigital.com.br/tag/smartphone/">smartphone</a> onde o <a href="https://olhardigital.com.br/tag/stalkers/">stalker</a> está no momento. Isso será possível porque o aplicativo usa rastreamento via <a href="https://olhardigital.com.br/tag/dispositivos-vestiveis/">dispositivos eletrônicos vestíveis</a> utilizados pelos perseguidores. Assim, será mais fácil planejar uma rota segura e sair do local.</p>
<p>Para reforçar a proteção, o Ministério da Justiça informou que está integrando o sistema à linha direta nacional de emergência. Se necessário, será possível acionar a polícia rapidamente. A previsão é que essa integração fique pronta em 2026.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="682" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/12/mulher-celular-1024x682.jpg" alt="Novo app mostrará no mapa a posição do perseguidor, ajudando vítimas a traçar rotas seguras." class="wp-image-1226741" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/mulher-celular-1024x682.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/mulher-celular-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/mulher-celular-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/mulher-celular-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/mulher-celular-150x100.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/mulher-celular.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Novo app mostrará no mapa a posição do perseguidor, ajudando vítimas a traçar rotas seguras. Imagem: fizkes / Shutterstock.com</em></figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-por-que-isso-e-importante"><strong>Por que isso é importante</strong></h2>
<p>Em 2021, foi criada uma lei que prevê pena de até três anos de prisão para stalkers e multa equivalente a R$ 108 mil, dois anos depois, em 2023, o parlamento do país revisou essa legislação para facilitar o andamento de processos contra perseguidores.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2024/05/22/seguranca/brasil-registra-seis-casos-de-stalking-por-hora/">Bebê Rena da vida real: Brasil registra seis casos de stalking por hora</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/10/pro/seis-em-cada-dez-mulheres-veem-retrocesso-na-igualdade-de-genero-no-setor-de-tecnologia/">Seis em cada dez mulheres veem retrocesso na igualdade de gênero no setor de tecnologia</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/08/internet-e-redes-sociais/algoritmo-do-facebook-reforca-estereotipos-de-genero-diz-orgao-europeu/">Algoritmo do Facebook reforça estereótipos de gênero, diz órgão europeu</a></li>
</ul>
<p>Apesar dos avanços, críticos afirmam que o problema faz parte de uma questão maior de violência de gênero. Muitas mulheres foram filmadas por câmeras espiãs ou sofreram assédio por serem feministas. Um caso que mobilizou a opinião pública foi o assassinato de uma jovem por um ex-colega de trabalho que a perseguia mesmo após denúncias — considerado de “baixo risco” pelas autoridades, ele não recebeu medidas mais rígidas.</p>
<p>Desde 2022, o número de denúncias de mulheres perseguidas cresceu rapidamente: foram 7.600 casos naquele ano e mais de 13 mil em 2024, segundo dados do Ministério da Justiça.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/12/05/seguranca/novo-app-na-coreia-do-sul-promete-mais-protecao-contra-stalkers/">Novo app na Coreia do Sul promete mais proteção contra stalkers</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Operação da Polícia Civil do RJ mira rede de violência virtual contra mulheres</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/operacao-da-policia-civil-do-rj-mira-rede-de-violencia-virtual-contra-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2025 12:26:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Discord]]></category>
		<category><![CDATA[operação]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[violência contra as mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Civil do Rio de Janeiro, através do Departamento-Geral de Polícia de Atendimento à Mulher (DGPAM), deflagrou nesta segunda-feira (30) a Operação Abbraccio, para reprimir uma rede de crimes de violência contra mulheres realizadas no ambiente virtual. A investigação aponta que os envolvidos se organizavam online, em plataformas como Discord, e cometiam torturas, estupros virtuais, misoginia e racismo contra as vítimas. A operação aconteceu em nove estados do Brasil. Polícia Civil citou o Discord como uma das plataformas de organização do grupo criminoso (Imagem: Diego Thomazini / Shutterstock) Megaoperação mira rede de violência contra mulheres A Operação Abbraccio visa reprimir um grupo que praticava crimes de violência contra mulheres. Eles se organizavam online, em plataformas como Discord, e cometiam estupros virtuais, torturas, misoginia e racismo. A operação foi planejada após a mãe de uma das vítimas procurar a Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, em abril deste ano. A mãe relatou a divulgação de imagens íntimas da filha. A apuração levou à descoberta de uma rede criminosa com dezenas de outras vítimas. O grupo forçava as mulheres a realizarem atos violentos e, em alguns casos, se mutilarem escrevendo o nome dos criminosos na própria pele. Os crimes aconteciam no âmbito virtual, com transmissão online. Em alguns casos, a gravação era posteriormente publicada. Um dos envolvidos foi preso no mês passado, o que levou a descoberta de cerca de 80 mil imagens, vídeos e áudios envolvendo os crimes de violência. O material foi apreendido e ajudou a chegar aos demais envolvidos. Investigação começou no RJ e se estendeu para outros oito estados (Imagem: Polícia Civil do Rio de Janeiro/Reprodução) Operação aconteceu em nove estados e prendeu quatro envolvidos Os agentes da Operação Abbraccio cumpriram mandatos de prisão e busca e apreensão em Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro, e em outros oito estados (Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Piauí, Santa Catarina e São Paulo). Segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro, até o momento, quatro pessoas foram presas; Seis mulheres vítimas do grupo já foram identificadas, mas a polícia acredita que podem ser dezenas de outras vítimas; Além de encontrar os responsáveis, a operação busca apreender celulares, computadores e mídias digitais que sirvam como prova dos crimes e ajudem a mapear a rede criminosa. Polícia acredita que o grupo tenha feito dezenas de vítimas (Imagem: Molly Blackbird/Unsplash) Leia mais: Pesquisa coleta bilhões de mensagens no Discord e plataforma alega violação 5 aplicativos que podem ajudar na segurança de mulheres Anatel: operação apreende R$ 110 mil em produtos piratas da China O que diz o Discord? O Discord foi citado nominalmente na nota da Polícia Civil do Rio de Janeiro. O Olhar Digital entrou em contato com a instituição e atualizará esta nota mediante retorno. O post Operação da Polícia Civil do RJ mira rede de violência virtual contra mulheres apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
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<p>A Polícia Civil do Rio de Janeiro, através do Departamento-Geral de Polícia de Atendimento à Mulher (DGPAM), deflagrou nesta segunda-feira (30) a <strong><a href="https://olhardigital.com.br/tag/operacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Operação</a> Abbraccio, para reprimir uma rede de crimes de violência contra mulheres realizadas no ambiente virtual</strong>.</p>
<p>A investigação aponta que os envolvidos se organizavam online, em plataformas como <a href="https://olhardigital.com.br/tag/discord/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Discord</a>, e cometiam torturas, estupros virtuais, misoginia e racismo contra as vítimas. A operação aconteceu em nove estados do Brasil.</p>
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<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/06/guia-pratico-como-usar-discord-1024x576.png" alt="Pessoa abrindo o aplicativo Discord no celular" class="wp-image-1132091" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/guia-pratico-como-usar-discord-1024x576.png 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/guia-pratico-como-usar-discord-300x169.png 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/guia-pratico-como-usar-discord-768x432.png 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/guia-pratico-como-usar-discord-1536x864.png 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/guia-pratico-como-usar-discord-2048x1152.png 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/guia-pratico-como-usar-discord-1920x1080.png 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/guia-pratico-como-usar-discord-1280x720.png 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/guia-pratico-como-usar-discord-150x84.png 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Polícia Civil citou o Discord como uma das plataformas de organização do grupo criminoso (Imagem: Diego Thomazini / Shutterstock)</figcaption></figure>
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<h2 class="wp-block-heading" id="h-megaoperacao-mira-rede-de-violencia-contra-mulheres">Megaoperação mira rede de violência contra mulheres</h2>
<p><strong>A Operação Abbraccio visa reprimir um grupo que praticava crimes de violência contra mulheres.</strong> <strong>Eles se organizavam online, em plataformas como Discord, e cometiam estupros virtuais, torturas, misoginia e racismo.</strong></p>
<p>A operação foi planejada após a mãe de uma das vítimas procurar a Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, em abril deste ano. A mãe relatou a divulgação de imagens íntimas da filha.</p>
<p>A apuração levou à descoberta de uma rede criminosa com dezenas de outras vítimas. O grupo forçava as mulheres a realizarem atos violentos e, em alguns casos, se mutilarem escrevendo o nome dos criminosos na própria pele. </p>
<p><strong>Os crimes aconteciam no âmbito virtual, com transmissão online. Em alguns casos, a gravação era posteriormente publicada. </strong></p>
<p>Um dos envolvidos foi preso no mês passado, o que levou a descoberta de cerca de 80 mil imagens, vídeos e áudios envolvendo os crimes de violência. O material foi apreendido e ajudou a chegar aos demais envolvidos.</p>
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<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/06/polcia-civil-do-rio-de-janeiro-1024x683.jpeg" alt="polícia civil do rio de janeiro" class="wp-image-1141398" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/polcia-civil-do-rio-de-janeiro-1024x683.jpeg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/polcia-civil-do-rio-de-janeiro-300x200.jpeg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/polcia-civil-do-rio-de-janeiro-768x512.jpeg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/polcia-civil-do-rio-de-janeiro-1536x1024.jpeg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/polcia-civil-do-rio-de-janeiro-2048x1366.jpeg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/polcia-civil-do-rio-de-janeiro-150x100.jpeg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Investigação começou no RJ e se estendeu para outros oito estados (Imagem: Polícia Civil do Rio de Janeiro/Reprodução)</figcaption></figure>
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<h2 class="wp-block-heading" id="h-operacao-aconteceu-em-nove-estados-e-prendeu-quatro-envolvidos">Operação aconteceu em nove estados e prendeu quatro envolvidos</h2>
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<li>Os agentes da Operação Abbraccio cumpriram mandatos de prisão e busca e apreensão em Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro, e em outros oito estados (Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Piauí, Santa Catarina e São Paulo).</li>
<li>Segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro, até o momento, quatro pessoas foram presas;</li>
<li>Seis mulheres vítimas do grupo já foram identificadas, mas a polícia acredita que podem ser dezenas de outras vítimas;</li>
<li>Além de encontrar os responsáveis, a operação busca apreender celulares, computadores e mídias digitais que sirvam como prova dos crimes e ajudem a mapear a rede criminosa.</li>
</ul>
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<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2024/12/violencia-contra-mulher-1024x576.png" alt="imagem mostra a silhueta mal iluminada de uma mulher em um ambiente completamente escuro" class="wp-image-1024441" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/12/violencia-contra-mulher-1024x576.png 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/12/violencia-contra-mulher-300x169.png 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/12/violencia-contra-mulher-768x432.png 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/12/violencia-contra-mulher-1536x864.png 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/12/violencia-contra-mulher-2048x1152.png 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/12/violencia-contra-mulher-1920x1080.png 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/12/violencia-contra-mulher-150x84.png 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/12/violencia-contra-mulher-1280x720.png 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Polícia acredita que o grupo tenha feito dezenas de vítimas (Imagem: Molly Blackbird/Unsplash)</figcaption></figure>
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<p><strong>Leia mais:</strong></p>
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<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/05/26/seguranca/pesquisa-coleta-bilhoes-de-mensagens-no-discord-e-plataforma-alega-violacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pesquisa coleta bilhões de mensagens no Discord e plataforma alega violação</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/03/24/dicas-e-tutoriais/5-aplicativos-que-podem-ajudar-na-seguranca-de-mulheres/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">5 aplicativos que podem ajudar na segurança de mulheres</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/06/25/pro/anatel-operacao-apreende-r-110-mil-em-produtos-piratas-da-china/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Anatel: operação apreende R$ 110 mil em produtos piratas da China</a></li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-que-diz-o-discord">O que diz o Discord?</h2>
<p>O Discord foi citado nominalmente na <a href="https://www.policiacivil.rj.gov.br/news/11502" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nota da Polícia Civil do Rio de Janeiro</a>. </p>
<p>O <strong>Olhar Digital </strong>entrou em contato com a instituição e atualizará esta nota mediante retorno.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2025/06/30/seguranca/operacao-da-policia-civil-do-rj-mira-rede-de-violencia-virtual-contra-mulheres/">Operação da Polícia Civil do RJ mira rede de violência virtual contra mulheres</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
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