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	<title>WhatsApp &#8211; Infratic</title>
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	<title>WhatsApp &#8211; Infratic</title>
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		<title>Apagou a mensagem? Veja como a PF consegue recuperar dados de um celular</title>
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		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 16:25:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[mensagens]]></category>
		<category><![CDATA[polícia federal]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[WhatsApp]]></category>
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					<description><![CDATA[A divulgação do conteúdo de mensagens atribuídas a Daniel Vorcaro, dono do banco Master, chamou atenção para uma questão que vai além do caso envolvendo o empresário: como a Polícia Federal consegue acessar dados de um celular mesmo quando o proprietário não fornece a senha? O material veio a público depois que o ministro do STF André Mendonça retirou o sigilo do inquérito relacionado a Vorcaro. No caso, as mensagens analisadas pela Polícia Federal (PF) incluem conversas de Vorcaro com o ministro do STF Alexandre de Moraes e outras figuras políticas. Parte das comunicações teria sido enviada de maneira planejada para reduzir os rastros deixados no WhatsApp, incluindo mensagens de visualização única. PF não recuperou as mensagens do WhatsApp Segundo o material da investigação, Vorcaro escrevia textos no bloco de notas do celular, fazia uma captura de tela e enviava a imagem pelo WhatsApp como mensagem de visualização única. O interlocutor também utilizava mecanismos destinados a diminuir os vestígios das comunicações. A perícia, porém, não recuperou as conversas diretamente do WhatsApp. Os investigadores encontraram as anotações e imagens que permaneceram armazenadas no próprio aparelho. Esses arquivos, combinados com registros do sistema, permitiram reconstituir parte do conteúdo das comunicações. O empresário não forneceu a senha de desbloqueio do iPhone 17 Pro apreendido. Ainda assim, segundo a reportagem, a perícia conseguiu utilizar ferramentas especializadas para acessar informações armazenadas no dispositivo. Como funciona o acesso ao celular Peritos podem recorrer a sistemas desenvolvidos especificamente para desbloquear celulares e extrair dados. Entre as soluções utilizadas pela PF estão o Cellebrite, desenvolvido em Israel, e o GrayKey, dos Estados Unidos. Essas ferramentas exploram falhas de segurança para contornar o bloqueio da tela e permitir o acesso ao conteúdo do aparelho. Com o dispositivo desbloqueado, os peritos podem extrair informações como mensagens, fotos e vídeos armazenados localmente. Isso não significa que essas soluções simplesmente quebrem a criptografia do WhatsApp. O mecanismo utilizado é diferente: o objetivo é acessar o próprio celular, permitindo consultar os dados disponíveis no dispositivo como se fosse o usuário. A criptografia do WhatsApp não é quebrada pelas ferramentas de perícia; o acesso ocorre diretamente aos dados armazenados no celular – Imagem: Primakov/Shutterstock A partir da extração, a perícia também pode encontrar informações que não correspondem necessariamente ao conteúdo de uma conversa. Dados de localização, registros de aplicativos e metadados de arquivos podem ajudar a identificar informações sobre quando ou onde determinados registros foram produzidos. Sistema organiza milhões de arquivos Depois da extração, a PF utiliza uma ferramenta própria para analisar o grande volume de informações obtidas durante a perícia. O sistema é chamado de Iped (Indexador e Processador de Evidências Digitais). A solução funciona como uma espécie de mecanismo de busca para evidências digitais. Ela indexa arquivos e organiza conteúdos como mensagens, fotos e documentos, permitindo que os peritos façam pesquisas por palavras-chave. O sistema também é capaz de transcrever áudios, facilitando a análise de diferentes formatos de arquivos encontrados nos aparelhos investigados. Ferramentas desse tipo já foram utilizadas em outras investigações de grande repercussão no Brasil. A solução Cellebrite, por exemplo, foi empregada para acessar o celular de Frederick Wassef, advogado do ex-presidente Jair Bolsonaro, além de ter sido utilizada em apurações relacionadas à morte do menino Henry Borel. O post Apagou a mensagem? Veja como a PF consegue recuperar dados de um celular apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A divulgação do conteúdo de mensagens atribuídas a Daniel Vorcaro, dono do banco Master, chamou atenção para uma questão que vai além do caso envolvendo o empresário: <strong>como a <a href="https://olhardigital.com.br/tag/policia-federal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Polícia Federal</a> consegue acessar dados de um celular mesmo quando o proprietário não fornece a senha?</strong> O material veio a público depois que o ministro do <a href="https://olhardigital.com.br/tag/stf/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">STF</a> André Mendonça retirou o sigilo do inquérito relacionado a Vorcaro.</p>
<p>No caso, as mensagens analisadas pela <strong>Polícia Federal (PF)</strong> incluem conversas de Vorcaro com o ministro do STF <a href="https://olhardigital.com.br/tag/alexandre-de-moraes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alexandre de Moraes</a> e outras figuras políticas. Parte das comunicações teria sido enviada de maneira planejada para reduzir os rastros deixados no WhatsApp, incluindo mensagens de visualização única.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-pf-nao-recuperou-as-mensagens-do-whatsapp">PF não recuperou as mensagens do WhatsApp</h2>
<p>Segundo o material da investigação, Vorcaro escrevia textos no bloco de notas do celular, fazia uma captura de tela e enviava a imagem pelo <a href="https://olhardigital.com.br/tag/whatsapp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">WhatsApp</a> como mensagem de visualização única. O interlocutor também utilizava mecanismos destinados a diminuir os vestígios das comunicações.</p>
<p>A perícia, porém, <strong>não recuperou as conversas diretamente do WhatsApp</strong>. Os investigadores encontraram as anotações e imagens que permaneceram armazenadas no próprio aparelho. Esses arquivos, combinados com registros do sistema, permitiram reconstituir parte do conteúdo das comunicações.</p>
<p>O empresário não forneceu a senha de desbloqueio do <strong>iPhone 17 Pro</strong> apreendido. Ainda assim, segundo a reportagem, a perícia conseguiu utilizar ferramentas especializadas para acessar informações armazenadas no dispositivo.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-funciona-o-acesso-ao-celular">Como funciona o acesso ao celular</h2>
<p>Peritos podem recorrer a sistemas desenvolvidos especificamente para <strong>desbloquear celulares e extrair dados</strong>. Entre as soluções utilizadas pela PF estão o Cellebrite, desenvolvido em Israel, e o GrayKey, dos Estados Unidos.</p>
<p>Essas ferramentas exploram falhas de segurança para contornar o bloqueio da tela e permitir o acesso ao conteúdo do aparelho. Com o dispositivo desbloqueado, os peritos podem extrair informações como mensagens, fotos e vídeos armazenados localmente.</p>
<p>Isso não significa que essas soluções simplesmente quebrem a <a href="https://olhardigital.com.br/tag/criptografia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">criptografia</a> do WhatsApp. O mecanismo utilizado é diferente: <strong>o objetivo é acessar o próprio celular</strong>, permitindo consultar os dados disponíveis no dispositivo como se fosse o usuário.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/08/icone-whatsapp-1-1024x683.jpg" alt="ícone do whatsapp na tela de um celular" class="wp-image-1366382" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/icone-whatsapp-1-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/icone-whatsapp-1-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/icone-whatsapp-1-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/icone-whatsapp-1-150x100.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/icone-whatsapp-1.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">A criptografia do WhatsApp não é quebrada pelas ferramentas de perícia; o acesso ocorre diretamente aos dados armazenados no celular – Imagem: Primakov/Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<p>A partir da extração, a perícia também pode encontrar informações que não correspondem necessariamente ao conteúdo de uma conversa. Dados de localização, registros de aplicativos e metadados de arquivos podem ajudar a identificar informações sobre quando ou onde determinados registros foram produzidos.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-sistema-organiza-milhoes-de-arquivos">Sistema organiza milhões de arquivos</h2>
<p>Depois da extração, a PF utiliza uma ferramenta própria para analisar o grande volume de informações obtidas durante a perícia. O sistema é chamado de <strong>Iped (Indexador e Processador de Evidências Digitais)</strong>.</p>
<p>A solução funciona como uma espécie de mecanismo de busca para evidências digitais. Ela indexa arquivos e organiza conteúdos como mensagens, fotos e documentos, permitindo que os peritos façam pesquisas por palavras-chave.</p>
<p>O sistema também é capaz de transcrever áudios, facilitando a análise de diferentes formatos de arquivos encontrados nos aparelhos investigados.</p>
<p>Ferramentas desse tipo já foram utilizadas em outras investigações de grande repercussão no Brasil. A solução Cellebrite, por exemplo, foi empregada para acessar o celular de Frederick Wassef, advogado do ex-presidente Jair Bolsonaro, além de ter sido utilizada em apurações relacionadas à morte do menino Henry Borel.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/09/02/seguranca/apagou-a-mensagem-veja-como-a-pf-consegue-recuperar-dados-de-um-celular/">Apagou a mensagem? Veja como a PF consegue recuperar dados de um celular</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>WhatsApp ganha novas barreiras contra invasões e golpes</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/whatsapp-ganha-novas-barreiras-contra-invasoes-e-golpes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 13:51:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[chave de acesso]]></category>
		<category><![CDATA[proteção de dados]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[Verificação de duas etapas]]></category>
		<category><![CDATA[WhatsApp]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 1 bilhão de pessoas já configuraram chaves de acesso no WhatsApp. A ferramenta permite recuperar a conta com impressão digital, reconhecimento facial ou código de bloqueio do aparelho, sem depender de códigos ou PINs. O WhatsApp também atualizou a verificação de dois fatores e passou a exibir mais detalhes sobre chamadas de números desconhecidos no Android. A ideia é dificultar o acesso indevido e ajudar o usuário a identificar situações suspeitas. Seu WhatsApp pode ter mais de uma chave de acesso. A novidade vale para quem usa Android e iOS. – Imagem: Divulgação/Meta Chave de acesso ganha espaço A chave de acesso usa mecanismos de segurança já disponíveis no celular. Na prática, o usuário pode confirmar sua identidade com a digital, o rosto ou o código usado para desbloquear o aparelho. Mais de 1 bilhão de pessoas já configuraram o recurso. Agora, quem usa Android e iOS pode cadastrar mais de uma chave na mesma conta. Para acessar a opção, o caminho é: Configurações; Conta; Chaves de acesso. Senha mais difícil de adivinhar A verificação em duas etapas ganhou suporte a senhas alfanuméricas mais longas e com caracteres especiais. Antes, o WhatsApp permitia apenas um PIN de seis dígitos. A camada extra continua servindo para dificultar que outra pessoa assuma a conta mesmo se conseguir o código de acesso de uso único. Senhas muito óbvias, como “123456”, ficam ainda mais fora de lugar nesse cenário. Entre digital, rosto e código do aparelho, a chave de acesso dispensa códigos ou PINs para entrar novamente no WhatsApp. – (Imagem: Samuel Boivin / Shutterstock) Chamadas desconhecidas mostram mais detalhes No Android, uma ligação de um número que não está salvo nos contatos passa a vir acompanhada de mais contexto. O WhatsApp poderá informar se o número é de outro país e se há grupos em comum entre as duas pessoas. Assim, o usuário consegue avaliar melhor quem está do outro lado antes de atender. A plataforma lembra que golpistas costumam explorar a pressa para pressionar possíveis vítimas. Ter alguns dados na tela pode ajudar a interromper esse impulso. Três frentes de proteção As novidades atacam diferentes pontos de uma conta do WhatsApp: o acesso, a autenticação e as chamadas recebidas. Leia mais: ChatGPT cria figurinhas no iPhone como quem monta um álbum. Saiba como! WhatsApp vai separar mensagens de empresas da caixa principal WhatsApp prepara grande mudança visual no iPhone; veja o que vai mudar As chaves de acesso simplificam a identificação do usuário, enquanto a nova opção de senha reforça a verificação em duas etapas. Já os dados exibidos nas chamadas desconhecidas dão mais elementos para decidir se vale a pena atender. Com as atualizações, o WhatsApp aposta em ferramentas que combinam segurança com informações mais claras durante o uso cotidiano do aplicativo. O post WhatsApp ganha novas barreiras contra invasões e golpes apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Mais de 1 bilhão de pessoas já configuraram <a href="https://olhardigital.com.br/tag/chaves-de-acesso/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">chaves de acesso</a> no WhatsApp. A ferramenta permite recuperar a conta com impressão digital, reconhecimento facial ou código de bloqueio do aparelho, sem depender de códigos ou PINs.</p>
<p>O <a href="https://olhardigital.com.br/tag/whatsapp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">WhatsApp</a> também atualizou a <a href="https://olhardigital.com.br/tag/verificacao-de-dois-fatores/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">verificação de dois fatores</a> e passou a exibir mais detalhes sobre chamadas de números desconhecidos no <a href="https://olhardigital.com.br/tag/android/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Android</a>. A ideia é dificultar o acesso indevido e ajudar o usuário a identificar situações suspeitas.</p>
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/08/seguranca-no-whatsapp-1024x576.webp" alt="Chaves de acesso no whatsapp" class="wp-image-1366386" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/seguranca-no-whatsapp-1024x576.webp 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/seguranca-no-whatsapp-300x169.webp 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/seguranca-no-whatsapp-768x432.webp 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/seguranca-no-whatsapp-1536x864.webp 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/seguranca-no-whatsapp-1280x720.webp 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/seguranca-no-whatsapp-150x84.webp 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/seguranca-no-whatsapp.webp 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Seu WhatsApp pode ter mais de uma chave de acesso. A novidade vale para quem usa Android e iOS. – Imagem: Divulgação/Meta</figcaption></figure>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-chave-de-acesso-ganha-espaco">Chave de acesso ganha espaço</h2>
<p>A chave de acesso usa mecanismos de segurança já disponíveis no celular. Na prática, o usuário pode confirmar sua identidade com a digital, o rosto ou o código usado para desbloquear o aparelho.</p>
<p>Mais de 1 bilhão de pessoas já configuraram o recurso. Agora, quem usa Android e iOS pode cadastrar mais de uma chave na mesma conta.</p>
<p>Para acessar a opção, o caminho é:</p>
<ul>
<li>Configurações;</li>
<li>Conta;</li>
<li>Chaves de acesso.</li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-senha-mais-dificil-de-adivinhar">Senha mais difícil de adivinhar</h2>
<p>A verificação em duas etapas ganhou suporte a senhas alfanuméricas mais longas e com caracteres especiais. Antes, o WhatsApp permitia apenas um PIN de seis dígitos.</p>
<p>A camada extra continua servindo para dificultar que outra pessoa assuma a conta mesmo se conseguir o código de acesso de uso único. Senhas muito óbvias, como “123456”, ficam ainda mais fora de lugar nesse cenário.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="681" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-2-1024x681.jpg" alt="Logo do WhatsApp exibido na tela de um smartphone, com ícones de cadeado e escudo desfocados ao fundo" class="wp-image-1298805" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-2-1024x681.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-2-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-2-768x511.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-2-1536x1021.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-2-150x100.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-2.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Entre digital, rosto e código do aparelho, a chave de acesso dispensa códigos ou PINs para entrar novamente no WhatsApp.</em> – (Imagem: Samuel Boivin / Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-chamadas-desconhecidas-mostram-mais-detalhes">Chamadas desconhecidas mostram mais detalhes</h2>
<p>No Android, uma ligação de um número que não está salvo nos contatos passa a vir acompanhada de mais contexto.</p>
<p>O WhatsApp poderá informar se o número é de outro país e se há grupos em comum entre as duas pessoas. Assim, o usuário consegue avaliar melhor quem está do outro lado antes de atender.</p>
<p>A plataforma lembra que golpistas costumam explorar a pressa para pressionar possíveis vítimas. Ter alguns dados na tela pode ajudar a interromper esse impulso.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-tres-frentes-de-protecao">Três frentes de proteção</h2>
<p>As novidades atacam diferentes pontos de uma conta do WhatsApp: o acesso, a autenticação e as chamadas recebidas.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/08/25/internet-e-redes-sociais/chatgpt-cria-figurinhas-no-iphone-como-quem-monta-um-album-saiba-como/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ChatGPT cria figurinhas no iPhone como quem monta um álbum. Saiba como!</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/07/31/internet-e-redes-sociais/whatsapp-vai-separar-mensagens-de-empresas-da-caixa-principal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">WhatsApp vai separar mensagens de empresas da caixa principal</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/08/21/internet-e-redes-sociais/whatsapp-prepara-grande-mudanca-visual-no-iphone-veja-o-que-vai-mudar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">WhatsApp prepara grande mudança visual no iPhone; veja o que vai mudar</a></li>
</ul>
<p>As chaves de acesso simplificam a identificação do usuário, enquanto a nova opção de senha reforça a verificação em duas etapas. Já os dados exibidos nas chamadas desconhecidas dão mais elementos para decidir se vale a pena atender.</p>
<p>Com as atualizações, o WhatsApp aposta em ferramentas que combinam segurança com informações mais claras durante o uso cotidiano do aplicativo.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/08/25/seguranca/whatsapp-ganha-novas-barreiras-contra-invasoes-e-golpes/">WhatsApp ganha novas barreiras contra invasões e golpes</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>WhatsApp: como o Brasil trataria o caso que pode mudar a proteção de dados na Europa</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/whatsapp-como-o-brasil-trataria-o-caso-que-pode-mudar-a-protecao-de-dados-na-europa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 21:22:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LGPD]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[WhatsApp]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/whatsapp-como-o-brasil-trataria-o-caso-que-pode-mudar-a-protecao-de-dados-na-europa/</guid>

					<description><![CDATA[Uma conversa privada no WhatsApp entre duas amigas terminou em demissão e agora pode redefinir os limites da proteção de dados na União Europeia. O caso, analisado pela Justiça da Alemanha, discute se o encaminhamento de mensagens privadas a terceiros pode ser considerado uma violação do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD), norma equivalente à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no Brasil. Embora a análise ocorra no contexto da legislação europeia, especialistas ouvidos pelo Olhar Digital afirmam que um caso semelhante também levantaria discussões jurídicas no Brasil. Entre os pontos que poderiam ser analisados estão a aplicação da LGPD ao compartilhamento das mensagens, a proteção à privacidade prevista em outras normas brasileiras e a possibilidade de responsabilização civil e trabalhista. Especialistas afirmam que um caso semelhante ao julgado na Alemanha também poderia levantar discussões sobre a aplicação da LGPD no Brasil – Imagem: Vector Image Plus/Shutterstock Como o caso alemão começou? Uma funcionária de um consultório médico na Alemanha trocou mensagens privadas com uma amiga pelo WhatsApp nas quais fazia críticas ao chefe. Três anos depois, quando a amizade terminou, a ex-amiga encaminhou as conversas para a esposa do empregador, que também trabalhava no consultório. Pouco tempo depois, a funcionária foi demitida. O processo, porém, não discute a legalidade da demissão. A principal questão é se o compartilhamento das mensagens configura violação do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD). A legislação europeia prevê uma exceção para o tratamento de dados realizado no âmbito da vida privada, sem relação com atividade profissional ou comercial. O que a Justiça alemã tenta definir é se essa exceção continua válida quando o encaminhamento das conversas produz efeitos em um ambiente de trabalho. As decisões das instâncias inferiores foram divergentes. Em primeira instância, o Tribunal Regional de Frankfurt condenou a ex-amiga ao pagamento de uma indenização de 7,5 mil euros (cerca de R$ 44 mil), ao entender que o compartilhamento das mensagens estava ligado aos interesses do consultório e, por isso, extrapolava a esfera exclusivamente privada. Já o Tribunal Regional Superior de Frankfurt reformou a decisão, concluindo que o encaminhamento não tinha relação com uma atividade profissional da ré e que, apesar de reconhecer uma interferência ilícita na esfera privada da autora, a conduta não justificaria o pagamento de indenização. Agora, o Tribunal Federal de Justiça da Alemanha analisa o recurso e poderá definir como a exceção para uso privado deve ser interpretada. Como há pouca jurisprudência sobre o tema, a corte ainda pode consultar o Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE), responsável por interpretar a legislação europeia. Como o caso seria analisado no Brasil? A Lei Geral de Proteção de Dados também prevê uma exceção para o tratamento de dados realizado por pessoas físicas para fins exclusivamente particulares e não econômicos. Segundo os especialistas ouvidos pelo Olhar Digital, no entanto, a aplicação dessa regra dependeria das circunstâncias do compartilhamento das mensagens do WhatsApp. Para o advogado criminalista Matheus Araújo, a principal questão não seria a troca original das mensagens entre as duas amigas, mas o encaminhamento das conversas e a finalidade desse ato. Segundo ele, se o compartilhamento teve como objetivo influenciar uma relação de trabalho, a análise jurídica pode mudar. “Se o encaminhamento teve como objetivo atingir pessoa vinculada à empresa, como a esposa do chefe que também trabalhava no local, e influenciar uma relação de trabalho, o ato deixa de ser exclusivamente particular e não econômico, passando a se relacionar com uma atividade profissional ou comercial de terceiro. Nessa situação, a tendência é que a LGPD seja aplicável ao ato de compartilhamento, ainda que não incidisse sobre a conversa original entre as amigas.” O advogado especialista em direito digital Jean Tulio faz uma análise semelhante. Segundo ele, encaminhar uma conversa privada entre amigas, em princípio, estaria fora do alcance da LGPD. Porém, se o compartilhamento tiver o propósito de informar o empregador ou interferir em uma relação de trabalho, a finalidade deixa de ser exclusivamente pessoal, o que pode atrair a incidência da lei. Araújo ressalta ainda que a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) ainda não consolidou entendimento sobre os limites da exceção para uso pessoal em situações de encaminhamento de mensagens privadas a terceiros. Para ele, assim como ocorre na Europa, a questão permanece em aberto no Brasil. Compartilhar conversas privadas do WhatsApp pode gerar indenização? Mesmo que a LGPD não seja considerada aplicável, o compartilhamento de mensagens privadas em mensageiros como o WhatsApp ainda pode gerar consequências jurídicas. Os dois especialistas ouvidos pelo Olhar Digital afirmam que outras normas do ordenamento brasileiro garantem proteção à intimidade, à vida privada e ao sigilo das comunicações. Especialistas afirmam que o compartilhamento de conversas privadas do WhatsApp pode gerar indenização, mas a análise depende do contexto de cada caso – Imagem: Stockinq / Shutterstock Segundo Jean Tulio, o simples fato de divulgar uma conversa privada sem autorização pode dar origem a um pedido de indenização, desde que a divulgação cause prejuízo à pessoa envolvida. “O simples fato de divulgar uma conversa privada sem autorização, causando constrangimento ou prejuízo, já pode configurar dano moral e gerar dever de indenizar, independentemente de lei específica de dados.” Matheus Araújo cita a Constituição Federal, o Código Civil e o Marco Civil da Internet entre as normas que podem fundamentar esse tipo de proteção. Ele também destaca que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) já reconheceu que conversas mantidas pelo WhatsApp são protegidas pelo sigilo das comunicações da mesma forma que as ligações telefônicas, condicionando o acesso de terceiros ao consentimento dos participantes ou à autorização judicial. Segundo o advogado, a divulgação de conversas privadas sem consentimento pode configurar ato ilícito passível de indenização, desde que fique demonstrado o dano moral. Ele acrescenta que, em geral, os tribunais estaduais exigem que a exposição vá além de um mero aborrecimento e provoque efetiva lesão à honra ou à intimidade da vítima. Isso não significa, porém, que todo compartilhamento de mensagens privadas resulte em responsabilização. Como explicam os especialistas ouvidos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Uma conversa privada no WhatsApp entre duas amigas terminou em demissão e agora <a href="https://olhardigital.com.br/2026/08/02/pro/alemanha-julga-se-vazar-whatsapp-privado-viola-lei-de-dados/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pode redefinir os limites da proteção de dados</a> na União Europeia. O caso, analisado pela Justiça da Alemanha, discute se o encaminhamento de mensagens privadas a terceiros pode ser considerado uma violação do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD), norma equivalente à Lei Geral de Proteção de Dados (<a href="https://olhardigital.com.br/tag/lgpd/">LGPD</a>) no Brasil.</p>
<p>Embora a análise ocorra no contexto da legislação europeia, especialistas ouvidos pelo <strong>Olhar Digital</strong> afirmam que um caso semelhante também levantaria discussões jurídicas no Brasil. Entre os pontos que poderiam ser analisados estão a aplicação da LGPD ao compartilhamento das mensagens, a proteção à privacidade prevista em outras normas brasileiras e a possibilidade de responsabilização civil e trabalhista.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="698" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2021/04/shutterstock_1865248315-1024x698.jpg" alt="Ilustração da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) com mapa do Brasil e cadeado." class="wp-image-152526" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2021/04/shutterstock_1865248315-1024x698.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2021/04/shutterstock_1865248315-300x205.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2021/04/shutterstock_1865248315-768x524.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2021/04/shutterstock_1865248315-1536x1047.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2021/04/shutterstock_1865248315.jpg 2000w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2021/04/shutterstock_1865248315-150x102.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Especialistas afirmam que um caso semelhante ao julgado na Alemanha também poderia levantar discussões sobre a aplicação da LGPD no Brasil – Imagem: Vector Image Plus/Shutterstock</figcaption></figure>
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<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-o-caso-alemao-comecou">Como o caso alemão começou?</h2>
<p>Uma funcionária de um consultório médico na Alemanha trocou mensagens privadas com uma amiga pelo WhatsApp nas quais fazia críticas ao chefe. Três anos depois, quando a amizade terminou, a ex-amiga encaminhou as conversas para a esposa do empregador, que também trabalhava no consultório. Pouco tempo depois, a funcionária foi demitida.</p>
<p>O processo, porém, não discute a legalidade da demissão. A principal questão é se o compartilhamento das mensagens configura violação do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD). A legislação europeia prevê uma exceção para o tratamento de dados realizado no âmbito da vida privada, sem relação com atividade profissional ou comercial. O que a Justiça alemã tenta definir é se essa exceção continua válida quando o encaminhamento das conversas produz efeitos em um ambiente de trabalho.</p>
<p>As decisões das instâncias inferiores foram divergentes. Em primeira instância, o Tribunal Regional de Frankfurt condenou a ex-amiga ao pagamento de uma indenização de 7,5 mil euros (cerca de R$ 44 mil), ao entender que o compartilhamento das mensagens estava ligado aos interesses do consultório e, por isso, extrapolava a esfera exclusivamente privada. Já o Tribunal Regional Superior de Frankfurt reformou a decisão, concluindo que o encaminhamento não tinha relação com uma atividade profissional da ré e que, apesar de reconhecer uma interferência ilícita na esfera privada da autora, a conduta não justificaria o pagamento de indenização.</p>
<p>Agora, o Tribunal Federal de Justiça da Alemanha analisa o recurso e poderá definir como a exceção para uso privado deve ser interpretada. Como há pouca jurisprudência sobre o tema, a corte ainda pode consultar o Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE), responsável por interpretar a legislação europeia.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-o-caso-seria-analisado-no-brasil">Como o caso seria analisado no Brasil?</h2>
<p>A Lei Geral de Proteção de Dados também prevê uma exceção para o tratamento de dados realizado por pessoas físicas para fins exclusivamente particulares e não econômicos. Segundo os especialistas ouvidos pelo <strong>Olhar Digital</strong>, no entanto, a aplicação dessa regra dependeria das circunstâncias do compartilhamento das mensagens do WhatsApp.</p>
<p>Para o advogado criminalista <strong>Matheus Araújo</strong>, a principal questão não seria a troca original das mensagens entre as duas amigas, mas o encaminhamento das conversas e a finalidade desse ato. Segundo ele, se o compartilhamento teve como objetivo influenciar uma relação de trabalho, a análise jurídica pode mudar.</p>
<p>“Se o encaminhamento teve como objetivo atingir pessoa vinculada à empresa, como a esposa do chefe que também trabalhava no local, e influenciar uma relação de trabalho, o ato deixa de ser exclusivamente particular e não econômico, passando a se relacionar com uma atividade profissional ou comercial de terceiro. Nessa situação, a tendência é que a LGPD seja aplicável ao ato de compartilhamento, ainda que não incidisse sobre a conversa original entre as amigas.”</p>
<p>O advogado especialista em direito digital <strong>Jean Tulio</strong> faz uma análise semelhante. Segundo ele, encaminhar uma conversa privada entre amigas, em princípio, estaria fora do alcance da LGPD. Porém, se o compartilhamento tiver o propósito de informar o empregador ou interferir em uma relação de trabalho, a finalidade deixa de ser exclusivamente pessoal, o que pode atrair a incidência da lei.</p>
<p>Araújo ressalta ainda que a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) ainda não consolidou entendimento sobre os limites da exceção para uso pessoal em situações de encaminhamento de mensagens privadas a terceiros. Para ele, assim como ocorre na Europa, a questão permanece em aberto no Brasil.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-compartilhar-conversas-privadas-do-whatsapp-pode-gerar-indenizacao">Compartilhar conversas privadas do WhatsApp pode gerar indenização?</h2>
<p>Mesmo que a LGPD não seja considerada aplicável, o compartilhamento de mensagens privadas em mensageiros como o WhatsApp ainda pode gerar consequências jurídicas. Os dois especialistas ouvidos pelo Olhar Digital afirmam que outras normas do ordenamento brasileiro garantem proteção à intimidade, à vida privada e ao sigilo das comunicações.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="769" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mensagens-whatsapp-1024x769.jpg" alt="Pessoa digitando em um smartphone." class="wp-image-1359027" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mensagens-whatsapp-1024x769.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mensagens-whatsapp-300x225.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mensagens-whatsapp-768x576.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mensagens-whatsapp-1536x1153.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mensagens-whatsapp-150x113.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mensagens-whatsapp.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Especialistas afirmam que o compartilhamento de conversas privadas do WhatsApp pode gerar indenização, mas a análise depende do contexto de cada caso – Imagem: Stockinq / Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<p>Segundo Jean Tulio, o simples fato de divulgar uma conversa privada sem autorização pode dar origem a um pedido de indenização, desde que a divulgação cause prejuízo à pessoa envolvida. “O simples fato de divulgar uma conversa privada sem autorização, causando constrangimento ou prejuízo, já pode configurar dano moral e gerar dever de indenizar, independentemente de lei específica de dados.”</p>
<p>Matheus Araújo cita a Constituição Federal, o Código Civil e o Marco Civil da Internet entre as normas que podem fundamentar esse tipo de proteção. Ele também destaca que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) já reconheceu que conversas mantidas pelo WhatsApp são protegidas pelo sigilo das comunicações da mesma forma que as ligações telefônicas, condicionando o acesso de terceiros ao consentimento dos participantes ou à autorização judicial.</p>
<p>Segundo o advogado, a divulgação de conversas privadas sem consentimento pode configurar ato ilícito passível de indenização, desde que fique demonstrado o dano moral. Ele acrescenta que, em geral, os tribunais estaduais exigem que a exposição vá além de um mero aborrecimento e provoque efetiva lesão à honra ou à intimidade da vítima.</p>
<p>Isso não significa, porém, que todo compartilhamento de mensagens privadas resulte em responsabilização. Como explicam os especialistas ouvidos pelo<strong> Olhar Digital</strong>, a análise depende das circunstâncias de cada caso, como a finalidade do encaminhamento, o contexto em que ele ocorreu e os prejuízos eventualmente causados à pessoa envolvida.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-a-justificativa-de-proteger-a-empresa-muda-a-analise">A justificativa de “proteger a empresa” muda a análise?</h2>
<p>No processo alemão, a mulher que encaminhou as mensagens do WhatsApp afirmou que agiu para proteger o consultório onde ambas trabalhavam. Segundo os especialistas, uma justificativa semelhante também seria analisada pela Justiça brasileira, mas não afastaria automaticamente uma eventual responsabilização.</p>
<p>Jean Tulio afirma que alegar boas intenções pode influenciar a avaliação da gravidade da conduta ou até o valor de uma eventual indenização, mas não torna lícito o compartilhamento de conversas privadas. “Essa justificativa pode até ser levada em conta para dosar a gravidade da conduta ou o valor da indenização, mas não afasta automaticamente a ilicitude. A jurisprudência brasileira tende a entender que boas intenções não autorizam a violação da privacidade alheia”, explica ele.</p>
<p>Na avaliação de Matheus Araújo, a própria forma como o compartilhamento ocorreu seria um elemento importante para essa análise. Ele explica que, no direito brasileiro, a alegação de legítimo interesse exige que a medida seja necessária e proporcional ao objetivo pretendido.</p>
<p>“O encaminhamento de mensagens privadas antigas, trocadas cerca de três anos antes, em contexto de amizade já encerrada, para a esposa do chefe, em vez de canais institucionais da empresa, como recursos humanos, compliance ou direção, dificilmente superaria esse exame de proporcionalidade”, avalia.</p>
<p>Segundo o advogado criminalista, fatores como o tempo decorrido entre a conversa e o compartilhamento, a escolha do destinatário e a ausência de urgência tendem a enfraquecer a alegação de que a divulgação ocorreu em benefício da empresa e podem reforçar a interpretação de que a motivação era pessoal.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-a-demissao-tambem-poderia-ser-questionada">A demissão também poderia ser questionada?</h2>
<p>Além da discussão sobre privacidade e proteção de dados, um caso como o analisado pela Justiça alemã também poderia ter desdobramentos na esfera trabalhista. Segundo os especialistas, a forma como as mensagens foram obtidas e utilizadas poderia ser considerada em uma eventual ação judicial.</p>
<p>Matheus Araújo afirma que, caso a demissão estivesse diretamente relacionada ao conteúdo de mensagens privadas do WhatsApp obtidas de forma ilícita, a funcionária poderia questionar a validade da dispensa. Segundo ele, também seria possível pleitear indenização por dano moral em razão da utilização de informações pertencentes à esfera íntima da empregada. “Se a dispensa tivesse sido formalizada por justa causa com fundamento nas mensagens, as chances de reversão judicial tenderiam a ser ainda maiores.”</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="682" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/08/demissao-1024x682.jpg" alt="Funcionária deixa o escritório carregando uma caixa com objetos pessoais." class="wp-image-1359028" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/demissao-1024x682.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/demissao-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/demissao-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/demissao-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/demissao-150x100.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/demissao.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Especialistas afirmam que uma demissão motivada pelo conteúdo de mensagens privadas também pode ser questionada judicialmente, dependendo das circunstâncias do caso – Imagem: Seacalm / Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<p>Jean Tulio também avalia que a repercussão pode ir além da discussão sobre a LGPD. Segundo o advogado, se ficar demonstrado que a demissão teve como motivação o conteúdo das mensagens, a funcionária poderá discutir judicialmente a dispensa e buscar reparação pelos prejuízos sofridos.</p>
<p>“Se ficar demonstrado que a demissão teve como motivação real o conteúdo das mensagens, a funcionária pode discutir a dispensa como discriminatória ou arbitrária, buscando reintegração ou indenização”, explica ele.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-que-esse-julgamento-pode-mudar">O que esse julgamento pode mudar?</h2>
<p>Embora a decisão da Justiça alemã não tenha efeito sobre a legislação brasileira, ela pode servir de referência para discussões semelhantes envolvendo a aplicação da LGPD. Isso porque tanto o Brasil quanto a União Europeia preveem uma exceção para o tratamento de dados realizado por pessoas físicas em âmbito privado, e o principal desafio está em definir os limites dessa regra quando o compartilhamento produz efeitos fora da esfera pessoal.</p>
<p>Segundo Matheus Araújo, ainda não há um precedente de tribunal superior brasileiro que enfrente especificamente a interação entre a LGPD, o compartilhamento de conversas privadas e as repercussões nas relações de trabalho. Na avaliação dele, o desfecho do caso alemão e uma eventual manifestação do Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) tendem a servir como referência para futuras discussões que possam chegar aos tribunais brasileiros.</p>
<p>Na prática, o julgamento alemão deve ajudar a esclarecer até onde vai a exceção para o tratamento de dados em âmbito privado quando o compartilhamento de informações produz efeitos fora da esfera pessoal. Embora a decisão não tenha impacto direto sobre a legislação brasileira, ela pode servir de referência para futuras discussões envolvendo a aplicação da LGPD em situações semelhantes.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/08/03/seguranca/whatsapp-como-o-brasil-trataria-o-caso-que-pode-mudar-a-protecao-de-dados-na-europa/">WhatsApp: como o Brasil trataria o caso que pode mudar a proteção de dados na Europa</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
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			</item>
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		<title>Nomes de usuário no WhatsApp já são um problema</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/nomes-de-usuario-no-whatsapp-ja-sao-um-problema/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 22:52:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[meta]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[WhatsApp]]></category>
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					<description><![CDATA[O aplicativo Meta iniciou a liberação gradual de um novo recurso no WhatsApp que permite aos usuários reservar nomes de identificação, substituindo o uso exclusivo de números de telefone. A mudança altera a forma como pessoas passam a se encontrar e interagir na plataforma. A novidade, que deve ser expandida ao longo do ano, já provoca preocupações em diferentes países, com destaque para a Índia, onde autoridades e especialistas alertam para riscos de fraude e falsificação de identidade. O debate ganhou força após testes iniciais identificarem possíveis casos de uso indevido de nomes de figuras públicas. Enquanto a empresa afirma que adota medidas para proteger identidades oficiais, órgãos reguladores e especialistas em segurança digital questionam se o modelo pode abrir novas brechas para golpes e impersonações. Nova lógica de identificação digital e disputa sobre segurança WhatsApp – Imagem: Samuel Boivin/Shutterstock O sistema de nomes de usuário introduz uma mudança estrutural no funcionamento do WhatsApp, que até então dependia do número de telefone como principal identificador. Com a atualização, a comunicação passa a ocorrer também por meio de “nomes de usuários” escolhidos pelos próprios internautas. Recentemente, diversos nomes associados a figuras públicas e instituições estavam disponíveis para reserva, incluindo referências a políticos, celebridades e entidades financeiras. Entre eles, surgiram variações ligadas ao primeiro-ministro da Índia, a atores de Bollywood e a grandes grupos empresariais. De acordo com a Meta, haverá reserva preventiva de alguns nomes ligados a autoridades, governos e personalidades públicas, com o objetivo de impedir uso indevido. No entanto, a empresa não detalhou critérios específicos para definir quais variações seriam bloqueadas. A preocupação chegou ao governo indiano. O Ministério de Eletrônica e Tecnologia da Informação da Índia afirmou que o recurso pode ampliar casos de phishing, fraudes e golpes de “identidade digital falsa”, além de facilitar contatos enganosos sem exposição de números de telefone. Em posicionamento citado no texto, o órgão pediu explicações formais ao WhatsApp e questionou a continuidade do lançamento sem consultas adicionais. Também indicou a possibilidade de medidas legais sob a legislação local. Já grupos de defesa de direitos digitais criticam a intervenção estatal. Segundo o Internet Freedom Foundation, a regulação caso a caso pode dar ao governo poder excessivo sobre decisões de design de plataformas, o que dificultaria previsibilidade para empresas e usuários. Segurança, privacidade e riscos de impersonação Hacker – Imagem: iJeab/Shutterstock Especialistas em cibersegurança adotam uma leitura ambivalente da mudança. Para Rachel Tobac, CEO da SocialProof Security, o recurso pode reduzir riscos associados à exposição de números de telefone, como ataques de troca de chip e phishing. Em entrevista ao TechCrunch, ela afirmou: “Em última análise, os nomes de usuário são uma ótima ideia para evitar expor seu número de telefone a pessoas que você não conhece, mas também é importante verificar a identidade por meio dessa função de nome de usuário.“ Apesar disso, ela reconhece que nomes semelhantes ainda podem ser usados em tentativas de fraude, o que exigiria atenção dos usuários na verificação de identidade. A organização Mozilla Foundation também aponta riscos. Segundo a entidade, o novo sistema pode ampliar casos de golpes e impersonação, já que a identificação por telefone deixaria de funcionar como ferramenta de validação. Por outro lado, a Meta afirma que permitirá a vinculação de nomes de usuário das contas do Instagram e Facebook ao WhatsApp, buscando reduzir inconsistências e facilitar a identificação de perfis legítimos dentro do próprio ecossistema. O post Nomes de usuário no WhatsApp já são um problema apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O aplicativo Meta iniciou a liberação gradual de um novo recurso no WhatsApp que permite aos usuários reservar nomes de identificação, substituindo o uso exclusivo de números de telefone. A mudança altera a forma como pessoas passam a se encontrar e interagir na plataforma.</p>
<p>A novidade, que deve ser expandida ao longo do ano, já provoca preocupações em diferentes países, com destaque para a Índia, <a href="https://techcrunch.com/2026/07/01/whatsapp-usernames-are-already-raising-impersonation-red-flags/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">onde autoridades e especialistas alertam para riscos de fraude e falsificação de identidade</a>. O debate ganhou força após testes iniciais identificarem possíveis casos de uso indevido de nomes de figuras públicas.</p>
<p>Enquanto a empresa afirma que adota medidas para proteger identidades oficiais, órgãos reguladores e especialistas em segurança digital questionam se o modelo pode abrir novas brechas para golpes e impersonações.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-nova-logica-de-identificacao-digital-e-disputa-sobre-seguranca">Nova lógica de identificação digital e disputa sobre segurança</h2>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="577" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-e1777567365902-1024x577.jpg" alt="Logo do WhatsApp em um smartphone" class="wp-image-1309116" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-e1777567365902-1024x577.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-e1777567365902-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-e1777567365902-768x433.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-e1777567365902-1536x865.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-e1777567365902-2048x1154.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-e1777567365902-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-e1777567365902-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-e1777567365902-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">WhatsApp – Imagem: Samuel Boivin/Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<p>O sistema de nomes de usuário introduz uma mudança estrutural no funcionamento do WhatsApp, que até então dependia do número de telefone como principal identificador. Com a atualização, a comunicação passa a ocorrer também por meio de “nomes de usuários” escolhidos pelos próprios internautas.</p>
<p>Recentemente, diversos nomes associados a figuras públicas e instituições estavam disponíveis para reserva, incluindo referências a políticos, celebridades e entidades financeiras. Entre eles, surgiram variações ligadas ao primeiro-ministro da Índia, a atores de Bollywood e a grandes grupos empresariais.</p>
<p>De acordo com a Meta, haverá reserva preventiva de alguns nomes ligados a autoridades, governos e personalidades públicas, com o objetivo de impedir uso indevido. No entanto, a empresa não detalhou critérios específicos para definir quais variações seriam bloqueadas.</p>
<p>A preocupação chegou ao governo indiano. O Ministério de Eletrônica e Tecnologia da Informação da Índia afirmou que o recurso pode ampliar casos de phishing, fraudes e golpes de “identidade digital falsa”, além de facilitar contatos enganosos sem exposição de números de telefone.</p>
<p>Em posicionamento citado no texto, o órgão pediu explicações formais ao WhatsApp e questionou a continuidade do lançamento sem consultas adicionais. Também indicou a possibilidade de medidas legais sob a legislação local.</p>
<p>Já grupos de defesa de direitos digitais criticam a intervenção estatal. Segundo o <a href="https://x.com/internetfreedom/status/2072361878601511181" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Internet Freedom Foundation</a>, a regulação caso a caso pode dar ao governo poder excessivo sobre decisões de design de plataformas, o que dificultaria previsibilidade para empresas e usuários.</p>
<h3 class="wp-block-heading" id="h-seguranca-privacidade-e-riscos-de-impersonacao">Segurança, privacidade e riscos de impersonação</h3>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Destaque-Hacker-e-ciberseguranca-1024x576.jpg" alt="Foto de silhueta de hacker encapuzado" class="wp-image-1246360" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Destaque-Hacker-e-ciberseguranca-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Destaque-Hacker-e-ciberseguranca-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Destaque-Hacker-e-ciberseguranca-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Destaque-Hacker-e-ciberseguranca-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Destaque-Hacker-e-ciberseguranca-2048x1152.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Destaque-Hacker-e-ciberseguranca-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Destaque-Hacker-e-ciberseguranca-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Destaque-Hacker-e-ciberseguranca-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Hacker – Imagem: iJeab/Shutterstock</figcaption></figure>
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<p>Especialistas em cibersegurança adotam uma leitura ambivalente da mudança. Para Rachel Tobac, CEO da SocialProof Security, o recurso pode reduzir riscos associados à exposição de números de telefone, como ataques de troca de chip e phishing.</p>
<p>Em entrevista ao <a href="https://techcrunch.com/2026/07/01/whatsapp-usernames-are-already-raising-impersonation-red-flags/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">TechCrunch</a>, ela afirmou: “<em>Em última análise, os nomes de usuário são uma ótima ideia para evitar expor seu número de telefone a pessoas que você não conhece, mas também é importante verificar a identidade por meio dessa função de nome de usuário.</em>“</p>
<p>Apesar disso, ela reconhece que nomes semelhantes ainda podem ser usados em tentativas de fraude, o que exigiria atenção dos usuários na verificação de identidade.</p>
<p>A organização Mozilla Foundation também aponta riscos. Segundo a entidade, o novo sistema pode ampliar casos de golpes e impersonação, já que a identificação por telefone deixaria de funcionar como ferramenta de validação.</p>
<p>Por outro lado, a Meta afirma que permitirá a vinculação de nomes de usuário das contas do Instagram e Facebook ao WhatsApp, buscando reduzir inconsistências e facilitar a identificação de perfis legítimos dentro do próprio ecossistema.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/07/01/seguranca/nomes-de-usuario-no-whatsapp-ja-sao-um-problema/">Nomes de usuário no WhatsApp já são um problema</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Meta acusa empresa ‘espiã’ de tentar atacar usuários do WhatsApp</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/meta-acusa-empresa-espia-de-tentar-atacar-usuarios-do-whatsapp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 14:38:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[meta]]></category>
		<category><![CDATA[nso group]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[WhatsApp]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/meta-acusa-empresa-espia-de-tentar-atacar-usuarios-do-whatsapp/</guid>

					<description><![CDATA[A Meta afirmou ter identificado uma nova tentativa da NSO Group de atacar usuários do WhatsApp. A big tech já havia conseguido uma liminar que impedia a empresa de atuar no aplicativo de mensagens e, agora, pede ao tribunal dos Estados Unidos que a declare em desacato. A israelense NSO Group é fabricante do spyware Pegasus. O conflito começou em 2019, quando a Meta abriu um processo acusando a companhia de usar o WhatsApp para atacar jornalistas, ativistas de direitos humanos, dissidentes políticos e outras pessoas. No ano passado, um júri concedeu à Meta US$ 167 milhões em indenização (valor que foi reduzido posteriormente para US$ 4 milhões) e uma proibição permanente da NSO Group de usar o WhatsApp. Spyware Pegasus, da NSO Group, é vendido para governos e empresas de inteligência, mas virou alvo de polêmicas por acusações de uso em campanhas contra indivíduos – Imagem: T. Schneider/Shutterstock Meta volta a acusar NSO Group de organizar ataques no WhatsApp Agora, menos de um ano depois da decisão, a big tech afirma ter identificado uma nova campanha de ataques direcionados a usuários do aplicativo. Em comunicado publicado nesta segunda-feira (8), a companhia revelou que detectou um conjunto de contas vinculadas à NSO Group que tentavam induzir usuários a clicar em links maliciosos. A Meta descreveu a campanha como semelhante a outras operações de phishing já associadas à fabricante do spyware. Segundo um porta-voz, o ataque mais recente teve como alvo menos de dez usuários do WhatsApp, localizados “principalmente” na Jordânia e no Líbano. Ainda de acordo com o representante da big tech, não há “sinais de comprometimento entre os alvos identificados”. A NSO Group ainda não se manifestou. O post Meta acusa empresa ‘espiã’ de tentar atacar usuários do WhatsApp apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A <a href="https://olhardigital.com.br/tag/meta/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Meta</a> afirmou ter identificado uma <strong>nova tentativa da<a href="https://olhardigital.com.br/tag/nso-group/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> NSO Group</a> de atacar usuários do <a href="https://olhardigital.com.br/tag/whatsapp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">WhatsApp</a></strong>. A big tech já havia conseguido uma liminar que impedia a empresa de atuar no aplicativo de mensagens e, agora, pede ao tribunal dos Estados Unidos que a declare em desacato.</p>
<p>A israelense NSO Group é fabricante do spyware Pegasus. O conflito começou em 2019, quando a Meta abriu um processo acusando a companhia de usar o WhatsApp para atacar jornalistas, ativistas de direitos humanos, dissidentes políticos e outras pessoas.</p>
<p>No ano passado, um júri concedeu à Meta US$ 167 milhões em indenização (valor que foi reduzido posteriormente para US$ 4 milhões) e uma proibição permanente da NSO Group de usar o WhatsApp.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/10/nso-group-1024x768.jpg" alt="nso group" class="wp-image-1203139" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/nso-group-1024x768.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/nso-group-300x225.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/nso-group-768x576.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/nso-group-1536x1152.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/nso-group-2048x1536.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/nso-group-150x113.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Spyware Pegasus, da NSO Group, é vendido para governos e empresas de inteligência, mas virou alvo de polêmicas por acusações de uso em campanhas contra indivíduos – Imagem: T. Schneider/Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-meta-volta-a-acusar-nso-group-de-organizar-ataques-no-whatsapp">Meta volta a acusar NSO Group de organizar ataques no WhatsApp</h2>
<p>Agora, menos de um ano depois da decisão, a big tech afirma ter identificado uma <strong>nova campanha de ataques</strong> direcionados a usuários do aplicativo. </p>
<p>Em <a href="https://about.fb.com/news/2026/06/fighting-spyware-an-update-from-whatsapp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">comunicado</a> publicado nesta segunda-feira (8), a companhia revelou que detectou um conjunto de contas vinculadas à NSO Group que tentavam<strong> induzir usuários a clicar em links maliciosos</strong>. A Meta descreveu a campanha como semelhante a outras operações de phishing já associadas à fabricante do spyware.</p>
<p>Segundo um porta-voz, o ataque mais recente teve como alvo menos de <strong>dez usuários do WhatsApp, localizados “principalmente” na Jordânia e no Líbano</strong>. Ainda de acordo com o representante da big tech, <strong>não há “sinais de comprometimento entre os alvos identificados”</strong>.</p>
<p>A NSO Group ainda não se manifestou.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/08/seguranca/meta-acusa-empresa-espia-de-tentar-atacar-usuarios-do-whatsapp/">Meta acusa empresa ‘espiã’ de tentar atacar usuários do WhatsApp</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>FBI diz que criptografia não protege totalmente apps de mensagem</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/fbi-diz-que-criptografia-nao-protege-totalmente-apps-de-mensagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 16:06:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aplicativos]]></category>
		<category><![CDATA[criptografia]]></category>
		<category><![CDATA[criptografia de ponta a ponta]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[signal]]></category>
		<category><![CDATA[WhatsApp]]></category>
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					<description><![CDATA[A segurança de aplicativos de mensagens como WhatsApp e Signal voltou ao centro do debate após um alerta recente do FBI indicar que a criptografia de ponta a ponta não protege usuários da forma como muitos imaginam. Segundo a agência federal de investigação dos Estados Unidos, mesmo com esse tipo de proteção ativa, contas e dispositivos continuam vulneráveis a ataques que não envolvem a quebra da criptografia em si. O aviso aponta que usuários de iPhone e Android podem ter dados acessados por invasores que exploram falhas nos aparelhos ou em configurações específicas. O cenário ajuda a explicar casos recentes de malware distribuído via mensagens e até a possibilidade de acessar conteúdos apagados em aplicativos como o Signal. Signal é um aplicativo de mensagens com criptografia de ponta a ponta, usado para comunicações privadas em smartphones – Imagem: Melnikov Dmitriy / Shutterstock Criptografia protege o trânsito, não o dispositivo A principal distinção feita pelo FBI é que a criptografia de ponta a ponta atua apenas durante o envio das mensagens. Ou seja, ela protege o conteúdo enquanto ele está em trânsito entre um dispositivo e outro. No entanto, assim que a mensagem chega ao destino, ela é descriptografada e passa a depender da segurança do aparelho. Isso significa que, se um smartphone for comprometido, seja por acesso físico ou remoto, o conteúdo das conversas pode ser exposto. De acordo com o alerta, mais de 1 bilhão de smartphones já não recebem atualizações de segurança do sistema operacional. Esses dispositivos representam um ponto crítico, já que vulnerabilidades conhecidas podem ser exploradas em ataques mais recentes. Notificações e configurações ampliam riscos Um dos exemplos citados envolve a forma como notificações são armazenadas em dispositivos. A coleta de mensagens apagadas no Signal, segundo o FBI, não ocorreu por falha no aplicativo, mas sim pela maneira como o iPhone gerencia notificações. Se o usuário permite que notificações exibam o remetente e trechos da mensagem, essas informações podem ficar acessíveis no aparelho. A recomendação é revisar as configurações de notificações caso haja preocupação com esse tipo de exposição. Contas sequestradas e acesso indevido Outro vetor de ataque destacado envolve o comprometimento de contas. Golpes que levam usuários a compartilhar códigos de verificação ou a conectar dispositivos desconhecidos a aplicativos como WhatsApp e Signal podem permitir acesso completo às conversas. Segundo o FBI, campanhas recentes resultaram em acesso não autorizado a milhares de contas, permitindo que invasores visualizassem mensagens, listas de contatos e até enviassem conteúdos em nome das vítimas. FBI alertou para campanhas que resultaram no acesso não autorizado a contas de aplicativos de mensagens – Imagem: domoyega/iStock Embora o foco tenha sido o Signal em um dos casos, o órgão afirma que métodos semelhantes podem ser aplicados a outras plataformas de mensagens. Segurança depende do conjunto O alerta reforça que a criptografia de ponta a ponta continua funcionando corretamente e não foi quebrada. Ainda assim, ela não é suficiente para garantir a proteção total dos dados. Na prática, a segurança depende também do estado do dispositivo utilizado, das configurações adotadas e do comportamento do usuário ao interagir com links, códigos e acessos vinculados às contas. O post FBI diz que criptografia não protege totalmente apps de mensagem apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A segurança de aplicativos de mensagens como <strong><a href="https://olhardigital.com.br/tag/whatsapp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">WhatsApp</a></strong> e Signal voltou ao centro do debate após um <a href="https://www.ic3.gov/PSA/2026/PSA260320" target="_blank" rel="noreferrer noopener">alerta</a> recente do FBI indicar que a <strong><a href="https://olhardigital.com.br/tag/criptografia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">criptografia</a> de ponta a ponta</strong> não protege usuários da forma como muitos imaginam. Segundo a agência federal de investigação dos Estados Unidos, mesmo com esse tipo de proteção ativa, contas e dispositivos continuam vulneráveis a ataques que não envolvem a quebra da criptografia em si.</p>
<p>O aviso aponta que <strong>usuários de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/iphone/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">iPhone</a> e <a href="https://olhardigital.com.br/tag/android/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Android</a></strong> podem ter dados acessados por invasores que exploram falhas nos aparelhos ou em configurações específicas. O cenário ajuda a explicar casos recentes de malware distribuído via mensagens e até a possibilidade de acessar conteúdos apagados em aplicativos como o <a href="https://olhardigital.com.br/tag/signal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Signal</a>.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/12/signal-app-1024x682.jpg" alt="logo do aplicativo de mensagens signal em um celular" class="wp-image-1227696" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/signal-app-1024x682.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/signal-app-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/signal-app-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/signal-app-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/signal-app-150x100.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/signal-app.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Signal é um aplicativo de mensagens com criptografia de ponta a ponta, usado para comunicações privadas em smartphones – Imagem: Melnikov Dmitriy / Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-criptografia-protege-o-transito-nao-o-dispositivo">Criptografia protege o trânsito, não o dispositivo</h2>
<p>A principal distinção feita pelo FBI é que a criptografia de ponta a ponta atua apenas durante o envio das mensagens. Ou seja, ela protege o conteúdo enquanto ele está em trânsito entre um dispositivo e outro.</p>
<p>No entanto, assim que a mensagem chega ao destino, ela é descriptografada e passa a depender da segurança do aparelho. Isso significa que, se um smartphone for comprometido, seja por acesso físico ou remoto, o conteúdo das conversas pode ser exposto.</p>
<p>De acordo com o alerta, mais de <strong>1 bilhão de smartphones</strong> já não recebem atualizações de segurança do sistema operacional. Esses dispositivos representam um ponto crítico, já que vulnerabilidades conhecidas podem ser exploradas em ataques mais recentes.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-notificacoes-e-configuracoes-ampliam-riscos">Notificações e configurações ampliam riscos</h2>
<p>Um dos exemplos citados envolve a forma como notificações são armazenadas em dispositivos. A coleta de mensagens apagadas no Signal, segundo o FBI, não ocorreu por falha no aplicativo, mas sim pela maneira como o iPhone gerencia notificações.</p>
<p>Se o usuário permite que notificações exibam o remetente e trechos da mensagem, essas informações podem ficar acessíveis no aparelho. A recomendação é revisar as configurações de notificações caso haja preocupação com esse tipo de exposição.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-contas-sequestradas-e-acesso-indevido">Contas sequestradas e acesso indevido</h2>
<p>Outro vetor de ataque destacado envolve o comprometimento de contas. <a href="https://olhardigital.com.br/tag/golpes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Golpes</a> que levam usuários a compartilhar códigos de verificação ou a conectar dispositivos desconhecidos a aplicativos como WhatsApp e Signal podem permitir acesso completo às conversas.</p>
<p>Segundo o FBI, campanhas recentes resultaram em <strong>acesso não autorizado a milhares de contas</strong>, permitindo que invasores visualizassem mensagens, listas de contatos e até enviassem conteúdos em nome das vítimas.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/12/fbi-1024x683.jpg" alt="fbi" class="wp-image-1229541" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/fbi-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/fbi-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/fbi-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/fbi-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/fbi-2048x1365.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/fbi-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">FBI alertou para campanhas que resultaram no acesso não autorizado a contas de aplicativos de mensagens – Imagem: domoyega/iStock</figcaption></figure>
</div>
<p>Embora o foco tenha sido o Signal em um dos casos, o órgão afirma que métodos semelhantes podem ser aplicados a outras plataformas de mensagens.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-seguranca-depende-do-conjunto">Segurança depende do conjunto</h2>
<p>O alerta reforça que a criptografia de ponta a ponta continua funcionando corretamente e não foi quebrada. Ainda assim, ela não é suficiente para garantir a proteção total dos dados.</p>
<p>Na prática, a segurança depende também do estado do dispositivo utilizado, das configurações adotadas e do comportamento do usuário ao interagir com links, códigos e acessos vinculados às contas.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/04/13/seguranca/fbi-diz-que-criptografia-nao-protege-totalmente-apps-de-mensagem/">FBI diz que criptografia não protege totalmente apps de mensagem</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>FBI: hackers russos atacam contas de autoridades dos EUA em apps de mensagem</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/fbi-hackers-russos-atacam-contas-de-autoridades-dos-eua-em-apps-de-mensagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 20:18:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FBI]]></category>
		<category><![CDATA[hacker]]></category>
		<category><![CDATA[rússia]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[signal]]></category>
		<category><![CDATA[WhatsApp]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/fbi-hackers-russos-atacam-contas-de-autoridades-dos-eua-em-apps-de-mensagem/</guid>

					<description><![CDATA[Milhares de contas de aplicativos de mensagem pertencentes a funcionários do governo estadunidense, militares, políticos e jornalistas foram comprometidas por hackers russos, segundo agências de inteligência dos Estados Unidos. A estratégia dos atacantes é bem específica: eles se fazem passar por contas oficiais de suporte das plataformas de mensagem mais populares, como Signal e WhatsApp. O objetivo é fazer com que os usuários cliquem em links maliciosos ou compartilhem informações sensíveis, como códigos de verificação ou PINs. O Federal Bureau of Investigation (FBI) e a Cybersecurity and Infrastructure Security Agency (CISA) publicaram um comunicado conjunto explicando como funciona esse esquema. A ideia é enganar o usuário para que ele clique em um link ou compartilhe códigos de verificação e PINs. Como funciona o golpe com contas dos mensageiros Um exemplo concreto citado pelas agências mostra uma conta chamada “Signal Support“, que avisa o usuário sobre uma tentativa suspeita de login; Na sequência, a conta falsa instrui a vítima a responder com um código de verificação; Depois de conseguir acesso, os hackers expulsam as vítimas de suas próprias contas. Mais do que isso: eles podem se passar pelas vítimas e enviar links de phishing nas mensagens para os contatos delas, perpetuando o ataque; As recomendações do FBI e da CISA são diretas: trate mensagens desconhecidas com desconfiança, bloqueie e reporte imediatamente, além de ativar recursos de segurança nos aplicativos de mensagem. O alerta estadunidense segue alertas similares que saíram mais cedo neste mês de agências em Portugal e na Holanda. Essas agências afirmam que o Kremlin infiltrou contas do WhatsApp e Signal de funcionários do governo, diplomatas e militares. Para os serviços de inteligência holandeses MIVD e AIVD, a Rússia tem interesse especial no Signal por causa de sua “boa reputação” como um canal de comunicação independente, seguro e confiável para autoridades, que usa criptografia de ponta a ponta. Eles publicaram essa avaliação em um comunicado no início deste mês. Na semana passada, o Centro de Coordenação de Crises Cibernéticas da França (C4) também emitiu um alerta sobre os mesmos alvos em plataformas de mensagem. FBI lançou nota em conjunto, na qual explica a forma de ataque (Imagem: domoyega/iStock) Leia mais: Signal: como deixar o app de mensagens ainda mais seguro 10 truques escondidos no WhatsApp que você deveria aprender Golpe no WhatsApp mira credenciais do Gov.br na temporada do IR O Signal escreveu no X no início deste mês que sua infraestrutura não foi comprometida nos ataques. A empresa lembrou os usuários que o suporte do aplicativo “nunca iniciará contato via mensagens no aplicativo, SMS ou mídia social” para pedir um código de verificação. “Embora construamos proteções técnicas robustas, a vigilância do usuário é, em última análise, a melhor defesa contra phishing”, escreveu o Signal. “Por favor, permaneçam alertas e nunca compartilhem seu código de verificação SMS ou PIN do Signal com ninguém.” Para se proteger, vale seguir algumas regras básicas: desconfie de qualquer mensagem pedindo códigos ou senhas, mesmo que pareça vir de uma empresa conhecida. As empresas de tecnologia sérias nunca pedem essas informações por mensagem. E se você tem dúvida sobre uma mensagem, é melhor entrar em contato com a empresa por meio dos canais oficiais para confirmar. A coordenação entre agências estadunidenses e europeias para alertar sobre esses ataques mostra que o problema é amplo e organizado. Não são hackers isolados tentando a sorte — são operações estruturadas, talvez com apoio estatal, mirando especificamente em pessoas que têm acesso a informações estratégicas. O que dizem as empresas citadas O Olhar Digital entrou em contato com Signal e WhatsApp sobre o alerta das agências de inteligência e aguarda retorno. O post FBI: hackers russos atacam contas de autoridades dos EUA em apps de mensagem apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Milhares</strong> de contas de aplicativos de mensagem pertencentes a funcionários do governo estadunidense, militares, políticos e jornalistas foram comprometidas por hackers russos, <a href="https://www.ic3.gov/PSA/2026/PSA260320" target="_blank" rel="noreferrer noopener">segundo</a> agências de inteligência dos Estados Unidos.</p>
<p>A estratégia dos atacantes é bem específica: eles se fazem passar por contas oficiais de suporte das plataformas de mensagem mais populares, como <strong>Signal e WhatsApp</strong>. O objetivo é fazer com que os usuários <strong>cliquem em links maliciosos</strong> ou <strong>compartilhem informações sensíveis</strong>, como códigos de verificação ou PINs.</p>
<p>O <strong>Federal Bureau of Investigation (FBI)</strong> e a <strong>Cybersecurity and Infrastructure Security Agency (CISA)</strong> publicaram um comunicado conjunto explicando como funciona esse esquema. A ideia é enganar o usuário para que ele clique em um link ou compartilhe códigos de verificação e PINs.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-funciona-o-golpe-com-contas-dos-mensageiros">Como funciona o golpe com contas dos mensageiros</h2>
<ul>
<li>Um exemplo concreto citado pelas agências mostra uma conta chamada “<strong>Signal Support</strong>“, que avisa o usuário sobre uma <strong>tentativa suspeita</strong> de login;</li>
<li>Na sequência, a conta falsa instrui a vítima a responder com um <strong>código de verificação</strong>;</li>
<li>Depois de conseguir acesso, os hackers <strong>expulsam</strong> as vítimas de suas próprias contas. Mais do que isso: eles <strong>podem se passar pelas vítimas</strong> e enviar links de <strong>phishing</strong> nas mensagens para os contatos delas, perpetuando o ataque;</li>
<li>As recomendações do FBI e da CISA são diretas: trate mensagens desconhecidas com <strong>desconfiança</strong>, <strong>bloqueie e reporte</strong> imediatamente, além de <strong>ativar recursos de segurança</strong> nos aplicativos de mensagem.</li>
</ul>
<p>O alerta estadunidense segue alertas similares que saíram mais cedo neste mês de agências em <strong>Portugal</strong> e na <strong>Holanda</strong>. Essas agências afirmam que o Kremlin <strong>infiltrou</strong> contas do WhatsApp e Signal de funcionários do governo, diplomatas e militares.</p>
<p>Para os serviços de inteligência holandeses <strong>MIVD e AIVD</strong>, a Rússia tem interesse especial no Signal por causa de sua “<strong>boa reputação</strong>” como um canal de comunicação independente, seguro e confiável para autoridades, que usa criptografia de ponta a ponta. Eles publicaram essa avaliação em um comunicado no início deste mês.</p>
<p>Na semana passada, o Centro de Coordenação de Crises Cibernéticas da França (C4) também emitiu um alerta sobre os mesmos alvos em plataformas de mensagem.</p>
</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/12/fbi-1024x683.jpg" alt="fbi" class="wp-image-1229541" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/fbi-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/fbi-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/fbi-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/fbi-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/fbi-2048x1365.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/fbi-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">FBI lançou nota em conjunto, na qual explica a forma de ataque (Imagem: domoyega/iStock)</figcaption></figure>
</div>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2021/01/21/noticias/signal-como-deixar-o-app-de-mensagens-ainda-mais-seguro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Signal: como deixar o app de mensagens ainda mais seguro</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/06/15/dicas-e-tutoriais/10-truques-escondidos-no-whatsapp-que-voce-deveria-aprender/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">10 truques escondidos no WhatsApp que você deveria aprender</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/03/16/seguranca/golpe-no-whatsapp-mira-credenciais-do-gov-br-na-temporada-do-ir/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Golpe no WhatsApp mira credenciais do Gov.br na temporada do IR</a></li>
</ul>
<p>O Signal escreveu no X no início deste mês que sua infraestrutura não foi comprometida nos ataques. A empresa lembrou os usuários que o suporte do aplicativo “<strong>nunca</strong> iniciará contato via mensagens no aplicativo, SMS ou mídia social” para pedir um código de verificação.</p>
<p>“Embora construamos proteções técnicas robustas, a <strong>vigilância</strong> do usuário é, em última análise, a melhor defesa contra phishing”, escreveu o Signal. “Por favor, permaneçam alertas e <strong>nunca</strong> compartilhem seu código de verificação SMS ou PIN do Signal com ninguém.”</p>
<p>Para se proteger, vale seguir algumas regras básicas: desconfie de qualquer mensagem pedindo códigos ou senhas, mesmo que pareça vir de uma empresa conhecida. As empresas de tecnologia sérias nunca pedem essas informações por mensagem. E se você tem dúvida sobre uma mensagem, é melhor entrar em contato com a empresa por meio dos canais oficiais para confirmar.</p>
<p>A coordenação entre agências estadunidenses e europeias para alertar sobre esses ataques mostra que o problema é amplo e organizado. Não são hackers isolados tentando a sorte — são operações estruturadas, talvez com apoio estatal, mirando especificamente em pessoas que têm acesso a informações estratégicas.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-que-dizem-as-empresas-citadas">O que dizem as empresas citadas</h2>
<p>O <strong>Olhar Digital</strong> entrou em contato com Signal e WhatsApp sobre o alerta das agências de inteligência e aguarda retorno.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/03/24/seguranca/fbi-hackers-russos-atacam-contas-de-autoridades-dos-eua-em-apps-de-mensagem/">FBI: hackers russos atacam contas de autoridades dos EUA em apps de mensagem</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Golpe no WhatsApp mira credenciais do Gov.br na temporada do IR</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/golpe-no-whatsapp-mira-credenciais-do-gov-br-na-temporada-do-ir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 15:43:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[golpes]]></category>
		<category><![CDATA[gov.br]]></category>
		<category><![CDATA[phishing]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[WhatsApp]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/golpe-no-whatsapp-mira-credenciais-do-gov-br-na-temporada-do-ir/</guid>

					<description><![CDATA[Uma campanha ativa de phishing que circula pelo WhatsApp tem como alvo as credenciais de acesso ao Gov.br. O esquema foi identificado pela INGENI, divisão de inteligência da consultoria brasileira Redbelt Security, e explora a proximidade do prazo de entrega da declaração do Imposto de Renda 2025/2026 para pressionar as vítimas. A fraude se disfarça de comunicação oficial do Governo Federal, usando nome, foto de perfil e identidade visual copiados. A mensagem alerta sobre uma suposta “pendência grave” no IRPF e ameaça o bloqueio total do CPF em até 24 horas — além de citar restrições ao uso do Pix, acesso a contas bancárias e inclusão em cadastros como Serasa, SPC e BACEN. Criminosos usam mensagens no WhatsApp para atrair vítimas e roubar suas credenciais de contas Gov.br (Imagem: Ink Drop/Shutterstock) Como o golpe funciona? Ao clicar no link enviado pela mensagem, a vítima é redirecionada a um site falso — como o domínio declare-brasil.site/gov/ — que imita visualmente os portais oficiais do governo. A página replica um formulário de login e solicita as credenciais do Gov.br. Em seguida, exibe uma simulação falsa de guia de pagamento de imposto. Com os dados em mãos, os criminosos conseguem acesso a uma série de serviços federais vinculados à conta: declarações de IR, informações do INSS, carteira de trabalho digital e dados previdenciários, entre outros. Golpe pode fornecer acesso indevido a serviços federais, inclusive declarações de IR (Imagem: Lais Monteiro / Shutterstock.com) Como identificar a fraude? A Redbelt Security aponta sinais claros que denunciam o golpe. O principal é o endereço do site: domínios legítimos do governo utilizam exclusivamente o sufixo gov.br, como receita.fazenda.gov.br. Qualquer variação fora desse padrão é suspeita. Outro indicativo é o próprio canal de contato: a Receita Federal não utiliza o WhatsApp para cobrar ou comunicar pendências de IR. A linguagem da mensagem também destoa de comunicações oficiais — com emojis, letras em caixa alta e tom de urgência exagerado. Além disso, a informação de que o CPF seria “bloqueado totalmente” é tecnicamente falsa e serve apenas para provocar pânico e impedir uma análise racional da situação. Leia mais: Golpe do CPF cancelado no WhatsApp: saiba como se proteger Faz Pix pelo WhatsApp? 3 configurações obrigatórias para blindar seu celular de golpes Conheça 4 funções do WhatsApp que te protegem contra golpes no app O que fazer se você recebeu a mensagem? A INGENI orienta que, ao receber mensagens desse tipo, o usuário nunca clique nos links e sempre acesse os portais do governo digitando o endereço diretamente no navegador. Ativar a verificação em duas etapas na conta Gov.br é uma camada extra de proteção recomendada. Quem já inseriu as credenciais deve alterar a senha imediatamente no portal oficial www.gov.br e contatar a Central de Atendimento do Governo pelo número 138. Também é recomendado registrar um boletim de ocorrência na delegacia virtual do estado e denunciar a conta suspeita diretamente pelo WhatsApp. A divisão INGENI alerta que esse tipo de campanha tende a se intensificar durante o período de declaração do IR, quando o aumento das interações com temas fiscais amplia a exposição da população a fraudes digitais. O post Golpe no WhatsApp mira credenciais do Gov.br na temporada do IR apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Uma campanha ativa de <strong><a href="https://olhardigital.com.br/tag/phishing/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">phishing</a></strong> que circula pelo <a href="https://olhardigital.com.br/tag/whatsapp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">WhatsApp</a> tem como alvo as credenciais de acesso ao <strong>Gov.br</strong>. O esquema foi identificado pela INGENI, divisão de inteligência da consultoria brasileira <strong>Redbelt Security</strong>, e explora a proximidade do prazo de entrega da declaração do <strong>Imposto de Renda 2025/2026</strong> para pressionar as vítimas.</p>
<p>A fraude se disfarça de comunicação oficial do Governo Federal, usando nome, foto de perfil e identidade visual copiados. A mensagem alerta sobre uma suposta “pendência grave” no IRPF e ameaça o <strong>bloqueio total do CPF em até 24 horas</strong> — além de citar restrições ao uso do <a href="https://olhardigital.com.br/tag/pix/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pix</a>, acesso a contas bancárias e inclusão em cadastros como Serasa, SPC e BACEN.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="577" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whats-app-e1769423643800-1024x577.jpg" alt="whatsapp" class="wp-image-1227552" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whats-app-e1769423643800-1024x577.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whats-app-e1769423643800-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whats-app-e1769423643800-768x433.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whats-app-e1769423643800-1536x865.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whats-app-e1769423643800-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whats-app-e1769423643800-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whats-app-e1769423643800-150x84.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whats-app-e1769423643800.jpg 2001w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Criminosos usam mensagens no WhatsApp para atrair vítimas e roubar suas credenciais de contas Gov.br (Imagem: Ink Drop/Shutterstock)</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-o-golpe-funciona">Como o golpe funciona?</h2>
<p>Ao clicar no link enviado pela mensagem, a vítima é redirecionada a um <strong>site falso</strong> — como o domínio declare-brasil.site/gov/ — que imita visualmente os portais oficiais do governo. A página replica um formulário de login e solicita as credenciais do <a href="https://olhardigital.com.br/tag/gov-br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gov.br</a>. Em seguida, exibe uma simulação falsa de guia de pagamento de imposto.</p>
<p>Com os dados em mãos, os criminosos conseguem acesso a uma série de serviços federais vinculados à conta: <strong>declarações de IR</strong>, informações do INSS, carteira de trabalho digital e dados previdenciários, entre outros.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/02/receita-sade-imposto-renda-1024x576.png" alt="Aplicativo da Receita Federal" class="wp-image-1064560" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/receita-sade-imposto-renda-1024x576.png 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/receita-sade-imposto-renda-300x169.png 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/receita-sade-imposto-renda-768x432.png 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/receita-sade-imposto-renda-1536x864.png 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/receita-sade-imposto-renda-2048x1152.png 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/receita-sade-imposto-renda-1920x1080.png 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/receita-sade-imposto-renda-150x84.png 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/receita-sade-imposto-renda-1280x720.png 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Golpe pode fornecer acesso indevido a serviços federais, inclusive declarações de IR (Imagem: Lais Monteiro / Shutterstock.com)</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-identificar-a-fraude">Como identificar a fraude?</h2>
<p>A Redbelt Security aponta sinais claros que denunciam o golpe. O principal é o <strong>endereço do site</strong>: domínios legítimos do governo utilizam exclusivamente o sufixo gov.br, como receita.fazenda.gov.br. Qualquer variação fora desse padrão é suspeita.</p>
<p>Outro indicativo é o próprio canal de contato: a <strong>Receita Federal não utiliza o WhatsApp</strong> para cobrar ou comunicar pendências de IR. A linguagem da mensagem também destoa de comunicações oficiais — com emojis, letras em caixa alta e tom de urgência exagerado.</p>
<p>Além disso, a informação de que o <a href="https://olhardigital.com.br/tag/cpf/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CPF</a> seria “bloqueado totalmente” é <strong>tecnicamente falsa</strong> e serve apenas para provocar pânico e impedir uma análise racional da situação.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/03/04/seguranca/golpe-do-cpf-cancelado-no-whatsapp-saiba-como-se-proteger/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Golpe do CPF cancelado no WhatsApp: saiba como se proteger</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/01/25/dicas-e-tutoriais/pix-whatsapp-configuracoes-seguranca-roubo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Faz Pix pelo WhatsApp? 3 configurações obrigatórias para blindar seu celular de golpes</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2024/11/14/seguranca/conheca-4-funcoes-do-whatsapp-que-te-protegem-contra-golpes-no-app/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Conheça 4 funções do WhatsApp que te protegem contra golpes no app</a></li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-que-fazer-se-voce-recebeu-a-mensagem">O que fazer se você recebeu a mensagem?</h2>
<p>A INGENI orienta que, ao receber mensagens desse tipo, o usuário <strong>nunca clique nos links</strong> e sempre acesse os portais do governo digitando o endereço diretamente no navegador. Ativar a <strong>verificação em duas etapas</strong> na conta Gov.br é uma camada extra de proteção recomendada.</p>
<p>Quem já inseriu as credenciais deve <strong>alterar a senha imediatamente</strong> no portal oficial www.gov.br e contatar a Central de Atendimento do Governo pelo número <strong>138</strong>. Também é recomendado registrar um boletim de ocorrência na delegacia virtual do estado e denunciar a conta suspeita diretamente pelo WhatsApp.</p>
<p>A divisão INGENI alerta que esse tipo de campanha tende a se intensificar durante o período de declaração do IR, quando o aumento das interações com temas fiscais amplia a exposição da população a fraudes digitais.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/03/16/seguranca/golpe-no-whatsapp-mira-credenciais-do-gov-br-na-temporada-do-ir/">Golpe no WhatsApp mira credenciais do Gov.br na temporada do IR</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
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		<title>WhatsApp cria contas com controle dos pais para menores de 13 anos</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/whatsapp-cria-contas-com-controle-dos-pais-para-menores-de-13-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 15:24:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[WhatsApp]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/whatsapp-cria-contas-com-controle-dos-pais-para-menores-de-13-anos/</guid>

					<description><![CDATA[O WhatsApp anunciou o lançamento de contas gerenciadas por pais ou responsáveis para usuários com menos de 13 anos. A novidade permite que pré-adolescentes utilizem o aplicativo com uma experiência limitada a mensagens e chamadas, enquanto responsáveis têm acesso a ferramentas de supervisão. Embora o aplicativo seja classificado para maiores de 13 anos na App Store e na Play Store, a empresa afirma que muitos pré-adolescentes já utilizam o serviço para conversar com familiares. Segundo o WhatsApp, o recurso foi desenvolvido após feedback de pais que compraram celulares para os filhos e querem se comunicar com eles pelo aplicativo. Como funciona a ativação e o monitoramento Para configurar uma conta gerenciada, o pai, mãe ou responsável precisa ter o próprio celular e o dispositivo da criança lado a lado durante o processo inicial. A conexão entre as contas é feita por meio de um QR code, que confirma a autorização do adulto. Após a configuração, os responsáveis podem monitorar algumas atividades da conta. Por padrão, o WhatsApp envia notificações quando o pré-adolescente adiciona, bloqueia ou denuncia um contato. Os pais também podem ativar alertas opcionais para outras ações no aplicativo, como: mudança de nome ou foto de perfil; recebimento de novas solicitações de conversa; criação, entrada ou saída de grupos; ativação de mensagens temporárias em grupos; exclusão de conversas ou contatos. Todas essas configurações ficam protegidas por um PIN de seis dígitos, criado pelos responsáveis e controlado a partir do próprio dispositivo. Controles parentais e recursos limitados Nas contas gerenciadas, o WhatsApp restringe algumas funções disponíveis em perfis padrão. Usuários menores de 13 anos não têm acesso ao Meta AI, aos Canais nem ao Status. Além disso, o aplicativo não permite que esses usuários ativem mensagens temporárias em conversas individuais. Mesmo com essas limitações, a empresa afirma que todas as conversas e chamadas continuam protegidas por criptografia de ponta a ponta, o que significa que ninguém, nem mesmo o WhatsApp, pode acessar o conteúdo das comunicações. Proteção contra contatos desconhecidos O aplicativo também inclui medidas adicionais para lidar com interações de pessoas fora da lista de contatos. Quando um pré-adolescente recebe uma mensagem de alguém desconhecido, aparece um cartão informativo indicando, por exemplo, se existe algum grupo em comum e de qual país é o contato. O WhatsApp também: permite silenciar chamadas de números desconhecidos; desfoca automaticamente imagens enviadas por contatos desconhecidos; envia solicitações de conversa para uma pasta separada, protegida pelo PIN dos pais. Convites para grupos também ficam bloqueados pelo PIN. Antes de aceitá-los, os responsáveis podem ver informações como número de participantes e quem é o administrador do grupo. Transição para contas padrão Quando o usuário atingir uma idade maior, o WhatsApp enviará uma notificação informando que a conta pode ser convertida para um perfil padrão. A empresa afirma que pretende oferecer aos responsáveis a opção de adiar essa transição por até 12 meses. O recurso começou a ser disponibilizado em algumas regiões e deve chegar gradualmente a outros países nos próximos meses. Nos últimos anos, a Meta também tem lançado recursos de segurança voltados para adolescentes em redes sociais como Instagram e Facebook. Embora o WhatsApp não seja uma rede social, a empresa afirma que mais de 3 bilhões de pessoas usam o aplicativo em todo o mundo, incluindo crianças. O lançamento ocorre em um momento em que países como Dinamarca, Alemanha, Espanha e Reino Unido discutem ou adotam medidas para restringir o acesso de menores a redes sociais. Como configurar uma conta gerenciada pelos pais As contas gerenciadas estão sendo lançadas gradualmente e podem ainda não estar disponíveis em todas as regiões. O recurso é destinado a usuários com menos de 13 anos e precisa ser configurado por um pai, mãe ou responsável com 18 anos ou mais. Antes de iniciar, é necessário que ambos os aparelhos tenham a versão mais recente do WhatsApp para Android ou iPhone. Passo a passo inicial Baixe o WhatsApp Messenger no celular da criança pela Google Play Store ou App Store. Escolha o idioma e toque em “Concordar e continuar”. Acesse “Mais opções” e selecione “Criar uma conta gerenciada por pai, mãe ou responsável”. Registre e verifique o número de telefone da criança. Insira a data de nascimento e confirme a idade. Em seguida, o aplicativo solicitará a conexão com a conta do responsável. Conectar ao celular do responsável No celular da criança, será exibido um QR code. O responsável deve escanear o código com a câmera do próprio celular. Ao abrir o WhatsApp, toque em “Concordar e continuar”. Confirme que você é um adulto e crie um PIN de seis dígitos para controlar as configurações da conta. Depois disso, basta confirmar o PIN e finalizar a configuração no celular da criança, que poderá inserir nome e foto de perfil para começar a usar o aplicativo. O post WhatsApp cria contas com controle dos pais para menores de 13 anos apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O <strong>WhatsApp</strong> anunciou o lançamento de <strong>contas gerenciadas por pais ou responsáveis para usuários com menos de 13 anos</strong>. A novidade permite que pré-adolescentes utilizem o aplicativo com uma experiência limitada a <strong>mensagens e chamadas</strong>, enquanto responsáveis têm acesso a ferramentas de supervisão.</p>
<p>Embora o aplicativo seja classificado para <strong>maiores de 13 anos na App Store e na Play Store</strong>, a empresa afirma que muitos pré-adolescentes já utilizam o serviço para conversar com familiares. Segundo o WhatsApp, o recurso foi desenvolvido após <strong>feedback de pais que compraram celulares para os filhos e querem se comunicar com eles pelo aplicativo</strong>.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-funciona-a-ativacao-e-o-monitoramento">Como funciona a ativação e o monitoramento</h2>
<p>Para configurar uma <strong>conta gerenciada</strong>, o pai, mãe ou responsável precisa ter <strong>o próprio celular e o dispositivo da criança lado a lado</strong> durante o processo inicial. A conexão entre as contas é feita por meio de <strong>um QR code</strong>, que confirma a autorização do adulto.</p>
<p>Após a configuração, os responsáveis podem <strong>monitorar algumas atividades da conta</strong>. Por padrão, o WhatsApp envia notificações quando o pré-adolescente <strong>adiciona, bloqueia ou denuncia um contato</strong>.</p>
<p>Os pais também podem ativar <strong>alertas opcionais</strong> para outras ações no aplicativo, como:</p>
<ul>
<li>mudança de nome ou foto de perfil;</li>
<li>recebimento de novas solicitações de conversa;</li>
<li>criação, entrada ou saída de grupos;</li>
<li>ativação de mensagens temporárias em grupos;</li>
<li>exclusão de conversas ou contatos.</li>
</ul>
<p>Todas essas configurações ficam protegidas por um <strong>PIN de seis dígitos</strong>, criado pelos responsáveis e controlado a partir do próprio dispositivo.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-controles-parentais-e-recursos-limitados">Controles parentais e recursos limitados</h2>
<p>Nas contas gerenciadas, o WhatsApp restringe algumas funções disponíveis em perfis padrão. Usuários menores de 13 anos <strong>não têm acesso ao Meta AI, aos Canais nem ao Status</strong>.</p>
<p>Além disso, o aplicativo não permite que esses usuários <strong>ativem mensagens temporárias em conversas individuais</strong>.</p>
<p>Mesmo com essas limitações, a empresa afirma que <strong>todas as conversas e chamadas continuam protegidas por criptografia de ponta a ponta</strong>, o que significa que ninguém, nem mesmo o WhatsApp, pode acessar o conteúdo das comunicações.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-protecao-contra-contatos-desconhecidos">Proteção contra contatos desconhecidos</h2>
<p>O aplicativo também inclui medidas adicionais para lidar com <strong>interações de pessoas fora da lista de contatos</strong>.</p>
<p>Quando um pré-adolescente recebe uma mensagem de alguém desconhecido, aparece um <strong>cartão informativo</strong> indicando, por exemplo, se existe <strong>algum grupo em comum</strong> e <strong>de qual país é o contato</strong>.</p>
<p>O WhatsApp também:</p>
<ul>
<li>permite <strong>silenciar chamadas de números desconhecidos</strong>;</li>
<li>desfoca automaticamente <strong>imagens enviadas por contatos desconhecidos</strong>;</li>
<li>envia <strong>solicitações de conversa para uma pasta separada</strong>, protegida pelo PIN dos pais.</li>
</ul>
<p>Convites para grupos também ficam bloqueados pelo PIN. Antes de aceitá-los, os responsáveis podem ver <strong>informações como número de participantes e quem é o administrador</strong> do grupo.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-transicao-para-contas-padrao">Transição para contas padrão</h2>
<p>Quando o usuário atingir uma idade maior, o WhatsApp enviará <strong>uma notificação informando que a conta pode ser convertida para um perfil padrão</strong>.</p>
<p>A empresa afirma que pretende oferecer aos responsáveis a opção de <strong>adiar essa transição por até 12 meses</strong>.</p>
<p>O recurso começou a ser disponibilizado <strong>em algumas regiões e deve chegar gradualmente a outros países nos próximos meses</strong>.</p>
<p>Nos últimos anos, a <strong>Meta</strong> também tem lançado recursos de segurança voltados para adolescentes em redes sociais como <strong>Instagram</strong> e <strong>Facebook</strong>. Embora o WhatsApp não seja uma rede social, a empresa afirma que <strong>mais de 3 bilhões de pessoas usam o aplicativo em todo o mundo</strong>, incluindo crianças.</p>
<p>O lançamento ocorre em um momento em que <strong>países como Dinamarca, Alemanha, Espanha e Reino Unido</strong> discutem ou adotam medidas para restringir o acesso de menores a redes sociais.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-configurar-uma-conta-gerenciada-pelos-pais">Como configurar uma conta gerenciada pelos pais</h2>
<p>As contas gerenciadas estão sendo lançadas gradualmente e podem <strong>ainda não estar disponíveis em todas as regiões</strong>. O recurso é destinado a <strong>usuários com menos de 13 anos</strong> e precisa ser configurado por um <strong>pai, mãe ou responsável com 18 anos ou mais</strong>.</p>
<p>Antes de iniciar, é necessário que ambos os aparelhos tenham <strong>a versão mais recente do WhatsApp para Android ou iPhone</strong>.</p>
<h3 class="wp-block-heading" id="h-passo-a-passo-inicial">Passo a passo inicial</h3>
<ol>
<li>Baixe o <strong>WhatsApp Messenger</strong> no celular da criança pela Google Play Store ou App Store.</li>
<li>Escolha o idioma e toque em <strong>“Concordar e continuar”</strong>.</li>
<li>Acesse <strong>“Mais opções”</strong> e selecione <strong>“Criar uma conta gerenciada por pai, mãe ou responsável”</strong>.</li>
<li>Registre e verifique o <strong>número de telefone da criança</strong>.</li>
<li>Insira a <strong>data de nascimento</strong> e confirme a idade.</li>
</ol>
<p>Em seguida, o aplicativo solicitará a conexão com a conta do responsável.</p>
<h3 class="wp-block-heading" id="h-conectar-ao-celular-do-responsavel">Conectar ao celular do responsável</h3>
<ol>
<li>No celular da criança, será exibido um <strong>QR code</strong>.</li>
<li>O responsável deve escanear o código com a câmera do próprio celular.</li>
<li>Ao abrir o WhatsApp, toque em <strong>“Concordar e continuar”</strong>.</li>
<li>Confirme que você é um adulto e <strong>crie um PIN de seis dígitos</strong> para controlar as configurações da conta.</li>
</ol>
<p>Depois disso, basta <strong>confirmar o PIN e finalizar a configuração no celular da criança</strong>, que poderá inserir nome e foto de perfil para começar a usar o aplicativo.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/03/11/seguranca/whatsapp-cria-contas-com-controle-dos-pais-para-menores-de-13-anos/">WhatsApp cria contas com controle dos pais para menores de 13 anos</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>WhatsApp: como a PF reverteu mensagens de visualização única de Moraes para Vorcaro?</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/whatsapp-como-a-pf-reverteu-mensagens-de-visualizacao-unica-de-moraes-para-vorcaro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 15:50:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[banco master]]></category>
		<category><![CDATA[cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[polícia federal]]></category>
		<category><![CDATA[privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[tira-dúvidas]]></category>
		<category><![CDATA[visualização única]]></category>
		<category><![CDATA[WhatsApp]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/whatsapp-como-a-pf-reverteu-mensagens-de-visualizacao-unica-de-moraes-para-vorcaro/</guid>

					<description><![CDATA[Na semana passada, o jornal O Globo divulgou que o ministro Alexandre de Moraes havia trocado mensagens pelo WhatsApp com o empresário Daniel Vorcaro, anteriormente dono do já liquidado Banco Master. Mas se as mensagens do ministro foram enviados por visualização única, como a Polícia Federal conseguiu obtê-las? O Olhar Digital apurou a informação e trouxe os dados aqui para responder a essa e outras dúvidas. Confira os parágrafos a seguir. Entenda o contexto: veja a linha do tempo Instituição financeira não pode mais operar, mas clientes ainda precisam pagar seus débitos (Imagem: Divulgação/Master) Em 17 de novembro do ano passado, o empresário Daniel Vorcaro foi preso preventivamente enquanto tentava sair do país. No dia seguinte, o Banco Central divulgou publicamente a liquidação do Banco Master, instituição outrora regida por Vorcaro. Uma vez preso, os pertences de Daniel foram confiscados pela Polícia Federal. Embora tenha sido liberado dias depois, seu celular permaneceu apreendido pela PF. Daniel Vorcaro (Reprodução: Esfera Brasil) Em 4 de março, na última quarta-feira, Daniel Vorcaro foi novamente preso sob a suspeita de obstrução nas investigações da PF. Dois dias depois, na sexta-feira (06), a jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo, publicou uma matéria na qual informa que a PF analisou os dados presentes nos celulares de Daniel e entendeu que ele havia trocado mensagens com o ministro Alexandre de Moraes. Segundo as informações da reportagem, os dois trocaram mensagens ao longo do dia de 17 de novembro de 2025 até pouco antes de Vorcaro ser preso e ter o celular apreendido. Nos dados analisados pela perícia da PF, segundo O Globo, Moares havia enviado algumas mensagens configuradas como de “visualização única” via WhatsApp. Após a repercussão da matéria na mídia, o Supremo Tribunal Federal emitiu uma nota oficial na qual nega que o ministro Alexandre de Moraes tenha sido o verdadeiro destinatário das mensagens emitidas por Vorcaro. Também, informam que houve vazamento e má interpretação do material pericial. Agora, o jornal O Globo mantém as informações que havia compartilhado antes de que não apenas o destinatário era Moraes, como também que a PF descobriu isso após usar um software que mostra as mensagens de visualização única recebidas no dispositivo de Vorcaro. Leia mais: O que é e como fazer uma foto de visualização única no WhatsApp? 10 truques escondidos no WhatsApp que você deveria aprender Como usar o WhatsApp em dois dispositivos diferentes Como a PF reverteu mensagens de visualização única entre Moraes para Vorcaro? (Imagem: Ink Drop/Shutterstock) Na verdade, é incorreto dizer que a Polícia Federal “reverteu” a visualização única das mensagens. Isso porque, nessa lógica, significaria dizer que as mensagens anteriormente ocultadas teriam voltado à tona após alterações de software e não foi isso o que aconteceu. Quando o celular de Vorcaro recebeu mensagens de visualização única, embora o conteúdo tivesse sido apagado no chat após o empresário ler o conteúdo enviado, os dados da mensagem permanecem salvos no dispositivo. O que a PF fez, em verdade, foi utilizar softwares de perícia digital, responsáveis por acessar dados ocultos de um dispositivo de maneira que outros métodos (como uma busca manual em pastas de arquivos) não são capazes de encontrar. Ou seja, embora a mensagem de visualização única tenha sumido no chat, os dados digitais dela ficam no dispositivo por algum tempo, mas só são acessados por programas utilizados por peritos da polícia. Alguns desses apps podem ser Cellebrite UFED, Oxygen Forensic Detective, GrayKey, dentre outros. São softwares criados por empresas de segurança digital e vendidos exclusivamente para governos e órgãos de investigação (como a PF), de maneira que o consumidor/usuário comum não tem acesso. Apesar de úteis, eles têm limites: os dados ocultos só podem ser acessados se ainda não foram subescritos. Além disso, embora seja possível acessar alguns dados, nem sempre é possível acessar tudo. Na reportagem do Globo, só é informado que as mensagens foram analisadas pela perícia, mas não diz o que foi encontrado. O post WhatsApp: como a PF reverteu mensagens de visualização única de Moraes para Vorcaro? apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Na semana passada, o jornal O Globo divulgou que o ministro Alexandre de Moraes havia trocado mensagens pelo WhatsApp com o empresário <a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/19/dicas-e-tutoriais/como-pedir-recuperacao-no-fgc-apos-a-liquidacao-do-banco-master/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Daniel Vorcaro</a>, anteriormente dono do já liquidado <a href="https://olhardigital.com.br/2026/02/18/pro/quais-bancos-e-fintechs-faziam-parte-do-ecossistema-do-banco-master/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Banco Master</a>. Mas se as mensagens do ministro foram enviados por visualização única, como a Polícia Federal conseguiu obtê-las?</p>
<p>O <strong>Olhar Digital</strong> apurou a informação e trouxe os dados aqui para responder a essa e outras dúvidas. Confira os parágrafos a seguir.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-entenda-o-contexto-veja-a-linha-do-tempo">Entenda o contexto: veja a linha do tempo</h2>
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<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="566" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/11/banco_master-1024x566.png" alt="Fachada do Banco Master" class="wp-image-1219191" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/banco_master-1024x566.png 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/banco_master-300x166.png 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/banco_master-768x425.png 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/banco_master-1536x849.png 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/banco_master-150x83.png 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/banco_master.png 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Instituição financeira não pode mais operar, mas clientes ainda precisam pagar seus débitos (Imagem: Divulgação/Master)</figcaption></figure>
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<p>Em 17 de novembro do ano passado, o empresário Daniel Vorcaro foi preso preventivamente enquanto tentava sair do país. No dia seguinte, o Banco Central <a href="https://www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/banco-master-liquidacao" target="_blank" rel="noreferrer noopener">divulgou publicamente</a> a liquidação do Banco Master, instituição outrora regida por Vorcaro.</p>
<p>Uma vez preso, os pertences de Daniel foram confiscados pela Polícia Federal. Embora tenha sido liberado dias depois, seu celular permaneceu apreendido pela PF.</p>
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<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/03/daniel-vorcaro-em-palestra-1024x683.jpeg" alt="" class="wp-image-1273726" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/03/daniel-vorcaro-em-palestra-1024x683.jpeg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/03/daniel-vorcaro-em-palestra-300x200.jpeg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/03/daniel-vorcaro-em-palestra-768x512.jpeg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/03/daniel-vorcaro-em-palestra-1536x1024.jpeg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/03/daniel-vorcaro-em-palestra-2048x1365.jpeg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/03/daniel-vorcaro-em-palestra-150x100.jpeg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Daniel Vorcaro (Reprodução: Esfera Brasil)</figcaption></figure>
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<p>Em 4 de março, na última quarta-feira, Daniel Vorcaro foi novamente preso sob a suspeita de obstrução nas investigações da PF. Dois dias depois, na sexta-feira (06), a jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo, publicou uma matéria na qual informa que a PF analisou os dados presentes nos celulares de Daniel e entendeu que ele havia trocado mensagens com o ministro Alexandre de Moraes.</p>
<p>Segundo as informações da <a href="https://oglobo.globo.com/blogs/malu-gaspar/post/2026/03/vorcaro-escreveu-para-alexandre-de-moraes-no-dia-em-que-foi-preso-conseguiu-bloquear.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">reportagem</a>, os dois trocaram mensagens ao longo do dia de 17 de novembro de 2025 até pouco antes de Vorcaro ser preso e ter o celular apreendido. Nos dados analisados pela perícia da PF, segundo O Globo, Moares havia enviado algumas mensagens configuradas como de “visualização única” via WhatsApp.</p>
<p>Após a repercussão da matéria na mídia, o Supremo Tribunal Federal <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/moraes-nega-conversas-com-vorcaro-no-dia-em-que-banqueiro-foi-preso" target="_blank" rel="noreferrer noopener">emitiu uma nota oficial </a>na qual nega que o ministro Alexandre de Moraes tenha sido o verdadeiro destinatário das mensagens emitidas por Vorcaro. Também, informam que houve vazamento e má interpretação do material pericial.</p>
<p>Agora, o jornal O Globo mantém as informações que havia compartilhado antes de que não apenas o destinatário era Moraes, como também que a PF descobriu isso após usar um software que mostra as mensagens de visualização única recebidas no dispositivo de Vorcaro.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2023/10/04/dicas-e-tutoriais/o-que-e-e-como-fazer-uma-foto-de-visualizacao-unica-no-whatsapp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O que é e como fazer uma foto de visualização única no WhatsApp?</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/06/15/dicas-e-tutoriais/10-truques-escondidos-no-whatsapp-que-voce-deveria-aprender/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">10 truques escondidos no WhatsApp que você deveria aprender</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2023/01/12/dicas-e-tutoriais/como-usar-o-whatsapp-em-dois-dispositivos-diferentes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Como usar o WhatsApp em dois dispositivos diferentes</a></li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-a-pf-reverteu-mensagens-de-visualizacao-unica-entre-moraes-para-vorcaro">Como a PF reverteu mensagens de visualização única entre Moraes para Vorcaro?</h2>
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<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="577" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whats-app-e1769423643800-1024x577.jpg" alt="whatsapp" class="wp-image-1227552" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whats-app-e1769423643800-1024x577.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whats-app-e1769423643800-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whats-app-e1769423643800-768x433.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whats-app-e1769423643800-1536x865.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whats-app-e1769423643800-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whats-app-e1769423643800-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whats-app-e1769423643800-150x84.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whats-app-e1769423643800.jpg 2001w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">(Imagem: Ink Drop/Shutterstock)</figcaption></figure>
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<p>Na verdade, é incorreto dizer que a Polícia Federal “reverteu” a visualização única das mensagens. Isso porque, nessa lógica, significaria dizer que as mensagens anteriormente ocultadas teriam voltado à tona após alterações de software e não foi isso o que aconteceu.</p>
<p>Quando o celular de Vorcaro recebeu mensagens de visualização única, embora o conteúdo tivesse sido apagado no chat após o empresário ler o conteúdo enviado, os dados da mensagem permanecem salvos no dispositivo.</p>
<p>O que a PF fez, em verdade, foi utilizar softwares de perícia digital, responsáveis por acessar dados ocultos de um dispositivo de maneira que outros métodos (como uma busca manual em pastas de arquivos) não são capazes de encontrar.</p>
<p>Ou seja, embora a mensagem de visualização única tenha sumido no chat, os dados digitais dela ficam no dispositivo por algum tempo, mas só são acessados por programas utilizados por peritos da polícia.</p>
<p>Alguns desses apps podem ser <em><strong>Cellebrite UFED</strong></em>,<strong><em> Oxygen Forensic Detective</em></strong>, <em><strong>GrayKey</strong></em>, dentre outros. São softwares criados por empresas de segurança digital e vendidos exclusivamente para governos e órgãos de investigação (como a PF), de maneira que o consumidor/usuário comum não tem acesso.</p>
<p>Apesar de úteis, eles têm limites: os dados ocultos só podem ser acessados se ainda não foram subescritos. Além disso, embora seja possível acessar alguns dados, nem sempre é possível acessar tudo. Na reportagem do Globo, só é informado que as mensagens foram analisadas pela perícia, mas não diz o que foi encontrado.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/03/10/seguranca/whatsapp-como-a-pf-reverteu-mensagens-de-visualizacao-unica-de-moraes-para-vorcaro/">WhatsApp: como a PF reverteu mensagens de visualização única de Moraes para Vorcaro?</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
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