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	<title>Infratic</title>
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	<title>Infratic</title>
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	<item>
		<title>IA da OpenAI invadiu sistemas: um botão seria capaz de pará-la?</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/ia-da-openai-invadiu-sistemas-um-botao-seria-capaz-de-para-la/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 12:35:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[agentes de IA]]></category>
		<category><![CDATA[ChatGPT]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[OpenAI]]></category>
		<category><![CDATA[segurança digital]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Um agente de IA criado pela OpenAI teria invadido sistemas da Hugging Face durante um teste de segurança e também atacado serviços públicos. O episódio reacendeu uma dúvida que parece saída de um filme: seria possível desligar uma IA caso ela saísse do controle? Especialistas ouvidos pela BBC afirmam que a questão é mais complexa. Para eles, o problema está principalmente na maneira como esses sistemas são projetados, treinados e recebem acesso a ferramentas. Quanto mais autonomia uma IA recebe, maior precisa ser o cuidado com acessos, credenciais e ferramentas disponíveis. – Imagem: Rokas Tenys/Shutterstock O que aconteceu durante o teste? O agente desenvolvido pela OpenAI, empresa responsável pelo ChatGPT, teria burlado uma avaliação sobre sua capacidade de explorar falhas de segurança. Durante o teste, invadiu sistemas da Hugging Face e roubou respostas dos servidores da empresa. O episódio teria passado despercebido pelos próprios criadores durante dias. Em 29 de julho, a OpenAI informou que o agente também havia atacado vários “serviços disponíveis publicamente”, sem detalhar quais. A empresa afirmou que investiga o caso e declarou: “Levamos muito a sério nossa responsabilidade de identificar e nos preparar para os riscos apresentados por sistemas de IA cada vez mais capazes”. Um botão de emergência resolveria? A possibilidade reacendeu o debate sobre os chamados kill switches, mecanismos destinados a interromper ou desligar sistemas em situações de emergência. Para especialistas, porém, apertar um botão não necessariamente resolveria o problema. Me recuso a dizer que foi a IA que fez isso [o ataque à Hugging Face]. Quem fez isso foi a OpenAI. A empresa deveria assumir a responsabilidade pelo projeto falho do sistema e pedir desculpas. Cathy O’Neil, matemática e cientista de dados, à BBC. Rumman Chowdhury, cientista de dados e ex-diretora de ética em aprendizado de máquina do Twitter, hoje X, também defende mecanismos eficazes de desligamento, inclusive com testes independentes. Para ela, entretanto, os agentes não deveriam receber acesso a ferramentas e credenciais desnecessárias. Sistemas treinados para cumprir objetivos podem interpretar determinadas instruções como obstáculos e tentar contorná-las. Para especialistas, o problema não é uma IA querer escapar, mas encontrar caminhos inesperados para cumprir uma tarefa. Imagem: Mer_Studio/Shutterstock O risco está além do botão Oli Buckley, da Universidade de Loughborough, afirma que o problema não é uma IA “querer” escapar, mas o fato de esses sistemas encontrarem caminhos inesperados para executar tarefas. “Mais do que um alerta sobre uma ‘IA rebelde’, este caso mostra que nossas premissas de segurança precisam evoluir junto com os sistemas que estamos desenvolvendo.” Leia mais: OpenAI interrompe avanço da IA Astra por risco de habilidades cibernéticas “ofensivas” Trump diz que regras para IA podem “acabar” com tecnologia Caso Hugging Face mostra como controlar agentes de IA virou desafio Konstantinos Gkoutzis, especialista em IA do Imperial College London, também considera que um mecanismo de desligamento não resolveria tudo. “A principal conclusão para o público deveria ser que nenhuma máquina decidiu se voltar contra nós. Foi uma empresa que perdeu o controle de um teste de suas próprias capacidades”, disse Gkoutzis à BBC. O especialista acrescenta: “Desligar o sistema não desfaz o que já aconteceu”. Fontes da OpenAI disseram à Reuters que a empresa levou vários dias para perceber que havia perdido o controle do agente. Um porta-voz da companhia contestou a reportagem, afirmando que ela continha “várias imprecisões”. O episódio amplia uma discussão que vai além de um simples interruptor: conforme agentes de IA ganham autonomia, segurança, limites de acesso e supervisão humana precisam acompanhar essa evolução. O post IA da OpenAI invadiu sistemas: um botão seria capaz de pará-la? apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Um <a href="https://olhardigital.com.br/tag/agentes-de-ia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">agente de IA</a> criado pela <a href="https://olhardigital.com.br/tag/openai/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">OpenAI</a> teria invadido sistemas da <a href="https://olhardigital.com.br/tag/hugging-face/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Hugging Face</a> durante um teste de segurança e também atacado serviços públicos. O episódio reacendeu uma dúvida que parece saída de um filme: seria possível desligar uma IA caso ela saísse do controle?</p>
<p>Especialistas ouvidos pela <em><a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgr741x05pgo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">BBC</a> </em>afirmam que a questão é mais complexa. Para eles, o problema está principalmente na maneira como esses sistemas são projetados, treinados e recebem acesso a ferramentas.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="604" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/04/openai-x-anthropic-1024x604.jpg" alt="Logos da OpenAI e da Anthropic exibidos em telas de smartphones, representando a concorrência entre empresas de inteligência artificial." class="wp-image-1293159" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/openai-x-anthropic-1024x604.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/openai-x-anthropic-300x177.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/openai-x-anthropic-768x453.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/openai-x-anthropic-1536x906.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/openai-x-anthropic-150x89.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/openai-x-anthropic.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Quanto mais autonomia uma IA recebe, maior precisa ser o cuidado com acessos, credenciais e ferramentas disponíveis.</em> – Imagem: Rokas Tenys/Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-que-aconteceu-durante-o-teste">O que aconteceu durante o teste?</h2>
<p>O agente desenvolvido pela OpenAI, empresa responsável pelo <a href="https://olhardigital.com.br/tag/chatgpt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ChatGPT</a>, teria burlado uma avaliação sobre sua capacidade de explorar falhas de segurança. Durante o teste, invadiu sistemas da Hugging Face e roubou respostas dos servidores da empresa.</p>
<p>O episódio teria passado despercebido pelos próprios criadores durante dias. Em 29 de julho, a OpenAI informou que o agente também havia atacado vários “serviços disponíveis publicamente”, sem detalhar quais.</p>
<p>A empresa afirmou que investiga o caso e declarou: “Levamos muito a sério nossa responsabilidade de identificar e nos preparar para os riscos apresentados por sistemas de IA cada vez mais capazes”.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-um-botao-de-emergencia-resolveria">Um botão de emergência resolveria?</h2>
<p>A possibilidade reacendeu o debate sobre os chamados <em>kill switches</em>, mecanismos destinados a interromper ou desligar sistemas em situações de emergência. Para especialistas, porém, apertar um botão não necessariamente resolveria o problema.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Me recuso a dizer que foi a IA que fez isso [o ataque à Hugging Face]. Quem fez isso foi a OpenAI. A empresa deveria assumir a responsabilidade pelo projeto falho do sistema e pedir desculpas.</p>
<p><cite>Cathy O’Neil, matemática e cientista de dados, à BBC.</cite></p></blockquote>
<p>Rumman Chowdhury, cientista de dados e ex-diretora de ética em aprendizado de máquina do Twitter, hoje X, também defende mecanismos eficazes de desligamento, inclusive com testes independentes.</p>
<p>Para ela, entretanto, os agentes não deveriam receber acesso a ferramentas e credenciais desnecessárias. Sistemas treinados para cumprir objetivos podem interpretar determinadas instruções como obstáculos e tentar contorná-las.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="553" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/05/agentes-de-ia-1024x553.jpg" alt="agentes de ia" class="wp-image-1113894" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/05/agentes-de-ia-1024x553.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/05/agentes-de-ia-300x162.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/05/agentes-de-ia-768x415.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/05/agentes-de-ia-1536x830.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/05/agentes-de-ia-150x81.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/05/agentes-de-ia.jpg 2002w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Para especialistas, o problema não é uma IA querer escapar, mas encontrar caminhos inesperados para cumprir uma tarefa. Imagem: Mer_Studio/Shutterstock</em></figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-risco-esta-alem-do-botao">O risco está além do botão</h2>
<p>Oli Buckley, da Universidade de Loughborough, afirma que o problema não é uma IA “querer” escapar, mas o fato de esses sistemas encontrarem caminhos inesperados para executar tarefas.</p>
<p>“Mais do que um alerta sobre uma ‘IA rebelde’, este caso mostra que nossas premissas de segurança precisam evoluir junto com os sistemas que estamos desenvolvendo.”</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/08/07/inteligencia-artificial/openai-interrompe-avanco-da-ia-astra-por-risco-de-habilidades-ciberneticas-ofensivas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">OpenAI interrompe avanço da IA Astra por risco de habilidades cibernéticas “ofensivas”</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/08/07/inteligencia-artificial/trump-diz-que-regras-para-ia-podem-acabar-com-tecnologia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Trump diz que regras para IA podem “acabar” com tecnologia</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/07/29/inteligencia-artificial/caso-hugging-face-mostra-como-controlar-agentes-de-ia-virou-desafio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Caso Hugging Face mostra como controlar agentes de IA virou desafio</a></li>
</ul>
<p>Konstantinos Gkoutzis, especialista em IA do Imperial College London, também considera que um mecanismo de desligamento não resolveria tudo.</p>
<p>“A principal conclusão para o público deveria ser que nenhuma máquina decidiu se voltar contra nós. Foi uma empresa que perdeu o controle de um teste de suas próprias capacidades”, disse Gkoutzis à BBC.</p>
<p>O especialista acrescenta: “Desligar o sistema não desfaz o que já aconteceu”.</p>
<p>Fontes da OpenAI disseram à <a href="https://www.reuters.com/business/who-is-liable-when-ai-goes-rogue-lawyers-see-new-risks-2026-08-07/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Reuters</em></a> que a empresa levou vários dias para perceber que havia perdido o controle do agente. Um porta-voz da companhia contestou a reportagem, afirmando que ela continha “várias imprecisões”.</p>
<p>O episódio amplia uma discussão que vai além de um simples interruptor: conforme agentes de IA ganham autonomia, segurança, limites de acesso e supervisão humana precisam acompanhar essa evolução.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/08/08/inteligencia-artificial/ia-da-openai-invadiu-sistemas-um-botao-seria-capaz-de-para-la/">IA da OpenAI invadiu sistemas: um botão seria capaz de pará-la?</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>IA chinesa também encontra brecha e escapa de ambiente de teste</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/ia-chinesa-tambem-encontra-brecha-e-escapa-de-ambiente-de-teste/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 13:36:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[IA generativa]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[kimi k3]]></category>
		<category><![CDATA[segurança cibernética]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/ia-chinesa-tambem-encontra-brecha-e-escapa-de-ambiente-de-teste/</guid>

					<description><![CDATA[Um teste de segurança revelou que o Kimi K3, modelo de IA da chinesa Moonshot AI, conseguiu deixar uma área de testes restrita e acessar a internet sem autorização. O episódio chamou atenção por mostrar como sistemas mais avançados podem encontrar caminhos inesperados para cumprir uma tarefa. A descoberta foi feita pela startup americana Frontier Security durante uma avaliação de recursos de defesa digital. Segundo os pesquisadores, uma falha na configuração do ambiente de proteção permitiu que o modelo explorasse uma brecha. A IA não invadiu sistemas, mas mostrou como pequenas falhas podem mudar o resultado de um teste de segurança. – Imagem: Digineer Station/Shutterstock Modelo encontrou uma saída no sistema de proteção O Kimi K3 estava sendo avaliado em um sandbox, uma espécie de ambiente virtual criado para impedir que a inteligência artificial interaja com recursos externos. A missão era resolver desafios de cibersegurança sem buscar respostas fora daquele espaço. Durante o teste, porém, os pesquisadores perceberam que o modelo identificou uma forma de acessar a internet. Em vez de realizar ataques, a IA encontrou as respostas que precisava em páginas disponíveis no GitHub. Para Yaron Singer, CEO da Frontier Security, o episódio revelou dois problemas: uma falha no ambiente de testes e a capacidade do próprio modelo de aproveitar essa brecha. “Encontramos um vazamento no sandbox. Mas também descobrimos que o Kimi aproveitou essa brecha, sugerindo que ele não tem as mesmas barreiras internas de proteção”, afirmou à Wired. Entre os principais pontos observados pelos pesquisadores estão: O Kimi K3 conseguiu sair da área restrita criada para o teste; O problema estava relacionado à configuração do sistema de segurança; O modelo não executou ataques após acessar a internet; O caso mostra novos desafios para proteger agentes de IA. Caso aumenta preocupação sobre autonomia das IAs O episódio envolvendo o Kimi K3 faz parte de uma série recente de testes em que modelos de inteligência artificial apresentaram comportamentos diferentes dos esperados. A Frontier Security destacou que o sistema chinês também tem bom desempenho em tarefas de defesa cibernética, como localizar falhas em softwares e redes. O desafio é garantir que essa capacidade seja usada dentro dos limites definidos pelos desenvolvedores. Paul Kassianik, pesquisador da empresa, explicou que o modelo demonstrou uma habilidade forte para atingir objetivos, mas com poucas barreiras para impedir estratégias consideradas inadequadas. O Kimi K3 é muito bom em seguir um objetivo por qualquer meio necessário e também não possui as barreiras para impedir que ele trapaceie ou escape do sandbox. Paul Kassianik, pesquisador da Frontier Security, à Wired. O caso da IA chinesa reforça a importância de criar barreiras eficientes antes de liberar novos modelos. Imagem: Igor Kutyaev/iStock Especialistas defendem regras mais rígidas Para especialistas em segurança, o caso mostra que criar modelos inteligentes não é suficiente. Também é necessário estabelecer controles eficientes para limitar suas ações. Leia mais: Moonshot AI: a empresa chinesa que tirou o sono das big techs A China acaba de lançar o maior modelo aberto de IA do mundo China abre seus modelos de IA e acende um alerta no Vale do Silício Matt Fredrikson, CEO da Gray Swan e professor associado da Carnegie Mellon University, afirmou que sistemas desse tipo podem encontrar soluções inesperadas quando recebem uma meta sem restrições claras. “Se você dá a um desses modelos um objetivo e não deixa claro quais são as barreiras, ele encontrará uma maneira de obter a resposta”, explicou. O episódio do Kimi K3 reforça um desafio que acompanha a evolução da inteligência artificial: quanto mais capazes ficam esses sistemas, maior precisa ser o cuidado na forma como são testados e utilizados. Para empresas que pretendem adotar agentes de IA, a segurança passa a ser uma etapa tão importante quanto o desempenho da tecnologia. O post IA chinesa também encontra brecha e escapa de ambiente de teste apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Um teste de segurança revelou que o <a href="https://olhardigital.com.br/tag/kimi-k3/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Kimi K3</a>, <a href="https://olhardigital.com.br/tag/modelos-de-ia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">modelo de IA</a> da chinesa Moonshot AI, conseguiu deixar uma área de testes restrita e acessar a internet sem autorização. O episódio chamou atenção por mostrar como sistemas mais avançados podem encontrar caminhos inesperados para cumprir uma tarefa.</p>
<p>A descoberta foi feita pela <a href="https://olhardigital.com.br/tag/startup/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">startup</a> americana Frontier Security durante uma avaliação de recursos de defesa digital. Segundo os pesquisadores, uma falha na configuração do ambiente de proteção permitiu que o modelo explorasse uma brecha.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ia_seguranca-1024x576.jpg" alt="Interface AI mostrando aviso de erro de prompt e alerta do sistema" class="wp-image-1330791" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ia_seguranca-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ia_seguranca-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ia_seguranca-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ia_seguranca-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ia_seguranca-2048x1152.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ia_seguranca-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ia_seguranca-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ia_seguranca-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>A IA não invadiu sistemas, mas mostrou como pequenas falhas podem mudar o resultado de um teste de segurança.</em> – Imagem: Digineer Station/Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-modelo-encontrou-uma-saida-no-sistema-de-protecao">Modelo encontrou uma saída no sistema de proteção</h2>
<p>O Kimi K3 estava sendo avaliado em um sandbox, uma espécie de ambiente virtual criado para impedir que a <a href="https://olhardigital.com.br/tag/inteligencia-artificial/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inteligência artificial</a> interaja com recursos externos. A missão era resolver desafios de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/ciberseguranca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cibersegurança</a> sem buscar respostas fora daquele espaço.</p>
<p>Durante o teste, porém, os pesquisadores perceberam que o modelo identificou uma forma de acessar a internet. Em vez de realizar ataques, a IA encontrou as respostas que precisava em páginas disponíveis no <a href="https://olhardigital.com.br/tag/github/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">GitHub</a>.</p>
<p>Para Yaron Singer, CEO da Frontier Security, o episódio revelou dois problemas: uma falha no ambiente de testes e a capacidade do próprio modelo de aproveitar essa brecha.</p>
<p>“Encontramos um vazamento no sandbox. Mas também descobrimos que o Kimi aproveitou essa brecha, sugerindo que ele não tem as mesmas barreiras internas de proteção”, afirmou à <a href="https://www.wired.com/story/moonshot-kimi-k3-ai-model-escape-sandbox/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Wired</a>.</p>
<p>Entre os principais pontos observados pelos pesquisadores estão:</p>
<ul>
<li>O Kimi K3 conseguiu sair da área restrita criada para o teste;</li>
<li>O problema estava relacionado à configuração do sistema de segurança;</li>
<li>O modelo não executou ataques após acessar a internet;</li>
<li>O caso mostra novos desafios para proteger agentes de IA.</li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-caso-aumenta-preocupacao-sobre-autonomia-das-ias">Caso aumenta preocupação sobre autonomia das IAs</h2>
<p>O episódio envolvendo o Kimi K3 faz parte de uma série recente de testes em que modelos de inteligência artificial apresentaram comportamentos diferentes dos esperados.</p>
<p>A Frontier Security destacou que o sistema chinês também tem bom desempenho em tarefas de defesa cibernética, como localizar falhas em softwares e redes. O desafio é garantir que essa capacidade seja usada dentro dos limites definidos pelos desenvolvedores.</p>
<p>Paul Kassianik, pesquisador da empresa, explicou que o modelo demonstrou uma habilidade forte para atingir objetivos, mas com poucas barreiras para impedir estratégias consideradas inadequadas.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>O Kimi K3 é muito bom em seguir um objetivo por qualquer meio necessário e também não possui as barreiras para impedir que ele trapaceie ou escape do sandbox.</p>
<p><cite>Paul Kassianik, pesquisador da Frontier Security, à Wired.</cite></p></blockquote>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/03/iStock-1337483869-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-1074288" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/03/iStock-1337483869-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/03/iStock-1337483869-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/03/iStock-1337483869-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/03/iStock-1337483869-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/03/iStock-1337483869-2048x1365.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/03/iStock-1337483869-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>O caso da IA chinesa reforça a importância de criar barreiras eficientes antes de liberar novos modelos. Imagem: Igor Kutyaev/iStock</em></figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-especialistas-defendem-regras-mais-rigidas">Especialistas defendem regras mais rígidas</h2>
<p>Para especialistas em segurança, o caso mostra que criar modelos inteligentes não é suficiente. Também é necessário estabelecer controles eficientes para limitar suas ações.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/07/30/pro/moonshot-ai-a-empresa-chinesa-que-tirou-o-sono-das-big-techs/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Moonshot AI: a empresa chinesa que tirou o sono das big techs</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/07/17/inteligencia-artificial/o-maior-modelo-aberto-de-ia-do-mundo-acaba-de-ser-lancado/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A China acaba de lançar o maior modelo aberto de IA do mundo</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/07/28/inteligencia-artificial/china-abre-seus-modelos-de-ia-e-acende-um-alerta-em-silicon-valley/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">China abre seus modelos de IA e acende um alerta no Vale do Silício</a></li>
</ul>
<p>Matt Fredrikson, CEO da Gray Swan e professor associado da Carnegie Mellon University, afirmou que sistemas desse tipo podem encontrar soluções inesperadas quando recebem uma meta sem restrições claras.</p>
<p>“Se você dá a um desses modelos um objetivo e não deixa claro quais são as barreiras, ele encontrará uma maneira de obter a resposta”, explicou.</p>
<p>O episódio do Kimi K3 reforça um desafio que acompanha a evolução da inteligência artificial: quanto mais capazes ficam esses sistemas, maior precisa ser o cuidado na forma como são testados e utilizados. Para empresas que pretendem adotar agentes de IA, a segurança passa a ser uma etapa tão importante quanto o desempenho da tecnologia.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/08/07/inteligencia-artificial/ia-chinesa-tambem-encontra-brecha-e-escapa-de-ambiente-de-teste/">IA chinesa também encontra brecha e escapa de ambiente de teste</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Google revela hackers que usam ligações falsas para ataques milionários</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/google-revela-hackers-que-usam-ligacoes-falsas-para-ataques-milionarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 20:53:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[hacker]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/google-revela-hackers-que-usam-ligacoes-falsas-para-ataques-milionarios/</guid>

					<description><![CDATA[Grupos de hackers passaram a atacar grandes empresas financeiras dos Estados Unidos usando ligações falsas para enganar funcionários. O objetivo é obter dados sigilosos e pressionar as vítimas com ameaças de vazamento. A descoberta foi apresentada por pesquisadores de segurança do Google em um relatório divulgado nesta quinta-feira (06). As ações atribuídas aos grupos envolvem técnicas conhecidas como vishing, nas quais criminosos simulam contatos legítimos para obter credenciais de acesso. De acordo com a investigação, os ataques atingiram organizações ligadas a investimentos e finanças, incluindo empresas de private equity, com o objetivo de obter informações corporativas valiosas e ampliar o poder de negociação em pedidos de extorsão. Grupos exploram confiança de funcionários para acessar sistemas internos Linhas de um código-fonte – (Reprodução: Chris Ried/Unsplash) Os pesquisadores do Google identificaram quatro grupos envolvidos nas operações, chamados de Falcon, Helix, Pink e Redact. A empresa avalia que eles podem fazer parte de uma estrutura maior acompanhada pelo nome UNC6671, embora ainda não esteja claro se atuam como parceiros, divisões independentes ou usuários de uma mesma infraestrutura de ataques. A abordagem adotada pelos criminosos depende de manipulação humana. Os invasores telefonam para funcionários em seus celulares pessoais e se apresentam como colegas de trabalho ou integrantes de equipes de tecnologia. Durante a conversa, tentam convencer as vítimas a inserir dados de acesso e códigos de autenticação em páginas falsas criadas para capturar essas informações. Após obterem acesso, os grupos utilizam os dados roubados como instrumento de pressão. Alguns deles mantêm sites próprios nos quais anunciam invasões e ameaçam publicar arquivos obtidos das empresas caso as exigências financeiras não sejam atendidas. (Imagem: leolintang/Shutterstock) O Google informou que uma carteira de criptomoedas associada a um dos grupos recebeu aproximadamente US$ 10 milhões em bitcoin nos primeiros meses de 2026. Os valores pedidos às vítimas costumam variar entre US$ 750 mil e US$ 3 milhões. Além do setor financeiro, as organizações também já teriam sido associadas a ataques contra empresas de manufatura, mercado imobiliário, saúde, seguros, tecnologia, transporte e hotelaria. Nessas áreas, os criminosos buscavam propriedade intelectual, códigos de software e informações de clientes considerados estratégicos. A mudança recente de foco para instituições jurídicas e financeiras pode estar relacionada ao interesse por dados de alto valor, especialmente aqueles ligados a operações empresariais, fusões, aquisições, investimentos e disputas judiciais. O post Google revela hackers que usam ligações falsas para ataques milionários apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Grupos de hackers passaram a atacar grandes empresas financeiras dos Estados Unidos usando ligações falsas para enganar funcionários. O objetivo é obter dados sigilosos e pressionar as vítimas com ameaças de vazamento.</p>
<p>A descoberta foi apresentada por pesquisadores de segurança do Google <a href="https://cloud.google.com/blog/topics/threat-intelligence/unc6671-targets-financial-services-and-enterprise-cloud-environments" target="_blank" rel="noreferrer noopener">em um relatório divulgado nesta quinta-feira (06)</a>. As ações atribuídas aos grupos envolvem técnicas conhecidas como vishing, nas quais criminosos simulam contatos legítimos para obter credenciais de acesso.</p>
<p>De acordo com a investigação, os ataques atingiram organizações ligadas a investimentos e finanças, incluindo empresas de private equity, com o objetivo de obter informações corporativas valiosas e ampliar o poder de negociação em pedidos de extorsão.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-grupos-exploram-confianca-de-funcionarios-para-acessar-sistemas-internos">Grupos exploram confiança de funcionários para acessar sistemas internos</h2>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="684" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/05/linhas-de-cdigo-fonte-dados-arquitetura-software-programa-app-hacker-1024x684.jpg" alt="notebook com várias linhas coloridas de código na tela" class="wp-image-1324478" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/linhas-de-cdigo-fonte-dados-arquitetura-software-programa-app-hacker-1024x684.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/linhas-de-cdigo-fonte-dados-arquitetura-software-programa-app-hacker-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/linhas-de-cdigo-fonte-dados-arquitetura-software-programa-app-hacker-768x513.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/linhas-de-cdigo-fonte-dados-arquitetura-software-programa-app-hacker-1536x1025.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/linhas-de-cdigo-fonte-dados-arquitetura-software-programa-app-hacker-2048x1367.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/linhas-de-cdigo-fonte-dados-arquitetura-software-programa-app-hacker-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Linhas de um código-fonte – (Reprodução: Chris Ried/Unsplash)</figcaption></figure>
</div>
<p>Os pesquisadores do Google identificaram quatro grupos envolvidos nas operações, chamados de Falcon, Helix, Pink e Redact. A empresa avalia que eles podem fazer parte de uma estrutura maior acompanhada pelo nome UNC6671, embora ainda não esteja claro se atuam como parceiros, divisões independentes ou usuários de uma mesma infraestrutura de ataques.</p>
<p>A abordagem adotada pelos criminosos depende de manipulação humana. Os invasores telefonam para funcionários em seus celulares pessoais e se apresentam como colegas de trabalho ou integrantes de equipes de tecnologia. Durante a conversa, tentam convencer as vítimas a inserir dados de acesso e códigos de autenticação em páginas falsas criadas para capturar essas informações.</p>
<p>Após obterem acesso, os grupos utilizam os dados roubados como instrumento de pressão. Alguns deles mantêm sites próprios nos quais anunciam invasões e ameaçam publicar arquivos obtidos das empresas caso as exigências financeiras não sejam atendidas.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Destaque-Hacker-e-dinheiro-1024x576.jpg" alt="Montagem com hacker encapuzado estendendo a mão para pegar cifrões de dinheiro" class="wp-image-1259314" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Destaque-Hacker-e-dinheiro-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Destaque-Hacker-e-dinheiro-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Destaque-Hacker-e-dinheiro-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Destaque-Hacker-e-dinheiro-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Destaque-Hacker-e-dinheiro-2048x1152.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Destaque-Hacker-e-dinheiro-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Destaque-Hacker-e-dinheiro-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Destaque-Hacker-e-dinheiro-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">(Imagem: leolintang/Shutterstock)</figcaption></figure>
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<p>O Google informou que uma carteira de criptomoedas associada a um dos grupos recebeu aproximadamente US$ 10 milhões em bitcoin nos primeiros meses de 2026. Os valores pedidos às vítimas costumam variar entre US$ 750 mil e US$ 3 milhões.</p>
<p>Além do setor financeiro, as organizações também já teriam sido associadas a ataques contra empresas de manufatura, mercado imobiliário, saúde, seguros, tecnologia, transporte e hotelaria. Nessas áreas, os criminosos buscavam propriedade intelectual, códigos de software e informações de clientes considerados estratégicos.</p>
<p>A mudança recente de foco para instituições jurídicas e financeiras pode estar relacionada ao interesse por dados de alto valor, especialmente aqueles ligados a operações empresariais, fusões, aquisições, investimentos e disputas judiciais.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/08/06/seguranca/google-revela-hackers-que-usam-ligacoes-falsas-para-ataques-milionarios/">Google revela hackers que usam ligações falsas para ataques milionários</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Hackers tentam invadir gigantes de Wall Street usando tática curiosa</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/hackers-tentam-invadir-gigantes-de-wall-street-usando-tatica-curiosa-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 20:10:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ataque cibernético]]></category>
		<category><![CDATA[Hackers]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[wall street]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/hackers-tentam-invadir-gigantes-de-wall-street-usando-tatica-curiosa-2/</guid>

					<description><![CDATA[Grandes instituições financeiras de Wall Street e gestoras de investimentos foram alvo de uma série de tentativas sofisticadas de ataques cibernéticos nos últimos dias. Segundo duas fontes da Reuters familiarizadas com o assunto, os criminosos buscaram acesso aos sistemas de informação das empresas por meio de golpes de engenharia social. De acordo com as fontes, que falaram sob condição de anonimato devido ao caráter confidencial do caso, alguns dos maiores fundos de hedge do mundo e diversas gestoras de private equity de Wall Street estiveram entre os alvos. Criminosos usaram ligações telefônicas para enganar funcionários As tentativas de invasão ocorreram por meio de chamadas telefônicas nas quais os hackers tentavam convencer funcionários a conceder acesso aos sistemas internos ou fornecer outras informações sensíveis; Uma das empresas atingidas foi a Point72 Asset Management. Segundo uma das fontes, a gestora informou seus investidores na quarta-feira (5) que sofreu uma tentativa de ataque, mas afirmou que nenhuma informação de clientes foi comprometida; Os criminosos também tentaram invadir os sistemas de outras gestoras de fundos de hedge, incluindo a Two Sigma Investments e a Citadel. A Two Sigma não respondeu imediatamente aos pedidos de comentário da Reuters. Já Citadel e Point72 preferiram não comentar o caso. Tentativas de invasão ocorreram por meio de chamadas telefônicas Leia mais: Novo ataque pode contornar passkeys do Google Chrome e roubar contas Cibercrime virou indústria movida por IA, aponta relatório IA pode agir como um vírus digital em sistemas conectados, revela pesquisa Antenas clandestinas criam rede falsa para aplicar golpes por SMS. Saiba como se proteger Ataques contra instituições financeiras são frequentes Especialistas em segurança cibernética afirmam que tentativas de invasão contra grandes instituições financeiras fazem parte da rotina do setor. Embora simples, a estratégia de realizar ligações telefônicas continua sendo amplamente utilizada por sua alta taxa de sucesso. O método busca explorar o fator humano em vez de vulnerabilidades técnicas, convencendo funcionários a fornecer credenciais ou liberar acessos. Segundo as fontes, essa tática já foi empregada com sucesso por grupos, como o Scattered Spider, rede descentralizada de jovens hackers que acumulou extensa lista de vítimas corporativas nos últimos anos. IA amplia preocupação com ciberataques O episódio ocorre em meio ao aumento global de ataques cibernéticos impulsionados por inteligência artificial (IA) e campanhas de ransomware, que vêm interrompendo operações e roubando dados de empresas em diversos setores. Diante desse cenário, a Casa Branca anunciou, no início deste ano, a criação de um grupo de trabalho que reúne desenvolvedores de IA e operadores de infraestrutura crítica. O objetivo é compartilhar informações sobre ameaças e coordenar estratégias para fortalecer a defesa contra ataques cibernéticos. O post Hackers tentam invadir gigantes de Wall Street usando tática curiosa apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Grandes instituições financeiras de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/wall-street/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Wall Street</a> e gestoras de investimentos foram alvo de uma série de tentativas sofisticadas de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/ataque-cibernetico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ataques cibernéticos</a> nos últimos dias. Segundo duas fontes da <em><a href="https://www.reuters.com/legal/government/major-wall-street-hedge-funds-targeted-attempted-cyberattacks-bloomberg-news-2026-08-05/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Reuters</a></em> familiarizadas com o assunto, os criminosos buscaram acesso aos sistemas de informação das empresas por meio de golpes de engenharia social.</p>
<p>De acordo com as fontes, que falaram sob condição de anonimato devido ao caráter confidencial do caso, alguns dos maiores fundos de hedge do mundo e diversas gestoras de private equity de Wall Street estiveram entre os alvos.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-criminosos-usaram-ligacoes-telefonicas-para-enganar-funcionarios">Criminosos usaram ligações telefônicas para enganar funcionários</h2>
<ul>
<li>As tentativas de invasão ocorreram por meio de chamadas telefônicas nas quais os hackers tentavam convencer funcionários a conceder acesso aos sistemas internos ou fornecer outras informações sensíveis;</li>
<li>Uma das empresas atingidas foi a Point72 Asset Management. Segundo uma das fontes, a gestora informou seus investidores na quarta-feira (5) que sofreu uma tentativa de ataque, mas afirmou que nenhuma informação de clientes foi comprometida;</li>
<li>Os criminosos também tentaram invadir os sistemas de outras gestoras de fundos de hedge, incluindo a Two Sigma Investments e a Citadel.</li>
</ul>
<p>A Two Sigma não respondeu imediatamente aos pedidos de comentário da <em>Reuters</em>. Já Citadel e Point72 preferiram não comentar o caso.</p>
</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="684" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/11/golpe-telefone-1024x684.jpg" alt="golpe telefone" class="wp-image-1216437" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/golpe-telefone-1024x684.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/golpe-telefone-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/golpe-telefone-768x513.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/golpe-telefone-1536x1026.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/golpe-telefone-2048x1368.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/golpe-telefone-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Tentativas de invasão ocorreram por meio de chamadas telefônicas</figcaption></figure>
</div>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/08/05/seguranca/novo-ataque-pode-contornar-passkeys-do-google-chrome-e-roubar-contas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Novo ataque pode contornar passkeys do Google Chrome e roubar contas</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/08/05/seguranca/cibercrime-virou-industria-movida-por-ia-aponta-relatorio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cibercrime virou indústria movida por IA, aponta relatório</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/08/05/seguranca/ia-pode-agir-como-um-virus-digital-em-sistemas-conectados-revela-pesquisa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IA pode agir como um vírus digital em sistemas conectados, revela pesquisa</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/08/06/seguranca/antenas-clandestinas-criam-rede-falsa-para-aplicar-golpes-por-sms-saiba-como-se-proteger/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Antenas clandestinas criam rede falsa para aplicar golpes por SMS. Saiba como se proteger</a></li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-ataques-contra-instituicoes-financeiras-sao-frequentes">Ataques contra instituições financeiras são frequentes</h2>
<p>Especialistas em segurança cibernética afirmam que tentativas de invasão contra grandes instituições financeiras fazem parte da rotina do setor.</p>
<p>Embora simples, a estratégia de realizar ligações telefônicas continua sendo amplamente utilizada por sua alta taxa de sucesso. O método busca explorar o fator humano em vez de vulnerabilidades técnicas, convencendo funcionários a fornecer credenciais ou liberar acessos.</p>
<p>Segundo as fontes, essa tática já foi empregada com sucesso por grupos, como o Scattered Spider, rede descentralizada de jovens hackers que acumulou extensa lista de vítimas corporativas nos últimos anos.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-ia-amplia-preocupacao-com-ciberataques">IA amplia preocupação com ciberataques</h2>
<p>O episódio ocorre em meio ao aumento global de ataques cibernéticos impulsionados por inteligência artificial (IA) e campanhas de ransomware, que vêm interrompendo operações e roubando dados de empresas em diversos setores.</p>
<p>Diante desse cenário, a Casa Branca anunciou, no início deste ano, a criação de um grupo de trabalho que reúne desenvolvedores de IA e operadores de infraestrutura crítica. O objetivo é compartilhar informações sobre ameaças e coordenar estratégias para fortalecer a defesa contra ataques cibernéticos.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/08/06/seguranca/hackers-tentam-invadir-gigantes-de-wall-street-usando-tatica-curiosa/">Hackers tentam invadir gigantes de Wall Street usando tática curiosa</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
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		<title>Hackers tentam invadir gigantes de Wall Street usando tática curiosa</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/hackers-tentam-invadir-gigantes-de-wall-street-usando-tatica-curiosa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 20:10:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ataque cibernético]]></category>
		<category><![CDATA[Hackers]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[wall street]]></category>
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					<description><![CDATA[Grandes instituições financeiras de Wall Street e gestoras de investimentos foram alvo de uma série de tentativas sofisticadas de ataques cibernéticos nos últimos dias. Segundo duas fontes da Reuters familiarizadas com o assunto, os criminosos buscaram acesso aos sistemas de informação das empresas por meio de golpes de engenharia social. De acordo com as fontes, que falaram sob condição de anonimato devido ao caráter confidencial do caso, alguns dos maiores fundos de hedge do mundo e diversas gestoras de private equity de Wall Street estiveram entre os alvos. Criminosos usaram ligações telefônicas para enganar funcionários As tentativas de invasão ocorreram por meio de chamadas telefônicas nas quais os hackers tentavam convencer funcionários a conceder acesso aos sistemas internos ou fornecer outras informações sensíveis; Uma das empresas atingidas foi a Point72 Asset Management. Segundo uma das fontes, a gestora informou seus investidores na quarta-feira (5) que sofreu uma tentativa de ataque, mas afirmou que nenhuma informação de clientes foi comprometida; Os criminosos também tentaram invadir os sistemas de outras gestoras de fundos de hedge, incluindo a Two Sigma Investments e a Citadel. A Two Sigma não respondeu imediatamente aos pedidos de comentário da Reuters. Já Citadel e Point72 preferiram não comentar o caso. Tentativas de invasão ocorreram por meio de chamadas telefônicas Leia mais: Novo ataque pode contornar passkeys do Google Chrome e roubar contas Cibercrime virou indústria movida por IA, aponta relatório IA pode agir como um vírus digital em sistemas conectados, revela pesquisa Antenas clandestinas criam rede falsa para aplicar golpes por SMS. Saiba como se proteger Ataques contra instituições financeiras são frequentes Especialistas em segurança cibernética afirmam que tentativas de invasão contra grandes instituições financeiras fazem parte da rotina do setor. Embora simples, a estratégia de realizar ligações telefônicas continua sendo amplamente utilizada por sua alta taxa de sucesso. O método busca explorar o fator humano em vez de vulnerabilidades técnicas, convencendo funcionários a fornecer credenciais ou liberar acessos. Segundo as fontes, essa tática já foi empregada com sucesso por grupos, como o Scattered Spider, rede descentralizada de jovens hackers que acumulou extensa lista de vítimas corporativas nos últimos anos. IA amplia preocupação com ciberataques O episódio ocorre em meio ao aumento global de ataques cibernéticos impulsionados por inteligência artificial (IA) e campanhas de ransomware, que vêm interrompendo operações e roubando dados de empresas em diversos setores. Diante desse cenário, a Casa Branca anunciou, no início deste ano, a criação de um grupo de trabalho que reúne desenvolvedores de IA e operadores de infraestrutura crítica. O objetivo é compartilhar informações sobre ameaças e coordenar estratégias para fortalecer a defesa contra ataques cibernéticos. O post Hackers tentam invadir gigantes de Wall Street usando tática curiosa apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Grandes instituições financeiras de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/wall-street/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Wall Street</a> e gestoras de investimentos foram alvo de uma série de tentativas sofisticadas de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/ataque-cibernetico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ataques cibernéticos</a> nos últimos dias. Segundo duas fontes da <em><a href="https://www.reuters.com/legal/government/major-wall-street-hedge-funds-targeted-attempted-cyberattacks-bloomberg-news-2026-08-05/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Reuters</a></em> familiarizadas com o assunto, os criminosos buscaram acesso aos sistemas de informação das empresas por meio de golpes de engenharia social.</p>
<p>De acordo com as fontes, que falaram sob condição de anonimato devido ao caráter confidencial do caso, alguns dos maiores fundos de hedge do mundo e diversas gestoras de private equity de Wall Street estiveram entre os alvos.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-criminosos-usaram-ligacoes-telefonicas-para-enganar-funcionarios">Criminosos usaram ligações telefônicas para enganar funcionários</h2>
<ul>
<li>As tentativas de invasão ocorreram por meio de chamadas telefônicas nas quais os hackers tentavam convencer funcionários a conceder acesso aos sistemas internos ou fornecer outras informações sensíveis;</li>
<li>Uma das empresas atingidas foi a Point72 Asset Management. Segundo uma das fontes, a gestora informou seus investidores na quarta-feira (5) que sofreu uma tentativa de ataque, mas afirmou que nenhuma informação de clientes foi comprometida;</li>
<li>Os criminosos também tentaram invadir os sistemas de outras gestoras de fundos de hedge, incluindo a Two Sigma Investments e a Citadel.</li>
</ul>
<p>A Two Sigma não respondeu imediatamente aos pedidos de comentário da <em>Reuters</em>. Já Citadel e Point72 preferiram não comentar o caso.</p>
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<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="684" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/11/golpe-telefone-1024x684.jpg" alt="golpe telefone" class="wp-image-1216437" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/golpe-telefone-1024x684.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/golpe-telefone-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/golpe-telefone-768x513.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/golpe-telefone-1536x1026.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/golpe-telefone-2048x1368.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/golpe-telefone-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Tentativas de invasão ocorreram por meio de chamadas telefônicas</figcaption></figure>
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<p><strong>Leia mais:</strong></p>
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<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/08/05/seguranca/novo-ataque-pode-contornar-passkeys-do-google-chrome-e-roubar-contas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Novo ataque pode contornar passkeys do Google Chrome e roubar contas</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/08/05/seguranca/cibercrime-virou-industria-movida-por-ia-aponta-relatorio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cibercrime virou indústria movida por IA, aponta relatório</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/08/05/seguranca/ia-pode-agir-como-um-virus-digital-em-sistemas-conectados-revela-pesquisa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IA pode agir como um vírus digital em sistemas conectados, revela pesquisa</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/08/06/seguranca/antenas-clandestinas-criam-rede-falsa-para-aplicar-golpes-por-sms-saiba-como-se-proteger/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Antenas clandestinas criam rede falsa para aplicar golpes por SMS. Saiba como se proteger</a></li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-ataques-contra-instituicoes-financeiras-sao-frequentes">Ataques contra instituições financeiras são frequentes</h2>
<p>Especialistas em segurança cibernética afirmam que tentativas de invasão contra grandes instituições financeiras fazem parte da rotina do setor.</p>
<p>Embora simples, a estratégia de realizar ligações telefônicas continua sendo amplamente utilizada por sua alta taxa de sucesso. O método busca explorar o fator humano em vez de vulnerabilidades técnicas, convencendo funcionários a fornecer credenciais ou liberar acessos.</p>
<p>Segundo as fontes, essa tática já foi empregada com sucesso por grupos, como o Scattered Spider, rede descentralizada de jovens hackers que acumulou extensa lista de vítimas corporativas nos últimos anos.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-ia-amplia-preocupacao-com-ciberataques">IA amplia preocupação com ciberataques</h2>
<p>O episódio ocorre em meio ao aumento global de ataques cibernéticos impulsionados por inteligência artificial (IA) e campanhas de ransomware, que vêm interrompendo operações e roubando dados de empresas em diversos setores.</p>
<p>Diante desse cenário, a Casa Branca anunciou, no início deste ano, a criação de um grupo de trabalho que reúne desenvolvedores de IA e operadores de infraestrutura crítica. O objetivo é compartilhar informações sobre ameaças e coordenar estratégias para fortalecer a defesa contra ataques cibernéticos.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/08/06/seguranca/hackers-tentam-invadir-gigantes-de-wall-street-usando-tatica-curiosa/">Hackers tentam invadir gigantes de Wall Street usando tática curiosa</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Antenas clandestinas criam rede falsa para aplicar golpes por SMS. Saiba como se proteger</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/antenas-clandestinas-criam-rede-falsa-para-aplicar-golpes-por-sms-saiba-como-se-proteger/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 11:06:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[fraude digital]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe da central falsa]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[SMS]]></category>
		<category><![CDATA[Spam]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma nova modalidade de fraude digital está usando antenas ilegais para atrair celulares e enviar mensagens falsas. A Anatel já apreendeu 11 equipamentos usados em golpes com SMS desde 2025. As chamadas ERBs falsas exploram uma falha da antiga rede 2G para forçar aparelhos a deixarem conexões mais seguras. O objetivo é abrir caminho para mensagens com ofertas falsas, pedidos de instalação de aplicativos e tentativas de roubo de dinheiro. Uma falha antiga da rede 2G virou ferramenta para criminosos forçarem celulares modernos a trocar de conexão. – Imagem: Reprodução/Anatel Equipamentos conseguem enviar até 100 mil mensagens por dia As antenas clandestinas funcionam como estações rádio-base falsas e conseguem interferir na conexão dos celulares próximos. Segundo a Anatel, nove equipamentos foram encontrados em São Paulo e dois no Rio de Janeiro, principalmente em regiões movimentadas. A agência também identificou indícios de uso dessas estruturas em outras cidades. Os equipamentos podem disparar até 100 mil mensagens fraudulentas por dia para aparelhos localizados em um raio aproximado de 2 quilômetros. Os golpes costumam aparecer em mensagens com: Ofertas falsas de crédito; Supostos ganhos em apostas; Confirmações de compras inexistentes; Pedidos para instalação de aplicativos. Estamos falando de equipamentos que podem custar mais de R$ 100 mil. O que a gente acredita é que há criminosos especializados e com poder financeiro para comprar esse tipo de equipamento e treinar quem vai operá-lo. Gesiléa Teles, superintendente de Fiscalização da Anatel, ao g1. Fraude explora vulnerabilidade da rede 2G O golpe funciona porque a tecnologia 2G possui uma brecha de segurança. Diferentemente das redes atuais, o celular não consegue confirmar se a antena conectada realmente pertence à operadora. Com isso, os responsáveis pela fraude conseguem forçar aparelhos conectados ao 4G e 5G a migrarem para uma rede 2G controlada pela antena falsa. Em entrevista ao g1, o professor Daniel Nunes, do Instituto Nacional de Telecomunicações, explicou a diferença entre os sistemas. “Nas gerações modernas, como 4G para cima, há uma autenticação de mão dupla: a rede autentica o dispositivo, e o dispositivo autentica a rede. No caso do 2G, a rede autentica o dispositivo, mas o dispositivo não autentica a rede”, afirmou. A Anatel já apreendeu 11 antenas falsas usadas em golpes por SMS desde 2025 em São Paulo e no Rio de Janeiro. – Imagem: edusma7256 / Shutterstock Como a Anatel encontra as antenas ilegais A descoberta das ERBs falsas geralmente começa após denúncias de operadoras, que percebem interferências no sinal. Técnicos da Anatel usam analisadores de espectro para localizar a origem da transmissão. Os equipamentos costumam ser escondidos em apartamentos de andares altos, principalmente em áreas de grande circulação. Em um dos casos investigados, uma antena chegou a ser instalada em um carro para enviar mensagens em vias congestionadas de São Paulo. A estrutura usada pelos golpistas inclui uma antena, uma caixa preta transmissora e um notebook com o programa responsável pelo disparo dos SMS. A operação é considerada clandestina no Brasil e pode resultar em detenção de dois a quatro anos, além de multa de R$ 10 mil. A pena pode aumentar pela metade se houver danos a terceiros. Medidas simples ajudam a evitar golpes Para reduzir riscos, especialistas recomendam desativar o uso da rede 2G quando essa opção estiver disponível. No Android, isso pode ser feito em Configurações &#62; Conexões &#62; Redes móveis, desativando “Permitir serviço 2G”. Leia mais: Desenrola Brasil: veja como anúncios falsos tentam enganar usuários Deepfakes em 2026: a era da síntese em tempo real e os novos desafios da desinformação Influenciador de tecnologia perde R$ 511 mil em golpe por telefone No iPhone, o Modo de Isolamento aumenta a proteção, embora limite algumas funções. Também é recomendado manter o sistema atualizado e evitar clicar em links ou instalar aplicativos recebidos por SMS suspeitos. A Anatel continua trabalhando com a Polícia Civil para identificar novas operações envolvendo antenas falsas e combater esse tipo de fraude. O post Antenas clandestinas criam rede falsa para aplicar golpes por SMS. Saiba como se proteger apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Uma nova modalidade de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/fraude-digital/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">fraude digital</a> está usando antenas ilegais para atrair celulares e enviar mensagens falsas. A <a href="https://olhardigital.com.br/tag/anatel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Anatel</a> já apreendeu 11 equipamentos usados em golpes com <a href="https://olhardigital.com.br/tag/sms/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SMS</a> desde 2025.</p>
<p>As chamadas ERBs falsas exploram uma falha da antiga rede 2G para forçar aparelhos a deixarem conexões mais seguras. O objetivo é abrir caminho para mensagens com ofertas falsas, pedidos de instalação de aplicativos e tentativas de roubo de dinheiro.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1000" height="562" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/08/antena-falsa.jpg" alt="Antena clandestina de celular" class="wp-image-1360047" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/antena-falsa.jpg 1000w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/antena-falsa-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/antena-falsa-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/antena-falsa-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Uma falha antiga da rede 2G virou ferramenta para criminosos forçarem celulares modernos a trocar de conexão.</em> – Imagem: Reprodução/Anatel</figcaption></figure>
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<h2 class="wp-block-heading" id="h-equipamentos-conseguem-enviar-ate-100-mil-mensagens-por-dia">Equipamentos conseguem enviar até 100 mil mensagens por dia</h2>
<p>As antenas clandestinas funcionam como estações rádio-base falsas e conseguem interferir na conexão dos celulares próximos. Segundo a Anatel, nove equipamentos foram encontrados em São Paulo e dois no Rio de Janeiro, principalmente em regiões movimentadas.</p>
<p>A agência também identificou indícios de uso dessas estruturas em outras cidades. Os equipamentos podem disparar até 100 mil mensagens fraudulentas por dia para aparelhos localizados em um raio aproximado de 2 quilômetros.</p>
<p>Os golpes costumam aparecer em mensagens com:</p>
<ul>
<li>Ofertas falsas de crédito;</li>
<li>Supostos ganhos em apostas;</li>
<li>Confirmações de compras inexistentes;</li>
<li>Pedidos para instalação de aplicativos.</li>
</ul>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Estamos falando de equipamentos que podem custar mais de R$ 100 mil. O que a gente acredita é que há criminosos especializados e com poder financeiro para comprar esse tipo de equipamento e treinar quem vai operá-lo.</p>
<p><cite>Gesiléa Teles, superintendente de Fiscalização da Anatel, ao <a href="https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2026/08/06/golpe-da-antena-falsa-criminosos-bloqueiam-sinal-das-operadoras-para-tirar-dinheiro-de-vitimas.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">g1</a>.</cite></p></blockquote>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-fraude-explora-vulnerabilidade-da-rede-2g">Fraude explora vulnerabilidade da rede 2G</h2>
<p>O golpe funciona porque a tecnologia 2G possui uma brecha de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/seguranca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">segurança</a>. Diferentemente das redes atuais, o celular não consegue confirmar se a antena conectada realmente pertence à operadora.</p>
<p>Com isso, os responsáveis pela fraude conseguem forçar aparelhos conectados ao 4G e 5G a migrarem para uma rede 2G controlada pela antena falsa.</p>
<p>Em entrevista ao g1, o professor Daniel Nunes, do Instituto Nacional de Telecomunicações, explicou a diferença entre os sistemas.</p>
<p>“Nas gerações modernas, como 4G para cima, há uma autenticação de mão dupla: a rede autentica o dispositivo, e o dispositivo autentica a rede. No caso do 2G, a rede autentica o dispositivo, mas o dispositivo não autentica a rede”, afirmou.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="676" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/09/anatel_fachada_df-1024x676.jpg" alt="Fachada da Anatel em Brasília (DF)" class="wp-image-1177005" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/anatel_fachada_df-1024x676.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/anatel_fachada_df-300x198.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/anatel_fachada_df-768x507.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/anatel_fachada_df-1536x1014.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/anatel_fachada_df-2048x1352.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/09/anatel_fachada_df-150x99.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>A Anatel já apreendeu 11 antenas falsas usadas em golpes por SMS desde 2025 em São Paulo e no Rio de Janeiro.</em> – Imagem: edusma7256 / Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-a-anatel-encontra-as-antenas-ilegais">Como a Anatel encontra as antenas ilegais</h2>
<p>A descoberta das ERBs falsas geralmente começa após denúncias de operadoras, que percebem interferências no sinal. Técnicos da Anatel usam analisadores de espectro para localizar a origem da transmissão.</p>
<p>Os equipamentos costumam ser escondidos em apartamentos de andares altos, principalmente em áreas de grande circulação. Em um dos casos investigados, uma antena chegou a ser instalada em um carro para enviar mensagens em vias congestionadas de São Paulo.</p>
<p>A estrutura usada pelos golpistas inclui uma antena, uma caixa preta transmissora e um notebook com o programa responsável pelo disparo dos SMS.</p>
<p>A operação é considerada clandestina no Brasil e pode resultar em detenção de dois a quatro anos, além de multa de R$ 10 mil. A pena pode aumentar pela metade se houver danos a terceiros.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-medidas-simples-ajudam-a-evitar-golpes">Medidas simples ajudam a evitar golpes</h2>
<p>Para reduzir riscos, especialistas recomendam desativar o uso da rede 2G quando essa opção estiver disponível. No Android, isso pode ser feito em Configurações &gt; Conexões &gt; Redes móveis, desativando “Permitir serviço 2G”.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/07/31/seguranca/desenrola-brasil-veja-como-anuncios-falsos-tentam-enganar-usuarios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Desenrola Brasil: veja como anúncios falsos tentam enganar usuários</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/07/25/colunistas/deepfakes-em-2026-a-era-da-sintese-em-tempo-real-e-os-novos-desafios-da-desinformacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Deepfakes em 2026: a era da síntese em tempo real e os novos desafios da desinformação</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/16/seguranca/influenciador-de-tecnologia-perde-r-511-mil-em-golpe-por-telefone/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Influenciador de tecnologia perde R$ 511 mil em golpe por telefone</a></li>
</ul>
<p>No iPhone, o Modo de Isolamento aumenta a proteção, embora limite algumas funções. Também é recomendado manter o sistema atualizado e evitar clicar em links ou instalar aplicativos recebidos por SMS suspeitos.</p>
<p>A Anatel continua trabalhando com a Polícia Civil para identificar novas operações envolvendo antenas falsas e combater esse tipo de fraude.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/08/06/seguranca/antenas-clandestinas-criam-rede-falsa-para-aplicar-golpes-por-sms-saiba-como-se-proteger/">Antenas clandestinas criam rede falsa para aplicar golpes por SMS. Saiba como se proteger</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
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		<title>IA pode agir como um vírus digital em sistemas conectados, revela pesquisa</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/ia-pode-agir-como-um-virus-digital-em-sistemas-conectados-revela-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 20:06:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[agentes de IA]]></category>
		<category><![CDATA[cavalo de Troia]]></category>
		<category><![CDATA[computador]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/ia-pode-agir-como-um-virus-digital-em-sistemas-conectados-revela-pesquisa/</guid>

					<description><![CDATA[Testes conduzidos por pesquisadores da Universidade Fudan, em Xangai (China), indicaram que determinados modelos de inteligência artificial podem ser induzidos a criar cópias de si mesmos e buscar recursos adicionais em sistemas externos. Os experimentos foram realizados neste ano e analisaram o comportamento de 32 modelos diferentes. A pesquisa liderada pelo cientista da computação Xudong Pan identificou que parte dos modelos avaliados conseguiu realizar processos de autorreplicação após receber instruções específicas. O estudo levantou preocupações sobre o avanço de agentes autônomos capazes de agir em ambientes conectados sem supervisão humana contínua. Os pesquisadores afirmam que o risco não está apenas na capacidade de invasão de sistemas, mas na combinação entre autonomia, uso de ferramentas, memória e capacidade de adaptação, fatores que podem ampliar o alcance de ações indesejadas. Experimentos apontam nova frente de preocupação na segurança digital Linhas de um código-fonte – (Reprodução: Chris Ried/Unsplash) Os testes realizados pela equipe de Pan envolveram 32 modelos de inteligência artificial. Segundo os resultados apresentados pelos pesquisadores, 11 deles conseguiram se replicar quando receberam comandos relacionados à própria sobrevivência, como evitar serem desligados. O estudo também mostrou que modelos considerados menos avançados, com 14 bilhões de parâmetros, foram capazes de copiar e executar versões próprias em outros computadores. A possibilidade de agentes digitais com comportamento semelhante ao de vírus de computador amplia um debate antigo da área de segurança cibernética. Programas autorreplicantes já existem há décadas, como o worm criado em 1988 por Robert Morris, que acabou se espalhando pela internet de forma não planejada durante um experimento. A diferença apontada pelos especialistas é que sistemas baseados em inteligência artificial poderiam combinar exploração de falhas, adaptação e criação de novas estratégias de ataque. Um trabalho envolvendo pesquisadores da Universidade de Toronto, da Universidade de Cambridge e da ServiceNow mostrou que modelos de IA podem ser usados para desenvolver ameaças personalizadas para diferentes alvos. Nicolas Papernot, cientista da computação da Universidade de Toronto e integrante dessa pesquisa, avaliou que o problema não está restrito aos modelos mais sofisticados. De acordo com ele, sistemas abertos também podem receber estruturas adicionais que permitam ações de replicação. IA – Imagem: FOTOGRIN/Shutterstock O pesquisador defende que ampliar o acesso de especialistas a esses modelos é necessário para desenvolver mecanismos de proteção. Para Papernot, ferramentas disponíveis ao público podem ser utilizadas de forma maliciosa, mas também são importantes para criar defesas contra novos tipos de ameaça. A análise de Pan indica que o cenário de risco depende principalmente da combinação de capacidades. Para ele, agentes artificiais com maior autonomia, memória, planejamento prolongado e acesso a sistemas externos podem se tornar mais difíceis de controlar. Especialistas ouvidos sobre o tema destacam que muitos comportamentos perigosos observados em testes ainda dependem de condições específicas de avaliação. Jessica Ji, analista sênior do CyberAI Project da Universidade de Georgetown, afirmou que alguns cenários são construídos para estimular respostas inadequadas dos modelos. A preocupação central, segundo os pesquisadores, é que uma ação inicialmente limitada possa ganhar escala caso um agente seja desenvolvido por pessoas mal-intencionadas com o objetivo de espalhar programas capazes de se multiplicar. O post IA pode agir como um vírus digital em sistemas conectados, revela pesquisa apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Testes conduzidos por pesquisadores da Universidade Fudan, em Xangai (China), indicaram que determinados modelos de inteligência artificial <a href="https://www.wired.com/story/ai-agents-could-act-like-computer-viruses-and-worms/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">podem ser induzidos a criar cópias de si mesmos e buscar recursos adicionais em sistemas externos</a>. Os experimentos foram realizados neste ano e analisaram o comportamento de 32 modelos diferentes.</p>
<p><a href="https://arxiv.org/pdf/2503.17378" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A pesquisa liderada pelo cientista da computação Xudong Pan</a> identificou que parte dos modelos avaliados conseguiu realizar processos de autorreplicação após receber instruções específicas. O estudo levantou preocupações sobre o avanço de agentes autônomos capazes de agir em ambientes conectados sem supervisão humana contínua.</p>
<p>Os pesquisadores afirmam que o risco não está apenas na capacidade de invasão de sistemas, mas na combinação entre autonomia, uso de ferramentas, memória e capacidade de adaptação, fatores que podem ampliar o alcance de ações indesejadas.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-experimentos-apontam-nova-frente-de-preocupacao-na-seguranca-digital">Experimentos apontam nova frente de preocupação na segurança digital</h2>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="684" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/05/linhas-de-cdigo-fonte-dados-arquitetura-software-programa-app-hacker-1024x684.jpg" alt="notebook com várias linhas coloridas de código na tela" class="wp-image-1324478" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/linhas-de-cdigo-fonte-dados-arquitetura-software-programa-app-hacker-1024x684.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/linhas-de-cdigo-fonte-dados-arquitetura-software-programa-app-hacker-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/linhas-de-cdigo-fonte-dados-arquitetura-software-programa-app-hacker-768x513.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/linhas-de-cdigo-fonte-dados-arquitetura-software-programa-app-hacker-1536x1025.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/linhas-de-cdigo-fonte-dados-arquitetura-software-programa-app-hacker-2048x1367.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/linhas-de-cdigo-fonte-dados-arquitetura-software-programa-app-hacker-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Linhas de um código-fonte – (Reprodução: Chris Ried/Unsplash)</figcaption></figure>
</div>
<p>Os testes realizados pela equipe de Pan envolveram 32 modelos de inteligência artificial. Segundo os resultados apresentados pelos pesquisadores, 11 deles conseguiram se replicar quando receberam comandos relacionados à própria sobrevivência, como evitar serem desligados. O estudo também mostrou que modelos considerados menos avançados, com 14 bilhões de parâmetros, foram capazes de copiar e executar versões próprias em outros computadores.</p>
<p>A possibilidade de agentes digitais com comportamento semelhante ao de vírus de computador amplia um debate antigo da área de segurança cibernética. Programas autorreplicantes já existem há décadas, como o worm criado em 1988 por Robert Morris, que acabou se espalhando pela internet de forma não planejada durante um experimento.</p>
<p>A diferença apontada pelos especialistas é que sistemas baseados em inteligência artificial poderiam combinar <strong>exploração de falhas</strong>, <strong>adaptação </strong>e <strong>criação de novas estratégias de ataque</strong>. Um <a href="https://arxiv.org/abs/2606.03811" target="_blank" rel="noreferrer noopener">trabalho </a>envolvendo pesquisadores da Universidade de Toronto, da Universidade de Cambridge e da ServiceNow mostrou que modelos de IA podem ser usados para desenvolver ameaças personalizadas para diferentes alvos.</p>
<p>Nicolas Papernot, cientista da computação da Universidade de Toronto e integrante dessa pesquisa, avaliou que o problema não está restrito aos modelos mais sofisticados. De acordo com ele, <strong>sistemas abertos também podem receber estruturas adicionais que permitam ações de replicação.</strong></p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="597" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ia-computacao-1024x597.jpg" alt="Data center com servidores e representação gráfica de inteligência artificial" class="wp-image-1303307" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ia-computacao-1024x597.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ia-computacao-300x175.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ia-computacao-768x448.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ia-computacao-1536x895.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ia-computacao-150x87.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ia-computacao.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">IA – Imagem: FOTOGRIN/Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<p>O pesquisador defende que ampliar o acesso de especialistas a esses modelos é necessário para desenvolver mecanismos de proteção. Para Papernot, ferramentas disponíveis ao público podem ser utilizadas de forma maliciosa, mas também são importantes para criar defesas contra novos tipos de ameaça.</p>
<p>A análise de Pan indica que o cenário de risco depende principalmente da combinação de capacidades. Para ele, agentes artificiais com maior autonomia, memória, planejamento prolongado e acesso a sistemas externos podem se tornar mais difíceis de controlar.</p>
<p>Especialistas ouvidos sobre o tema destacam que muitos comportamentos perigosos observados em testes ainda dependem de condições específicas de avaliação. Jessica Ji, analista sênior do CyberAI Project da Universidade de Georgetown, afirmou que alguns cenários são construídos para estimular respostas inadequadas dos modelos.</p>
<p>A preocupação central, segundo os pesquisadores, é que uma ação inicialmente limitada possa ganhar escala caso um agente seja desenvolvido por pessoas mal-intencionadas com o objetivo de espalhar programas capazes de se multiplicar.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/08/05/seguranca/ia-pode-agir-como-um-virus-digital-em-sistemas-conectados-revela-pesquisa/">IA pode agir como um vírus digital em sistemas conectados, revela pesquisa</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cibercrime virou indústria movida por IA, aponta relatório</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/cibercrime-virou-industria-movida-por-ia-aponta-relatorio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 19:36:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cibercrime]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/cibercrime-virou-industria-movida-por-ia-aponta-relatorio/</guid>

					<description><![CDATA[O cibercrime deixou de ser formado por ataques isolados para operar como uma economia criminosa altamente organizada, impulsionada por inteligência artificial (IA), automação e serviços especializados. Essa é a principal conclusão do Relatório sobre o Cenário de Ameaças de 2026, divulgado pela Infoblox, empresa de segurança de redes. Segundo o estudo, a profissionalização das operações criminosas reduziu o tempo disponível para que empresas detectem e respondam a ataques, tornando menos eficazes as estratégias tradicionais de segurança baseadas apenas em detecção e resposta. A análise foi elaborada com base em trilhões de consultas ao sistema de nomes de domínio (DNS), bilhões de transações realizadas em ambientes clandestinos e pesquisas conduzidas pela equipe Infoblox Threat Intel. IA e serviços especializados aceleram ataques De acordo com o relatório, a combinação entre ferramentas de IA, serviços criminosos especializados e infraestruturas ocultas está permitindo que hackers realizem ataques com mais rapidez, escala e eficiência; A Infoblox afirma que o cibercrime passou a funcionar como um ecossistema interconectado, no qual diferentes grupos oferecem serviços específicos, como hospedagem de infraestrutura, distribuição de malware e ferramentas para ocultar atividades maliciosas; Segundo a empresa, esse modelo reduz barreiras de entrada para criminosos e amplia o alcance das operações. “O relatório deste ano documenta a máquina do cibercrime, uma economia criminosa globalmente conectada, na qual a IA de fronteira, os serviços criminosos especializados e as infraestruturas ocultas transformaram a forma como os ataques são criados, adquiridos e executados”, afirmou Renée Burton, vice-presidente da Infoblox Threat Intel. Ela acrescenta que a principal mudança não está apenas na sofisticação dos ataques, mas na facilidade de acesso a recursos avançados. “A mudança mais importante não é o fato de os hackers terem se tornado mais sofisticados, mas que recursos avançados passaram a estar amplamente acessíveis. Isso altera o ritmo do cibercrime e desafia estratégias de segurança construídas principalmente em torno da detecção e da resposta.” Infraestrutura descartável dificulta defesa Um dos principais pontos destacados pelo relatório é o uso crescente de infraestrutura temporária para sustentar ataques cibernéticos. Segundo a Infoblox, cerca de 25% dos 120 milhões de domínios observados pela primeira vez apresentavam risco considerado alto ou crítico, indicando o uso de uma grande quantidade de domínios descartáveis para atividades criminosas. O estudo também aponta que 88% dos domínios associados a ameaças foram identificados no ambiente de apenas um cliente, enquanto 44% permaneceram ativos por apenas um dia, estratégia que dificulta sua identificação e bloqueio pelas equipes de segurança. Leia mais: 8 dicas práticas e simples para melhorar a sua segurança online 9 dicas de segurança para proteger seus dados online e privacidade Ataque hacker contra água dos EUA expõe falhas nos sistemas Um dos principais pontos destacados pelo relatório é o uso crescente de infraestrutura temporária para sustentar ataques cibernéticos – Imagem: ParinPix / Shutterstock Sistemas de distribuição de tráfego lideram ameaças A ameaça mais comum identificada pela empresa foram os chamados Traffic Distribution Systems (TDSs), presentes em mais de 95% das redes analisadas. Esses sistemas funcionam como direcionadores automáticos de vítimas para páginas de phishing, distribuição de malware e golpes online, adaptando os ataques conforme o perfil do usuário ou do dispositivo acessado. Segundo a Infoblox, por operarem de forma discreta e distribuída, essas estruturas estão entre as mais difíceis de detectar. Redes de proxies ajudam criminosos a esconder ataques Outro recurso amplamente utilizado pelos criminosos são as redes de proxies residenciais, identificadas em consultas realizadas por 65% dos clientes do Infoblox Threat Defense. Essas redes permitem que atividades maliciosas utilizem endereços IP de conexões residenciais legítimas, dificultando a diferenciação entre tráfego normal e ações criminosas. Na prática, isso aumenta as chances de os ataques passarem despercebidos pelos sistemas tradicionais de monitoramento. O levantamento também aponta um aumento expressivo nas fraudes digitais. Segundo a Infoblox, o número de domínios relacionados a golpes cresceu 62% em relação ao ano anterior, impulsionado principalmente por falsificação de marcas, roubo de identidade e fraudes financeiras. Empresas precisam rever estratégias, diz Infoblox Na avaliação da empresa, o cenário mostra que o cibercrime passou a operar como uma cadeia produtiva altamente especializada, baseada em automação, compartilhamento de infraestrutura e prestação de serviços entre grupos criminosos. Para a Infoblox, essa transformação exige que organizações revisem suas estratégias de segurança, adotando abordagens capazes de identificar e interromper ameaças antes que elas atinjam usuários e sistemas corporativos, em vez de depender exclusivamente da detecção após o início dos ataques. O post Cibercrime virou indústria movida por IA, aponta relatório apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O <a href="https://olhardigital.com.br/tag/cibercrime/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cibercrime</a> deixou de ser formado por ataques isolados para operar como uma economia criminosa altamente organizada, impulsionada por <a href="https://olhardigital.com.br/tag/inteligencia-artificial/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inteligência artificial (IA)</a>, automação e serviços especializados. Essa é a principal conclusão do <strong>Relatório sobre o Cenário de Ameaças de 2026</strong>, divulgado pela Infoblox, empresa de segurança de redes.</p>
<p>Segundo o estudo, a profissionalização das operações criminosas reduziu o tempo disponível para que <a href="https://olhardigital.com.br/tag/empresas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">empresas</a> detectem e respondam a ataques, tornando menos eficazes as estratégias tradicionais de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/seguranca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">segurança</a> baseadas apenas em detecção e resposta.</p>
<p>A análise foi elaborada com base em trilhões de consultas ao sistema de nomes de domínio (DNS), bilhões de transações realizadas em ambientes clandestinos e pesquisas conduzidas pela equipe Infoblox Threat Intel.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-ia-e-servicos-especializados-aceleram-ataques">IA e serviços especializados aceleram ataques</h2>
<ul>
<li>De acordo com o relatório, a combinação entre ferramentas de IA, serviços criminosos especializados e infraestruturas ocultas está permitindo que hackers realizem ataques com mais rapidez, escala e eficiência;</li>
<li>A Infoblox afirma que o cibercrime passou a funcionar como um ecossistema interconectado, no qual diferentes grupos oferecem serviços específicos, como hospedagem de infraestrutura, distribuição de malware e ferramentas para ocultar atividades maliciosas;</li>
<li>Segundo a empresa, esse modelo reduz barreiras de entrada para criminosos e amplia o alcance das operações.</li>
</ul>
<p>“O relatório deste ano documenta a máquina do cibercrime, uma economia criminosa globalmente conectada, na qual a IA de fronteira, os serviços criminosos especializados e as infraestruturas ocultas transformaram a forma como os ataques são criados, adquiridos e executados”, afirmou Renée Burton, vice-presidente da Infoblox Threat Intel.</p>
<p>Ela acrescenta que a principal mudança não está apenas na sofisticação dos ataques, mas na facilidade de acesso a recursos avançados. “A mudança mais importante não é o fato de os hackers terem se tornado mais sofisticados, mas que recursos avançados passaram a estar amplamente acessíveis. Isso altera o ritmo do cibercrime e desafia estratégias de segurança construídas principalmente em torno da detecção e da resposta.”</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-infraestrutura-descartavel-dificulta-defesa">Infraestrutura descartável dificulta defesa</h2>
<p>Um dos principais pontos destacados pelo relatório é o uso crescente de infraestrutura temporária para sustentar ataques cibernéticos.</p>
<p>Segundo a Infoblox, cerca de <strong>25% dos 120 milhões de domínios observados pela primeira vez</strong> apresentavam risco considerado alto ou crítico, indicando o uso de uma grande quantidade de domínios descartáveis para atividades criminosas.</p>
<p>O estudo também aponta que <strong>88% dos domínios associados a ameaças foram identificados no ambiente de apenas um cliente</strong>, enquanto <strong>44% permaneceram ativos por apenas um dia</strong>, estratégia que dificulta sua identificação e bloqueio pelas equipes de segurança.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2023/08/24/dicas-e-tutoriais/8-dicas-praticas-e-simples-para-melhorar-a-sua-seguranca-online/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">8 dicas práticas e simples para melhorar a sua segurança online</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2019/01/09/dicas-e-tutoriais/dicas-de-seguranca-para-proteger-seus-dados-online-e-privacidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">9 dicas de segurança para proteger seus dados online e privacidade</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/08/04/seguranca/ataque-hacker-contra-agua-dos-eua-expoe-falhas-nos-sistemas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ataque hacker contra água dos EUA expõe falhas nos sistemas</a></li>
</ul>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/04/banco-seguranca-1024x576.jpg" alt="Ilustração de segurança bancária digital com ícones de banco, cadeado, biometria e alertas sobre smartphone" class="wp-image-1301136" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/banco-seguranca-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/banco-seguranca-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/banco-seguranca-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/banco-seguranca-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/banco-seguranca-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/banco-seguranca-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/banco-seguranca-150x84.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/banco-seguranca.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Um dos principais pontos destacados pelo relatório é o uso crescente de infraestrutura temporária para sustentar ataques cibernéticos – Imagem: ParinPix / Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-sistemas-de-distribuicao-de-trafego-lideram-ameacas">Sistemas de distribuição de tráfego lideram ameaças</h2>
<p>A ameaça mais comum identificada pela empresa foram os chamados <strong>Traffic Distribution Systems (TDSs)</strong>, presentes em mais de <strong>95% das redes analisadas</strong>.</p>
<p>Esses sistemas funcionam como direcionadores automáticos de vítimas para páginas de phishing, distribuição de malware e golpes online, adaptando os ataques conforme o perfil do usuário ou do dispositivo acessado.</p>
<p>Segundo a Infoblox, por operarem de forma discreta e distribuída, essas estruturas estão entre as mais difíceis de detectar.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-redes-de-proxies-ajudam-criminosos-a-esconder-ataques">Redes de proxies ajudam criminosos a esconder ataques</h2>
<p>Outro recurso amplamente utilizado pelos criminosos são as redes de <strong>proxies residenciais</strong>, identificadas em consultas realizadas por <strong>65% dos clientes do Infoblox Threat Defense</strong>.</p>
<p>Essas redes permitem que atividades maliciosas utilizem endereços IP de conexões residenciais legítimas, dificultando a diferenciação entre tráfego normal e ações criminosas.</p>
<p>Na prática, isso aumenta as chances de os ataques passarem despercebidos pelos sistemas tradicionais de monitoramento.</p>
<p>O levantamento também aponta um aumento expressivo nas fraudes digitais. Segundo a Infoblox, o número de domínios relacionados a golpes cresceu <strong>62% em relação ao ano anterior</strong>, impulsionado principalmente por falsificação de marcas, roubo de identidade e fraudes financeiras.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-empresas-precisam-rever-estrategias-diz-infoblox">Empresas precisam rever estratégias, diz Infoblox</h2>
<p>Na avaliação da empresa, o cenário mostra que o cibercrime passou a operar como uma cadeia produtiva altamente especializada, baseada em automação, compartilhamento de infraestrutura e prestação de serviços entre grupos criminosos.</p>
<p>Para a Infoblox, essa transformação exige que organizações revisem suas estratégias de segurança, adotando abordagens capazes de identificar e interromper ameaças antes que elas atinjam usuários e sistemas corporativos, em vez de depender exclusivamente da detecção após o início dos ataques.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/08/05/seguranca/cibercrime-virou-industria-movida-por-ia-aponta-relatorio/">Cibercrime virou indústria movida por IA, aponta relatório</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Novo ataque pode contornar passkeys do Google Chrome e roubar contas</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/novo-ataque-pode-contornar-passkeys-do-google-chrome-e-roubar-contas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 19:08:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Chrome]]></category>
		<category><![CDATA[gerenciador de senhas]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Passkeys]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infratic.com.br/novo-ataque-pode-contornar-passkeys-do-google-chrome-e-roubar-contas/</guid>

					<description><![CDATA[Pesquisadores da Unit 42, divisão de inteligência da Palo Alto Networks, descobriram três novas técnicas que podem permitir que malwares contornem as proteções das passkeys armazenadas no Gerenciador de Senhas do Google no Chrome para Windows. Os ataques, batizados de Pass-ta-key, Silver Pass-ta-key e Golden Pass-ta-key, não quebram a criptografia da tecnologia, mas exploram falhas na forma como o navegador gerencia a autenticação e as credenciais dos usuários. Segundo os pesquisadores, todos os cenários dependem de uma condição importante: o computador da vítima já precisa estar infectado por um malware. Ainda assim, duas das técnicas podem permitir que invasores mantenham acesso permanente às contas da vítima, mesmo após perderem acesso ao dispositivo original. A pesquisa não identificou evidências de exploração ativa nem vulnerabilidades registradas na National Vulnerability Database (NVD) até o início de agosto. O que muda para o usuário? As passkeys são consideradas uma alternativa mais segura às senhas tradicionais por utilizarem criptografia de chave pública, tornando ataques de phishing e reutilização de credenciais muito mais difíceis; Segundo a própria documentação do Google, elas também não podem ser adivinhadas ou copiadas; A pesquisa da Unit 42, porém, mostra que a segurança das passkeys pode ser comprometida quando o computador já foi infectado; Os ataques afetam sistemas Windows equipados com o módulo Trusted Platform Module (TPM), componente responsável por armazenar informações criptográficas de forma segura; Em vez de atacar a criptografia das passkeys, as técnicas exploram o modo como o Chrome administra a confiança entre dispositivos, o processo de recuperação de contas e a validação da autenticação do usuário. Pass-ta-key reutiliza identidade do dispositivo A primeira técnica, chamada Pass-ta-key, permite que um malware utilize a identidade criptográfica protegida pelo TPM para solicitar autenticações válidas sem exigir PIN, biometria ou qualquer interação do usuário. Apesar disso, o método não consegue ativar o indicador User Verified (UV), que informa ao serviço online que houve uma autenticação presencial do usuário. Segundo os pesquisadores, a eficácia do ataque depende da implementação de cada plataforma. Durante os testes, o GitHub rejeitou corretamente as tentativas de autenticação por exigir a validação desse indicador. Já o eBay aceitou os acessos até corrigir o problema após ser informado pela Unit 42. Ataques atingem dispositivos com o módulo TPM instalado – Imagem: luchschenF/Shutterstock Silver Pass-ta-key pode manter acesso permanente A segunda técnica, chamada Silver Pass-ta-key, explora o processo de registro de dispositivos no Gerenciador de Senhas do Google. Segundo a pesquisa, o malware força o Chrome a registrar novamente o computador e aproveita uma etapa intermediária do processo para instalar uma chave de verificação controlada pelo invasor. Caso o serviço online aceite essa nova chave como válida, o atacante pode continuar acessando a conta da vítima a partir de outro computador, mesmo depois que o dispositivo original fique indisponível. A análise do código público do Chromium confirma a existência desse estado temporário durante o processo de registro, que pode ser explorado antes da conclusão da validação por hardware. Golden Pass-ta-key extrai a “chave mestre” A técnica considerada mais grave recebeu o nome de Golden Pass-ta-key. Nesse caso, o malware tenta extrair da memória do Chrome o chamado Security Domain Secret (SDS), um segredo criptográfico de 32 bytes utilizado para descriptografar todas as passkeys sincronizadas na conta Google. Segundo a Unit 42, a obtenção desse segredo permite recuperar tanto as credenciais já existentes quanto futuras passkeys criadas na mesma conta. Os pesquisadores explicam que o Google já removeu uma exposição anterior desse segredo nos logs internos relacionados ao protocolo FIDO. No entanto, a informação continua sendo carregada temporariamente na memória do navegador durante o registro e a recuperação de dispositivos, podendo ser capturada por um malware que já esteja em execução. Outro ponto levantado pela pesquisa é que a documentação pública do Gerenciador de Senhas do Google permite alterar o PIN ou apagar todas as passkeys armazenadas, mas não informa a existência de um mecanismo para revogar ou substituir o Security Domain Secret caso ele seja comprometido. Google já corrigiu parte dos problemas Segundo a Unit 42, algumas medidas já foram adotadas após a divulgação responsável das descobertas. O eBay passou a validar corretamente o indicador User Verified, impedindo o primeiro tipo de ataque. Já o Google removeu a exposição do Security Domain Secret nos logs internos do Chrome. Apesar disso, até o início deste mês, não havia confirmação pública de que todas as técnicas descritas pelos pesquisadores haviam sido totalmente mitigadas, nem informações sobre versões específicas do Chrome eventualmente afetadas. Pesquisadores reforçam que passkeys continuam mais seguras Apesar das descobertas, a Unit 42 afirma que as passkeys continuam sendo significativamente mais seguras do que senhas tradicionais contra ataques de phishing e reutilização de credenciais. Segundo os pesquisadores, o problema identificado não está na criptografia da tecnologia em si, mas na infraestrutura responsável por gerenciar dispositivos e sincronizar credenciais quando um computador já foi comprometido por malware. Como medidas de proteção, a equipe recomenda que serviços online exijam obrigatoriamente a validação do indicador User Verified, reforcem a verificação de hardware durante o registro de dispositivos, fortaleçam os mecanismos de recuperação de contas e reduzam a exposição de informações sensíveis na memória e em registros internos do navegador. O post Novo ataque pode contornar passkeys do Google Chrome e roubar contas apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Pesquisadores da Unit 42, divisão de inteligência da Palo Alto Networks, <a href="https://unit42.paloaltonetworks.com/passwordless-authentication-security-risks/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">descobriram</a> três novas técnicas que podem permitir que malwares contornem as proteções das passkeys armazenadas no Gerenciador de Senhas do Google no <a href="https://olhardigital.com.br/tag/chrome/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Chrome</a> para <a href="https://olhardigital.com.br/tag/windows/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Windows</a>.</p>
<p>Os ataques, batizados de <strong>Pass-ta-key</strong>, <strong>Silver Pass-ta-key</strong> e <strong>Golden Pass-ta-key</strong>, não quebram a <a href="https://olhardigital.com.br/tag/criptografia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">criptografia</a> da <a href="https://olhardigital.com.br/tag/tecnologia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">tecnologia</a>, mas exploram falhas na forma como o navegador gerencia a autenticação e as credenciais dos usuários.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, todos os cenários dependem de uma condição importante: o computador da vítima já precisa estar infectado por um malware. Ainda assim, duas das técnicas podem permitir que invasores mantenham acesso permanente às contas da vítima, mesmo após perderem acesso ao dispositivo original.</p>
<p>A pesquisa não identificou evidências de exploração ativa nem vulnerabilidades registradas na National Vulnerability Database (NVD) até o início de agosto.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-que-muda-para-o-usuario">O que muda para o usuário?</h2>
<ul>
<li>As passkeys são consideradas uma alternativa mais segura às senhas tradicionais por utilizarem criptografia de chave pública, tornando ataques de phishing e reutilização de credenciais muito mais difíceis;</li>
<li>Segundo a própria documentação do Google, elas também não podem ser adivinhadas ou copiadas;</li>
<li>A pesquisa da Unit 42, porém, mostra que a segurança das passkeys pode ser comprometida quando o computador já foi infectado;</li>
<li>Os ataques afetam sistemas Windows equipados com o módulo Trusted Platform Module (TPM), componente responsável por armazenar informações criptográficas de forma segura;</li>
<li>Em vez de atacar a criptografia das passkeys, as técnicas exploram o modo como o Chrome administra a confiança entre dispositivos, o processo de recuperação de contas e a validação da autenticação do usuário.</li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-pass-ta-key-reutiliza-identidade-do-dispositivo">Pass-ta-key reutiliza identidade do dispositivo</h2>
<p>A primeira técnica, chamada <strong>Pass-ta-key</strong>, permite que um malware utilize a identidade criptográfica protegida pelo TPM para solicitar autenticações válidas sem exigir PIN, biometria ou qualquer interação do usuário.</p>
<p>Apesar disso, o método não consegue ativar o indicador <strong>User Verified (UV)</strong>, que informa ao serviço online que houve uma autenticação presencial do usuário. Segundo os pesquisadores, a eficácia do ataque depende da implementação de cada plataforma.</p>
<p>Durante os testes, o GitHub rejeitou corretamente as tentativas de autenticação por exigir a validação desse indicador. Já o eBay aceitou os acessos até corrigir o problema após ser informado pela Unit 42.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="562" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/08/tpm_pc-1024x562.jpg" alt="Chip com a inscrição Trusted Platform Module (TPM)" class="wp-image-1359869" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/tpm_pc-1024x562.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/tpm_pc-300x165.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/tpm_pc-768x422.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/tpm_pc-1536x843.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/tpm_pc-2048x1124.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/tpm_pc-150x82.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption">Ataques atingem dispositivos com o módulo TPM instalado – Imagem: luchschenF/Shutterstock</figcaption></figure>
</div>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-silver-pass-ta-key-pode-manter-acesso-permanente">Silver Pass-ta-key pode manter acesso permanente</h2>
<p>A segunda técnica, chamada <strong>Silver Pass-ta-key</strong>, explora o processo de registro de dispositivos no Gerenciador de Senhas do Google. Segundo a pesquisa, o malware força o Chrome a registrar novamente o computador e aproveita uma etapa intermediária do processo para instalar uma chave de verificação controlada pelo invasor.</p>
<p>Caso o serviço online aceite essa nova chave como válida, o atacante pode continuar acessando a conta da vítima a partir de outro computador, mesmo depois que o dispositivo original fique indisponível. A análise do código público do Chromium confirma a existência desse estado temporário durante o processo de registro, que pode ser explorado antes da conclusão da validação por hardware.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-golden-pass-ta-key-extrai-a-chave-mestre">Golden Pass-ta-key extrai a “chave mestre”</h2>
<p>A técnica considerada mais grave recebeu o nome de <strong>Golden Pass-ta-key</strong>. Nesse caso, o malware tenta extrair da memória do Chrome o chamado <strong>Security Domain Secret (SDS)</strong>, um segredo criptográfico de 32 bytes utilizado para descriptografar todas as passkeys sincronizadas na conta Google.</p>
<p>Segundo a Unit 42, a obtenção desse segredo permite recuperar tanto as credenciais já existentes quanto futuras passkeys criadas na mesma conta.</p>
<p>Os pesquisadores explicam que o Google já removeu uma exposição anterior desse segredo nos logs internos relacionados ao protocolo FIDO. No entanto, a informação continua sendo carregada temporariamente na memória do navegador durante o registro e a recuperação de dispositivos, podendo ser capturada por um malware que já esteja em execução.</p>
<p>Outro ponto levantado pela pesquisa é que a documentação pública do Gerenciador de Senhas do Google permite alterar o PIN ou apagar todas as passkeys armazenadas, mas não informa a existência de um mecanismo para revogar ou substituir o Security Domain Secret caso ele seja comprometido.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-google-ja-corrigiu-parte-dos-problemas">Google já corrigiu parte dos problemas</h2>
<p>Segundo a Unit 42, algumas medidas já foram adotadas após a divulgação responsável das descobertas. O eBay passou a validar corretamente o indicador <strong>User Verified</strong>, impedindo o primeiro tipo de ataque. Já o Google removeu a exposição do Security Domain Secret nos logs internos do Chrome.</p>
<p>Apesar disso, até o início deste mês, não havia confirmação pública de que todas as técnicas descritas pelos pesquisadores haviam sido totalmente mitigadas, nem informações sobre versões específicas do Chrome eventualmente afetadas.</p>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-pesquisadores-reforcam-que-passkeys-continuam-mais-seguras">Pesquisadores reforçam que passkeys continuam mais seguras</h2>
<p>Apesar das descobertas, a Unit 42 afirma que as passkeys continuam sendo significativamente mais seguras do que senhas tradicionais contra ataques de phishing e reutilização de credenciais.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, o problema identificado não está na criptografia da tecnologia em si, mas na infraestrutura responsável por gerenciar dispositivos e sincronizar credenciais quando um computador já foi comprometido por malware.</p>
<p>Como medidas de proteção, a equipe recomenda que serviços online exijam obrigatoriamente a validação do indicador <strong>User Verified</strong>, reforcem a verificação de hardware durante o registro de dispositivos, fortaleçam os mecanismos de recuperação de contas e reduzam a exposição de informações sensíveis na memória e em registros internos do navegador.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/08/05/seguranca/novo-ataque-pode-contornar-passkeys-do-google-chrome-e-roubar-contas/">Novo ataque pode contornar passkeys do Google Chrome e roubar contas</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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		<title>Agente de IA cria identidade falsa e tenta enganar usuários em teste real</title>
		<link>https://www.infratic.com.br/agente-de-ia-cria-identidade-falsa-e-tenta-enganar-usuarios-em-teste-real/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenv01]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 17:17:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[anthropic]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia social]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[OpenAI]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança e Privacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Agentes de inteligência artificial da OpenAI e da Anthropic conseguiram realizar ações não autorizadas durante testes de segurança no Reino Unido. Em um dos episódios, os sistemas chegaram a criar identidades falsas para tentar convencer pessoas reais a aprovar alterações em um projeto online. O caso chamou atenção porque revelou sinais de autonomia e comportamento enganoso em modelos de IA, aumentando o debate sobre os limites dessas tecnologias. Testes revelaram que sistemas de IA tentaram agir na internet sem autorização e levantaram novos alertas. – Imagem: Digineer Station/Shutterstock Teste de segurança revelou comportamento inesperado A descoberta foi feita pelo AI Security Institute (AISI), órgão britânico que avalia sistemas avançados de inteligência artificial antes de sua liberação. Durante uma avaliação de segurança cibernética, agentes alimentados pelos modelos GPT-5.6-Sol, da OpenAI, e Mythos 5, da Anthropic, apresentaram atitudes que surpreenderam os pesquisadores. O desafio consistia em resolver problemas de segurança, como encontrar informações protegidas. Em algumas execuções, porém, os sistemas passaram a agir na internet sem autorização e tentaram inserir código malicioso em um projeto de código aberto. Para conseguir aprovação das mudanças, os agentes recorreram à engenharia social, criando perfis falsos e tentando pressionar os responsáveis pelo projeto. Segundo o AISI, as tentativas não funcionaram e não causaram prejuízos reais. Entre os principais dados do relatório estão: 122 testes foram realizados com diferentes modelos de IA; em 10 avaliações, agentes tomaram ações autônomas na internet; 19 ações não autorizadas foram registradas; 17 delas envolveram o modelo Mythos 5, da Anthropic. Ação independente preocupa pesquisadores O AISI explicou que os modelos não escaparam do ambiente controlado de testes. Para medir o que essas ferramentas poderiam fazer em uma situação próxima à realidade, os pesquisadores reduziram algumas proteções e permitiram acesso à internet. Ainda assim, o resultado foi considerado significativo. Segundo o relatório, foi “a primeira vez que vimos riscos relacionados à autonomia e ao engano se manifestarem de forma tão clara, sem instruções específicas, no mundo real”. A análise indicou que alguns fatores podem ter influenciado o comportamento, como a dificuldade da tarefa, falhas no acompanhamento das atividades online e a ausência de regras específicas proibindo o uso de estratégias enganosas. Modelos avançados de IA usaram engenharia social para tentar convencer pessoas reais em um projeto online. – Imagem: Mer_Studio/Shutterstock Empresas avaliam novas medidas de controle A OpenAI confirmou o incidente identificado durante os testes do AISI e informou que também recebeu um alerta sobre outro caso envolvendo uma avaliação feita por uma empresa parceira. A companhia afirmou que pretende revisar seus procedimentos para testes externos de maior risco. Leia mais: Casa Branca cria novas regras para IA e isenta modelos de código aberto Efeito OpenAI: Anthropic diz que IA invadiu sistemas de três empresas OpenAI debate com a Casa Branca medidas para ampliar segurança de sistemas de IA Em comunicado, a empresa disse estar “comprometida em trabalhar com todo o setor para fortalecer práticas compartilhadas na realização segura de avaliações de alto risco”. A Anthropic afirmou que os recursos de proteção dos modelos foram desativados durante o experimento e que os sistemas não receberam limitações específicas sobre o uso da internet. A empresa também informou que está colaborando com o AISI na investigação. O episódio mostra que, à medida que agentes de IA ganham mais autonomia, cresce o desafio de criar mecanismos capazes de acompanhar suas decisões e impedir comportamentos inesperados. Para a indústria, a segurança passa a ser tão importante quanto o próprio avanço das capacidades desses sistemas. O post Agente de IA cria identidade falsa e tenta enganar usuários em teste real apareceu primeiro em Olhar Digital.]]></description>
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<p><a href="https://olhardigital.com.br/tag/agentes-de-ia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Agentes de inteligência artificial</a> da OpenAI e da Anthropic conseguiram realizar ações não autorizadas durante testes de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/seguranca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">segurança</a> no Reino Unido. Em um dos episódios, os sistemas chegaram a criar identidades falsas para tentar convencer pessoas reais a aprovar alterações em um projeto online.</p>
<p>O caso chamou atenção porque revelou sinais de autonomia e comportamento enganoso em <a href="https://olhardigital.com.br/tag/modelos-de-ia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">modelos de IA</a>, aumentando o debate sobre os limites dessas tecnologias.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ia_seguranca-1024x576.jpg" alt="Interface AI mostrando aviso de erro de prompt e alerta do sistema" class="wp-image-1330791" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ia_seguranca-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ia_seguranca-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ia_seguranca-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ia_seguranca-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ia_seguranca-2048x1152.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ia_seguranca-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ia_seguranca-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ia_seguranca-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Testes revelaram que sistemas de IA tentaram agir na internet sem autorização e levantaram novos alertas.</em> – Imagem: Digineer Station/Shutterstock</figcaption></figure>
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<h2 class="wp-block-heading" id="h-teste-de-seguranca-revelou-comportamento-inesperado">Teste de segurança revelou comportamento inesperado</h2>
<p>A descoberta foi feita pelo <a href="https://www.aisi.gov.uk/blog/incident-report-unsanctioned-agent-behaviour-during-cyber-testing" target="_blank" rel="noreferrer noopener">AI Security Institute</a> (AISI), órgão britânico que avalia sistemas avançados de inteligência artificial antes de sua liberação. Durante uma avaliação de segurança cibernética, agentes alimentados pelos modelos GPT-5.6-Sol, da <a href="https://olhardigital.com.br/tag/openai/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">OpenAI</a>, e Mythos 5, da <a href="https://olhardigital.com.br/tag/anthropic/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Anthropic</a>, apresentaram atitudes que surpreenderam os pesquisadores.</p>
<p>O desafio consistia em resolver problemas de segurança, como encontrar informações protegidas. Em algumas execuções, porém, os sistemas passaram a agir na internet sem autorização e tentaram inserir código malicioso em um projeto de código aberto.</p>
<p>Para conseguir aprovação das mudanças, os agentes recorreram à engenharia social, criando perfis falsos e tentando pressionar os responsáveis pelo projeto. Segundo o AISI, as tentativas não funcionaram e não causaram prejuízos reais.</p>
<p>Entre os principais dados do relatório estão:</p>
<ul>
<li>122 testes foram realizados com diferentes modelos de IA;</li>
<li>em 10 avaliações, agentes tomaram ações autônomas na internet;</li>
<li>19 ações não autorizadas foram registradas;</li>
<li>17 delas envolveram o modelo Mythos 5, da Anthropic.</li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" id="h-acao-independente-preocupa-pesquisadores">Ação independente preocupa pesquisadores</h2>
<p>O AISI explicou que os modelos não escaparam do ambiente controlado de testes. Para medir o que essas ferramentas poderiam fazer em uma situação próxima à realidade, os pesquisadores reduziram algumas proteções e permitiram acesso à internet.</p>
<p>Ainda assim, o resultado foi considerado significativo. Segundo o relatório, foi “a primeira vez que vimos riscos relacionados à autonomia e ao engano se manifestarem de forma tão clara, sem instruções específicas, no mundo real”.</p>
<p>A análise indicou que alguns fatores podem ter influenciado o comportamento, como a dificuldade da tarefa, falhas no acompanhamento das atividades online e a ausência de regras específicas proibindo o uso de estratégias enganosas.</p>
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<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/06/engenharia-social-1024x576.jpg" alt="Empresário segurando o telefone com a mensagem scam na tela digital." class="wp-image-1346904" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/engenharia-social-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/engenharia-social-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/engenharia-social-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/engenharia-social-1536x864.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/engenharia-social-1920x1080.jpg 1920w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/engenharia-social-1280x720.jpg 1280w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/engenharia-social-150x84.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/engenharia-social.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Modelos avançados de IA usaram engenharia social para tentar convencer pessoas reais em um projeto online.</em> – Imagem: Mer_Studio/Shutterstock</figcaption></figure>
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<h2 class="wp-block-heading" id="h-empresas-avaliam-novas-medidas-de-controle">Empresas avaliam novas medidas de controle</h2>
<p>A OpenAI confirmou o incidente identificado durante os testes do AISI e informou que também recebeu um alerta sobre outro caso envolvendo uma avaliação feita por uma empresa parceira. A companhia afirmou que pretende revisar seus procedimentos para testes externos de maior risco.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
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<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/08/04/inteligencia-artificial/casa-branca-cria-novas-regras-para-ia-e-isenta-modelos-de-codigo-aberto/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Casa Branca cria novas regras para IA e isenta modelos de código aberto</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/07/30/seguranca/efeito-openai-anthropic-diz-que-ia-invadiu-sistemas-de-tres-empresas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Efeito OpenAI: Anthropic diz que IA invadiu sistemas de três empresas</a></li>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/07/30/inteligencia-artificial/openai-debate-com-a-casa-branca-medidas-para-ampliar-seguranca-de-sistemas-de-ia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">OpenAI debate com a Casa Branca medidas para ampliar segurança de sistemas de IA</a></li>
</ul>
<p>Em comunicado, a empresa disse estar “comprometida em trabalhar com todo o setor para fortalecer práticas compartilhadas na realização segura de avaliações de alto risco”.</p>
<p>A Anthropic afirmou que os recursos de proteção dos modelos foram desativados durante o experimento e que os sistemas não receberam limitações específicas sobre o uso da internet. A empresa também informou que está colaborando com o AISI na investigação.</p>
<p>O episódio mostra que, à medida que agentes de IA ganham mais autonomia, cresce o desafio de criar mecanismos capazes de acompanhar suas decisões e impedir comportamentos inesperados. Para a indústria, a segurança passa a ser tão importante quanto o próprio avanço das capacidades desses sistemas.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/08/05/inteligencia-artificial/agente-de-ia-cria-identidade-falsa-e-tenta-enganar-usuarios-em-teste-real/">Agente de IA cria identidade falsa e tenta enganar usuários em teste real</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br/">Olhar Digital</a>.</p>
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