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		<title>Como criminosos usaram rostos falsos para desviar mais de R$ 700 milhões</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/como-criminosos-usaram-rostos-falsos-para-desviar-mais-de-r-700-milhoes/</link>
		
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		<pubDate>Sun, 08 Nov 2026 13:59:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Deepfake]]></category>
		<category><![CDATA[DEEPFAKES]]></category>
		<category><![CDATA[Fraude]]></category>
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		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Três homens foram acusados nos Estados Unidos de participar de um esquema internacional de fraude que utilizava deepfakes de executivos e falsas identidades de advogados para desviar pelo menos US$ 129 milhões (cerca de R$ 710 milhões) de hospitais, bancos e outras empresas. A denúncia foi apresentada pelo Departamento de Justiça dos EUA e aponta o uso de inteligência artificial para imitar vozes e, em alguns casos, a aparência de dirigentes das organizações. Segundo os promotores, a operação tinha como alvo funcionários autorizados a realizar grandes transferências financeiras. Por meio dos deepfakes, os suspeitos simulavam comunicações de executivos e convenciam os profissionais a enviar dinheiro para supostos negócios confidenciais, que na realidade não existiam. O esquema teria atingido milhares de empresas em diferentes países, e os valores obtidos eram convertidos em criptomoedas. Como funcionava o golpe com deepfakes A abordagem geralmente começava com um e-mail que aparentava ter sido enviado pelo presidente da empresa. Na mensagem, o suposto executivo solicitava ajuda para realizar uma transação sigilosa. Em um dos casos investigados, o contato incluía até um acordo de confidencialidade para dar credibilidade à operação. Depois da primeira comunicação, os funcionários eram direcionados a conversas telefônicas ou chamadas de vídeo com uma pessoa que se apresentava como advogado. Com o uso de recursos de inteligência artificial, os criminosos conseguiam reproduzir características da voz e, em determinadas situações, da aparência dos executivos, criando deepfakes usados para sustentar a fraude. O falso advogado explicava os detalhes da suposta operação e orientava os funcionários sobre as contas para as quais o dinheiro deveria ser transferido. De acordo com a acusação, os criminosos priorizavam profissionais das áreas contábil e financeira que tinham autorização para aprovar pagamentos de valores elevados. Hospitais, bancos e empresas estão entre as vítimas Os promotores não divulgaram os nomes das organizações atingidas, mas detalharam alguns dos prejuízos atribuídos ao esquema. Em novembro de 2024, uma rede de hospitais do Missouri teria perdido aproximadamente US$ 4,83 milhões. No mesmo mês, um banco de Rhode Island sofreu um prejuízo estimado em US$ 2,68 milhões. Outro caso envolve uma rede hospitalar da Califórnia, que teria transferido cerca de US$ 2,97 milhões em dezembro de 2024. Já em março de 2025, uma empresa britânica de tecnologia financeira teria perdido aproximadamente US$ 11,58 milhões. A lista de supostas vítimas também inclui uma empresa de fundos de investimento de Massachusetts e uma fabricante de ração da Flórida. Os prejuízos estimados foram de US$ 4,64 milhões, em abril de 2025, e US$ 5,24 milhões, em junho do mesmo ano, respectivamente. Nem todas as tentativas tiveram sucesso. Em outubro de 2024, um funcionário de um banco de investimento de Nova York chegou a autorizar um pagamento de aproximadamente US$ 2,85 milhões. No entanto, a equipe operacional da instituição identificou a movimentação e interrompeu a transferência antes que o dinheiro fosse perdido. Três homens foram presos por esquema com deepfakes Os acusados são Jacob Soall, de 41 anos, Sharon Hazan, de 54, e Guy Sheetrit, de 42. Soall e Hazan foram presos na Espanha, em 17 de junho e 5 de agosto, respectivamente. Sheetrit foi detido no Reino Unido em 7 de setembro. Segundo a acusação, Soall era responsável por se passar pelo advogado que conduzia as falsas negociações. Hazan e Sheetrit, por sua vez, teriam participado da lavagem do dinheiro obtido com as transferências fraudulentas. Hazan já havia sido condenado, em 2008, por conspiração para cometer fraude bancária no mesmo distrito judicial de Nova York em que o novo caso está sendo processado. Cada um dos três homens responde a sete acusações, incluindo fraude eletrônica, roubo de identidade e lavagem de dinheiro. Os pedidos de extradição para os Estados Unidos ainda estão pendentes. Os acusados são considerados inocentes até que a culpa seja comprovada judicialmente. O post Como criminosos usaram rostos falsos para desviar mais de R$ 700 milhões apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p class="wp-block-paragraph" id="h-tres-homens-foram-acusados-nos-estados-unidos-de-participar-de-um-esquema-internacional-de-fraude-que-utilizava-deepfakes-de-executivos-e-falsas-identidades-de-advogados-para-desviar-pelo-menos-us-129-milhoes-cerca-de-r-710-milhoes-de-hospitais-bancos-e-outras-empresas-a-denuncia-foi-apresentada-pelo-departamento-de-justica-dos-eua-e-aponta-o-uso-de-inteligencia-artificial-para-imitar-vozes-e-em-alguns-casos-a-aparencia-de-dirigentes-das-organizacoes">Três homens foram acusados nos Estados Unidos de participar de um esquema internacional de fraude que utilizava <a href="https://olhardigital.com.br/tag/deepfakes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">deepfakes</a> de executivos e falsas identidades de advogados para desviar pelo menos US$ 129 milhões (cerca de R$ 710 milhões) de hospitais, bancos e outras empresas. A denúncia foi apresentada pelo Departamento de Justiça dos EUA e aponta o uso de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/inteligencia-artificial/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inteligência artificial</a> para imitar vozes e, em alguns casos, a aparência de dirigentes das organizações.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo os promotores, a operação tinha como alvo funcionários autorizados a realizar grandes transferências financeiras. Por meio dos deepfakes, os suspeitos simulavam comunicações de executivos e convenciam os profissionais a enviar dinheiro para supostos negócios confidenciais, que na realidade não existiam. O esquema teria atingido milhares de empresas em diferentes países, e os valores obtidos eram convertidos em <a href="https://olhardigital.com.br/tag/criptomoedas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">criptomoedas</a>.</p>
<h2 id="h-como-funcionava-o-golpe-com-deepfakes" class="wp-block-heading">Como funcionava o golpe com deepfakes</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A abordagem geralmente começava com um e-mail que aparentava ter sido enviado pelo presidente da empresa. Na mensagem, o suposto executivo solicitava ajuda para realizar uma transação sigilosa. Em um dos casos investigados, o contato incluía até um acordo de confidencialidade para dar credibilidade à operação.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Depois da primeira comunicação, os funcionários eram direcionados a conversas telefônicas ou chamadas de vídeo com uma pessoa que se apresentava como advogado. Com o uso de recursos de inteligência artificial, os criminosos conseguiam reproduzir características da voz e, em determinadas situações, da aparência dos executivos, criando deepfakes usados para sustentar a fraude.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O falso advogado explicava os detalhes da suposta operação e orientava os funcionários sobre as contas para as quais o dinheiro deveria ser transferido. De acordo com a acusação, os criminosos priorizavam profissionais das áreas contábil e financeira que tinham autorização para aprovar pagamentos de valores elevados.</p>
<h2 id="h-hospitais-bancos-e-empresas-estao-entre-as-vitimas" class="wp-block-heading">Hospitais, bancos e empresas estão entre as vítimas</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Os promotores não divulgaram os nomes das organizações atingidas, mas detalharam alguns dos prejuízos atribuídos ao esquema. Em novembro de 2024, uma rede de hospitais do Missouri teria perdido aproximadamente US$ 4,83 milhões. No mesmo mês, um banco de Rhode Island sofreu um prejuízo estimado em US$ 2,68 milhões.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Outro caso envolve uma rede hospitalar da Califórnia, que teria transferido cerca de US$ 2,97 milhões em dezembro de 2024. Já em março de 2025, uma empresa britânica de tecnologia financeira teria perdido aproximadamente US$ 11,58 milhões.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A lista de supostas vítimas também inclui uma empresa de fundos de investimento de Massachusetts e uma fabricante de ração da Flórida. Os prejuízos estimados foram de US$ 4,64 milhões, em abril de 2025, e US$ 5,24 milhões, em junho do mesmo ano, respectivamente.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Nem todas as tentativas tiveram sucesso. Em outubro de 2024, um funcionário de um banco de investimento de Nova York chegou a autorizar um pagamento de aproximadamente US$ 2,85 milhões. No entanto, a equipe operacional da instituição identificou a movimentação e interrompeu a transferência antes que o <a href="https://olhardigital.com.br/tag/dinheiro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dinheiro</a> fosse perdido.</p>
<h2 id="h-tres-homens-foram-presos-por-esquema-com-deepfakes" class="wp-block-heading">Três homens foram presos por esquema com deepfakes</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Os acusados são Jacob Soall, de 41 anos, Sharon Hazan, de 54, e Guy Sheetrit, de 42. Soall e Hazan foram presos na Espanha, em 17 de junho e 5 de agosto, respectivamente. Sheetrit foi detido no Reino Unido em 7 de setembro.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo a acusação, Soall era responsável por se passar pelo advogado que conduzia as falsas negociações. Hazan e Sheetrit, por sua vez, teriam participado da lavagem do dinheiro obtido com as transferências fraudulentas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Hazan já havia sido condenado, em 2008, por conspiração para cometer fraude bancária no mesmo distrito judicial de Nova York em que o novo caso está sendo processado.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Cada um dos três homens responde a sete acusações, incluindo <a href="https://olhardigital.com.br/tag/fraude/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">fraude</a> eletrônica, roubo de identidade e lavagem de dinheiro. Os pedidos de extradição para os Estados Unidos ainda estão pendentes.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Os acusados são considerados inocentes até que a culpa seja comprovada judicialmente.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/11/08/seguranca/como-criminosos-usaram-rostos-falsos-para-desviar-mais-de-r-700-milhoes/">Como criminosos usaram rostos falsos para desviar mais de R$ 700 milhões</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Quebra do banco Ueno acende alerta: como garantir que seu dinheiro está seguro?</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/quebra-do-banco-ueno-acende-alerta-como-garantir-que-seu-dinheiro-esta-seguro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2026 20:02:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bancos]]></category>
		<category><![CDATA[bancos digitais]]></category>
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		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco Central do Paraguai (BCP) liquidou o banco digital Ueno nesta semana. Para você ter ideia, 60% da população adulta do país tinha conta neste banco, que administrava aproximadamente US$ 850 milhões (R$ 4,6 bilhões) em recursos públicos. A instituição determinou a liquidação do Ueno após identificar irregularidades em empréstimos concedidos a empresas ligadas ao próprio banco. Em suma: o BCP constatou insuficiência de capital. A intervenção do Banco Central paraguaio bloqueou contas e investimentos. Isso deixou correntistas sem acesso a recursos – o que, evidentemente, provocou dificuldades para a população do país. Em meio à crise, o presidente do Paraguai, Santiago Peña, renunciou ao cargo. Ele foi acionista do Grupo Vázquez, controlador do banco Ueno, até março de 2025. Além disso, Peña nomeou o ex-presidente do banco Carlos Carvallo para comandar o Banco Central paraguaio em 2023. O Olhar Digital conversou com especialistas sobre a liquidação do Ueno, a segurança do nosso dinheiro e impactos de crises como a do banco digital paraguaio e do banco Master. Banco Ueno: o que aconteceu? O Ueno Bank era um dos maiores bancos digitais do Paraguai. Mas, com o índice de solvência desabando para menos da metade do mínimo exigido por lei, o banco fechou as portas. Índice de solvência é o indicador que mede a capacidade de um banco de honrar seus compromissos de longo prazo e absorver prejuízos sem quebrar. Na prática, este índice mostra se a instituição tem mais ativos (dinheiro, bens e créditos a receber) do que dívidas e obrigações com os clientes. O Ueno Bank, um dos maiores bancos digitais do Paraguai, quebrou por falta de capital – Imagem: Divulgação No caso do Ueno, o banco assumiu um buraco financeiro gigantesco ao mascarar empréstimos irregulares e calotes de empresas do próprio controlador. Com o dinheiro preso em operações de fachada e sem reservas reais para cobrir os saques, a instituição perdeu a solvência. Isto é, ficou sem recursos para devolver o dinheiro aos correntistas. A quebra do banco Ueno congelou aplicativos, cartões e dinheiro dos seus aproximadamente três milhões de clientes. Segundo um estudo independente feito pela Equifax Paraguay SA, importante agência de crédito do país, o Ueno possibilitou que mais de um milhão de paraguaios que nunca haviam tido uma conta bancária passassem a fazer parte do setor financeiro. E essas pessoas foram deixadas na mão. “Quando essa porta fecha de um dia para o outro, com aplicativo e cartões bloqueados, muita gente conclui que é melhor voltar para o dinheiro vivo”, diz Lea Vidigal, doutora em Direito Econômico pela USP, em entrevista ao Olhar Digital. “O retrocesso aparece no comportamento das pessoas”, acrescenta a advogada, que também é sócia do Lea Vidigal Advocacia. ‘Tamanho não é sinônimo de solidez’, diz especialista Para Vidigal, o caso do banco Ueno mostra que tamanho não é sinônimo de solidez. E Pedro Saad Abud, especialista em mercado de capitais, concorda com ela. “O que sustenta uma instituição é capital, liquidez, governança e um modelo de negócio sustentável”, afirma Abud, que também é advogado e atua no escritório ABE Advogados. Afinal, existe alguma forma de garantir que nosso dinheiro está seguro? Segundo a advogada Vidigal, “o que existe são camadas de proteção e o cliente precisa saber em qual delas está”. A primeira: saber quem, juridicamente, guarda o seu dinheiro. “Muitas fintechs não são bancos e sim instituições de pagamento”, começa Vidigal. “Nos bancos associados ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC), estão cobertos conta corrente, poupança, CDB, RDB, LCI e LCA, até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ em cada instituição ou conglomerado, com teto global de R$ 1 milhão a cada quatro anos”, diz a especialista. A advogada continua: “O saldo em conta de pagamento não tem FGC. A proteção dele é outra. Por lei, esses recursos formam um patrimônio separado e não entram na massa da instituição se ela quebrar.” “Vale confirmar no site do Banco Central se a instituição é autorizada e qual é o seu tipo”, diz especialista – Imagem: Blossom Stock Studio/Shutterstock A segunda camada é o comportamento do cliente. “É preciso respeitar os limites do FGC e dividir o dinheiro entre conglomerados diferentes porque trocar de marca dentro do mesmo grupo não adianta”, diz Vidigal. A dica da especialista é: “A reserva maior pode ficar em títulos públicos. Vale também confirmar no site do Banco Central se a instituição é autorizada e qual é o seu tipo. E é bom desconfiar de rendimento muito acima do mercado porque o FGC não é selo de qualidade.” Por fim, a terceira camada: supervisão independente. E a advogada frisa que isso não depende do cliente. “No Paraguai, o presidente do banco central tinha vindo do próprio Ueno. Um regulador capturado é um risco que nenhum correntista consegue diluir distribuindo o dinheiro”, explica a especialista. No Brasil, o ambiente regulatório vem sendo reforçado, segundo o advogado Pedro Saad Abud. “Após o caso Master, passou-se a exigir que bancos excessivamente alavancados mantenham parte dos recursos em títulos públicos”, diz o especialista. Abud acrescenta: “Em paralelo, o capital mínimo exigido das instituições autorizadas foi recalibrado conforme as atividades exercidas, com elevação gradual até 2028.” Três pontos para você ficar de olho Quando o assunto é a segurança do seu dinheiro, existem três aspectos para os quais você deve olhar. Quem aponta isso ao Olhar Digital é Nathália Carmo, especialista em Segurança da Informação e referência em Gestão de Identidades e Acessos. Para Carmo, que também é COO e sócia da IAM Brasil, os três aspectos são: a capacidade financeira do banco, a proteção aplicável ao dinheiro depositado e a segurança das contas e transações. “Um aplicativo pode ter bons mecanismos de autenticação e, ainda assim, pertencer a uma instituição com problemas financeiros”, observa a especialista. Carmo continua: “No Brasil, o primeiro cuidado é consultar o cadastro do Banco Central e identificar qual instituição efetivamente mantém a conta ou emite o investimento. Essa verificação ajuda a confirmar a legitimidade da operação, embora a autorização para funcionar não elimine]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p class="wp-block-paragraph">O Banco Central do <a href="https://olhardigital.com.br/tag/paraguai/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Paraguai</a> (BCP) liquidou o banco digital Ueno nesta semana. Para você ter ideia, 60% da população adulta do país tinha conta neste banco, que administrava aproximadamente US$ 850 milhões (R$ 4,6 bilhões) em recursos públicos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A instituição determinou a liquidação do Ueno após identificar irregularidades em empréstimos concedidos a empresas ligadas ao próprio banco. Em suma: o BCP constatou insuficiência de capital.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A intervenção do Banco Central paraguaio bloqueou contas e investimentos. Isso deixou correntistas sem acesso a recursos – o que, evidentemente, provocou dificuldades para a população do país.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Em meio à crise, o presidente do Paraguai, Santiago Peña, renunciou ao cargo. Ele foi acionista do Grupo Vázquez, controlador do banco Ueno, até março de 2025.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, Peña nomeou o ex-presidente do banco Carlos Carvallo para comandar o Banco Central paraguaio em 2023.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O <strong>Olhar Digital</strong> conversou com especialistas sobre a liquidação do Ueno, a segurança do nosso dinheiro e impactos de crises como a do banco digital paraguaio e do banco Master.</p>
<h2 id="h-banco-ueno-o-que-aconteceu" class="wp-block-heading">Banco Ueno: o que aconteceu?</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O Ueno Bank era um dos maiores bancos digitais do Paraguai. Mas, com o índice de solvência desabando para menos da metade do mínimo exigido por lei, o banco fechou as portas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Índice de solvência é o indicador que mede a capacidade de um banco de honrar seus compromissos de longo prazo e absorver prejuízos sem quebrar.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Na prática, este índice mostra se a instituição tem mais ativos (dinheiro, bens e créditos a receber) do que dívidas e obrigações com os clientes.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Banco-Ueno-1024x576.jpg" alt="Logomarca do Ueno Bank do Paraguai" class="wp-image-1387678" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Banco-Ueno-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Banco-Ueno-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Banco-Ueno-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Banco-Ueno-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Banco-Ueno-2048x1152.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Banco-Ueno-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Banco-Ueno-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Banco-Ueno-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">O Ueno Bank, um dos maiores bancos digitais do Paraguai, quebrou por falta de capital – Imagem: Divulgação</figcaption></figure>
</div>
<p class="wp-block-paragraph">No caso do Ueno, o banco assumiu um buraco financeiro gigantesco ao mascarar empréstimos irregulares e calotes de empresas do próprio controlador.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Com o dinheiro preso em operações de fachada e sem reservas reais para cobrir os saques, a instituição perdeu a solvência. Isto é, ficou sem recursos para devolver o dinheiro aos correntistas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A quebra do banco Ueno congelou aplicativos, cartões e dinheiro dos seus aproximadamente três milhões de clientes.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo um <a href="https://www.forbes.com.py/macroeconomia/ueno-bank-incluye-mas-1-millon-paraguayos-paraguayas-nunca-antes-tuvieron-acceso-sistema-bancario-n88338?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estudo independente</a> feito pela Equifax Paraguay SA, importante agência de crédito do país, o Ueno possibilitou que mais de um milhão de paraguaios que nunca haviam tido uma conta bancária passassem a fazer parte do setor financeiro. E essas pessoas foram deixadas na mão.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Quando essa porta fecha de um dia para o outro, com aplicativo e cartões bloqueados, muita gente conclui que é melhor voltar para o dinheiro vivo”, diz Lea Vidigal, doutora em Direito Econômico pela USP, em entrevista ao <strong>Olhar Digital</strong>.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“O retrocesso aparece no comportamento das pessoas”, acrescenta a advogada, que também é sócia do Lea Vidigal Advocacia.</p>
<h2 id="h-tamanho-nao-e-sinonimo-de-solidez-diz-especialista" class="wp-block-heading">‘Tamanho não é sinônimo de solidez’, diz especialista</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Para Vidigal, o caso do banco Ueno mostra que tamanho não é sinônimo de solidez. E Pedro Saad Abud, especialista em mercado de capitais, concorda com ela.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“O que sustenta uma instituição é capital, liquidez, governança e um modelo de negócio sustentável”, afirma Abud, que também é advogado e atua no escritório ABE Advogados.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Afinal, existe alguma forma de garantir que nosso dinheiro está seguro? Segundo a advogada Vidigal, “o que existe são camadas de proteção e o cliente precisa saber em qual delas está”.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A primeira: saber quem, juridicamente, guarda o seu dinheiro. “Muitas fintechs não são bancos e sim instituições de pagamento”, começa Vidigal.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Nos bancos associados ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC), estão cobertos conta corrente, poupança, CDB, RDB, LCI e LCA, até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ em cada instituição ou conglomerado, com teto global de R$ 1 milhão a cada quatro anos”, diz a especialista.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A advogada continua: “O saldo em conta de pagamento não tem FGC. A proteção dele é outra. Por lei, esses recursos formam um patrimônio separado e não entram na massa da instituição se ela quebrar.”</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/12/bacen-1024x576.jpg" alt="Banco Central alerta para golpes" class="wp-image-1226375" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/bacen-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/bacen-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/bacen-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/bacen-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/bacen-2048x1152.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/bacen-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/bacen-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/bacen-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">“Vale confirmar no site do Banco Central se a instituição é autorizada e qual é o seu tipo”, diz especialista – Imagem: Blossom Stock Studio/Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<p class="wp-block-paragraph">A segunda camada é o comportamento do cliente. “É preciso respeitar os limites do FGC e dividir o dinheiro entre conglomerados diferentes porque trocar de marca dentro do mesmo grupo não adianta”, diz Vidigal.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A dica da especialista é: “A reserva maior pode ficar em títulos públicos. Vale também confirmar no <a href="https://bcb.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site do Banco Central</a> se a instituição é autorizada e qual é o seu tipo. E é bom desconfiar de rendimento muito acima do mercado porque o FGC não é selo de qualidade.”</p>
<p class="wp-block-paragraph">Por fim, a terceira camada: supervisão independente. E a advogada frisa que isso não depende do cliente.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“No Paraguai, o presidente do banco central tinha vindo do próprio Ueno. Um regulador capturado é um risco que nenhum correntista consegue diluir distribuindo o dinheiro”, explica a especialista.</p>
<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, o ambiente regulatório vem sendo reforçado, segundo o advogado Pedro Saad Abud.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Após o caso Master, passou-se a exigir que bancos excessivamente alavancados mantenham parte dos recursos em títulos públicos”, diz o especialista.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Abud acrescenta: “Em paralelo, o capital mínimo exigido das instituições autorizadas foi recalibrado conforme as atividades exercidas, com elevação gradual até 2028.”</p>
<h3 id="h-tres-pontos-para-voce-ficar-de-olho" class="wp-block-heading">Três pontos para você ficar de olho</h3>
<p class="wp-block-paragraph">Quando o assunto é a segurança do seu dinheiro, existem três aspectos para os quais você deve olhar. Quem aponta isso ao <strong>Olhar Digital</strong> é Nathália Carmo, especialista em Segurança da Informação e referência em Gestão de Identidades e Acessos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para Carmo, que também é COO e sócia da IAM Brasil, os três aspectos são: a capacidade financeira do banco, a proteção aplicável ao dinheiro depositado e a segurança das contas e transações.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Um aplicativo pode ter bons mecanismos de autenticação e, ainda assim, pertencer a uma instituição com problemas financeiros”, observa a especialista.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Carmo continua: “No Brasil, o primeiro cuidado é consultar o cadastro do Banco Central e identificar qual instituição efetivamente mantém a conta ou emite o investimento. Essa verificação ajuda a confirmar a legitimidade da operação, embora a autorização para funcionar não elimine os riscos.”</p>
<p class="wp-block-paragraph">No que diz respeito à cibersegurança, as dicas da especialista são: proteger o celular, usar autenticação adicional quando disponível, ativar alertas e nunca compartilhar senhas ou códigos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Distribuir recursos entre instituições de conglomerados diferentes também pode reduzir a concentração de risco e a dependência de um único serviço”, acrescenta Carmo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“A proteção precisa combinar escolhas financeiras conscientes com cuidados digitais”, recomenda a especialista.</p>
<h2 id="h-liquidacao-do-ueno-bank-afeta-confianca-no-sistema-financeiro" class="wp-block-heading">Liquidação do Ueno Bank afeta confiança no sistema financeiro</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Para Carmo, a principal consequência do caso Ueno no Paraguai é a perda de confiança. </p>
<p class="wp-block-paragraph">“Para quem acabou de entrar no sistema financeiro, a dificuldade de acessar o próprio dinheiro pode comprometer a confiança em todo o ambiente digital”, diz a especialista.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Carmo frisa que as crises envolvendo os bancos Ueno e Master não têm a ver com ataques cibernéticos. “Portanto, não podemos apresentar essas crises como prova de que a tecnologia bancária, por si só, não é segura”, diz a especialista.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ia-banco-1-1024x576.jpg" alt="Ilustração de conceito de banco digital" class="wp-image-1198193" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ia-banco-1-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ia-banco-1-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ia-banco-1-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ia-banco-1-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ia-banco-1-2048x1152.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ia-banco-1-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ia-banco-1-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ia-banco-1-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Ueno e Master não quebraram por serem bancos digitais, frisa especialista – Imagem: Sutthiphong Chandaeng/Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<p class="wp-block-paragraph">O especialista em mercado de capitais acrescenta: “Casos de grande visibilidade podem levar o público a associar indevidamente inovação a risco, o que seria um erro.”</p>
<p class="wp-block-paragraph">Ainda segundo Abud, o “risco é que a perda de confiança afaste justamente o público mais vulnerável e menos familiarizado com produtos financeiros”.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Já a especialista em Segurança da Informação aponta outro risco: crises financeiras criam oportunidades para golpes. </p>
<p class="wp-block-paragraph">“A urgência de recuperar o dinheiro pode tornar o cliente mais vulnerável a falsos atendentes, páginas fraudulentas e cobranças para liberar valores”, aponta Carmo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para a especialista, democratizar o acesso a bancos exige mais do que facilitar a abertura de contas. </p>
<p class="wp-block-paragraph">“As instituições precisam oferecer atendimento acessível, explicar riscos e garantias, proteger dados e identidades e manter controles sobre quem pode acessar informações ou autorizar operações”, diz Carmo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A especialista acrescenta: “Essa responsabilidade não pode ser transferida integralmente ao consumidor.”</p>
<h3 id="h-bancarizacao-e-cidadania-financeira" class="wp-block-heading">Bancarização e cidadania financeira</h3>
<p class="wp-block-paragraph">Para a advogada Lea Vidigal, é preciso separar a bancarização de cidadania financeira.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Ter conta é acesso. Cidadania financeira, como define o Banco Central do Brasil, é o exercício de direitos e deveres que permite ao cidadão gerenciar bem seus recursos”, diz a especialista em Direito Econômico.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A advogada continua: “A cidadania financeira se constrói com inclusão, educação financeira, proteção do consumidor e participação no diálogo sobre o sistema financeiro.”</p>
<p class="wp-block-paragraph">Em suma: “Quem abre conta pelo celular, mas não sabe se o dinheiro está garantido, até quanto, nem a quem recorrer quando o banco fecha, foi incluído, mas ainda não exerce cidadania financeira”, explica Vidigal.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto frisado pela especialista, que ecoa o que outros especialistas consultados pela reportagem disseram: nem o Ueno nem o Master quebraram por serem bancos digitais.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Segundo o Banco Central paraguaio, o Ueno emprestava acima dos limites legais a empresas ligadas aos próprios donos, mesmo depois de ter sido alertado. E isso acontecia num ambiente em que banco, regulador e Presidência eram muito próximos”, começa a advogada.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Já o Master cresceu captando com CDBs muito acima do mercado, apoiado no FGC”, continua Vidigal.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O ponto, segundo a advogada, é o seguinte: “São problemas antigos de governança, conflito de interesses e supervisão, com roupa nova, que não são exclusivos de fintechs ou instituições de pagamento.”</p>
<p class="wp-block-paragraph">“A tecnologia reduz distância, burocracia e custo, mas não substitui a regulação prudencial”, acrescenta a especialista. “Inclusão sem proteção e sem supervisão independente não gera cidadania; gera clientes expostos.”</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Destaque-Pix-do-Brasil-1024x576.jpg" alt="Pessoa segura celular exibindo logomarca do Pix na tela; ao fundo, monitor exibe bandeira do Brasil" class="wp-image-1373855" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Destaque-Pix-do-Brasil-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Destaque-Pix-do-Brasil-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Destaque-Pix-do-Brasil-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Destaque-Pix-do-Brasil-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Destaque-Pix-do-Brasil-2048x1152.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Destaque-Pix-do-Brasil-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Destaque-Pix-do-Brasil-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Destaque-Pix-do-Brasil-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">O Pix foi desenvolvido pelo Banco Central e, desde 2022, é o instrumento de pagamento mais usado no Brasil – Imagem: Blossom Stock Studio/Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<p class="wp-block-paragraph">Para Vidigal, a lição mais valiosa é separar a infraestrutura da instituição. E cita como exemplo <a href="https://olhardigital.com.br/2026/11/06/pro/em-tempos-de-master-e-ueno-o-brasil-tem-o-pix/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">o Pix</a>. </p>
<p class="wp-block-paragraph">“O Pix é uma infraestrutura pública, operada pelo Banco Central, aberta a todos em condições iguais, e não pertence a nenhum banco”, diz a advogada.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Quando uma instituição quebra, o cliente perde aquela conta, mas não perde o meio de pagamento: cadastra a chave em outra instituição e continua usando”, continua a especialista.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo Vidigal, a democratização digital resiste a crises bancárias quando três condições se juntam: “a infraestrutura é pública, o cliente sabe exatamente o que está protegido e a supervisão efetiva acompanha o crescimento das instituições”.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/11/06/seguranca/quebra-do-banco-ueno-acende-alerta-como-garantir-que-seu-dinheiro-esta-seguro/">Quebra do banco Ueno acende alerta: como garantir que seu dinheiro está seguro?</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Governo Trump cancela reunião com chefes de gigantes de tecnologia</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/governo-trump-cancela-reuniao-com-chefes-de-gigantes-de-tecnologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2026 19:41:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casa Branca]]></category>
		<category><![CDATA[donald trump]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Pro]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/governo-trump-cancela-reuniao-com-chefes-de-gigantes-de-tecnologia/</guid>

					<description><![CDATA[O governo de Donald Trump cancelou reunião de importante conselho de ciência e tecnologia da Casa Branca, que inclui executivos, como Mark Zuckerberg, CEO da Meta, e Jensen Huang, presidente-executivo da Nvidia. O encontro estava previsto para esta sexta-feira (6), mas foi suspenso sem justificativa oficial. A informação foi confirmada à Reuters por um porta-voz do Departamento de Energia dos Estados Unidos. O conselho reúne algumas das principais lideranças do setor tecnológico e tem a função de aconselhar o presidente estadunidense. Além de Zuckerberg e Huang, o grupo conta com Lisa Su, CEO da AMD; Larry Ellison, diretor de tecnologia da Oracle; e Marc Andreessen, cofundador da empresa de investimentos Andreessen Horowitz. O conselho é copresidido pelo investidor David Sacks e por Michael Kratsios, assessor de tecnologia da Casa Branca. Reunião seria ligada à nova força-tarefa de IA O encontro cancelado estava relacionado ao Conselho de Assessores do Presidente sobre Ciência e Tecnologia, painel externo que presta consultoria a Trump; O anúncio inicial da reunião indicava que o grupo também ajudaria a orientar a nova força-tarefa de inteligência artificial (IA) do governo, batizada de Super Intelligence Task Force (Força-Tarefa de Superinteligência); A iniciativa reúne integrantes do gabinete presidencial, indicados por Trump, e funcionários da Casa Branca. O termo superinteligência, inclusive, é a expressão preferida do presidente para se referir à IA; Após o cancelamento, o site de reuniões do Departamento de Energia chegou a indicar temporariamente 13 de novembro como uma nova data. Posteriormente, porém, a agência enviou comunicado retirando a informação; A Casa Branca não respondeu imediatamente ao pedido de esclarecimentos da Reuters sobre os motivos do adiamento. Trump e Jensen Huang estão cada vez mais próximos – Imagem: noamgalai e FotoField/Shutterstock Leia mais: Nova IA da Perplexity assume tarefas contínuas e trabalha com outros agentes Trump promete apoiar estados que investirem em inteligência artificial China mantém 600 mil chips da Nvidia parados à espera de autorização Cancelamento ocorre em meio a turbulência no setor de IA A suspensão do encontro acontece em um momento de preocupação crescente com o futuro da indústria de IA nos Estados Unidos. Na quinta-feira (5), ações de empresas de tecnologia sofreram fortes perdas em meio a receios de que um novo Congresso controlado pelos democratas possa dificultar o desenvolvimento da IA. Outro fator de preocupação é o volume de investimentos necessários para construir a infraestrutura da tecnologia. Investidores e executivos temem que os gastos bilionários com centros de dados e outros recursos não gerem retornos financeiros suficientes. A turbulência nos mercados aumentou a pressão sobre o setor e ampliou o escrutínio de executivos do Vale do Silício e autoridades de Washington sobre os rumos da IA. O post Governo Trump cancela reunião com chefes de gigantes de tecnologia apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p class="wp-block-paragraph" id="h-">O governo de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/donald-trump/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Donald Trump</a> cancelou reunião de importante conselho de ciência e tecnologia da Casa Branca, que inclui executivos, como <a href="https://olhardigital.com.br/tag/mark-zuckerberg/" data-type="link" data-id="https://olhardigital.com.br/tag/mark-zuckerberg/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mark Zuckerberg</a>, CEO da <a href="https://olhardigital.com.br/tag/meta/" data-type="link" data-id="https://olhardigital.com.br/tag/meta/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Meta</a>, e <a href="https://olhardigital.com.br/tag/jensen-huang/" data-type="link" data-id="https://olhardigital.com.br/tag/jensen-huang/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jensen Huang</a>, presidente-executivo da <a href="https://olhardigital.com.br/tag/nvidia/" data-type="link" data-id="https://olhardigital.com.br/tag/nvidia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Nvidia</a>. O encontro estava previsto para esta sexta-feira (6), mas foi suspenso sem justificativa oficial.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A informação foi confirmada à <em><a href="https://www.reuters.com/world/us/trump-administration-scraps-meeting-panel-that-includes-metas-zuckerberg-nvidias-2026-11-06/?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Reuters</a></em> por um porta-voz do Departamento de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/energia/" data-type="link" data-id="https://olhardigital.com.br/tag/energia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Energia</a> dos <a href="https://olhardigital.com.br/tag/estados-unidos/" data-type="link" data-id="https://olhardigital.com.br/tag/estados-unidos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Estados Unidos</a>. O conselho reúne algumas das principais lideranças do setor tecnológico e tem a função de aconselhar o presidente estadunidense.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além de Zuckerberg e Huang, o grupo conta com Lisa Su, CEO da AMD; Larry Ellison, diretor de tecnologia da Oracle; e Marc Andreessen, cofundador da empresa de investimentos Andreessen Horowitz.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O conselho é copresidido pelo investidor David Sacks e por Michael Kratsios, assessor de tecnologia da Casa Branca.</p>
<h2 id="h-reuniao-seria-ligada-a-nova-forca-tarefa-de-ia" class="wp-block-heading">Reunião seria ligada à nova força-tarefa de IA</h2>
<ul class="wp-block-list">
<li>O encontro cancelado estava relacionado ao Conselho de Assessores do Presidente sobre Ciência e Tecnologia, painel externo que presta consultoria a Trump;</li>
<li>O anúncio inicial da reunião indicava que o grupo também ajudaria a orientar a nova força-tarefa de inteligência artificial (IA) do governo, batizada de Super Intelligence Task Force (Força-Tarefa de Superinteligência);</li>
<li>A iniciativa reúne integrantes do gabinete presidencial, indicados por Trump, e funcionários da Casa Branca. O termo superinteligência, inclusive, é a expressão preferida do presidente para se referir à IA;</li>
<li>Após o cancelamento, o site de reuniões do Departamento de Energia chegou a indicar temporariamente 13 de novembro como uma nova data. Posteriormente, porém, a agência enviou comunicado retirando a informação;</li>
<li>A Casa Branca não respondeu imediatamente ao pedido de esclarecimentos da <em>Reuters</em> sobre os motivos do adiamento.</li>
</ul>
<p class="wp-block-paragraph">
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Destaque-Donald-Trump-e-Jensen-Huang-1024x576.jpg" alt="Montagem com fotos de Donald Trump e Jensen Huang" class="wp-image-1324977" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Destaque-Donald-Trump-e-Jensen-Huang-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Destaque-Donald-Trump-e-Jensen-Huang-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Destaque-Donald-Trump-e-Jensen-Huang-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Destaque-Donald-Trump-e-Jensen-Huang-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Destaque-Donald-Trump-e-Jensen-Huang-2048x1152.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Destaque-Donald-Trump-e-Jensen-Huang-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Destaque-Donald-Trump-e-Jensen-Huang-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Destaque-Donald-Trump-e-Jensen-Huang-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Trump e Jensen Huang estão cada vez mais próximos – Imagem: noamgalai e FotoField/Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/11/05/inteligencia-artificial/nova-ia-da-perplexity-assume-tarefas-continuas-e-trabalha-com-outros-agentes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Nova IA da Perplexity assume tarefas contínuas e trabalha com outros agentes</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/11/06/inteligencia-artificial/trump-promete-apoiar-estados-que-investirem-em-inteligencia-artificial/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Trump promete apoiar estados que investirem em inteligência artificial</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/11/06/inteligencia-artificial/china-mantem-600-mil-chips-da-nvidia-parados-a-espera-de-autorizacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">China mantém 600 mil chips da Nvidia parados à espera de autorização</a></li>
</ul>
<h2 id="h-cancelamento-ocorre-em-meio-a-turbulencia-no-setor-de-ia" class="wp-block-heading">Cancelamento ocorre em meio a turbulência no setor de IA</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A suspensão do encontro acontece em um momento de preocupação crescente com o futuro da indústria de IA nos Estados Unidos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Na quinta-feira (5), ações de empresas de tecnologia sofreram fortes perdas em meio a receios de que um novo Congresso controlado pelos democratas possa dificultar o desenvolvimento da IA.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Outro fator de preocupação é o volume de investimentos necessários para construir a infraestrutura da tecnologia. Investidores e executivos temem que os gastos bilionários com centros de dados e outros recursos não gerem retornos financeiros suficientes.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A turbulência nos mercados aumentou a pressão sobre o setor e ampliou o escrutínio de executivos do Vale do Silício e autoridades de Washington sobre os rumos da IA.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/11/06/pro/governo-trump-cancela-reuniao-com-chefes-de-gigantes-de-tecnologia/">Governo Trump cancela reunião com chefes de gigantes de tecnologia</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Japão vai usar IA para identificar falhas em redes e combater hackers</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/japao-vai-usar-ia-para-identificar-falhas-em-redes-e-combater-hackers/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2026 17:48:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ataques cibernéticos]]></category>
		<category><![CDATA[cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O Japão anunciou nesta sexta-feira (6) um pacote emergencial de cibersegurança focado no uso de inteligência artificial (IA) e na criação de equipes de resposta a ataques digitais. A medida responde a uma série de acessos não autorizados e vazamentos de dados em empresas e órgãos públicos. O plano prevê investimento de US$ 63 milhões (R$ 346,5 milhões) para ampliar a defesa do país. A primeira-ministra Sanae Takaichi defendeu a mobilização de todos os recursos governamentais para conter a onda de invasões. Uma equipe do Ministério da Economia usará inteligência artificial para identificar falhas em sistemas e redes. – Imagem: Summit Art Creations/Shutterstock Defesa cibernética ativa e equipes de apoio O pacote busca colocar o Japão entre os países com os mais altos níveis de segurança digital. Uma das estratégias é a chamada “defesa cibernética ativa”, legalizada em outubro, que permite ao governo acessar preventivamente servidores utilizados por hackers. Em situações de possível ameaça à segurança nacional, o governo poderá mobilizar uma equipe de apoio com representantes do Ministério da Defesa, da Agência Nacional de Polícia e do Escritório Nacional de Cibersegurança. O plano também prevê outras iniciativas para identificar vulnerabilidades e prestar assistência às empresas: Criação, até o fim de novembro, de uma equipe vinculada ao Ministério da Economia, Comércio e Indústria, que utilizará IA para identificar falhas em sistemas e redes. Cooperação desse grupo com empresas de tecnologia e desenvolvedores de inteligência artificial de países aliados para manter atualizados os conhecimentos japoneses em cibersegurança. Formação de uma equipe de resgate cibernético, com especialistas dos setores público e privado, para prestar os primeiros atendimentos a empresas afetadas por ataques. Criação de outro grupo especializado em ajudar empresas mais vulneráveis a reforçar seus sistemas de defesa. Uma equipe de resgate cibernético reunirá especialistas dos setores público e privado para atender empresas afetadas. – Imagem: enzozo/Shutterstock Integração com aliados e combate aos vazamentos Ao comentar o cenário de ameaças digitais, a primeira-ministra Sanae Takaichi destacou os impactos dos ataques sobre a população e as empresas japonesas. “Neste exato momento, estão ocorrendo casos de acesso não autorizado e vazamentos de dados, causando um grande impacto na vida cotidiana da população e nas atividades das empresas. Vamos ampliar a capacidade de resposta em todo o Japão, mobilizando todos os recursos do governo”, afirmou. A cooperação internacional também terá papel no plano. A equipe de especialistas trabalhará com empresas de tecnologia e desenvolvedores de IA de países aliados. O pacote prevê ainda o compartilhamento de informações entre os setores público e privado, assistência rápida às organizações afetadas e medidas para recuperar os danos provocados pelos ataques. O post Japão vai usar IA para identificar falhas em redes e combater hackers apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://olhardigital.com.br/tag/japao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Japão</a> anunciou nesta sexta-feira (6) um pacote emergencial de cibersegurança focado no uso de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/inteligencia-artificial/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inteligência artificial</a> (IA) e na criação de equipes de resposta a ataques digitais. A medida responde a uma série de acessos não autorizados e vazamentos de dados em empresas e órgãos públicos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O plano prevê investimento de US$ 63 milhões (R$ 346,5 milhões) para ampliar a <a href="https://olhardigital.com.br/tag/defesa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">defesa</a> do país. A primeira-ministra Sanae Takaichi defendeu a mobilização de todos os recursos governamentais para conter a onda de invasões.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ia_ciberseguranca-1024x576.jpg" alt="Mão de robô tocando um cadeado holográfico" class="wp-image-1322411" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ia_ciberseguranca-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ia_ciberseguranca-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ia_ciberseguranca-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ia_ciberseguranca-1536x863.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ia_ciberseguranca-2048x1151.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ia_ciberseguranca-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ia_ciberseguranca-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ia_ciberseguranca-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Uma equipe do Ministério da Economia usará inteligência artificial para identificar falhas em sistemas e redes.</em> – Imagem: Summit Art Creations/Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<h2 id="h-defesa-cibernetica-ativa-e-equipes-de-apoio" class="wp-block-heading">Defesa cibernética ativa e equipes de apoio</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O pacote busca colocar o Japão entre os países com os mais altos níveis de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/seguranca-digital/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">segurança digital</a>. Uma das estratégias é a chamada “defesa cibernética ativa”, legalizada em outubro, que permite ao governo acessar preventivamente servidores utilizados por hackers.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Em situações de possível ameaça à segurança nacional, o governo poderá mobilizar uma equipe de apoio com representantes do Ministério da Defesa, da Agência Nacional de Polícia e do Escritório Nacional de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/ciberseguranca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cibersegurança</a>.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O plano também prevê outras iniciativas para identificar vulnerabilidades e prestar assistência às empresas:</p>
<ul class="wp-block-list">
<li>Criação, até o fim de novembro, de uma equipe vinculada ao Ministério da Economia, Comércio e Indústria, que utilizará IA para identificar falhas em sistemas e redes.</li>
<li>Cooperação desse grupo com empresas de tecnologia e desenvolvedores de inteligência artificial de países aliados para manter atualizados os conhecimentos japoneses em cibersegurança.</li>
<li>Formação de uma equipe de resgate cibernético, com especialistas dos setores público e privado, para prestar os primeiros atendimentos a empresas afetadas por ataques.</li>
<li>Criação de outro grupo especializado em ajudar empresas mais vulneráveis a reforçar seus sistemas de defesa.</li>
</ul>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="682" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/02/dados-pessoais-1024x682.jpg" alt="Símbolo de alerta com exclamação dentro de triângulo formado por códigos binários" class="wp-image-1259523" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/dados-pessoais-1024x682.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/dados-pessoais-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/dados-pessoais-768x511.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/dados-pessoais-1536x1023.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/dados-pessoais-2048x1364.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/dados-pessoais-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Uma equipe de resgate cibernético reunirá especialistas dos setores público e privado para atender empresas afetadas.</em> – Imagem: enzozo/Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<h2 id="h-integracao-com-aliados-e-combate-aos-vazamentos" class="wp-block-heading">Integração com aliados e combate aos vazamentos</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Ao comentar o cenário de ameaças digitais, a primeira-ministra Sanae Takaichi destacou os impactos dos ataques sobre a população e as empresas japonesas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Neste exato momento, estão ocorrendo casos de acesso não autorizado e <a href="https://olhardigital.com.br/tag/vazamento-de-dados/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vazamentos de dados</a>, causando um grande impacto na vida cotidiana da população e nas atividades das empresas. Vamos ampliar a capacidade de resposta em todo o Japão, mobilizando todos os recursos do governo”, afirmou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A cooperação internacional também terá papel no plano. A equipe de especialistas trabalhará com empresas de tecnologia e desenvolvedores de IA de países aliados. O pacote prevê ainda o compartilhamento de informações entre os setores público e privado, assistência rápida às organizações afetadas e medidas para recuperar os danos provocados pelos ataques.</p>
<p class="wp-block-paragraph">
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/11/06/seguranca/japao-vai-usar-ia-para-identificar-falhas-em-redes-e-combater-hackers/">Japão vai usar IA para identificar falhas em redes e combater hackers</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Novo modelo da OpenAI identifica centenas de falhas de segurança</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/novo-modelo-da-openai-identifica-centenas-de-falhas-de-seguranca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2026 14:54:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[GPT-6 Cyber]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[OpenAI]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[vulnerabilidades]]></category>
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					<description><![CDATA[A OpenAI apresentou o GPT-6 Cyber, modelo de inteligência artificial especializado em cibersegurança que já identificou e validou milhares de explorações em softwares como Linux e Firefox. A ferramenta também desenvolve métodos para explorar vulnerabilidades e ajuda a propor correções. O acesso será restrito a profissionais e organizações aprovados pela empresa, por meio do programa de segurança Daybreak. No Linux, o modelo reproduziu 1.724 vulnerabilidades e desenvolveu explorações funcionais para 948 delas. Falhas foram comunicadas aos responsáveis pelo projeto. Imagem: Stanislaw Mikulski / Shutterstock.com Modelo supera antecessor em testes de segurança O GPT-6 Cyber alcançou 48,5% de aproveitamento no ExploitGym, avaliação que mede a capacidade de explorar vulnerabilidades específicas em sistemas remotos. O resultado representa uma melhora relativa de 51% em relação ao GPT-5.6 Cyber, que obteve 32,1%. Em outro teste, voltado à identificação de falhas em aplicações web sem acesso ao código-fonte, o novo modelo identificou 40,3% das vulnerabilidades, contra 32% do GPT-6 Astra. A OpenAI também avaliou se a ferramenta respeita os limites definidos pelos pesquisadores. Sem instruções adicionais de segurança, o GPT-6 Cyber evitou explorar serviços fora do escopo autorizado em 99,93% dos testes. Com as instruções de implantação, o índice chegou a 100%. A empresa classificou o modelo como Crítico em cibersegurança, uma categoria acima da classificação Alta atribuída ao GPT-5.6 Cyber em sua estrutura de avaliação de riscos. Linux e Firefox estão entre os softwares analisados Os resultados também aparecem em pesquisas com projetos de código aberto. No Linux, o GPT-6 Cyber reproduziu 1.724 vulnerabilidades e desenvolveu explorações funcionais para 948 delas. O número é mais de cinco vezes superior aos 166 casos explorados pelo GPT-5.6 Sol com o mesmo método de pesquisa. A OpenAI informou que comunicou 304 descobertas críticas aos responsáveis pelo projeto, acompanhadas de possíveis correções. As demais vulnerabilidades também estão em processo de correção. No Firefox, o modelo identificou 81 vulnerabilidades inéditas classificadas como de alta gravidade pela Mozilla. O trabalho também mostrou que outros 30 problemas já conhecidos eram mais graves do que se acreditava anteriormente. A OpenAI forneceu testes reproduzíveis e propostas de correção à equipe do navegador, que começou a disponibilizar atualizações para resolver parte das falhas encontradas. No Firefox, o GPT-6 Cyber identificou 81 vulnerabilidades inéditas classificadas como de alta gravidade. Imagem: PREMIO STOCK/Shutterstock Acesso será restrito a profissionais autorizados O GPT-6 Cyber integra o Daybreak, programa da OpenAI voltado à pesquisa e à defesa em segurança digital. A iniciativa possui três modalidades: Daybreak Blue: voltada à defesa, validação de vulnerabilidades e verificação de correções. Daybreak Red: destinada a testes avançados de invasão, desenvolvimento de explorações e pesquisas de segurança. Daybreak Red para Infraestrutura Crítica: permite que defensores aprovados testem sistemas essenciais, como instalações de energia e tratamento de água. Inicialmente, o GPT-6 Cyber estará disponível pela API e pelo Codex para um grupo selecionado de clientes aprovados do Daybreak Red. A OpenAI pretende ampliar gradualmente o acesso aos demais participantes dessa modalidade. A empresa também anunciou um programa de subsídios de US$ 1 bilhão para facilitar o acesso às ferramentas do Daybreak por equipes com recursos limitados, incluindo órgãos governamentais e prestadores de serviços essenciais. Para reduzir o risco de uso indevido, a OpenAI implementou monitoramento de atividades suspeitas, restrições ao uso de credenciais comprometidas e mecanismos para bloquear assistência em ataques não autorizados contra sistemas críticos. A empresa também recomenda ambientes isolados e supervisão humana em operações de alto risco. O post Novo modelo da OpenAI identifica centenas de falhas de segurança apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://olhardigital.com.br/tag/openai/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">OpenAI</a> apresentou o GPT-6 Cyber, modelo de inteligência artificial especializado em cibersegurança que já identificou e validou milhares de explorações em softwares como Linux e Firefox. A ferramenta também desenvolve métodos para explorar vulnerabilidades e ajuda a propor correções.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O acesso será restrito a profissionais e organizações aprovados pela empresa, por meio do programa de segurança Daybreak.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Tux-Linux-Mascote-jogos-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-1190063" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Tux-Linux-Mascote-jogos-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Tux-Linux-Mascote-jogos-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Tux-Linux-Mascote-jogos-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Tux-Linux-Mascote-jogos-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Tux-Linux-Mascote-jogos-2048x1152.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Tux-Linux-Mascote-jogos-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Tux-Linux-Mascote-jogos-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Tux-Linux-Mascote-jogos-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>No Linux, o modelo reproduziu 1.724 vulnerabilidades e desenvolveu explorações funcionais para 948 delas. Falhas foram comunicadas aos responsáveis pelo projeto. Imagem: Stanislaw Mikulski / Shutterstock.com</em><br /></figcaption></figure>
</div>
<h2 id="h-modelo-supera-antecessor-em-testes-de-seguranca" class="wp-block-heading">Modelo supera antecessor em testes de segurança</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O GPT-6 Cyber alcançou 48,5% de aproveitamento no ExploitGym, avaliação que mede a capacidade de explorar vulnerabilidades específicas em sistemas remotos. O resultado representa uma melhora relativa de 51% em relação ao GPT-5.6 Cyber, que obteve 32,1%.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Em outro teste, voltado à identificação de falhas em aplicações web sem acesso ao código-fonte, o novo modelo identificou 40,3% das <a href="https://olhardigital.com.br/tag/vulnerabilidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vulnerabilidades</a>, contra 32% do <a href="https://olhardigital.com.br/tag/gpt-6-astra/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">GPT-6 Astra</a>.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A OpenAI também avaliou se a ferramenta respeita os limites definidos pelos pesquisadores. Sem instruções adicionais de segurança, o GPT-6 Cyber evitou explorar serviços fora do escopo autorizado em 99,93% dos testes. Com as instruções de implantação, o índice chegou a 100%.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A empresa classificou o modelo como Crítico em <a href="https://olhardigital.com.br/tag/ciberseguranca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cibersegurança</a>, uma categoria acima da classificação Alta atribuída ao GPT-5.6 Cyber em sua estrutura de avaliação de riscos.</p>
<h2 id="h-linux-e-firefox-estao-entre-os-softwares-analisados" class="wp-block-heading">Linux e Firefox estão entre os softwares analisados</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Os resultados também aparecem em pesquisas com projetos de código aberto. No <a href="https://olhardigital.com.br/tag/linux/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Linux</a>, o GPT-6 Cyber reproduziu 1.724 vulnerabilidades e desenvolveu explorações funcionais para 948 delas. O número é mais de cinco vezes superior aos 166 casos explorados pelo GPT-5.6 Sol com o mesmo método de pesquisa.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A OpenAI informou que comunicou 304 descobertas críticas aos responsáveis pelo projeto, acompanhadas de possíveis correções. As demais vulnerabilidades também estão em processo de correção.</p>
<p class="wp-block-paragraph">No <a href="https://olhardigital.com.br/tag/firefox/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Firefox</a>, o modelo identificou 81 vulnerabilidades inéditas classificadas como de alta gravidade pela Mozilla. O trabalho também mostrou que outros 30 problemas já conhecidos eram mais graves do que se acreditava anteriormente. A OpenAI forneceu testes reproduzíveis e propostas de correção à equipe do navegador, que começou a disponibilizar atualizações para resolver parte das falhas encontradas.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/12/firefox--1024x683.jpg" alt="firefox" class="wp-image-1239016" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/firefox--1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/firefox--300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/firefox--768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/firefox--1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/firefox--150x100.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/12/firefox-.jpg 2004w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>No Firefox, o GPT-6 Cyber identificou 81 vulnerabilidades inéditas classificadas como de alta gravidade. Imagem: PREMIO STOCK/Shutterstock</em></figcaption></figure>
</div>
<h2 id="h-acesso-sera-restrito-a-profissionais-autorizados" class="wp-block-heading">Acesso será restrito a profissionais autorizados</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O GPT-6 Cyber integra o Daybreak, programa da OpenAI voltado à pesquisa e à defesa em segurança digital. A iniciativa possui três modalidades:</p>
<ul class="wp-block-list">
<li>Daybreak Blue: voltada à defesa, validação de vulnerabilidades e verificação de correções.</li>
<li>Daybreak Red: destinada a testes avançados de invasão, desenvolvimento de explorações e pesquisas de segurança.</li>
<li>Daybreak Red para Infraestrutura Crítica: permite que defensores aprovados testem sistemas essenciais, como instalações de energia e tratamento de água.</li>
</ul>
<p class="wp-block-paragraph">Inicialmente, o GPT-6 Cyber estará disponível pela API e pelo Codex para um grupo selecionado de clientes aprovados do Daybreak Red. A OpenAI pretende ampliar gradualmente o acesso aos demais participantes dessa modalidade.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A empresa também anunciou um programa de subsídios de US$ 1 bilhão para facilitar o acesso às ferramentas do Daybreak por equipes com recursos limitados, incluindo órgãos governamentais e prestadores de serviços essenciais.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para reduzir o risco de uso indevido, a OpenAI implementou monitoramento de atividades suspeitas, restrições ao uso de credenciais comprometidas e mecanismos para bloquear assistência em ataques não autorizados contra sistemas críticos. A empresa também recomenda ambientes isolados e supervisão humana em operações de alto risco.</p>
<p class="wp-block-paragraph">
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/11/06/seguranca/novo-modelo-da-openai-identifica-centenas-de-falhas-de-seguranca/">Novo modelo da OpenAI identifica centenas de falhas de segurança</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
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		<title>Falha antiga da Apple volta a ser explorada para roubar dados de iPhones</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/falha-antiga-da-apple-volta-a-ser-explorada-para-roubar-dados-de-iphones/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2026 17:36:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone]]></category>
		<category><![CDATA[Safari]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[vulnerabilidades]]></category>
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					<description><![CDATA[Hackers começaram a explorar ativamente uma falha de segurança em sistemas da Apple para invadir navegadores e roubar dados de login. A brecha afeta usuários de iPhone, Mac e iPad que não instalaram as atualizações lançadas em maio de 2024, informou o The Hacker News. A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) incluiu o código CVE-2024-27834 em seu catálogo de vulnerabilidades exploradas ativamente após a confirmação de novos ataques. Durante a navegação no Safari, um código identifica o modelo do aparelho e verifica se o sistema está desatualizado. Imagem: Primakov/Shutterstock Origem da brecha e método de infecção A vulnerabilidade foi apresentada durante a competição Pwn2Own Vancouver, em março de 2024. Dois meses depois, a Apple distribuiu correções para iOS, iPadOS, macOS, tvOS, watchOS e Safari. Mesmo assim, aparelhos sem atualização continuam expostos, seja por esquecimento dos usuários, seja pela necessidade de manter versões antigas para executar programas legados. Para disseminar os ataques, os criminosos comprometeram o Plerdy SEO Tracker, ferramenta usada por administradores para monitorar visitas e tráfego em sites. Também criaram páginas falsas e contaminaram portais legítimos. A infecção acontece durante a navegação pelo Safari. Um código em JavaScript identifica o modelo do dispositivo e verifica se o sistema está desatualizado. Quando encontra uma versão vulnerável, inicia a exploração da falha sem exigir que a vítima clique em algum link ou baixe arquivos. Roubo de cookies e autoria atribuída à Rússia O principal objetivo dos invasores é capturar cookies de sessão, pequenos arquivos armazenados no navegador que mantêm o usuário conectado a serviços sem exigir uma nova senha a cada acesso. Com esses registros, os criminosos conseguem clonar a sessão da vítima em outro computador e acessar e-mails e plataformas de trabalho. O método também permite contornar a autenticação em duas etapas (2FA), que normalmente exige um código temporário além da senha. Os ataques são atribuídos ao grupo APT29, também conhecido como Cozy Bear ou Midnight Blizzard, associado ao Serviço de Inteligência Estrangeira da Rússia. Para se proteger contra a falha, o usuário deve acessar as configurações do sistema e instalar as atualizações pendentes. – Imagem: Samuel Boivin/Shutterstock Prazo para atualização e recomendação de segurança A determinação da CISA também serve de alerta para usuários brasileiros: aparelhos da Apple que ainda não receberam as correções continuam vulneráveis à exploração da falha. Por isso, é importante verificar se há atualizações pendentes no iPhone, iPad ou Mac e instalá-las para proteger os dispositivos. O post Falha antiga da Apple volta a ser explorada para roubar dados de iPhones apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://olhardigital.com.br/tag/hackers/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Hackers</a> começaram a explorar ativamente uma falha de segurança em sistemas da Apple para invadir navegadores e roubar dados de login. A brecha afeta usuários de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/iphone/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">iPhone</a>, Mac e <a href="https://olhardigital.com.br/tag/ipad/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">iPad </a>que não instalaram as atualizações lançadas em maio de 2024, informou o The Hacker News.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) incluiu o código CVE-2024-27834 em seu catálogo de vulnerabilidades exploradas ativamente após a confirmação de novos ataques.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="576" height="1024" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Safari-iphone-576x1024.jpg" alt="Safari iphone" class="wp-image-1183532" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Safari-iphone-576x1024.jpg 576w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Safari-iphone-169x300.jpg 169w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Safari-iphone-768x1365.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Safari-iphone-864x1536.jpg 864w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Safari-iphone-150x267.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Safari-iphone.jpg 1080w" sizes="(max-width: 576px) 100vw, 576px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Durante a navegação no Safari, um código identifica o modelo do aparelho e verifica se o sistema está desatualizado. Imagem: Primakov/Shutterstock</em></figcaption></figure>
</div>
<h2 id="h-origem-da-brecha-e-metodo-de-infeccao" class="wp-block-heading">Origem da brecha e método de infecção</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A vulnerabilidade foi apresentada durante a competição Pwn2Own Vancouver, em março de 2024. Dois meses depois, a <a href="https://olhardigital.com.br/tag/apple/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Apple</a> distribuiu correções para <a href="https://olhardigital.com.br/tag/ios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">iOS</a>, iPadOS, <a href="https://olhardigital.com.br/tag/macos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">macOS</a>, tvOS, watchOS e <a href="https://olhardigital.com.br/tag/safari/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Safari</a>. Mesmo assim, aparelhos sem atualização continuam expostos, seja por esquecimento dos usuários, seja pela necessidade de manter versões antigas para executar programas legados.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para disseminar os ataques, os criminosos comprometeram o Plerdy SEO Tracker, ferramenta usada por administradores para monitorar visitas e tráfego em sites. Também criaram páginas falsas e contaminaram portais legítimos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A infecção acontece durante a navegação pelo Safari. Um código em JavaScript identifica o modelo do dispositivo e verifica se o sistema está desatualizado. Quando encontra uma versão vulnerável, inicia a exploração da falha sem exigir que a vítima clique em algum link ou baixe arquivos.</p>
<h2 id="h-roubo-de-cookies-e-autoria-atribuida-a-russia" class="wp-block-heading">Roubo de cookies e autoria atribuída à Rússia</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O principal objetivo dos invasores é capturar cookies de sessão, pequenos arquivos armazenados no navegador que mantêm o usuário conectado a serviços sem exigir uma nova senha a cada acesso.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Com esses registros, os criminosos conseguem clonar a sessão da vítima em outro computador e acessar e-mails e plataformas de trabalho. O método também permite contornar a autenticação em duas etapas (2FA), que normalmente exige um código temporário além da senha.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Os ataques são atribuídos ao grupo APT29, também conhecido como Cozy Bear ou Midnight Blizzard, associado ao Serviço de Inteligência Estrangeira da Rússia.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/10/apple-1024x682.jpg" alt="Logo da Apple em um smartphone" class="wp-image-1381695" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/10/apple-1024x682.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/10/apple-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/10/apple-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/10/apple-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/10/apple-2048x1365.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/10/apple-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Para se proteger contra a falha, o usuário deve acessar as configurações do sistema e instalar as atualizações pendentes.</em> – Imagem: Samuel Boivin/Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<h2 id="h-prazo-para-atualizacao-e-recomendacao-de-seguranca" class="wp-block-heading">Prazo para atualização e recomendação de segurança</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A determinação da CISA também serve de alerta para usuários brasileiros: aparelhos da Apple que ainda não receberam as correções continuam vulneráveis à exploração da falha. Por isso, é importante verificar se há atualizações pendentes no iPhone, iPad ou Mac e instalá-las para proteger os dispositivos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/11/05/seguranca/falha-antiga-da-apple-volta-a-ser-explorada-para-roubar-dados-de-iphones/">Falha antiga da Apple volta a ser explorada para roubar dados de iPhones</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TV boxes saíam de fábrica com vírus em esquema que atingiu o Brasil</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/tv-boxes-saiam-de-fabrica-com-virus-em-esquema-que-atingiu-o-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2026 17:15:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Android]]></category>
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		<category><![CDATA[malware]]></category>
		<category><![CDATA[segurança digital]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma operação liderada pelo Google desmantelou uma rede mundial que controlava mais de 1,3 milhão de aparelhos sem o conhecimento dos donos. Os dispositivos saíam de fábrica com um programa malicioso chamado XCPE. O Brasil foi o segundo país com mais equipamentos infectados, atrás apenas da Malásia, segundo a Trend Micro. A operação também envolveu a Agência Nacional de Polícia do Japão e as empresas Lumen, HUMAN Security, Plume, Synthient e TrendAI. O malware era carregado após a primeira inicialização dos aparelhos, segundo o Google. – Imagem: Fit Ztudio/Shutterstock Aparelhos atingidos pelo programa malicioso A maioria dos dispositivos infectados era de conversores de TV (TV boxes com Android). Segundo a Trend Micro, foram identificados equipamentos comprometidos em 170 países. Iraque, México e Taiwan também estavam entre os mais afetados. O programa, porém, não estava restrito a esse tipo de aparelho. O Google também encontrou o XCPE em: Dispositivos utilizados em serviços de telemedicina; Máquinas de karaokê; Equipamentos de sinalização digital. Esquema burlava testes de segurança Segundo o Google, a fabricante Videostrong, sediada em Shenzhen, na China, instalava intencionalmente o programa nos equipamentos desde o fim de 2024. A infecção não dependia de cliques em links suspeitos: os aparelhos já saíam de fábrica comprometidos. A empresa lucrava vendendo a criminosos o acesso aos dispositivos infectados. Eles utilizavam os equipamentos para simular visualizações de anúncios e gerar receita publicitária. Para esconder o esquema, a fabricante empregava técnicas que burlavam as verificações de compatibilidade e segurança exigidas pelo Google. Isso permitia carregar o código malicioso depois que o aparelho era ligado pela primeira vez. Ao identificar a prática, o Google rompeu relações com a Videostrong e proibiu a fabricante de produzir e vender aparelhos Android certificados, além de fornecer software a outros fabricantes certificados. A empresa também modificou seu processo de revisão para proteger os consumidores. “Um fabricante de dispositivos infectar intencionalmente seus usuários com malware é uma quebra inaceitável de confiança e representa um risco sério para esses usuários”, declarou o Google. Os aparelhos saíam da fábrica com o vírus instalado para permitir que criminosos simulassem cliques em anúncios. Equipamentos de telemedicina também foram infectados. Imagem: fizkes/Shutterstock Anatel alerta para riscos às redes de telecomunicações A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) também chamou a atenção para os riscos associados ao uso de equipamentos sem homologação. A agência afirmou que combate a comercialização desses produtos por causa das possíveis ameaças aos consumidores e às redes de telecomunicações, embora não tenha participado da operação. Para Gesiléa Fonseca Teles, superintendente de fiscalização da Anatel, a preocupação não se limita à qualidade dos serviços ou à segurança física dos aparelhos. A procedência e a conformidade dos equipamentos também são importantes para proteger a infraestrutura de telecomunicações. “O impacto da utilização de equipamentos não homologados vai muito além das questões de qualidade do serviço fornecido ao consumidor ou da segurança física do aparelho. Trata-se de uma ameaça direta à infraestrutura cibernética do país”, afirmou ao g1. O post TV boxes saíam de fábrica com vírus em esquema que atingiu o Brasil apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p class="wp-block-paragraph">Uma operação liderada pelo <a href="https://olhardigital.com.br/tag/google/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Google</a> desmantelou uma rede mundial que controlava mais de 1,3 milhão de aparelhos sem o conhecimento dos donos. Os dispositivos saíam de fábrica com um programa malicioso chamado XCPE.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O Brasil foi o segundo país com mais equipamentos infectados, atrás apenas da Malásia, segundo a Trend Micro. A operação também envolveu a Agência Nacional de Polícia do Japão e as empresas Lumen, HUMAN Security, Plume, Synthient e TrendAI.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="560" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/10/malware-ia-1024x560.jpg" alt="Malware" class="wp-image-1381514" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/10/malware-ia-1024x560.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/10/malware-ia-300x164.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/10/malware-ia-768x420.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/10/malware-ia-1536x839.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/10/malware-ia-150x82.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/10/malware-ia.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>O malware era carregado após a primeira inicialização dos aparelhos, segundo o Google.</em> – Imagem: Fit Ztudio/Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<h2 id="h-aparelhos-atingidos-pelo-programa-malicioso" class="wp-block-heading">Aparelhos atingidos pelo programa malicioso</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A maioria dos dispositivos infectados era de conversores de TV (<a href="https://olhardigital.com.br/tag/tv-box/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">TV boxes</a> com <a href="https://olhardigital.com.br/tag/android/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Android</a>). Segundo a Trend Micro, foram identificados equipamentos comprometidos em 170 países. Iraque, México e Taiwan também estavam entre os mais afetados.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O programa, porém, não estava restrito a esse tipo de aparelho. O Google também encontrou o XCPE em:</p>
<ul class="wp-block-list">
<li>Dispositivos utilizados em serviços de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/telemedicina/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">telemedicina</a>;</li>
<li>Máquinas de karaokê;</li>
<li>Equipamentos de sinalização digital.</li>
</ul>
<h2 id="h-esquema-burlava-testes-de-seguranca" class="wp-block-heading">Esquema burlava testes de segurança</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Google, a fabricante Videostrong, sediada em Shenzhen, na China, instalava intencionalmente o programa nos equipamentos desde o fim de 2024. A infecção não dependia de cliques em links suspeitos: os aparelhos já saíam de fábrica comprometidos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A empresa lucrava vendendo a criminosos o acesso aos dispositivos infectados. Eles utilizavam os equipamentos para simular visualizações de anúncios e gerar receita publicitária.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para esconder o esquema, a fabricante empregava técnicas que burlavam as verificações de compatibilidade e segurança exigidas pelo Google. Isso permitia carregar o código malicioso depois que o aparelho era ligado pela primeira vez.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Ao identificar a prática, o Google rompeu relações com a Videostrong e proibiu a fabricante de produzir e vender aparelhos Android certificados, além de fornecer software a outros fabricantes certificados. A empresa também modificou seu processo de revisão para proteger os consumidores.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Um fabricante de dispositivos infectar intencionalmente seus usuários com malware é uma quebra inaceitável de confiança e representa um risco sério para esses usuários”, declarou o Google.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2024/11/shutterstock_1678229836-1-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-1002892" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/shutterstock_1678229836-1-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/shutterstock_1678229836-1-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/shutterstock_1678229836-1-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/shutterstock_1678229836-1-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/shutterstock_1678229836-1-150x100.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/shutterstock_1678229836-1.jpg 2001w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Os aparelhos saíam da fábrica com o vírus instalado para permitir que criminosos simulassem cliques em anúncios. Equipamentos de telemedicina também foram infectados. Imagem: fizkes/Shutterstock</em></figcaption></figure>
</div>
<h2 id="h-anatel-alerta-para-riscos-as-redes-de-telecomunicacoes" class="wp-block-heading">Anatel alerta para riscos às redes de telecomunicações</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A Agência Nacional de Telecomunicações (<a href="https://olhardigital.com.br/tag/anatel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Anatel</a>) também chamou a atenção para os riscos associados ao uso de equipamentos sem homologação. A agência afirmou que combate a comercialização desses produtos por causa das possíveis ameaças aos consumidores e às redes de telecomunicações, embora não tenha participado da operação.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para Gesiléa Fonseca Teles, superintendente de fiscalização da Anatel, a preocupação não se limita à qualidade dos serviços ou à segurança física dos aparelhos. A procedência e a conformidade dos equipamentos também são importantes para proteger a infraestrutura de telecomunicações.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“O impacto da utilização de equipamentos não homologados vai muito além das questões de qualidade do serviço fornecido ao consumidor ou da segurança física do aparelho. Trata-se de uma ameaça direta à infraestrutura cibernética do país”, afirmou ao g1.</p>
<p class="wp-block-paragraph">
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/11/05/seguranca/tv-boxes-saiam-de-fabrica-com-virus-em-esquema-que-atingiu-o-brasil/">TV boxes saíam de fábrica com vírus em esquema que atingiu o Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
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		<title>Black Friday 2025 teve 29 mil tentativas de fraude em apenas quatro dias</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/black-friday-2025-teve-29-mil-tentativas-de-fraude-em-apenas-quatro-dias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2026 15:38:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[black friday]]></category>
		<category><![CDATA[compras online]]></category>
		<category><![CDATA[fraudes]]></category>
		<category><![CDATA[golpes na internet]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[A Black Friday de 2025 registrou quase 30 mil tentativas de fraude no comércio eletrônico brasileiro, associadas a prejuízos de R$ 30,7 milhões. Segundo o Mapa da Fraude da Serasa Experian, foram cerca de 7,4 mil ocorrências por dia durante os quatro dias analisados. O receio de golpes também interfere nas decisões de compra: 86% dos consumidores entrevistados afirmam já ter desistido de uma promoção por medo de fraudes digitais. Os dados ajudam a dimensionar os desafios de segurança para quem pretende aproveitar as ofertas da Black Friday de 2026. Produtos de baixo valor, como cadarços para tênis, são usados para testar dados de cartões antes de golpes maiores. – Imagem: Koupei Studio/Shutterstock Como as tentativas de fraude se distribuem O valor médio das tentativas de fraude chegou a R$ 1.034,77, cerca de 45% acima do ticket médio dos pedidos legítimos. A diferença indica que as operações suspeitas envolviam valores mais altos do que os das compras regulares. O horário também chamou a atenção no levantamento. Entre meia-noite e 5h, a participação das tentativas ficou acima de 0,6%, com pico de aproximadamente 1,3%. No restante do dia, o percentual não chegou a 0,6%. A sexta-feira oficial de promoções concentrou o maior volume de ocorrências: foram mais de 9,5 mil tentativas, associadas a R$ 11,2 milhões. Considerando também a Cyber Monday, realizada em 1º de dezembro, o total chegou a 36,3 mil registros. O levantamento identificou ainda diferenças entre as faixas etárias. As Gerações Y e Z responderam juntas por 71,6% das tentativas com idade identificada. Entre os produtos, os cadarços de tênis chamaram a atenção pelo número de ocorrências. Por serem itens baratos, podem ser usados por fraudadores para testar se os dados de pagamento de uma vítima são válidos antes de tentar compras de maior valor. Já um modelo de console e uma geladeira concentraram os maiores valores associados entre os produtos destacados pela Serasa. O problema não se limitou aos dias de promoção. Em todo o mês de novembro de 2025, foram quase 180 mil tentativas de fraude no comércio eletrônico, associadas a R$ 161,4 milhões. Sites falsos e golpes com Pix preocupam consumidores Uma pesquisa da Serasa Experian realizada em setembro de 2026, com 1.480 entrevistados, ajuda a mostrar quais ameaças mais preocupam os consumidores. Sites falsos lideraram as respostas, mencionados por 53% dos participantes. Golpes envolvendo Pix apareceram em seguida, citados por 42%, enquanto anúncios fraudulentos em redes sociais foram apontados por 32%. O cenário também aparece nos registros de ameaças digitais: na semana da Black Friday de 2025, elas aumentaram 99% em comparação com a média das três semanas anteriores. Especialistas recomendam checar os endereços oficiais das lojas no navegador e evitar links recebidos por mensagem. – Imagem: The Nomad Photographer/Shutterstock Cuidados para comprar com segurança Para Eric Dhaese, vice-presidente de Autenticação e Prevenção à Fraude da Serasa Experian, o grande volume de transações concentrado em poucos dias exige atenção de empresas e consumidores. “A Black Friday concentra um volume muito elevado de transações em poucos dias e, para empresas e consumidores, isso exige atenção reforçada à segurança”, afirma. Para reduzir o risco de golpes durante as compras, a Serasa recomenda: Desconfie de preços muito abaixo dos praticados pelo mercado e de ofertas que pressionam pela compra imediata. Confira o endereço do site antes de informar dados pessoais ou de pagamento. Prefira digitar o endereço oficial da loja no navegador. Evite links recebidos de remetentes desconhecidos e não compartilhe senhas ou códigos de autenticação fora dos canais oficiais. Em marketplaces, verifique a identificação do vendedor, as condições de pagamento e as informações de entrega. Use senhas fortes e diferentes para cada serviço e acompanhe movimentações bancárias e consultas ao CPF. O post Black Friday 2025 teve 29 mil tentativas de fraude em apenas quatro dias apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://olhardigital.com.br/tag/black-friday/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Black Friday</a> de 2025 registrou quase 30 mil tentativas de fraude no comércio eletrônico brasileiro, associadas a prejuízos de R$ 30,7 milhões. Segundo o <a href="https://click.knewin360.com/Click/click/eyJhbGciOiJIUzI1NiIsInR5cCI6IkpXVCJ9.eyJjYW1wYWlnbklkIjoiYjQ0MzVkMmYtNmI1ZS00NzVkLTdiOTktMDhkZjEzNjg4OThkIiwicGVyc29uSWQiOiI4NTEyYWRkYS00N2QzLTQ1ZWQtYWM0MC1lNzdjMzg2ZWU2MTMiLCJlbWFpbCI6InJlZGFjYW9Ab2xoYXJkaWdpdGFsLmNvbS5iciIsInVybCI6Imh0dHBzOi8vbmFtMTIuc2FmZWxpbmtzLnByb3RlY3Rpb24ub3V0bG9vay5jb20vP3VybD1odHRwcyUzQSUyRiUyRnd3dy5zZXJhc2FleHBlcmlhbi5jb20uYnIlMkZtYXBhLWRhLWZyYXVkZSUzRnV0bV9jaGFubmVsJTNEYzEwJTI2dXRtX2J1JTNEYjJiLWNjJTI2dXRtX3NvdXJjZSUzRHByJTI2dXRtX21lZGl1bSUzRG5hJTI2dXRtX2NhbXBhaWduJTNEYjJiLWNjX2lkZl9ibGFjay1mcmlkYXlfYXdzX25hJTI2dXRtX3Rlcm0lM0RibGFjay1mcmlkYXlfY2xpY2tzX25hX25hX25hJTI2dXRtX2NvbnRlbnQlM0RjYzAwMjMwMV9ibGFjay1mcmlkYXlfY2xpY2tzX25hX3JlbGVhc2VfMDMtMTEtMjAyNiZkYXRhPTA1JTdDMDIlN0NKdWxpYS5CZWxpb2dsbyU0MGVkZWxtYW4uY29tJTdDMjdmZDFmMGUwMjRlNDQzYzdiNGQwOGRmMzliNWM1N2MlN0NiODI0YmZiMzkxOGU0M2MyYmIxY2RjYzFiYTQwYTgyYiU3QzAlN0MwJTdDNjM5MjkzMTI1MDAyMzMwMDAzJTdDVW5rbm93biU3Q1RXRnBiR1pzYjNkOGV5SkZiWEIwZVUxaGNHa2lPblJ5ZFdVc0lsWWlPaUl3TGpBdU1EQXdNQ0lzSWxBaU9pSlhhVzR6TWlJc0lrRk9Jam9pVFdGcGJDSXNJbGRVSWpveWZRJTNEJTNEJTdDMCU3QyU3QyU3QyZzZGF0YT1pVW1RTWZadnBDTzFQSm11JTJCWGdNeSUyQlZuSGdCU08zOEZGcWpSJTJCSEpHN2tBJTNEJnJlc2VydmVkPTAiLCJpc1NlZ21lbnRhdGlvbiI6IlRydWUiLCJuYmYiOjE3OTM3OTYzOTMsImV4cCI6MTc5NjM4ODM5MywiaWF0IjoxNzkzNzk2MzkzfQ.7oG_Zu2fbOxE14Glk7gSRaz_ai56gU4ZASzgTo5e16c" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mapa da Fraude da Serasa Experian</a>, foram cerca de 7,4 mil ocorrências por dia durante os quatro dias analisados.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O receio de golpes também interfere nas decisões de compra: 86% dos consumidores entrevistados afirmam já ter desistido de uma promoção por medo de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/fraudes-online/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">fraudes digitais</a>. Os dados ajudam a dimensionar os desafios de segurança para quem pretende aproveitar as ofertas da Black Friday de 2026.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/11/golpe-online-1024x576.jpg" alt="Golpe online" class="wp-image-1387247" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/golpe-online-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/golpe-online-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/golpe-online-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/golpe-online-150x84.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/golpe-online.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Produtos de baixo valor, como cadarços para tênis, são usados para testar dados de cartões antes de golpes maiores.</em> – Imagem: Koupei Studio/Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<h2 id="h-como-as-tentativas-de-fraude-se-distribuem" class="wp-block-heading">Como as tentativas de fraude se distribuem</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O valor médio das tentativas de fraude chegou a R$ 1.034,77, cerca de 45% acima do ticket médio dos pedidos legítimos. A diferença indica que as operações suspeitas envolviam valores mais altos do que os das compras regulares.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O horário também chamou a atenção no levantamento. Entre meia-noite e 5h, a participação das tentativas ficou acima de 0,6%, com pico de aproximadamente 1,3%. No restante do dia, o percentual não chegou a 0,6%.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A sexta-feira oficial de promoções concentrou o maior volume de ocorrências: foram mais de 9,5 mil tentativas, associadas a R$ 11,2 milhões. Considerando também a Cyber Monday, realizada em 1º de dezembro, o total chegou a 36,3 mil registros.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O levantamento identificou ainda diferenças entre as faixas etárias. As <a href="https://olhardigital.com.br/tag/geracao-y/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gerações Y</a> e Z responderam juntas por 71,6% das tentativas com idade identificada. Entre os produtos, os cadarços de tênis chamaram a atenção pelo número de ocorrências. Por serem itens baratos, podem ser usados por fraudadores para testar se os dados de pagamento de uma vítima são válidos antes de tentar compras de maior valor. Já um modelo de console e uma geladeira concentraram os maiores valores associados entre os produtos destacados pela <a href="https://olhardigital.com.br/tag/serasa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Serasa</a>.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O problema não se limitou aos dias de promoção. Em todo o mês de novembro de 2025, foram quase 180 mil tentativas de fraude no comércio eletrônico, associadas a R$ 161,4 milhões.</p>
<h2 id="h-sites-falsos-e-golpes-com-pix-preocupam-consumidores" class="wp-block-heading">Sites falsos e golpes com Pix preocupam consumidores</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Uma pesquisa da Serasa Experian realizada em setembro de 2026, com 1.480 entrevistados, ajuda a mostrar quais ameaças mais preocupam os consumidores. Sites falsos lideraram as respostas, mencionados por 53% dos participantes. Golpes envolvendo <a href="https://olhardigital.com.br/tag/pix/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pix</a> apareceram em seguida, citados por 42%, enquanto anúncios fraudulentos em redes sociais foram apontados por 32%.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O cenário também aparece nos registros de ameaças digitais: na semana da Black Friday de 2025, elas aumentaram 99% em comparação com a média das três semanas anteriores.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="585" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/10/seguranca-cibernetica-1024x585.jpg" alt="Conceito Global de Proteção de Cibersegurança - Holograma Digital Lock e Rede Segura Globe" class="wp-image-1383553" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/10/seguranca-cibernetica-1024x585.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/10/seguranca-cibernetica-300x172.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/10/seguranca-cibernetica-768x439.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/10/seguranca-cibernetica-150x86.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/10/seguranca-cibernetica.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Especialistas recomendam checar os endereços oficiais das lojas no navegador e evitar links recebidos por mensagem.</em> – Imagem: The Nomad Photographer/Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<h2 id="h-cuidados-para-comprar-com-seguranca" class="wp-block-heading">Cuidados para comprar com segurança</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Para Eric Dhaese, vice-presidente de Autenticação e Prevenção à Fraude da Serasa Experian, o grande volume de transações concentrado em poucos dias exige atenção de empresas e consumidores. “A Black Friday concentra um volume muito elevado de transações em poucos dias e, para empresas e consumidores, isso exige atenção reforçada à segurança”, afirma.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para reduzir o risco de golpes durante as compras, a Serasa recomenda:</p>
<ul class="wp-block-list">
<li>Desconfie de preços muito abaixo dos praticados pelo mercado e de ofertas que pressionam pela compra imediata.</li>
<li>Confira o endereço do site antes de informar dados pessoais ou de pagamento. Prefira digitar o endereço oficial da loja no navegador.</li>
<li>Evite links recebidos de remetentes desconhecidos e não compartilhe senhas ou códigos de autenticação fora dos canais oficiais.</li>
<li>Em marketplaces, verifique a identificação do vendedor, as condições de pagamento e as informações de entrega.</li>
<li>Use senhas fortes e diferentes para cada serviço e acompanhe movimentações bancárias e consultas ao CPF.</li>
</ul>
<p class="wp-block-paragraph">
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/11/05/seguranca/black-friday-2025-teve-29-mil-tentativas-de-fraude-em-apenas-quatro-dias/">Black Friday 2025 teve 29 mil tentativas de fraude em apenas quatro dias</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Invasão ao FGC expõe CPFs e outros dados pessoais de clientes</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/invasao-ao-fgc-expoe-cpfs-e-outros-dados-pessoais-de-clientes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2026 14:46:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ataque cibernético]]></category>
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		<category><![CDATA[golpes digitais]]></category>
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		<category><![CDATA[vazamento de dados]]></category>
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					<description><![CDATA[O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) informou que identificou um acesso não autorizado a dados pessoais de clientes, incluindo nomes, CPFs, e-mails e datas de nascimento. A entidade também comunicou o caso à Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD). O número de pessoas afetadas não foi divulgado, mas o FGC afirmou que todos os clientes atingidos foram notificados. Até o momento, não há evidências de divulgação ou utilização indevida das informações. O FGC informou que todos os clientes afetados pelo acesso não autorizado foram notificados. – Imagem: Frame Stock Footage/Shutterstock Dados expostos e apuração do incidente A suspeita de invasão foi identificada em 26 de outubro. Após detectar o problema, o FGC restringiu o acesso aos ambientes envolvidos, desabilitou contas indevidas, reforçou o monitoramento e preservou evidências para a investigação. Com apoio de empresas especializadas, a entidade apura a extensão do acesso e verifica se houve cópia, divulgação ou utilização indevida das informações. Entre os dados acessados estão: Dados cadastrais: nome, CPF, endereço de e-mail e data de nascimento; Tributação: informações sobre os tributos retidos no pagamento da garantia; Origem do investimento: canal de distribuição pelo qual o investimento garantido foi realizado na instituição liquidada. Após identificar o incidente, o FGC restringiu acessos, desabilitou contas indevidas e reforçou o monitoramento. – Imagem: Reprodução/FGC Riscos para os clientes e orientações de segurança Embora ainda não existam evidências de divulgação ou utilização indevida dos dados, as informações acessadas podem tornar tentativas de golpe mais convincentes. Por isso, o FGC orienta os clientes afetados a redobrar a atenção a ligações, mensagens e e-mails de pessoas que se apresentem como representantes da entidade. Em nota, o fundo afirmou: “Também não foi identificada nenhuma perda financeira decorrente do evento. A investigação prossegue, com apoio de empresas especializadas, para esclarecer a extensão do acesso e verificar se houve cópia, divulgação ou utilização indevida das informações”. O FGC é uma associação privada, sem fins lucrativos, que funciona como uma espécie de seguro para proteger o dinheiro de depositantes e investidores quando um banco enfrenta dificuldades, como no caso do Banco Master. O post Invasão ao FGC expõe CPFs e outros dados pessoais de clientes apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p class="wp-block-paragraph">O Fundo Garantidor de Créditos (<a href="https://olhardigital.com.br/tag/fgc/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">FGC</a>) informou que identificou um acesso não autorizado a <a href="https://olhardigital.com.br/tag/dados-pessoais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dados pessoais</a> de clientes, incluindo nomes, CPFs, e-mails e datas de nascimento. A entidade também comunicou o caso à Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD).</p>
<p class="wp-block-paragraph">O número de pessoas afetadas não foi divulgado, mas o FGC afirmou que todos os clientes atingidos foram notificados. Até o momento, não há evidências de divulgação ou utilização indevida das informações.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="540" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/11/ataque-cibernetico-1024x540.jpg" alt="Alerta de ataque cibernético na tela de um notebook" class="wp-image-1387212" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/ataque-cibernetico-1024x540.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/ataque-cibernetico-300x158.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/ataque-cibernetico-768x405.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/ataque-cibernetico-150x79.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/ataque-cibernetico.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">O FGC informou que todos os clientes afetados pelo acesso não autorizado foram notificados. – Imagem: Frame Stock Footage/Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<h2 id="h-dados-expostos-e-apuracao-do-incidente" class="wp-block-heading">Dados expostos e apuração do incidente</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A suspeita de invasão foi identificada em 26 de outubro. Após detectar o problema, o FGC restringiu o acesso aos ambientes envolvidos, desabilitou contas indevidas, reforçou o <a href="https://olhardigital.com.br/tag/monitoramento/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">monitoramento</a> e preservou evidências para a investigação.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Com apoio de empresas especializadas, a entidade apura a extensão do acesso e verifica se houve cópia, divulgação ou utilização indevida das informações.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Entre os dados acessados estão:</p>
<ul class="wp-block-list">
<li>Dados cadastrais: nome, CPF, endereço de e-mail e data de nascimento;</li>
<li>Tributação: informações sobre os tributos retidos no pagamento da garantia;</li>
<li>Origem do investimento: canal de distribuição pelo qual o investimento garantido foi realizado na instituição liquidada.</li>
</ul>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="473" height="1024" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/11/notificacao-FGC-473x1024.jpg" alt="Notificação via aplicativo do FGC" class="wp-image-1387215" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/notificacao-FGC-473x1024.jpg 473w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/notificacao-FGC-138x300.jpg 138w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/notificacao-FGC-768x1664.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/notificacao-FGC-709x1536.jpg 709w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/notificacao-FGC-945x2048.jpg 945w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/notificacao-FGC-150x325.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/11/notificacao-FGC.jpg 984w" sizes="(max-width: 473px) 100vw, 473px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Após identificar o incidente, o FGC restringiu acessos, desabilitou contas indevidas e reforçou o monitoramento.</em> – Imagem: Reprodução/FGC</figcaption></figure>
</div>
<h2 id="h-riscos-para-os-clientes-e-orientacoes-de-seguranca" class="wp-block-heading">Riscos para os clientes e orientações de segurança</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Embora ainda não existam evidências de divulgação ou utilização indevida dos dados, as informações acessadas podem tornar tentativas de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/golpe/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">golpe</a> mais convincentes. Por isso, o FGC orienta os clientes afetados a redobrar a atenção a ligações, mensagens e e-mails de pessoas que se apresentem como representantes da entidade.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Em nota, o fundo afirmou: “Também não foi identificada nenhuma perda financeira decorrente do evento. A investigação prossegue, com apoio de empresas especializadas, para esclarecer a extensão do acesso e verificar se houve cópia, divulgação ou utilização indevida das informações”.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O FGC é uma associação privada, sem fins lucrativos, que funciona como uma espécie de seguro para proteger o dinheiro de depositantes e investidores quando um banco enfrenta dificuldades, como no caso do <a href="https://olhardigital.com.br/tag/banco-master/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Banco Master</a>.</p>
<p class="wp-block-paragraph">
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/11/05/seguranca/fgc-sofre-acesso-nao-autorizado-e-expoe-dados-pessoais-de-clientes/">Invasão ao FGC expõe CPFs e outros dados pessoais de clientes</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Brasil sofre 487 mil ataques DDoS no 1º semestre de 2026; veja dados</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/brasil-sofre-487-mil-ataques-ddos-no-1o-semestre-de-2026-veja-dados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2026 12:50:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ataque DDoS]]></category>
		<category><![CDATA[ataques cibernéticos]]></category>
		<category><![CDATA[segurança cibernética]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil registrou 487.415 ataques de negação de serviço distribuído (DDoS) entre janeiro e junho de 2026, alta de 3,56% em relação ao semestre anterior, quando foram contabilizadas 470.677 ocorrências. No cenário global, a NETSCOUT contabilizou mais de 9,1 milhões de ataques no mesmo período. O relatório também identificou um avanço expressivo nas investidas de alta capacidade, que ultrapassaram 1 terabit por segundo (Tbps) ou 1 bilhão de pacotes por segundo (Gpps). A duração média dos ataques DDoS registrados no Brasil foi de 59,31 minutos no primeiro semestre de 2026. Imagem: mr_tigga/Shutterstock Telecomunicações concentram ataques no Brasil As empresas de telecomunicações sem fio, excluindo serviços via satélite, foram as principais vítimas no país, com 141.400 registros. Em seguida aparecem empresas de infraestrutura de computação e hospedagem de sites, com 50.499 ocorrências, e operadoras de telecomunicações com fio, com 27.967. Outros segmentos também apareceram entre os dez mais atingidos no país. Confira o ranking completo: Telecomunicações sem fio (exceto satélite): 141.400 ataques. Infraestrutura de computação e hospedagem de sites: 50.499 ataques. Telecomunicações com fio: 27.967 ataques. Outras empresas de telecomunicações: 5.656 ataques. Bancos comerciais: 4.235 ataques. Restaurantes de serviço completo: 3.206 ataques. Consultoria em distribuição física e logística: 2.581 ataques. Varejistas de brinquedos e artigos de passatempo: 2.289 ataques. Comércio atacadista de equipamentos para escritório: 2.116 ataques. Transporte rodoviário local de cargas: 1.863 ataques. A duração média dos ataques no Brasil foi de 59,31 minutos. O levantamento também identificou ocorrências em outros segmentos, como bancos comerciais, restaurantes e empresas de logística. Ataques de grande porte e novas técnicas Os ataques DDoS acontecem quando vários dispositivos conectados à internet enviam um grande volume de solicitações ao mesmo serviço, como um site ou aplicativo. A sobrecarga pode dificultar seu funcionamento ou tirá-lo do ar. Segundo a NETSCOUT, as investidas que ultrapassam 1 Tbps ou 1 Gpps cresceram 1.286% no primeiro semestre de 2026. As duas medidas indicam a intensidade dos ataques: Tbps representa o volume de dados transmitidos por segundo, enquanto Gpps contabiliza a quantidade de pacotes enviados no mesmo intervalo. Para Hardik Modi, vice-presidente de Engenharia de Soluções DDoS e integrante da equipe de Inteligência de Ameaças ASERT da empresa, esses episódios deixaram de ser excepcionais. “O aumento de 1.286% nos ataques que ultrapassam 1 Tbps ou 1 Gpps significa que incidentes de alta capacidade já não são anomalias; são rotineiros”, declarou. O relatório também destaca o uso de proxies residenciais, que permitem direcionar o tráfego de ataques por conexões domésticas. Com isso, as solicitações maliciosas podem parecer vir de usuários comuns da internet, dificultando a identificação de sua origem. Outra prática apontada são as investidas de curta duração, oferecidas por plataformas que alugam serviços de ataques DDoS sob demanda. Essas técnicas desafiam os sistemas tradicionais de proteção. Na avaliação de Modi, provedores de internet e organizações precisam adotar mecanismos capazes de identificar e bloquear o tráfego malicioso com mais precisão, sem afetar as conexões legítimas. O executivo também defende o aumento da capacidade de filtragem nas extremidades das redes. Especialistas recomendam mitigação seletiva nas extremidades das redes para conter novos padrões de tráfego. – Imagem: janews/Shutterstock TCP ACK lidera os métodos identificados no Brasil O relatório identificou 24 combinações de métodos usados nos ataques registrados no país. O TCP ACK foi o mais frequente, com 138.626 ocorrências, seguido pelo DNS Amplification, com 61.575 registros. Esses nomes identificam diferentes técnicas usadas para enviar solicitações e tráfego em excesso a redes e serviços. Entre os outros métodos identificados pela NETSCOUT estão TCP SYN, com 37.481 registros; DNS, com 20.736; e TCP SYN/ACK Amplification, com 18.044. O post Brasil sofre 487 mil ataques DDoS no 1º semestre de 2026; veja dados apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p class="wp-block-paragraph">O Brasil registrou 487.415 ataques de negação de serviço distribuído (<a href="https://olhardigital.com.br/tag/ddos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">DDoS</a>) entre janeiro e junho de 2026, alta de 3,56% em relação ao semestre anterior, quando foram contabilizadas 470.677 ocorrências.</p>
<p class="wp-block-paragraph">No cenário global, a NETSCOUT contabilizou mais de 9,1 milhões de ataques no mesmo período. O relatório também identificou um avanço expressivo nas investidas de alta capacidade, que ultrapassaram 1 terabit por segundo (Tbps) ou 1 bilhão de pacotes por segundo (Gpps).</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/08/ddos-1024x682.jpg" alt="ddos" class="wp-image-1172494" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/ddos-1024x682.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/ddos-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/ddos-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/ddos-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/ddos-150x100.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/ddos.jpg 2003w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>A duração média dos ataques DDoS registrados no Brasil foi de 59,31 minutos no primeiro semestre de 2026. Imagem: mr_tigga/Shutterstock</em></figcaption></figure>
</div>
<h2 id="h-telecomunicacoes-concentram-ataques-no-brasil" class="wp-block-heading">Telecomunicações concentram ataques no Brasil</h2>
<p class="wp-block-paragraph">As empresas de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/telecomunicacoes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">telecomunicações</a> sem fio, excluindo serviços via satélite, foram as principais vítimas no país, com 141.400 registros. Em seguida aparecem empresas de infraestrutura de computação e <a href="https://olhardigital.com.br/tag/hospedagem/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">hospedagem</a> de sites, com 50.499 ocorrências, e operadoras de telecomunicações com fio, com 27.967.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Outros segmentos também apareceram entre os dez mais atingidos no país. Confira o ranking completo:</p>
<ul class="wp-block-list">
<li>Telecomunicações sem fio (exceto satélite): 141.400 ataques.</li>
<li>Infraestrutura de computação e hospedagem de sites: 50.499 ataques.</li>
<li>Telecomunicações com fio: 27.967 ataques.</li>
<li>Outras empresas de telecomunicações: 5.656 ataques.</li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/tag/bancos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Bancos</a> comerciais: 4.235 ataques.</li>
<li>Restaurantes de serviço completo: 3.206 ataques.</li>
<li>Consultoria em distribuição física e logística: 2.581 ataques.</li>
<li>Varejistas de brinquedos e artigos de passatempo: 2.289 ataques.</li>
<li>Comércio atacadista de equipamentos para escritório: 2.116 ataques.</li>
<li>Transporte rodoviário local de cargas: 1.863 ataques.</li>
</ul>
<p class="wp-block-paragraph">A duração média dos ataques no Brasil foi de 59,31 minutos. O levantamento também identificou ocorrências em outros segmentos, como bancos comerciais, restaurantes e empresas de logística.</p>
<h2 id="h-ataques-de-grande-porte-e-novas-tecnicas" class="wp-block-heading">Ataques de grande porte e novas técnicas</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Os <a href="https://olhardigital.com.br/tag/ataque-ddos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ataques DDoS</a> acontecem quando vários dispositivos conectados à internet enviam um grande volume de solicitações ao mesmo serviço, como um site ou aplicativo. A sobrecarga pode dificultar seu funcionamento ou tirá-lo do ar.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo a NETSCOUT, as investidas que ultrapassam 1 Tbps ou 1 Gpps cresceram 1.286% no primeiro semestre de 2026. As duas medidas indicam a intensidade dos ataques: Tbps representa o volume de dados transmitidos por segundo, enquanto Gpps contabiliza a quantidade de pacotes enviados no mesmo intervalo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para Hardik Modi, vice-presidente de Engenharia de Soluções DDoS e integrante da equipe de Inteligência de Ameaças ASERT da empresa, esses episódios deixaram de ser excepcionais.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“O aumento de 1.286% nos ataques que ultrapassam 1 Tbps ou 1 Gpps significa que incidentes de alta capacidade já não são anomalias; são rotineiros”, declarou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O relatório também destaca o uso de proxies residenciais, que permitem direcionar o tráfego de ataques por conexões domésticas. Com isso, as solicitações maliciosas podem parecer vir de usuários comuns da internet, dificultando a identificação de sua origem. Outra prática apontada são as investidas de curta duração, oferecidas por plataformas que alugam serviços de ataques DDoS sob demanda.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Essas técnicas desafiam os sistemas tradicionais de proteção. Na avaliação de Modi, provedores de internet e organizações precisam adotar mecanismos capazes de identificar e bloquear o tráfego malicioso com mais precisão, sem afetar as conexões legítimas. O executivo também defende o aumento da capacidade de filtragem nas extremidades das redes.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ciberataque-1024x683.jpg" alt="ciberataque" class="wp-image-1200179" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ciberataque-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ciberataque-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ciberataque-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ciberataque-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ciberataque-150x100.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ciberataque.jpg 2002w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Especialistas recomendam mitigação seletiva nas extremidades das redes para conter novos padrões de tráfego.</em> – Imagem: janews/Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<h2 id="h-tcp-ack-lidera-os-metodos-identificados-no-brasil" class="wp-block-heading">TCP ACK lidera os métodos identificados no Brasil</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O relatório identificou 24 combinações de métodos usados nos ataques registrados no país. O TCP ACK foi o mais frequente, com 138.626 ocorrências, seguido pelo DNS Amplification, com 61.575 registros.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Esses nomes identificam diferentes técnicas usadas para enviar solicitações e tráfego em excesso a redes e serviços. Entre os outros métodos identificados pela NETSCOUT estão TCP SYN, com 37.481 registros; DNS, com 20.736; e TCP SYN/ACK Amplification, com 18.044.</p>
<p class="wp-block-paragraph">
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/11/05/seguranca/brasil-sofre-487-mil-ataques-ddos-no-1o-semestre-de-2026-veja-dados/">Brasil sofre 487 mil ataques DDoS no 1º semestre de 2026; veja dados</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
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